Sermos pais traz ao de cima, e de forma muito natural, inúmeros talentos.
Muitos dos quais nem desconfiávamos que tínhamos!
E é exatamente isso que queremos conhecer.

Deixe a imaginação fluir naturalmente e escreva um CONTO original que um
dia gostaria de ler ao seu bebé, quando ele conseguir acompanhar uma história.

1

2

3 Era uma vez...

4Complete os seus dados:

Enviar
era uma vez...
O conto de Rodrigo
um pequeno pastorzinho chamado Rodrigo que adorava a natureza e animais. Infelizmente vivia na cidade, onde não podia brincar à vontade e tinha que ir aos parques infantis para poder pular, brincar sozinho ou com os seus amigos. Mas nas férias o pequeno pastor adorava ir de avião (que tinha um igual de brincar) até aos Açores, onde com a ajuda do seu avô cuidava das vaquinhas da quinta, sendo a sua favorita a Miquelina e ajudava a tirar leite. Era muito divertido. E com a sua avó ajudava a plantar hortênsias que depois oferecia à sua mamã. Todos os dias chegava a casa muito cansado e feliz, adorando a hora do banho onde os seus papás cuidavam da sua pele com Corine de Farme, deixando-a suave, cheirosa e assim dormia muito bem e sonhava muito feliz pelo dia seguinte.
O conto de g
O texto expositivo apresenta informações sobre um objeto ou fato específico, sua descrição e a enumeração de suas características. Esse deve permitir que o leitor identifique, claramente, o tema central do texto. Um fato importante é a apresentação de bastante informação; caso se trate de algo novo esse se faz imprescindível. Quando se trata de temas polêmicos, a apresentação de argumentos se faz necessária para que o autor informe aos leitores sobre as possibilidades de análise do assunto. O texto expositivo deve ser abrangente e deve ser compreendido por diferentes tipos de pessoas. O texto expositivo pode apresentar recursos como a: - instrução, quando apresenta instruções a serem seguidas; - informação, quando apresenta informações sobre o que é apresentado e/ou discutido; - descrição, quando apresenta informações sobre as características do que está sendo apresentado; - definição, quando queremos deixar claro para o nosso leitor do que, exatamente, estamos falando; - enumeração, quando envolve a identificação e apresentação sequencial de informações referentes àquilo que estamos escrevendo; - comparação, quando o autor quer garantir que seu leitor irá compreender bem o que ele quer dizer
O conto de Margarida
Era uma vez uma linda princesa chamada Margarida, tinha uns lindos olhos e o cabelo da cor do trigo. Era muito feliz no seu castelo, pois tinha a sua família por perto. A família para a princesa Margarida, era o mais importante.
O conto de Beatriz
Era uma vez sete irmãos muito coloridos que eram muito unidos. Cada um tinha o nome de uma cor: vermelho, amarelo, laranja, verde, rosa, roxo e azul. Um dia os irmãos zangaram se e cada um resolveu ir para um lado do céu. Nesse mesmo dia a chuva veio e foi embora e os irmãos não apareceram juntos. As pessoas que paravam sempre para apreciar a beleza dos irmãos coloridos, notaram que não tinham aparecido nesse dia e foram embora tristes e preocupadas. Com o passar do tempo as pessoas pararam de olhar para o céu. Os irmãos coloridos perceberam que as pessoas já não olhavam mais para eles e estavam cada dia mais tristes e sem esperança e não percebiam o porquê. O irmão amarelo, que era muito curioso, resolveu perguntar: - O que se passou? Porquê que pararam de olhar para nós? Nesse momento uma criança ia a passar na rua e respondeu: - Quando olhávamos para o céu conseguimos ver todas as cores, sabíamos que tudo ia ficar bem. E ao vermos todas as cores unidas com tamanha beleza parecia que algo magico que aquecia os nossos corações. Separados, não sabemos para onde olhar, nem onde vos encontrar no céu. Os irmãos coloridos perceberam que juntos eles brilhavam mais e que só assim poderiam ser vistos. Entenderam precisam estar juntos e o arco iris voltou a brilhar.
O conto de Eva
Uma menina que nasceu na noite de halloween e foi considerada a "bruxinha" mais fofinha que alguma vez já existiu. Como era bebé e muito pequenina, só sabia sorrir. Tinha um olhar hipnotizante. Então sempre que via alguém sorria e Dava gargalhadas. Os pais estavam super felizes por terem uma filha assim. E toda gente queria ver a menina que só com o seu sorriso fazia pessoas felizes. Vitória vitória, acabou se a história.
O conto de Rúben
um menino que queria guardar uma estrela. Ele sabia tudo sobre elas, os seus nomes e onde moravam. O menino queria ser piloto de aviões, não por causa dos aviões, mas para estar mais perto das estrelas. Ele imaginava que cada uma dessas estrelas guardava um sonho e, que quanto mais perto estivesse delas, o seu sonho se realizava. Sabendo disso, o Pai desse menino levou-o um dia a andar de avião. Reservou-lhe um lugar mesmo junto à janela para que pudesse estar muito atento. Ao levantar voo, o avião teve de romper pelas nuvens até encontrar o céu limpo e cheio de pequenos pontos brilhantes. Sim eram as estrelas...Cada uma brilhava mais que a outra, O menino apontou e disse: “Pai, o meu sonho está naquela estrela.” O Pai, admirado perguntou: “Está? Então guarda essa estrela no teu pensamento e não a deixes fugir.” O menino assim fez. Fechou os olhos e guardou a imagem daquela estrela no seu pensamento. Anos mais tarde, o menino cresceu e fez-se um homem e, aquela imagem que ele guardou durante tantos anos tomou forma e estava entre os seus braços... o seu bebé!  
O conto de Pedro Coelho
um menino maravilhoso. O seu nome é Pedro Coelho. O Pedro é um bébé muito intuitivo, participativo e perspicaz. O Pedro adora companhia, do pai, da mãe, do mano, do gato "Tobias", que lhe faz cócegas nos pezinhos e que ele reposta com puxões no rabo. O seu passatempo preferido é rabiscar folhas brancas de papel com os lápis de cera do irmão e as suas cores preferidas são o laranja, o amarelo e o vermelho pois são as que maioritariamente utiliza, enquanto o azul e o preto nunca lhe pega. Porque será? O Pedro adora comer e ao contrário dos outros meninos e do próprio irmão, "tudo o que vem à boca é peixe", "marcha tudo", não se faz rogado a carnes, peixe, legumes, fruta ou pão. À noite antes de deitar, o banho é sagrado e os produtos "Corine de Farme" deixam-no mimado para uma noite de sono santa e em paz. Ele é muito querido!
O conto de Matilde
Era uma vez uma menina que surgiu nas nossas vidas sem darmos conta. Certo dia, estávamos em casa e a nossa filha Catarina dá nos a notícia que ía ser mãe. O nosso mundo desabou!!! A nossa menina ía ser mãe e nós, meu Deus íamos ser avós. Foi difícil de aceitar até ao dia em que as nossas vidas mudaram. Nasceu uma menina linda, linda... a nossa "filha", a filha da nossa menina... se ganharmos este prémio vais conhecer os Açores e vamos contar te a tua história, sempre serás o fim e o inicio da nossa história
O conto da Maria Leonor
uma semente que caiu à Terra... a terra era fofinha como um mar de lençóis e cheirava bem, a ervinha fresca e sumarenta que se perdia entre gotas de água. Veio uma grande chuvada, as gotas eram grossas e faziam muito barulho, mas se apurassemos o ouvido, afinal eram uma bela melodia! Veio o vento, a sementinha estava com medo debaixo da terra, ele soprava e assobiava mas ... ah, era um segredo que contava, semente, sementinha cresce e floresce! Veio o Sol cheio de calor, laranja, redondo e bem disposto e então aconteceu a magia! A semente pequenina rebentou a casquinha deu folhas e um caule verdinho. A seguir veio uma flor, depois uma fruta docinha, e cresceu linda e mimosa tal como tu minha filha cresces a cada dia, mais bonita e graciosa!
O conto do Tiago Patrício
Era uma Vez um menino chamado Tiago com uns olhos azuis da cor do céu e do mar e com cabelos da cor da areia da praia. Esse menino adorava por os pezinhos dentro de água e construir lindos castelos de areia. Como era bom estar na praia com a mamã, o papá e a maninha. Ali conseguia estar a tarde toda sem se aperceber das horas a passar. Como é bom brincar na praia.
O conto do vicente pinto
Era uma vez um esquilo muito guloso. Ele adorava subir ás árvores e ficar horas a comer bolotas que havia guardado. Um dia passou um ouriço cacheiro e disse: -Esquilo não te cansas de comer tantas bolotas? E ele respondeu: _Não amigo, nunca me vou cansar porque para além de serem deliciosas aqui de cima consigo ver tudo o que está à minha volta. O ouriço compreendeu e aplaudiu o esquilo dizendo: _ Tens razão o que importa é seres feliz!
O conto da Sonia Anemona
A menina de laços vermelhos Era uma vez uma menina, que não gostava de se lavar e pentear, por isso as crianças alcunharam-na de "Sujeirinha". Vendo ela tão suja, todos estavam a fugir dela. Um dia ela foi à floresta encontrar um companheiro de brincadeiras. Em seu caminho, ela conheceu um esquilo, a quem ela lhe disse: — "Esquilo, esquilo, queres brincar comigo?" — "Brincar contigo? Nem pensar! Eu tenho que varrer a minha casa e pentear o pelo. Até agora eu recolhi amendoins. Mas tu o que fizeste se ainda não te lavaste e penteaste?" A menina não disse nada e continuou indo. Em um bosque ela viu dois coelhinhos. — "Coelhinhos, coelhinhos, vocês não querem brincar comigo?" — "Não temos tempo para brincar, nós vamos ao rio para nos lavar; há pouco acabamos de comer. Porquê tu não te penteias e não te lavas?" Mas a menina outra vez não respondeu. ... Ela pediu também á um ursinho para brincar com ela, mas ele tinha trabalho pra fazer: passar a ferro o seu avental e nem prestou atenção ao que ela estava a falar. Enquanto se preparava para sair da floresta, a menina viu um ouriço a girar entre as folhas secas. — "Ouriço, ouriço queres brincar comigo?" — "Sim brinco, porque ja acabei os meus trabalhos de casa. Mas espera um pouco para eu chamar também os meus amigos. Depois de estarem cansados de tanta brincadeira, a "Sujeirinha" perguntou: — "Na floresta ninguém queria brincar comigo, só vocês! Porquê?" — "Porquê?" — responderam os ouriços, olhando para ela... — "Porque pensamos que tu és uma mãe ouriço: tens os cabelos como os picos, o rosto e as mãos são negras como o carvão! Agora vemos que você é apenas uma garotinha suja e despenteada. Vai-te embora e não te atrevas a brincar mais conosco!" E os ouriços fizeram-se novelo da tanta raiva. A menina triste, não disse nenhuma palavra; Ela foi para casa, lavou-se, penteou-se e prendeu o seu cabelo com dois laços grandes vermelhos, ela trocou seu vestido e em seguida, saiu para o quintal. Quando as crianças a viram, todos gritaram: — "Brinca conosco, menina com laços vermelhos!" Desde então ninguém a chamou mais de "Sujeirinha" porque começou a arranjar-se e a cuidar-se mais... Fim
O conto do Pedro
Era uma vez…um menino que um dia iria ter o seu primeiro dia no infantário, como normalmente acontece aos meninos. A mamã já lhe falara daquele lugar que ela dizia ser especial mas ele estava um bocadinho nervoso, porque não queria deixar a mamã. E , quando ela o foi levar, ele disse-lhe que não queria ir e até choramingou um bocadinho. Mas o som de crianças a rirem espevitou a sua curiosidade e espreitou para uma sala de onde parecia vir o som. A Ana que era a educadora aproximou-se e perguntou-lhe se ele não queria experimentar um brinquedo. Ele não respondeu e escondeu-se nas pernas da sua mamã. Finalmente, acompanhado pela mamã lá acabou por ir brincar. Mas não deixava de dizer “ mamã, não quero que vás trabalhar”. “Pedro, fica aqui com a Ana e os teus novos amigos e eu volto num instante” respondeu ela. Ele ficou triste ao ver a sua mamã afastar-se mas quando um menino o convidou para fazer com ele uma construção gigante, esqueceu-se por uns instantes de que estava num mundo novo e desconhecido. Até que o Papá e a Mamã o foram buscar. O Pedro, contente por os voltar a ver contou excitado que fizera um castelo muito alto e que a Ana cuidara muito bem deles e até usara o creme verde e branco preferido da Mamã para cuidar do bébé Pedro. E agora, quando vai ao infantário, já não chora e sabe que um mundo mágico cheio de amigos o espera e que a mamá e o papá o irão depois buscar para brincar e cuidar dele com o maior dos carinhos e amor, como merecem todos os meninos pequeninos!
O conto do Rodrigo
Era uma vez uma menina que tinha perdido ídolo. Um dia conheceu um menino que era muito diferente dela, a sua vida era diferente da dela e vivia muito longe. Os dois resolveram - se viver juntos e daí surgiu o seu príncipe e voltou sorrir.
O conto do Gabriel Santos
* * Felicitas * Leite Vigor Corine de Farme Mimosa Um coelhinho travesso e muito convencido. Um certo dia, já farto de estar em casa, decidiu os seus amigos procurar para brincar. Eram o ratinho comilão, a tartaruga perspicaz e o castor construtor. Sempre que se juntam, em grandes brincadeiras resulta. O coelhinho, já farto de brincar ao mesmo, lembrou-se de uma nova brincadeira: jogar à apanhada! A ideia agradou ao castor, mas ao ratinho e à tartaruga, nem por isso, pois o primeiro era gordinho por ser um grande comilão e a tartaruga era lenta demais e já sabia que iria perder. Mas lá aceitaram para o coelhinho e o castor não ficarem entristecidos. A corrida começou após terem traçado o trajeto. O coelhinho deu logo um grande avanço aos seus amigos e já próximo da meta, lembrou-se de parar um pouco para descansar, já que iria ganhar. O descanso foi tão grande, que acabou por adormecer. O castor vinha logo atrás, mas estava tão cansado e transpirado, que no caminho, decidiu dar um mergulho para refrescar. O ratinho, tão comilão e guloso que era, a meio da corrida, parou para comer o seu queijinho com nozes favorito. Por fim, vinha a tartaruga, que devagarinho tentava caminhar. Pela lógica, seria ela a última a chegar à meta, no entanto, foi a única que não desistiu e caminhou, caminhou, passou pelo ratinho a encher a barriga (e já não se arrastava por ter comido tanto), pelo castor a deliciar-se com o seu banho refrescante e pelo coelhinho a dormitar. A tartaruga conseguiu vencer a corrida, pois foi esperta e não se distraiu com nada pelo caminho, ao contrário dos seus amigos. FIM!
O conto da Leonor
Era uma vez uma bondosa princesa muito bonita, de cabelos longos e louros que vivia num reino muito distante. Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola estivesse perdida, começou a chorar. — Princesa, não chore. Vou devolver-lhe a bola. — disse um sapo. — Podes fazer-me esse favor? – perguntou a princesa. — Claro, mas, só farei em troca de um beijo. A princesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou na bola e fugiu para o castelo. O sapo gritou: — Princesa, deve cumprir com a sua palavra! O sapo começou a perseguir a princesa para onde quer que ela fosse. Quando ia comer, lá estava o sapo pedindo-lhe a sua comida. O rei, vendo a sua filha emagrecer, ordenou que pegassem no sapo e o levassem de volta ao lago. Antes que o conseguissem apanhar, o sapo disse ao rei: — Ó, Rei, só estou a cobrar uma promessa. — Do que é que está a falar, sapo? Disse o rei, furioso. — A princesa prometeu dar-me um beijo depois de eu apanhar a bola perdida no lago. O rei, então, mandou chamar a filha. O rei explicou à filha que uma promessa real deveria ser cumprida. Arrependida, a princesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo. A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou para o chão. Diante dos olhos de todos, o sapo transformou-se num belo rapaz com roupas de príncipe e tudo. Ele contou então que uma bruxa o havia transformado em sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço. Assim, ele apaixonou-se pela princesa e pediu-a em casamento. A princesa aceitou. Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. A princesa e o príncipe juntaram os seus dois reinos e foram felizes para sempre.
O conto da Mariana
Era uma vez um macaco que gostava muito de fazer . . . macacadas. Numa tarde de primavera esse macaco subiu a uma bananeira e apanhou algumas bananas, enquanto estava no cimo da bananeira aproveitou para mandar com uma banana no panda que estava a dormir a sombra da bananeira. O panda ficou muito irritado e disse ao macaco para parar com essas macacadas. Como já estavam os dois muito cansados de todas essas brincadeiras e a noite tinha chegado, decidiram ir dormir e dormiram a noite toda muito quentinhos. Vitoria vitoria e acabou-se a historia.
O conto do pedro
...um príncipe lindo chamado Pedrito.O Pedrito era um menino muito bonito,com grandes olhos castanhos e pele muito branquinha,cor de leite.Era muito inteligente, e despachado e toda a gente gostava muito dele.Um dia,o Pedrito resolveu conhecer o mar,pois nunca tinha visto o mar e toda a gente que já o tinha visto,lhe dizia como era lindo e imenso,com águas tão azuis como o céu.E o Pedrito só ficava mais e mais curioso e cheio de vontade de conhecer o mar e se este era tão belo,como as pessoas lhe diziam.Então, um dia,o tio Tó foi visitá-lo,e aproveitando que o tio morava perto do mar,o Pedrito pediu-lhe se poderia ir passar uns dias com ele,e se ele lhe poderia mostrar o mar.O tio Tó concordou,mas o mais difícil foi convencer a mãe a deixá-lo ir.Mas tudo acabou por se resolveu,pois a mãe não só concordou como também foi.E assim,o Pedrito,a mãe,e a mana Nanda foram com o tio Tó,passar uns dias e conhecer o mar. Quando finalmente chegaram,e pode ver o mar, o Pedrito ficou maravilhado com toda a beleza e imensidão do mar.Era tão belo como sempre lhe haviam dito.Até a mãe, ficou impressionada com a beleza do mar.Tanto que resolveu que logo que a vida lhe permitisse,se mudaria para aquela zona perto do mar,e assim poderiam ver o mar todos os dias.
O conto da Alessandra
O RELÓGIO Já me disseste tantas vezes que o mundo dos adultos é muito esquisito. Realmente, não posso deixar de concordar contigo. Os adultos, dizes tu, andam sempre a fazer a mesma coisa: levantam-se de manhã rabugentos porque estão sempre atrasados para isto ou para aquilo. Atrasados para tomar banho, atrasados para fazer o pequeno-almoço, às vezes até o tomam de pé e nem mastigam, atrasados para deixarem os meninos na escola, depois de dar banho, vestir, e alimentar os filhos, atrasados para deixarem os filhos na escola, atrasados para ir trabalhar. E quando voltam? Chegam atrasados à escola dos meninos e apressam-se a pegar-lhes na mão porque estão atrasados, dizem eles, para dar o lanche aos filhos, atrasados para fazer os trabalhos de casa que os professores mandaram, atrasados para fazer o jantar e limpar a casa, atrasados para deitar os meninos e depois? É hora de ir dormir. Mas que chatice! E tu dizes que o mundo dos adultos é muito esquisito e que tens a solução para toda essa pressa. Ai sim? Pergunto eu. E tu dizes-me: vamos acabar com os relógios! E, sabes que mais? Acho um ótima ideia. E assim faremos tudo aquilo que gostamos ao ritmo que queremos e teremos tempo para estar e brincar, porque os adultos, como tu tão dizes, não brincam o suficiente. Vamos brincar?
O conto do Bowie
QUANDO TE ENCONTREI Nesse dia, seguia pela estrada fora. Estava a chuviscar e tive de ligar as escovinhas do carro que tanto adoras ver mexer de um lado para o outro. Enquanto elas se moviam, vislumbrei uma manchinha escura em movimento junto à estrada. Fiquei intrigada. O que seria aquilo? Ainda para mais, não havia sequer passeio junto àquela estrada escondida dentro da floresta. Achei que algo de perigoso poderia acontecer caso a manchinha escura decidisse atravessar a estrada ou, imagina só: e se um carro viesse muito depressa e não a visse? Poderia passar-lhe por cima! Ao aproximar-me cada vez mais da manchinha escura que se avançava mais lentamente do que eu, percebi que não era uma mancha qualquer. Era muito magrinha, era preta, tinha um rabinho longo e muito pêlo. Sabes o que era? É isso mesmo! Era um gatinho. Não resisti e parei o carro num largo que apareceu entretanto e esperei que o gatinho se aproximasse. Eu não sabia se ele teria medo de mim., mas desejava muito que não tivesse. Esperei mais um pouco e vi-o a aproximar-se. Sorri para ele e ele veio ter comigo! Fiquei tão feliz! Mas assim que percebi que estava feliz por tê-lo comigo, também fiquei com um bocadinho de medo. Sabes porquê? Aquele gatinho de rua, não tinha casa e, se eu o deixasse ali sozinho ele ficaria com frio, fome e poderia acontecer-lhe algo de grave. Foi com este pensamento que fiquei ao olhar para ele, mas quando o peguei ao colo, senti que o gatinho era meu: que lhe daria um teto, comidinha e muito amor. Era a minha primeira vez, mas entre o medo e o amor: escolhi o amor. Isto foi o que senti quando te tive nos meus braços pela primeira vez: muito amor!
O conto da Tita
A MISSÃO A caminhada durava já há demasiado tempo. É certo que a tarefa que lhe fora atribuída não era fácil. O cansaço era visível e agravado pela agitação de Senhor Gato. Os primeiros quilómetros conseguiu percorrê-los sem grande dificuldade. Senhor Gato colaborara mantendo-se junto Dela. A certa altura, deixou de a acompanhar. Estava cansado e irrequieto. Não entendia qual o sentido daquela missão. Ela bem se esforçava para que ele entendesse, mas em vão, a comunicação tornara-se impossível com o ruído. Felizmente, Senhor Cesto não criara qualquer tipo de dificuldade. Tinha facilidade em acompanhar os passos Dela. Sentia que a sua presença era fundamental e que teria um papel importante naquela missão. Sem ele, Ela não poderia cumprir a tarefa. Só não entendia porque Senhor Gato estava ali: qual seria o seu papel? Até agora só atrapalhara. Senhor Cesto não queria que Senhor Gato tivesse vindo, mas Ela insistiu, disse que era importante. E caminharam juntos dia após dia. Dias e dias sem parar... quando terminaria aquela dura caminhada? O ruído tornara-se cada vez mais insuportável. Era ensurdecedor! Se ao menos.... Estava decidido, não poderia continuar assim e arrastar consigo os seus companheiros. Decidiu parar, não para descansar, mas para pensar, planificar. Tinha-se posto a caminho sem elaborar um plano. Era isso que faltava: um plano! Parou e o ruído cessou. A missão era: recolher água cristalina-invisível para salvar a Espécie. Cada um tinha um papel importante na missão: Ela deveria coordenar as operações e tinha falhado nesse aspeto; Senhor Cesto deveria recolher a água cristalina-invisível e Senhor Gato serviria para detetar essa mesma água, assim que a tocasse, o seu pêlo ficaria eriçado dando sinal da sua existência. Os papéis estavam atribuídos, mas faltava resolver um mistério: porque levaria consigo aquele guarda-chuva? E o ruído? De onde vinha? De repente, ouviu-se novamente. Olhou para cima e percebeu. O guarda-chuva era tão importante como qualquer outro elemento: o ruído que ouvia era o da água cristalina-invisível a bater contra o guarda-chuva. A água esteve sempre presente, mas Eles não prestaram atenção. Foi necessário caminharem dias a fio para perceberem. A Missão estava, finalmente, cumprida! Sabes Tita, é muito importante reparar nas pequenas coisas da vida.
O conto do Rafael
Era uma vez um menino pequenino, bonito, inteligente e fofinho que gostava de brincar, correr, cantar e saltar. Mas não gostava de tomar banho. A sua mamã, preocupada, inventou-lhe uma canção. Pegando na esponja e no sabão, cantava na banheira: “P’rà água, bebezinho, vamo-nos lavar e com o sabãozinho vamo-nos esfregar.” O menino ouviu a canção e escondeu-se, mas a mamã continuava a cantá-la. O menino, curioso, quis ver o que fazia a mamã no banho e… - Ena ena!- gritou o menino. A mamã brincava e cantava, entretida com a espuma. Estava mesmo a divertir-se! O menino correu a entrar na banheira, para cantar a canção e brincar junto com a sua mamã. O Rafael agora ja gosta do seu e canta sempre uma canção!
O conto da Rita Fragateiro
uma Formiguinha que andava sempre em carreiro e que trabalhava o dia inteiro. Ás vezes encontrava uma bolachinha para encher a sua barriguinha, outras vezes um doce ou uma semente e lá carregava o tesouro toda contente! Vive no formigueiro rodeada de outras formiguinhas, não quer nada com a gente humana, gostam de coisas pequeninas. De verão caminha pelas flores e no Inverno procura o subterrâneo do seu lar, onde está mais quente. Mas gosto de as ver a passear em fila tipo sempre atarefadas como se fossem pequenos pontinhos pretos desenhados pelas fadas. O nome da formiguinha para mim era Ritinha porque sempre a via a trabalhar sentia-me outra vez como tu pequenina!
O conto do João Maria
Tudo começou quando há algum tempo, quase vinte anos, um príncipe e uma princesa se cruzaram, foi amor quase à primeira vista. Naquele tempo não havia lobos maus, nem nada que abalasse a nossa casa de pedra. Afinal o príncipe era o irmão mais velho e a princesa tinha tido sorte em ficar com o príncipe sucessor. Durante estes vinte anos, nasceram dois frutos deste amor, nascia assim a família mais nobre do reino e arredores. Acontece que depois de algum tempo, fizeram uma mudança de casa e passámos para a casa de madeira, porque a de pedra precisa de muita manutenção e os príncipes já não estavam para isso, acomodaram-se um bocadinho, mesmo assim, esta casa até não era má, afinal, o que importa é que continuavam juntos Passado mais algum tempo, mudaram novamente de casa e foram para a casa de palha, é que os príncipes, mais uma vez acharam que a de madeira também dava muito trabalho e já não estavam para isso, afinal o que interessava era continuarem juntos e ai formarem o lar. Depois de algum tempo na casa de palha, muito frágil e desgastada, dado que os príncipes não faziam nada para a manter em boas condições, pois dava muito trabalho, a casa de palha caiu ao chão e os príncipes já não tinham onde viver. Decidiram então que o melhor seria irem cada um para o seu castelo, o castelo dos seus pais, e que os seus filhos iriam ficar em castelos diferentes em semanas diferentes, pois o amor por eles nunca acaba, apenas se torna mais forte.
O conto da Lara
Uma Princesa...Bailarina,Guerreira de seu nome...Lara.... Nesta pequena História apenas quero expressar o meu amor por ti, acho muito difícil, pois eu tenho a certeza que nenhuma palavra irá chegar para demonstrar o todo o meu orgulho por ti. Estou muito feliz por todas as tuas vitórias, pois presenciei todos os momentos das tuas lutas, os teus sonhos os teus desejos e as tuas conquistas. Mas, eu a tinha certeza que irias conseguir. Fico feliz por todos os segredos, todos os carinhos, e momentos partilhados contigo... Eu sei que a maioria das mães elogiam em exagero os seus próprios filhos,mas isso, faz parte do amor incondicional que eles nos despertam. Mas no meu caso, minha amada filha, até o exagero fica curto, e dizer o quanto és especial e maravilhosa, a melhor das filhas... é apenas constatar um facto! Desde o dia em que nasceste, tornaste-te no meu maior tesouro, aquilo que é mais precioso na minha vida! Obrigada, minha querida! Agradeço-te por seres esta filha maravilhosa, e também um ser humano muito maravilhoso. É um orgulho ter-te como Filha!! Amo-te filha!
O conto do Rafael
Um pequeno Príncipe ,lindo e angelical,o seu nome era Rafael,um menino simplesmente especial... Vivia no Reino Bello com os seus papás Rui e Cátia e era muito amado e desejado... Mas existiam 3 pessoas que também o amavam muito...A Tia Joana,a Prima Lara e a Avó Ausenda...Sempre que se encontravam a Alegria era contagiante,pois uma química destas, é fascinante... Assim como com os teus Pais poderás sempre contar,estas três fadinhas,farão sempre tudo para te ajudar...
O conto da Lara
uma princesa que,adorava dançar,o seu maior sonho era um grande palco pisar...O seu nome era Lara,nascida no meio de muito Amor,muito corajosa e esperta,mas bela e delicada como uma flor... Vivia no Reino Belo,com as suas Rainhas,Joana e Ausenda,que tudo faziam para os sonhos da Lara concretizar,pois sem eles,porquê lutar?! A Princesa Lara,muito aplicada se tornou,e claro uma excelente bailarina se formou... No Reino Belo,todos a adoravam ver dançar,pois uma Estrela destas é difícil de encontrar...Vamos sempre lutar e acreditar,que os nossos sonhos poderemos sempre realizar...
O conto do Lucas Andrade
um menino que queria ser jogador de futebol mas tinha um problema...era pequenino e franquino e todos os amiguinhos na escola lhe diziam que nunca iria ser bom jogador porque os bons jogadores são todos grandes e fortes, assim com o Ronaldo. O menino chegava muito triste a casa e deixava a mamã e o papá muito tristes também. Até que um dia a mamã quando o deitou na caminha lhe disse, meu amor existem muitos jogadores pequeninos que são tão grandes quanto o Ronaldo. O Lucas disse...é mamã?E a mamã disse sim meu amor. O menino adormeceu e sonhou que marcava muitos golos num grande estádio. Foi para a escola e jogou como nunca antes, e fez os amiguinhos todos acreditarem que afinal os sonhos são possíveis!E um dia...acabou por crescer mas aí...aí já acreditava nos sonhos e já não precisava disso, porque ele já estava grande, grande por dentro. Dorme bem meu amor!
O conto do Gaspar
"O Pai Natal existe" Gaspar tinha 8 anos e sempre acreditou no Pai Natal, para ele deixar de acreditar era deixar de ser criança e isso Gaspar recusava com todas as suas forças, para ele o Natal só fazia sentido se acreditasse num mundo mágico onde um personagem de barbas brancas, vestido de vermelho rodeado de elfos e gnomos, monitorizava o seu comportamento anual decidindo se seria premiado por eles na noite de Natal. O seu momento mais alto era sempre o ritual de escrever a carta ao seu amigo Pai Natal na esperança de ser ouvido. Mas naquele dia na escola todo esse mundo de fantasia foi abalado e posto em causa. " O Pai Natal não existe" disseram os seus colegas. Enraivecido e incrédulo pensou para ele "Vou até ao fim do mundo se for preciso mas irei encontrar o Pai Natal". Assim decidiu partir de comboio em busca do seu amigo. Muito tempo depois,triste e exausto sentou-se num degrau e não conteve as lágrimas. Começava ele próprio a duvidar da sua crença e isso doía-lhe ainda mais. De repente, sentiu algo quente nas suas pequeninas mãos, algo muito delicado lhe acariciava de forma ternurenta. Levantou a cabeça e viu um cão que lhe lambia. Ao inicio teve algum receio, mas depois rendeu-se e o abraçou. O cão continuou a lamber o seu rosto e as suas lágrimas como quem diz " não chores". De repente uma porta abriu-se e apareceu um senhor de idade que lhe perguntou" Que fazes por estas bandas sozinho a estas horas da noite?" "Eu não estou sozinho, estou com o meu amigo" referindo-se ao cão" . "Muito bem, talvez seja melhor entrarem, faz muito frio na rua e eu tenho aqui uma sopinha quentinha e uma cama para ti e para o teu amigo. Durante o jantar o senhor contou-lhe que aquele cão era especial, chamava-se Nicolau e todos os anos ajudava meninos como ele que procuravam o Pai Natal. "Como?" perguntou Gaspar. "Muitos são os que aqui chegam já sem esperanças, mas quando conhecem o Nicolau percebem o que é o AMOR incondicional de um cão e ganham novas forças e voltam a acreditar em si mesmos. Pois o espírito do Natal é isso mesmo, é o de nunca duvidarmos de quem somos e do que queremos. De sempre acreditarmos no AMOR e no seu poder universal, saber que quando tudo parece difícil e duro, que a chuva nuncaa é para sempre e haverá sempre esperança num amanhã melhor, se tivermos sempre presente no pensamento de se fizermos o nosso melhor iremos triunfar." Nisto já Gaspar dormia agarrado ao seu novo amigo Nicolau e entre suspiros e sonhos descansou. Regressou para casa confiante e sorridente, como só as crianças sabem sorrir, e quando lhe perguntaram se tinha encontrado o Pai Natal , respondeu com um sorriso humilde e honesto -" Encontrei algo maior e melhor, encontrei-me a mim mesmo"
O conto do Leandro Moniz
Eu o meu Cão e a Cabritinha Eu e o meu cão tivemos de ficar dia todo em casa porque estava a chover muito. Quando a chuva parou, ouvimos: "méee, méee". Curiosa, corri para a janela. Ali completamente ensopada, estava uma linda cabritinha a chorar. Perguntei-lhe porque estava a chorar e respondeu-me: - Fui apanhada no meio da tempestade, perdi-me, escorreguei e magoei a minha pata. O cão muito observador disse: - E eu que sempre achei que as cabras tinha gps para se orientarem. - Oh mas cães falantes encontram-se em todas as esquinas, disse a cabritinha. - Bem tenham calma! Disse eu. Temos de te ajudar, vou chamar o médico para te tratar, linda cabritinha. Assim que o médico chegou, colocou uma tala e enfaixou a pata da cabritinha, o cão apressou-se e cedeu a sua casota para ela ficar mais aconchegada. À noite, para a cabritinha descontrair e dormir mais tranquila, li muitas historias e contos de encantar e quando dava por mim já estava a ressonar. As semanas a passar e a cabritinha a melhorar, eu e o meu cão, amigos dela estamos a ficar, com todo o amor juntos para sempre com a cabritinha vamos estar. A cabritinha os nossos dias para sempre veio alegrar, é tão bom com ela brincar. FIM
O conto do António
Uma borboleta bebé e seus amigos,a Hipo,a Girafa e a Elefanta...Todos passeavam quando vento forte funmmm...levou chapéu da Hipo ohhhh mas Tartaruga encontrou e penso uma nova casa Vivaaa, mas vento voltou a sobrar ainda mas forte funmmm e chapéu foi bater na árvore do sr.Esquilo;ele penso que belo cesto para minha bolotas e assim foi enchendo o chapéu da Hipo de bolotas...chegou a Borboleta bebé com amigos e explicou, tartaruga não era uma casa e ao esquilo que não era cesto mas o chapéu novo da Hipo...Todos os amigos riram hiirrri e ficaram felizes pela Hipo.
O conto da Madalena
Uma menina muito bonita, chamada Madalena. A Madalena nasceu num solarengo dia de Inverno, no início do mês de Janeiro. Toda a família ficou maravilhada com a pequena princesa de nariz empinado e bochechas rechonchudas. A Madalena gosta muito de papar. Nos primeiros meses, em tom de brincadeira, o papá chamava o leite de formula de “compal” e o leitinho da mamã de “sumo de laranja natural”. Embora gostasse muito de comer, que trabalhão era para ela arrotar! Quando finalmente os papás começaram a atinar, chegou a hora de começar a comer a papa. E nova jornada teve de recomeçar.. Desde cedo a Madalena começou a mostrar sinais de independência: aos 5 meses já dormia no quarto dela e um mês depois dormiu a sua primeira noite sem acordar! Em Julho foi à praia pela primeira vez. O tempo não quis ajudar, mas mesmo assim a Madalena gostou muito de brincar na areia ( tantas cócegas que tinha nos pés!). As gargalhadas da Madalena são contagiantes e felizes. No mar não chegou a mergulhar, mas no ano seguinte não vai falhar. Quando a mamã e o papá tiveram de começar a trabalhar, a Madalena começou a ficar com os avós. Brincadeira e mimo é que nunca ficou a faltar. O primeiro dentinho nasceu aos 9 meses, e rapidamente começaram mais a nascer. Quando fez um aninho já tinha 5 ratolas a se ver! A Madalena é uma menina muito simpática e bem disposta. Entre as suas coisas preferidas estão os balões, o pão, a banana, cães e crianças. Ah, mas mais interessante é tudo aquilo que não pode brincar. A bebé também gosta muito de passear na rua, e fica muito atenta a tudo o que a rodeia. Num instante fez 10 meses e começou a gatinhar. O “descanso” da mamã e do papá estava prestes a terminar! Quando a Madalena fez um aninho os papás fizeram uma grande festa! Como era uma ocasião especial, a Madalena provou o seu bolo de anos e adorou! Nesta altura já só queria andar, e a família passou o dia de mãos dadas com ela pela casa a passear. Quando dia está a chegar ao fim é hora de ir tomar banho. Como ela gosta deste momento e de brincar na água! Bate as pernas e os braços, e muitas vezes deixa o papá todo molhado. A seguir é a hora de jantar e de finalmente ir dormir. Há sempre tempo para um beijo da mamã e do papá e de uma história ouvir. Para terminar, deitada na caminha e agarrada ao seu coelhinho, a Madalena adormece a sorrir.
O conto do David
uma mãe , uma pessoa digna de toda admiração, respeito e amor, pois ela lutou muito para ser quem é e ter sucesso naquilo que faz. Lutou muito para a família dela.Na infância dos filhos dela houveram muitos momentos embaraçosos, muitas zangas, choros e birras. Mas,os filhos tem que agradecer a mãe, agradecer por cada castigo, agradecer pelas pessoas que se tornaram hoje. Os filhos retribuíram este grande amor. Além de amor, carinho e respeito, a mãe deixou para eles este livro, para viverem felizes para sempre com muito amor.
O conto da Sofia Barbaros
Posso afirmar que ser mãe é foi o melhor que me aconteceu :).Minha filha Sofia nasceu dia 28 de Outubro de 2011, foi um belíssimo momento, uma grande emoção para toda a vida. Depois de quase 12 horas sem epidural, finalmente ela nasceu, impossível ter palavras para descrever esta sensação única, sou uma privilegiada, pois minha filha seguirá comigo por toda vida... A vida vale mesmo a pena nestes momentos.... Sou a mãe mais feliz do mundo... FIM
O conto do Junior
Conversavam a Girafa e o Elefante, muito animados, e sabes do que falavam? Do aniversário do Leão. Elas queriam fazer lhe uma grande surpresa porque o leão era muito amigo de todos os animais. Entao a girafa mandou um convite a todos os animais para organizar em uma festa enorme Todos os animais se juntaram e fizeram um grande bolo O leão ao chegar da escola ficou muito contente por todos se terem lembrado do aniversário e terem preparado aquela grande e bonita surpresa .
O conto da Maria
Uma menina que se chama Maria Inês, ela é muito querida pela família e todos lhe chamam Mi. A Mi é muito brincalhona e muito risonha. A Mi não sai de casa sem a sua Mimi e não dorme sem ela. A Mimi é a sua boneca adorada, conversa com ela sobre o seu dia a dia no colégio, as aventuras, as travessuras, as alegrias e as tristezas. A Mimi é a sua confidente. A Mi gosta muito dela, e trata dela muito bem, se estiver frio a Mi cobre a Mimi com a manta para ela ficar quentinha. São amiguinhas inseparáveis. A Mi quando crescer vai ter para sempre no seu coração as conversas e aventuras que viveram juntas quando eram pequeninas. Ficarão para sempre amiguinhas ??
O conto do Tomé
Uma menina e um menino muito amigos, que andavam juntos na mesma escolinha! Uma vez descobriram gostavam um do outro mais do que amiguinhos, e começaram a ser namorados ( namorados filho? isso tu ainda não podes saber o que é, quando fores mais crescidinho falamos) Depois de namorarem muitos anos (10 anos, 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 isso dez anos ) decidiram que o que fazia sentido era viverem juntos na mesma casinha. (assim como vivemos hoje filho) Assim no dia 26 de Junho a menina e o menino casaram-se (casar filho é dizer à frente do padre e dos nossos amigos que gostamos muito um do outro e que queremos viver sempre juntos) E foi assim que no meio de muiiiiiiitos amigos disseram que gostavam muito um do outro e que queriam ficar para sempre juntos! E foram viver felizes para sempre! (Não filhote a histórinha ainda não acabou)! Os meninos ficaram grandes e achavam que a vida deles estava completa (completa filho, é quando já não cabe mais nada, quando já está cheio) eles achavam que a felicidade deles era só a dois, mas estavam tão enganados! Dois meses depois os meninos que já eram grandes estavam em lua de mel (lua de mel é uma viagem que se faz depois de se dizer à frente do padre e dos amigos que gostam muito um do outro e que querem ficar juntos para sempre). Estavam entao de lua de mel no vietnam quando a menina descobriu que estava grávida, (grávida filho é ficar com um bebé na barriga!) e a menina ficou com um bebé na barriguinha, durante 9 meses! Ela gostou tanto, tanto, tanto de ter aquele bebé na barriguinha, porque durante esse tempo ela cantava e falava muito com o seu bebé! E depois de tantas cantigas e conversas, no dia 16 do mês de junho do ano seguinte nasceu o bebé da menina, um menino tão querido é tão fofinho chamado Tomé! E foi aí que os papás perceberam que só com aquele bebé é que eram mesmo felizes! (E agora sim filho...) Vitoria vitoria acuabou-se a história! História de amor da nossa família!
O conto do Tomé
Uma menina e um menino muito amigos, que andavam juntos na mesma escolinha! Uma vez descobriram gostavam um do outro mais do que amiguinhos, e começaram a ser super amigos ( namorados mas isso tu ainda não podes saber o que é quando fores mais crescidinho falamos) Depois de namorarem muitos anos (10 anos, 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 isso dez anos ) decidiram que o que fazia sentido era viverem juntos na mesma casinha (assim como vivemos hoje) Assim no dia 26 de Junho a menina e o menino casaram-se ( casar é dizer à frente do padre e dos nossos amigos que gostamos muito um do outro e que queremos viver sempre juntos) e no meio de muiiiiiiitos amigos disseram que gostavam muito um do outro e que queriam ficar para sempre juntos! E foram viver felizes para sempre! (Não filho a histórinha ainda não acabou)! Os meninos ficaram grandes e achavam que a vida deles estava completa ( completa filho, é quando já não cabe mais nada, quando já está cheio) eles achavam que a felicidade deles era só a dois, mas estavam tão enganados! Dois meses depois os meninos que já eram grandes estavam em lua de mel ( lua de mel é uma viagem que se faz depois de se dizer à frente do padre e dos amigos que gostam muito um do outro e que querem ficar juntos para sempre). Então estavam de lua de mel no vietnam e a menina descobriu que estava grávida, ( grávida filho é ficar com um bebé na barriga!) e a menina ficou com um bebé na barriguinha, durante 9 meses! Ela gostou tanto de conhecer aquele bebé! E foi assim que no dia 16 do mês de junho do ano seguinte nasceu o bebé da menina, chamado Tomé! Um bebé tão querido é tão fofinho! E foi aí que os eles perceberam que só assim é que eram mesmo felizes! (E agora sim filho...) Vitoria vitoria acabou-se a história! Está foi História do amor dos papás e de como tu nasceste! Gosto tanto de ti pequenino! ??
O conto da Lara
... um lindo dia de outono. Nesse dia, nascia uma estrela, que para sempre mudaria a minha vida. A essa estrelinha foi dado o nome Lara e era tão cintilante que o seu brilho encantava todos os que a iam visitar! Menina doce e simpática. Bebé sereno e encantador. Um dia disseram que ias ser uma romântica apaixonada, eras sempre tão calma nas ecografias... Concordo. Na verdade não sei se serás assim, mas quero acreditar que sim. Foste tão desejada, minha Princesa! E és tão amada e mimada! As tuas vontades são quase sempre satisfeitas, simplesmente porque mereces. És meiga, risonha e sensível. Nunca fizeste uma birra daquelas que mais se temem. És, em tudo, muito melhor do que alguma vez pude imaginar. És o meu grande Amor! E, por enquanto, ainda és minha! Um dia, as tuas asas levar-te-ão pelo caminho que escolheres seguir que, espero, seja o mais bonito do mundo. AMO-TE MEU AMOR!
O conto da Diana Lopes
Era uma vez… uma chupeta chamada “Chiquitita”. Era a chucha do Nuno, o bebé da família Sousa. A Chiquitita era muito amiga do Nuno, andava sempre na sua boca, toda babada umas vezes, outras vezes suja porque caía para o chão mas era sempre muito, muito amada. A música preferida desta criança era a “Chucha” do Ursinho Gummy. Andava sempre a cantar: “Chucha, chucha, chucha, adoro a minha chucha, é só minha até ao fim!”. Até que um dia, começou a ficar velhinha, cansada, gasta e a precisar de mais ar para respirar. O Nuno já tinha três anos e não a largava, de dia ou de noite. A Chiquitita nem podia dormir. Ela bem ouvia os pais e avós do Nuno a dizerem-lhe para a largar, outras vezes escondiam-na e diziam que um cão a tinha roubado mas acabavam sempre por lha voltar a dar pois ele fazia umas birras enormes e não dormia. E lá ia a Chiquitita, destino: boca do Nuno! Até que um dia, sem se saber como nem porquê, o Nuno a tirou da boca, deu-lhe um beijinho, limpou-a à camisola e foi pô-la na boca do bebé Nenuco da mana mais nova. Era a despedida da Chiquitita e era a nova etapa da vida desta chucha, com liberdade, mais descanso e novas brincadeiras.
O conto da Camila
Um casal normal como tantos outros,jantavam fora iam ao cinema,deitavam se tarde,levantavam se tarde....até que um dia tudo isso mudou,essas regalias todas acabaram...em vez disso começaram a jantar sempre em casa,a deitar se tarde e levar se cedo!!Mas ao contrário do que possam pensar eles ficaram mais felizes do que nunca!A vida agora estava completa,com a sua princesa Camila,sim uma princesa de contos de fadas!Linda com seus caracóis!E viveram felizes para sempre!
O conto da Matilde
Era uma vez uma quinta que tinha muitos animais, e uma princesa que todos os dias os oa visitar. Todos os dias os imitava, de forma a conseguir comunicar com eles... Eles ficavam muito felizes... Salvam, corrriam... E no dia seguinte voltavam só para ver a princesa... Eram muito felizes por partilharem estes momentos. Os dias passavam a correr quando estavam na companhia da princesa.
O conto da Carolina Nunes
Uma princesa chamada Carolina que vivia na floresta encantada, rodeada pelos seus amigos, os animais. A Carolina era bondosa, alegre e passava os dias a cantar para os seus amigos. A Carolina todas as semanas recebia a visita do Pedro, um menino simpático e divertido que havia conhecido há um tempo atrás, quando ele se perdeu na floresta, e desde então, ficaram sempre amigos. A Carolina foi ao lago esperar o Pedro, pois já estava com saudades. Enquanto esperava viu um pequeno peixe sair do lago muito triste. - Estás triste Peixinho? Que se passa? Perguntou a Carolina - Estou muito triste, pois sou um peixe e não sei nadar. Todos os peixes se riem de mim por não saber nadar. Não volto mais para o lago. Disse o Peixinho - Peixinho, vou ensinar-te a nadar para voltares para perto da tua família e temos sorte, pois o Pedro acabou de chegar para nos ajudar. Disse a Carolina. Entraram no lago e incentivaram o Peixinho a bater as barbatanas para se mover, mas, por mais que se esforçassem o Peixinho não conseguia. A Carolina como é uma menina que não desiste, começou a espreitar para as barbatanas do peixinho e percebeu que havia ali algum problema. -Peixinho, tens pastilha elástica nas barbatanas e por isso é que não consegues nadar. Pedro, temos de tentar descolar as barbatanas do Peixinho. Disse a Carolina - Segura a barbatana devagarinho para não magoar o Peixinho que vou tentar tirar a pastilha elástica. Disse o Pedro - Conseguimos, conseguimos. Peixinho, vais conseguir nadar. Gritava a Carolina muito entusiasmada. Entraram novamente no lago e o Peixinho nadava muito bem. Estavam muito felizes no lago, cantavam, nadaram e faziam acrobacias na água. Depois de um dia muito alegre, o Peixinho estava ansioso por voltar para junto dos outros peixes e mostrar-lhes, que já sabia nadar muito bem e até fazia acrobacias na água. O Peixinho agradeceu a ajuda da Carolina e do Pedro e mergulhou na água do lago. Os outros peixes ficaram maravilhados com as acrobacias do Peixinho e pediram-lhe desculpa por não o terem ajudado. O Peixinho, todos os dias fazia um espetáculo na água. Os peixes aplaudiam e divertiam-se muito com o espetáculo. A Carolina e o Pedro ficaram orgulhosos por terem conseguido ajudar o Peixinho, tornando-o assim, um peixe mais feliz.
O conto da Mariana
Era uma vez um menino de olhos verdes e com uma vontade enorme de brincar. Adorava fazer puzzles, jogar monopólio, mas principalmente gostava de futebol. Pedia muito aos papás que lhe dessem um irmão ou irmã porque, como todos sabem, não há melhor companheiro de brincadeiras. Já tinha 8 anos e o menino de olhos verdes pensava que nunca iria ter o melhor companheiro de brincadeiras. Eis senão que, um dia, mesmo antes da noite de Natal, os papás lhe deram a grande novidade: vinha um irmão ou irmã a caminho! Não cabia em si de contente, até os olhos se encheram de lágrimas, mas de tanta felicidade! Preparamos tudo para a chegada do bebé, para o banho e higiene escolhemos produtos Corine de Farme, que já sabíamos eram muito bons para a pele do menino de olhos verdes, que já fora um bebé, e agora crescido continua a usá-los. E quando o menino de olhos verdes soube que seria uma menina a bebé que aí vinha, disse logo que não se importava, desde que ela gostasse de jogar à bola. E não é que é mesmo jogar à bola o que a Mariana prefere fazer. E então com o seu irmão, não há melhor felicidade!
O conto da Santos
Era uma vez uma linda princesa k chegou ao reinado k teve como o nome de Camila onde foi abençoada e desejada pela família Santos Aragão e descalco!
O conto do Gonçalo
Era uma vez um sonho de uma menina ter um filho, algo correu mal e acabou por perder mas a mamã pediu muito e lá na tempestade fez-se sol!! Apareceu a estrela mais linda do universo, tu.
O conto da Índia Mendonça
A fada tricotadeira Tem um jeito adocicado Uma saia romanceira com meias pelo joelho E um ar desconcertado. Os dedinhos pequeninos bailaricam entre linhas, agulhas e lãs.Toda a vida a tricotar, faz sonhos de encantar Que aprendeu com as artesãs. Certo dia na floresta, havia um grande burburinho e a fada tricotadeira, que até era bisbilhoteira, Ficou muito curiosa, Pegou numa fita vaidosa e pôs-se logo a caminho. Mas logo voltou muito zangada E até desnorteada com aquilo que alí viu, Todos os seres da floresta faziam uma grande festa com seus dons e feitio. As fadas tinham magia, criavam poções de encantar e uma fada tricotadeira com toda a mestria e maneira, Só sabia tricotar. A emoção subiu-lhe à cabeça e escalou de tal maneira, Que a fada tricotadeira agarrou no que sentia E com toda a sua energia, tricotava tudo o que via. Tricotou todos os móveis da casa, E até as louças da cozinha tinham casacos de algodão, Era um tal de “TIC, TIC” que as agulhas entoavam Que depressa se transformavam numa espécie de tricô furacão. E com um tal alvoroço a fada tricotadeira saiu para a rua. Com as lãs caídas p’lo pescoço, lá foi ela decidida, para ver se tricotava a lua! Pelo caminho entrelaçava tudo aquilo que encontrava toda ela enrolada numa grande salganhada. Foi então que distraída, amargurada com a sua vida, e sem prestar muita atenção num piscar de três segundos, tricotou o coração. Nesse instante tudo mudou, Por mais que tricotasse já nada ficava igual, as agulhas não dançavam e as linhas e lãs ficavam na diagonal. Mas que grande tristeza,Tinha a fada tricotadeira. Já não havia brilho e beleza no seu querido tricotar. Foi então que surgiram do céu, sem mesmo ela contar Três pássaros muito brilhantes e alegres a voar. Os pequenos passarinhos eram grandes artesãos E num toque delicado, com o bico entrelaçado Desfiaram o amontoado de linhas e algodão Que envolvia o coração. No final do seu desfiar, O pássaro mais pequeno, à fadinha foi entregar Uma mensagem que dizia: “Mas que linda magia Tem o teu dom de tricotar, É repleto de encanto, de amor e perfeição. Só não te podes esquecer, que a bela arte de tecer Liga as mãos ao coração”
O conto do Mauro
Um mundo distante, do outro lado do arco-iris... o Mundo da Lua, repleto de magia e de pozinhos de feitiço da lua. Nele vibiam muitos meninos que andabam com a cabeça no ar, mas o Mauro destacava-se dos outros. Mauro era um menino cheio de graça, mas muito reguila e distraido. Borboleta que passasse e, ei-lo a segui-la, de nariz ao vento e de sorriso nos labios. Mas havia uma coisa que nao o deixava distrair... no Munda da Lua o que ele mais queria era fazer parte da planequipa, vestir a camisola 7 dessa superequipa do espaço e virar craque nos jogos de astrobol. Era uma festa no espaço e o Mauro não desistia do seu objetivo. Até que um dia o treinador da planequipa, convidou-o para jogar e desde esse dia o menino deicou de andar com a cabeça na lua e começou a dar atenção a tudo o que se passava à sua volta.
O conto do Pedro
Era uma vez…um menino que vivia na aldeia de Corine de Farme, mais conhecida por Corine. O Pedro era o Rei da bonita aldeia. Ora, os meninos de Corine andavam sempre bem cuidados e bonitos, com a gama de limpeza e cuidados de rosto e corpo, que eram produzidos na aldeia o que motivava a inveja dos reinos vizinhos, que cobiçavam a beleza daqueles meninos. Acontece que certa noite, o Pedro ficou a jogar jogos até mais tarde com o Monói, a Peónia e a Verbena, que eram alguns dos seus bons amigos de Corine. Foi quando ouviram então, um pequeno barulho que vinha do laboratório. Pé ante pé, foram espreitar e viram os “ranhosos” a tentarem roubar a fórmula secreta da riqueza de Corine. Alertaram também o Lírio e juntos prenderam-nos e determinaram-lhes um castigo: conhecerem a Fábrica de Corine. E, desde esse dia, os “ ranhosos” perceberam que a fórmula não podia ser roubada pois a receita era única e fácil: grandes doses de amor, muito carinho, cuidados sem fim e beijinhos e umas pitadas aqui e ali dos melhores ingredientes. A fórmula mantém-se até aos dias de hoje, passando de Rei em Rei e de Rainha em Rainha, os “ranhosos” deixaram de o ser e agora também eles são meninos bem cuidados e bonitos e todos os meninos e meninas vivem agora contentes e felizes para sempre!
O conto do Lucas
O aniversário do principe Lucas Conversavam a princesa Beatriz irmã do principe Lucas e a princesa Carolina, muito animadas, e sabes do que falavam? Queriam festejar o aniversário do principe Lucas e queriam convidar todos os amiguinhos do principe. A princesa Irís e o principe Santiago foram encarregados de avisar todos os amiguinhos. No dia seguinte, com um sol radioso, puseram-se a trabalhar. Fizeram um grande bolo de chocolate, muito chocolate, com gomitas e muitos outros docinhos para que chegasse para todos. Formaram uma grande banda e deixaram tudo preparado para a surpresa. O principe Davi ficou encarregado de ir chamar o principe Lucas e toda a sua família, que não sabiam de nada. Quando chegaram, o principe Lucas ficou muito emocionado e feliz. Cantaram-lhe os parabéns e depois nem quis esperar mais para abrir os presentinhos. Começou a festa, muita diversão, goluseimas e tudo mais que nem ele imaginou ser possivel.. E de tão feliz estar pediu para que a festa durasse uma semana inteira!
O conto do Pequeno
Era uma vez uma menina chamada Daniela muito simpática, acarinhada por toda a gente, cheia de energia e boa disposição, tinha 20 anos, cabelos e olhos castanhos. Muito independente como ela era esteve a trabalhar no verão num café /bar em Lamego, e numa agradável noite de trabalho a menina foi atender uns amigos que estavam acompanhados por outros amigos, e um deles chamou-lhe bastante a atenção desde o primeiro olhar. Desde o momento que foram apresentados, todos perceberam o brilho do olhar entre a Daniela e o seu novo "amigo". O nome desse amigo era João, de 26 anos, cabelos castanhos e olhos verdes(olhos castanhos afinal), rapaz simpático, engraçado, atencioso, meigo e bem disposto. Nessa noite ficaram apenas pelas apresentações, mas as visitas do João e dos primos continuaram, até os primos se metiam com eles para se conhecerem melhor. Então o João decidiu um dia propor à Daniela de a levar a casa depois do trabalho e ela aceitou, ansiosa, pois ela já sentia algo por ele que não conseguia explicar, adiantou todo o trabalho para que o acabasse o mais cedo possível e assim foi, quando saiu, lá estava o João à sua espera. Pelo caminho conversaram muito, conheceram um pouco um do outro e ficaram bastante tempo a falar à porta da casa dela. Umas noites depois foram a um bar lá perto do trabalho, dançaram até de manhã e foi nessa noite que aconteceu o 1°beijo. Desde então o rapaz ia com mais frequência ver a Daniela ao trabalho com amigos, família e às vezes até sozinho. Num dia o João ganhou coragem e convidou-a para jantar fora (dia 16 de Setembro de 2017) e pediu-lhe em namoro e ela aceitou pois estava desejosa pelo pedido. Passado uns dias ela começou a trabalhar e ele continuou a estudar, só estavam um com o outro aos fins de semana mas nada os abalou. Quando chegou o verão, os namorados passaram o máximo de tempo juntos tanto durante o dia como à noite, partilhando muitos momentos, até que a rotina voltou a levar o João para os seus estudos no Porto e a Daniela ficou em Lamego a trabalhar. Em Novembro de 2018 a mulher da relação começou a ter muitos enjoos e má disposição constante, até um dia ir a uma consulta na companhia do seu amor e descobrirem que ela está grávida já quase 13 semanas. João e Daniela uniram-se mais pois vinha o frutinho do seu amor, se acompanharam muito ao longo desta bonita caminhada que era o lindo crescimento e nascimento do pequeno João
O conto da Maria
Era uma vez uma menina chamada Daniela muito simpática, acarinhada por toda a gente, cheia de energia e boa disposição, tinha 20 anos, cabelos e olhos castanhos. Muito independente como ela era esteve a trabalhar no verão num café /bar em Lamego, e numa agradável noite de trabalho a menina foi atender uns amigos que estavam acompanhados por outros amigos, e um deles chamou-lhe bastante a atenção desde o primeiro olhar. Desde o momento que foram apresentados, todos perceberam o brilho do olhar entre a Daniela e o seu novo "amigo". O nome desse amigo era João, de 26 anos, cabelos castanhos e olhos verdes(olhos castanhos afinal), rapaz simpático, engraçado, atencioso, meigo e bem disposto. Nessa noite ficaram apenas pelas apresentações, mas as visitas do João e dos primos continuaram, até os primos se metiam com eles para se conhecerem melhor. Então o João decidiu um dia propor à Daniela de a levar a casa depois do trabalho e ela aceitou, ansiosa, pois ela já sentia algo por ele que não conseguia explicar, adiantou todo o trabalho para que o acabasse o mais cedo possível e assim foi, quando saiu, lá estava o João à sua espera. Pelo caminho conversaram muito, conheceram um pouco um do outro e ficaram bastante tempo a falar à porta da casa dela. Umas noites depois foram a um bar lá perto do trabalho, dançaram até de manhã e foi nessa noite que aconteceu o 1°beijo. Desde então o rapaz ia com mais frequência ver a Daniela ao trabalho com amigos, família e às vezes até sozinho. Num dia o João ganhou coragem e convidou-a para jantar fora (dia 16 de Setembro de 2017) e pediu-lhe em namoro e ela aceitou pois estava desejosa pelo pedido. Passado uns dias ela começou a trabalhar e ele continuou a estudar, só estavam um com o outro aos fins de semana mas nada os abalou. Quando chegou o verão, os namorados passaram o máximo de tempo juntos tanto durante o dia como à noite, partilhando muitos momentos, até que a rotina voltou a levar o João para os seus estudos no Porto e a Daniela ficou em Lamego a trabalhar. Em Novembro de 2018 a mulher da relação começou a ter muitos enjoos e má disposição constante, até um dia ir a uma consulta na companhia do seu amor e descobrirem que ela está grávida já quase 13 semanas. João e Daniela uniram-se mais pois vinha o frutinho do seu amor, se acompanharam muito ao longo desta bonita caminhada que era o lindo crescimento e nascimento da pequenina Maria Inês.
O conto do Rodrigo
Era uma vez a "história do bebé que não dorme". Toda a noite, todo o dia, havia um bebé que não dormia. A mamã dizia: "este bebé tem genica, pois quieto é que não fica!" Parecia dançar, tão novo e quase em pé, com altos golpes de karaté! O pai brincava com o bebé, o bebé sempre sorria, até que o pai adormecia. Depois de chorar era hora de papar. "agu gue iãe" dizia o bebé à mãe. Era de noite, hora de nanar e os pais vieram do sotão com um livro de encantar. O bebé ouviu a história, fechou os olhos e dormiu. No livro, essa história tinha um nome, mas estava alterada: "a história do bebé que já dorme" era agora chamada.
O conto do Rodrigo
Era uma vez uma gata chamada Jill. Ela nasceu na noite de S. João. Como era preta, ninguém queria ficar com ela, até que um casal teve pena e adotou-a. A vida deles mudou completamente, pois esta gata era muito traquina e peculiar. Se os donos não estavam atentos aos seus pratos, ela comia fiambre, lambia a faca da manteiga, comia atum e até tirava batatas fritas do pacote. Ela gostava muito dos donos mas só deixava que pegassem nela quando lhe apetecia, senão começava logo a espernear. Quando estavam na sala a ver televisão ela gostava de ir para o colo deles, em cima da manta quentinha, mas chegava a hora de dormir e ela não queria sair. Os donos chamavam-na e ela começava a bater a cauda. Como não saía, tinham que pegar nela e a tirar de lá. Ela bufava e ficava amuada, mas quando os donos adormeciam aparecia no quarto deles e deitava-se junto às suas pernas. A Jill era muito esperta e quando chegava a hora de cortar as unhas, não se deixava enganar pelos donos que vinham com os snacks para a fazer acalmar. Amuava, cerrava os dentes e não abria a boca. Quando acabavam de lhe cortar as unhas comia os snacks como se nada se tivesse passado. Quando a dona chamava pela Jill e lhe atirava um beijinho a gatinha piscava os olhos, e a dona retribuía piscando os olhos também. E esta é a história da nossa gatinha!
O conto de Afonso
- E porque é que não tem carneirinho no presépio? O sacristão, embrenhado no seu trabalho, não se apercebera da entrada de gente na igreja, pousou o pincel que estava a utilizar para pintar de verde a imitação de relva no papel de cenário, virou-se, deu de caras com o Afonso, e não encontrando melhor resposta, retorquiu: - Sabes, estas peças foram-nos oferecidas há muito tempo, e por certo, a pessoa ou se esqueceu ou não gostava particularmente de carneiros… Afonso olhou-o, fixamente, meteu a mão no bolso do casaco, retirou o carneirinho que comprara nessa manhã, com o dinheiro do seu mealheiro, e estendeu a mão em direção ao sacristão: - Podes ficar com este, se quiseres! O sacristão, apanhado de surpresa, entreabriu um sorriso, virou-se de lado e gritou: Senhor Teixeira será que temos por aí algum sítio onde acolher este carneirinho? O senhor Teixeira, um homenzinho de meia-idade, que na igreja se transformara numa espécie de homem dos sete ofícios, eletricista, carpinteiro, trolha, e que durante os últimos trinta anos se habituara a construir, toda a véspera de Natal, o majestoso presépio da igreja paroquial, franziu as sobrancelhas, estranhou bastante a sugestão mas, ou porque tivesse achado piada ou porque tivesse visto o aceno de consentimento do sacristão, deu dois passos em frente, cofiou o longo bigode, e exclamou: - Tenho aqui este lugarzito debaixo da manjedoura do Menino, se servir… - Excelente ideia, senhor Teixeira. Assim o Menino fica com o carneirinho mesmo por debaixo, para lhe aquecer os pés, que estão descalços… E foi, com muita atenção, que o Afonso viu o sacristão e o senhor Teixeira colocarem, cuidadosamente, o seu carneirinho encostado à perna da manjedoura. Nessa noite, perdido no meio da multidão que assistia à missa do galo, de sobretudo, luvas, gorro e cachecol, Afonso, sorriu embevecido ao ver as pessoas que se acotovelavam para beijar o pé do Menino, que o bafo do seu carneirinho ajudara a manter quentinho… Já a madrugada ia alta quando o sacristão se aprestava para desligar as luzes, e embora o padre lho tivesse solicitado, não teve coragem e adiou para antes da missa das dez, o livrar o presépio do minúsculo carneirinho. Foi, no entanto, quando se extinguiam já as últimas luzes da chama das velas no altar-mor que, observando o presépio do escuro da sacristia, teve a estranha sensação, que o carneirinho estava a sorrir para ele.
O conto de Pedro Alves
Pedro ... Um menino especial!!! Era uma vez... Um menino chamado Pedro!! Ele era um menino como os outros mas tinha tinha algo diferente, era especial! Por ser diferente,desde de cedo gostava de visitar lugares na sua imaginação, lugares diferentes onde ele podia sentir que era igual! Então passava as horas à janela a ver o comboio a passar e a imaginar todos os lugares bonitos que ele poderia visitar! Conhecer amigos e ver a natureza, conhecer novos animais e fazer amigos de certeza! Como não podia ir no comboio, adorava imaginar que quando ligava a televisão era a janela do comboio e ele ia dentro dele! Ficava muito nervoso quando a ligava porque não sabia o que o esperava! Pedia todos os dias que lhe dessem a possibilidade de poder viajar! Num dia então diferente, na sua brincadeira e imaginação, o comboio parou em frente à sua casa por causa de uma avaria, e o maquinista que o via todos os dias perguntou-lhe se queria subir para poder experimentar! Sim foi a melhor prenda que lhe podiam ter dado! Ele entrou e percebeu que era muito mais que a sua imaginação e que podia viver muitas aventuras e lugares diferentes!! Quando entrou imaginou que era um cavaleiro a salvar a princesa, a todo o vapor!! Viu pessoas coloridas, viu seres de um outro mundo e aprendeu a acreditar que tudo era possível! Naquele dia ao deitar disse à mamã que um dia quando crescesse seria escritor para poder descrever a todas as crianças que em todo o lado à algo que nos torna iguais!!
O conto de Índia Mendonça
Uma menina e uma bola.Cristal, criança de floresta e arvoredo segurava gentilmente uma bola azul maresia com quem conversava de noite e de dia prozas e cantos sem fim.Um dia, olhou a bola de outro modo, e logo se perguntou: "onde guardará o que lhe conto?" Obsservou de um lado e do outro, em cima e em baixo e viu que havia um pequeno buraquinho no topo. Curiosa por descobrir o que havia dentro, espreitou com olho de lince e o nariz esborrachado na cor azul maresia. Depressa se assustou! Só via escuridão dentro da bola, nada mais havia lá, estava tudo em negro mudo. E logo pensou: “tudo o que canto e conto a esta bola ela transforma numa imensa escuridão” Cristal decidiu naquele momento que teria de a guardar com muito cuidado… “ se ela rebenta o que vai ser? Apenas escuridão e mais nada vem ao mundo aparecer…” Agora saía pelos caminhos de terra com a bola aninhada nos bracinhos pequenos que a seguravam com firmeza. Continuava conversando, cantando e dançando mas com muito cuidado. De vez em quando, lá lhe dava outra espreitadela pelo buraco pequenino mas ficava descontente com tanta coisa escura que ali tinha. Houve um dia de tempestade que apanhou Cristal numa encruzilhada, o vento era tão forte que parecia cortar, o barulho ressoava tão longe e tão alto e a chuva caia entrelaçante como as raízes de uma árvore. Levada pela tempestade e embrulhada na dança do vento, Cristal largou a bola que apertava contra o peito. A bola azul maresia bateu numa pedra brilhante e ponteaguda cravada no chão. O que Cristal mais temia, acontecia agora diante dos seus olhos assustados. A bola rebentou e… De lá saiu um lindo arco íris, borboletas marfim e uma melodia harmoniosa. Tudo estava em flor e tudo tinha cor. Cristal hoje sabia que a escuridão que os seus olhos viam, não era a bola que a guardava… era um manto protetor igual ao do amor que as suas palavras transformavam.
O conto de Ariany Reis
Um velho mestre que ao encontrar um jovem triste,lhe pediu que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse. “Qual é o gosto?” perguntou o mestre. “Horrível”, disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal para lança-la num lago ali perto. Os dois caminharam em silêncio até perto do lago e quando o jovem jogou sal no lago, o velho disse: “Agora bebe do lago.”Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou: “Qual é o gosto?” “Bom!”disse o aprendiz. "Sentes o gosto do sal?” perguntou o Mestre. “Não”, disse o jovem. O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse: “A dor da vida é puro sal, nem mais, nem menos. A quantidade de dor na vida permanece a mesma, exactamente a mesma. Mas o “tamanho” da dor que se sente depende do recipiente em que for colocada. Então, quando estiveres a sofrer por alguma razão, a única coisa que podes fazer é aumentar o sentido das coisas ….. Pára de ser um copo. Torna-te num lago!
O conto de Naíma
Uma Menina nasceu de parto natural, se fosse menino era para se chamar Josué... Durante a gravidez a mãe lia "Onde crescem laranjas não nascem limões", dava muitas caminhadas, comia muito peixe, falava e cantava-te... tu davas pontapés. Durante o parto o pai foi para o Casal fazer um estendal maior, surpresa, para a mãe secar as muitas roupinhas do bébé ao sol e ao vento... Fê-lo porque não conseguia dormir, à espera que nascesses. Quando chegamos a casa foi uma noite de tempestade, com frio, vento, chuva e trovoada, acho que não deste por nada... A casa estava aquecida e tu bem agasalhada. Quando tinhas quatro dias, um coelhinho anda aos saltinhos no terreno e a mãe pensava que era um presente do dia dos namorados mas, quando o pai chegou a casa disse que era um coelho selvagem que andava perdido na erva... Sabes, a erva estava mais alta que o habitual porque a mãe grávida não conseguia manter o jardim. Na maternidade a mãe queria muito que o pai tivesse assistido à hora do banho mas, ele nunca conseguiu ter horário, então em casa, à "hora da bruxa", os dois demos-te umas boas e sempre divertidas banhocas... Os primeiros banhos foram com amostras da Corine de Farme, que trouxe das ecografias, das aulas de preparação para o parto e da maternidade. Desde que nasceste tentamos por diversas vezes reservar uma viagem aos Açores. Os meus pais fizeram lá a lua-de mel, nós fizemos mealheiro e gostamos de caminhadas e de natureza. Com bagagem de mão, por causa do teu carrinho, era muito caro, com o "marsúpio" era muito pesado para andarmos e, sem ti estava fora de questão... Entretanto, abrimos o mealheiro, fomos contigo a uma Quinta muito gira e ficamos numa tenda yurt da Mongólia. Apesar da tua pele ser naturalmente sensível damos-te banho todos os dias, sempre àquela hora e como nós os três gostamos muito desse momento, ficamos a brincar, a relaxar e a apreciar demoradamente até ficarmos todos molhados com os teus "chapinhanços"... A tua pele nunca ficou muito seca, antes pelo contrário, Naíma tens uma pele suave e cheirosa "de bébé". ... Nasceste na Maternidade mas, podias ter nascido debaixo de uma árvore.
O conto de Rodrigo
A raposa côr de rosa! Era uma vez uma raposa côr de rosa, que vivia num belo palácio. A raposa chamava-se Raquel! Um dia, a raposa estava a passear pelos seus belos jardins e viu umas grades, atrás dessas grades estavam muitos animais, era uma jaula! A raposa, vaidosa, começa a fazer pouco dos animais que estavam lá fechados dizendo "eu posso correr e brincar porque estou cá fora e vocês não!" e os animais ficaram muito tristes! Ela continuou a passear e, de repente, vêm muitas nuvens e começa a chover! Qual o espanto quando ela começa a ver a sua bela côr, côr de rosa, a escorrer pelo chão, ela assustada volta para o palácio! Ao chegarem a casa os donos repararam que a raposa já não era côr de rosa e disseram: " ah esta não é a nossa raposa especial!" então mandaram-na para a jaula para junto dos outros animais. A raposa Raquel estava desolada... Ao chegar à jaula depara-se com todos os animais que tinha feito pouco! Que grande vergonha! Ainda assim o Castor Carlos disse a todos os animais: "esta raposa está assustada e precisa de amigos, vamos acolhe-la como se um de nós se tratásse!" e então todos os animais ficaram amigos da raposa Raquel e ela ficou muito arrependida de outrora ter feito pouco deles! Nunca sabemos o dia de amanhã e ninguém é melhor que nós, nem nós somos melhores que ninguém! Vitória vitória, acabou-se a história!
O conto de Rodrigo
A raposa côr de rosa! Era uma vez uma raposa côr de rosa, que vivia num belo palácio. A raposa chamava-se Raquel! Um dia, a raposa estava a passear pelos seus belos jardins e viu umas grades, atrás dessas grades estavam muitos animais, era uma jaula! A raposa, vaidosa, começa a fazer pouco dos animais que estavam lá fechados dizendo "eu posso correr e brincar porque estou cá fora e vocês não!" e os animais ficaram muito tristes! Ela continuou a passear e, de repente, vêm muitas nuvens e começa a chover! Qual o espanto quando ela começa a ver a sua bela côr, côr de rosa, a escorrer pelo chão, ela assustada volta para o palácio! Ao chegarem a casa os donos repararam que a raposa já não era côr de rosa e disseram: " ah esta não é a nossa raposa especial!" então mandaram-na para a jaula para junto dos outros animais. A raposa Raquel estava desolada... Ao chegar à jaula depara-se com todos os animais que tinha feito pouco! Que grande vergonha! Ainda assim o Castor Carlos disse a todos os animais: "esta raposa está assustada e precisa de amigos, vamos acolhe-la como se um de nós se tratásse!" e então todos os animais ficaram amigos da raposa Raquel e ela ficou muito arrependida de outrora ter feito pouco deles! Nunca sabemos o dia de amanhã e ninguém é melhor que nós, nem nós somos melhores que ninguém! Vitória vitória, acabou-se a história!
O conto de Josué
Era uma vez uma mamã muito apaixonada pelo seu pequeno príncipe, quanto mais o pequeno príncipe crescia mais alegrias e orgulho trazia a toda a família. Aquele principezinho não era de toda vulgar, pois junto com ele sempre vinham mimos, caricias, sorrisos e beijinhos que enchiam o coração de todos os que o conheciam. O nome dele é Josué e é muito amado por todos nós.
O conto de Rita
um rapaz chamado Sonho, que tinha a particularidade de acreditar que tudo o que imaginava eram possível de se concretizar. Foi a ajudar outros amigos a pensar de igual forma que Sonho conquistou a amizade da turma inteira, incluindo a de Destino, um rapaz que julgava que as suas constantes más notas estava escrita nos Astros, até Sonho lhe provar o contrário. Certo dia, já com o ano escolar a meio, entrou uma nova aluna na turma, chamada Realidade. Ao contrário de Sonho, Realidade gostava de jogar pelo seguro, talvez pelo medo de arriscar, ela nunca tentava jogar um jogo que não conhecesse e jamais arriscaria adivinhar uma resposta feita pela professora. Sonho queria mudar Realidade tal como mudou Destino, e um dia decidiu falar com ela: - Olá Realidade, o meu nome é Sonho. Queres vir jogar às escondidas? - Olá Sonho. Não obrigado, nunca joguei e não quero fazer má figura senão o meu irmão vai chatear-se comigo. Realidade era irmã do Presente, o único que sonho nunca conseguira mudar por teimosia dele. Mas Sonho não ia desistir: - Aposto que se me deres uma hipótese de te ensinar vais ser a melhor neste e em qualquer jogo. Realidade decidiu ceder e acreditar no que Sonho lhe disse e passado uns dias já era a melhor da turma em tudo. Desde esse dia Sonho e Realidade nunca mais se separaram, prova de que todos os Sonhos se podem tornar Realidade, e a que a Realidade pode ser moldada pelos sonhos. Basta quereres.
O conto de Inês
Era uma vez uma princesa que vivia numa cidade encantada, cheia de ruas estreitas e toda muralhada. Em tempos nessa cidade, viveram bravos romanos que lá deixaram um belo templo, as suas termas e os seus banhos. Depois chegaram os mouros que ali viveram regalados, até que o valente Giraldo os expulsou daqueles lados. Seguiram-se tempos de paz e desde reis a escritores, viveram nesta cidade grandes médicos e historiadores. Até há pouco tempo era uma cidade pacata, agora abundam os turistas como nunca se viu até à data. Esta cidade cresceu, tal como a princesinha, que de pequena bebé está-se a transformar em menina. Agora tenho algo que gostava de te dizer, é que a princesa que te falei, és tu que me ouves a ler. Escrevi esta história sobre Évora, onde nasceste, para que te orgulhes dela e daquilo que aqui viveste. Esperemos que seja o ponto de partida, e que daqui ganhes asas para viveres a tua vida.
O conto de Tiago
Um bébé Loirinho de olhos azuis , pequenino muito pequenino . Este bébé nasceu a dia 23 de abril de 2018 , em França na vila de bourges , toda a família estava ansiosa pela sua chegada , principalmente a sua madrinha que ficou acordada á espera de uma chamada para pode ver o príncepe. A madrinha ainda não tem bebés, e o Tiago era o seu filho de primeira viagem , e será sempre o bebe da madrinha . Com muito cuidado e amor a madrinha comprou muita coisa para o Tiago andar sempre hidratado , então apostou na corine de farme, pois não há melhor do que isto para sentir aquele cheirinho bom de bebe . E de agora em diante será sempre assim , um amor sem fim .
O conto de Leonor
Uma menina que nasceu com um dói dói no coração. E com 5 dias de vida foi operada para curar esse dói dói. A 9 de outubro de 1992 está menina com todas as duas forças disse "sim" à vida. Cresceu saudável como qualquer outra criança e quando já era mais crescida conheceu o seu príncipe. Cerca de quatro anos mais tarde esta menina viria a conhecer o melhor da sua vida, a sua filha. Sim, esta menina sou eu, a tua mãe. Lutei quando nasci para viver e (ao contrário do que todos acreditam) lutei para te dar vida. E tu, amada e desejada desde do primeiro momento escolheste nascer no dia 9 de outubro de 2018, 26 anos depois do dia em que curei o dói dói, renasci. Um bem haja a ti, minha filha, que me mostras-te o quão fortes podemos ser, que a vida também nos gratifica por todo o esforço feito e mim deu- me o melhor do mundo, tu!
O conto de José Luís
Uma família de raposas, o papá Raposão, a mamã Raposina e o bebé Raposita. Tinham um longo pelo branco e áspero, que não percebiam como ficou assim, pois não viviam no Ártico e nunca fora daquele jeito. Só o pelo do Raposita era suave e brilhante. Ele andava sempre feliz e a correr por todo o lado, menos de manhã, quando acordava e não via a sua mamã e ficava muito triste. É que a mamã Raposina acordava muito cedo para ir procurar comida para a sua família, pois o papá Raposão estava doente e não podia sair da toca. Os 3 viviam rodeados de vizinhos maldosos que gozava, por o Raposão não poder ir buscar comida e tentavam roubá-los. Tudo era escuro e só existiam as cores preto, branco e cinzento. Ainda assim, Raposita nunca perdia a sua alegria, mas, questionava os pais do porquê de viverem ali, se aquele lugar não os deixava felizes. -São coisas de adultos - dizia a mamã. -Só tu nos deixas felizes - acrescentava o papá. Com os dias, o pelo do Raposita começava a esbranquiçar e já não era tão suave como dantes... Estava a deixar que a tristeza e a maldade se apoderassem dele. Certa manhã, decidiu partir e descobrir sítios novos. Os papás, apavorados com a sua ausência, procuraram-no durante horas! Quando, finalmente, o encontraram, descobriram um mundo colorido, cheio de vida e animais bondosos que tomaram conta do seu pequeno Raposita até chegarem. Maravilhados com tudo, repararam que o seu pelo caía e nascia um bonito e sedoso pelo avermelhado. E o papá deixara de estar doente. Afinal, o pelo branco era o gelo que habitava nos seus corações. Ali, para além de amigos e amor, descobriram uma nova casa, alegre, colorida e feliz.
O conto de Mariana
Uma jovem com um futuro melhor pela frente...depois de tantos baixos, chegou a vez de levantar na vida, e para a ajudar nada melhor que um homem espetacular para a ajudar... Com o passar do tempo, sem ninguém esperar, chega a notícia que uma menininha vira a caminho de seu nome Mariana alusive a sua avó Materna, com a sua vinda apenas alegrias trara a nossa família que tanto precisa...??????
O conto de Inês
Desde bem pequenina que sonhava ser mãe. Desde a altura em que brincava nos parques com as bonecas. Desde a altura em que me divertia no mundo do faz-de-conta. Desde a altura em que conheci o meu príncipe encantado, que por sinal, irá ser o teu papá! Minha querida bonequinha, irás parecer de porcelana, intocável a nossos olhos pela tua fragilidade, todavia, repleta de amor para nos oferecer. Segundo todos os outros papás, irás dar-nos muito trabalho árduo. Iremos passar noites em claras, que nos deitaremos no instante em que o despertador tocar. Iremos trocar tantas fraldas, que só cogitaremos na possibilidade de o mundo ser só feito delas. Iremos ouvir gritos e choros, que não conseguiremos decifrar, mas que desde já, te garanto que darei o melhor de mim. Pelos vistos, segundo o que se ouve e se passa aí algures, irás ser um bicho de sete cabeças, mal as pessoas sabem que adoro aventuras. Também, já me contaram que vais crescer e dar o dobro, ou mais, do trabalho, no entanto, tampouco isso me preocupa. Por fim, quero ainda acrescentar, e agora só te vou contar a ti, bem baixinho, sem interrupções ou incómodos, quer cresças e dês ainda dez vezes mais do trabalho, irás sempre, pura e verdadeiramente, ser a minha bonequinha de porcelana intocável, mas cheia de amor para nos oferecer.
O conto de Tiago André
Era uma vez, uma jovem que sonhava muito em ser mamã, mas os doutores, quando ela era adolescente avisaram-na que ela nunca poderia ter bebés, por razões de saúde. Ela, olhava para os outros papás e seus bebés e sonhava, que um dia ainda iria ter assim um bijuzinho daqueles em seus braços. Era o seu maior desejo... Quatro anos se passaram, o relógio biológico não parava de apitar e a jovem, a desanimar...até que alguns sintomas apareceram, enjoos, tonturas, sono a mais, ela decidiu ir à farmácia fazer o teste de gravidez e esperou, esperou, esperou, até a farmacêutica lhe dizer que se houvesse novidades telefonava. O tempo passava e a ansiedade aumentava, até que o telefone tocou! Atendi e disse: - "Estou sim?" - "Estou D. Olga, olhe daqui é a D. Mila da Farmácia...Parabéns vai ser mamã"! Não respondi, parei a olhar para um vazio, incrédula do que se estava a passar. De de repente, as lágrimas corriam-me face abaixo, de tamanha felicidade...desliguei o telefone e gritei ao mundo inteiro que os médicos estavam errados....EU IA SER MAMÃ...sim, MAMÃ! Ia ser a melhor Mãe do Mundo inteiro, a Melhor Amiga, a melhor cozinheira, a melhor companheira e conselheira, eu ia ser a melhor, em tudo...Só estava grata a Deus, por me ter ouvido as minhas preces!!! Os meses passaram rapidamente e o Tiago, nasceu antes da data prevista, um parto difícil, de 23h, uma recuperação complicada, mas no fim de contas, superou tudo e mais alguma coisa, viessem mais mil dores como aquela, que só para ver cada sorriso, cada olhar, cada abraço e beijos como os dele, tudo vale a pena! Ele é sem dúvida o meu maior Tesouro desta vida!!! Amo-te daqui até ao infinito...meu Amor.
O conto de Benjamim
Uma estrela Cor de Rosa, a mais cintilante no céu. Essa Estrela já era Avó e lá do alto guardava um menino meio traquina, de caracóis esvoaçantes que tinha berlindes nos pés e soprava o vento com o nariz. O seu nome era BenjaMim e quando espirrava, Atchim! Já ninguém o apanhava, os berlindes rolavam e rolavam, os caracóis esvoaçavam e lá ia ele de um lado para o outro, para cima e para baixo e em todas as direcções! Só a Estrela Rosa o conseguia seguir e segurava-o por um triz! Um dia o BenjaMim perguntou ao seu papá: "- Papá Gil, eu sou muito rápido a correr e tenho super energia, olha os berlindes nos meus pés, vriiim, pim, salto e pinxo, tu também eras assim?" -"Claro que sim!" o papá respondeu. -"E eras pequeno e traquina como eu?" -" Sim, sim! E sabes quem cuidava de mim? A Estrela Rosa que brilha no céu! E quando tu nasceste pedi-lhe que ficasse sempre contigo para que nunca corresses nenhum perigo. Ela disse que te ia dar super poderes, por isso é que sopras com o nariz o vento, eu ouço quando espirras e fico sempre atento! E por isso tens os olhos cor do céu, são como lanternas no escuro, mas xiiiiu é um segredo só meu e teu!" -" Uau! Que divertido, e... agora vens espirrar comigo? Ah ah...ATCHIM! VRIM!! " E lá foram o papá Gil e o Benjamim, entre corridas, espirros, pulinhos e risos sem fim, olhar para o céu e atirar beijos à Rosa, a Avó Estrela.????
O conto de Vítor Duarte
Era uma vez , um lindo bebe dentro da barriga da sua mamã . foi a melhor noticia e o melhor presente que já recebi em toda a minha vida. Amor a 1º vista , sem te ver apenas sentir o teu batimento , os teus pontapés a cada palavra dedicada a ti , cada canção cantada com todo o amor , toda a gestação de 32 semanas foi momentos Magníficos e Mágicos , irei te contar um Dia tudo o que a mamã e o Maravilhoso Vítor passamos momentos a 2 <3 LOVE YOU MY LOVE <3
O conto de Kimberly
Minha querida filha, ainda és muito pequenina, mas sempre serás a minha estrelinha. Sempre sonhei em um dia te levar a voar, será que é desta que vamos ganhar ? Uma viagem para ao pé do mar, numa ilha onde vais amar. Quero que saibas que tudo que faço é para te ver sorrir e sempre te vou querer ver feliz. Então vamos apelar para os Açores voar. Da tua mamã que te ama muito.
O conto de Inês
Era uma vez um casal chamado Carla e Nelo, que queriam ter um filho. Um dia a Carla descobriu que estava grávida, contou logo ao Nelo e ficaram muito felizes. Assim começa a história da tua vida. Depois de 9 meses com alguns sustos e muitos cuidados, chegou o grande dia. Foi na madrugada de 21/04/2017, que o papás foram muito depressa para a maternidade, pois a Inês tinha muita pressa para nascer. Assim sendo, nesse dia, às 5h14, com 46cm e 2380g, chegou a Inês. Tão linda e pequenina, nos braços dos pais babados. Contamos logo a novidade à família e amigos e ficaram todos muito contentes. Todos queriam fotos da bebé Inês. A primeira visita foi da amiga Sónia. Logo de seguida chegou a avó Esmeralda, a madrinha, o padrinho, a avó Quitéria e o tio Filipe. O avô Álvaro e o avô António só a viram depois. Assim começou a maior e melhor aventura das nossas vidas. Trazer para casa esta linda menina, com quem aprendemos todos os dias. E viveremos felizes para sempre.
O conto de Maria
Era uma vez um coelhinho chamado Zeca. Zeca tinha os olhos azul cor de mar, e o cabelo loiro como o sol. Adorava correr e saltar pelos campos. Certo dia num dos seus passeios encontrou um gafanhoto de seu nome Paulo. Paulo tinha o tamanho de um grão de café, era muito gordo e feio, escuro como a noite. Paulo andava triste por que não tinha amigos. Mas, certo dia Disse lhe Zeca" Anda correr comigo pelos campos, vamos cheirar flores" Paulo nunca tinha recebido tal convite, e perguntou a Zeca se ele não tinha medo dele, ao que o Coelhinho Responde: "Eu não tenho medo de ti, tens um ar um pouco assustador mas eu gostei de ti e queria que fossemos saltitar pelos campos e ver borboletas voarem...Gostava de brincar contigo. " Então o gafanhoto Paulo surpreendido por tamanha demonstração de carinho todos os dias depois da escola se encontrava com o seu novo amigo para irem cheirar flores pelos campos e olharem as lindas cores das borboletas.
O conto de Carolina Nunes
Uma princesa chamada Carolina que vivia na floresta encantada, rodeada pelos seus amigos, os animais. A Carolina era bondosa, alegre e passava os dias a cantar para os seus amigos. Num lindo dia de sol, a Carolina foi apanhar amoras, quando ouviu uma voz a pedir ajuda. Avistou um menino sentado no chão, com um joelho ferido. O menino era o Pedro, que foi fazer um piquenique com os seus pais e depois de se afastar deles, tropeçou numa pedra e caiu. A Carolina ofereceu-se para ajudar com o auxílio dos animais. Limparam-lhe a ferida e fizeram-lhe um bom curativo. O Pedro ficou muito admirado, pois nunca tinha ouvido os animais a falar e perguntou à Carolina se ia muitas vezes à floresta, pois ela conhecia os animais todos. A Carolina respondeu-lhe que vivia na floresta e os animais e as flores eram a sua família e que andava na escola da árvore, onde aprendia a escrever, contar, cantar e pintar. O Pedro estava entusiasmado e pediu-lhe para conhecer a escola da árvore. No caminho para a escola da árvore, o Pedro e Carolina avistaram a raposa, que já tinha encontrado os pais do Pedro, que estavam muito preocupados. O Pedro pediu desculpa e pediu autorização à mãe para conhecer a escola da árvore. Foram todos juntos para a escola da árvore, onde se divertiram muito. Foi um dia magnífico, cheio de alegria, mas, estava na hora de o Pedro ir embora. O Pedro disse à Carolina que tinha gostado de a conhecer e que voltaria outro dia para brincarem mais. A Carolina também adorou a visita do Pedro e queria que ele voltasse. A mãe do Pedro disse-lhe que ela era uma menina muito bondosa e que podia ir viver com eles. A Carolina agradeceu a generosidade e disse-lhe que adorava viver na floresta com os animais, que eram a sua família e a família não se abandona. Carolina continuou a viver na floresta e todas as semanas recebia a visita do Pedro, com quem brincava até ao anoitecer e assim foram felizes para sempre.
O conto de Joana Penacho
uma um príncipe que andava à procura da sua princesa....Certo dia viu-a a passear num jardim, e a partir desse dia não desistiu de a conquistar. Passou algum tempo e ambos seguiram caminhos diferentes, mas quis o destino que se voltassem a encontrar, e desde esse dia começaram a conhecer-se melhor e nasceu um grande AMOR,foi uma caminhada muito longa até ao dia mais lindo de suas vidas,que foi o casamento de sonho.Mas ambos tinham outro grande sonho que era ter um príncipe ou uma princesa, a espera foi muita... Certo dia, depois de uma grande tempestade, descobriram que estavam à espera de uma linda princesa, ao qual deram o nome de JOANA´´Deus é cheio de Graça´´agraciada por Deus´´
O conto de Rui Pereira
dois irmãos gémeos, que eram muito diferentes...um tinha olho azul, era muito traquinas, gostava muito de mexer em tudo e ficava irritado quando não lhe davam atenção, o outro tinha olhos verde azeitona, gostava muito de comer, era muito observador e gostava muito de brincar sozinho e ouvir música. Apesar da diferença, eles tinham uma grande ligação entre eles, quando um chorava o outro também chorava, quando um ia mudar a fralda e saía de ao pé do outro, o outro ficava a resmungar.Ainda eram muito pequeninos, mas já sabiam que não podiam viver um sem o outro.
O conto de Mário Pereira
Uma leoa que vivia numa linda floresta..um dia recebeu um pedido de amizade de um bonito leão. A leoa hesitou um pouco em aceitar a amizade, mas como sonhava em encontrar o leão dos seus sonhos, acabou por aceitar, algo lhe dizia que iriam ter uma grande história juntos. Começaram a falar e pouco tempo depois a namorar, a leoa estava super apaixonada e o leão também, e o que eles mais queriam era terem uns leõezinhos para criar. A batalha não foi fácil, demorou algum tempo para os seus desejos se tornarem realidade, mas com muita coragem, força, esperança e dedicação, conseguiram o que mais queriam, dois leõezinhos muito lindos e gordinhos.E assim foram felizes para sempre ??
O conto de Santiago
Uma borboleta linda que passava os dias a voar no jardim. Seus pais tratavam de deixar as flores lindas enquanto a borboleta brincava. Um dia a borboleta chega a casa e pergunta aos pais o que é o amor. Os pais sorriem um para o outro e respondem : -o amor é a coisa mais linda do mundo,minha borboleta é o sentimento com o qual vivemos e mudamos o mundo! A borboleta admirada pergunta: -vocês sentem isso por mim? Os pais respondem com um sorriso de orelha a orelha: -nós sentíamos amor ainda antes de te conhecer,brincavas tu na barriga da tua mae,pulavas,brincavas rebolavas,ate que nasceste é o amor que sentíamos passou a ser sentido ainda com mais amor! A filha soltou um sorriso,e abraçou os país, e bem baixinho disso,um dia vou querer sentir esse amor!
O conto de Santiago
Uma borboleta linda que passava os dias a voar no jardim. Seus pais tratavam de deixar as flores lindas enquanto a borboleta brincava. Um dia a borboleta chega a casa e pergunta aos pais o que é o amor. Os pais sorriem um para o outro e respondem : -o amor é a coisa mais linda do mundo,minha borboleta é o sentimento com o qual vivemos e mudamos o mundo! A borboleta admirada pergunta: -vocês sentem isso por mim? Os pais respondem com um sorriso de orelha a orelha: -nós sentíamos amor ainda antes de te conhecer,brincavas tu na barriga da tua mae,pulavas,brincavas rebolavas,ate que nasceste é o amor que sentíamos passou a ser sentido ainda com mais amor! A filha soltou um sorriso,e abraçou os país, e bem baixinho disso,um dia vou querer sentir esse amor!
O conto de Gustavo
Era uma vez um menino chamado Gustavo, tão pequenino, tão desejado. Nasceu numa tarde fria de Dezembro, mas os corações dos seu pais estavão radiantes com o novo membro. Era loirinho com um olho azul profundo, O príncipe mais belo do mundo. Seu sorriso desdentado era tão amoroso, que derretia qualquer coração furioso. E tudo o que lhe posso desejar, é muita sorte e amor para dar.
O conto de Vincente
Era uma vez um menino chamado Vincente. Olhos profundos, E um sorriso valente. Um dia, o mundo ele iria conquistar, Na sua inocência, nunca iria adivinhar. Os pais sonharam-no ao pormenor, Ele viria para um objectivo maior! As estrelas brilharam um pouco mais, Quando os Reis souberam que iriam ser pais. O Vincente, ainda por nascer, Carregava a energia mais bonita de se ver. O menino seria destemido e adorado, No seu coração só se canta fado. Continuou e agarrou todos os seus sonhos, Manteve a paz e não ligou aos demònios. Qualquer que seja o seu caminho, Que ele saiba que não caminha sozinho.
O conto de Santiago
Era uma vez uma linda princesa, tinha acabado de acordar novamente fascinada com o seu sonho . Sonhava que se casava com um principe, jamais lhe vira a cara , apenas o simbolo do seu brasão era visível. A princesa levantou-se e foi passear pelo jardim do castelo para poder sonhar novamente acordada Quando se aproximava da zona de floresta avistou ao longe o rapaz mais bonito que alguma vez viu , foi-se aproximando lentamente para que ele não se apercebe-se ... Estava no rio a banhar-se e como era bonito aquele cabelo brilhante ! O rapaz levantou-se e começou a vestir-se , nesse momento a princesa levantou-se e começou a ir embora para que ele não a visse , mas pisou um galho que fez um barulho muito alto. O rapaz olhou imediatamente na sua direção e ficou igualmente apaixonado a primeira vista. Foi ter com ela , e qual não foi o seu espanto quando viu o brasão nas suas roupas , não podia acreditar era o principe dos seus sonhos ! Passaram toda a tarde a falar , e a rir . Cada vez mais apaixonados encontravam-se diariamente , até que o principe pediu a princesa em casamento e o sonho passou a ser realidade ! E viveram felizes para sempre .
O conto de Luana
uma princesa, fechada numa torre encantada, cheia de brilhantes e cristais. Todos os dias a princesa tinha uma surpresa nova que aparecia por uma portinha mágica... Um dia apareceu um amiguinho pequenino, tinha 4 patinhas com sapatinhos de algodão, um pelo amarelo dourado muito fofinho e uns olhos amarelo caramelo gigantes: era um gato! O amiguinho entrou... Sentou-se e ficou a olhar a princesa, muito curioso. -Olá - disse a princesa Luana. Ficaram assim um bocadinho: até que a princesa mexeu nos cabelos e o amiguinho saltitou e mexeu no cabelo brilhantes da princesa. Ele não resistia aos brilhantes a mexer. - Como te chamas? - perguntou a princesa - Eu sou a Luana. O amiguinho mexeu os bigodes e sorriu: - Eu sou o Sol, há muito tempo que te procurava... a ti e ao brilho mágico das estrelas! - A mim? Porquê? - Porque tu és a princesa que guarda o brilho das estrelas e da Lua. Não sabes como és bela e fascinante! Queres conhecer o brilho das estrelas no céu? - perguntou o Sol. - Sim. Mas onde está esse céu? - Eu mostro-te, vem comigo - disse o sol, enquanto saltitava até à parede e tocou num brilhante maior para abrir a porta. - Tenho medo! Porque é escuro? - perguntou a princesa Luana. - Não tenhas medo, o teu cabelo de brilhantes vai iluminar o escuro. Curiosa, a princesa Luana seguiu o gato Sol. Os dois amigos desceram os degraus, até encontrarem outra porta maior. - Estás preparada? - perguntou o Sol. - Sim, quero ver! E o Sol abriu a porta... Quando olhou para cima, a princesa viu todos os brilhantes da sua torre a fazer um desenho sem fim no céu azul. Como era lindo! O gato Sol tinha razão! E deixaram-se ficar muito, muito tempo, até que o azul do céu ficou mais claro e as estrelas começaram a brilhar menos... - Sol, o que se passa? As minhas estrelas estão a desaparecer? Estão doentes? - Não, princesa Luana: à noite brilham muitas estrelas de muitos tamanhos mas de dia o céu fica de um azul mais claro e só brilha uma estrela, aquela estrela que faz da tua torre um sítio mais quente... Essa estrela sou eu, o Sol. Desde esse dia o gato Sol e a princesa Luana tornaram-se amigos inseparáveis.
O conto de Leonor
...uma linda menina,de olhos azuis e uma pele branca e macia como a seda.Seu nome era Nonô. Nonô vivia numa linda terra com muitos jardins verdejantes e flores de muitas cores,ali era feliz, gostava de correr, brincar, saltar,ela tinha uma amiga que a acompanhava sempre nas suas brincadeiras,a sua cadelinha Ariel, que era muito marota e brincalhona. Um dia apareceu no seu jardim um menino sozinho,que parecia muito zangado,começou arrancar as flores e deitar lixo ao chão e a pequena Nonô, parou olhou para ele e disse: - que estas a fazer? Nao vês que assim estás a estragar as minhas flores? Eu sei do que precisas... E aproximou se daquele menino tao revoltado deu lhe um abraço puxou o pela mão e gritou: -Vem vamos correr juntos,vamos brincar, a partir de agora serei tua amiga nunca te vais sentir só e poderemos brincar todos os dias. A partir daquele dia tornaram se grandes amigos e o menino começou a gostar tanto da natureza coko a pequena Nonô.
O conto de Afonso Clara
uma menina chamada Rute...uma menina que sabia sonhar tanto quanto ela sabia amar! Essa menina cresceu, tornou-se mulher e continuava a plantar sonhos que um dia ansiava colher. Um príncipe sonhado, que um dia apareceu e logo o coração da Rute aqueceu. O amor aconteceu! Ela continuava a amar, tanto quanto continuava a sonhar... Sonhava de noite até de manhã...um dia tornar-se mamã! Houve um dia, numa bela manhã, que acordou envolta no seu edredão, tão quentinho como o seu coração. Uns pezinhos no regaço, no seu cabelo uma mão gordinha, e um respirar quente no seu pescoço...alguém adivinha? Isso... o sonho virou magia! Inundada de alegria, ali ficou a olhar o seu sonho da maternidade tornado realidade! Afonso, Gabriel e Maria Clara, um dia sonhados, outro desejados e para sempre amados! Os três sonhos realizados! Agora sonhamos a cinco, na família que imaginámos um dia e que de repente virou magia! Agora tenho um segredo para contar: se a Corine ajudar...temos mais um sonho a realizar! Uma viagem até aos Açores, rodeada dos meus amores...vou continuar a sonhar e quem sabe se venha a concretizar!
O conto do André
  Era uma vez um gato que não vivia feliz. Tinha sempre os bigodes sujos de chocolate e todos os animais e crianças gozavam com ele. Susurravam entre si fazendo troça: Já viram os bigodes do gato todos sujos? - Que falta de elegância! Um dia chegou aos ouvidos da dona do gato, uma menina chamada Adriana, o quanto gozavam com ele. Então a menina, cheia de pena, foi consolar o seu querido gato. - Meu pobre gatinho, tão bom que é o tempo que passamos juntos a partilhar uma tablete de chocolate ... Talvez fosse essa a razão que estava por detrás do gozo dos outros animais. Assim, e perante a clara suspeita, a menina pegou numa tablete de chocolate e partilhou-a novamente com o seu gatinho. Já o gato, novamente com os seus bigodes sujos, ofereceu chocolate à borboleta. A borboleta com as suas antenas também cheias de chocolate ofereceu o resto da tablete ao papagaio. O papagaio com o seu bico cheio de chocolate exclamou: - Este chocolate é maravilhoso! E foi assim, partilhando o doce chocolate, que o gato e a menina conseguiram acabar com o gozo dos animais e até conseguiram fazer novos amigos. Fim
O conto da Margarida
Era uma vez num dia de sol radiante, o pequeno elefante Beto passeava pela savana cantarolando e admirando o seu lar. De repente o pequeno elefante dá de caras com uma colina onde pousava uma grande árvore, com uma grande teia de aranha. Curioso, foi ver a grande árvore com a grande teia. Deu duas voltas à árvore, olhou—a de cima a baixo. Decidiu sentar se na teia e começou a baloiçar. Como o não caía da teia de aranha, foi chamar outro elefante. Sentaram—se e balançaram os dois. Felizes com a nova descoberta foram chamar outro elefante. Os três começaram a balançar, mas a teia infelizmente cedeu e foram a rebolar colina a baixo. Ficaram tristes, pois, estavam a divertir—se imenso, mas no final aperceberam—se que apesar da brincadeira ter acabado ganharam uma nova amizade.
O conto da Yara Fernandes
... a menina ruiva que fazia até o senhor mais aborrecido a sorrir. Yara era uma menina com uma energia tão pura que cativava qualquer pessoa desde o seu nascimento, o dia em que a Dra. disse: "Faça força mãe, vem aí uma ruivinha", a partir daí tudo mudou. No quarto da maternidade entravam médicos, enfermeiros, técnicos, só queriam ver a menina ruiva que falavam no hospital. Foi crescendo e a beleza aumentava. Tornou-se orgulhosa e muito vaidosa em ser ruiva. Por muito que houvesse alguma crueldade no mundo, como chamarem-na cenourinha, ela tinha orgulho e passeava na rua sempre a brilhar e de nariz arrebitado. Sim era ruiva, mas é ela. É pura, genuína e linda. Até que agora quando lhe dizem "és tão bonita, tens um cabelo lindo", ela agradece e segue, sem dar importância por se sentir bem com ela mesma e já o saber: que ela é uma linda menina ruiva.
O conto da Beatriz
A mais bela princesa, vivia feliz com os pais num belo castelo, assim o achava. Na verdade não era uma princesa, nem morava num castelo. Era uma menina normal numa casa normal. Mas na sua imaginação era uma princesa num reino encantado. Era uma fada e vivia numa árvore e usava um botão de rosa como vestido. Era uma sereia e falava com os peixes. Ela era tudo o que quisesse ser, era livre e a sua imaginação não tinha limites. Os seus pais, imaginavam e brincavam com ela. Num dia eram reis, noutro eram elfos, ou até gigantes e anões. Mas o que eles eram mesmo era piratas, navegando pelos oceanos da criatividade e guardando o mais precioso dos tesouros, a sua pequena princesa.
O conto do Gabriel
Era uma vez um pequeno feijãozinho que crescia lentamente dentro da barriguinha de uma rainha. A rainha era jovem e o rei tambem, não sabiam como contar a sua familia. Quando a rainha contou a sua familia foi exatamente nesse momento que ela se apercebeu o que se estava a passar... Daqui a 9 meses o seu feijãozinho iria nascer. Ela contava os dias, as semanas de tão feliz que estava, mostrava ao mundo inteiro como a sua barriga crescia a cada semana que passava, ela comia, comia e comia, para que o seu bebe crescesse. Ela preparava tudo, preparava a roupinha do seu pequenino feijaosinho que já estava ou deveria estar do tamanho de uma melancia. Preparava o berço para que podesse dormir no quentinho, comprava brinquedos para que pudesse brincar com o seu pequenino.. Quando ela descubriu o sexo já tinha muitas coisas prontas, pois ela sentia que ia ser menino e assim foi. O seu feijãozinho iria chamar-se Gabriel. A rainha e o rei estavam a viver um sonho, que em pouco pouco tempo se iria tornar realidade.. Os 9 meses passaram a correr, a rainha teve que ir ao hospital, ia ter uma consultada na maternidade, ela estava toda entusiasmada, mas depressa perdeu o entusiasmo, quando o doutor lhe diz que o seu feijãozinho devia estar do tamanho de uma melancia e não estava, o seu bebe teria que nascer segunda feira… A rainha ficou muito triste, o seu bebe não estava bem, os dias passaram e o Gabriel teve que nascer, a rainha ainda não estava pronta o bebe Gabriel tambem não, mas assim que ele nasceu ela apaixonou-se de uma maneira que nunca mais o largou. A rainha tinha o seu príncipe nos braços, ele era tão pequenino, tão fragil quanto a percelana. Ficou duas semanas ligado a máquinas dentro de uma caixinha que lhe salvou a vida, a rainha nunca o deixará só, ela e o rei amavam o seu feijãozinho , o Gabriel era é e um pequeno guerreiro, e hoje ele é o príncipe mais lindo e mais feliz do reinado, seu pais estão orgulhos do pequeno grande guerreiro, e do que ele se tornará.
O conto da Leonor Batista
À muito muito tempo aconteceu a história de amor mais linda que levou ao melhor tesouro do mundo... Era uma vez uma menina que mudou de cidade e foi para uma escola nova, com novos amigos e novas aventuras e havia um menino que vivia os seus dias no seu mundo de computadores.... Um dia os meninos todos foram numa viagem até Roma e a menina ficou muito feliz que ia poder conhecer novos sítios e fazer novos amigos e o menino foi também mas zangado que não podia levar o computador, mas pronto lá foi ele! Conheceram muitos sítios bonitos, passearam e naquela cidade mágica assim do nada os dois cruzam o seu olhar e ficam os melhores amigos para a vida toda. Conversaram, brincaram muito, descobriram que gostavam de muitas coisas em comum e o amor surgiu! Muito felizes cresceram lado a lado e construíram o futuro juntos. Depois partiram numa grande aventura de encontrar o maior tesouro do mundo... E Descobriram! Sabes qual é? A princesa Leonor! Pois é a menina e menino são a mamã e o papá e o maior tesouro do mundo és tu a nossa Leonor... Foi a história de amor mais linda que te trouxe até nós e assim descobrimos que viver novas aventuras e fazer coisas novas é muito bom e pode trazer as melhores coisas para a vida... O que mais te desejamos é que vivas muitas aventuras e que sejas sempre feliz e vamos estar aqui sempre à espera de ti, o nosso tesouro!????
O conto da Maria
Uma mulher que se julgava ainda menina. Gostava de brincar fosse onde fosse, mas o seu lugar preferido era a praia. Saltava de rocha em rocha, corria atrás das gaivotas e chapinhava nas pocinhas de água alegremente sem se importar com quem a olhava. Vivia feliz e despreocupada até ao dia em que a vida lhe pregou uma partida. Descobriu que não estava mais sozinha, dentro dela crescia uma sementinha, uma menina como ela, agita por sinal e que a toda a hora a fazia lembrar que estava ali, mexendo-se e crescendo sem parar. A menina /mulher ficou muito assustada, afinal sentia-se ainda muito pequenina e infantil para ter a responsabilidade de tomar conta de outro alguém. É foi então que resolveu ir para o seu lugar preferido, a praia, mas desta vez não para brincar, mas sim para chorar. Chorou tanto, mas tanto que podia jurar que o oceano tinha ficado maior só com as suas lágrimas. Foi para casa com um sentimento de alívio e confiança de que tudo ia correr bem, era algo que não conseguia explicar, algo que vinha de dentro... Quem sabe tivesse sido neptuno, o rei do mar, a conseguir acalmar as águas dos seus olhos. O tempo foi passando, a barriga foi crescendo e o dia do nascimento da bebé aproximava se, a menina /mulher sempre que podia ia até à praia, fosse para brincar, fosse para desabafar, até ao tão esperado momento.... A bebé finalmente chegara a este mundo, linda, de olhos cor de céu e de água, cabelo já com trejeitos de ondas e pele de quem veio do sol. Naquele momento a menina /mulher sentiu uma alegria e um amor nunca antes sentido e todos os seus receios e dúvidas desvaneceram perante tamanha felicidade. Só por breves momentos se questionou se seria capaz e se estaria a altura de tão nobre tarefa, mas nesse momento imaginou se em frente ao mar e a inspirar profundamente, como se todas as suas células pudessem sentir o cheiro daquela maresia, e instantaneamente ficou calma. Por tudo isto resolveu dar-lhe o nome de Maria do Mar. A bebé depressa cresceu e em pouco tempo já corria com a mãe pelo areal. Juntas brincavam até o sol perdendo a noção do tempo a passar. A menina /mulher sentia-se mais preenchida que nunca no papel de mãe e tinha ganho não só uma filha como alguém com quem brincar e ser pequenina outra vez.
O conto da Elisa Gonçalves
Um bebé que nasceu com uma força incrível. Era uma bebé com super alergias e onde a mãe se transformou numa super mulher para poder cuidar do super alergias, pois a vida dela estaria sempre em risco, onde juntas passaram por muito mas consiguiram vencer e a comida nunca mais voltou a fazer maldades.
O conto da Beatriz
Era uma vez uma linda aprendiz, Esperta e desenrascada, seu nome era Beatriz. Aprender era com ela, tão cheia de sabedoria, achava que os livros eram a sua melhor companhia. Quando nasceu, os seus olhinhos brilhavam com esplendor, nos braços da sua mamã, encontrou o mais puro e verdadeiro amor. Enquanto na barriguinha, ouvia canções todos os dias, os pais liam livros e entoavam as mais lindas melodias. Por isso é que ela é assim, passa a vida a cantarolar, nunca se cansa de sorrir e tem sempre livros para desfolhar. A lua é sua amiga e o sol fá-la dançar, adora os animais, e está sempre pronta para brincar. É uma menina doce, e a simpatia é o seu nome do meio. Nunca quer um copo vazio, só aceita se estiver cheio! Acha, na sua inocência que se tiver muito, pode sempre partilhar… E divide sempre o que é seu, para que todos possam disfrutar. É teimosinha, gosta de tudo à sua maneira, mas sabe perfeitamente que deve ser sempre sincera e verdadeira. Adora imaginar e sabe que há um final feliz no fim de cada livrinho, ouve as palavras da Mamã com atenção, todas as noites, antes do seu soninho. Nas mais altas nuvens vê-se a passear, não esconde quando está triste, e busca o colinho dos papás para a confortar. Não tem medo de cair, porque também é aventureira, e se for para explorar, é sempre a primeira. Gosta dos seus animais e nas turrinhas do miau vê diversão, diz que é o seu gatinho Tobias Gatatão! E vai imaginando, esta menina destemida, sonhando e criando, uma vida bem vivida. Sem medo e com confiança, sempre de olho na esperança. Quando te contarem este conto quando fores maior, não te esqueças da amizade e do amor. Protege a tua família com o escudo e a espada da lealdade, sê sempre honesta, caminha na felicidade. Este conto é como os teus livrinhos que acabam sempre bem, e o final desta história fica entregue à imaginação que o teu maravilhoso coração tem!
O conto da Beatriz Barros
Era uma vez um simples rapaz apaixonado, Por aquela loirinha que passava sempre ao seu lado, Tempos de escola em que namorar era normal, Mas o seu olhar, era tão doce e especial, E foi assim que conheci a tua Mamã, Lá pertinho de escola, naquela maravilhosa manhã, Um amor de adolescentes que cresceu a cada dia, Tão verdadeiro, cheio de amizade e alegria, Os anos passaram, os obstáculos foram ultrapassados, Namorámos muito e acabámos casados, Felizes e com tanto carinho para dar, Queríamos um bebé para poder amar, Tentámos e voltámos a tentar novamente, Tentámos até termos o nosso maior presente, Ao fim de 7 meses, finalmente uma menina na barriguinha, Que cresceu e se fortificou, para nascer tão aprumadinha, Foste uma obra de Deus, a mais linda do nosso viver, Trouxeste-nos alegria em dobro, é uma bênção ver-te crescer, E assim nasceu a mais linda Beatriz, Tão cheia de vida, tão doce e tão feliz, Não te escolhemos, foste tu que nos escolheste para cuidarmos de ti, E os meus olhos encheram-se de lágrimas assim que te vi, Porque soube desde o primeiro instante, Que dali em diante, A nossa história só estava a começar, Quanto ao fim deste conto, deixo na tua imaginação, para que nunca deixes de sonhar e acreditar!
O conto da Nádia
Um menino que tinha 11 dias e que ninguém sabia o que ele tinha, estávamos no hospital e fizeram todos os exames possíveis e imaginários mas nada acusou nada. Certo dia ao final do dia lá fomos fazer um exame mais específico e lá descobriram que tinha um bichinho malandro no osso do cotovelo, passamos uns dias na cama do hospital mas quando chegamos a casa estava a nossa família a nossa espera com muitos mimos e beijinhos.
O conto do Salvador Costa
Era uma vez uma mamã que andava bastante triste porque ultimamente não tinha muito tempo para estar com o seu filho e o que ela mais gostava era poder passar tempo com ele, mas durante a semana entre o trabalho, a escola e todas as tarefas quase que não tinham tempo para estarem juntos. Quando chegava o fim de semana ou algum dia de festa aproveitavam para passarem esse tempo em família. Aproximava-se o fim de semana e decidiram ir a uma vila próxima onde havia uma festa. Era uma festa muito bonita onde haviam atuações para meninos e meninas, música para todos, uma barraquinha de gelados, etc. Na festa também existia uma barraquinha onde estava um senhora vestida de negro com um gato preto muito brilhante nas suas pernas. Então a mãe e o filho decidiram ir ver o que a senhora estava a vender ... - Chamo-me esperança e sou uma bruxa boa, ajudo algumas pessoas para que sejam mais felizes. Tenho estes pós mágicos embora nem sempre tenham os mesmos poderes, depende muito da pessoa que os utilize. Esse pó as únicas pessoas que podem usar são as mamãs. Pareceu-lhes muito interessante ... será que poderiam conseguir que surgissem muitas doces ou brinquedos, quem sabe! Então a bruxa Esperança disse-lhes que para experimentarem esses poderes, a criança apenas teria de dar um beijo à bruxa. - Mas mamã é que a bruxa é muito feia, é uma bruxa mãe ... tenho medo! - Pois filho, a mim parece-se uma velhota muito simpática. Só tens de lhe dar um beijo se quiseres, ninguém te obriga. - Está bem mãe, na verdade parece uma avózinha ... muahhh! Depois do beijo a bruxa deu-lhes uns pós mágicos e disse-lhes que na mesma noite a mamã poderia experimentar os seus poderes. Escureceu e a mãe decidiu esfregar um pouco dos pós nas suas mãos mas não aconteceu nada. Como não se passava nada a mamã deu um beijo de boas noites à criança e dormiram os dois. Foi aí que a magia começou a funcionar: a mãe começou a sonhar com o seu filho, estavam num país fantástico com toda a família. E não só, ela e a criança sonhavam que estavam numa fantástica aventura de piratas com a sua família, era muito divertido. Na manhã seguinte explicaram tudo e não paravam de dizer que estes pós mágicos eram fantásticos pois todas as noites podiam viver diferentes aventuras juntos ao mesmo tempo que se divertiam. Foi assim que a Bruxa Esperança ajudou esta família a ser mais feliz, pois cada vez que estavam tristes esfregavam os pós e durante a noite passavam todo o tempo juntos numa grande aventura!
O conto da Margarida
Era uma vez uma princesa que adorava cheirar todas as flores. Um dia cheirou uma Margarida e disse mãe está flor é mesmo especial, cheirosa e bonita como chama? A mãe respondeu meu amor têm o teu nome Margarida. A menina muito admirada disse mãe, não sabia que tinha nome de flor mas que feliz que fico.É verdade meu amor para mim és a flor mais bonita que nós plantamos no nosso jardim..
O conto da Maria
Uma menina com um nome de santa, a Maria era uma menina que adorava ir brincar na floresta, adorava os pássaros e todos os animais que lá viviam, ela sempre dizia que o seu amuleto secreto fazia que ela falasse com eles,toda a gente dizia que era mentira e a única pessoa que acreditava era a sua mamã, a Maria além de especial curava os animais a mãe acreditava que ela era santa e especial como mãe de Deus, Maria cresceu a mãe envelheceu mas o encanto é amiga permanece até hoje, passando de filho em filho de neto em neto, prova que a magia nunca morre mas sim renasce no amor que temos pelas coisas. Fim
O conto do Afonso
Era uma vez um unicórnio que se chamava Alex e vivia numa linda ilha onde os contos se tornavam realidade... Parece um sonho, mas para o nosso Alex era um pesadelo!... Em todas as histórias de encantar o unicórnio era o herói que salvava a princesa e castigava os maus! Pobre Alex que era o único unicórnio da ilha!!! Então todas as noites, antes de dormir, e graças a um papa ou uma mamã com pouca imaginação lá ia o Alex para uma nova aventura... Mais uma vez herói, mais uma vez adorado... "Chega" - decidiu. Todos nesta ilha podem realizar os seus sonhos menos eu! O meu sonho é ser o vilão da história!!! E foi nesse momento que pensou: "Se eu não tiver um ar tão adorável, vou começar a ser o vilão das histórias". Então Alex tentou fazer de tudo para perder o encanto... Fazia cara de mau, caretas, rasteiras... Nada. Não resultou. Mais uma noite, mais um conto, mais uma vez o herói... Desanimado foi pedir ajuda ao rei da ilha e pediu-lhe para que o ajudasse a ir viver para outro lugar... O rei respondeu: "Se fores viver para outro sítio deixarás de ser um unicórnio e passaras a ser apenas um cavalo". Alex, espantado, perguntou: "Como é isso possível?" O Rei respondeu: "A nossa ilha é o único lugar no mundo onde a magia ainda existe, onde as histórias de encantar são reais e os unicórnios também. Tu és magia. Nós somos magia. Foi nesse momento que o Alex percebeu que o que pensava ser um fardo era afinal a maior sorte de todas! A sorte de viver num sítio mágico que lhe permitia ser ele próprio: um unicórnio e um herói.
O conto da Micaela
Era uma vez uma menina muito bonita que nasceu em Novembro de 2018 era menina mais perfeita e linda dos papás. A menina chama se micas era a princesa mais linda do país até que um dia começou a crescer e a fazer a suas traquinices de criança, andar, brincar, rebolar entre outras traquinices. Com a idade começou a estudar, namorar, a casar, até que os papás começaram a ficar contas e sua menina linda e perfeita construiu sua carreira profissional de veterinária e uma família linda e maravilhosa.
O conto do Afonso
Afonso ainda não tinha dois anos e meio mas era uma criança curiosa e muito ativa e, pese embora não entendesse muito bem o significado do Natal, fez menção de ir com o avô ao terreno de um amigo escolher um pinheirinho.Tarefa difícil porque não podia ser um qualquer, tinha que ser um que lhe agradasse e que fosse possível colocar no vaso que a avó tinha disponibilizado para o efeito. Duas horas depois já a tarefa estava terminada e, agora, com ajuda do pai lá estava ele na sala de estar, ao canto da lareira. A avó tinha-lhe prometido que no dia seguinte iam os dois à papelaria, perto de casa dela, comprar luzinhas, fitas, bolas e enfeites, para o decorar, mas Afonso estava triste. O seu pinheirinho era um pinheirinho lindo, de grandes folhas verdes, e de braços abertas à claridade das manhãs mas, assim, despido, parecia triste e abandonado. Afonso olhou para o céu. Estava muito estrelado e lá bem ao fundo reparou que uma das estrelas cintilava mais que todas as outras. Foi, então, que resolveu chamá-la: estrelinha, estrelinha, estrelinha...uma, duas, três vezes… Afonso não queria aprender a brilhar como aquela estrela, nem queria ser desejado ou ser visto na noite escura, queria apenas que aquela estrelinha, tão brilhante, que acabara de descobrir no céu descesse para o topo do seu pinheirinho. Pareceu-lhe que a estrela lhe sorriu divertida e deve ter adivinhado o que passava na sua cabeça, pois, nesse mesmo instante, ela desceu do céu e foi colocar-se no ramo mais alto do seu pinheirinho que ficou, de imediato, cheio de luz. Existe sempre uma estrela a brilhar, mais que as outras, no coração de todas as crianças.
O conto da Joana Conceição
Era uma vez um reino muito distante chamado Corine de Farmer. Um reino com flores de algodão coloridas, vales verdejantes, casinhas pequeninas fofinhas onde viviam os ursinhos coloridos com uma magia especial. Todos os dias, eles com a sua magia produziam o creme mais maravilhoso para os bebés. O chefe do reino era o Corfarmer, o criador deste creme divinal que fazia todos os bebés sorrir de alegria. Até que um dia, algo correu mal, a magia desapareceu. Não havia creme para os bebés sorrirem, uma tristeza se espalhou pelo reino. As cores do reino modificaram-se e os ursinhos não sabiam o que fazer. Os bebés só choravam. Até que o Corfarmer, pediu ajuda aos seus amigos para irem buscar ao coração, o amor que os bebés sentiam pelos cremes Corine de Farmer para a magia funcionar. Assim aconteceu, a magia se espalhou novamente pelo reino Corine de Farmer e alegria poisou nos bebés. Corfarmer ficou tão contente que começou a produzir perfumes de encantar.
O conto do Ricardo
Era uma vez, uma bisavó muito querida e que o seu maior sonho era conhecer o pequenino Ricardo. Numa bela tarde, chegou uma cegonha e levou a bisavó até ao céu. Ela agora todos os dias olha para nós lá de cima e dá-nos força como os super heróis. “ Um segredo cá para nós, ela é a mais forte que conheço de todos os super heróis mas não contes a ninguém.” . Vitória vitória acabou-se a história. Com pózinhos de prelim pim pim a história chegou ao fim!
O conto da Beatriz
Uma menina chamada Beatriz. Ela era muito bonita, com o cabelo castanho e olhos brilhantes. Os fins de semana eram os seus dias favoritos, passava-os em casa da sua avó. A casa da avó, estava sempre cheia de gente, tinha muitos brinquedos e muito espaço para brincar. Mas o mais importante era o Santi e o Haribo, o seu primo e o cão.Apesar de todos membros da familia serem importantes, o seu foco era esse. As aventuras eram muitas, até porque estaca na altura de deacobrir o mundo. Adorava o triciclo. Brincar é tão bom e estamos sempre a tempo de descobrir o brilho do mundo. Tenhamos sempre o espírito de criança, a sua inocência e a sua curiosidade.
O conto do Manuel
Era vez uma velhota que morava sozinha numa vivenda com um grande quintal, quem lá passava cheirava o aroma a flores que pairava no ar. No quintal havia todo o tipo de flores e plantas todas saudáveis e viçosas. Era tudo muito lindo, mas quando a velhota saía para regar as plantas, as pessoas ficavam muito admiradas e a pensar que a velhota já não estaria boa da cabeça, porque ela falava com as plantas enquanto as regava. Um dia, um menino apaixonado estava a subir a rua quando se deparou com a casa cheia de flores e tocou à campainha para pedir a licença de cortar uma rosa para oferecer à sua amada. Quando lhe abriram a porta era a velhota quem estava frente a frente com ele era a velhota com um sorriso na cara. O rapaz perguntou-lhe se podia tirar uma flor para oferecer à sua namorada ao que a velhota respondeu com um ''Entra''. O rapaz entrou e sentou-se num banco de madeira que ali estava e a senhora foi buscar um regador e começou a contar as suas histórias. O rapaz envolveu-se tanto no enredo da história que se esqueceu o que o tinha levado até ali. Desde esse dia o rapaz passou a ir todos os dias depois da escola para casa da velhota para ouvir as suas histórias. Nunca ninguém tinha parado e ouvido o que a senhora dizia ali sozinha, o rapaz fora o primeiro e não se arrependera de conhecer a melhor contadora de histórias alguma vez vista.
O conto do Valentim
Era uma vez uma família feliz mas incompleta. Faltava o número 3... Os manos pediam aos pais um novo irmão. Era uma família de Valentes de nome e assim surgiu o nome Valentim. Nao sabendo ainda se seria menino ou menina ou até quando viria ao mundo. Na verdade o Amor já crescia de dia para dia. Este conto é para o nosso número 3. No dia que chegares estaremos completos!
O conto da Margarida Rodrigues
Era uma vez um menino chamado João que nasceu muito pobre. Tão pobre que a mãe não tinha comer para lhe dar e o deixou num convento de freiras com outros meninos. Mas, este menino era diferente. Todos os meninos cheiram a alguma coisa. Este não cheirava a nada. Além disso, não mostrava carinho por ninguém. Andava sempre longe dos outros meninos e isso fazia com que eles não se aproximassem, nem gostassem dele.As freiras perguntavam “-Porque não brincam com o João?” Eles respondiam:“-Não gostamos dele. Ele é estranho,não cheira a nada, temos medo dele”. Os anos passaram e o João cresceu, e descobriu que apesar de não cheirar como os outros meninos, cheirava todas as coisas muito melhor do que eles. Descobriu isso a brincar no jardim. Pensava no cheiro das rosas e de olhos fechados chegava até elas. Pensava nos malmequeres e conseguia chegar junto deles.Nenhum dos outros meninos conseguia fazer isso.Ele conseguia e passava horas no jardim a descobrir o cheiro de todas as flores. Quando já as conhecia uma a uma, começou a misturá-las e a fazer perfumes com elas.Esses perfumes ficavam bem arrumadinhos numa caixinha para ninguém saber que ele guardava este segredo. Mas, um dia, um menino curioso abriu a caixa e descobriu os perfumes. Foi a correr mostrar aos outros. Todos gostaram tanto do cheiro do perfume que ganharam coragem e perguntaram: “–João, cheira tão bem, podemos tirar só um bocadinho?” ele, ainda espantado por se terem aproximado disse “–Sim, podem. Fui eu que fiz, por isso podem tirar quanto quiserem. Eu posso fazer mais, até consigo fazer diferentes”. “-Eu gosto tanto de rosas, queria tanto ter o cheiro delas dentro de um frasquinho para não ter que vir sempre ao jardim quando as quiser cheirar…fazes um perfume para mim?” pediu uma menina. “-E para mim também podes fazer?” Um a um, meninos e meninas, todos pediram ao João para lhes fazer um perfume. Foram buscar as flores e ficaram durante horas a ver como o João as juntava até chegar ao perfume. Descobriram que afinal o João podia não cheirar, podia ser diferente deles, mas isso não era motivo para não gostarem dele e muito menos para terem medo. E o João, que estava sempre sozinho gostou da companhia dos outros meninos. No final ele deu um perfume diferente a cada um. “Obrigada João!” disseram. E para lhe agradecer deram-lhe um grande abraço. O menino que não cheirava a nada, começou a reparar que cheirava agora a qualquer coisa… cheirava a um bocadinho de cada um dos outros meninos depois do abraço. Esse perfume nunca mais saiu! É por isso que se abraçam os amigos e as outras pessoas de quem gostamos. Assim, damos um pouco de nós e ficamos com um bocadinho dos outros. Não é perfume, mas tal como ele fica no corpo,o amor e carinho ficam no coração e nunca mais de lá saem...
O conto do Manuel Dezoito
Era uma vez o meu tetravô, ele chamava-se Manuel e... um dia teve a missão de encontrar a saída de uma gruta da Nazaré para o mar. Era uma façanha muito difícil, mas ele aceitou, porque era um homem destemido e corajoso. Quando o dia chegou apresentavam-se vários homens com o mesmo intuito do meu tetravô. Cada vez mais homens entravam naquela gruta, dezessete desses desapareceram naquela imensidão de água, estalactites e estalagmites. A sua vez tinha chegado era o décimo oitavo a lá entrar. Passado algum tempo ele saiu naquele mar agitado da Nazaré que agaro sabia a vitória e triunfo. Ficou tão contente que mudou o seu nome para Manuel Dezoito e deu esse mesmo nome para o seu filho que também chamou o mesmo ao filho que deu o nome de Manuel dezoito ao meu avô. Esta história foi passada de geração em geração foi-me contada pelo meu avô, é por isso que eu e tu nos chamamos Manuel e também é daí que vem esse teu apelido tão incomum.
O conto do Benedito
Era uma vez uma familia que vivia em uma folha de caderno. Ultimamente estavam tristes e andavam a reclamar. Virgulino, o mais velho, estava chateado pois acreditava que freiava a vida das pessoas. Exclamaria, bonita e elegante, se sentia envergonhada pois falava alto mas não gostava de chamar a atenção. Interrogatorita, a rapariga mais jovem, se sentia burra porque estava sempre com uma dúvida na cabeça e o Pontito, o bebé da familia, se sentia frustrado pois sempre que chegava encerrava as conversas. Cansados de viver entre linhas decidiram viajar para uma folha em branco. Lá experimentaram uma sensação de liberdade nunca antes sentida. Pularam, rolaram, cantaram, gritaram, calaram, freiaram, andaram, correram, dançaram. Puderam viver do jeito que queriam, longe das regras e sem restrições. Conseguiram então enxergar a vida desde outro ponto de vista, tornando-a mais leve e positiva. Virgulino se deu conta de que suas pausas eram importantes para dar sentido e ritmo à vida das pessoas. Exclamaria percebeu que não deveria se preocupar com a opinião dos outros, pois sua energia trazia alegria e empolgação. Interrogatorita compreendeu que suas dúvidas a tornavam uma pessoa mais sábia. E, por fim, Pontito já não se sentia mais frustrado. Ele entendeu que seu papel era fundamental, pois seria dele a honra de encerrar este conto.
O conto da Mafalda
Era uma vez uma menina pequenina chamada Sofia. Todo o seu mundo era cor de rosa, cheio de magia e encantos. Todas as noites ela sonhava com a fada dos dentes, o seu maior desejo era conhece-la. Sofia contou o seu desejo à irmã Maria, então, ela nessa noite pediu ajuda aos amigos para realizar-lhe o sonho. Sofia dormia tranquila, enquanto Maria ajudava o Martim a vestir-se de fada dos dentes, para subir ao telhado. A Margarida treinava na flauta para tocar junto da janela da Sofia enquanto a Beatriz espalhava pétalas pelo corredor enquanto esperava pelo sinal para acordar Sofia para lhe mostrar toda a surpresa. Maria deu o sinal e ela foi então ao quarto e chamou pela Sofia, e a menina sonolenta acordou e ouviu o som leve e tranquilo da flauta que a fada dos dentes tocava do lado de fora. Então ela levantou-se e foram juntas ao jardim. Sofia olhou para o telhado e viu a magia no ar, a fada dos dentes estava lá. Ela fixou encantada pelo seu brilho que era maravilhoso. Tudo o que Sofia mais sonhava estava perante si, a alegria não cabia dentro dela, ela estava feliz e realizada. A fada desapareceu e Sofia foi para quarto na esperança de sonhar com a fada dos dentes novamente. Sofia só dizia para si mesmo que aquela, era a melhor noite da sua sua vida ?
O conto da Catarina
uma gotinha de água, muito atrapalhada, que vivia numa linda e suave nuvem. Ela era a única, da sua família, que nunca se atrevera a saltar para na Terra aterrar, tinha medo de se perder e à nuvem não conseguir voltar. Todos lhe diziam: - Não tenhas receio, vais gostar... Mas, a gotinha preferia na segurança da nuvem ficar, achava que ali é que era o seu lugar. Um dia a sua nuvem subrevoou um arco-íris que encantou a nossa gotinha e a fez desejar por ele escorregar. Então, cheia de coragem, lá foi ela numa colorida viagem. Aterrou na Lagoa das Setes Cidades e ficou tão deslumbrada que decidiu nela viver, o local era tão belo que todas as gotas da sua nuvem, quando a foram visitar, decidiram lá ficar. Querida Catarina, sabes que brevemente, também tu à Lagoa das Sete Cidades irás e as mais deslumbrantes gotas de água vais contemplar. Será que dos Açores também tu não vais querer regressar?
O conto do Gaspar Vicente
Era uma vez um príncipe que se chamava Gaspar. O Príncipe Gaspar vivia sozinho num castelo, até que um dia ia a passear pela floresta e encontrou uma menina. A menina não tinha família, vivia sozinha com o seu Bô. O Príncipe Gaspar convidou a menina e o Bô para irem viver para o castelo pois assim já não iam estar sozinhos. A menina assim fez, assobiou e o Bô veio a correr e a ladrar de felicidade, pois afinal de contas iam ter uma casa! Já no castelo, na cama a menina disse ao Bô, consegues ver as estrelas? O Bô olhou pela janela e abanou a cabeça. A menina disse: Cada estrela é um beijinho da minha mamã e do meu papá,o que significa que eles me amavam muito!! Um dia também vou gostar tanto de alguém que os meus beijinhos se vão transformar em estrelinhas!!!
O conto da Melina Souza
Era uma vez uma garotinha que tinha a imaginação nas alturas. Um dia acordava a se sentir bailarina, noutro era um grande dinossauro. Um dia era piloto de avião, noutro era um macaco muito travesso que vivia empoleirado no colo da mamã. Para aquela pequenina não existiam limites à imaginação. A leveza de ser criança tem dessas coisas. Nós podemos ser o que quisermos. Quando cresceres, pequena flor, não te esqueças que A imaginação pode te levar a qualquer lugar. Basta sonhares!
O conto do João Dinis
Era uma vez uma rainha que estava grávida do seu príncipe. O príncipe era um bebé muito desejado tanto pela rainha como pelo rei. Durante a gravidez, às 24 semanas, a rainha começou a ter dores e foi ao médico para saber o que era. Era o príncipe, que queria tanto conhecer os papás que já queria sair. O príncipe, mesmo dentro da barriguinha da mamã, ouvia tudo o que a mama dizia, então ela disse lhe "meu amor, espera mais um bocadinho na barriguinha para nasceres forte, e ficares sempre com a mamã, já te amo tanto", e assim foi. Passadas 10 semanas, 10 longas semanas em que a rainha teve de ficar quietinha na cama, o príncipe, de seu nome, João Dinis finalmente nasceu e conheceu os papás. Era tão pequenino, tão fofinho. É realmente um amor para a vida toda.
O conto do Rui
Era uma vez um ratinho lindo muito pequenino que fez a sua mamã chorar muito quando nasceu. A mãe chorou com medo, com alegria, com amor e muito orgulho. Esse lindo ratinho era um bebé muito pequenino que estava a perder muito peso e nasceu com um problema nas pernas. Com muito carinho e amor, o nosso ratinho cresceu e com um ano superou todos os seus problemas e deixou a mãe e o pai super felizes. Hoje com dois lindos é um bebé super saudável e rebelde... Só faz disparates mas dos saudáveis. :)
O conto da Paloma
uma rapariga chamada erica que sonhava ser mae e um certo dia essa rapariga encontrou o seu princepe encantado e afim de muito tempo eles tentarem fazer um filho e ai nesse momento a erica so pensava em ter um filho e ai o seu desejo realizou e foi o dia mais feliz da vida do casal e entao esse tal casal quis dar o nome a filha de paloma margariga moniz oliveira e a data tava prevista para dia 11-02-2019 ela tava muito ansiosa so pedia a deus para que ela nascesse o mais rapido possivel para ter a paloma nos braços e chegou janeiro ja tava de 35 semanas de gravidez e chegou o fim do mes e a paloma nasçeu e foi ai ficarem feliz para sempre.
O conto do Gonçalo
Era uma vez um anjinho , lindo e meigo super paciente , este anjinho espero cerca de dois aninhos até descer ao pé dos papás, esperou os papás organizarem a vida , esperou os papás casarem e enfim desceu para poder vir dar todo o amor possível.. e que Amor meu Deus. Este anjo chama se Gonçalo foi pensado detalhadamente , leva mos muito tempo até ele estar entre nós, mas agora eu e o meu Marido sabemos o que realmente é o amor ? tantos planos , tantos passeios , ser mãe deste anjinho foi o melhor que Deus me deu, foi o melhor que aconteu ?
O conto do Artur
Um sapateiro que trabalha muito, mas o dinheiro era pouco e mal chegava para o essencial. Junto à sua oficina morava um homem rico, que o resolveu ajudar. Mandou fazer um grande bolo, cheio de moedas de ouro e enviou-lho de presente. Algum tempo antes a mulher do sapateiro tivera mal e o médico da aldeia atendendo à sua pobreza, tratara-a de graça. O sapateiro achou que seria uma maneira de agradecer ao médico e ofereceu-lhe o bolo. Algum tempo depois o homem rico perguntou: - Então o bolo soube-lhe bem? - Nem o provei, como devia um favor ao Sr. Doutor, dei-lho, mas estou-lhe grato como se o tivesse comido. - Pois, fez mal visto que o mesmo estava cheio de dinheiro. Nisto entra um pescador e diz: - Amigo sapateiro, o mar está bom, mas as minhas redes estão rotas, consegue ajudar-me a remendá-las? Como tinha um bom coração o sapateiro largou o seu trabalho e ajudou o pescador. Na manhã seguinte e como a pesca fora muito abundante, o pescador trouxe-lhe um grande peixe, como sinal de gratidão. A mulher do sapateiro destinou-o para a ceia e ao abrir-lhe a barriga encontrou uma grande pedra brilhante. No dia seguinte o sapateiro levou-a ao joalheiro e este em troca deu-lhe vários sacos de dinheiro, pois era um diamante raro. O pobre homem, passou a ser um homem rico e nunca se arrependeu de ter dado o bolo ao Médico, pois quando damos algo de coração a vida incumbe-se de nos compensar.
O conto do DINIS
Uma menina que se apaixonou perdidamente pelo seu sapinho, namoraram muito e decidiram casar. Pouco tempo depois a menina já não era menina mas sim uma mulher com o desejo de com o seu sapinho terem um filho eles queriam tanto esse menino. Mas a vida prega muitas partidas e de cada vez que não conseguia a mulher chorava e o seu sapinho confortava até que passados muitos anos muitos tratamentos muitas picas uma estrelinha que citinlava como nenhuma outra decidiu alegrar este casal é então no tratamento houve uma confirmação a estrelinha morava dentro da barriga da futura mamã. Quando nasceu toda a família rejubilou de alegria pois o milagre nasceu e iria iluminar as suas vidas, mas era uma estrelinha traquina cheio de aventuras por desvendar continuem atentos e pode ser que vos continue a contar.
O conto da Madalena Pilar
Uma sementinha que foi gerada na barriguinha da Mãmã com muito amor e carinho pelos Papás.No ventre da Mãmã desenbrulhou durante 9 meses para se transformar numa Bébé saudável e feliz.Aguardavamos anciosamente o teu nascimento para te beijar e amar até nunca mais acabar este sentimento profundo de amor profundo que vai durar uma vida inteira.Termina a história com um final feliz com uma família unida e amada.
O conto do Pedro
um Rei e uma Rainha que viviam num lindo castelo, com um lindo jardim. No entanto, ambos estavam muito tristes. Os tios, preocupados, tentaram de tudo para que a alegria voltasse àquele reino. Levaram-nos a ver uma cantora muito famosa. Mas eles continuavam tristes. Levaram-nos então ao circo a ver palhaços, trapezistas e outras coisas muito engraçadas. Mas eles continuavam tristes. Organizaram também um grande churrasco com muita animação e amigos. Mas a verdade é que eles continuavam muito tristes. Certo dia, uma cegonha que ia a passar naquele reino reparou naquela tristeza toda. E parou à janela do Rei e perguntou-lhe. "Porque é que tu e a Rainha andam sempre tristes?". O Rei contou-lhe então que já há algum tempo que ele e a Rainha procuravam ter filhos, mas que o tempo passava e nunca mais chegava o príncipe sonhado e ansiado. A cegonha escutou e depois disse ao Rei, que os ia ajudar, pois sabia que eles eram bons e amados e estimados por toda a família do reino. Ela própria iria a Paris à fábrica dos bébés buscar o seu príncipe para que daí em diante a alegria reinasse no seu reino. A rainha e o seu amado esperaram ansiosamente pelo retorno da amiga cegonha e quando o príncipe Pedro chegou, o Rei e a Rainha ficaram felicíssimos. Riram, cantaram e dançaram e em breve, poderem cuidar daquele bébé encantador fez com que sorrissem e desfrutassem para sempre do seu reino verdadeiramente maravilhoso.
O conto da Leonor
um cavalinho que galopava sem rumo e sem destino, nunca tinha encontrado um local onde realmente quisesse ficar. Mas, um dia, sem contar, encontrou uma linda e simpática gatinha que convidou para o acompanhar. A gatinha ficou atrapalhada, mas aceitou fazer a viagem. Eram tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais que nunca mais se quiseram separar. Resolveram casar e deste amor nasceu uma linda flor, a quem chamaram Leonor. E, como em todas as mais belas histórias, viveram felizes e cheios de amor.
O conto da Margarida
Uma rãzinha que vivia numa casa , era feliz, engraçada, tinha outros pequenos animais como amigos, até que num passeio pela floresta descobriu uma casa muito bonita, rodeada de flores, plantas. Mas quem morava lá? Pensou a rãzinha. Bateu à porta, ninguém respondeu, ela , a medo entrou. Ficou encantada com o seu interior. Na sala uma lareira , tudo muito arrumadinho, uma cozinha a brilhar. Quando chegou ao quarto, na cama quentinha, dormia um urso. Não teve medo, e acordou-o. O urso , olhou estremunhado para a rãzinha, e ficou admirado. Uma pequena rã em sua casa ? O que faria lá? Não tinha medo dele? O urso , tentou que a rãzinha, sai-se de casa para que continuasse a dormir, mas ela não saiu. E após algumas tentativas , sem sucesso, o urso deixo que a rãzinha ali ficasse. Algo de mágico aconteceu , o urso foi-se habituando a que a rãzinha fizesse parte da sua vida, explorassem juntos, faziam actividades, brincavam, riam, choravam, passeavam, conviviam com outros animais, comiam juntos, partilhavam um com o outro os feitos e os defeitos, as aventuras , as viagens, as festas, os aniversários, partilhavam a vida. Uma relação especial, magnífica, mágica, em que um não era feliz sem o outro. Amigos de coração para a vida toda!
O conto da Beatriz
uma estrelinha que não queria estar sozinha, apanhou boleia num cometa e aterrou nas asas de uma borboleta. Curiosa, voou de flor em flor, até que saltou para as costas de um pastor, conheceu as ovelhas, bebeu leite e tricotou um cobertor. Curiosa viu uma linda janela iluminada, espreitou e uma bebé viu no berço deitada, nesse dia decidiu que o seu lar tinha encontrado, porque o amor ali não faltava. Onde achas Beatriz que a estrelinha está agora? Ao céu decidiu regressar, para te proteger e guiar, mas fica feliz quando antes de te deitares para ela olhares e lhe acenares.
O conto do Duarte
A família Pereira, que gostava muito de viajar. Eram felizes conhecendo o Mundo, as suas crenças e tradições e só não passeavam mais por motivos económicos! Um dia ganharam uma viagem aos Açores, a este belo arquipélago do outro lado do Atlântico, onde jaz formosas paisagens, uma beleza natural sem igual, criada pela Mãe natureza! Pai, mãe e filho partiram à descoberta de mais uma região tão maravilhosa do nosso país. Carregados com malas e bagagens e ao mesmo tempo, ansiosos pelo desconhecido, partiram de avião, rumo ao arquipélago. O pai tirava as fotos, a mãe cuidava do pequeno Duarte e o benjamim comtemplava as paisagens e fazia travessuras. A sua mãe alertou o seu pequeno para NUNCA se afastar dos pais, pois poderia perder-se no desconhecido. Ele parecia ter aceitado bem o conselho, apesar de ser um menino bem teimoso, ele era perspicaz. Num belo dia de passeio, estavam os três a observar atentamente as paisagens desta ilha tão formosa quando os pais se distraíram por uns curtos minutos e perderam de vista o seu pequeno herdeiro. Numa aflição desmedida, correram em busca do seu “mais que tudo” gritaram pelo seu nome mas foi tudo em vão. Foi uma tarde de desespero, prometendo a si próprios que nunca se perdoariam caso acontecesse algo de mal ao seu pequeno. Choraram desalmadamente, gritaram de dor e desespero, procuraram a ajuda das autoridades, apesar de elas não cooperarem de imediato, pois no final do dia, tinha vindo uma tempestade que não facilitaria os trabalhos de busca. Já sem forças para se aguentar emocionalmente, a mãe partiu novamente à procura do seu filho, sujeita a perder-se também por aqueles caminhos escuros por onde ele tinha desaparecido. Esta acabou por tropeçar numa rocha, cair e fracturar a perna e só conseguiu ajuda no dia seguinte. Por esta altura, não havia ainda sinais do pequeno Duarte. Andava meia cidade à sua procura, até que ao posto da Guarda Nacional Republicana tinha chegado um adulto com uma criança; criança esta que andava desaparecida. Era o pequeno, que após se ter afastado dos pais, perdeu-se e procurou ajuda num turista que por ali andava também a visitar a ilha. Em lágrimas, o Duarte pediu desculpa aos pais por todo aquele grande susto e alarido e jurou não voltar a cometer o mesmo erro, pois a sua sorte foi ter encontrado alguém honesto e amigo que o ajudou. O pai cuidou do benjamim, enquanto a mãe recuperava da lesão na perna e o Duarte aprendeu uma grande lição. Foi um final feliz!
O conto do Duarte Pereira
Um rapaz, de nome Emanuel, que vivia enamorado por uma menina, chamada Liliana! Andavam ambos no liceu, porém a menina vivia focada nos estudos e nada via para além disso. O jovem declarou-se inúmeras vezes à sua amada, mas sem sucesso. A menina após várias declarações deu uma oportunidade ao rapaz, pois começou a ver nele algo que nunca antes tinha visto: a sua beleza exterior e, principalmente, interior. Era um jovem honesto, trabalhador, simpático e lutador. Lutou sempre por aquilo que quis, desde o amor da sua amada, até trabalhar onde sempre sonhou. Foram anos de altos e baixos, com bastantes perturbações emocionais, limitações familiares, entre outros. O seu amor um pelo o outro era tão profundo, que apesar de tantos percalços, conseguiam superar e suportar muitos obstáculos. Ele trabalhava e ela estava a passar uma fase laboral e financeira complicada, mas o amor falou mais alto. Passados 9 anos de namoro, e após alguns pedidos de casamento, Emanuel conseguiu que Liliana casasse com ele. Estiveram casados 4 anos, longe um do outro, devido à atividade profissional de ambos, que não permitiu que estivessem juntos. Até que a jovem Liliana engravidou. Foi um sonho tornado realidade para os dois. Era o bebé mais desejado do Mundo, protegido, amado e acarinhado mesmo sem ainda ter nascido. De nome Duarte, cresceu no ventre da mãe até ao momento de ter que nascer. Era tão preguiçoso que não quis sair! Sofreu e fez sofrer a mãe até ao último segundo do nascimento, pois foram feitos todos os procedimentos possíveis para ele nascer. Foram momentos difíceis, com algumas complicações, até que o pequeno principe veio ao Mundo, lindo e saudável. Fez furor no Hospital, pois era sensacional. Após dia e meio de trabalho de parto e de tanto ter sofrido, a sua mãe ficou extremamente feliz por ter junto a si o seu pequenino! Podia dizer que viveram felizes para sempre... até ao momento, pode-se dizer que sim, mas daqui em diante só o tempo o dirá!
O conto da Clara Abreu
Era uma vez uma bonita bebé de nome Clara a fazer jus ao seu suave tom de pele e ao aos seus olhinhos muito azúis, nascida nas cores da Primavera e com o sol a raiar e a reavivar a natureza e a vida dos seus papás que descobriram toda uma nova luz (clara) nas suas vidas. A Clara sorria e os seus papás viam corações voadores, a Clara abria os olhinhos e os seus papás sentiam-se a flutuar em nuvens de algodão doce, a Clara emitia sons e os seus papás deliciavam-se com a melodia mais bonita que alguma vez ouviram...A Clara cresceu e tornou-se uma linda princesa predestinada a praticar o bem a espalhar o amor pelo mundo com pozinhos de perlimpimpim. O mundo tornou-se um sítio muito mais bonito, onde não faltaria nunca amor e paz entre todas as pessoas e onde todas as crianças eram felizes tal como mereciam. A Clara sorria e o mundo transformava-se num lindo conto de fadas onde o pó de amor inundava todas as fragâncias e atordoava os sentidos de pura felicidade...Quando lhe perguntavam como conseguia espalhar o amor como uma epidemia avassaladora, ela respondia que o amor é a única coisa que ao ser dada se multiplica e que não haveria no mundo melhor presente para dar a quem amamos. Brilha Clara, brilha!!!!!