era uma vez...
O conto da Manuela
Era uma vez, numa floresta gelada no norte, nuns tempos muito antigos, um casal que vivia numa pequena cabana numa aldeia. Para se juntar à família veio um bebé que chamaram Raul. Raul cresceu forte, robusto e muito gentil sendo o orgulho dos seus pais. Numa manhã de inverno, a mãe de Raul estava muito doente e foi preciso chamar o curandeiro da aldeia. Estava infestada com uma doença que apenas era curada com uma canja de galinha, mas em vez de galinha, era necessário chifre de alce. Raul partiu para a floresta para tentar encontrar alces e apenas meia manhã caminhando viu dois alces lutando por uma fêmea muito formosa. Essas batalhas são bastantes perigosas e por vezes os alces partem os seus chifres, deixando a fêmea para o adversário e afastando-se com meio chifre, sendo motivo de chacota para os restantes. Era a oportunidade de Raul conseguir o chifre sem fazer sofrer nenhum alce e esperou os alces retirarem-se e foi recolher o chifre que tinha ficado no chão. Não estava à espera que o alce viesse na sua direção, afastasse-o com a cabeça e destruisse o que restava do chifre. Após alguns minutos frustrado, Raul observou que o alce parecia triste e não se afastava, pelo contrário, estava a aproximar-se devagar pois com a luta tinha ferido a perna e ia deixando um rasto de sangue. Raul não resistiu, rasgou um pedaço da sua camisa e tentou o seu melhor num curativo, levou o alce até ao riacho mais perto para poder beber e alimentar-se da erva que lá crescia. Ficou junto do alce até escurecer e foi-se embora, o que ele não esperava era que o alce o acompanhasse. A mãe de Raul não tinha melhorado e o pai desesperado disse que partiria o chifre ao alce nem que isso implicasse a morte do animal. Raul gostava do alce e não queria que nada de mal lhe acontecesse e pediu ao pai que se acalmasse e tentou partir um pedaço do chifre, mas sem sucesso. Voltou a tentar mas era impossivel e ele não queria magoar o alce ainda mais. Falou com o pai explicando e dizendo que não tinha desistido e que com o nascer do sol partia novamente à procura de restos de cofre. O alce, numa corrida mancada, bateu contra uma árvore partindo o restante chifre, mas não o partiu desta vez. Raul nem hesitou, pegou no chifre e fez a sopa para a sua mãe. Na manhã seguinte, a mãe de Raul estava muito melhor e ansiosa para conhecer o alce, mas este tinha desaparecido. Com o regresso da primavera, regressou também o alce, desaparecido durante o inverno, mas com uma armadura maior e mais bela que a que tinha perdido e as pernas curadas! Os restantes alces, com inveja da armadura nova do amigo, começaram a fazer o mesmo e é por isso que todos os anos ao cair das folhas, os alces deixam cair os seus chifres e quando nascem as flores, eles crescem maiores e mais belos que no ano anterior!
O conto do Daniel
A ZIZI QUER UM CHOCOLATE Quero falar-vos da ratinha Zizi. É uma pequena ratinha que tem a casa numa árvore do Parque Municipal. Um dos amigos dela é o esquilo Didi. Costumam brincar junto do lago do parque. É um lago muito bonito, com cisnes brancos. As pessoas costumam lá ir e mandar pão seco para os cisnes comerem. E dessa comida, há sempre pedacinhos para a Zizi e o Didi. - Eu gosto de pão – disse o esquilo Didi. – Mas prefiro chocolate. - Chocolate? - perguntou a ratinha Zizi. – O que é isso? - Nunca provaste? – respondeu o Didi. – É a melhor guloseima do mundo. Espera, que eu arranjo um pouco. Ali perto, vinha um rapaz a comer uma tablete de chocolate. Então, o esquilo Didi pôs-se à frente do rapaz e meteu-se de pé, todo empinado, a mexer as patinhas da frente. O rapaz achou graça àquele esquilo malandro e deu-lhe um pedacinho de chocolate. O Didi ofereceu um pouco à ratinha Zizi, que comeu um pouquinho. - Humm, é delicioso – disse a Zizi, lambendo os dedos. – Quero mais! A ratinha Zizi olhou à volta e viu uma velhinha a comer uma pequena barra de chocolate. - É a minha vez de tentar o truque do Didi – disse a Zizi, entusiasmada. Decidida, a ratinha Zizi pôs-se em frente da velhinha. Empinou-se e ficou sobre as duas patas de trás, como tinha visto o Didi fazer. Mas a reacção da velhinha não foi bem a que a Zizi esperava: - Um rato, meu Deus, um rato! – gritou a velhinha, que desatou a correr dali. - Um rato, e depois? - disse a ratinha Zizi para o amigo, zangada. – Um esquilo é como um rato, mas com uma cauda mais bonita. E assim, a pequena Zizi não voltou a aventurar-se mais a pedir comida às pessoas. Mas como o esquilo Didi era um bom amigo, sempre que conseguia chocolate, dava um pouco à sua amiga Zizi.
O conto do Daniel
A Vila dos Ratinhos O Gato Jeremias não era bem como os outros gatos. Ele gostava de ratos. Mas não da maneira que os outros gatos gostam. Não, o Jeremias gostava deles…. ma como amigos. Mas como foi o Jeremias fazer amigos tão diferentes dele? Tudo começou porque ele gostava de queijo. Um gato a gostar de queijo? Bem, o queijo é feito com leite, e os gatos gostam de leite. E um dia, onde se lembrou ele de arranjar queijo? Ele tentou tirar o pedacinho de queijo que estava numa ratoeira. Encostou o focinho ao queijo, e num estalo com os bigodes presos ficou. Que bela asneira. Nesse tormento estava o Jeremias, com a ratoeira pendurada nos seus queridos bigodes, quando um jovem ratinho se aproximou dele para o ajudar. Era corajoso, aquele roedor, que se chamava João Ratinho. Para ajudar o Jeremias, o João o seu pai foi chamar. E lá voltou o ratinho, acompanhado de seu pai, que era artista a fazer tocas de ratos, e a desmontar ratoeiras num ai. Uma colher de chá dobrada para fazer de pé-de-cabra, e um movimento de balancé, e pronto, estava o gato livre e os seus bigodes intactos. Jeremias, como gato educado que era, agradecido ficou, e amigo do João Ratinho acabou. Falando com o seu novo amigo, ficou a saber que os ratinhos viviam sempre com medo de serem apanhados, com ratoeiras em cada esquina. Eles eram espertos, mas cansados daquela sina. Mas Jeremias sabia dum lugar especial para o João e a sua família morarem: o quarto do comboio. O dono do Jeremias tinha um comboio em miniatura, que andava e tudo. E havia um quarto onde o dono construíra, para o seu pequeno comboio, uma pequena vila, feita com pequenas maquetas. Essa pequena aldeia em miniatura tinha uma estação de comboios, uma escola, várias casinhas, e até um parque com um coreto. O João Ratinho já conhecia esse lugar, pois costumava ir para lá brincar, e adorou a ideia de ir para lá morar. E como o dono, muito ocupado, poucas vezes lá ia, os ratinhos só precisava de se esconder nessas poucas alturas. E assim os ratinhos teriam um belo lar. E foi assim, que por ideia dum gato, nasceu a Vila dos Ratinhos. Por vezes, o dono do Jeremias estranhava o comboio não estar no mesmo lugar. Nem ele sonhava que um certo João Ratinho aprendera a conduzir o comboio e com ele andava a passear. E giro foi quando o filho do dono, o pequeno Miguel, descobriu. Mas isso é outra história.
O conto do Santiago
Era uma vez uma mãe apaixonada... Desde a primeira batida eu fiquei toda derretida, eu vi-te nascer e a minha força veio do fundo. Eu não me confundo, por ti eu luto, eu brigo, eu enfrento o mundo. Entraste neste mundo sem saber o quanto eu, o pai e o mano te desejavamos. Fazemos de tudo para te proteger, para ganhares confiança e nunca perderes a esperança. E nesta batida segue o ritmo da música e dança. Vais ter a tua liberdade, eu também já tive a tua idade. Por mais que tape os olhos irei saber sempre a verdade. Até mesmo quando for velhinha vou-te amar tanto e saber que não estarei sozinha. Na tua companhia o teu riso é a nossa alegria, estamos no jardim a ver-te brincar e junto celebramos o quanto foi bom vires para o nosso lar.
O conto do Noa
Um casalinho de Prioulos que adorava viajar e um certo dia sonharam conhecer o Paraíso! Juntaram algumas palhinhas e voaram rumo ao paraíso Micaelense que tanto ouviram falar. O casalinho de Prioulos ficou tão encantado com as paisagens verdes exuberantes que avistavam, jardins coloridos nunca antes vistos e um mar a perder de vista, era pura magia! A sua alegria e felicidade era tal que rodopiavam e chilreavam o tempo todo como se dançassem embalados pela brisa marítima que se fazia sentir no alto da colina onde avistavam a mais fantástica e mágica Lagoa do fogo ao entardecer quando o Sol se deleitava no horizonte. A sua alegria era tal, que passaram os dias a voar para cá e para lá como se crianças fossem, ansiando um dia poderem conhecer as outras sete maravilhas e Pico!.
O conto do Artur
Era uma vez o avião que não voava. Havia um avião chamado Micuiguiu que era tão preguiçoso, mas tão preguiçoso que nunca tinha sequer tentado voar. Em vez de voar, andava na estrada com os outros carros, mas as suas enormes asas eram um problemas, pois batiam em todo o lado. Certa noite a avião sonhou que voava em direção ao sol, atravessava as nuvens, brincava com os pássaros e chegava a um lugar maravilhosos que tinha muita areia, muita água e fazia muito calor. Era um sonho tão real que quando acordou só pensava naquele lugar que não conhecia. Então decidiu que tinha que encontrá-lo, tinha que saber como se chamava. O pequeno avião preparou-se então para o seu primeiro voo. Já sabia como se fazia porque via os outros aviões todos os dias a voarem, então esticou as suas asas e arrancou a toda a velocidade. De repente sentiu que as suas rodas já não tocavam no chão. ESTAVA A VOAR!!! Adorou a sensação do vento a bater nas suas asas e sentiu uma alegria enorme. Estava quase a chegar às nuvens quando encontrou um corvo chamado Lu. Explicou ao Lu o seu sonho e o pequeno corvo disse. - Já sei o que procuras, tens que ir sempre em direção ao sol. Depois encontrarás em lugar quente, com muita areia e água. O Micuiguiu estava radiante, agradeceu ao Lu e avançou a toda a velocidade em direção ao sol. De repente, começou a sentir uma aroma totalmente diferente das que já conhecia. Admirado, perguntou a outro avião que passava ali ao lado. - Este aroma é do mar, respondeu o outro avião. Micuiguiu queria saber o que era o mar, mas antes de perguntar já o outro avião tinha ido embora. De repente, estava a ver à sua frente o local especial dos seus sonhos. Tanta areia e tanta água junta. Como era possivel tanta água e tanta areia, pensava ele. Na areia encontrou um grande pássaro e perguntou-lhe. - Como se chama este sítio? O pássaro admirado, respondeu. - Então, isto é a praia... O Micuiguiu respondeu. - Ahhh, então foi isso que eu sonhei, com a praia. Que lugar lindo... A partir desse dia o Micuigui nunca mais parou de voar, de descobrir o mundo e tornou-se famoso por isso. Agora já não era conhecido como “O avião Preguiçoso”, mas sim o “Micuiguiu o Explorador dos Céus”...
O conto do David Vitorino
Era uma vez um planeta especial, recheado de coisas boas que mais parece um festival. Que bom, que bom, que neste escuro Universo, exista um ponto azul vestido de florestas e oceanos. Por isso vou-te falar de uma amiga que tenho, que veste tão bem de verde e castanho, usa um perfume que é do melhor e dá-me sombra quando está calor... se ainda não sabes que amiga é esta, vou-te apresentar a amiga floresta. Os dias por lá nunca são iguais, serve de casa a muitos animais, tem também rolas e pardais, tem muitas flores coloridas, tem abelhas e formigas , as cigarras também por lá vão cantando e as formigas vão trabalhando. Mas esta amiga floresta anda com medo e no outro dia contou-me um segredo, que se não a limparmos e dela cuidarmos, um dia poderá desaparecer. Gostava também muito de passear na praia, sem ter de me preocupar, na culpa que temos do lixo que todos fazemos, ali mesmo à beira-mar. Gostava muito de poder brincar na areia, até o sol se despedir, mas na maré-cheia apanho lixo e nem me posso divertir. Mas sonho um dia encontrar uma estrela, uma estrela do mar, só para falar com ela e perguntar, como é o fundo do mar. Gostava de poder convidar a estrela, gostava de a conhecer, mas com tanto lixo na praia, tenho vergonha de a receber. E mais, segundo dizem, na rua do vizinho, algo está para acontecer, o caixote do lixo ontem foi visto, rua abaixo a correr. Mas sabes, isso também não me espanta, todos os dias lhe abrem a tampa e é só garrafas vazias, pilhas, papéis e cartão. Mas agora, agora o lixo zangou-se, a tampa fechou-se e o lixo disse que não! E sabes porquê? Porque cada coisa é no seu lugar, para o lixo não se zangar e todos vão aprender, aprender a reciclar. Garrafas no vidrão, pilhas no pilhão, papéis no papelão ou o lixo diz que não! Por isso David, fecha os olhos e não te esqueças, que esta é a nossa casa, por aqui a girar há tantos anos imensos... Esta Terra que gira, mas que também sente, vive e respira como a gente. Vamos então cuidar dela todos juntos, por nós, vamos cuidar desta Terra que é de todos nós! Temos também de parar para ouvir a sua voz e vamos cuidar dela como ela cuida de nós!
O conto do Artur
Era uma vez o bebé Artur. O bebé Artur era muito... curioso! Sempre que via algo novo, queria saber o que fazia, como funcionava, o que tinha dentro... Esta "curiosidade" tinha um lado bom e um lado mau. Era bom porque aprendia muito. Era mau porque provocava situações um pouco... embaraçosas! Como aquela vez que destruiu o carro telecomandado que a vovó lhe dera para saber o que o fazia andar sozinho. Ou como a outra vez quando abraçou o boneco de neve dum desconhecido para ver se o conseguia aquecer. Ou ainda como quando abriu a barriga da boneca de trapos novos da sua prima Rita para saber se realmente comia o que ela lhe dava! Bom, mais cedo ou mais tarde, era perdoado, mas quem o conhecia ficava, por vezes, um pouco assustado! Com o tempo e para evitar estas situações, o Artur deixou de ser tão... curioso. O tempo foi passando e chegou a altura em que tinha de decidir o que seguir na escola. Perguntaram-lhe o que queria ser e ele começou a pensar no que mais gostava... e concluiu que era saber como as coisas funcionavam, claro! Foi fácil escolher e, uns anos depois, o Artur era um cientista de renome! Agora, quando a família se reunia, em vez de ficarem assustados, todos lhe pediam para abrir coisas e descobrir o que faziam, como funcionavam, o que tinham dentro!
O conto do Bruno
Era uma vez um lindo e contagiante Sorriso. O Sorriso iluminava todos os lugares por onde passava. Numa bela manhã, o Sorriso decidiu passear num belo jardim cheio de lindas flores. O Sorriso estava feliz e sorria para todos os que se cruzavam com ele. Mas de repente, ouviu alguém chorar. É aproximou-se. Era uma linda menina que estava triste e chorava. O Sorriso perguntou: - Como te chamas? E ela respondeu: - Chamo-me Corine. O Sorriso disse "Corine, és tão bonita! Porque choras?" Corine olhou para o Sorriso e sorriu. Disse que chorava porque estava sozinha, mas agora tinha um amigo que a fazia sorrir e por isso não ia chorar mais. O Sorriso ficou feliz e foi passear de mãos dadas com a Corine. Durante o passeio, o Sorriso explicou à Corine que o mais importante é ver com o coração e sorrir, mesmo que o dia não seja como o esperado, mesmo que estejas sozinha, sorri sempre porque o Sorriso é o maior poder do mundo. O sorriso tem o poder de alegrar e colorir os teus dias e de te fazer acreditar que tudo vai melhorar. Sorri. Sorri, sempre. Sorri para ti e para os outros. ????????
O conto do Lorenzo
...uma tartaruga verde que se chamava Carapaça. Nas profundezas do Oceano, a Carapaça passeava com os seus fihotes, Nemo e Remo perto das ilhas Galapagos. Todos adoravam se aventurar por entre os corais e recifes que circundavam a ilha e seguir as correntes marítimas quentes que lhes permitiam dar cambalhotas e piruetas. Certo dia, a Carapaça afastou-se para procurar alimento, mas as correntes estavam tão fortes que a levaram para um lugar distante, estava perdida na imensidão do oceano! Enquanto tentava se orientar, deparou-se com um jovem tubarão branco! Preparava-se para fugir quando ouviu um grito de desespero: - Socorro, ajuda-me! A Carapaça tinha receio que fosse uma armadilha para apanhá-la, mas qual não foi o seu espanto quando percebeu que o tubarão estava preso a uma rede de pesca. - Olá, eu sou o Branquinho! Podes me ajudar? Ela decidiu aproximar-se com muito cuidado. - Eu não te quero fazer mal! Só preciso que me ajudes! - Se prometeres não me comer, eu posso tentar te ajudar! - Claro que não te vou comer, eu até simpatizo com tartarugas! Lentamente, a Carapaça começou a desfiar a rede. Finalmente o branquinho estava livre! - Obrigado minha amiga tartaruguita, disse o Branquinho feliz por reencontrar a sua liberdade. A Carapaça nunca tinha visto um tubarão de tão perto! - O prazer foi meu! respondeu a carapaça com a voz ainda a tremer. - Eu só fiz aquilo que gostaria que me fizessem… - Tem algo que eu gostaria de te mostrar, disse o branquinho. - Sobe para as minhas costas, não tenhas medo. Ela hesitou, mas aceitou o convite. Agarrou-se com força à sua barbatana e nadaram em direção às profundezas do oceano. Pouco depois apercebeu-se que estava rodeada de tubarões. - Não tenhas medo, esta é a minha família. - Meu querido filho, o que te aconteceu? - Apresento-vos a minha amiga Carapaça, ela salvou-me a vida! Eu vou vos contar a minha incrível aventura. Mais tarde, o Branquinho fez questão de acompanhar a sua nova amiga até à sua ilha. Nas ilhas Galápagos organizaram uma grande festa em homenagem à Carapaça e aos seus novos amigos. A partir daquele dia, aquelas duas espécies tão diferentes, ficaram amigas para sempre, ao ponto de, por vezes, se verem bebés tartarugas a brincaram com bebés tubarões.
O conto da Margarida
num lindo dia de primavera, uma pequena sementinha que voou nas asas do vento e caiu num magnífico vale encantado sarapintado com as mais belas cores do arco íris... Uma bela cascata escorria do alto do monte desenhando um perfeito riacho transparente cheio de peixes coloridos... Da sementinha brotou uma bela flor de seu nome Margarida... As suas pétalas eram brancas e luminosas cercadas por um pequenino sol amarelo no centro fazendo dela a mais bela de todas as flores... Um belo dia, por lá passou um príncipe que decidiu saber se a princesa estava apaixonada por ele e lá lhe arrancou as pétalas dizendo: "bem me quer", "mal me quer"... Claro que a princesa estava apaixonada por ele!! Afinal ele era um lindo príncipe de cavalo branco ... Muito chorosa e depenada, a Margarida sussurrou ao vento que a ajudasse a recompor-se e a ter de novo as suas pétalas de volta... E por magia as suas preces foram ouvidas pelas abelhas que com o seu mel lhe colaram as suas magníficas pétalas... E novamente a pequenina flor, fresca e cheia de alegria com o sol no seu coração voltou a dançar no vento.... FIM
O conto do Rodolfo
Era uma vez um pequeno dragão com pintas amarelas de nome Hullu que vivia com os pais e três irmãos no alto de uma grande torre. Ele era o único da família que tinha pintas e por isso achava-se feio e sentia-se triste. Todas as noites sonhava ser dourado e não ter pintas. Hullu não conseguia esquecer do dia que o seu irmão mais velho lhe contou que algures no Mundo havia uma serpente que realizava desejos. Foi assim que Hullu ganhou coragem e enquanto todos dormiam saiu pela janela do seu quarto e voou para longe. Voou durante muito tempo e só parou quando a noite fria chegou.Teve a sorte de encontrar uma gruta onde pôde descansar. Antes de adormecer lembrou-se da sua família, da canção que a mãe cantava todas as noites para o embalar, como estariam preocupados. Ao amanhecer Hullu começava a ter medo mas estava decidido a encontrar a tal serpente, por isso continuou a sua viagem. Ao longe viu uma aldeia e decidiu ir lá ver se havia comida. Qual foi o seu espanto quando viu um dragão com duas caudas, outro só com um olho e um grupo de dragões com riscas coloridas. Mas sem dúvida o que mais o admirou foi o pequeno dragão de pintas amarelas grandes e redondinhas como as suas. Afinal não era o único dragão com pintas! Aproximou-se daqueles dragões e contou-lhes a sua história, todos sem exceção riram. Hullu não entendia porque riam eles. O dragão de duas caudas olhou-o fixamente e disse: - Aqui todos somos diferentes mas isso não nos aborrece. Respeitamos essas diferenças e gostamos de nós próprios como somos. - Tu és tão lindo com essas pintas amarelinhas que deves ser o único que não vê isso – disse Lekus com o seu único olho a piscar – É díficil ser diferente, mas o maior obstáculo está dentro de nós. Hullu ouviu tudo isto em silêncio, olhou para o pequeno dragão que tal como ele tinha pintas amarelas. Ficou a admirá-lo, brincava tão feliz. Foi nesse momento que Hullu entendeu o quanto cada um é especial com as suas diferenças. Agora, também ele sentia-se feliz e só desejava voltar para casa. Ao verem o pequeno Hullu aflito, os dragões da aldeia quiseram ajudá-lo. Conheciam bem a torre que Hullu descreveu ao pormenor. Todos juntos encheram o céu e seguiram rumo ao caminho mais curto que levaria Hullu novamente para casa.
O conto da Vitória Teixeira
Era uma vez dois irmãos.- Não sejas tonto, já te disse que não sei, não sei, não sei – disse o irmão mais velho com ar de zangado. - Vá lá, tu sabes sempre tudo, será que vai resultar? – disse o irmão mais novo de forma insistente. - Como posso saber, nunca pedi nenhum, por isso não te sei dizer se vai resultar! Nem sei como podes faze-lo! Mas porque é que queres saber? – disse o irmão mais velho curioso. - Não te posso dizer, só quero saber como se faz e se vai resultar, preciso mesmo de saber, é a única forma de resolver o meu problema… - disse o irmão mais novo com ar pensativo. - Problema? Estás outra vez com um problema? Tu que nunca te preocupas com nada a não ser jogar á bola, a única forma de resolveres o teu problema é…- NÃO DIGAS A PALAVRA (gritou o irmão mais novo) olha que ela é mágica (disse muito baixinho), não se pode usá-la assim à sorte! - Não sejas tonto! Não existem palavras mágicas, muito menos essa palavra, porque é uma palavra como as outras palavras… - disse o irmão mais velho com ar pensativo. - Ai é, o que sabes tu! Então diz-me porque é que sempre que as pessoas usam essa palavra sempre que aparece uma estrela cadente, ou quando sopram as velas de aniversário ou quando atiram moedas para uma fonte… ah diz-me, porque eu gostava de saber se resulta! (disse o irmão mais novo muito nervoso). Tinha mais uma vez de pedir ajuda ao irmão mais velho, tinha de ser cuidadoso, pois o irmão mais velho podia armar-se em espertinho e sabichão e não ajudá-lo. -Parece-te possível se alguém pedir com muita força, assim mesmo com muita força, do fundo do coração, que se realiza? -Não sei o que queres pedir, e se realmente é boa ideia pedir coisas a alguém que não sabes quem é. Tens de ter cuidado com aquilo que Desejas… Porque não sabes se realmente pode acontecer. Mas diz-me lá porque é que queres mesmo saber se os desejos são possíveis de se realizarem? -Sabes, amanhã a minha equipa de futebol vai ter um jogo muito importante e eu… eu… eu, estou com um bocadinho de medo de perder, e pensei que se soubesse como pedir um desejo, talvez amanhã eu conseguisse marcar golos suficientes para ganharmos. O irmão mais velho sorriu, finalmente compreendeu, parou o que estava a fazer e foi ter com o irmão mais novo e disse… -Agora que pensei melhor, sabes, talvez me tenha enganado, talvez existam palavras mágicas e talvez seja possível pedir desejos e eles se realizem, se pedirmos com o coração… - Como fazemos isso? Perguntou o irmão mais novo com os olhos a brilhar. -Damos as mãos, fechamos os olhos e dizemos sem palavras aquilo que queremos pedir…Assim fizeram, sentaram-se junto à janela sob um céu estrelado, deram as mãos e sem usarem palavras desejaram.
O conto do Diego Arrojado
Uma família de 5 ratinhos que passeava pela praia quando o sol se escondeu e começou a chover. Correram para baixo de um coqueiro, mas perceberam que a chuva tinha vindo para ficar! E as folhas do coqueiro eram demasiado estreitas para protegê-los. O Pai Rato pegou no telemóvel e falou com o filho mais velho, o Riscado, que estava noutra parte da cidade. “Não se preocupem! Está tudo orientado! Só temos de esperar 20 minutos”, anunciou. Perto dali, o Riscado deu início à sua missão: comprou 6 guarda-chuvas. Eram feitos de flor de Tiaré e estavam cobertos de óleo de coco, para que as gotas de água escorressem mais depressa. “Que cheirinho deliciooooso!”, cantarolou o ratinho ao abrir um dos guarda-chuvas. Pôs-se a caminho e, ao sentir o cheiro do mar, percebeu que estava perto! A chuva tornou-se mais intensa e acelerou o passo. Foi então que se apercebeu da presença de duas jovens joaninhas, juntinhas, com as asas a pingar. Quando viram os guarda-chuvas, perguntaram: “Sr. Rato, poderia dar-nos um dos seus guarda-chuvas? A nossa Mãe deve estar preocupada!”. Hesitante, o Riscado explicou que tinha de ajudar a família… Mas logo de seguida estendeu um dos guarda-chuvas e disse “Cheguem bem a casa!”. Radiantes, agradeceram, abriram o guarda-chuva perfumado e partiram. O ratinho seguiu caminho, feliz por ter ajudado as meninas, mas preocupado com o Pai e os manos. “E agora? Como os protegeria da chuva?”. Alguns passos depois, viu um grupo de formigas que parecia dançar, ao tentar escapar às gotas de água. Não parou, mas o seu coração obrigou-o a voltar para trás. Dirigindo-se à formiga-rainha, e percebendo que tinha muuuuuitas filhas, ofereceu 2 guarda-chuvas. Esfregaram as patinhas de felicidade e criaram 2 grupos, saindo em marcha. Agora o Riscado já via a família e à medida que se aproximava, ia ficando com mais receio do que o Pai poderia dizer. Correu para o coqueiro, onde foi recebido com abraços. Determinado, disse: “Papá, não consegui cumprir a missão. Passei por alguns bichinhos encharcados e ajudei-os, oferecendo 3 guarda-chuvas!”. O Pai Rato olhou-o com ternura e respondeu: “Eu não poderia estar mais orgulhoso desta tua boa acção, meu filho! E nada está perdido! Agora só temos de trabalhar em equipa e partilhar os 3 guarda-chuvas!”. Vendo o sorriso de alívio do Riscado, virou-se para todos e perguntou: “Estão prontos para mexer as patinhas e dar uma corrida até à paragem de autocarro?”
O conto da Carolina
Duas mãos minúsculas onde cabiam todos os sonhos de mundo. Dez dedos irrequietos que se agitavam ao sabor de uma corrente invisível mas forte, ansiosos por segurar tudo. Inseparáveis, duas pernas que se esticavam, dobravam e voltavam a esticar, como se procurassem um chão que ainda não podiam conhecer. No centro de tudo isto, um coração pequeno mas imparável a bater ao ritmo de uma vontade só sua e um pouco mais acima – ou mais abaixo, caso estivesse a fazer uma das suas muitas piruetas – uma cabeça que a cada dia se tornava maior, mais única, mais dona do seu nariz. Um dia, que podia perfeitamente ser noite já que o tempo ali parecia estar sempre suspenso, essas mãos, pernas, coração e tudo o que estava à sua volta, quiseram ir mais longe. Quiseram mais espaço. Mais ar, céu e mar. Mais braços e abraços. Mais amor, que a partir de então não parava de aumentar. Nasceste. E com as tuas mãos pequenas nasceram todos os sonhos do mundo. Com as tuas pernas agitadas nasceram novos passos num caminho que jamais será igual. Com o bater do teu coração renasceu também o meu.
O conto da Vitória Teixeira
O irmão mais novo tinha sempre muitas perguntas na cabeça, pareciam piolhos sempre aos saltos e difíceis de sair. Ultimamente andava com uma pergunta que não largava o seu pensamento, ele bem tentava entreter-se com outras coisas mas não conseguia e volta meia lá estava ela (a pergunta) aos pulinhos na cabeça. Foi ter com o irmão mais velho, ele sabia que mesmo resmungão ajudava-o sempre afinal eram irmão e amigos… -Tenho uma pergunta que não me sai da cabeça… - disse o irmão mais novo. - Só tens uma? – Perguntou o irmão mais velho – Isso é novidade, tu tens sempre tantas perguntas… - Bem pensando melhor tens razão não tenho uma… tenho cinco perguntas – Disse o irmão mais novo com ar pensativo. - Hoje estou curioso para ouvir as tuas perguntas – Disse animado o irmão mais velho – já fiz os trabalhos de casa que a professora mandou e enquanto esperamos pelo lanche quero saber que perguntas são essas que não te ocupam tanto espaço na cabeça, que é tão pequena – o irmão mais velho deu uma gargalhada. - Queres mesmo saber, queres, queres, queres, ora aqui vai. Depois não te queixes se elas se colarem à tua cabeça como piolhos saltitões. - Tá Bem não te preocupes… diz lá – Disse o irmão mais velho com ar de sabichão. - Muito Bem, primeiro gostaria de saber: - O que é pensar? - Pensar é o mesmo que ter ideias? -Porque é que eu não consigo deixar de pensar? -Será que os animais também pensam? -Como é que posso saber o que é que Tu ou as Outras pessoas estão a pensar? O irmão mais velho não sabia o que responder, pela primeira vez ficou sem respostas… Parece que precisam de ajuda…
O conto da Vitória Teixeira
O irmão mais velho tinha acabado de acordar. Reparou que o irmão mais novo se encontrava junto à janela do quarto. E ele ficou curioso. Aproximou-se sem fazer barulho e disse: - Porque é que não estás a jogar a bola? - Porque preciso de pensar. – Respondeu o irmão mais novo. O irmão mais velho estranhou a resposta do irmão mais novo, ele nunca parava para pensar, era algo que ele julgava impossível de acontecer. Existiam outras coisas que ele, irmão mais velho, julgava serem impossíveis de acontecer, e costumava pensar muitas vezes sobre esse assunto, mas nunca tinha partilhado esses pensamentos com ninguém. Ainda no outro dia, quando trouxeram a mãe do hospital com a bebé, pensou se seria possível o pai e mãe continuarem a gostar dele na mesma quantidade, pois agora tinham de dividir o amor deles pelo bebé. Pareceu-lhe impossível continuarem a gostar dele da mesma forma. Sentou-se junto do irmão mais novo e ganhou coragem e perguntou: - Porque precisas de pensar? - Porque estou como problema que é impossível de resolver. – Disse o irmão mais novo. - Talvez eu te possa ajudar. - Há coisas impossíveis que deviam ser possíveis! Exclamou o irmão mais novo O irmão mais velho pensou que ele lhe tinha lido os pensamentos. - Não estou a perceber. Disse o irmão mais velho.- Se há coisas impossíveis que deviam ser possíveis. Repetiu o irmão mais novo. Por exemplo, é impossível comermos doces todos os dias, mas deveria ser possível, assim não comíamos sopa, ou poderíamos comer sopa de chocolate, ou sopa de gomas, ou sopa de rebuçados. Ai como seria bom… - Não sejas tonto, estás sempre na brincadeira mesmo quando estás com ar sério e pensativo.- Ora aí está, é mesmo isso que eu quero dizer! – disse o irmão mais novo. - Não percebi, explica-te melhor. – disse o irmão mais velho. - Então disseste que quando tenho uma ar sério e pensativo estou na brincadeira, parece que é algo impossível de ser possível. Alguém que está na brincadeira não pode estar pensativo e sério. O pai entrou no quarto com a bebé ao colo, aproximou-se, deu-lhes um beijo de bom dia. Disse-lhes que o pequeno-almoço estava pronto. Eles olharam a bebé e sentindo ciúmes porque estava ao colo do pai, eles já eram crescidos para pedirem colo, ambos sentiram algo estranho, subitamente o irmão mais novo teve vontade de dar um beijo de bom dia à bebé. Levantou-se e beijou-a, o irmão mais velho fez o mesmo, o pai sorriu… o irmão mais velho percebeu então o que o irmão mais novo queria dizer…AMAR alguém mais do que a nós próprios parece algo impossível de ser possível.
O conto do Lourenço Filipe
Era uma vez um rapaz chamado Filipe, que conheceu uma bela jovem desportista chamada Vanessa. Filipe trabalhando num bar atendia inúmeras vezes Vanessa, mas esta nunca lhe ligava. Certo dia Vanessa foi ao café com a sua irmã Inês. Inês reparando que o pobre rapaz gostava de Vanessa, deu-lhe o número dela mas... esqueceu-se de um algarismo. Filipe ao ter reparado ficou triste mas começou a experimentar para o algarismo certo encontrar. Depois de várias tentativas lá acertou e lá conseguiu ficar amigo da mesma, o tempo passou e o Amor eles encontraram, anos passaram e um filho decidiram ter. Esse filho és tu Lourenço e eu como teu Pai amo-te muito, és um sonho tornado realidade e espero ser o melhor Pai do mundo para ti, vou amar-te para sempre e vou almejar para ti sempre o melhor, espero que tenhas muita saúde, sucesso, felicidade e amor. Nunca desistas do que te faz feliz, como se costuma dizer, a sorte proteje os audazes e nunca te esqueças que comigo podes contar para em qualquer coisa ajudar. Beijinhos do Pai *
O conto da Maria
Um sonho tornado realidade. Idealizei-te tantas vezes, tantas quanto podia. Loira, olhos claros e arredondados, de sorriso fácil e muito meiguinha. E assim chegaste tu, exactamente como eu imaginei! Na verdade, muito melhor do que eu poderia imaginar. Sabes do que mais gosto? De quando estás na maminha da mamã e olhas para mim com o teu olhar doce, docinho! Ou de quando estás a chorar e basta a mamã embalar-te no colo e tu acalmas, entre um cantarolar e uns beijinhos. Não me importo que não me deixes dormir mais do que 1h30 seguida durante a noite nem que faças cocós alpinistas. Ou se queres o meu colo de minuto em minuto e não me deixas fazer nada mais do que cuidar de ti, estar para ti. Porque eu gosto, eu nasci para isso. Para cuidar de ti, para estar aqui para ti, para ser sempre a tua mamã. Quando cresceres vou torcer para que continues a ser uma menina doce, com o sorriso rasgado e que saibas respeitar os outros. Que aceites e respeites as diferenças. Que tenhas amiguinhos de várias cores, porque no mundo minha filha há lugar para todos. Quando tiveres duas bolachinhas, partilha. E se tiveres só uma e alguém precisar da outra metade, divide. Vais sentir o teu coração tão cheio de felicidade quando o fizeres! Eu sei que um dia, daqui a muitos anos a mamã vai sentir ainda mais orgulho de ti. Minha pequena doce Alice, és o amor da tua mamã.
O conto do Santiago Castanheira
Há muitos anos atrás conheci um marinheiro durante uma das minhas viagens, que numa noite quente sentados junto ao mar, me contou a sua história. Chamava-se Santiago e teria cerca de setenta anos. Tinha nascido numa terra muito distante do Oriente e cresceu numa família muito rica, onde nada lhe faltava. Era filho único e tinha tido desde sempre todo o mimo da família. O tempo foi passando e tornou-se arquitecto, como o pai, e casou-se com a mulher mais bela da sua terra, a Leonor. Juntos tiveram três filhos. Ao Santiago só se podia apontar um defeito e uma dificuldade maior, que o próprio não escondeu e que lhe mudaram a vida: o facto de ser orgulhoso e a dificuldade em fazer amigos, talvez por ter crescido no ambiente muito fechado da casa enorme dos seus pais e ter brincado quase sempre sozinho. Um dia o filho mais velho, o Afonso Miguel, ficou muito doente e a cura para a sua doença custava uma fortuna. Santiago tinha muitos bens que a família lhe tinha deixado e não olhou a meios para tentar curar o filho. Vendeu todos os seus valores, ficando apenas com a casa onde morava a família. Leonor era de uma família pobre, pelo que não tinha muito para ajudar. Mas no fim conseguiram reunir todo o dinheiro necessário e o Afonso foi tratado e voltou a ser o rapaz saudável de antes. A família ficou muito contente mas o Santiago ficou a pensar num pormenor: os pais dele tinham-lhe deixado muitas coisas em herança e ele já não tinha quase nada para deixar aos seus filhos. E isso deixou-o muito preocupado por largo tempo. Até que ouviu falar que no outro lado do mundo existiria um tesouro muito grande ainda por descobrir, que tornaria muito ricos aqueles que o encontrassem e todas as suas famílias. Leu muito sobre o assunto e decidiu que iria tentar a sua sorte. Foi assim que se tornou marinheiro, que naquela altura era a única maneira de poder atravessar os mares e chegar mais perto desse suposto tesouro. Andou muitos meses pelos mares de todo o mundo até que numa noite o barco onde seguia foi apanhado no meio de uma tempestade e, sem se perceber bem como, começou a afundar. Santiago só teve tempo de entrar num salva-vidas e deixar-se levar pelas ondas até a um porto seguro. E dois dias depois chegou a ele. Foi numa manhã de sol que deu à costa junto a uma pequena cidade. Quando vieram em seu auxílio, Santiago encontrou pessoas que falavam uma língua diferente da sua mas que sabiam recebê-lo como nunca o tinham feito antes. E enquanto recuperava deste acontecimento, soube que afinal pode não ser assim tão difícil fazer amigos e descobriu também que uma amizade verdadeira é o maior de todos os tesouros que possam existir. Resta acrescentar que o Santiago sentiu-se tão feliz nessa cidade que acabou por ficar a viver nela juntamente com a sua Leonor.
O conto da Ana Carolina
Era uma vez... uma linda menina que tinha um capuchinho vermelho mas não era o capuchinho vermelho, tinha umas lindas botas mas não era a gata das botas, tinha uma tiara mas não era uma princesa, tinha uma bandolete com um corninho de unicórnio mas também não era um unicórnio, não gostava nada de dormir por isso também não era a bela adormecida! Era simplesmente a menina mais linda, a filha perfeita para a sua mamã e papá! Quando lhe perguntavam o que mais gosta de fazer, dizia sempre: "viajar"! ah ah ah!!! ...como se já tivesse viajado, mas como adorava ver as fotos dos papás, que antes dela ter nascido viajavam com alguma frequência acreditava que também já tinha ido a esses sítios! E por vezes dizia com ar brincalhão "fui eu que tirei a foto!" ou então "ahhh eu estava na mala do carro?" Outro dia disse à sua educadora na creche e a todos os seus amiguinhos que tinha ido de avião com os seus papás a uma ilha muito bonita, muito verde, onde por todo o lado viu muitas vacas a pastar! Ela deve ter sido tão convincente, que o engraçado foi a educadora ter acreditado nessa "fantasia" e perguntou depois se tinhamos gostado! Foi uma grande risada, de certeza que teríamos adorado se tivesse acontecido! :-)
O conto da Matilde
A Matilde era uma criança bonita com boas bochechas rosadas, com pequenas manchas engraçadas no nariz e cabelos ondulados que formam uma coroa. Quando ela passava, as borboletas voam ao seu redor, os gatos esfregam-se nas suas pernas, ronronando e os cães tentavam lamber as suas mãos. Todos os animais se aproximam dela porque sentiam que ela os amava. Ao ver uma simples formiga cair na água, ela rapidamente colocava-lhe uma folha para fazer de barco. Para os pais, uma criança assim representava muitos problemas! Tentavam de tudo para que ela engolisse pequenos pedaços de carne ou peixe. Eles acabaram por desistir e inventaram uma dieta de frutas, laticínios e vegetais. Os sues pais eram seguranças num grande parque zoológico, era um sonho para ela porque podia brincar com todos os animais que ela quisesse. Um dia, aconteceu algo que não inesperado: os pais da pequena Matilde ganharam na loteria uma maravilhosa viagem para um longínquo país. E foram os três viajarem, visitaram cidades, aldeias, todo o tipo de lugar desconhecido e maravilhoso. Numa manhã eles foram de jipe até a floresta, e avistaram de longe alguns macacos que saltitavam por entre às árvores. O que estariam eles a jogar? Mas os pobres macacos não estavam a brincar, estavam a empilhar cocos num camião e se algum deles parasse por cansaço um vigilante vinha e assobiava um som horrível que fazia os macacos tremer. -Papá, tens que falar com estes senhores, eles têm de libertar os macacos, não podem fazê-los trabalhar assim!" -Não te preocupe, disse o vigilante, esses macacos não estão infelizes! Antes de virem para aqui eles andaram numa escola e aprenderam a contar. Eles não são escravizados, nós pagamos os macacos. A cada 5 cocos que eles apanham o sexto é para eles e nunca se enganam! Um dia um dos vigilantes quis alterar a contagem de 5 cocos para 6 e eles fizeram greve! Sentaram-se todos no chão e o vigilante teve de desistir da sua ideia. A Matilde mais reconfortada, riu-se às gargalhadas. Já a sua mãe tinha a certeza que quando voltassem para o parque zoológico ela iria ensinar os animais a contar e para pedir um pagamento.
O conto do Filipe Silva
Corine era linda como uma flor de Inverno. Do alto dos seus dez anos, figuravam uns olhos negros e brilhantes, uma pele cor de café com leite e um sorriso que iluminava o mundo. Esta menina vivia com a sua mãe em Portugal, na cidade do Porto, mas a sua ânsia era mudar-se para Farme, na ilha das Flores, nos Açores. Corine era o fruto de um grande amor, de sua mãe Aurora, uma açoreana bela e de seu pai Zeus, um jovem moçambicano que teria emigrado para os Açores. O amor deles foi mágico e nem as diferenças culturais e de tom de pele foram suficientes para atrapalhar. Casaram na ermida de São João Baptista, com vista para o azul do oceano e aí decidiram que iriam ser felizes para sempre. A natureza logo logo os presenteou com a maior dádiva da vida, um novo ser viria ao mundo, mas como nem sempre a vida é justa, um acidente de trabalho teria terminado com a vida de Zeus. Aurora não aguentou a perda e mudou-se para o Porto. Não mais poderia viver em Farme, o lugar onde fora tão feliz. Corine foi crescendo e sempre com o desejo de regressar aos Açores. Esta bela menina, de olhos doces e cabelos crespos sabia que era a luz de sua mãe, mas não ousava pedir-lhe o que tanto queria, conhecer o lugar onde nascera, até porque sabia as dificuldades que sua mãe enfrentava. Aurora dera a vida por aquela filha, horas de trabalho duro, na limpeza de escadas dos escritórios dos senhores doutores da Boavista, para que nada lhe faltasse. E não faltou de facto, o amor daquela mãe coragem fez dela uma menina feliz de sonhos sem fim…só um, ela não estava a ver como concretizar. Os dinheiros contados e a falta de coragem não lhe permitiam realizar o que tanto a sua filha lhe pedia, conhecer a ilha de todos os Amores. Até que Corine descobrira a poção mágica, que além de cuidar dos seus lindos cabelos, também estava a ofertar uma viagem aos Açores. Corine decidiu escrever a sua história e aqui estou eu, a Corine de Farme, a desejar um final feliz para mim e minha mãe…
O conto do Filipe Silva
Corine era linda como uma flor de Inverno. Do alto dos seus dez anos, figuravam uns olhos negros e brilhantes, uma pele cor de café com leite e um sorriso que iluminava o mundo. Esta menina vivia com a sua mãe em Portugal, na cidade do Porto, mas a sua ânsia era mudar-se para Farme, na ilha das Flores, nos Açores. Corine era o fruto de um grande amor, de sua mãe Aurora, uma açoreana bela e de seu pai Zeus, um jovem moçambicano que teria emigrado para os Açores. O amor deles foi mágico e nem as diferenças culturais e de tom de pele foram suficientes para atrapalhar. Casaram na ermida de São João Baptista, com vista para o azul do oceano e aí decidiram que iriam ser felizes para sempre. A natureza logo logo os presenteou com a maior dádiva da vida, um novo ser viria ao mundo, mas como nem sempre a vida é justa, um acidente de trabalho teria terminado com a vida de Zeus. Aurora não aguentou a perda e mudou-se para o Porto. Não mais poderia viver em Farme, o lugar onde fora tão feliz. Corine foi crescendo e sempre com o desejo de regressar aos Açores. Esta bela menina, de olhos doces e cabelos crespos sabia que era a luz de sua mãe, mas não ousava pedir-lhe o que tanto queria, conhecer o lugar onde nascera, até porque sabia as dificuldades que sua mãe enfrentava. Aurora dera a vida por aquela filha, horas de trabalho duro, na limpeza de escadas dos escritórios dos senhores doutores da Boavista, para que nada lhe faltasse. E não faltou de facto, o amor daquela mãe coragem fez dela uma menina feliz de sonhos sem fim…só um, ela não estava a ver como concretizar. Os dinheiros contados e a falta de coragem não lhe permitiam realizar o que tanto a sua filha lhe pedia, conhecer a ilha de todos os Amores. Até que Corine descobrira a poção mágica, que além de cuidar dos seus lindos cabelos, também estava a ofertar uma viagem aos Açores. Corine decidiu escrever a sua história e aqui estou eu, a Corine de Farme, a desejar um final feliz para mim e minha mãe…
O conto da Maria Joana
Era uma vez um lindo cavalo branco chamado Joaquim. Este nosso cavalo vivia num lugar maravilhoso. Um vale, rodeado por montanhas muito altas, com os seus picos cobertos de neve branquinha e as encostas com imensas árvores, cada uma mais alta e mais verde que a outra. O vale era atravessado por um rio de água cristalina, ladeado por arbustos e flores pequeninas amarelas, brancas, roxas e vermelhas. Porém, mesmo vivendo num lugar tão bonito, o nosso cavalo Joaquim tinha um sonho maior: ele queria muito ser um Unicórnio, poder voar e descobrir o que há para lá das montanhas. Passava os dias a dizer à Mãe que queria ser um Unicórnio. Um dia, a Mãe disse-lhe: “Sabes, Joaquim, nós podemos ser tudo o que quisermos, se acreditarmos com todas as forças do nosso coração! Procura no céu à noite entre as estrelas. Quando vires uma estrela cadente, pede o teu desejo com todo o Amor e Fé. Se depois se formar um arco-íris por cima do rio, o teu desejo irá concretizar-se.” O Joaquim estava tão triste. “Mamã, como é que um arco-íris irá formar-se à noite, sem a luz do sol?” “Tens de acreditar, Joaquim. A Magia só acontece quando acreditamos nela!” Então, todas as noites o Joaquim procurava no céu. E eram tantas e tantas as estrelas. Ele só queria que uma se desprendesse daquele céu e caísse para o seu desejo. Todas as noites o Joaquim procurava a sua estrela. Até que chegou uma noite de Lua Cheia, uma lua tão grande e tão brilhante que irradiava uma luz imensa de prata pelo vale. Quase parecia dia! O Joaquim estava encantado a olhar aquela lua imensa quando, de repente, um brilho especial no céu lhe chamou a atenção… e ele viu! O Joaquim viu a sua Estrela Cadente a rasgar o céu e a deixar um rasto brilhante de magia! Que alegria, que bonito! O Joaquim ficou tão feliz que quase se esquecia do seu desejo, mas fechou os olhos e pediu com toda a força do seu coração… “Estrelinha, por favor, faz com que eu seja um Unicórnio!” Quando abriu os olhos, uma grande lágrima caiu. O Joaquim estava emocionado e cheio de esperança. E a luz prateada da Lua quando encontrou aquela lágrima formou o mais bonito Arco-íris que o Joaquim já tinha visto. Começava ali, mesmo junto dele e atravessava todo o rio! Era magia de verdade! De repente, o Joaquim percebeu que estava a voar! Estava a voar de verdade, não era um sonho desta vez! Tinha uma crina perfeita com as cores do arco-íris e era, finalmente, um Unicórnio verdadeiro, como sempre sonhou. Vitória, Vitória… acabou a nossa História!
O conto do Pedro Rodrigues
Era uma vez um patinho bebé, bonito e amarelinho, que vivia numa quinta onde o sol brilhava todos os dias. Ele gostava muito de brincar com os outros animais, correr e saltar pelos campos fora, cantar. Mas não gostava nada de tomar banho! Então, a sua mamã muito preocupada, inventou uma canção. Com a esponja e sabão, cantarolava à beira do lago: “Vamos para a água, patinho, vamo-nos lavar E com o sabãozinho vamo-nos esfregar.” Sempre que o patinho ouvia a canção, escondia-se debaixo da cama, mas a mamã continuava a cantá-la... Certo dia, o patinho, curioso, quis ver o que fazia a mamã no banho e… - QUA!- gritou o patinho. A mamã brincava e cantava, enquanto brincava com a água e com espuma. -Ela está mesmo a gostar! – Pensou o patinho. O patinho, saiu debaixo da cama a correr e mergulhou no lago, para e brincar junto da sua mamã. E depois desse dia, o patinho nunca mais se escondeu na altura do banho.
O conto da Alice
Hoje vou contar-te uma história sobre uma viagem que será recordada por gerações e gerações por vir. Era uma vez um dente de leão que vivia numa planície muito animada e solarenga. Todos os dias, ao acordar, ele estendia as suas lindas pétalas e, juntamente com todas as flores da planície cantava e dançava, ao som da brisa suave. Tu já alguma vez viste um dente de leão? Quando são crescidos são muito parecidos a um pom pom branco que a qualquer momento parece que se vai soltar e viajar com o vento. Sabes que dizem que eles são mágicos? Dizem que se acreditares muito e soprares assim com muita força os teus desejos se vão realizar!! Mas vamos voltar à nossa história! O dente de leão era muito feliz, mas com o passar dos dias, ele sentia que queria algo mais e que lá fora havia um mundo enorme para explorar. De vez em quando, lá recebia a visita de uma abelha atarefada ou de uma borboleta viajada que lhe contavam sobre as maravilhas das terras para além da planície. Mas o dente de leão queria ver tudo com os seus próprios olhos!! Ele desejou com muita força, até que um dia, sentiu um sopro muito forte, vindo de uma criança que, com os olhos fechados pediu um desejo e soprou. O dente de leão soltou-se e começou então a sua maravilhosa viagem! E viu tanta coisa!!! Passou por montes e vales, mares e rios. Viu animais que nunca tinha visto de todos os tamanhos, cores e feitios, grandes como elefantes ou pequenos como formigas, uns que nadavam até às profundezas do mar, uns que corriam em manada e outros até que cruzavam o céu, acompanhando-o no seu voo sobre o mundo. E também viu outras plantas como ele! Ervinhas irmãs pequeninas a preencherem campos até onde acabava o horizonte, árvores de uma altura a perder de vista, frutos carnudos e sumarentos, e flores, muitas flores. Viu o sol a pôr-se, ardente, como nunca tinha visto antes e a lua tranquila e brilhante a iluminar o mar. E viu as estações todas do ano, o branco frio do Inverno, o verde alegre da Primavera, o castanho molhado do Outono e o amarelo brilhante do Verão. E, apesar de estar a viajar sem ninguém e de ter deixado todos os que conhecia para trás, durante a sua viagem, o dente de leão nunca se sentiu só. Tinha o vento a acariciá-lo e todas as flores e animais por onde tinha passado como companheiros. O dente de leão percebeu que existe beleza por todo o lado e em todas as criaturas. E que por muito pequeno que se sentisse nunca estaria só. Quando voltou à sua planície contou a todos tudo o que vira e assim escreveu a história mais inesquecível de todas. Assim como a viagem do nosso dente de leão, também a tua vida vai ser uma grande viagem, rica e cheia de emoções, a mais inesquecível de todas. Mas nunca te esqueças: por onde o vento te levar vai haver sempre alguém para te amparar.
O conto do Santiago Silva
Era uma vez uma mãe apaixonada... Desde a primeira batida eu fiquei toda derretida, eu vi-te nascer e a minha força veio do fundo. Eu não me confundo, por ti eu luto, eu brigo, eu enfrento o mundo. Entraste neste mundo sem saber o quanto eu, o pai e o mano te desejavamos. Fazemos de tudo para te proteger, para ganhares confiança e nunca perderes a esperança. E nesta batida segue o ritmo da música e dança. Vais ter a tua liberdade, eu também já tive a tua idade. Por mais que tape os olhos irei saber sempre a verdade. Até mesmo quando for velhinha vou-te amar tanto e saber que não estarei sozinha. Na tua companhia o teu riso é a nossa alegria, estamos no jardim a ver-te brincar e junto celebramos o quanto foi bom vires para o nosso lar.
O conto do Miguel
…uma manhã. Abro os olhos e vejo, por detrás dos cortinados, o céu. Ainda há pouco estava escuro e pintalgado de estrelas, mas agora está claro e nele voam gigantes brancos… umas vezes voam devagar e outras vezes depressa. Às vezes nem sequer lá estão! “Bom dia bebé! Dormiste bem?” Pergunta-me a mãe enquanto me pega ao colo. Bocejo e olho para ela com um sorriso ensonado e ponho os braços à volta do seu pescoço, continuando a olhar curiosamente para o céu. O pai, que tinha entrado naquele instante no quarto, reparou. “Bom dia Miguel!” – Diz, dando-me um beijinho na bochecha - “Estás a ver as nuvens? Hoje andam devagarinho, parece que também vão passear como nós.” Então é esse o nome dos gigantes! Nuvens! Dei uma grande gargalhada e o pai sorriu. Depois de me ter vestido, a mãe sentou-me no meu parque, na sala. Junto a mim estavam os nossos dois gatos. Olhavam atentamente para algo que também me despertou a atenção. Um grande bando de pássaros passava a voar lá no alto. “Será que não chocam com as nuvens?” cismei. Horas mais tarde, estávamos no carro. Enquanto a mãe e o pai metiam coisas dentro do carro, eu e o meu amigo passarinho, o meu peluche favorito, olhávamos de novo o céu. Que bonito que é! Reparo que voava uma colorida borboleta junto à minha janela! O pai entrou no carro e eu apontei para ela para lha mostrar! “Ah! É uma borboleta, Miguel!” e eu, satisfeito por a ter descoberto, bati palmas! Íamos a algum lado. Eu estava muito feliz, pois adoro passear! Será que íamos ao jardim ver os patinhos? Ou iríamos visitar a avó? Ou podíamos estar a caminho da praia, para olhar para os peixes do pontão. Mas não. Estávamos num sítio novo e diferente. Havia muitas pessoas e muito barulho, mas não havia céu e por isso fiquei triste e comecei a choramingar. A mãe pegou-me ao colo e depois de termos passado por muito mais pessoas e muito mais barulhos chegámos a uma zona mais calma com muitas cadeiras. O pai chamou a mãe e sentámo-nos. Eu fiquei sentado junto a uma janelinha pequenina. “É pequena, mas ao menos consigo ver o céu.” Pensei. Dali a uns minutos senti um grande arrepio na barriga e ao olhar pela janela vi-o de novo, o céu. “Estamos a voar Miguel! Estamos a voar! Espreita pela janela! Repara nas nuvens, tão perto de nós!” - Disse o pai. Era inacreditável! Estava a voar! Estava a voar!!! Estava no céu, com o sol a dourar as nuvens, como um dos pássaros viajantes que tinha visto de manhã com os gatos! Estava a voar, como uma borboleta colorida! Estiquei os braços e ri-me muito alto! Estava muito feliz naquele momento em que voei pela primeira vez, com a mãe e o pai. Agora também eu era uma das quantas coisas tem o céu!
O conto do Lourenço
...um anão que se chamava Farófia que vivia na Floresta da Bengala, no país encantado Trululu. Aqui, todos os seus habitantes viviam felizes, em família. Farófia era uma excepção, tinha vindo fugido do país vizinho, onde todos eram antipáticos e não gostavam de anões, e por isso, refugiou-se na floresta, acabando por ficar lá a viver, dentro de um enorme tronco de um velho carvalho. Os dias foram passando e Farófia sentia-se muito sozinho. Decidiu que estava na altura de ir ao reino mais próximo conhecer algumas pessoas. Com algum receio e timidez, fez-se a caminho e lá chegou a uma enorme praça, carregada de lindas papoilas. Existia ainda uma fonte de água muito limpinha e as pessoas passeavam e sorriam entre si. Sentou-se num banco a apreciar a bela fonte de água e de repente alguém lhe bateu no ombro e disse: - És novo aqui? Nunca te vi homem pequenino! Como te chamas? Farófia olhou e viu um pequeno menino com uns enormes olhos cor de mel e um sorriso desdentado. Sorriu e respondeu, sem medos: - Sou novo aqui, sou o anão Farófia, e tu? - Sou o Jaime, moro no monte dos caramelos e venho todos os dias com a minha mamã ao mercado comprar legumes frescos. Ela faz uma sopa muito boa sabias? Farófia sorriu, abanou com a cabeça a dizer que não e ficou de olhar baixo. Jaime, percebendo que se passava alguma coisa, disse-lhe: - Estás triste ou não gostas de sopa? Farófia sorriu e respondeu a Jaime: - Gosto muito de sopa, fiquei triste porque tenho saudades da sopa que a minha mãe fazia. - Sabes, vou perguntar à minha mamã se podes ir comer a sopinha dela então. A sopa das mamãs é sempre igual, é de mamãs! - disse, entusiasmado Jaime. - Isso é verdade, a sopa das mamãs, tem sempre muito carinho e amor. - suspirou Farófia. Jaime já nem ouviu este desabafo do anão, pois já corria em direcção à sua mãe a pedir-lhe para levarem o seu novo amigo para almoçar. Voltou num ápice e disse: - Farófia, anda, a minha mamã disse que fazia sopa para ti. Jaime nem deixou Farófia responder, agarrou-lhe na mão e foram andando para casa do menino, aos saltos e pulos. Farófia, ria e saltava de felicidade pelo novo amigo que acabou de fazer e Jaime por ver que Farófia além de estar a sorrir, tinha ali um "pequeno" grande amigo.
O conto da Maria
Era um dia como outro qualquer na família Costa Numa tarde bem passada em família como toda a gente gosta, Até que do nada uma voz se eleva e põe-se a questionar: Pai, tens alguma história bonita para me contar!? Pigarreei por uns segundos meio atrapalhado Até aceder ao pedido dado, E recordando uma viagem feita há uns anos atrás Narrei este conto que tantas boas memórias nos traz: "Eras tu minha princesa ainda pequenina Quando viajamos para um local de uma beleza que fascina, Um sítio que emergiu dos oceanos pela fúria de um vulcão E que quando conheci submergiu bem fundo no meu coração! O seu majestoso nome é Açores E as suas nove ilhas a todos fazem cair de amores, Com a nossa família não foi diferente E todos ficamos encantados com aquelas terras e aquela gente! Exploramos a Montanha do Pico com emoção E deliciamos-nos com um cozido que era tudo de bom, Pelas vistas das dezenas de miradouros ficamos apaixonados E em lagos de água quente mergulhamos abismados! Visitamos a nossa história com mais de 400 anos E descemos por uma fabulosa cratera sem estar nos planos, Provamos deliciosos queijos, amêijoas, alcatra e chá E conhecemos a natureza única de uma Fajã! Perdemos a conta às lagoas visitadas E perto de baleias e golfinhos demos umas braçadas, Com a Natureza no seu estado mais puro pudemos contactar E por mantas verdes de retalho vimos vacas em liberdade a pastar! Nunca esquecerei o azul daquelas hortênsias cor de mar E do sentimento de autenticidade impresso em cada lugar, Algumas destas maravilhosas experiências podes até já não te recordar Mas eu estarei sempre aqui para quando a memória quiseres avivar! Para além disso a este conto muitas coisas ainda iremos acrescentar Pois até lá novamente um dia vamos todos juntos regressar!"
O conto da Maria
Reza a lenda, que há muito tempo atrás, no meio do oceano Atlântico existia uma bela princesa de olhos esverdeados de seu nome Maria. A Maria, apesar de terna idade, demonstrava já fortes gostos e convicções, e, sendo na maioria das vezes uma criança doce e carinhosa com os seus pais, havia alturas em que a menina soltava o seu mau génio por todo o reino. Os pais bem que a tentavam acalmar mas nessas alturas a pequena era por natureza um ser difícil de se domar. Certo dia ela decidiu que precisava de um novo sítio para brincar. Já estava farta do velho quarto dos brinquedos, do monótono jardim e até dos seus próprios jogos, pelo que se dirigiu a seus pais para conseguir tal intento. Os pais ao ouvirem o pedido acharam um despropósito, afinal de contas brinquedos era algo que não lhe faltava e no palácio já havia espaço mais do que suficiente para dar largas às suas brincadeiras. A princesa ficou extremamente aborrecida por não ter conseguido o que queria e começou a chorar desalmadamente. Os pais tentavam acalmá-la mas a menina estava irredutível e continuava a chorar cada vez mais e mais alto. O som do seu choro acordou as entranhas adormecidas da Terra, e quanto mais a menina chorava mais estas se agitavam incomodadas com som tão estridente. O reino ficou todo em alvoroço ao sentir a terra tremer enquanto as lágrimas da princesa corriam numa grossa cascata em direcção a mar. O rebuliço era tal que até os peixes do oceano saltavam para fora da água de modo a apreciarem tamanho espectáculo! Tal movimentação fora do comum fez com que a Terra explodisse de impaciência perante a teimosia da menina, expelindo longos jactos de lava e fogo para fora do mar. Foi nesse momento que a menina se apercebeu de todo o caos que tinha provocado e, caindo em si, pediu desculpas a todos por ter sido tão caprichosa clamando misericórdia à Terra. Preocupado com o reino, e com pena da menina, o Atlântico intercedeu por esta junto da Terra arrefecendo a sua fúria graças às suas águas geladas. Aliviada a princesa abraçou os seus pais enquanto dirigia sinceras palavras de agradecimento a todos, e, desculpando-se, prometeu que a partir daí ia tentar ser menos geniosa e mais ponderada e bondosa. A partir desse dia o reino não teve mais sobressaltos e a princesa cumpriu o prometido. Conta-se que, para compensar a menina por tão bom comportamento, de onde outrora tinha largado a sua fúria, a Terra concedeu-lhe nove ilhas afortunadas para esta poder brincar como tanto desejava. E dizem que ainda hoje há quem ouça as suas gargalhadas pela montanha do Pico, que a sinta a correr com o vento por entre as hortênsias azuis das Flores, que a ouça a cantar com as baleias junto ao Faial ou que espreite os seus doces olhos esverdeados a nadar no fundo das lagoas de São Miguel.
O conto da Iris Maria
Era uma vez uma menina chamada Iris, que vivia no bosque com os pais. Um dia, enquanto brincava, Iris ouve o miar aflito de um gato e corre à sua procura. No caminho, encontra um menino: - Olá! Sou o João! Também ouves este miar? - Olá! Sou a Iris. Sim, temos que o salvar! Ajudas-me? João, envergonhado, diz: - Gostava, mas as minhas pernas não funcionam. Daí precisar desta cadeira de rodas. Talvez te atrase, é melhor ires sozinha. Iris, sorrindo, responde: - As tuas pernas podem não funcionar, mas se dentro de ti tens vontade de nos ajudar, essa força basta. Seguiram então e, adiante, encontraram um menino sentado nos degraus de casa: - Olá! Somos a Iris e o João. Andamos à procura do gatinho que mia sem parar. Viste-o? - Olá, sou o Luís. Ouço-o, mas não sei onde estará. - Podes vir connosco procurá-lo? – pergunta João. Luís baixa a cabeça, enquanto ajeita os seus óculos escuros e responde: - Os meus olhos não funcionam, só vos ia atrapalhar. - As minhas pernas também não, mas como diz a Iris, se temos vontade, tudo é possível! – responde João. - Bem, tenho a minha audição apurada! – diz Luís. Dito isto, os 3 meninos avançaram e pouco depois encontram uma menina a colher flores. Iris corre para ela e pergunta-lhe se viu o gato. A menina que estava de costas, assim continuou. Iris, sem desistir, toca-lhe no ombro. A menina assustada vira-se e explica através de gestos que não ouve, pois os seus ouvidos não funcionam. Luís explica-lhe que, apesar das dificuldades de cada um, estão numa missão para salvar o gato. Nisto, a menina que diz chamar-se Margarida tal como as flores que colheu, diz que ajuda, até porque consegue ver muito bem. Assim sendo, os 4 amigos com a ajuda dos ouvidos apurados do Luís e da visão incrível da Margarida, seguiram e foram dar a um local cheio de lixo. - Mas que pessoas malvadas que deitam o lixo no bosque! – diz Iris desiludida. - Ouço o gatinho aqui perto! – Diz Luís. João e Margarida reparam que está dentro da máquina de lavar abandonada. Iris, prontamente, corre e liberta o gatinho que tinha ficado fechado nessa máquina quando lá brincava. Enquanto festejam, Luís lembra-se: - Amigos, nós andamos bastante. Sabemos voltar para casa? Iris afasta-se e procura por pistas para regressarem, até que: - João, a tua cadeira de rodas deixou-nos um trilho! Basta segui-lo! E assim os 4 amigos e o gatinho voltaram para as suas casas, com a sensação de dever cumprido e uma alegria enorme. Afinal, basta força de vontade e verdadeiros amigos para tudo ser possível, mesmo apesar das limitações que cada um de nós possa ter.
O conto da Vanessa
Era uma vez... uns papás que faziam de tudo para "apanhar" Corine de Farme. Corriam como o Flash, subiam árvores como o Tarzan e, se fosse preciso, iam ao fundo do oceano como o Aquaman. Tudo para proporcionar o melhor banho ao Rafael, o seu filho. Na banheira adicionavam água protegida ambientalmente pelo Rei Neptuno e a sua filha Ariel. Pediam ao Génio da Lâmpada para criar algumas bolhas mágicas. E... tcharam! No meio de tanta alegria, o Rafael espalhava água por todo o lado. Mas quem seria a Gata Borralheira destinada a limpar aquela piscina? Bom, não importa. Quando ele ficava embirrento, a mãe chamava a Branca de Neve para cantar as suas melodias... e a paz retornava. Era esta a receita de sucesso dos papás do Rafael. Amor, alegria e Corine de Farme.
O conto do Diogo Sousa
Era uma vez um bebé na hora do banho. A mamã põe água na cabeça e coloca um pouco de magia Corine de Farme. O ar fica com um cheirinho bom! Esfrega, esfrega com cuidado. E mexe, mexe na barriga. Quando a mamã passa a mão debaixo do braço, o bebé solta uma gargalhada. Do braço passa para a mão. A mão direita tem um, dois, três, quatro... cinco dedos! Será que o outro lado é igual? Vamos ver: um dois, três, quatro... cinco dedos! É sim, senhor! Vamos à perna, que só quer saber de se mexer. Agora o pé. O pé direito tem um, dois, três, quatro... cinco dedos! Será que o outro lado é igual? Vamos ver: um dois, três, quatro... cinco dedos! É sim, senhor! Agora a mamã vira o bebé para lavar o rabinho e as costas. Tem ombro de um lado, tem ombro do outro. Tem orelha de um lado, tem orelha do outro. Até o rabinho é dividido em duas partes iguaizinhas! Rabinho de um lado, rabinho do outro. Mais água no cantinho do pescoço, e o banho acabou! Yuppi!
O conto da Catarina
Era uma vez... uma história de amor baseada na vida real. O papá e a mamã embarcaram numa viagem muito especial. Neste voo romântico, ela é a Comandante do meu coração e eu sou o Piloto da paixão. Uma aventura que nos faz "descolar" do chão! Um romance tão sincero, que nunca apanhou turbulência. Os motores estão sintonizados e têm muita paciência. Como em todas as histórias reais, é um voo com altos e baixos, subidas e descidas. Mas nunca foi preciso recorrer ao colete salva-vidas. Uma viagem com 10 anos de duração e na qual estão previstas condições favoráveis à alegria, ao amor e à partilha. E o destino só podia ser um: a melhor filha! Até que um dia surgiu Corine de Farme para se tornar a Fada-Madrinha desta divertida relação. É uma grande ajuda lá em casa e ainda nos faz sonhar com mais viagens de avião!
O conto do Pedro Miguel
Era uma vez um patinho bebé muito bonito e amarelinho, que vivia numa quinta onde o sol brilhava todos os dias. Ele gostava muito de brincar com os outros animais, correr e saltar pelos campos fora e cantar. Mas não gostava nada de tomar banho! Então, a sua mamã muito preocupada, inventou uma canção. Com a esponja e sabão, cantarolava à beira do lago: “Vamos para a água, patinho, vamo-nos lavar E com o sabãozinho vamo-nos esfregar.” Sempre que o patinho ouvia a canção e escondia-se debaixo da cama, mas a mamã continuava a cantá-la. Certo dia, o patinho, curioso, quis ver o que fazia a mamã no banho e… - QUA!- gritou o patinho. A mamã brincava e cantava, enquanto brincava com a água e com espuma. -Ela está mesmo a gostar! – Pensou o patinho. O patinho, saiu debaixo da cama a correr e mergulhou no lago, para e brincar junto da sua mamã.
O conto do Pedro
Há muito tempo, num país longínquo, vivia um príncipe. Ele era lindo e tinha muitas pretendentes mas ele ainda não tinha encontrado a sua princesa. Havia no reino jovens muito bonitas mas todas elas pareciam gostar mais do poder do que do príncipe.. E ele queria alguém que gostasse de si pelo que ele era e não por ser um príncipe. Até que um dia, o príncipe ouvi dizer que existia uma princesa muito linda que estava presa numa torre guardada por um dragão. Decidiu ir atrás da sua princesa, o seu coração dizia-lhe que era ela. Depois de muitos dias encontrou-a. Decidiu esconder-se para planear a melhor forma de a salvar. Passado umas horas ele viu a princesa, a apanhar flores e de repente... viu o dragão! Mas o dragão estava a brincar com a princesa! Ele não era mau como pensara! Ele era amigo! O príncipe decidiu então decidiu sair dos arbustos e foi recebido com uma grande admiração. O dragão tinha criado a princesa que, muito novinha, se tinha perdido na floresta. O príncipe estava decidido a levar a princesa e o dragão para o seu reino. Eles aceitaram o convite com entusiasmo. Quando chegaram, as pessoas pensaram que o dragão era mau mas quando o viram dançar com o príncipe e com a princesa, rapidamente perceberam que ele era amigo e divertido. Finalmente o príncipe encontrara a sua noiva. E o dragão? O dragão, foi promovido a guardião do reino. E viveram felizes para sempre.
O conto do guilherme
um menino que estava a brincar no parque, com o seu balde e a sua pá a escavar para fazer um castelo, de repente a pá bateu numa pedra dura, que brilhava mais que o sol, o Gui ficou fascinado a olhar e esfregou para a limpar bem e do nada desapareceu e encontrou-se num bosque encantado, cheio de árvores mágicas, flores coloridas e passarinhos de todos os tamanhos. Mas tudo parecia triste, o Gui olhou em volta e viu um ursinho verde sentado à beira do riacho, foi ter com ele e perguntou que lugar era aquele e porque estava ele tão triste. Ele disse que era o bosque encantado onde reinava a alegria e havia uma princesa que foi amaldiçoada por uma bruxa má, que lhe roubou uma pedra encantada e a partir desse dia, o bosque perdeu o seu encanto. O Gui olha para a pedra e pergunta se era aquela. Oh exclamou o Urso Corine, é essa! Como a encontraste? O Gui explicou o que se tinha passado .... Vamos ao castelo mostrar à princesa disse o Corine! Quando chegaram, a princesa estava à janela a chorar, o Corine subiu rápido as escadas e disse princesa tenho aqui um amigo que tem uma coisa para te mostrar. O Gui tira do bolso a pedra e os olhos da princesa logo se enchem de alegria e ela pega na pedra. É ela, é ela, grita a princesa! Vamos devolver à árvore mágica para de novo a luz brilhar neste reino. O Gui perguntou se também podia ir, claro que sim, responderem eles! Quando chegaram à árvore os seus ramos estavam quase secos e poucas folhas já tinha. A princesa coloca a pedra ao pé das suas raízes e de repente uma luz encandeia os olhos de todos e por magia a árvore regenera-se e espalha raios de luz em todo o bosque! As flores ganham novas cores, as árvores folhas verdejantes, os animais começam a correr .... o sol brilha intensamente. A princesa agradece ao Gui e diz graças a ti, já podemos produzir os produtos Corine de Farme, já temos as melhores plantas! O Gui fica todo contente e diz que a mamã dele só usa Corine de Farme e agora ele já lhe pode contar o segredo dos seus produtos!
O conto da Matilde
“Preguiçoso! Vai caçar, não temos nada para comer!" A mãe leoa estava tão furiosa que o pai leão levantou-se devagar da sua confortável cama. Já há muito tempo que ele não caçava nem uma lebre. Será que iria voltar sem nada? A mãe leoa cuidava de dois filhotes lindos, estava cansada e não podia caçar. O leão seguia de cabeça para baixo e de repente, viu algo redondo e grande como um balão. Parecia um ovo. -Eu nunca vi nada assim! O ovo começou a mexer, a rachar. A casca partiu e muito lentamente, um animal verde com picos na cabeça saiu, era um dinossauro! -Mamã! Gritou correndo em direção ao leão! -Oh não! Eu não sou tua mãe! -Mamã, Mamã! -Não! Vai-te embora! O pequenino começou a chorar. -Tenho de procurar comida! O leão puxou as suas poderosas garras preparando-se para o afastar quando de repente os pais do dinossauro surgiram! -Aqui estão os teus pais! -Oh meu amor finalmente! Exclamou a mãe. -Socorro! Gritou o bebé correndo para o leão. -Não tenhas medo são os teus pais! -Não, tu é que és minha mãe! Os pais dinossauros estavam desorientados mas o que fazer? A única solução é procurar a mãe leoa. Quando ela viu o seu marido voltar com os dinossauros deu uma enorme gargalhada: -Mas o que é isso? É o resultado da tua caça? Sabes que os dinossauros não se comem! -Eu vi esse pequenino a nascer e ele confundiu-me com a mãe dele! Assim que o bebé viu os filhotes da mãe leoa, ele correu para brincar com eles. A mãe leoa disse-lhe: -Não percebes que não és um leão não consegues rugir como nós! O pequeno dinossauro tentou rugir rrrrrrrrrrr e disse: -Claro que consigo rugir! O pequeno dinossauro acreditava mesmo ser um leão! Enquanto tentavam encontrar uma solução as crianças brincavam e mascaravam-se com batom e brincos da mãe leoa. Quando se olharam para o espelho, o pequeno dinossauro apercebeu que era diferente. Mas eu não sou como vocês. Então ele virou-se para a mãe dinossauro e disse: -Mamãe! Eu sou igual a ti! -Sim sou a tua mãe! Vens connosco? -Sim, mas eu poderei voltar para a ver os meus amigos? -Claro, disse a mãe leoa. Serás sempre bem-vindo aqui! A família dinossauro foi embora e o papai leão ficou mais aliviado. Até que: -Mas então e tu, não vais trazer comida? Vai caçar, e livre-te de me trazer outro bebé!
O conto da Ana Carolina
Era uma vez uma menina que gostava muito de inventar palavras, bem se calhar dizia-as à sua maneira ou como ela achava que se diziam!! Entre essas palavras estava o "puquê" e o "pucá"! Não, não é o "porquê" ou algo semelhante! O "puquê" da Ana Carolina quer dizer passarinho e o "pucá" é o sinal de perigo de chão escorregadio ou sinal de aproximação de passadeira! Vá lá entender a imaginação de uma criança! Agora um pouco mais crescida já brinca com essas duas palavras e apesar de já saber as palavras corretas adora dar o ar da sua graça referindo-se aos "puquês" quando algum passarinho aparece no seu horizonte ou então quando vai de carro e vê o sinal de trânsito aproximação de passadeira e grita em plenos pulmões: mamãaaaa olha o "pucá", cuidado! De certeza que vai lembrar-se sempre destas suas palavras de infância tão engraçadas e que nos fazem sempre sorrir quando ela as pronuncia!
O conto do Ximenes
uma fada que se chamava Corine que voava a realizar sonhos e a cuidar dos bebés do mundo inteiro. Em um dia de inverno sem turbulência no céu, a bela fada encontrou, na Madeira, a família Silva. O bebé da família Silva, o Ximenes, era super fofinho e adorava vacas. Inúmeras vacas de peluche preenchiam o seu quarto, desde as mais pequenas e castanhas às maiores e malhadas. A fada decidiu então, que este merecia ver ao vivo as vacas mais felizes de Portugal e após uma decolagem mágica, levou-os aos Açores e lá entre prados e vaquinhas, de lago em lago... a família Silva descobriu um mundo onde a realidade e a fantasia pareciam não ter fronteira. De coração cheio, a fadinha perguntou ao Ximenes, se ele gostou da surpresa e ele muito rapidamente respondeu: -'Muuuuuuuito' A gargalhada foi geral, assim como o sorriso estampado na cara da família Silva e da fada Corine. A fada seguiu viagem para a casa de outro bebé, onde além de os deixar limpinhos e a cheirar a ternura, continuo a realizar mais viagens aos mundos encantados, encantado todos os bebés por onde passou.
O conto da Leonor
Um pequeno dragão chamado Kiko que vivia num antigo castelo, no meio de ruínas Ao mínimo barulho ele escondia-se atrás das muralhas. Ele não se lembrava de como tinha ido parar ao castelo, nem o porquê de estar ali. Mas recordava-se dos grandes torneios do tempo dos senhores que habitavam o castelo. As suas amigas rãs cantavam e riam-se dele por ser um dragão tão impressionante mas tão tímido. “Sou um pequeno dragão, muito pequenino!” Dizia ele. É verdade que tenho medo de tudo pensava ele. No outro dia uma borboleta tocou a minha cauda e tive tanto medo que aninhei as minhas patas à volta do pescoço. E fugi para um buraco bem escuro para ninguém me ver. Kiko lembra-se bem, há muito tempo, que o seu pai o grande dragão não tinha medo de nada. Não posso continuar assim pensou ele. Talvez se eu tivesse um amigo isso dar-me-ia coragem! Mas quem poderia ficar amigo de um dragão? Talvez as crianças que muitas vezes vão para lá passear à procura de pedra preciosas. Ele finalmente decide pôr fim a esses medos e foi semear pedras preciosas no caminho do castelo para os seus futuros amigos. Há vários dias que Kiko observava as crianças, ouvia as suas conversas, enquanto elas saltitavam de pedra em pedra. Kiko até sente um ponto em comum com elas: elas conhecessem bem o espaço de jogos perto do castelo onde antigamente se faziam os torneios. Kiko não tem tempo de preparar a sua aparição, tão apressado, ele deslize do monte e chega mesmo em frente ao Lucas e ao Gonçalo que estavam a partilhar as suas coleções de pedras preciosas. As duas crianças não conseguem acreditar e perguntam: "Mas quem és tu?! É a primeira vez que vejo um verdadeiro dragão perto do castelo!" Kiko orgulhoso decide finalmente falar: “Olá, chamo-me Kiko e estou a procura de um amigo. Vocês querem serem os meus amigos? Posso ajudar-vos a encontrar pedras preciosas!" Kiko entusiasmado continua dizendo: "Há pedras por todo o lado, eu conheço tudo, eu vigio essas pedras dos ladrões." E foi assim que Lucas e Gonçalo tornaram-se os melhores amigos de Kiko o pequeno dragão e juntos caçaram as melhores pedras do castelo.
O conto do António Talixa
Era uma vez um menino que vivia num planeta chamado "o planeta das estrelas", chamava-se menino azul! Porque um dia, um pássaro com umas asas gigantes e um bico muito forte, o deixou ali para que as estrelas tomassem conta dele, até ele escolher qual o planeta onde queria morar, tal como a sua família e disse-lhe: "menino azul, um dia o teu coração vai dizer-te que chegou o dia de escolheres o planeta onde queres morar, o pai e a mãe que queres ter, a família que queres para sempre e os amigos que queres conhecer..." O menino azul gostava muito das estrelas, e passava o dia a brincar com elas, faziam jogos, elas contavam-lhe histórias e ele jogava às escondidas e assim era feliz. Até que um dia, ao sentar-se no cimo da estrela polar começou a olhar para o planeta terra, o planeta azul, diziam os pássaros que por ali passavam que era muito bonito... cheio de flores, de campos verdejantes e oceanos, que nele viviam animais e meninos para brincar. Um dia enquanto as estrelas dormiam ele pensou, pensou e decidiu: "Vou escolher o meu pai e a minha mãe, a minha família e os meus amigos e vou voar até ao mundo azul do planeta terra!" Quando as estrelas acordaram ele despediu-se delas e disse-lhes: "Vou olhar sempre para vocês, brilhem muito" e num grito de alegria chamou o pássaro azul para o levar: "Pássaro azul, pássaro azul, vem ter comigo, já escolhi o planeta onde quero viver!", o pássaro azul aproximou-se dele e perguntou lhe: "Tens a certeza? Já escolhes te? o menino azul respondeu: "Sim, escolhi a minha mãe e o meu pai, a minha família e os meus amigos e até os animais do campo, eles estão à minha espera, vamos voar juntos..." E voaram, voaram dias e dias, por entre as nuvens, apanharam vento, tempestades, e dias de sol, até que chegaram ao planeta terra. Estava um dia chuvoso, mas o menino azul estava muito feliz, era ali, naquela casa amarela, que vivam os seus pais, ele sabia que dali, iria conseguir ver as estrelas todas as noites, iria sentir saudades delas, mas elas estariam sempre lá no céu a brilhar para ele...Quando os seus pais acordaram lá estava o menino azul:"cheguei, cheguei! Sou o vosso menino azul, vim das estrelas para encher as vossas vidas de luz, vão levar-me a conhecer este planeta?" "Claro que sim!", responderam eles: "este mundo é muito grande, e tu podes ser tudo o que tu quiseres no mundo menino azul, basta sonhares...." Abraçaram-se num abraço apertado... E o menino azul descobriu o mundo do planeta terra, encontrou amigos, ajudou animais, brincou com eles, ensinou meninos como ele, a olhar para as estrelas e a nunca se esquecerem de pedir desejos. Nunca mais viu o pássaro azul, mas sonha com ele...e assim foram felizes para sempre!
O conto do Lourenço
Era uma vez um burrinho, de nome Zacarias, que vivia numa bela quinta, rodeado de muitos outros animais, mas mesmo assim, sentia-se triste. Todos os dias brincava com o seu primo, um burrito refilão e engraçado que se chamava Tomé, com o majestoso galo Barnabé, a doce porquinha Fifi e ainda com o valentão e vaidoso Chico, um belo cavalo. Os dias passavam e as suas brincadeiras eram sempre jogar às caçadinhas, saltar à macaca e contar os belos pássaros que pousavam numa enorme laranjeira, no fundo da quinta. Um dia, o dono da quinta, trouxe o seu neto Matias para passar as férias de verão por lá. Todas as manhãs o menino espreitava os animais da quinta, carregado de vergonha, mas com um sorriso encantador. Zacarias assim que avistou Matias, pensou logo que poderiam ser parceiros de muitas aventuras e com certeza o menino saberia novas e divertidas brincadeiras. Aos poucos e poucos, Zacarias começou a conquistar o menino com os seus alegres zurrares e algumas palhaçadas à mistura. Matias, todas as manhãs assim que acordava, procurava o burrinho e levava-o a dar um passeio até ao lago, onde existiam imensos nenúfares e rãs. Os dois, inventavam histórias sobre as rãs e riam imenso. Saltavam e pulavam sobre troncos caídos, apanhavam fruta e flores que partilhavam com os restantes animais da quinta, fazendo sempre um lanche ao fim da tarde. Zacarias, sentia-se muito mais alegre e animado desde que conheceu Matias, pois ambos exploravam a quinta com outro ânimo e diversão. A sua cumplicidade era única também, bastava um olhar entre ambos, quando faziam pequenas asneiras e desatavam às gargalhadas, como se de uma alegre música se tratasse. No entanto, o fim do verão chegou e Matias teria que voltar para a sua casa. Na despedida, o menino prometeu a Zacarias que voltava assim que pudesse e ofereceu-lhe uma coleira, para o burrinho colocar, que dizia "Zacarias e Matias, uma amizade para todos os dias".
O conto da Matilde
Uma jovem princesa tinha todas as qualidades desejadas e todos a admiravam. Mas ela tinha um defeito: considerava-se perfeita e exigia que tudo o que tivesse ao seu redor o fosse também. E claro que nenhum pretendente servia para ela. O seu pai insistiu para que ela se casasse mas ela recusava todos os jovens que ele lhe apresentava. Um dia já desesperado, ela prometeu-lhe que se casaria com aquele que lhe trouxesse uma rosa azul. O pai não concordava com esta decisão, pois sabia bem que as rosas azuis não existem. Como sempre, cedeu à exigência da sua filha, e anunciou que o primeiro a trazer uma rosa azul casar-se-ia com ela. Muitas pessoas foram em busca da rosa e muitos desistiram. Apenas dois pretendentes continuaram a procurar. Um deles era um comerciante rico. Ele foi a uma florista e pediu-lhe para encontrar uma rosa azul. No desespero a florista encontrou uma forma de enganar o comerciante. Ela mergulhou uma rosa branca num líquido azul e a rosa ficou com a cor desejada! Ele correu para o palácio para mostrar a rosa azul. O rei alegrava-se com a visão da flor e disse à sua filha: "Minha filha terás de manter tua promessa! Ele tem uma rosa azul tal como pediste, vamos preparar o casamento!” Mas a princesa adivinhou a astúcia e respondeu ao pai: "Como você pode ser tão facilmente enganado pai? Esta rosa é azul porque foi tingida!” O outro era um soldado que foi para a grande montanha, examinou muitas pedras preciosas e encontrou um grande diamante azul. Levou-o para um joalheiro para cortá-lo em forma de rosa. Quando o rei viu a jóia, teve a certeza que a sua filha concordaria em casar-se. O seu pai foi buscá-la e disse: "Agora vais cumprir a tua promessa! Ele tem a rosa azul, vamos preparar o casamento!” A jovem exclamou: "Mas não é uma flor! Meu pai eu quero ficar a espera de alguém que me traga uma verdadeira rosa." Numa noite de verão, ela ouviu um poeta cantar. Ele era um jovem bonito com uma voz suave e de imediato apaixonaram-se. O poeta disse-lhe que queria casar com ela, mas ela triste respondeu: "Eu jurei ao meu pai que só casaria com alguém que me pudesse trazer uma rosa azul e até agora ninguém conseguiu. - Eu consigo há em todos os lugares rosas azuis.” No dia seguinte, ele chegou ao palácio com uma rosa amarela. Apresentou-se ao rei, que riu dele. O rei mandou chamar a sua filha: "Este poeta afirma ter encontrado uma rosa azul!” Para a sua surpresa, a filha exclamou: "Sim, meu pai, ela é azul e é a rosa mais linda que eu já vi!” Todos na corte ficaram espantados. Todo o mundo viu a rosa amarela e não azul! Mas a princesa afirmava: "Garanto-lhe que ela é azul. Ela é de um azul maravilhoso e eu estou feliz porque vou casar com o poeta.” E assim foi feito. A princesa viveu muito feliz e perdeu o hábito de procurar a perfeição.
O conto do Afonso
Era uma vez... um menino chamado Afonso a olhar pela vidraça mas lá fora não tem neve e a sombra da árvore cobre o canto da sala o Afonso, vive num mundo de fantasia e colhe em sua mão, a estrela do oriente, e agarra um raio de sol para encher a casa de magia e o Afonso, olha o presépio, inacabado, espalhado pelo chão, e ensaia um sorriso de alegria porque, afinal, não nasceu na manjedoura mas é a personagem principal e o menino que faltava na mais bela história de Natal!
O conto da Carina
Carina de Formas! Ainda a Carina andava na barriga da mãe e já, nós, pais, havíamos varrido tudo à volta à procura de um infantário. Os que não estavam cheios, eram demasiado caros e os que não eram nem uma coisa nem outra, não interessavam. Exceto um. Um externato que o meu colega Francisco, ele próprio, se encarregaria de falar com a Senhora Margarida da secretaria, uma velha amiga que acumulava as funções de tesoureira e sócia gerente. Depois das visitas da praxe, ficámos convencidos, até porque as instalações eram novas. Tudo cheirava a novo. Mas havia um pequeno problema, o recreio do estabelecimento de ensino tinha nas suas imediações uma parafernália de postes de alta e media tensão, daqueles que estão sinalizados com bolas vermelhas gigantes. Procurámos explicações na internet, protestámos junto da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal, da companhia de eletricidade, da comissão de pais e da direção do externato, fizemos manifestações e jurámos levar o problema à Assembleia da República. Em vão. Tudo continuou como dantes. O tempo passava ao ritmo das nossas vidas e a menina ia crescendo, sempre com aquela ameaça vinda lá do alto, como se tivéssemos receio de que um dia o céu desabaria sobre as nossas cabeças. Deixávamo-la de madrugada e recolhíamo-la já ao lusco-fusco. Depois de amarrada à cadeirinha, embora o perigo viesse de cima, havia sempre uma tentativa de diálogo ao que a Carina respondia invariavelmente com uma batida de pés ou um acenar de cabeça. Nini, olá! Nini aqui. Nini acolá. Então não dizes nada ao papá? Nem ao menos chamas o papá? Era sempre o mesmo fado. Foi assim nos primeiros anos. Um belo dia, com o cenário maléfico dos postes em fundo, a minha filha não chamou pela mamã, não chamou pelo papá, mas apontou para os ditos-cujos e balbuciou “as bolas da eletricidade”. Eu nem queria acreditar no que estava a ouvir. A partir desse dia, percebi que a minha filha Carina, de formas, percebia ela! Recordo hoje com carinho.
O conto do Lucas
Vamos aprender nomes de cidades? Eis a história do Lucas, um menino que tinha o sonho de viajar pelo mundo. Tudo começou nos Açores... No início da aventura, o Lucas estava com uma GRANADA de sono. Não ouviu a chamada DUBAI nem da mãe e atrasou-se naquele dia de outono. Quase perdeu o voo mas a MALTA deixou-o embarcar. Houve muita turbulência... que PRAGA de azar! Fazia muito frio em São Miguel e perguntou: "onde é que os CAZAQUISTÃO?". A mãe disse: "Para que SÉRVIA memória? Aqui não estão". Então ele foi INDONÉSIA de comprar roupa para se aquecer. A bem ou a MALI, tinha que arranjar forma de não adoecer. Depois, no hotel, serviram-lhe omeletes KOSOVO. Entretanto a temperatura ficou ARMÉNIA, para alegria do povo. Andou perdido em MILÃO e um caminhos. Mas quem tem boca vai a ROMA, sem "medinhos". Ficou com o OSLO arregalado com o encanto da ilha. Era tudo TALLINN...do e um dia mais tarde desejaria mostrar à sua filha. No final do dia, ao chegar ao hotel: "Hum, este cheirinho MÉXICOmigo... É Corine de Farme, que cuidou de mim em bebé, e dele já não me desligo"!
O conto da Alma Ribas
Era uma vez uma menina com os olhos mais brilhantes de sempre. Quando nasceu, sei bem desta história ao ser o pai, iluminou-me. Ainda hoje: a luz, permanecendo: Como uma lanterna maravilhosa, que me indica o mais precioso da paternidade. Alma. Lembro-me de ouvir a tua voz, muito baixinho muito dentro de mim: Pai. Depois, outra vez, Pai, e outra vez, Pai, e assim, as vezes do tempo mais, o eco da vida, continuando. Confesso: eu acreditava que tu não falavas ainda, a normalidade insistindo que não era possível. Antes imaginação, ansiedade pelo teu nascimento. Tão súbito, na maternidade, e era de noite, o que torna tudo tão mais fantástico, os corredores longos e portas imensas, são tantos os caminhos possíveis, pela vida fora poderás tomar muitas decisões e, a maior parte das vezes, sem a certeza nos segurando pela mão. Eu, aflito, sem saber de ti e da tua mãe, convicto apenas de que vos encontraría porque o destino está escrito na fortuna dos vossos nomes, em maiúsculas. Eu queria saber onde vos encontrar, queria a minha família tão urgente, e ouvia-te, muito dentro, sabes?, Pai, aquele eco que terminará nunca, e não sabia, não sabia como o fazer: era incrível, uma única pessoa!, nada, eu procurava e não encontrava ninguém, e as divisões, qualquer sala ou porta que procurava abrir, fechadas, à medida que avançava pela maternidade. Podia ter desesperado: a tua voz, Alma, salvou-me. Porque, sem explicação, num repente, o mundo apagou-se. A maternidade, porventura, na lonjura maior, o mundo inteiro em volta - às escuras. Resistindo à escuridão, um abrigo secreto, dentro de mim, a tua voz: Pai. Fechei os olhos. Talvez chorasse em seguida. Não o fiz: o que se seguiu, foi inacreditável de tão bonito! Fechei os olhos, e a tua voz foi me iluminando. Através dela, eu avançava, sempre mais perto, estava confiante e certo, e, por isso, mais veloz também. Cheguei a imaginar que voava, acreditas? tão leve eu me sentia, um coração com asas a querer escapar do peito… aí sim, comecei a chorar. Devagarinho, as minhas lagrimas. Pai, Pai, cada vez mais dentro. Cada vez mais próximo. Quando te respondi: Alma, disse – finalmente, eu abri os olhos. E sorri. Muito. Tanto. Tudo. E chorei, igual: Muito. Tanto. Tudo. Felicidade, palavra maiúscula quando nasces. Eterna. Os olhos mais brilhantes de sempre. Abri os olhos, sabes, e encontrei a minha verdade. Abracei-vos: a ti, à tua mãe, os três, apertados forte de amor. A nossa família.
O conto do Santiago
- Mãe! Não tenho sono! Já era a terceira vez que a mãe acudia ao quarto do pequeno Santiago naquela noite. - O que se passa meu querido?, perguntou a mãe preocupada. - Hoje não consigo adormecer mamã; já bebi o meu leite, tentei contar carneirinhos, li uma história, mas ainda assim o sono não vêm... - Bom, então vamos ter de o convidar, parece-me que hoje deve ser um dia particularmente feliz no mundo dos sonhos para ele estar tão demorado... - Como assim mamã?, exclamou o pequeno muito intrigado. O que queres dizer com isso? Com um sorriso meigo, enquanto ia aconchegando os lençóis, a mãe disse: - Lá muito longe, para além das estrelas mais brilhantes do universo, existe um reino feliz e encantado chamado o mundo dos sonhos. Nesse reino todos os animais, plantas e criaturas coabitam felizes em paz e harmonia no meio da mais pura Natureza. O canto das aves ecoa por todo o lado, o som cristalino da água corre por entre cascatas e aqui e ali as plantas mais belas florescem numa explosão exuberante de arco-íris. É nesse lugar maravilhoso onde o João Pestana colhe os seus pozinhos de sono que ao cair da noite espalha nos olhos de cada menino da Terra, para que estes possam adormecer e sonhar até serem novamente horas de acordar! - Uau mamã, esse mundo deve ser incrível!, disse o Santiago enquanto esfregava um olho. - É mesmo meu querido! É por isso que às vezes até ao João Pestana custa sair de lá. Há dias em que está tudo tão naturalmente perfeito que ele perde a noção do tempo enquanto observa todo aquele cenário com os seus olhos a brilhar encantados! Depois, quando dá conta que a lua espreita no horizonte, corre para colher do seu jardim os últimos grãos dourados repletos de sonhos que deita apressadamente para dentro do seu saco, e, montando a nuvem mais veloz, galopa com rapidez até chegar às nossas casas. Claro que por vezes acaba por se atrasar mais do que devia e os meninos simplesmente não conseguem adormecer enquanto ele não chega. - Oh mamã, acho que foi mesmo isso que aconteceu hoje, murmurou o Santiago por entre um enorme bocejo. - Também estou em crer que sim meu amor, disse a mãe a sorrir. Mas sabes, quando assim é, por terem ficado mais tempo a amadurecer no jardim do João, os grãos dourados vêem carregados dos melhores sonhos, daqueles que sabem a algodão doce, que cheiram aos dias de maré cheia na praia e que nos fazem querer voar ao ritmo do vento por entre gargalhadas coloridas. E pensando bem, às vezes até é bom ele atrasar-se um bocadinho não achas? Mas o pequeno já nada disse, as suas pestanas fecharam-se e no seu rosto esboçava-se um sorriso tranquilo e feliz. Com um beijo enternecedor a mãe despediu-se do filho murmurando: bons sonhos meu amor, até amanhã! E nessa noite o Santiago sonhou, sonhou e pela mãe não mais chamou.
O conto da Lara Victório
um planeta que estava em perigo. Antes de desaparecer mandou um pedido de ajuda. A Lara estava a passear no jardim quando vê um cometa cair mesmo à sua frente. Que grande susto! O cometa abriu um grande buraco no centro do jardim.Lá dentro estava uma garrafa de vidro com uma mensagem escrita. A lara foi abrir a garrafa. Tinha uma mensagem mas era impossível de ler pois estava numa língua diferente. Então foi procurar alguém que soube traduzir a mensagem. Foi até à universidade onde estavam as pessoas mais sábias que conhecia. perguntou a todos, aos professores de Grego, Latim, Egiptologia. Enfim, ninguém conseguia traduzir. Muito triste voltou para casa. No outro dia de manhã, estava a vestir-se e a preparar-se para ir trabalhar. A Lara gostava muito de brincos e estava a experimentar uns aos espelho. De repente, reparou na mensagem que estava em cima do móvel. Ela conseguia ler a mensagem através do espelho, tinha sido escrita do avesso. Era uma mensagem muito importante, quem estava no planeta que ficou em perigo quis avisa-la e a todos os habitantes do nosso planeta. Assim era a mensagem: "Caros vizinhos terrâqueos; precisam tomar conta do vosso planeta. Reciclar, reutilizar e evitar desperdícios. Nós fomos muito descuidados com o nosso planeta e agora temos de lhe dizer adeus. Por favor sejam sensatos." A Lara decidiu fazer dessa mensagem a sua missão. Pôs mãos à obra e foi reunir todos os seus amigos. Foi buscar a Alice e a Lou e lá foram elas fazer passar a mensagem. Fizeram palestra, organização limpezas de praias e florestas e cada dia tinha mais e mais seguidores. A Lara sentiu que tinha feito algo bom e sentiu o seu coração cheio de amor pelos amigos e pelo seu planeta Terra.
O conto da Alice Victório
uma menina chamada Alice que gostava muito de magia. Um dia os pais decidiram envia-la para a escola de Magia. Na aula de Magia, encontrou a professora Isabel. Olá Alice; Hoje vamos aprender a tirar um coelho de uma cartola. Diz as palavras mágicas...Abracaora, abracoelho, queres uma cenoura, anda cá Ó coelho! E um lindo coelhinho branco saiu aos pulinhos da cartola. Agora é a tua vez, Alice. Força, tu consegues. A Alice agarra na cartola e respira fundo. Começa a dizer as palavras mágicas mas muito baixinho. Abracaora, abracoelho, queres uma cenoura, anda cá Ó coelho! O coelho recusa-se a aparecer. Ela fica muito triste. Oh...Professora Isabel eu não consigo. nunca vou ser capaz de fazer magia. Alice tens de acreditar em ti.-diz a professora Isabel. Oh mas eu nunca vou conseguir-soluçou a Alice, muito nervosa. A professora Isabel deu-lhe um abraço e disse vamos treinar juntas. Treinaram muito e depois foi a vez de a Alice fazer a magia sozinha. Com muita energia a Alice disse as palavras mágicas outra vez, mas já mais alto. Abracaora, abracoelho, queres uma cenoura, anda cá Ó coelho! E para o colo da Alice salta um lindo coelhinho angora. A Alice ficou muito feliz e percebeu que não pode desistir se quiser ser bem sucedida. A partir desse dia, sempre que precisava de fazer algo novo, treinava muito até sair com sucesso. Nunca mais duvidou das suas capacidades e foi muito feliz na escola de Magia.
O conto da Mariana Silva
2 crianças que se conheceram um dia de verão. Ele jogava a bola com os amigos, ela encontrava se a tomar banhos de sol com a melhor amiga de infância. Os pais deles já eram amigos, mas nunca os filhos se haviam cruzado. Desde o dia que se conheceram ficaram amigos, na adolescência essa amizade era cúmplice, eram os melhores amigos. Todos ao seu redor diziam que gostavam um do outro, eles sempre o negaram . Ela gostava dele, mas tinha receio que ele não olhasse para ela da mesma forma. Mas um dia, em maio, ele olhou para ela com o tal olhar que ela tanto queria, roubou lhe um beijo sob o olhar atento da lua. Desde esse dia, ficaram juntos, até hoje, continuaram amigos, mas com um up grade, além de amigos, foram e são eternamente namorados. Hoje são marido e mulher, e têm uma filha linda que tanto desejaram. A baby M. é a prova viva que quando se quer algo devemos lutar. E o amor vale a pena lutar como tudo na vida.
O conto do David Oliveira
… uma família muito especial, com muitas histórias para contar... Querido David, presta muita atenção, vais ouvir um conto especial, para ti e para os teus irmãos. Diz-se que tudo começou há muitos milhares de milhões de anos (que é muito, muito, tempo) com uma gigante explosão (Booooomm) a que os cientistas chamam de Big-Bang! Desde então o Universo foi-se formando e deu origem a muitas Galáxias, onde cada uma é formada por biliões de estrelas (muitas, muitas, a cintilar e a brilhar) e a nossa, que se chama Via Láctea, é uma Galáxia onde existe uma estrela especial, o Sol. Este astro rei, liberta e fornece muita energia aos planetas que andam a girar à sua volta (assim como tu e os manos, que nos dão vida e energia todos os dias). Nós todos, estamos aqui no 3º planeta mais perto do Sol. Este nosso planeta, tem uma bonita forma circular e demora muitos dias (cerca de 365, que é um ano) a dar uma volta completa ao Sol. Mas este planeta, nem sempre foi assim da maneira como o conhecemos! Há muito tempo, os continentes que hoje existem, estavam quase todos ligados, mas lentamente se foram mexendo e formaram o desenho que é hoje. É também o único planeta que tem água (ping, ping) e oxigénio (inspira e respira) e foi por isso que permitiu a existência de VIDA. No inicio, a Terra (nome deste planeta) era uma bola de rochas a arder, libertada pelos vulcões (pequenas e grandes montanhas a deitar fogo) e aos poucos foi arrefecendo, libertando os gases que formaram a atmosfera (aqui em cima de nós) e os oceanos (que são os mares das praias onde nos molhamos). Nessas águas, foram aparecendo bactérias e algas primitivas (coisas muito pequeninas) e começou a ser possível o nascimento de cada vez mais organismos. Aos poucos, as primeiras plantas e insectos, povoaram as margens e os animais maiores deslocaram-se para terra... A evolução da Vida neste nosso planeta já acontece há muito tempo, mas várias vezes nasceram e desapareceram muitas espécies. Mas ouve bem: existe uma espécie muito especial, que dizem que se desenvolveu de uma outra espécie animal (um parente próximo do macaco) e que se dá o nome de HOMEM, que somos todos nós!!! Passámos por muitas evoluções e até tivemos nomes muito engraçados! Queres ouvir e conhecer? Ora repete lá: Ramapithecus, Australopithecus, Homo Habilis, Homo erectus, Homo Neandertal e Homo Sapiens Sapiens, que é o nosso nome cientifico! Esta foi a evolução da espécie humana. Depois desta grande viagem, podemos no futuro melhorar a História da qual fazemos parte! Vamos cuidar deste Universo, desta Galáxia, deste Planeta, destes Continentes, destes Oceanos, desta Família e de tudo o resto, deixando assim um Mundo melhor para todas as espécies que ainda estão para vir! * Juntos vamos conseguir *
O conto da Eduarda
Um reino muito distante.. tão distante que as pessoas que lá moravam nunca conseguiam andar o suficiente até encontrarem outro reino. Certo dia, um belo cavaleiro jurou a sua alteza que regressaria com boas notícias. O rei, muito esperançado, prometeu-lhe a mão da sua filha, a bela princesa Duda, caso ele conseguisse cumprir o prometido. E o cavaleiro lá seguiu viagem. Depois de quase um mês de viagem, sem avistar nenhuma casa ou pessoa, depois de montanhas geladas e de planícies desertas, de noites e dias sem dormir, tempestades e dias de calor sem igual o cavaleiro sentiu-se fraquejar e pensou em desistir. Nada do que tinha imaginado estava a acontecer. O seu cavalo estava magro e exausto. Os seus sapatos sujos e rotos. O seu cabelo tinha crescido tanto e já lhe cobria os olhos totalmente. Os seus olhos estavam cansados e tristes. Desesperado e sem saber o que fazer, o cavaleiro resolveu procurar abrigo.Era um sítio bonito, verdejante, coberto de flores nos campos ao seu redor. Cansado, o cavaleiro adormeceu. Ao acordar, não queria acreditar no que via: centenas de casinhas em forma de cogumelo, alinhadas pelo prado fora. Tantas que a sua vista não alcançava. Junto às casinhas, existiram uns seres pequeninos, os Corinos, que se dedicavam a cultivar flores de todas as cores e aromas que se possa imaginar. O cavaleiro, um pouco intimidado pela quantidade de seres que estava a ver, dirigiu-se a um senhor pequenino de camisola amarela. Ola - disse o cavaleiro. Ora muito boa tarde! E bem-vindo ao reino de Farme! Há anos que o esperávamos.... - disse o Corino de camisola amarela. Estavam à minha espera? Mas como sabiam que eu viria à vossa procura? - perguntou o cavaleiro. Reza a lenda que, num reino muito distante, talvez o único à face da terra, existe uma princesa chamada Duda com uns cabelos brilhantes como o ouro. E que só depois de um cavaleiro encontrar o perfume das nossas flores, esse reino celebrará a maior festa jamais vista. Por isso, leve este frasco com os melhores odores para oferecer à princesa e dar como cumprida a sua promessa. - disse o Corino. E o cavaleiro partiu no seu cavalo segurando o frasco mais bem cheiroso que alguma vez tinha cheirado. Chegado ao reino, o cavaleiro dirigiu-se ao rei e disse - Sua alteza, cumpri a minha promessa. Encontrei um reino longínquo, o reino de Farme, e um Corino incumbiu-me de trazer este presente para a princesa Duda. E assim, depois de muito esforço e dedicação, o cavaleiro tornou-se príncipe. Todo o reino de Farme foi convidado para a festa real. A partir desse dia, os Corinos do reino de Farme, nunca mais deixaram de produzir as mais deliciosas fragâncias para príncipes e princesas de todas terra. FIM
O conto da Diana
Não consigo dormir A Nelita tem 3 anos e tem dificuldade em adormecer. Sabem porquê? Porque os avós lhe meteram medo com a escuridão, a falar de monstros, velhos e papões. Ora, para os pais dela, dá cá uma trabalheira adormecê-la. Eles ficam acordados até tarde, cansados, a cantar-lhe, a contar-lhe estórias, a embalá-la no colo, deitados ao seu lado, de luz acesa e às vezes a fazerem quilómetros de carro até que ela adormeça. Anda tudo cansado naquela casa. Até que um dia convidaram umas meninas lá da creche para lá dormirem e fazerem a festa do pijama. Algumas meninas eram mais velhas. Foi uma grande festa, com pizas, sumos, música, dança e muitas risadas. Estavam todas tão cansadas que atiraram-se para as camas e sofás e nem se taparam. A Nelita, nessa noite, dormiu que nem um anjinho. E desde aí que dorme sempre bem, deita-se cedo, escuta uma estória e não precisa de companhia. Também já não acredita que existem bruxas, papões ou monstros. Perdeu o medo com uma simples festa de amigas.
O conto do Frederico
Numa floresta com muitas arvores e animais vivia uma raposa, os seu amigos chamavam lhe Sunny, pois seu pelo era muito cor de laranja e fazia lembrar o por do sol. Num dia de Verão Sunny foi passear com os seus dois melhores amigos,Fest um coelho anão sempre cheio de energia e Molly uma doninha trapalhona. Quando estavam a brincar correu Sunny chamou os amigos para lhes pregar uma partida, entrou para dentro do riacho e mergulhou para se esconder. Mas a corrente estava forte nesse dia e quando Sunny veio a superfície estava num sitio totalmente diferende. Entretanto os Fest e Molly procuravam o amigo. -Sunny, Sunny onde estás?- gritavam eles, mas obtinham resposta. Preocupados voltaram para casa e contaram aos pais de Sunny o que tinha acontecido. Já estava a anoitecer e Sunny continuava perdido. Triste e sozinho sentado a beira do riacho que o tinha levado para longe começou a olhar para a água que seguia sempre na mesma direcção. Foi então que teve uma ideia. - Se quando mergulhei água me levou para a frente então eu vou andar trás.- pensou Sunny, e foi então que pela margem seguiu no sentido contrário. Os seus pais e os restantes habitantes da floresta já muito preocupados iniciaram as buscas para o encontrar. Já era de noite e a lua cheia brilhava muito iluminando a floresta com uma luz branca. Enquanto varios grupos procuravam pela floresta Fest e Molly esperavam junto ao sitio onde Sunny tinha desaparecido, até que Molly muito espantada e sempre tapalhona pergunta ao Fest se é normal que em noite de lua cheia o sol deitar- se na terra, e aponta para uma mancha laranja que cada vez se aproxima mais. Fest espantado com o que o amigo disse, olha para o sitio onde o este esta a apontar. -Sunny, Sunny es tu?- grita Fest muito alto. A mancha cada vez fica mais perto e ao ouvir o amigo Sunny corre na sua direcção. Os amigos reencontraram-se e os pais de Sunny suspiraram de alivio. Sunny explicou lhes o que tinha acontecido e prometeu nunca mais se afastar sem avisar nem pregar partidas outra vez. Voltaram todos para casa e Sunny aprendeu uma grande lição o que vale é que correu tudo bem e viveu feliz para sempre.
O conto da Diana
Eu não gosto de fruta! E também não gosto de sopa nem vegetais. Era uma vez uma menina de 3 anos que não queria comer fruta. Dizia que não gostava de fruta e nem sequer a provava. Fugia, fazia enormes birras e os pais, coitados, até tinham vergonha e acabavam por desistir. Já tinham tentado tudo, desde proibi-la de ver os desenhos animados, não a deixar comer doces e até criar enormes saladas de fruta com todos os frutos que consigas imaginar, mas nada conseguiram. Um dia, na creche dela, celebrou-se a alimentação saudável e apenas se serviram legumes, vegetais e frutas. Aquela menina não comeu nada todo o dia. Só fez birras. Em casa, a mãe continuou a dica da escola e só lhe serviu sopa, legumes e fruta. Ela continuou nas birras e foi-se deitar com a barriga vazia. Só chorava e não conseguia dormir, já nem sabia se eram só birras ou choro de fome. Até que levantou-se e foi pedir comida aos pais. Eles deram-lhe sopa, legumes, fruta, era só escolher e ela, esfomeada, provou tudo e quase comeu tudo o que havia tal era o apetite. Desde aquele dia, ela nunca mais recusou provar alimentos e passou a gostar de tudo quanto lhe davam a provar. Foi uma lição de vida!
O conto da Sofia
um Senhor Vento muito triste, que quando pensava em todas as coisas bonitas à sua volta ficava ainda mais triste! E perguntava-se: Para que sirvo? O sol fazia sorrir ao sentirem o calorzinho. A chuva alegrava, e até bebiam as suas gotas fresquinhas. Os rios corriam para o mar ajudando os peixinhos a crescerem fortes e saudáveis. As flores alegravam e perfumavam o ar. Os passarinhos chilreavam. As borboletas embelezavam o céu com as suas cores e voos saltitantes! E ele, o Vento? Quanto mais pensava, mais triste se sentia. Por isso escondeu-se atrás de uma grande pedra, pensando que ali ninguém o ia encontrar. O dia acabou, a noite ficou iluminada pela Lua, e um novo dia nasceu. E ninguém o viu! Porém passou por ali uma sementinha pequenina de flor. - Bom dia Senhor Vento! O que faz aí tão quietinho? - Eu? Bom... Como sabes quem sou?! - Como sei?! Ninguém da minha família existia se não fosse o Senhor Vento! Nem eu seria uma sementinha que em breve se transformará numa linda flor, nem as abelhas poderiam pousar em mim para levar nas suas patinhas o pólen para fazer o mel delicioso. E as borboletas não teriam onde pousar para descansar! - Oh, que imaginação tão fértil. O que é que eu tenho a ver com tudo isso? - É o Senhor Vento que leva as sementinhas de todo o mundo, de todas as espécies de plantas e flores e árvores a viajar, e a arranjar sítios apropriados para germinar e crescer e florir e viver! Por falar nisso… há dois dias que nós não conseguimos mudar de lugar! Porque é que deixou de soprar? Está doente? O Senhor Vento refletiu e compreendeu a importância da sua existência! - Eu não sopro porque... bom, porque... eu acho que estava mesmo um bocadinho doente! - A sério?! Isso não pode acontecer, seria uma catástrofe! - Não te preocupes, a partir de hoje poderás viajar para onde quiseres e transformar-te numa linda flor. Nunca mais deixarei de soprar. Soprarei sempre, nuns dias forte, noutros dias numa brisa suave e terna... - Obrigada Senhor Vento! - Eu é que te agradeço, pequena e sábia sementinha! Adeus!!! O Senhor Vento levantou-se e soprou uma brisa tão suave que todas as plantas se ergueram baixinho e sorriram. Depois, rasou por toda a Terra, num abraço quente e forte, como que a querer dizer: "Ei! Poderão contar sempre comigo! Eu estou aqui para vos ajudar a crescer... "
O conto da Matilde
Um sapo vivia a beira de um buraco cheio de água perto de um ribeiro. Era um pequeno sapo verde, discreto e comum. Ele queria tornar-se inesquecível e passava os dias a pensar como o poderia ser. De tanto pensar, um dia, teve uma ideia. Ele começou a beber a água do seu buraco, a beber, a beber... e bebeu até a última gota! E o sapo começou a crescer e engordar. Então ele começou a beber a água do ribeiro, a beber, a beber... e ele bebeu até a última gota! E ele cresceu e engordou mais e mais. Seguindo o fluxo do ribeiro, ele encontrou o rio e começou a beber a água do rio, sem parar bebeu, bebeu e bebeu até a última gota! E quando o rio desaguou no mar, ele aproximou-se do mar, e começou a beber, a beber, a beber... e ele bebeu até a última gota! E o sapo inchou, inchou! Quando o mar correu para o oceano, o sapo foi até lá, e ele começou a beber a água do oceano, a beber, a beber ... e ele bebeu até a última gota que foi a última gota de água de toda a terra. A sua barriga, as suas patas, a sua cabeça estavam cheias de água e até mesmo os seus olhos estavam com lágrimas de água. O sapinho agora era extraordinário, único, inesquecível e a sua cabeça quase tocava no céu! As plantas estavam com sede, os animais estavam com sede e os homens também estavam cheios de sede. Então, todos se reuniram para procurar uma solução para recuperar a água da terra. Pensaram em abrir a boca do sapo para que a água se espalhe na terra. "Se o fizermos rir", disse alguém, "ele abrirá a boca e a água transbordará". "Boa ideia", disseram os outros. Eles prepararam uma grande festa, e os animais mais engraçados vieram de todo o mundo. Os homens faziam palhaçadas e contavam histórias engraçadas. Enquanto isso, as crianças e os animais não se lembravam da sede e estavam felizes. Mas o sapo não se riu, nem sequer sorriu. Ele ficou parado sem se mexer. Os macacos fizeram acrobacias, fizeram caretas e dançaram. Mas o sapo não se moveu, não se riu, nem sequer esboçou um sorriso. Todos estavam exaustos, sedentos, quando chegou uma criaturinha insignificante, um pequeno verme de terra, que se aproximou do sapo. Ele começou a se contorcer nos pés do sapo. O sapo olhou para ele espantado. O pequeno verme lutou o máximo que pôde. Ele fez uma pequena careta e... o sapo desatou a rir, uma risada enorme que fez tremer todo o seu corpo! Ele não conseguia parar de rir e a água transbordava da boca aberta. A água espalhou-se por toda a terra, e o sapo se encolheu, encolheu ainda mais. A vida recomeçou e o sapo voltou ao seu tamanho normal. De certeza que esta aventura ficará para sempre na sua memória, e ficou todo o mundo passou a chamar-lhe de sapo gigante.
O conto do Tiago Oliveira
um casal que já tinha cumprido muitos sonhos.... Mas havia um que ainda não tinha sido concretizado. Ter um filho! Só que nem tudo corria bem, porque um certo dia foi detetado um vírus no útero da progenitora que podia estragar todos os seus sonhos. Apos um intervenção cirúrgica e alguns tratamentos eis que a doutora autoriza a progenitora a engravidar. Passou um ano de duvidas, incertezas, e muitos medos! Certo dia a doutora informa a progenitora que existe uma pequena semente que poderá ao não vingar no seu útero. O sonho começa novamente a surgir.... E passado nove meses eis que nasce um menino lindo, de uma gravidez calma e maravilhosa, cheia de muito amor! No dia 1 de Fevereiro nasces tu, Meu Filho!!
O conto da Matilde
uma aldeia onde as árvores davam frutas suculentas e os legumes cresciam com fartura. Tudo estaria em paz se não fosse um gigante mau e feio que vivia na floresta e apanhava crianças para comer. Um dia ouviram barulhos assustadores vindo da floresta. Será que o gigante ia morrer? Pediram ajuda a uma velha bruxa, a única que poderia acabar com ele! Quando o gigante a viu perguntou-lhe: - O que fazes aqui? Não é um bom dia para te engolir, doí-me muito a barriga. - Sabes que tenho poderes para te curar! Se eu conseguir tal, prometes-me não me comer? - Ah ah ah, estás a pedir algo de impossível! - Sendo assim irás morrer! - Ajude-me! Prometo não te comer de qualquer forma és muito velha e eu só gosto de carne fresca. - Pois, carne fresca! Nunca comes legumes nem frutas! - Frutas? Legumes? Não gosto! - Tens de mudar a tua alimentação, segue os meus conselhos. Mas para já anda comigo, vou prepara-te um remédio! No caminho para a casa da bruxa toda a gente ficou surpreso ao ver o gigante a segurar a pança. A bruxa saiu da sua cozinha com um xarope malcheiroso. - Toma bebe isso! É excelente para a digestão! - Aviso-te já, responde o gigante com um olhar desconfiado, se me deres algum veneno vou ter tempo de te engolir antes que faça efeito! - Tens de confiar em mim. Bebe!” O gigante engoliu de uma só vez e o efeito foi imediato! - A partir de hoje comerás apenas sopas e frutas e nunca mais terás dores! - Bahhh, nunca comi outra coisa do que criancinhas! - É mesmo por causa disso que estiveste doente! Se comeres bem nunca mais terás dores! Passou-se dias e a vida na aldeia tinha retomado a sua normalidade, na floresta só se ouvia o canto dos passarinhos mas será que o gigante estava morto? Numa manhã, a aldeia acordou com um delicioso cheiro vindo da floresta. Quando se aproximaram nem queriam acreditar, o gigante estava a cozinhar! - Em vez de matar o gigante, a bruxa curou-o! Gritou um dos aldeões aterrorizados. Mas o chefe da aldeia afirmou: - Olhem bem para ele, o gigante mudou. Ele perdeu a vontade de comer crianças! Agora elas estão seguras! Temos de agradecer a bruxa! O gigante apercebeu-se que os habitantes estavam a espreitarem e com um sorriso disse: - Sentem-se, devem estar esfomeados, vou fazer mais sopa! Os aldeões saborearam a maravilhosa sopa e alguns até pediram a receita ao gigante!
O conto da Aurea
Era uma vez um casal de namorados que sonhava com uma menina doce de olhos azuis. Ambos sonhavam tão claramente com a menina que, ainda antes de nascer lhe deram o nome Aurea.Um dia, o sonho concretizou-se e nasceste tu, minha querida Aurea, igualzinha ao sonho! Tal como o teu nome, ouro, luz, raio de sol, iluminaste e encheste de ternura e felicidade as nossas vidas, a partir daquele maravilhoso dia.Estávamos em maio e assim nasceste com a primavera, com as flores, com os perfumes frescos e a brisa amena. Nasceste com a esperança, no meio de afetos e cuidados, muito protegida e amada. Um dia vais perceber que nem todas as crianças têm essa sorte.Numa azáfama de emoções foste apresentada à tua grande família, avós, tios e tias-avós, bisavós e até às tuas duas trisavós… Dividida entre vários sítios, várias casas, de colo em colo deliciaste todos com o teu cheirinho a bebé, com as tuas bochechinhas cor-de-rosa e com os teus primeiros sorrisos e expressões.O tempo passou rapidamente, aprendeste a sentar-te, nasceram-te os teus primeiros dentinhos e depressa conseguiste premiar todos com o teu maravilhoso “olá”. E, com nove meses, gatinhas, treinas os primeiros passos e experimentas mesmo colocar-te em pontas, qual bailarina. É tanta a tua força e energia em explorar e conhecer o mundo que se adivinha uma vontade forte de abraçar a vida e em seres feliz. Gostas da casa dos avós, de observar os animais e a natureza, da boneca Matrafona, do leão com música, dos livros de tecido e, sobretudo, de colheres de pau e utensílios de cozinha ou mesmo objetos dos adultos como telemóveis, computadores e dos comandos das televisões.Não gostas de chupetas, apesar de teres uma coleção numa caixinha, que gostas de abrir e mordê-las todas uma a uma, mas por pouco tempo. Deves achar que dormir é perder tempo porque essa é a tua principal dificuldade. Gostas de percorrer a cozinha de andarilho e abrir todas as gavetas, que grande sarilho! Gostas de música, de passear, de acariciar os rostos dos adultos e adoras outras crianças. Foi fácil ficares na creche, gostaste logo dos teus coleguinhas e ficas feliz todas as manhãs no colo da educadora ou auxiliares. Um dia, vais perceber melhor o que queremos mostrar-te nos livros pequeninos, nas canções de ninar, quando ouvimos o vento e olhamos a chuva, no colorido das flores, no azul do céu e do mar imensos, na beleza da música, na dança dos insetos nas flores perfumadas.Um dia vais poder ter asas e sonhar também com pessoas que desejas, lugares que te fascinam. Vais poder descobrir amigos, amores, talentos e inspirações. Pelo caminho da vida vais aprender a ser forte, a ultrapassar obstáculos, e, sobretudo, a gostares sempre de ti própria. E acredita, minha querida, vais sempre poder contar connosco, a tua grande família!
O conto do Lucas
Era uma vez um velho sábio que passava o dia a plantar tâmaras, uma vez um menino muito esperto, perguntou ao velho sábio porque plantava ele tantas tâmaras. Não saberia ele que quem planta tâmaras não colhe tâmaras, uma vez que cada tamareira durava cerca de 80 anos a dar frutos, questionou o rapaz esperto, esperando assim uma resposta do velho sábio. Então o velho sábio do alto de toda a sua sabedoria pergunta então ao rapaz esperto, então não sabes tu que todos nós trabalhamos para as gerações futuras, assim como alguém trabalhou para mim, eu trabalharei para os outros. A maior alegria deste mundo está mais em dar, do que em receber, mas cuidado meu bom rapaz pois alguns só querem comer o que plantas, no entanto tu rapaz esperto, semeia sem medida. Um dia colherás os frutos, pois cada um colhe o que planta. Planta a tua tamareira.
O conto do Rodrigo
O Real Banho (história baseada no facto histórico de D. Afonso Henriques se ter recusado a tomar banho). Pregoeiro: Atenção, muito atenção. Pois a história que vos vou contar é rica em drama e emoção. Estava a Rainha no seu castelo descansada. Quando se lembrou que era hora de tratar da pequenada. Então ganhou nobre coragem, e do alto da torre gritou para a criadagem: “Preparem o banho que eu vou buscar o Afonsinho” Rainha:-Afonsinho sua Alteza.Vamos para o banho que é hora da limpeza!!! Afonsinho: -Não vou! Rainha:Afonsinho, meu amor. Não te volto a chamar. Ou vens rápido e a saltar ou o Rei teu Pai vem-te cá buscar… Afonsinho:Não vou, já te disse que não quero! Rei:Afonsinho, meu menino. Vamos para o banho e não me faças perder o tino Afonsinho:Já vos disse que não vou. Quero continuar a brincar com o pião. Ao banho hoje não me levarão! (e foge para a Torre Sul do Castelo) Pregoeiro:-Suas Altezas, o real banho está preparado. Cheio de espuma como o Príncipe está habituado. Corine de Farme será a perfeita tentação para convencermos este Príncipe Pimpão. A escolha foi Flor de Amendoeira. Para este traquinas que só quer brincadeira. Afonsinho:-Que cheirinho bom é este? Pregoeiro:-É o cheirinho dos Deuses Sua Alteza. Quer saber o segredo deste meu sorriso radiante? É a Corine de Farme que me põe sempre reluzente e deslumbrante. Aposto até que o infante está cansado. Nada como um bom banho abençoado. Rainha:-De tanto andar a rodopiar pelo chão. Essa pele de bebe precisa de máxima hidratação e protecção. Prometo que este banho te fará sonhar. Com fadas, dragões e histórias de encantar. Afonsinho(com ar de convencido):-Eu que um dia serei Rei, ao real banho lá irei. Tragam-me então o pato de companhia. Para que no banho não falte alegria. Rei:Este Príncipe é ousado e aventureiro. Como o Pai sonha correr o reino inteiro. Só a Corine de Farme lá o convenceu.Ele que para fugir do banho até na Torre se escondeu.Vejo para ele um futuro cheio de aventuras. Cheio de corridas, traquinices e travessuras. (Depois do banho) Pregoeiro:-Dúvidas não havia para afastar.Pois Sua Alteza o banho ia adorar. Este nosso petiz. Sempre a sorrir é tão feliz. E agora na cama este pequeno herói vai descansar. Pois um dia inteiro de brincadeira é coisa para maçar. Rei:-Elegante e feliz um Rei deve ser. Cheio de façanhas para nunca esquecer. Hoje o Afonsinho aprendeu que colorida e simples a vida deve ser. Cheia de brincadeiras, banhos de espuma e tantos amigos a valer. Rainha:- Pirlimpimpim. É hora de dormir pois o banho está tomado e a história chegou ao fim. Afonsinho (sonolento): - Mãe, estou tão cheirosinho. Obrigado por tratares bem deste teu Principezinho…
O conto do Xavier David
Há uns anos atrás, a Fátima e o Luís conheceram-se na universidade, onde estudavam. Namoraram 4 anos e depois casaram, numa festa bonita, junto daqueles que mais gostavam. Passados 3 anos, uma boa notícia iriam dar. A família ía crescer. A 2 de junho nascia o Xavier e com ele nasciam uns papás que queriam o melhor para o seu bebé. Foi então que Corine de Farme entrou nas nossas vidas. O cheirinho conquistou-nos e juntos vivemos sensações sem igual, momentos inesquecíveis Mais 3 anos passaram e a felicidade voltou a bater-nos à porta, mais um bebé a caminho. Estavamos os 3 desejosos de conhecer o novo membro da família: o David. A 4 de agosto nascia o David que vinha completar a família e encher os nossos corações de alegria. Agora mais experientes os papás já sabem em quem confiar: Corine de Farme, a companhia para qualquer lugar. Partilhamos momentos felizes e muito especiais , brincadeiras e passeios entre filhos e pais. Agora passados uns anos e com o Xavier e o David a crescer, continuamos a contar com Corine de Farme para ainda muitas histórias viver...
O conto do Afonso
Era uma vez o meu avô...conheci-o no dia em que nasci. Sorriu para a minha mãe e para o meu pai, e confessou-lhes que eu era a coisa mais linda que ele alguma vez tinha visto, depois pegou em mim ao colo, sussurrou-me ao ouvido as primeiras palavras doces, das muitas que eu iria ouvir pela vida fora, pois foi com ele que aprendi que o sol era uma estrela e o céu azul, e o mar infinito e a sua água fria e salgada, que havia animais que voavam e flores que enchiam de cor e aromas os jardins e que “Dumbo” e “Nemo” eram personagens do cinema, mas mais do que isso ele era um inventor de histórias… Por isso sempre que ele me ia deitar eu pedia-lhe para que ficasse, à minha beira, a contar-me as suas histórias até chegar o soninho… Conta avô! E ele começava…era uma vez uma cadeira com três pernas...que num belo dia de sol resolveu fugir da marcenaria onde estava a compor...foi adotada por um fotógrafo e agora virou tripé para a máquina fotográfica... Conta avô! E ele recomeçava…era uma vez três anõezinhos… E eu interrompia…eram sete, avô! -Não na minha história…e viviam em três casas diferentes… -Avô, esses eram os porquinhos -Olha que não, estes eram bem limpinhos e gostavam muito de tomar banho, como tu E eu sorria e repetia, conta avô… E o avô continuava…era um rapazinho tão magrinho que circulava pelo meio das pingas da chuva… -Ora avô, por entre as pingas? -Sim, mas só molhava o casaco…e quando nevava a neve escorria pelas costas e até lhe chamavam o branco de neve… -Só conheço a Branca de Neve, nunca ouvi falar desse branco de neve... -Talvez porque ele fosse muito tímido... -Estás a ficar um bocadinho confuso, avô... E o avô agarrava-me, fazia-me cocegas e riamos os dois como se não houvesse um geração inteirinha entre nós. Como é fácil de perceber eu sou o Afonso, personagem mais que improvável desta história que foi escrita pelo meu avô, visto eu ter nascido há poucas horas…mas vou crescer, e quando for grande vou retribuir e escrever-lhe uma outra história, ainda mais bonita que esta e que nunca ninguém, alguma vez, será capaz de passar para o papel outra igual e, acreditem ou não, já sei como vai começar: “Há muito, muito tempo atrás, digamos, no tempo do meu avô…”
O conto do António
Era uma vez um menino muito pequenino e irrequieto, que parecia que vivia no mundo da lua. Chamava-se António, como o seu tio e bisavô e era uma bomba de energia. Todos os dias, António testava limites e desafiava a paciência de todos os que o rodeavam. O António não sabia estar parado. Tinha que andar, correr, saltar, pular, trepar, parar é que nem pensar! O António não sabia ficar a ouvir uma história, não sabia estar sentado a ver o mundo a acontecer. Tinha que estar sempre em movimento, não podia parar. Estava sempre a inventar o que fazer. Mexia em tudo e queria tudo, ao mesmo tempo. Abria gavetas, fechava portas, abria portas, fechava gavetas, tirava tudo para o chão, desarrumava uma casa inteira, divertia-se com os brinquedos, quase tanto quanto os destruía. O António era mais rápido do que um foguete, mais astuto do que um rato, mais equilibrista do que um trapezista, mais flexível do que um ginasta. Ninguém o parava. Trepava tudo, sem medo de cair e parecia mesmo um boneco de plasticina. Toda a vez que caia, levantava-se num ápice. Era veloz, como uma flecha. E pequenito, rapidamente fugia, esgueirando-se entre os dedos de quem o tentasse deter. Mas um dia, no meio da correria e da tontearia, a descer uma rua, completamente disparado, o António caiu redondo com a cara no chão. Caiu de uma forma tão violenta, que todos à sua volta, ficaram sem ar. O menino que parecia feito de plasticina, desatou a chorar. E na sua testa, um grande galo, começou a cantar. Era um galo tão grande, tão grande, tão grande, que o António ficou sem energia. E pela primeira vez, ficou parado, sem alegria. A mãe aflita, ficou com o coração nas mãos. O pai, de tão preocupado, ficou atordoado. O irmão, pequenito, parou logo de andar e os tios, assustados, perderam o falar. Estarrecidos a olhar, todos ficaram a ver, o grande galo a acontecer. O galo crescia, crescia, crescia e o António gemia, gemia, gemia. Quanto maior o galo ficava, mais o António chorava. O galo não parava de aumentar e o António não parava de chorar. E se o amor fosse a solução para o galo desaparecer? Todos juntos podiam conseguir o galo deter. Então, cada um encheu de miminhos o António e a cada beijinho, o galo ia ficando mais pequeninho. O tempo foi passando e o amor foi transbordando, o galo já não cantava, nem o António chorava. O mimo e o amor, foram remédio para a dor e o galo que era gigante ficou cada vez menor. O António aprendeu uma grande lição, não se corre desenfreado sem olhar para o chão. E passado pouco tempo, já nem se lembrava, do galo que na sua testa ainda espreitava. Afinal, tinha sido apenas um susto valente, a energia tinha regressado finalmente!
O conto do Santiago
Era uma vez...espera! Porquê é que todos os contos começam assim? Hum, nem todos, ou pelo menos não o nosso! Afinal de contas este conto não é um era, é um és! Mas e quem és tu afinal? Não poderias ser outro se não o filho mais querido, meigo, alegre, brincalhão, bem disposto e traquina do Mundo! Sim, não adianta esconderes-te, é mesmo de ti de quem eu estou a falar, anda cá sentar-te ao meu lado, encosta-te a mim e não te envergonhes. Está bem, vou dizer baixinho então, sussurrando ao coração: és tu, Santiago! Hoje és um menino com seis anos feitos, muitas virtudes e alguns (poucos vá!) defeitos, que me faz imensamente feliz por ser tudo o que eu sempre sonhei e quis! Nem acredito como o tempo voou e como agora algumas palavras deste conto já consegues soletrar; ainda ontem eras só um doce projecto e hoje até já sabes contar! A tua entrada na escola foi um marco para toda a família e a tua cara de felicidade por ires fazer parte da "turma dos crescidos" foi impagável; e, apesar dos teus receios, entraste ali dentro cheio de coragem e entusiasmo, que orgulho tão grande! Acho até que eu estava mais nervosa do que tu... mas não digas nada a ninguém, vais ser um segredo só nosso combinado? O teu percurso no pré-escolar foi um prenúncio de tudo isto. Eras amigo dos teus coleguinhas e um malandreco amoroso com educadores e auxiliares. Aí moldaste a tua personalidade entre brincadeiras e ensinamentos, surpreendendo-me nas ocasiões especiais, ou só porque sim, com algum mimo feita pelas tuas mãos com amor. Foi um descanso conheceres quase toda a gente de lá desde os tempos da creche. Junto com alguns desses meninos deste os teus primeiros passos, partilhaste as tuas primeiras palavras e até comeste as primeiras sopas. E as primeiras idas à casa de banho e todas as fraldas que por aí não se mudaram? Ufa, ainda bem que nunca te faltou Corine de Farme! Essa era a tua segunda família onde te entregava todos os dias com o coraçãozinho apertado de saudades e que cuidou de ti quando eu não o podia fazer. Foi cuidadosamente escolhida, como tudo para a tua vida, ainda eras um recém-nascido. E que tempos esses! Era tudo tão novo e surpreendente para mim, afinal de contas ninguém nasce a saber ser mãe certo? E foi quando tu nasceste que eu também nasci como mãe. Às vezes parecia que estava a fazer tudo certo, outras que estava a fazer tudo errado, mas na maioria das vezes fazia o que podia só tendo a certeza de uma coisa: estava a dar o melhor de mim! Pois foi isso que eu escolhi enquanto escrevo este conto e te carrego na minha barriga, juntamente com todos os meus sonhos mais lindos; que te darei sempre o meu melhor para que possas crescer feliz a cada dia, e que hoje, ao escutares este conto, tu saibas quem és. E agora que sabes já podes dizer, era uma vez...
O conto da Mayara
Era uma vez uma menina que gostava muito de brincar. Queria brincar durante todo o dia…. Mas quando chegava a noite, a menina já andava cansada e começava a aparecer o sono pouco a pouco… A menina não gostava nada do sono, e assim que ele chegava, ficava irritada, sem vontade de brincar e gritava com o sono: - Sai daqui! Eu não gosto de ti e não quero dormir! O sono dizia sempre à menina que queria ser amigo dela, e que conseguia dar-lhe muita força para brincar outra vez no outro dia. A menina nunca o queria ouvir e só adormecia depois de muita luta com o sono… o sono ganhava sempre as lutas. Todos os dias a noite, a menina zangava-se com o sono, e cada vez andava mais cansada e sem forças para brincar. Ouve um dia, em que a menina, já muito cansada e sem forças para lutar, o sono contou-lhe um segredo: - Se tu não lutares contra mim, eu prometo-te que todas as noites vou-te encher com muita vontade e forças para conseguires brincar muito no dia seguinte. A menina muito triste, lá acabou por aceitar o pedido do sono… E no dia seguinte, acordou cheia de energia para poder brincar, e foi logo contar aos pais, que queria ser sempre amiga do sono, para poder dormir bem e ficar sempre com muitas forças. E assim, a menina é muito feliz porque tem sempre forças para brincar
O conto do Benjamim Forte
Era uma vez uma Quinta muito bem cuidada eAirosa.Um dia,um pequeno traquina chamado Benjamim foi explorar a natureza.EraCurioso e tinha os olhos grandes,da cor do céu e ondas nos cabelos.Saltitava em bicos de pés para espreitar por cima da cerca."-Axim!Ôooopa Ôpa!"-dizia a pular."-Ainda tens que comer mais sopa!"responderam do outro lado.O Benjamim intrigado parou de saltar e pôs-se a olhar por entre as ripas de madeira:"Cucu!"-disse ele a ver se entravam na brincadeira.-"Qual Cucu qual quê!O meu nome é Alecrim e tu o que andas por aqui a fazer?Não me vens calcar as ervas não?Fico já irado."-Vim passear, apanhar ar e assim.E já agora sou o Benjamim,estava a brincar às escondidas,tu devias ter dito Jaja,mas saiste-me cá um Alecrim mal Humorado..Que se passa contigo?"-"É que..olha,vai mas é dar a volta à cerca e deixa-me estar!"-"Alecrim tu não estás irado estás é doido!Ou melhor Doi..irado!Alecrim,alecrim Doirado!Ahah ri-te que faz-te bem às Pétalas!"-"Estou a ver que és engraçado!-"A sério porque estás triste? Talvez te possa ajudar."-"Só se souberes fazer a dança da Chuva..Este Sol é lindo e tal mas eu tenho saudades da minha amigaChuva,ela cuida de mim faz-me crescer mais um bocadinho todos os dias,cai-me em cima e abraça-me,refresca-me e fico ainda mais cheiroso!Aí que saudades!-lamentou o Alecrim.-"Ah..Às vezes ando a brincar cá fora e a mamã chama assim alto:"OhBenjamim anda para dentro que vem aí a Chuva!"e eu até já lhe perguntei se podia esperar por ela mas a mamã manda-me para a banheira e diz que a chuva vai já lá ter.Depois só passa por lá o Chuveiro que pelas minhas contas..deve ser o primo." "AHAH!Ai que riso! Deve ser deve!"-riu o Alecrim.Vendo-o contente foi até casa -"Mamã,dás-me um copo de Chuva por favor?"-"Copo de Água queres tu dizer?"-"Qual é a diferença?!"-”Bem Nenhuma..A chuva vem do céu.É isso." "-Mas também é água não é?"-"Pois, pois é."-"Obrigado Mamã! e correu de novo até à Quinta Airosa.Chegou,soprou e o Alecrim ergueu a cabeça e fechou os olhos,a pensar que era o vento.A seguir,saltou o mais alto que conseguia,e atirou a sua "chuva" para cima do Alecrim!-"Uau!NEM ACREDITO!Parece Chuva!Obrigado Benjamim!Foste muito bom para mim!Podes vir cá ter para brincarmos às escondidas sempre que quiseres!"O Benjamim voltou para casa com o copo vazio e o coração cheio de alegria pelo seu novo amigo!Mal chegou, a Mamã mandou-o para a banheira: -"Então Benjamim,será hoje que a Chuva te vem visitar ao banho?"perguntou a sorrir."-Sabes Mamã,tu cuidas tão bem de mim..Dizes-me que estou cada vez mais crescido...Pelas minhas contas..A minha Chuva és TUMamã!"Emocionada deu um xi apertado e disse baixinho:"Oh meu Benjamim,que palavras doces e que cheirinho tão bom o teu!"-"GostasMamã?As palavras vieram do coração e o cheirinho..do Alecrim!
O conto da Ema
Era uma vez um cãozinho que vivia preso numa casota minúscula, ao frio, sem amor. Os dias dele passavam muito devagar e eram sempre iguais. Mas o cãozinho tinha um truque para os dias não parecerem tão maus: Sonhar! Ele nunca deixou de acreditar que um dia ainda iria conhecer a sua família-metade, que o salvaria daquele lugar. Imaginava todos os dias como seria bom se alguém chegasse para o libertar daquela corrente, como a sua vida poderia ser diferente. Certo dia, uma menina que foi à casa onde ele vivia apercebeu-se da tristeza nos olhos do cãozinho, mas também viu neles esperança! Contagiada por aquele olhar, acreditou também que a família certa para ele ainda estava para vir e decidiu que tinha de o ajudar a encontrar! Decidiu então dar-lhe voz e contar a sua história. A Ângela leu-a e já não tirou o cãozinho da cabeça nem do coração. Já tinha uma cadelinha, a Blaya, e ainda vivia na casa da mãe, que não queria mais nenhum cão. Então propôs-se a cuidar dele para posteriormente lhe arranjar uma boa família. Quando chegou à casa onde o cãozinho morava, foi recebida por ele com uma verdadeira festa, o cãozinho sentiu que o seu dia, aquele pelo qual nunca desistiu de sonhar, havia chegado! A Ângela trouxe-o para sua casa, deu-lhe banho, cortou-lhe os nós dos pelos, fez-lhe incontáveis festas, serviu-lhe comida boa, levou-o ao veterinário, presenteou-o com brinquedos, preparou-lhe uma cama quente, deu-lhe colo e o seu amor. O cãozinho estava, pela primeira vez em muito tempo, verdadeiramente feliz. Tão feliz que nos primeiros dias da sua chegada nem dormia, pois tinha medo de estar a sonhar e acordar no lugar de onde tinha vindo. Ele já sentia aquela casa como dele e, muito agradecido, seguia a Ângela para todo o lado, como uma verdadeira sombra. Num instante ficou bonito, com um ar feliz e os pretendentes começaram a surgir. Tinha então chegado a hora de o deixar ir. Porém, quanto mais se aproximava desse momento mais a Ângela se sentia triste. Ela sentia que por muito boas que fossem as outras famílias e casas, se o cãozinho pudesse escolher a escolheria a ela. Ela sentiu o que o cãozinho soube mal a viu: Eles estavam destinados! Finalmente o Tommy tinha um nome e um lar onde pertencia. Foi aos poucos perdendo os medos, recuperando a infância perdida, tornou-se o melhor amigo da Blaya e fez outros amigos. Mas ainda lhe faltava algo... uma criança para amar e com quem brincar. Um dia mais tarde, a Ângela ficou de bebé e o Tommy não cabia em si de contente! Gostava de encostar as suas orelhas felpudas à barriga para a ouvir e não deixava ninguém se aproximar bruscamente. Quando a Ema nasceu, o Tommy sentiu que agora sim, tinha tudo que sempre sonhou. Embevecido pela sua dona pequenina, ele fez uma promessa… será sempre o seu protetor!
O conto da Maria Marias)
Duas lindas Fadas, a Corine e a Farme. Corine, é uma Fada muito generosa, de longos cabelos escuros e olhos azuis. Farme, tem cabelos loiros, olhos verdes e é uma Fada muito carinhosa. As duas Fadas adoram viajar pelo mundo à procura de plantas para, de forma natural, cuidarem dos bebés, das crianças e das suas mamãs. Ao encontrarem as plantas com propriedades especiais, entregam-nas ao seu amigo Paul. No seu laboratório, com muito amor e alguma magia ele cria muitos produtos para nós. Mas nas suas viagens as Fadinhas também gostavam muito de espreitar os sonhos das crianças. Um dia, enquanto passeavam pelos sonhos da Maria, ficaram a conhecer a Lenda da Lagoa das Sete Cidades,com a qual ela estava a sonhar. Esta lenda conta que uma linda Princesa saia todos os dias do seu Castelo para passear pela natureza. Num desses passeios conheceu um humilde pastor e ficaram muito amigos. Passaram a encontrar-se todos os dias e dessa amizade nasceu um bonito amor. Mas os pais da princesa já lhe tinham escolhido, para marido, um Príncipe de um reino vizinho. Quando souberam deste amor com o Pastor proibiram-na de se encontrar com ele. Quando os dois se encontraram pela última vez, choraram tanto que junto aos seus pés se formaram duas lagoas. Uma das lagoas, com água de cor azul, que nasceu das lágrimas dos olhos azuis da princesa. A outra, de cor verde, que nasceu das lágrimas dos olhos verdes do pastor. Os dois não puderam viver juntos, mas as lagoas nascidas das suas lágrimas jamais se separaram. As duas Fadas adoraram a Lenda e até se identificaram, em alguns pontos, com ela. Também elas têm uma os olhos azuis e outra os olhos verdes e são inseparáveis. Como gostaram tanto da lenda, no dia seguinte, voltaram a passar pelos sonhos da Maria para ver com o que sonhava nesse dia. Mas nesse dia a Maria ainda não estava a dormir. A menina estava muito feliz e a encher a mamã de beijinhos… As Fadinhas, Corine e Farme, ficaram curiosas e quiseram saber o motivo de tamanha alegria. A menina só dizia: “mamã a partir de hoje sou a Maria Flor de Amendoeira”! Ao fim de algum tempo descobriram que a alegria da Maria e este baptismo, com o nome Flor de Amendoeira, se devia ao banho que tomou com o champô e gel de banho da Corine de Farme, com Flor de Amendoeira. Ao verem tamanha satisfação as fadinhas ficaram cheias de alegria e orgulho pelo trabalho que têm desenvolvido! Agora, que já li a história, já ficaram a conhecer a Lenda da Lagoa das Sete Cidades e já sabem porque é que os produtos da Corine de Farme são tão bons, vamos dormir! Boa noite e bons sonhos! Quem sabe as Fadinhas Corine e Farme passam a espreita-los!
O conto da Yasmin Silva
Uma menina de rosto redondo, olhos castanhos e com lindos caracóis que lhe cobriam as costas. Era uma menina meiga, doce e super gentil. O verão tinha começado e a menina já andava na escola a aprender a ler e a escrever. Um dia a Yasmin chega a casa e pergunta a sua mãe: “-mama, a Leonor hoje levou um vestido rosa lindo... e eu não tenho!” A mãe triste abraçou a pequenina e disse: “-a roupa que levaste pode ser usada mas bonita também...” A menina foi para a escola e no dia seguinte disse à mãe: “- mama, as sapatilhas da Liliana dão luz, as minhas não....” A mãe triste responde: “-o que interessa é não andares descalça... De volta a escola a princesa Yasmin repara nas outras meninas. Muito bem vestidas, com roupas novas a condizer, laçarotes e muito glamour sentindo-se como se a sua mãe não gostasse dela como as outras mães, das outras meninas... então depois se apercebeu. Algumas daquelas meninas não tinham um beijinho da mãe à chegada na escola nem um forte abraço no final do dia. E ela perguntou para algumas meninas: “-a tua mamã dá-te beijinhos? Abraços? Ela dá-te colinho!?” E elas respondiam: “-a minha mamã dá-me tudo o que eu quero!!!” Intrigadas as amigas perguntaram: “-e a ti!? A tua mamã dá-te tudo!?” Ela respondeu: “-a minha mamã... dá-me tudo aquilo de que preciso. De regresso a casa com o pai a menina encontra a mãe deitada no sofá doente e diz: “-mamã estás doente!?” “-sim” (responde a mãe) “-precisas de alguma coisa!?” (Pergunta a menina) “-não meu amor, a mamã já tem tudo de que precisa... tem-te a ti!” A menina muito ternurenta diz a mãe: “-sabes, eu andava triste porque não tinha as mesmas coisas que as outras meninas. Mas agora eu sei que tenho mais. E o que importa é que somos uma família e tu mamã, és o amor da minha vida!!” A mãe muito feliz abraçou a sua filha e deixando cair uma lágrima do canto do olho diz: “-tu também és o amor da minha vida! “ E a Yasmin teve sempre muito amor e carinho da sua mãe... para a vida toda
O conto do Miguel
O Miguel ainda não sabe mas é mais Giraposa que o que pensa. 'Giraposa?? Mas que palavra estrambólica é essa?' Era uma vez, uma Girafa muito sorridente. A Girafa nunca tinha pensado muito em ter girafas pequeninas, mas gostava muito de visitar os filhotes das amigas Garça e Zebra. No mesmo bairro, havia uma Raposa muito dona do seu nariz. A Raposa sempre pensou em ter um raposinho, mas não se importava de ter uma Tartaruguinha ou um Elefantinho. Um dia, a Raposa e a Girafa conheceram-se numa festa de uns amigos. E tudo mudou. O olhar da Raposa conquistou o coração da Girafa e a Girafa abraçou para sempre a Raposa. Quem diria que uma Raposa e uma Girafa pudessem dar-se tão bem? Tão bem que um dia perceberam que gostavam muito uma da outra e quiseram ir morar juntas. E viajaram muito: visitaram a savana, a floresta, as serras...até se atreveram a mergulhar no mar quando foram visitar os seus amigos Peixes. Tudo corria muito bem na vida da Girafa e da Raposa. Mas a certa altura, a Girafa começou a perceber que afinal queria ter um Raposinho, e a Raposa ficou ainda com mais vontade de ter, imaginem, uma Girafinha...mas o que queriam mesmo ter era uma Giraposa. Foram então visitar a Dra. Coruja que lhes explicou que não seria possível essa coisa da Giraposa...que isso é mais provável nos filmes de ficção científica, mas no Mundo não... A Raposa e a Girafa ficaram tristes... Tinham já imaginado tanto a Giraposa... 'Mas não há mesmo solução, Dra. Coruja?' - perguntaram elas. 'Ha uma solução... O que podemos fazer, no nosso laboratório futurista e cheio de microscópios e máquinas mágicas, é fazer com que a mãe Girafa tenha um Girafinho que depois cresça na barriga da mãe Raposa'. - explicou a Dra. Coruja. 'Que coisa mais complicada', pensaram a Girafa e a Raposa... 'Não é muito fácil, mas este laboratório tem tanta tecnologia nova e surpreendente que é possível, mas é um pouco caro. Vão pensar para casa e se decidirem vir conhecer o laboratório, falem comigo!' - sugeriu a Dra. Coruja. A Raposa e a Girafa foram para casa decididas a não pensar mais naquele assunto. Mas com o tempo começaram a pensar cada vez mais naquela hipótese... Um dia, foram conversar com o seu amigo Leão que lhes disse: 'Não desistam! Se acreditarem com todo o vosso coração, tenho a certeza que vai tudo correr bem! Vou reunir todos os nossos amigos e vamos fazer uma venda de rifas muito grande, e com esse dinheiro vocês vão dar Vida a esse sonho!' E assim surgiu o Miguel Giraposa. Tu, Miguel, podes ter um pescoço enorme como a tua mãe Girafa, e manchas castanhas desenhadas com a cor do Sol... mas tens esse olhar vivo, maroto e atento da tua mãe Raposa, cheio de astúcia, que absorveste com toda a vontade desde o momento em que ouviste o seu uivar pela primeira vez.
O conto da Ana Carolina
Ana Carolina era uma menina traquina de cabelo comprido com uns lindos olhos cor de mel que adorava unicórnios! Todos os dias ela transformava-se num majestoso unicórnio, umas vezes voava pelo jardim, noutros dias era um unicórnio colorido que ficava no seu castelo à espera dos seus amigos! Um dia resolveu que tudo se torna-se mais real e resolveu convidar todos os seus amigos da escolinha para celebrarem a amizade, a sua casa seria o seu castelo! À medida que os seus amigos chegavam a Ana Carolina ia dando um nome de unicórnio a quem chegava! Todos eles adoraram a ideia e todos eles tinham funções bem definidas, além da brincadeira! Assim, uns ajudavam na cozinha a fazer bolinhos com a sua mamã, com muita farinha pelo ar, outros separavam a roupa que já não usavam em sacos! Havia quem já andasse com meias na cabeça! Depois de uma grande festa com muitos balões, música e alguns doces e muita fruta, foram todos levar os bolinhos e roupa a outros unicórnios, perdão, aos meninos e meninos que precisavam desses "miminhos". No final todos ficaram muito felizes, não só pela grande festa, mas principalmente por ajudarem outros"unicórnios"!
O conto da Cyntia
Uma familia gira que foi a cidade magica onde os sonhos se realizavam. e ao entraram na igreija encantada perante a pedra magica, em voz baixinha dizeram palavras engracadas. Nos escolhemos amar-te todos os dias, cuidar das tuas alegrias e tristezas, ouvir as tuas letras, beijar-te docemente, falar devagarinho, mostrar-te o sol, a lua, o vento e as estrelas, construir os degraus das conquistas. E tu pequenino? Eu vou ser como vos... meu rei e minha rainha... E ao voltarem para casa uma luz brilhante pairou sobre os seus caminhos e foram felizes para sempre.
O conto do José Parente
Há muito, muito tempo...para lá do que os calendários são capazes de contar, existiu um reino onde todos sabiam tocar um instrumento! A música pairava no ar! Em vez de caminhar as pessoas dançavam ao som das notas que rápida ou mais lentamente, em brincadeiras de ritmos, se faziam ouvir em todos os lugares!! Era um lugar feliz...Certo dia por força da ambição dos reinos vizinhos, o Reino Musical foi atacado pelo Reino Guerreiro onde todos sabiam lutar com espadas, lanças e escudos. A batalha era eminente ...a música desvanecia e o Rei Musical decretou que todos os instrumentos fossem transformados em armas para que pudessem defender o seu castelo! A alegria deu lugar à tristeza, não havia outros remédio!! Foi então que dois pequenos irmãos, exímios músicos, os meninos José Oboé e António Saxofone tiveram uma ideia genial, que sem demoras partilharam com o Rei! Os instrumentos seriam as suas armas e a musica a sua força! Acreditando no poder da música e no amor que ela transmite, os habitantes do Reino Musical em vez de espadas, embainharam os seus trombones e tubas, flautas e pandeiretas, violas, harpas e acordeões...e dirigiram-se cheios de coragem aos soldados adversários! Estes sedentos de violência ao começarem a ouvir a melodia tão bela que lhes inundava o cérebro pousaram as suas armas e começaram a bambolear as suas armaduras num ritmo tão entusiasta que os fez esquecer o motivo pelo qual ali se encontravam... No entanto rapidamente perceberam que música é também uma forma de viver com felicidade e paz e pode ser uma arma bem mais poderosa que qualquer outra!! E foi assim que o Reino Musical venceu a guerra e continuou a dançar através dos tempos!!
O conto do José Branco
O primeiro dia de férias tinha chegado. Como todos os anos, Emília e João, os pais do José, suspiravam por aqueles dias de descanso no campo, na aldeia onde tinham nascido. E preparavam, muito ansiosos, a sua mala de viagem, porque não queriam perder nem mais um minuto na barulhenta cidade, onde viviam. Bem, todos, menos o seu filho José. Ao não poder levar para férias todos os seus bonecos preferidos, José imaginou que aborrecidas seriam as férias de verão. Assim que chegou à aldeia, o seu avô Joaquim percebeu que José estava triste e desafiou-o a irem visitar o seu pomar de macieiras, com seres mágicos, ideia que não convenceu o pequeno José, embora aceitasse para não desiludir o avô. Assim que chegaram ao pomar, o avô Joaquim sorriu e disse: - Agora, José, prova esta maçã. Experimenta, vá e diz-me o que sentes. José deu uma dentada na maçã e depois outra, e outra, e no fim, disse: - Avó, esta maçã tem um agradável cheiro e é muito saborosa. O avô Joaquim sorriu e disse: - Sabes, José, tenho neste pomar muitos amigos a ajudar para que estas maçãs sejam as mais deliciosas. José olhou em redor, encolheu os ombros e exclamou: - Avó, mas não estou a ver ninguém! O avô respondeu: - Tenho, sim, chama-se fauna auxiliar, são os meus super-heróis. José, nem queria acreditar. Como surgiram, ali, super-heróis? O avô continuou a conversa e afirmou: - Os super-heróis são ácaros e insetos bons que se alimentam dos inimigos desta cultura, ou seja, dos vilões que provocam estragos e prejuízos neste pomar. - Vês aquela joaninha? É uma super-heroína. José olhou incrédulo para aquele organismo de corpo redondo e colorido, nunca pensando que defendesse o que quer que seja. E, como combatem, avô? – Este respondeu: - Têm uma armadura em torno da boca que tritura os vilões. José abriu muito os seus olhos, e pronunciou: - como nos jogos de ação, avô? José nem queria acreditar que aquele pomar podia se transformar num verdadeiro campo de batalha, imaginando as joaninhas e outros esquadrões do bem a defenderem aquelas maçãs, de que tanto tinha gostado. - Mas, José, disse o avô, para que as joaninhas e outros organismos auxiliares possam colaborar comigo neste pomar, tenho que as preservar. - De que forma, avô? - Meu neto, vês na borda deste pomar, um manto de calêndulas floridas? Cuido delas para que, no inverno, sejam o porto de abrigo dos super-heróis para estes reproduzirem, e como reserva de alimento. Todos os dias, o seu avô Joaquim acrescentava mais histórias mágicas, que deixavam o pequeno José muito curioso sobre a fantástica vida no campo. Estavam a ser as melhores férias de sempre!
O conto da Beatriz
Uma Menina... Bela, Entusiasta, Amorosa, Teimosa, Rebelde, Inteligente, Zelosa … Sensível, curiosa, dedicada, sensata, aventureira, altruísta, linda, meiga, deliciosa, e com autoestima! Com um elevado espírito de interajuda e de fazer o bem. Com vontade de fazer isto e aquilo ao mesmo tempo, sempre incansável! Defensora de tudo e todos, incluindo dos animais! Enfim... o meu Maior Amor! Querida Filha, Vejo em ti a concretização de alguns sonhos que deixei pelo caminho, e anseio que encontres sempre em mim um porto seguro para que nos momentos de insegurança e receio ainda te possa dar colinho. Por vezes não é fácil, ninguém disse que seria, mas foste, sem dúvida a melhor coisa que me aconteceu e quero que saibas que foste o meu melhor projeto de vida! Tens o dom de me acariciar só com o olhar! És o meu orgulho e espero que nunca sejas ingrata! Quero acompanhar todos os teus triunfos e segurar na tua mão nos momentos de hesitação. Serás uma guerreira, uma grande Mulher, a minha Rainha dos caracóis de ouro! Garanto-te que temos o melhor em comum! Adoro-te de e para sempre, e agradeço-te por me teres escolhido para ser tua Mãe! <3
O conto da Yasmine
A menina mais desejada Desde que soube que estavas dentro de mim foi um sentimento muito especial, já tínhamos uma conexão única A menina mais desejada, a nossa princesa Yasmine o nosso verdadeiro significado de amar
O conto da Margarida
A menina mais cativante. Adquiriu o nome da mais linda flor e tem feito de sua missão pessoal, mesmo sem o saber, fazer-lhe jus. Começou a sua vida de forma atribulada, mas quando nos agarrava a mão, sempre com uma força tão própria, percebíamos claramente que nos dizia para não termos medo. Rapidamente desenvolveu uma personalidade que acho engraçada, mesmo nos momentos em que finge não me ouvir e, quando demos por isso, já corria por todo o lado, adquirindo o seu direito de tudo poder explorar, o que na sua linguagem significa em tudo agarrar. Não tens medo do escuro, talvez porque sabes que por ti só já brilhas o suficiente, e ensinas-me que por muito pouco que possamos saber da vida, vale sempre a pena partir à descoberta e confiar. Quando me abraças fazes-me entender que há pessoas que nos aquecem mais do que o sol de verão. Quando me olhas, sou eu quem tudo vê claramente. E quando chamas pelo meu nome percebo que a fonologia das palavras é uma banalidade, preocupação de gente crescida. Porque todo o teu ser faz com que tudo pareça estar certo. Irei fazer questão de te relembrar, ao longo da estrada, de tudo o que realmente importa. E estarei sempre por perto para acompanhar as tuas aventuras. Porque muitas vezes temos filhos, príncipes e princesas, que não carregámos em nós, mas que levamos sempre no coração. E assim será. Juntas, viveremos felizes para sempre.
O conto da Madalena
uma linda Borboleta.Todos invejavam a sua beleza e esta não se cansava de esvoaçar para mostrar que não havia ser mais belo: Sra. Traça, que cinzenta que está hoje! Bom dia Sr. Macaco, esse casaco de peles ficava-lhe melhor no inverno! Sr. Elefante, está a precisar de uma dieta! Sra. Gata, os seus filhos já não parecem ratinhos? Num desses passeios que conheceu outra linda borboleta e decidiram casar!O seu noivo não tinha uma beleza equiparável à sua mas ia festejar a segunda primavera e pensou ser a altura certa para dar esse passo. Houve uma grande festa e não tardou a que a Borboleta pusesse seis pequenos ovos:Serão certamente lindas como a Mãe! E comentava com o marido:Espero que saiam todas a mim! Contudo, dos ovos saíram pequenas lagartas, quase sem cor e sem asas.A Borboleta nunca tinha visto seres tão feios:Trocaram os nossos ovos!-choramingava perante tamanha desgraça. Por vergonha, a Borboleta deixou de sair.Mas havia um novo sentimento no seu coração:gostava de algo feio e a importância que dera à sua beleza parecia-lhe agora um absurdo. Todos começaram a estanhar a ausência da Borboleta e decidiram ir visitá-la.A Borboleta não queria acreditar!Tinha todos os animais à sua porta, para saberem como estavam os seus lindos filhos.Quando afastou a porta de carvalho, fez-se um grande silêncio.Foi um dos filhos da Dona Gata que quebrou aquele gelo:Miau! Que amores! A alegria e entusiasmo foram imediatos:todos abraçavam a Borboleta e poucos foram os que resistiram a pegar ao colo e apertar aquelas lagartinhas gordas e macias! São acinzentados como eu!-dizia a Sra. Traça;Ah! Mas também têm uns pelinhos a nascer!Acho que querem ter um casaco de peles igual ao meu!-guinchava o Sr. Macaco;E são tão gordinhos!-festejava o Sr. Elefante;São as lagartinhas mais amorosas que já vi!-elogiava a Sra. Gata. A Borboleta sentia-se envergonhada:Desculpem ter feito troça da vossa aparência.Agora sei que não faz alguém ser especial. Um guincho do Sr. Macaco quebrou aquele entusiasmo:Borboleta, os teus filhos estão a enrolar-se numas mantas! Os dias foram passando e a Borboleta estava inconsolável. Contudo, numa linda manhã, começou a ouvir doces vozinhas que pareciam chamar “Mãe”.A Borboleta não queria acreditar; das mantinhas, saíam seis Borboletas. Todos sabiam que as borboletas não tinham a beleza da mãe, mas o importante era que, para esta, eram os seres mais belos que alguma vez tinha visto.Todos estavam orgulhosos:a Borboleta tinha passado a ver a beleza com o seu coração!
O conto do Luca Lucas
La no céu, brilha vá uma estrela.. Ela brilha e brilha vá sem parar, está feliz como ninguém e só queria brincar! Ela estavá cansada mas não queria parar com medo de que já não fosse mais brincar mas sua mãe disse: - estrelinha estrelinha já são horas de dormir amanhã brinca mais um pouco mas agora o céu já está todo a dormir.. A estrelinha depois de fazer o que mais ama foi dormir um belo soninho e brilhou a noite toda de tão feliz .
O conto da Margarida
Uma linda flor chamada Margarida, que vivia numa terra muito distante. Partilhava um grande campo rodeada de muitas outras flores: papoilas, girassóis, rosas e túlipas. Juntas, formavam um conjunto de diferentes cores deslumbrantes. Cada uma delas desempenhava um papel fundamental para dar vida e alegria àquela terra. No entanto, Margarida não se achava bonita porque não possuía nenhuma das cores das outras flores, visto que só o branco a cobria, tendo apenas um vislumbre de cor, em tons amarelados, no seu centro. As outras flores achavam Margarida muito diferente delas e por isso tratavam-na de forma diferente. Todas as noites, Margarida sonhava que se transformava numa outra flor, uma que se enquadrasse no seu perfil de beleza. Certo dia, decidiu partir em busca de algo melhor e ir à procura de flores como ela. Passaram-se vários dias e Margarida não avistava nenhuma flor até que, numa linda manhã de sol, viu, ao longe, um manto branco que cobria a relva. Entusiasmada, correu até ele e, quanto mais se aproximava, melhor percebia que não se tratava de flores, mas de um rebanho de ovelhinhas. Embora gostasse muito de ovelhas, ficou bastante triste e desanimada. No entanto, estava decidida em encontrar as tais flores e optou por continuar a sua viagem. No dia seguinte, viu um campo camuflado por algo que parecia neve, mas que tinha o formato de uma flor e por isso Margarida chegou-se mais perto para ir investigar. Ao lá chegar, deparou-se com um campo cheio de algodão. Mais uma vez, não encontrou aquilo que tanto desejava. Depois de muito pensar, decidiu que ia voltar para casa, para junto das outras flores, pois não valia a pena continuar a procurar flores iguais a si. Deu meia volta e iniciou o caminho de regresso, seguindo por um atalho. Este atalho fê-la encontrar algo branco, sobre o qual o sol brilhava. Sem nenhuma esperança, Margarida decidiu aproximar-se. Para sua grande surpresa, apercebeu-se que eram flores, todas iguais a si. Margarida viu, pela primeira vez, a beleza da sua espécie e entendeu que era tão importante como todas as outras flores. Todas as flores a acolheram como se ela fizesse parte da família, manifestando um tipo de amor que ela nunca tinha sentido antes. Assim, Margarida decidiu ficar a viver naquele campo, onde todos a estimavam tal como ela era.
O conto do Francisco Lopes
Um gato ás bolinhas que andava só firme numa pata, e os amigos perguntavam porque andas tu assim? Ele respondia,feito maroto,ora é para não gastar as unhas, os outros gatos começaram a imitá-lo sem saber para o que era, uma dia passaram 3 ratos e pararam e olharam para o gato das bolinhas e para os outros e disseram olha olha para estes tolos andam tão ocupados com este andar novo que nem reparam em nós. Mas o gato das bolinhas como era muito matreiro e já tinha as unhas bem grandes e muito afiadas nunca disse aos amigos porque andava a fazer aquilo , ao mesmo tempo passaram 4 ratos , o gato das bolinhas colocou as 4 patas no chão e zás truz truz , eis que que espetou cada rato com cada pata com as unhacas grandes e comeu-os num abrir e fechar de olhos,e os amigos ficaram pasmados a olhar para ele admirados...vitória vitória acabou-se a história ...( moral da história que o mundo é dos rápidos )
O conto do Lourenço
Era uma vez duas meninas, Corine e Farme, que viviam numa aldeia rodeada de muitas flores, onde existiam amores perfeitos, calêndulas, monois, margaridas, girassóis e muitas mais. Todos os dias colhiam as mais frescas flores para cuidar, nutrir e hidratar os seus belos cabelos e pele perfeita, mas lá existia uma bruxa que invejava toda aquela beleza e que certo dia um feitiço lançou e naquela aldeia nenhuma flor mais brotou. Foi assim que os cabelos outrora belos e dourados começaram a ficar secos e estragados. Ainda assim a bruxa continuava infeliz, indo ter com Corine e Farme para uma proposta lhes dar e o feitiço levantar. A bruxa só levantava o feitiço se lhe pusessem o cabelo suave e liso, uma marca criassem e os produtos lhe entregassem. As meninas para a cidade se mudaram, a marca "Corine de Farme" criaram e à bruxa jamais os cabelos se lhe enrolaram . "Corine de Farme" passou a ser a marca mais conhecida da cidade, dava para pessoas e crianças de qualquer idade, sendo conhecida pelas suas propriedades, que nutriam protegiam e deixavam cabelo e corpo cheiroso e charmoso. Desde então a Aldeia das Flores ficou a ser conhecida por se situar no arquipélago dos Açores. Fim
O conto do Santiago
Era uma vez uma mãe apaixonada... Desde a primeira batida eu fiquei toda derretida, eu vi-te nascer e a minha força veio do fundo. Eu não me confundo, por ti eu luto, eu brigo, eu enfrento o mundo. Entraste neste mundo sem saber o quanto eu, o pai e o mano te desejavamos. Fazemos de tudo para te proteger, para ganhares confiança e nunca perderes a esperança. E nesta batida segue o ritmo da música e dança. Vais ter a tua liberdade, eu também já tive a tua idade. Por mais que tape os olhos irei saber sempre a verdade. Até mesmo quando for velhinha vou-te amar tanto e saber que não estarei sozinha. Na tua companhia o teu riso é a nossa alegria, estamos no jardim a ver-te brincar e junto celebramos o quanto foi bom vires para o nosso lar.
O conto da Aryana
A menina Aryana era só alegria. Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite da sua querida vaquinha. Colocou a sua melhor roupa, um belo vestido azul, e partiu pela estrada fora com a lata de leite na cabeça. Ao caminhar, o leite chocalhava dentro da lata. A menina não conseguia parar de pensar: "Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia." "Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintainhos." "Quando os pintainhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas." "Vendo os galos e crio as galinhas, que são ótimas para pôr ovos." "Choco os ovos e terei mais galos e galinhas." "Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas." "Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..." A menina estava tão distraída em seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e deu um tombo. Lá se foi todo o leite branquinho pelo chão. E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares. Na semana a seguir teve uma excelente ideia para remediar o acontecido, utilizou o leite da sua vaquinha para fazer queijo, colocou mãos à obra. Nessa noite já tinha feito 20 queijinhos, a vizinhança viu durante toda a noite a luz da sua quinta ligada, a curiosidade era tanta que começou a aglomerar-se toda a aldeia em frente do portão. Quando Aryana terminou veio à rua ver o porquê de tanto balbuciar àquelas horas, quando abriu a porta todos os aldeões conseguiram ver os lindos queijinhos em cima da bancada, tinha um cheirinho maravilhoso e todos quiseram provar. Foi uma noite muito produtiva como nunca pensara, conseguiu vender todos os queijinhos sem ter feito quaisquer planos, apenas transformou o que tinha. Pensou em nunca mais desejar ter tudo o que não tinha, pois num instante podia perder tudo, e assim foi aproveitando e tratando a sua vaquinha com todo o amor e foi feliz a dar valor ao que tinha na sua vida.
O conto da Maria
uma borboleta. Uma borboleta que voava e voava e quando se cansava pousava encima de uma folha ou do ramo de uma árvore de maneira a descansar na sombrinha. Essa borboleta tinha muita vontade de conhecer, tinha uma sede muito grande de fazer tudo e mais alguma coisa, sempre muito autónoma e sempre cheia de coragem. Um dia a borboleta voou cheia de força e vontade contra o vento. Só que o vento nesse dia estava muito forte e a pobre borboleta ficou sem forças e caiu. Foi então que a mamã e papá borboleta foram ter com a pequenina e lhe disseram, que não fazia mal cair, não fazia mal ir contra o vento, que a pequenina borboleta fez bem em seguir a sua vontade e querer ir em frente a todo o vapor. Contudo, algumas vezes precisamos de uma força extra e é nessa altura que os papás estão prontos para a ajudar a voar contra as adversidades, contra o vento! Foi assim, que a pequenina borboleta se levantou deu cada uma das suas mãozinhas aos papás borboleta e os três juntos cheios de força e coragem voaram contra o vento e conseguiram juntos chegar ao seu destino. Esta pequena história é para ti Maria Francisca, para que te lembres sempre que apesar de tudo eu e o papá estaremos sempre prontos para te dar a mão de maneira a que consigas voar de encontro aos teus sonhos! És e serás sempre a nossa borboletinha e serás sempre o amor da nossa vida!
O conto do Diogo Esteves
um menino fiel e companheiro a todos os que o rodeiam. Diogo, surpreendia tudo e todos quando o questionavam com o típico "o que queres ser quando fores grande?". - "Agricultor". Era tal a firmeza com que o pequeno sonhador respondia que ninguém se atrevia a perguntar absolutamente mais nada, riam. Sempre que chegava da escola a rotina era a mesma, pousava a mochila, pegava no que achava necessário e seguia para a sua "hortinha". A necessidade da terra a passar-lhe por entre os dedos era quase igual à de respirar, indispensável. Certa altura, Diogo, já receava responder à tal pergunta. Os olhos brilhavam, mas a convicção com que respondia não era a mesma ao esperar que quem perguntou se pudesse rir. Era tão bonita a forma como Diogo tratava daquele metro quadrado de terra, tinha por vezes mais cuidado com uma alface do que consigo próprio. Quando algo começava a murchar o pequeno agricultor sentia-se triste, deixava que o riso daqueles que lhe faziam aquela pergunta difícil se apoderasse e dizia que não era capaz de tratar do que quer que fosse. Não era capaz de ser agricultor. A irmã não deixava que isso acontecesse, embora não gostasse muito, ajudava-o em tudo. Aqueles dois eram como caule e raiz, flor e fruto, não existiam um sem o outro! A irmã deu-lhe desde sempre a motivação necessária para que Diogo nunca pensasse sequer em desistir de algum dos seus sonhos ou deixasse algum objetivo por concretizar. Nunca achou descabida a ideia de uma criança de tenra idade dizer querer ser agricultora, afinal uma criança é tudo aquilo que quiser ser. Quando o Diogo conseguiu por fim entender que não tinha mal algum ter uma resposta diferente dos ademais voltou a dizê-lo com convicção, já para não falar no brilho daqueles olhos grandes, esbugalhados e castanhos que nunca perdera. Este menino aprendeu desde cedo o mundo terrível que lhe tentava cortar as asas ao rir-se do que o pequeno escolhera para profissão. Aprendeu também a não desistir, a realizar sonhos e a concretizar objetivos. Que todos tenhamos sempre uma "irmã" que nos motive quando precisamos, que nos ensina a não desistir, a ignorar quem não nos quer bem e a amar quem nos rodeia!
O conto da Margarida
A menina mais cativante. Adquiriu o nome da mais linda flor e tem feito de tua missão pessoal, mesmo sem o saber, fazer-lhe jus. Começou a sua vida de forma atribulada, mas quando nos agarrava a mão, sempre com uma força tão própria, percebíamos claramente que nos dizia para não termos medo. Rapidamente desenvolveu uma personalidade que acho engraçada, mesmo nos momentos em que finge não me ouvir e, quando demos por isso, já corria por todo o lado, adquirindo o seu direito de tudo poder explorar, o que na sua linguagem significa em tudo agarrar. Não tens medo do escuro, talvez porque sabes que por ti só já brilhas o suficiente, e ensinas-me que por muito pouco que possamos saber da vida, vale sempre a pena partir à descoberta e confiar. Quando me abraças fazes-me entender que há pessoas que nos aquecem mais do que o sol de verão. Quando me olhas, sou eu que vejo tudo claramente. E quando chamas pelo meu nome percebo que a fonologia das palavras é uma banalidade, preocupação de gente crescida. Porque todo o teu ser faz com que tudo pareça estar certo. Irei fazer questão de te relembrar, ao longo da estrada, de tudo o que realmente importa. E estarei sempre por perto para acompanhar as tuas aventuras. Porque muitas vezes temos filhos, príncipes e princesas, que não carregámos em nós, mas que levamos sempre no coração. E assim será. Juntas, viveremos felizes para sempre.
O conto da Margarida, Benedita
Um pai e uma mãe que sonharam construir uma família feliz , na qual tds dias apostam e trabalham, para que cada dia seja melhor que o anterior. Dessa história nasceram 3 meninas que nos completam Naturalmente e nos ensinam a ser pais a cada dia ao enfrentar os contratempos diários. São meninas felizes, bondosas e solidárias, que tal como os pais lutam pelos sonhos, trabalham a cada dia , focadas no presente, imaginando o futuro, mas nunca pisando o mais fraco. Estes pais têm o sonho de casar e na noite de natal o pai pediu a mãe casamento!!! Em outubro será a realização do nosso sonho. Nunca desistam dos vossos sonhos!
O conto da Mafalda
Uma linda história de amor entre o Rei Válter que é o papá e a Rainha Diana que é a mamã. Tudo começou há muitos anos atrás quando os reis ainda eram pequeninos como tu, maiores um bocadinho na verdade. Até que decidiram morar juntos num belo castelo juntamente com as suas cadelinhas , a Kuka e a Molly. Passaram uns tempos e na verdade os reis já não queriam morar sozinhos com os seus animais de estimação, faltava mais alegria e mais vida no reino encantado. O rei e a rainha queriam formar uma família de três pessoas. Faltava no castelo uma princesa linda como tu para que a nossa família ficasse completa. Foi então numa bela tarde de Abril que a Rainha Diana descobriu que estava grávida e muito eufórica ligou ao Rei Válter a contar a novidade. O rei papá ao princípio não queria acreditar, ficou radiante com a novidade. Agora batiam dois corações dentro da rainha mamã. 9 meses passaram e no dia 9/12/2018 nasceu a mais bela princesa de todos os reinos, a Princesa Mafalda. Com a pele limpa, suave e uma carinha muito laroca veio ao mundo às 2:25h , com 2810kg e 49cm. A partir daí nasceu e cresceu o maior dos tesouros que um rei e uma rainha poderiam alguma vez sonhar . Não, não era um tesouro dourado, que estava escondido no bosque encantado, que dava para comprar dois ou três castelos, era um tesouro muito vais valioso do que alguma vez os reis tinham imaginado. Era um tesouro pequenino, com dois braços , duas pernas , uma boca , um nariz e duas orelhitas. Um amor incondicional a que hoje chamamos Mafalda. E sabes quem é essa princesa do reino dos papás? És tu. E viveram felizes para sempre os 5 no reino encantado. Vitória, vitória, acabou-se a história.
O conto da Mafalda Dias
Uma linda história de amor entre o Rei Válter que é o papá e a Rainha Diana que é a mamã. Tudo começou há muitos anos atrás quando os reis ainda eram pequeninos como tu, maiores um bocadinho na verdade. Até que decidiram morar juntos num belo castelo juntamente com as suas cadelinhas , a Kuka e a Molly. Passaram uns tempos e na verdade os reis já não queriam morar sozinhos com os seus animais de estimação, faltava mais alegria e mais vida no reino encantado. O rei e a rainha queriam formar uma família de três pessoas. Faltava no castelo uma princesa linda como tu para que a nossa família ficasse completa. Foi então numa bela tarde de Abril que a Rainha Diana descobriu que estava grávida e muito eufórica ligou ao Rei Válter a contar a novidade. O rei papá ao princípio não queria acreditar, ficou radiante com a novidade. Agora batiam dois corações dentro da rainha mamã. 9 meses passaram e no dia 9/12/2018 nasceu a mais bela princesa de todos os reinos, a Princesa Mafalda. Com a pele limpa, suave e uma carinha muito laroca veio ao mundo às 2:25h , com 2810kg e 49cm. A partir daí nasceu e cresceu o maior dos tesouros que um rei e uma rainha poderiam alguma vez sonhar . Não, não era um tesouro dourado, que estava escondido no bosque encantado, que dava para comprar dois ou três castelos, era um tesouro muito vais valioso do que alguma vez os reis tinham imaginado. Era um tesouro pequenino, com dois braços , duas pernas , uma boca , um nariz e duas orelhitas. Um amor incondicional a que hoje chamamos Mafalda. E sabes quem é essa princesa do reino dos papás? És tu. E viveram felizes para sempre os 5 no reino encantado. Vitória, vitória, acabou-se a história.
O conto do Enzo
Era uma vez a semente do amor, certo dia a sementinha do amor caiu na terra pronta a plantar sem ninguem dar conta. Cresceu, cresceu até que um dia a mamã reparou que a sementinha estava a crescer e a tornar se numa linda flor, essa flor foi regada e alimentada e cuidada com muita dedicação pois a mamã sabia que estava para breve a hora de a colher. Foi então que chegou o dia 4 de Maio de 2018 e a flor estava pronta para ser colhida e carregada para sempre no coração dos papás.
O conto da Júlia Silva
Uma joaninha que vivia num lindo prado, juntamente com outros animais. Certo dia, a joaninha Julinha acordou e depois de se espreguiçar reparou que as suas pintas pretas tinham desaparecido. Desesperada, a joaninha Julinha começou a chorar!... Uah! Uah! — O que se passa Julinha? —perguntou a lagarta Tita. — As minhas pintas desapareceram, respondeu a joaninha. Depressa a abelha arranjou uma solução. Foi buscar pólen e colocou na Julinha, que ficou muito feliz, até chegar o vento que consigo levou as bolinhas de pólen. A joaninha começou novamente a chorar... Uah! Uah! — O que se passa Julinha? —perguntou a borboleta Nini. As minhas pintas desapareceram, respondeu a joaninha. Depressa a borboleta arranjou uma solução. Foi buscar tinta preta e desenhou bolinhas na Julinha, que ficou muito feliz, até chegar a chuva que lavou as pintas. A joaninha voltou novamente a chorar... Uah! Uah! O que se passa Julinha? —perguntou a abelha Zézé. As minhas pintas desapareceram, respondeu a joaninha. Depressa a abelha arranjou uma solução, partilhou as suas riscas com a Julinha que ficou muito feliz. Agora em vez de bolinhas a joaninha Julinha tinha riscas.... mas estava muito, muito feliz.
O conto do Gustavo Martim
Há muito, muito tempo, um jovem guerreiro cujo nome era Gustavo, partiu no Navio Uigi rumo a Angola, para defender a sua pátria, Portugal. O jovem guerreiro era forte, inteligente, amável e muito lutador, para ele não existia o perigo, nem o invencível, nada o amedrontava. Gustavo tinha muitos amigos, era sociável e divertido, todos o adoravam. Exceto uma pessoa, um guerreiro raivoso e mal-humorado, com um nome curioso, Bartolomeu. Numa das muitas batalhas que Gustavo teve de travar, feriu-se com gravidade, no entanto, o seu arqui-inimigo, Barto, que estava presente, não se comoveu com a situação e nem tampouco prestou ajuda a Gustavo. Noutra batalha, e porque quem com ferro fere, com ferro será ferido, a desgraça bateu à porta de Barto, deixando-o inconsciente. Porém, ao contrário do que se esperava, Gustavo, que possuía um coração de ouro, estendeu a mão ao seu rival. Ergueu-o do chão e levou-o à enfermaria mais próxima, onde lhe explicaram que Barto corria perigo de vida e só uma planta raríssima escondida no meio da floresta poderia salvá-lo. Gustavo, sempre destemido, desembainhou a sua espada e partiu para o desconhecido, com o propósito de buscar a cura para Barto. Apesar dos perigos que iria enfrentar e, embora fosse arriscar a sua própria vida, dentro do seu coração sabia que era o certo. Ao encontrar a planta rara, um velho homem, de barbas compridas e grisalhas surgiu como que por magia, envolto numa nuvem negra, propondo-lhe um duelo. As regras do duelo eram simples: se Gustavo vencesse levaria a planta consigo, se Gustavo perdesse perderia a sua vida e jamais salvaria Barto. É claro que o nosso guerreiro lutou com coragem e desenvoltura e, porque este é um conto feliz, saiu vitorioso do duelo. Pôde assim regressar à enfermaria e a curandeira preparou um chá da planta rara, que logo deu a degustar ao arqui-inimigo de Gustavo. Dali a alguns dias, Barto estava recuperado e o seu mau humor constante até tinha desaparecido. Comovido pelo gesto de Gustavo, Barto ficou-lhe grato por este ter salvo a sua vida. Sorrindo abraçaram-se, finalmente compreendendo a lição: pois nobre não é só aquele que ajuda o seu amigo, mas também aquele que tem audácia e bondade suficiente no coração, que o fazem ser capaz de ajudar até quem o magoou.
O conto da Sofia
Sofia era uma linda e jovem borboleta, de asas coloridas e vibrantes. Aprendera a voar e estava desejosa por explorar o mundo. A sua mamã conseguiu convencer o papá a deixá-la partir rumo à aventura. e eles advertiram-na, mantém-te perto e não abandones a Floresta das Cores; o seguro lar das borboletas. Além de curiosa, Sofia era corajosa e, depois de muito sobrevoar a floresta, ainda se sentia triste pois desejava voar além. Só que voou mais do que devia e aproximou-se do covil de um lobo. Onde estava ela com a cabeça quando decidiu voar sem pensar nos avisos que os papás lhe haviam dado? Por considerar-se adulta e audaciosa julgou que os conselhos não eram importantes e isso rendeu-lhe um problemão. E aquele nem era um covil qualquer, era o covil do lobo alfa, que ao ver Sofia esbracejar as asas cintilantes, saltou para a devorar. Mas que belo jantar! – Vejam só! – gargalhou de forma ruidosa. – O jantar! – gritaram os outros. – Vou deliciar-me! – afirmou o lobo, segurando a Sofia pelas asas. – Não podes! – disse Li, o mais jovem. – Ela está perdida, os pais devem estar preocupados e é tão pequena… – Ah! Ah! Não sabes o que dizes – resmungou o alfa com um sorriso malicioso e, Li numa atitude instintiva, correu para o covil e uivou de forma tão assustadora que o mauzão, sem querer, deixou a Sofia escapar. Ela voou de regresso à floresta. Não olhou para trás, mas estava ciente da coragem daquele lobo. Contou o sucedido à família que perante a surpresa quis conhecer o herói. Procuraram-no e espantaram-se ao encontrá-lo cabisbaixo. – O que aconteceu? – questionaram. – Ouvi um sermão. Talvez não devesse ter-te defendido… Os pais de Sofia aproximaram-se dele e acariciaram-lhe o dorso com ternura. – Foste muito corajoso! Estamos-te gratos por teres salvo a nossa menina! – exclamaram enquanto Sofia pousava sobre o nariz peludo do seu salvador. Conversaram durante horas e chegaram a uma conclusão: não importa a raça, a cor, a força que possuímos nem o porte, o importante são as escolhas que fazemos, pois são elas que fazem de nós quem somos. Quando nos unimos pela diferença, coisas boas brotam no nosso coração. Reuniram todos os animais da floresta para lhes dizerem que a felicidade está em sermos diferentes e aceitarmo-nos assim. Nesse momento todos se abraçaram. A borboleta abraçou o lobo. O leão deixou-se enroscar pela cobra. O gato brincou com o rato. O urso tagarelou com o coelho. E assim, as diferenças foram esquecidas e a amizade triunfou.
O conto do Francisco
um piratinha que gostava muito de nadar. Mas o papá pirata tinha medo que ele fosse para o mar e se afogasse. O piratinha pedia à mamã para ir ao mar e a mamã dizia "tens de pedir ao papá". Ele pedia e a resposta era sempre a mesma "Quando fores grande, vais nadar com o papá". Um dia, ele apanhou o papá distraído e atirou-se ao mar. E nadou, nadou, nadou. Quando voltou para casa já estava escuro. A mamã pirata estava muito preocupada, a chorar. O papá pirata quando viu o piratinha abraçou-o com força, ralhou com ele e chorou. "Onde estiveste??" perguntou o papá. "Fui nadar…" respondeu o piratinha. "Nadar... no mar? Sozinho?" perguntou o papá, surpreso. "Sim! Eu já sou grande, papá. Não tenho medo!" respondeu o piratinha. A mamã sorri e abraça os dois. O papá pirata sorri também e diz "Amanhã vamos todos nadar no mar! Estou muito orgulhoso!" E assim foi: no dia seguinte, bem cedinho, o bebé acordou os pais e foram todos nadar e brincar no mar. Foi o dia mais feliz do pequeno piratinha!
O conto do David Oliveira
uma leoa que gostava de saber o que realmente era o amor, chegou a pensar que nunca iria saber o que é amar. Um dia encontrou um leão, ele era simpático e fazia sentir bem a leoa. Ele mostrou a leoa que viver era mais do que ela pensava que era viver. O tempo foi passando, os dias transformaram se em meses e os meses em anos. A leoa apaixonou se pelo leão e gostava do tempo que passavam juntos. Certo dia a leoa sentiu se mal disposta e foi aí que a leoa se deu conta que tinha um pequeno leãozinho dentro da barriga dela. A leoa ficou assustada, mas depois a leoa ficou com uma imensa alegria, mas ela sabia que tinha que cuidar dele. O leão também ficou assustado, mas não abandonou a leoa pelo contrário esteve sempre ao lado dela. E no dia 18 de agosto de 2018 pelas 11:30 da manhã o pequeno leãozinho nasceu e ele era perfeito e finalmente a leoa conheceu o meu grande amor. Podemos amar alguém e até nós próprios, mas o amor que temos por um filho é sempre maior e algo único. A mamã ama-te muito. Dedico te a ti meu leãozinho (David) FIM
O conto do Anjinho
... um casal que sonhava ter um(a) filho(a) para amar... depois de muitos anos de espera a gravidez tão esperada mas inesperadamente aconteceu... e os sonhos multiplicaram-me.... mas por pouco tempo... às seis semanas e um dia não havia batimentos nem embrião visível mas poderia ser apenas um pequeno erro de conto (contagem) de dias... repouso absoluto fazia acreditar que tudo podia vir a correr bem... mas às sete semanas e quatro dias, mesmo no silêncio do obstetra, foi possível perceber que eventualmente algo não estava bem... dois dias depois a confirmação com 99% de certeza de que o sonho estava a transformar-se num pesadelo e assim se confirmou mais dois dias depois... como o pai disse "fomos do sonho ao inferno"... ficámos pais de um Anjinho que, do céu, certamente está a olhar por nós e acreditamos nos vai transportar um dia do inferno para um sonho real!
O conto do nosso
Uma coelhinha que viva numa casa campestre linda com o seu marido. Apesar de nunca puderem ter filhotes, eram muito felizes e tinham muitos amigos. Todos os dias, quando o sol brilhante ainda está aquecendo a manhã, o seu marido sai para trabalhar. Ela adorava ocupar o seu tempo na sua horta, e preparar o almoço sempre com legumes fresquinhos. -Bom dia - diz a sua amiga vaca, que todos os dias passa por ali para cumprimentar a sua amiga. -Bom dia amiga Vaca - responde a coelhinha exibindo o seu felpudo pêlo branquinho no meio das hortaliças. De regresso a casa, e toda contente com a cesta de verga recheada de legumes, a coelhinha mergulha na sua imaginação para preparar uma deliciosa refeição. Entretanto lá fora, o dia começa a pôr-se feio. As nuvens cobrem o céu azul, e de repente começa a ouvir-se o cantar das gotas da chuva. O marido chega, e os dois acolhem-se no seu ninho, espreitando pela janela a fúria do vento e os ragos de luz dos trovões. Na manhã seguinte, o sol brilha como se nenhuma tempestade tivesse assombrado os céus, e a coelhinha caminha para a horta depois do seu marido ir trabalhar. -Bom dia - diz a Vaca com algum espanto ao ver a horta destruída. - Não é um bom dia... - responde a coelhinha com os seus olhos cor de mel inundados de lágrimas. - Não te preocupes que eu vou ajudar-te a plantar tudo novamente e em breve terás a tua horta colorida de verduras - diz a Vaca enquanto aconchega a coelhinha com o grande abraço. De regresso a casa, a Vaca surpreende a coelhinha e oferece-lhe uma lamparina mágica que tinha herdado dos seus avós - Recebe esta prenda, poderás pedir 3 desejos. A coelhinha agradece e entusiasmada aguarda o seu marido, enquanto o seu pensamento é iluminado de imaginação afastando a tristeza que a atormentava. Nessa noite, os coelhinhos juntos concederam os 3 desejos á lamparina: uma horta nova, um filhote que tanto desejavam e muita felicidade. E assim viverem felizes, para sempre.
O conto do gustavo
Um casal muito apaixonado que tinham o sonho de serem papás, eles tentaram... E um certo dia ela fez o teste e deu POSITIVO!ela pulou de alegria e ligou ao papá e quando o papá chegou a casa mostrou-lhe o teste e ele ficou muitooooo feliz,a notícia mais esperada finalmente chegou!Num dia de ecografia o papá estava ansioso, eles descobriram que iriam ser papás de um belo príncipe o papá e a mamã ficaram radiantes pelo seu filhote mais esperado o nosso bebé finalmente vamos ser papás . A gravidez correu bem e foram papás de um lindo e maravilhoso menino ha muito sonhado por seus pais... nasceu forte e saudável, o mais belo príncipe tão lindo e fofinho! para sempre amado e feliz.... E viveram felizes para todo o sempre....... PARA TI FILHOTE DOS TEUS PAPÁS QUE TE AMAM MUITO GUSTAVO??????
O conto da Marisa
Um casal muito apaixonado que tinham o sonho de serem papás, eles tentaram... E um certo dia ela fez o teste e deu POSITIVO!ela pulou de alegria e ligou ao papá e quando o papá chegou a casa mostrou-lhe o teste e ele ficou muitooooo feliz,a notícia mais esperada finalmente chegou!Num dia de ecografia o papá estava ansioso, eles descobriram que iriam ser papás de um belo menino o papá e a mamã ficaram radiantes pelo seu filhote mais esperado o nosso bebé finalmente vamos ser papás . A gravidez correu bem e olhem só nasceu no mesmo dia da mamã! E viveram felizes para todo o sempre.......
O conto da Francisca
Tita é uma formiguinha matreira e sonhadora que vive num engenhoso formigueiro, a Tunelândia. O seu maior sonho é ser rainha do formigueiro mas, até lá, prefere passar as tardes a apanhar sol, escondida entre o rugoso tronco de um sobreiro seu amigo. O sobreiro, mais conhecido por Sombrinhas, é uma árvore que há muito nascera naquele lugar, mas que nunca conheceu ninguém como Tita. Acha-a divertida e boa ouvinte, adora partilhar com ela as aprendizagens que os seus longos troncos foram guardando com o passar dos anos. Partilham histórias, desabafos e sonhos. E são tantos os sonhos de Tita… Contudo, nessa lista de sonhos Tita não inclui a palavra “estudar”. Não é que não goste da escola, mas sente-se incompleta ao aprender apenas as letras, que mais tarde juntam em palavras, que formam textos que outrora alguém escreveu e agora passam dias inteiros a analisar. Sente que a escola é uma espécie de estufa que, tal como acontece com as plantas, as obriga a crescer depressa demais sem lhes dar tempo de amadurecer ao sabor da natureza. Tita quer amadurecer sem pressa. Conhecer o mundo além da Tunelândia e crescer com as aprendizagens que a vida tem para lhe oferecer. Um dia enquanto sonhava recostada entre dois bocados de cortiça, Tita não percebeu a mudança do tempo que obrigou o sol a esconder-se por entre as nuvens com cara de poucos amigos. Envolta num turbilhão de gotas, a formiguinha foi empurrada por uma tempestade que a conduziu para bem longe. Quando o tempo se acalmou, Tita percebeu que estava perdida e uma pequena lágrima saltou-lhe do olho. Mas, foi aí que se lembrou do seu avô que lhe dizia sempre: “Se inclinares a cabeça mais para o chão do que para o céu, nunca verás as oportunidades que estão à tua espera”. Reconfortada por este pensamento Tita percebeu que era a oportunidade de conhecer o mundo além da Tunelândia. Durante dias viu novos lugares, fez novos amigos, pode apreciar as doces iguarias dos recantos da vida fora do campo, surpreendeu-se com a grandeza de um mundo desconhecido e conheceu um novo sentimento: a saudade. Depois de muitas aventuras descobriu que afinal não era assim tão divertido viver fora da Tunelândia e, por isso, era o momento de regressar e partilhar tudo o que viu e fez. Este tempo fê-la perceber o quanto gostava da sua vida, da qual estava sempre a queixar-se; o quanto gostava dos pais e dos seus longos sermões; o quanto gostava da companhia do Sombrinhas e dos conselhos que recebia dos seus ramos; e, por incrível que pareça, fê-la perceber o quanto gostava da escola. As peripécias pelas quais passou ajudaram-na a compreender que o mundo apesar de enorme, desconhecido e cheio de pressa de viver, é também um espaço para continuar a sonhar e por isso mantém a sua vontade de ser rainha da Tunelândia.
O conto do Vicente
Era uma vez 2 adolescentes que se conheceram em 2017, e começaram a namorar. Dia 04-06-2017 foi quando uma grande aventura a 2 começou. Tudo era simples, feliz.. Dia 14 de Setembro Deus premiou-nos com mais um coraçãozinho a bater dentro da barriga daquela rapariga de apenas 16 anos. Mais tarde com as semanas a passarem descobriram que aquele coraçãozinho era um rapaz!! Que alegria! Só veiu encher mais o nosso mundo de felicidade. Dia 23-06-2018 nasce o principezinho Vicente. Se antes já eramos felizes então agora somos o dobro.
O conto do Enzo
Uma princesa muito reguila, uma "caixinha de surpresas",que sonhava em ter um irmão. Estava cansada de não ter ninguém com quem brincar mas a paciência é uma virtude pelo menos era o que ouvia mas ela era tão impaciente!!! Numa bela manhã de natal debaixo da árvore descobriu uma prendinha que o Pai Natal tinha deixado mas que decepção quando se apercebeu que se tratavam de umas simples botinhas de lã muito pequeninas!!!! No fundo do saco estavam no entanto umas palavras mágicas que iriam mudar para sempre a vida dela...... Chegou o dia de anos dela e rodeada pela família e amigos festejou o que iria ser o ultimo como filha única. Até participou num espectáculo de ballet nessa noite mas no dia seguinte... adivinhem só quem chegou? Com alguma ansiedade a princesa foi conhecer o irmão que tanto queria... O príncipe Enzo tinha chegado, cheio de energia e traquinices para conseguir tudo o que queria da sua "ti"! o tempo passou e o bébé revelou adorar jogar a bola, ver o Mickey, comer bacalhau e soltar uma boa gargalhada. Juntos, brincam como se não houvesse amanhã; até a barriga doer, as pernas não aguentarem e os joelhos estarem bem arranhados. Porque o Enzo não passa um dia sem a sua "ti" e a Matilde sem o seu "kikinho"; juntos são o capuchinho vermelho e o lobo mau, o aluno e o professor aprendendo coisas novas a cada dia e aperfeiçoando esse sentimento de união e fraternidade que irá perdurar a vida toda. -"Não chores kikinho, estou aqui contigo, está tudo bem" diz a Ti nos dias menos coloridos. E o príncipe mesmo sem saber falar mostra a Matilde que também ela pode contar com ele. Continuem a sorrir e a brincar meus amores. A ajudarem se um ao outro e a pintar de todas as cores possíveis o arco iris da vida!!!! beijos kimikiduxos!!!
O conto da Carminho
Era uma vez uma princesa muito pequenina, bonita e que gostava muito de brincar com a sua mana mais velha. Um dia, apareceu-lhe uma fada muito pequenininha que só a princesa conseguia ver... tinha umas asas azuis claras, um vestido rosa-shock e uma cabelo que parecia arrancada da estrela que a peincesa via todos os dias à noite, da sua janela do quarto. A fada vinha ter com a princesa porque nesse dia viu-a um bocadinho triste, o que nao era nada normal! Perguntou então à princesa: -O que tens tu pequenina princesa? A princesinha que ainda não sabia se estava ou não a sonhar ao ver ali a fada, hesitou... mas lá contou o que a preocupava: - A minha Mae compra-me umas fraldas muito boas... mas eu continuo com a pela tooooda encarnada e a doer-me! Quero ir brincar e não consigo.. só penso no que me doi a minha pele! A fada, que já conhecia os poderes quase mágicos dos cremes da Corine de Farme, em segundos pos-lhe o creme e a Princesa, incrédula finalmente voltou a sorrir!!
O conto do Rafael
Um teste de gravidez positivo.... No dia em que soubemos que tu irias chegar chorei muito, mas de alegria meu amor. Cada dia, cada mês era uma emoção ver-te crescer e ansiedade aumentava para te ver nascer. Dezembro chegou e com ele trouxe a pessoa mais importante das nossas vidas... Aquele momento foi mágico! Um bebé tão pequenino, tão lindo, tão dependente da mamã...A primeira vez que me tocas-te, o teu cheiro, era tudo maravilhoso, surreal, especial. Tu vieste mudar as nossas vidas. O teu sorriso ilumina os nossos dias, a tua alegria enche os nossos corações...O amor que sinto por ti não pode ser comparado com nada, é tão intenso, tão profundo e sincero que não é possível explicar. Filho tu és sem duvida a melhor coisa que me aconteceu na vida, és e sempre serás a razão do meu viver. Amo-te mais que tudo...
O conto do Kevin
Um menino fantástico! Esta é a história do Kevin, o menino bonito amado por todos. Kevin era um bebé simpático e muito muito inteligente. Tinha a pele clarinha, o cabelo da cor do ouro e transportava o mar no seu olhar, tal como a sua mãe, o feitio esse segundo os avós era do pai. O Kevin tinha um sorriso no olhar e conquistava todos à sua volta, era muito amado pela sua família, os seus amigos e principalmente pelas miúdas da escola. Adorava brincar com os seus amigos e com os adultos da casa, gostava das ovelhas do IA-Ô, de ver as galinhas com o avô, de dançar com o seu amigo Mateus, de ligar para Inglaterra para falar com os avós e tios e era um especialista em chatear a sua gata. Kévin era uma criança muito feliz, que emanava felicidade e transmitia vida! Por fazeres da vida de todos, um lugar mais feliz, Obrigada Dedicado ao Tati Com amor do Padrinho e da Bia
O conto da Maria
Filha, já te amava mesmo antes de te conhecer , nem imaginava como ias ser Quando nasceste , pequenina, despertas-te em mim mil e um sentimento Fiquei encantada em te conhecer , em ser eu a mãe desse pequeno SER ?? Desde então, o tempo passa a correr, sinto uma felicidade enorme em ver-te crescer Cada mês que passa, um sentimento maior de realização Entre risos e as primeiras gargalhadas, um amor que não para de crescer O pai já te ensinou a fazer o “aviaozinho” e tu ainda tens quatro mesinhos E já está preparado para te ensinar a voar ! Nós vamos estar sempre cá para te amparar e teremos sempre um colo para te dar ! Foste és e serás sempre a nossa Victória ???? amamos te todos muito minha filha
O conto da Jéssica Dias
... Uma menina chamada Jessica, ela tinha olhos grandes e castanhos cor do mel e um cabelo castanho acetinado e longo. Durante o dia ela andava na escola e esperava que o dia passasse rapidamente para poder ver o melhor presente que algum tivera recebido.... A sua irmã bebé Eva Martina. Para a Jessica foi a maior alegria ter uma irmã. Os dias sorriam sempre para esta família. As risadas, as caretas, as brincadeiras, até a hora do banho com corine de farme faziam parte de um dia a sorrir...
O conto da Bianca
Uma linda Princesa, a Princesa Bianca. Esta Princesa foi muito desejada pelos seus pais, o Rei Alexandre e a Rainha Elisabete. Era uma Princesa rodeada de Amor e Carinho. Os Reis e a sua Princesa viviam felizes no seu Reino, um Reino encantado e repleto de animais fofinhos. De todos os animais existentes no Reino a Princesa tinha um preferido, uma linda gatinha cinzenta de pêlo comprido, a Pérola. A Princesa e a sua gatinha eram inseparáveis, partiam a aventura sempre juntas e todos os dias era uma aventura diferente. Um dia decidiram explorar o canto mais remoto do Reino. Partiram juntas levando consigo a Jade, uma gata cheia de sabedoria e que também adorava aventuras. Andaram imenso pelo Reino, encontrando no seu caminho muito dos animais fofinhos que lá viviam. Após horas de caminhada, a Princesa Bianca, a Pérola e a Jade chegaram ao canto mais longínquo do Reino. Aí encontraram um rio com água cristalina. Junto ao rio estava um unicórnio cor de rosa e branco com um corno dourado. Ele estava a beber a água cristalina do rio. A Princesa aproximou-se e acariciou o pêlo do unicórnio, era macio e fofo como algodão. Ela nunca tinha visto um unicórnio mas ficou encantada por aquela beleza. Quando a Princesa e as suas companheiras de aventura voltaram para casa, a Princesa Bianca foi de imediato para junto da sua mãe contar a sua aventura do dia. Contou tudo o que tinha visto e como tinha adorado conhecer o unicórnio. A Rainha escutou atentamente todos os pormenores da aventura da Princesa e no final disse-lhe: - Minha Princesa muitas aventuras te esperam pelo Mundo fora, espero estar sempre presente para que possas me contar como o mundo te encanta. Há muito a descobrir, espero que consigas ver sempre o lado belo do mundo. Com muito carinho da tua e sempre mãe. Amo-te ontem, hoje e sempre minha Princesa.
O conto do Duarte Ramos
Numa manhã de muito sol, um grupo de 4 amigos decidiram aproveitar o dia para irem conhecer um novo sítio. Gostavam de sentir a brisa que corria nos campos por que iam passando, ouvir os passarinhos, brincar com os animais que iam aparecendo no caminho até que encontraram um pequeno Ser que não sabiam o que era. Estavam receosos, mas como estavam os 4 juntos encheram-se de coragem e decidiram aproximar-se. O pequeno Ser era um Gnomo que, ao ver os 4 amigos, ficou logo contente por ter encontrado alguém com que se podia divertir naquele dia tão solarengo. Ao aproximarem-se o Gnomo mostrou-se logo muito simpático e disse: “Não precisam de ter medo de mim! Eu sou o Barbixas Brancas e gostava de vos mostrar um sítio que eu gosto muito.” Então os 4 amigos logo ficaram mais descansados e, ao mesmo tempo, curiosos com o sítio de que o Barbixas Brancas lhes falava. O Barbixas Brancas optou por não desvendar logo qual era o sítio de que ele falava muito entusiasmado. Ao longo do caminho iam conversando e cada um ia dizendo o que mais gostava de fazer. Assim que se estavam a aproximar, o Barbixas Brancas pediu para fecharem os olhos, podendo assim fazer-lhes uma surpresa. Tinha a certeza de que os seus novos amigos iam gostar deste sítio tão giro. Ao chegarem ele disse: “Vou contar até 3 e depois... Podem destapar os olhos!” E assim contou: “1... 2... 3”. E os 4 amigos destaparam os olhos. Estavam diante um grande parque de diversões! “Fui eu que construí este sítio!” - disse o Barbixas Brancas entusiasmado e todo orgulhoso. “Sozinho?” - Perguntou surpreendido um dos 4 amigos. “Sim. Construí este parque porque queria ter um sítio muito grande e com muita diversão, para brincar com todos os meus amigos.” - disse o Barbixas Brancas. Quiseram logo experimentar todas as diversões, pois ficaram radiantes. Durante o dia brincaram todos juntos, aproveitando as diferentes diversões do parque. E assim, o Barbixas Brancas fez novos amigos e sentiu-se muito feliz por poder partilhar este sítio tão mágico para ele.
O conto do Martim
Num sitio mágico, onde a terra se rodeia de mar, vivia uma família de passarinhos que adoravam passear pelas paisagens verdes. Uma vez ou outra, iam mais longe e sobrevoavam o mar que parecia não ter fim. Nele viam os mais diferentes animais. E eram todos tão estranhos, todos tão diferentes, quase todos tão grandes… Um dia, num desses passeios, mais longos, viram um animal nunca antes visto pelo pequeno passarinho! - Papá, mamã, que animal é aquele? é tão grande e parece estar tão sozinho… - É uma baleia, meu filho! É a baleia Bianca. Mora sozinha, pois perdeu-se dos seus pais, num dia que resolveu passear sozinha. - oh...que pena! Ela deve estar muito triste. Porque é que não a ajudamos? podíamos leva-la para o nosso ninho, pode ser? Os pais riram e explicaram ao pequeno passarinho que as baleias só podem viver no mar. Que teria de pensar noutra solução para ajudar a Bianca. O pequeno passarinho não conseguia deixar de pensar na pobre baleia e em como ela se devia sentir triste por não ter os seus pais ao pé de si. -Tenho que arranjar uma forma de a ajudar! Então teve uma ideia...se eu consigo voar, posso tentar ir ainda mais longe, sobre o mar e talvez consiga encontrar os pais da Bianca. Certamente que eles andaram à sua procura. Contou a sua ideia aos pais e estes perceberam que era realmente uma ótima ideia e juntaram-se a ele nessa grande aventura. Todos os dias sobrevoavam um pouco mais de mar. Dia após dia iam mais além...até que um dia, já cansados de tanto procurar, encontraram duas baleias tristes e a chorar. Perceberam que se tratava dos pais da Bianca. - Nós sabemos onde está a vossa filha. Sigam-nos, nos dizemos qual o caminho! Os passarinhos pelo ar e as baleias pelo mar, rápido conseguiram chegar à pobre baleia. Quando esta viu os pais nem queria acreditar. Ficou tão feliz! A felicidade era também visível na família de passarinhos, pois com muito esforço e dedicação, conseguiram ajudar outra família a ser também feliz!
O conto do Martim
Numa pequenina terra, onde era fácil ouvir os passarinhos cantar, nasceu um menino chamado Martim. Desde o primeiro dia que os olhos deste pequeno príncipe brilhavam mais que mil estrelas e o seu sorriso fácil iluminava mais que o sol. Sorria para as mais pequenas coisas, sorria para todas as pessoas, sorria só porque sim… Um dia conheceu um cão e um sapo. Rapidamente tornaram-se os melhores amigos.A brincadeira entre os 3 amigos era uma constante. O sapo era o mais barulhento, o cão era o mais sossegado e o Martim era o mais tagarela. Quando o pequeno Martim se sentia cansado e precisava de dormir, os seus 2 amigos ficavam a vê-lo. Ele não sabia, mas tanto o cão como o sapo, eram os responsáveis pelos seus maravilhosos sonhos. Eles pintavam o céu com o mais bonito azul, nunca deixavam que o sol se fosse embora e pediam aos passarinhos para cantarem as mais lindas canções. Nesses mesmos sonhos, o cão corria pelos campos com o Martim e o sapo saltava com ele de pedra em pedra, até que no final do lago, caiam à água e riam sem parar. O tempo foi passando e os 3 amigos sempre inseparáveis foram crescendo. O pequeno Martim começou a andar, a comer sozinho, a falar cada vez mais e a perceber que os seus amigos eram bastante diferentes de si. O cão sempre fofinho, nunca saía do lugar, o sapo, embora barulhento, só se mexia quando o Martim puxava por ele. O pequeno menino não percebia porque é que os seus amigos tinham mudado tanto desde a altura em que os 3 brincavam sem parar, pelos campos e pelos lagos. Então, um dia, resolveu partilhar com os pais as suas dúvidas. -Mas porque é que o cão e o sapo estão tão diferentes?Foi nesse momento, nessa conversa tão seria, que percebeu que o cão e o sapo só eram reais na sua imaginação, no seu pequenino coração. Que apenas existiam no seu quarto, onde todos os sonhos cabiam, onde todos os brinquedos eram amigos. E o cão e o sapo eram apenas brinquedos. Mas havia uma forma de os tornar reais, mas só quando o primeiro dentinho caísse, era possível isso acontecer. O pequeno Martim esperou ansiosamente que esse dia chegasse. Certo dia, ao acordar, reparou que tinha um dente a abanar. Correu pela casa e perguntou aos pais o que teria de fazer com o dente para que os seus amigos fossem reais. Então os pais explicaram: - Quando o dentinho cair, coloca-o debaixo da almofada para que a fada dos dentes venha e te conceda um desejo. Pedes com todo o carinho que ela transforme o cão e o sapo em animais de verdade! O Martim pediu com tanto amor que o seu desejo se torna-se realidade, que na manhã seguinte ao dente ter caído, foi à janela do quarto e viu o cãozinho mais fofo do mundo a correr pelo jardim e o sapo mais barulhento a saltar de pedra em pedra! Martim nunca deixes de sonhar…o resto só o amor pode realizar!
O conto do Vicente
Era uma vez uma linda família, o pai, a mãe e o filho. O filho, Dinis já algum tempo que andara a pedir um irmãozinho pois todos na escola tinham e ele não. Os pais começaram a pensar no assunto mas tiveram algum tempo para que essa desejo difícil do filho se realizasse . Até que um dia em família visitaram uma feira para crianças onde existia muitas diversões para os mais pequenos, mas passaram por uma barraquinhas que lhes chamou atenção uma senhora muito velhinha e decidiram parar para perceber o que fazia ali , a velhinha explicou que era a barraquinha dos desejos tinha uns pós mágicos que poderiam adquirir em troca de um pequeno beijinho e assim foi o pequeno Dinis um pouco desconfiado ainda mas entusiasmado por poder pedir algo que desejasse a muito tempo. Voltaram para casa e nesse dia a noite o pequeno Dinis perguntou a mãe se podia pedir o seu desejo com o seu pó mágico, a mãe não querendo desiludir o pequeno Dinis deixou que o fizesse mesmo não acreditando muito no que se tinha passado. Os pais nunca souberam o desejo que o pequeno Dinis tinha pedido pois esse era o acordo até que este se concretizasse, o certo é que umas das coisas que o pequeno Dinis mais queria se concretizou, um irmãozinho. Mais tarde os pais vieram a saber o desejo que o Dinis tinha pedido naquela noite, pois o Dinis num dia onde brincava com seu lindo mano Vicente contou-lhes com uma felicidade imensa e um sorriso enorme no seu rosto. Agora são uma família de quatro, o pai, a mãe o pequeno Dinis e o bebé Vicente, e passaram com isto tudo acreditar que tudo pode acontecer.
O conto da Martina
um dia normal na maternidade, até que, eu cheguei... Quando nasci, resolvi lutar pelos direitos dos bebés! Foi então que aproveitei alguns momentos em que a mamã descansava e me reuni com outros bebés dali. Era urgente que algumas coisas melhorassem então fundamos o Partido Nacional dos Bebés, o PNB! Eu sempre gesticulava muito quando no colo da mamã, mas ela nunca entendia a minha mensagem. Eu contava-lhe sobre as reuniões com meus amiguinhos e tudo o que discutíamos nelas. Também exigia os meus direitos de bebé mas às vezes ela me ignorava,acho que ela não entende o que eu falo! Nas reuniões, nós, do Partido Nacional dos Bebés determinamos direitos básicos que são: 1- Todos os bebés têm direito a mamar na mamã o tempo que quiserem, quando e onde quiserem. 2- Têm direito a ter um lar e alguém que cuide deles, troque as fraldas e brinque. 3- Têm direito de não tomar banho nos dias frios! Mas devem estar sempre cheirosos com os produtos Corine de Farme. 4- Têm o direito à colinho, o dia todo! E por último mas não menos importante, 5- Têm o direito de serem amados como são, incondicionalmente, pois nós amamos quem cuida de nós. A minha mamã é muito boa mãe e por isso eu desejo que todos os bebés tenham a mesma sorte que eu tenho.
O conto do guilherme
Era uma vez um ratito muito simpático chamado Guilherme. Este pequeno roedor vivia com a sua amorosa família numa toca, algures no bosque. O ratito Guilherme e a sua mana mais velha, a ratita Carolina, adoravam brincar com as folhas e flores que encontravam no chão e dar corridas pelo prado verdejante, que também servia de palco para jogar às escondidas ou às apanhadas. Contudo, sendo Inverno, todo o verde tinha desaparecido e dado lugar a um imenso manto branco. Por esta altura, os pais não os deixavam meter as patitas fora de casa. Apenas os mais velhos podiam sair para arranjar alimento. A olhar pelo postigo do quarto, o ratito Guilherme pensava como seria divertido ir até lá fora e caminhar na neve. Que bela proeza que seria! Por sua vez, a ratita Carolina estava a ler um livro, alheia aos pensamentos do benjamim da casa. Decidido, o ratito concluiu que já bastava de cumprir esta regra tão exagerada e esgueirou-se do quarto, pé ante pé, passando pela cozinha, onde a mamã preparava uma papinha de aveia para o lanche e lá foi ele experimentar a neve. Ninguém deu por nada. O ratito Guilherme achou a neve fria, mas bem fofinha. As pequenas patas enterravam-se um pouco, mas como era tão leve podia caminhar com alguma liberdade. Ele rebolou, deu alguns saltos, correu mais um pouco e até moldou um boneco de neve bem giro. Ao fim de algum tempo, estava bastante cansado mas muito satisfeito. Foi então que se lembrou de chamar um amigo para brincar e se apercebeu que estava perdido. Continuava a nevar e o caminho nem se via. Como chegaria ele a casa agora? Ele estava triste, prestes a chorar quando apareceu um outro animal, ligeiramente maior, com uma grande cauda, que o olhou de cima a baixo. Ele queria fugir, mas para onde iria ele? Afinal, era apenas um esquilo, ainda jovem, que passava por ali em viagem. Rapidamente, o ratito Guilherme, passou da desconfiança à amizade e acreditou no esquilo, que lhe disse para não se preocupar, que com o seu faro poderiam encontrar facilmente a toca. O esquilo ofereceu-lhe parte do seu lanche e o rato lá experimentou, muito embora sentisse saudades das papas de aveia da mamã. Caminharam algum tempo e quando o esquilo disse que já estariam perto apareceram os pais do ratito e a sua mana, muito preocupados. A mamã abraçou o pequeno ratito que quase desaparecia nos seus braços e o pai, muito emocionado disse-lhe que este tinha sido um grande susto, que nunca mais o devia voltar a fazer. As regras devem ser cumpridas e se queremos refutar, devemos falar com quem faz as regras para definir novos limites, se possível. O ratito pediu desculpa e percebeu que ainda não estava preparado para os eventuais perigos que existem lá fora nesta época mas que, com o tempo, quem sabe se não poderia partilhar esta aventura com a família.
O conto da Maria Carolina
Uma menina linda e carinhosa que adorava observar o mundo com os seus olhos castanhos que de tão escuros faziam lembrar duas azeitonas. Passava os dias a passear pelo jardim e a balouçar os seus caracolinhos castanhos, que com o sol, brilhavam um leve tom cenoura. O seu grande amigo era um cachorrinho, que apesar de levar mais uns aninhos, alinhava em todas as suas brincadeiras. Conversavam muito, tinham tardes de grandes aventuras. Eram ambos apaixonados pela liberdade do ar livre e tudo o que a Natureza nos oferece. Um dia, estavam brincando na areia da praia, onde as ondas do mar azul refrescavam os seus pés a cada passo. Com uma cana desenhavam na areia o que fluia nas suas imaginações infantis e inocentes. De longe observavam um menino loirinho que parecia estar zangado com o que o rodiava. Sem darem por isso, o menino aproxima-se e num rasgo de egoísmo espezinha os castelos de areia, roubalhes a cana e rascunha os desenhos. Incomodados, a menina e o seu cachorro regressam a casa muito tristonhos. A mamã pergunta que se passara, ao que eles respondem prontamente cada pormenor. A mamã explica que a atitude do menino não foi a correta. No mundo em que vivemos temos que respeitar o nosso espaço e o dos outros, e quando por vezes nos descuidamos deveremos pedir desculpa ao outro pela nossa atitude menos correta. Outro dia, num jardim verde esmeralda colorido por um arco-íris de flores, a menina e o seu amiguinho de quatro patas brincavam alegremente, quando de repente surge o menino loirinho. Sem hesitar, a menina aproxima-se e estende a sua mão morena oferecendo ao menino uma linda flor colorida. Ao ver o embaraço instalado num fransir de sobrancelhas, a menina de coração enorme acrescenta: aceita esta flor para que te lembres sempre que o Mundo é de todos e que só de boas atitudes ele pode ser colorido.
O conto da Matilde
ERA UMA VEZ uma mamã pata que teve 5 ovos. Ela esperava ansiosamente pelo dia em que os seus ovos quebrassem e deles nascessem os seus queridos filhos! Quando esse dia chegou, os ovos da mamã pata começaram a abrir, um a um, e ela, alegremente, começou a saudar os seus novos patinhos. Mas o último ovo demorou mais a partir, e a mamã começou a ficar nervosa… Finalmente, a casca quebrou e, para surpresa da mamã pata, de lá saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos. - Este patinho feio não pode ser meu! Exclama a mamã pata. - Alguém te pregou uma partida. Afirma a vizinha galinha. Os dias passaram e, à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos outros patinhos. Cansado de ser gozado pelos seus irmãos e por todos os animais da quinta, o patinho feio decide partir.
O conto da Maria Clara
Irrequieta e cheia de energia, Ella é uma pequena pónei cheia de sonhos.. o maior de todos, ser artista! Mas o que poderia Ella fazer? Vivia numa quinta rodeada de animais felizes que apreciavam as simples coisas da vida, mas Ella queria mais... Queria ir para o Jardim Zoológico. - Como irei para lá? Sou apenas uma pónei, como vou convence-los a darem-me um lugar no grande palco? Como vou ganhar? É impossivel. - Pensou Ella, muito triste enquanto ia para o seu pequeno estábulo. Quando o sol nasceu, acordou decidida! Iria ao Zoo tentar convencer o Director Patinhas (o manda chuva lá do sítio) a dar-lhe um lugar! Se não tentasse, nunca saberia! Saiu cedinho e meteu umas cenouras na sacola, a viagem seria longa. Andou, andou, andou: - Nao vou chegar a horas! - reclamava Ella, enquando uma camioneta se aproximava. - Aceita uma boleia? Eu vou para o Zoo. Os seus olhos brilharam novamente cheios de esperança. Ia conseguir! Só que... Veio uma rajada de vento MUITO forte que fez rebolar a carrinha. Ella fugiu assustada pela cidade fora, havia luzes, sirenes, carros MUITAS pessoas. Nesta confusão toda, nem se apercebeu do enorme galo que tinha na cabeça! Não sentia dor, só queria voltar para a sua calma e sossegada quinta! Enquanto corria de rua em rua e saltava de andaime em andaime, deu por si cheia de frio! O que seria? Tinha entornado 10 baldes de tinta no seu sedoso pêlo. Tintas de TODAS as cores. Violeta, azul e amarelo. Suja e cansada, só queria voltar para casa! Certamente não ganharia o concurso. No entanto, reparou que as pessoas começaram a olhar com um ar maravilhado: - Mamã, mamã! Olha! Afinal não é mentira, afinal existem mesmo. Sem compreender, continuou a andar até que leu: Bem vindos ao Zoo Mágico. Incrédula, percebeu que tinha chegado a tempo e a horas! Procurou o Director Patinhas. Iria dançar. Cheia de entusiasmo aguardou para subir ao palco e qual não foi o seu espanto quando anunciaram: - Senhoras e senhores, um grande aplauso para Ella - uma unicórnio que sabe dançar! - Unicórnio? Não devo ser eu, devem estar enganados - pensou, enquanto via o seu reflexo na água: Oh meu Deus,o galo na cabeça e as tintas transformaram me numa linda unicórnio, afinal a magia acontece! Ganhou o seu lugar e todas as tardes era aplaudida por MILHARES de pessoas. Quando já não parece ser possível, os impossíveis acontecem e os sonhos realizam-se...Nem que para isso seja preciso bater com a cabeça.
O conto do Bernardo Lopes
Olá meu filhote lindo, a tua vinda trouxe a mãe uma alegria tremenda, não deste trabalho nenhum a nascer fomos com o papá até ao hospital e mesmo antes de chegares a sala de partos lá estavas tu , no corredor das urgências a querer vir ao mundo foi aí que a alegria e o amor por ti falou mais alto e deixei te vir tal como tu querias rápido ... És um bebé lindo maravilhoso e muito caminho, só não gostas de ter os teus pezinhos descalços sem meias ficas cheio de frio, és muito friorento.. és doce tens uma força enorme que me enche o coração de amor alegria e dedicação.. o papá é um babado contigo quando olha para ti todo ele brilha todo ele se enche de orgulho e amor .. queremos que saibas que és e serás sempre muito amado pelos dois e que estamos ao teu lado para tudo... Amamos te de coração e alma beijinhos dos teus papás Rute e Ricardo
O conto da Raquel Horta
Era uma vez uma linda princesa chamada Raquel que morava no seu majestoso castelo juntamente com os seus pais, a Rainha Liliana e o Rei Fábio. O castelo da princesa ficava numa terra longínqua em que só havia uma estação do ano, o Inverno. Todos os dias fazia frio e muitas das vezes chuva e neve, o que fazia com que a princesa tivesse de brincar dentro do seu castelo. Ela tinha um quarto muito grande, repleto de brinquedos e muitos livros. Porém, tudo o que a princesa mais queria era brincar na rua e ver o sol brilhar, sem ter de passar a sua infância fechada no castelo. Todos os dias Raquel pedia aos seus papás para brincarem com ela mas, sendo eles os Reis tinham sempre muitas coisas para fazer por isso a pequena princesa brincava sozinha. Num desses dias de chuva e frio, a menina estava tão triste que quando olhou pela janela começou a chorar e gritou: "Quem me dera que o inverno acabasse!" Quando olhou à sua volta estava uma linda fada que sorria para ela e disse: "Princesa Raquel, os seus desejos são ordens!", e com a sua varinha mágica apontou para a rua e a chuva parou para dar lugar a um lindo dia de sol e calor. A princesa não conseguia acreditar no que acabara de acontecer e perguntou à fada o que tinha ela feito para acabar com a chuva. A fada explicou à menina Raquel que a partir daquele dia existiam 4 estações, a Primavera, o Verão, o Outono e o Inverno. A princesa correu para a rua e brincou todos os dias de manhã até ao pôr do sol de acordo com a estação e nunca mais ficou triste por ser inverno, pois sabia que ele iria acabar e dar lugar à seguinte estação. Os seus papás quando viram que a chuva tinha parado, correram para a rua e brincaram com a princesa até anoitecer e até jantaram na rua como forma de celebrar a mudança. Toda a família ficou ainda mais feliz e a fada foi embora depois de ver que os pais estavam a brincar com a sua filha novamente e pensou "Missão cumprida e família feliz!"
O conto da Anita
Anita não gostava da noite, achava-a escura e assustadora. Todas as noites pedia à mãe para deixar uma luz acesa. Sentia a luz como um amigo que a protegia de tudo o que era assustador. Uma noite, acordou com um barulho vindo do baú dos brinquedos. Assustada, deixou-se ficar debaixo dos cobertores a vigiá-lo com os olhos. O baú continuava aos saltos como se se quisesse abrir. Ganhou coragem, saiu debaixo dos cobertores e abriu o baú. Num enorme salto um monstrinho cheio de pelo amarelo saltou cá para fora. Anita quis começar a gritar, mas o monstrinho tapou-lhe a boca com as suas mãos peludas. "Shiuuu! Assim vais acordar os teus pais!" Apresentou-se rapidamente: Chamo-me Bambá e sou um monstrinho da noite. Ouvi dizer que não és um grande fã e por isso estou aqui para te mostrar os seus encantos. Anita ficou a olhar para Bambá ainda con medo, mas o monstrinho tinha um aspeto muito fofo. “Segue-me!” - Posso levar a minha luz de presença? – perguntou Anita. - Não! Assim vais estragar as surpresas que tenho para ti. Bambá pegou na mão de Anita e saíram a voar pela janela. Era muito tarde e Anita já começava a achar que não tinha sido boa ideia seguir Bambá, ainda por cima de noite! Chegados ao jardim que havia perto de casa, poisaram devagar na relva. Bambá estendeu uma manta e deitaram-se a admirar o céu. -Só de noite é que consegues ver as estrelas e a Lua. Existem milhões de estrelas. Não são tão bonitas? Anita observava as estrelas abismada. Nunca tinha visto tantos pontinhos tão brilhantes no céu. - Agora fecha os olhos e ouve. Ambos fecharam os olhos e ao longe poderam ouvir os grilos. - Só de noite é que conseguimos ouvir os grilos a cantar para nós. Quando abriu os olhos, conseguiu ver no ramo da árvore uma coruja que os olhava muito atenta. - Existem muitos animais que só vivem de noite. A coruja é um deles. Perto de um lago, estavam uma data de pontinhos luminosos a dançar em cima da água. Aproximaram-se devagar e Anita conseguiu ver que eram pequenos insetos a voar. - Só de noite é que podemos conhecer as maravilhosas luzes dos pirilampos. Um pirilampo mais curioso voou até Anita e poisou-lhe no nariz. Bambá ria-se enquanto lhe pegou na mão para voarem pelo céu estrelado. - Só de noite, enquanto todos dormem é que podemos voar livremente! – Disse, fazendo piruetas no ar no caminho para casa. Na noite seguinte, a mãe aconchegou-a nos cobertores, deu-lhe um beijo e perguntou: Queres que deixe a luz acesa? - Podes desligar mamã. Já não preciso dela. – Disse Anita enquanto piscava o olho a Bambá.
O conto do Francisco
Todas as histórias de amor começam por "Era uma vez...", então cá vai... Era uma vez, um casal muito apaixonado, que ainda antes de casar já sonhava com o dia em que iria constituir a sua família... dela iriam fazer parte a mãe, o pai, um menino e de seguida uma menina (para o menino "tomar conta" quando fossem maiores)! Doze anos depois de muito amor a dois, esse transbordou e nasceu o Francisco!... Até aqui só sabíamos o que era gostar, não amar... mas tu, Francisco, ensinaste-nos a amar, a amar-te e amarmos-nos!... E como esse amor é tão bom... vem um mano ou uma mana a caminho e o nosso trevo de três folhas, será em breve um de trevo quatro folhas! Com amor, muiiito amor... mãe, pai e bebé para Francisco! <3
O conto do David
Um conto que nunca escreverei o fim, mas acrescentarei um ponto, a cada passo que dermos juntos, desde o teu primeiro dia, que foi o meu dia mais feliz. A primeira vez que te colocaram no meu colo, teve um sabor tao unico, profundo, so de pensar que agora vem colocar as velas no bolo porque daqui a um mes fazes o teu primeiro ano a viver neste nosso mundo. Esperemos pela magia que nos prepara o futuro...
O conto do José
um menino e uma menina, Ele era rebelde e ela certinha, Mas o tempo e as conversas a dois, Fizeram com que o Amor lhes desse uma sementinha. Eram muito novos e muito inexperientes, E na realidade nada faria prever, Que aquelas duas pessoas, Fizessem um casamento acontecer. Depois das alianças eles queriam mais, Fraldas, choro e cocó até, Não foi muito tempo depois, Que o Amor os atacou novamente dando-lhes o José. Que bebé tão delicioso, Melhor o menino e a menina não podiam desejar, Mas o tempo logo os fez ver, Que bom bom era um mano/a para o José acompanhar. Quando vier e onde nascer, O menino e a menina não querem saber, O que interessa é o Amor, Que deles os dois continua a nascer. Que a vida sorria ao menino e à menina Ontem, hoje e amanhã, E que o José e os que vierem, Possam ser felizes com o papá e a mamã. Para ti, João, o amor da minha vida.
O conto da Alice
Querida filha, Vamos contar-te uma história... Era uma vez uma menina que tinha uma mamã e um papá com o cabelo e olhos castanhos mas que nasceu ruiva, com o cabelo cor de laranja(!!), e de olhos verdes. Era tão pequenina...Era a mais linda menina que já se tinha visto. No dia em que ela nasceu os corações da mamã e do papá ficaram tão grandes e gordos que parecia que iam rebentar! O tempo passou a correr e a menina já não é tão pequenina...Também já não é ruiva e os olhos já não são tão verdes. Às vezes, a mamã e o papá pedem baixinho :" Por favor, não cresças tão depressa". Mas ela teima em continuar a crescer. Há dias em que, logo de manhãzinha, a menina pede ao papá e à mamã para não ir à escola. Pede para gastarem todas as horas do dia num grande passeio a três!E os papás pensam: " Vamos fugir do trabalho e brincar,brincar, brincar!". Mas depois lembram-se que não podem e o seu coração fica pequenino enquanto lhe pedem desculpa... Mas há outros dias em que os dias são só deles: da menina, do papá e da mamã. E esses são os melhores dias! Vão ao parque, fazem piqueniques, vão para o rio Zêzere, vão ao cinema, ouvem música e dançam,dançam muito!Parecem mesmo tontinhos! Querida filha, esta é a história de uma menina linda, loira e de olhos esverdeados, que gosta do Benfica e do Porto, que sonha com arco-íris e adora receber e dar miminhos. Esta é a tua história. Obrigado por todos os dias fazeres o coração da mamã e do papá rir muito!
O conto da Eva
Uma família que desejava muito ter um bebé, após muitas peripécias e tristezas, nasceste tu. Eva. A primeira mulher. Do alto dos teus 17 meses, já mostraste o quão forte e independente es. A tua curiosidade e boa disposição são contagiosas. Todos os dias consegues arrancar sorrisos e aquecer corações. O teu pequeno Eu já mostram a grande Mulher que vais ser. My little Miss Independence! Continua a ser o que es, uma bebé mágica, uma bebé que consegue iluminar a vida de quem a rodeia. Continua a ser feliz e a espantar-te com tudo o que te rodeia. Continua forte e carinhosa. Do alto dos teus 17 meses já mudaste as nossas vidas para melhor. Continua o teu caminho e muda a Vida de quem se cruzar contigo.
O conto da Alice
Era um senhor muito ocupado. Todos os dias saía de casa e ia trabalhar. Para isso, atravessava a pé um parque encantador. Os passarinhos saíam dos ninhos e cantavam, felizes por mais um dia. Os esquilos passavam a saltitar e trepavam de árvore em árvore. O senhor Zé já passeava no parque, levando o seu saquinho de sobras de pão, para dar aos patos. A menina Aurora abria o seu quiosque e pelo parque espalhava-se o aroma de café, papel de jornal e bolos quentinhos. Mas nada disto o senhor muito ocupado via. Afinal, estava muito ocupado. A sua cabeça estava cheia de preocupações, prazos a cumprir, telefonemas a fazer, cálculos a confirmar... Era uma cabeça tão cheia de tudo, que não havia espaço para mais nada. Tanta preocupação foi tendo o seu impacto. O senhor muito ocupado já não sabia sorrir, tinha sempre dores de cabeça e o pescoço preso por nunca olhar para cima. O senhor muito ocupado não foi sempre assim. Quando era menino corria pelos campos, trepava às árvores para roer maçãs, dava mergulhos no rio, brincava até mais não com os seus amigos. Mas depois cresceu e foi trabalhar para a cidade sozinho. Já não tinha o Manelinho para fazer corridas. Ou o estufado da avó quando chegava a casa. Ou o colo da mãe, que lhe passava as mãos pelo cabelo e lhe perguntava pelo seu dia. O senhor muito ocupado sentia-se sozinho e assustado e agarrou-se ao que achava que era a única coisa que tinha, o seu trabalho. Deixou de ver o nascer do sol, de ouvir os passarinhos, de cumprimentar os vizinhos na rua. Um dia, porém, tudo mudou. O senhor muito ocupado voltava do trabalho, atravessando o parque como sempre. Com a cabeça baixa e a pensar na imensidão de coisas que tinha para fazer no dia seguinte. Tão ocupado que não reparou que estava a atravessar o jogo da bola do Quinzinho do 3°A e dos seus amigos. Tão ocupado que não ouviu o grito do Quinzinho. Tão ocupado que não deu pela bola perdida que se dirigia à sua cabeça. Tão ocupado que levou mesmo com a bola em cheio e ali se ficou. Quando vem a si, está rodeado de pessoas. O senhor Zé apressou-se a ajudar o senhor muito ocupado a levantar. A menina Aurora trouxe-lhe um chá quentinho e um croissant de fiambre, para lhe devolver as forcas. O Quinzinho desmanchava-se em desculpas, ao mesmo tempo que agradecia o formidável golo de cabeça que o senhor muito ocupado tinha feito pela sua equipa. O senhor muito ocupado agradeceu, levantou-se, e pela primeira vez olhou em volta. E viu os rostos simpáticos dos seus vizinhos, e ouviu o canto dos pássaros e deslumbrou-se com o pôr-do-sol. E nessa noite, o senhor muito ocupado telefonou para casa, para contar o seu dia à sua mãe. E quase, quase que sentiu os seus dedos a lhe passarem pelo cabelo.
O conto da Helena Teixeira
uma linda princesa que vivia num reino encantado com os seus papás. Ali ela era feliz e todo o mundo parecia um arco íris colorido e brilhante, sem medos nem maldades. Num dia muito especial, 8 de outubro de 2018, a sua vida mudou porque soube que deixaria de ser a única princesa do reino. A sua família ia crescer e ela iria ter a oportunidade de partilhar os seus sonhos futuros com um parceiro para a vida. Os olhos da pequena brilharam com toda a intensidade de um coração transparente e cheio de amor. Ser a irmã mais velha era uma grande responsabilidade para a menina que tinha toda a atenção virada para si, num reino que até então era só seu! Mas a pequena princesa aceitou de coração aberto a boa nova e passou a acompanhar a barriga da mamã com muita atenção, em todos os momentos. Sempre cuidadosa e carinhosa, já referencia o irmão, que aí vem, em todas as atividades do seu dia a dia. Sabe que já não somos apenas três, que o número está muito próximo de aumentar e isso enche-a de orgulho. O pequeno príncipe chegará com o verão, muito próximo do seu quarto aniversário, para dar ainda mais brilho à nossa vida e fará o nosso reino encantado transbordar de amor e felicidade. Porque quando uma família é construída numa base sólida de amor, nada se divide, tudo se multiplica. Esta princesa terá uma nova vivência que a fará crescer e amar incondicionalmente um ser pequenino que será seu irmão para toda a vida. Juntos projectarão sonhos, alcançarão metas e ultrapassarão desafios. Serão os melhores amigos, confidentes e parceiros, nesta vida que passa de forma tão fugaz. Os papás acompanharão esta nova fase com o coração cheio de amor e agradecimento por esta bênção que a vida mais uma vez lhes deu. Ser família nem sempre é fácil, mas a recompensa daquilo que nos faz sentir é demasiado valiosa para desperdiçarmos a oportunidade. Juntos, em equipa, estamos prontos para o novo desafio e com muita calma e amor, tudo se ultrapassará. O nosso reino encantado será sempre o nosso porto abrigo onde a pequena princesa e o pequeno príncipe se poderão refugiar e proteger. Nunca lhes faltaremos… Não ambicionamos um reino perfeito, queremos apenas que seja verdadeiro e com valores. Queremos que voem do ninho com as ferramentas necessárias para serem felizes. Queremos que sejam justos, corajosos, agradecidos, humildes e audazes. Queremos que levem um pouco de nós e se moldem à sua medida, construindo o seu próprio caminho, a sua própria forma de ver o mundo e as pessoas. Amar-vos-emos sempre.
O conto do Martim Teixeira
Um menino pequenino que tinha um sonho, ser feliz andou andou andou até que conheceu um gato que o fez descobrir que a felicidade vem do coração. o gato brincava muito com o menino e os dois brincavam no jardim com os outros meninos e então o menino foi descobrindo assim a felicidade.
O conto da Maria Oliveira
Era uma vez , um passarinho que cansado de ficar sozinho resolveu voar... E não é que no meio do caminho encontrou uma passarinha que queria um lugar tranquilo pra pousar. Eles então resolveram juntos o seu ninho criar. E tinha beleza, tinha cuidado, tinha carinho e amizade,o lugar certo pra ficar.... Mas, depois de um tempo entenderam que aquele ninho precisava de mais vida, e a família resolveram aumentar. O primeiro passarinho chegou. E encheu aquele ninho de amor... E trouxe tanta vida para aquele lar, que a família passarinho resolveu que mais uma vez deveria arriscar. E eis que chega uma passarinha linda, e aquele ninho já tão cheio de amor, começou a transbordar!!!! E a família passarinho que se sentia completa, começou novamente a voar. Por que entendeu que aquele ninho precisava de mais histórias pra ficar na memória da familia que estava a se formar. E eles voaram longe, conheceram montanhas, rios, paisagens que é impossivel não lembrar... Sentiram que aquele primeiro voo de quem buscava um lar, foi o voo mais bonito e queriam comemorar!!!! Estavam tão felizes e cheios de amor, que nem imaginavam que ainda havia uma surpresa na história para aquela familia contar... E numa manhã de um daqueles voos altos, a familia passarinho descobriu que ainda mais completa ia ficar... A caminho do ninho estava mais uma passarinha a chegar. E antes de o ninho aumentar. A familia resolveu o oceano cruzar. Descobriram que naquela terra um grande e poderoso ninho ia se formar. Ela chegou.... E eles descobriram que sempre tem espaço pra quem sempre amou. Que a familia é lugar de pouso certo, e que ainda que o ninho mude de lugar. Sempre se juntos ficar, nunca nada há de faltar. Por que o amor que fez aquele ninho se formar e depois se multiplicar. É o que conduz aqueles passarinhos que sempre estão a novos voos conquistar.
O conto da Ana Ramos
Era uma vez, esta história começa assim, como tantas que alguém fez… Ana Luz era uma menina que vivia no “Mundo da Lua”, um reino distante com areia brilhante! Luz, de cabelos despenteados e dourados, tinha tudo, brinquedos, roupa, tanta coisa! Por vezes perdia-se por entre os amontoados de objetos e tinha que gritar para a virem buscar: “Real mãe, alguém?! Venham buscar-me junto ao monte de sapatos cor-de-rosa! Daqui quero sair, para onde ir?” Gritava por se sentir perdida. “Aqui estou eu, não há necessidade de gritar, melhor é tudo isto arrumar!”, avisava a mãe, Rainha D.ª Luzia, alta e esguia. Ana Luz tinha tanto, contudo, tinha poucos amigos para brincar… Era teimosa e reguila, acatava pouco os dizeres da mãe e os conselhos do pai. O pai, Rei D. Ludovico, tinha uns fofos cabelos brancos, uma barba longa e andava preocupado com a desobediência da menina, mas a Rainha tentava tranquilizá-lo: “Acalma-te, ela ainda é pequena e, em parte, a culpa também é nossa, com tanto objeto, ela não dá valor ao que é correto…” “Talvez tenhas razão, todos nós precisamos de uma grande lição…”, disse o Rei sentindo-se culpado. Naquela noite nevou como nunca nevara no Reino da Lua, de tal forma que todos acordaram em sobressalto! “Ana Luz temos de partir para o Reino vizinho, aqui a neve já cobriu todo o nosso caminho!”, exclamou a Rainha. Mas Luz não queria acreditar… olhou pela janela, viu os seus montes de brinquedos cobertos de branco e saiu apressada: “Tem de parar de nevar, onde estão os brinquedos para eu brincar?” Tanto andou, preocupada em ver os brinquedos, até que tropeçou, já sem forças e enregelada... Foi aí que se fez luz, ao ver tudo branco, tão igual, tão simples, como se nada existisse naquele momento, só ela… Naquele instante ter coisas e mais coisas parecia não ter sentido, queria agarrar-se a algo que a ajudasse… talvez um amigo! Ana Luz começou a chorar e, de repente, estava deitada na sua cama, com a mãe e o pai a tentarem acalmá-la. Teria sido tudo um sonho? Luz nem perguntou, simplesmente fez um pedido: “ Vamos distribuir os meus brinquedos por quem mais precisa… ver as crianças a sorrir… Quero que deem valor a um presente e que partilhem com mais gente!” O Rei sorriu, não sabia bem o que se passara, mas as palavras encheram o seu coração… Ana Luz aprendera a lição! Passava pouco da meia-noite... Voaram por todos os reinos e distribuíram tudo com muito amor! Desde então, naquela data, um pouco por todos os reinos se conta que aparece uma estrela brilhante a pintar o céu e que a partilha e o amor imperam nesse momento… Há quem lhe chame dia de Luz, já lhe ouvi chamar Natal… É preciso estar atento e partilhar esse momento! Partilhar… é o melhor que se pode dar!
O conto da Maria Lírio
Era uma vez uma viúva que vivia com o seu filho João. Eles passavam o dia a cultivar vegetais. Entretanto a Mãe de João achava que tinha chegado o momento dele casar. Havia muitas noivas na aldeia, mas todas recusavam João. O que não era de estranhar, pois ninguém queria um noivo com as calças remendadas, os sapatos com buracos e um chapéu fino como uma panqueca. A Mãe de João queria ajudá-lo, mas não tinha dinheiro. Então pensou que devia fazer algo: João, meu querido, se te quiseres casar precisas de te vestir melhor. Eu acho que devemos vender a nossa vaca e com o dinheiro comprar uma roupa bonita. João levou a vaca ao mercado, mas o caminho era longo e cansativo. Assim, quando estava a meio parou para descansar. Passado algum tempo apareceu um velho, olhou para a vaca e disse: Quero comprar-te a vaca e dou por ela um grão de feijão. Na verdade, João não queria andar aquela distância toda até ao mercado. Então sem mais demora vendeu a vaca em troca do grão de feijão. Quando chegou a casa e a sua Mãe o viu sem a vaca e sem a roupa nova assustou-se, pois pensava que João tinha sido roubado. O que aconteceu meu filho? Não te preocupes Mãe! Vê o que consegui em troca da nossa vaca! Um grão de feijão tão bonito e verde – disse João contente. A Mãe levantou os braços e disse chateada: Como pudeste ser tão tolo, meu filho! E neste instante agarrou o grão do feijão e atirou-o pela janela fora. Vai já para o teu quarto e não sais de lá até amanhã. João ficou muito surpreendido e triste e foi para o quarto, deitou-se na cama e adormeceu. No dia seguinte quando acordou olhou pela janela e não podia acreditar no que via. Durante a noite o feijão cresceu tanto que se transformou num enorme pé de feijão. A árvore era tão grande que atravessava as nuvens do céu. Além disso João conseguia ouvir uma música que vinha das nuvens. Ele ficou curioso para saber quem é que a tocava e não perdeu tempo a subir pelo pé de feijão. Ele começou a subir e… caiu uma e outra vez. Mas João não desistiu e continuou a tentar subir. João queria mesmo saber quem tocava aquela música tão bonita. Até que começou a gritar: Tu aí em cima, consegues ajudar-me a subir? Não teve resposta durante algum tempo, até que de repente, vindo do céu surgiu uma corda amarela muito estranha. João olhou para corda e esta parecia-se com a trança de uma menina. Ele ficou feliz e puxou-a com tanta força que lá do alto caiu, nos braços dele, uma princesa. A princesa cumprimentou o João e disse: Obrigado por me teres tirado desta árvore. Já não aguentava mais continuar a dormir em cima destes feijões. Estou tão feliz. Quero casar contigo. E foi assim que João se casou, se tornou Rei e dono de metade do reino e viveu feliz para sempre. Talvez um dia também possas plantar algo tão interessante no teu jardim.
O conto da Ema Lia
um menino e uma menina que andavam na mesma escola. Eram muito amigos, os melhores amigos do mundo! Andavam sempre juntos, para todo o lado, até que um dia começaram a namorar. Uns anos mais tarde, fruto deste grande amor, nasceu uma linda menina, muito gordinha e muito cabeluda. Era a princesa Ema, a bebé mais linda do mundo. Nesse dia, o coração da mamã encheu-se de felicidade e de um amor tão forte que nunca pensou sentir. A linda Ema foi crescendo e enchendo a mamã de orgulho a cada dia que passava. Era mesmo uma menina maravilhosa. Três anos mais tarde, nasceu a Lia. Muito serena e doce, veio mostrar à mamã que é possível amar dois filhos, com a mesma força. O seu coração ficou ainda maior e mais feliz e sorridente. A mamã adora ver-vos a brincar e a rirem uma com a outra. Adora ver a vossa cumplicidade. É nestes momentos que a mamã tem a certeza que serem irmãs uma da outra foi a melhor prenda que vos poderia ter dado. Vocês são as melhores filhas que podia pedir. Obrigada meus amores por serem tão especiais e por me fazerem tão feliz! Amo-vos daqui à lua. Com amor, Mamã
O conto do Davide Zuzolo
Era uma vez uma jovem senhora que gostaria muito de ter um bebe mas achava não ter condições financeiras para tal. Por isso decidiu colocar um dispositivo para evitar uma gravidez, mas Deus já havia determinado que um anjinho iria fazer parte da vida daquele casal. O casal feliz sai de férias ao Algarve e como o dispositivo tinha sido posto naquela semana ela andava mal disposta, mas não sabia ela que era de ???????? que estava a reclamar de um dispositivo a ocupar teu lugar. Quando a jovem senhora vai fazer a ecografia de controle, o ??????? diz lhe: senhora qual o motivo da ecografia? Ela responde: controle do dispositivo (DIU) ???????: quando foi colocado o dispositivo? ???????? Há 32 dias, ???????mas a senhora está grávida e é anterior ao dispositivo. E sete meses e meio depois nasce o príncipe ???? Davide para trazer muita luz e muita alegria a mamã Célia, ao papa Henry, aos manos Paullo Wikeddy e Gabriel, a toda família e amigos. E somos felizes por este lindo e Abençoado presente...
O conto da Iris
Um casal apaixonado (Joana e João ) ???? estavam a passear num parque, quando avistaram uma cegonha. Joana sussurrou ao João dizendo que aquela cegonha tinha ido visitar alguém e deixar um bebé. No dia seguinte a Joana estava doente ???? e decidiram ir fazer um pequeno teste para saber se tudo estava bem com a Joana. Nesse dia Joana descobriu que a cegonha que juntos viram lhes tido ido visitar a eles. Pois é a Joana descobriu que estava grávida e que juntos iriam ter uma princesa ???? A essa princesa deram o nome de Iris. Iris significa mensageira dos deuses. Joana e João até hoje estão juntos e esperam poder ver a Iris crecer e triunfar na vida. Prometem lhe dar todo aquilo que podem e faze la sempre feliz.
O conto da Sia Pereira
uma bela jovem, que se chamava Silvia. Ela vivia numa pequena aldeia chamada Codessos no norte de Portugal. Certa noite no refugio de seu quarto, sentindo-se sozinha Silvia recorre à Internet para fazer amizades. Nessa mesma noite, noutro País (Suiça) estava Humberto um lindo jovem alentejano que também se sentindo sozinho resolve procurar amizade da mesma maneira. E desta forma Silvia e Humberto se contactam pela primeira vez através de palavras online. Sentindo que existia uma forte conexão partilharam após algumas conversas os contactos telefónicos e assim pela primeira vez ouvem suas vozes. Após dois meses e doze dias Humberto decidiu voar da Suiça até Portugal para finalmente se encontrar pessoalmente com esta bela jovem, Silvia. Os dois encontraram-se e com o coração aos pulos se abraçaram, como se desde sempre se conhecessem. O brilho em seus olhos mostravam que existia amor a florescer. O amor uniu seus corações e Silvia meses mais tarde para a Suiça foi viver com Humberto. Um ano passou e a cada dia mais apaixonados, o lindo casal a Portugal regressou, numa linda casinha na aldeia se instalou e Silvia um amor maior no seu ventre germinou. Sia nasceu e uma certeza para sempre a este casal deu. A felicidade consegue ser ainda maior sorrindo a três. Mas a família conheceu a Corine de Farme e esta provou-lhes que afinal a felicidade completa é com a hidratação essencial tornando-se o tesouro inseparável desta família feliz até aos dias de hoje.
O conto do Afonso
Era uma vez um lindo e colorido aquário, duma grande cidade. Lá viviam, felizes, muitos peixes de diversas cores e espécies. Um dia, um pequeno tubarão azul começou a encantar-se por um lindo e esbelto peixe fêmea com lindas escamas cor-de-rosa. Observava diariamente as voltas e mais voltas que ela dava na água para se alimentar. Certo dia aproximou-se dela, perguntou-lhe o nome e fez-lhe uma declaração de amor. Ela ficou muito lisonjeada, pois nunca tinha reparado nele, apesar de viverem nas águas mais profundas e debaixo do mesmo céu, disse que se chamava Lua e prometeu voltar no dia seguinte, à mesma hora. Nessa noite, Lua voltou para o canto do aquário onde vivia, e contou à mãe que tinha conversado com um lindo e simpático tubarão azul e que era a habitante mais feliz do aquário… A mãe entrou em pânico e lembrou: “tubarão é o animal que quase comeu o teu irmão, por isso, não queiras nada com tubarões, sejam eles azuis ou cinzentos, eles são e serão sempre os nossos piores inimigos!” No dia seguinte Lua, obedecendo à mãe, não nadou até ao fundo do aquário, ao encontro do seu admirador. E assim se passaram dias, semanas, meses…Mas Lua estava muito triste e um belo dia resolveu ir ter com o tubarão. E, lá estava ele, no sítio combinado à espera dela…todos os dias à mesma hora, ele, ali, esperara por ela, porque tinha a certeza que ela voltaria…e ela voltou no dia seguinte, e em todos os outros dias seguintes, e em cada dia se sentia mais segura, importante e protegida, até que resolveram contar à mãe que estavam apaixonados e gostariam de ir viver para o outro lado do aquário, que tinha mais luz e mais visitantes. E a mãe, embora não entendendo aquele amor tão estranho, lá consentiu… É verdade, por vezes o amor acontece, onde menos se espera e, hoje, o tubarão-azul, Lua e os seus dois pequeninos tubarapeixes, são as atrações mais importante do aquário.
O conto do Isaac
Num longínquo Reino com o peculiar nome de Pimpolhólandia ,vive uma pequenina criatura o Pimpolho Cheiroso Isaac ,essa criatura tem essa alcunha peculiar ,pois Isaac guarda o maior segredo do reino a sete cheves , a razão do seu incrivel cheirinho a flores que todos invejam. Muitos são os que perguntam e ele só diz: -É uma embalagem verde e branca- diz Isaac a rir . Mal sabem eles que é tão facil cheirar assim tão bem, com Corine de Farme. E o Pimpolho vivera feliz e cheiroso para sempre. FIM
O conto do Alexandre
Era uma vez um menino que nasceu num dia especial, nasceu 40 minutos depois do dia de aniversario de casamento dos seus papás. O menino era fruto de um grande amor por isso o seu futuro seria maravilhoso. Desde muito cedo o menino é muito inteligente e muito alegre inundando todos os que o rodeavam numa grande felicidade. Com apenas 8 meses todas as traquinices são enormes aventuras desafiando paredes e alturas, cada móvel é uma montanha pronta a ser explorada. A mamã e o papá pensam que o menino será explorador mas só o futuro dirá como será este menino sonhador. Seja qual for o seu futuro será maravilhoso e cheio de aventuras.
O conto do Arthur Valadão
Era Uma Vez, Uma ilha Muito Distante Chamada De a ilha dos sonhos, Uma ilha Muito Linda Com Moradores Educados e Carinhosos, Os Moradores dessa ilha eram todos ursinhos bem fofinhos que adoravam abraçar,, brincar e realizar todos os seus sonhos. Em um certo dia de verão estavam todos brincando até que ouviram um forte barulho vindo do céu, então todos rapidamente correrão para suas casas muitos assustados e sem saber oque estava acontecendo, até que ouviram novamente o barulho e logo em seguida começou uma linda canção vinda do céu, o pequeno ursinho Arthur saiu de perto da sua mamãe e foi ouvir a canção fora de sua casa até que olhou para o céu e viu ali o mais lindo sonho de um companheiro, o forte barulho era a festa que ele sempre sonhou com crianças correndo, brincando muito felizes e a linda canção era sua mamãe cantando para ele que a vida é bela cheia de sonhos e de muito amor. Então todos da ilha dos sonhos ficaram surpresos e muito feliz com o que viram foram convidados para a festa nas nuvens e ali se divertiram todos sempre com amor, esperança, fé, e o mais importante a humildade e os amigos sempre juntos.
O conto da Marta
um lindo rapaz que deu um beijinho no meu ombro e iniciou a mais linda historia amor! Ele era muito bem disposto, estava sempre a fazer-me rir e eu adorava. Passeávamos muito na praia, era mesmo divertido. Como eramos muito apaixonados, decidimos casar e vesti um vestido de princesa, nesse dia, tão especial, eu era a mais bonita do reino. Tínhamos um desejo em comum, sermos pais e decidimos embarcar na melhor aventura da nossa vida, e do nosso amor, nasceu a nossa Martinha! A nossa bebé é um doce de menina, muito animada e bem disposta, com um sorriso de Sol, o que mais gostamos de fazer é saltar nas ondas... a Marta quer um mano, vamos ver como continua a melhor historia das nossas vidas..
O conto do Francisco Luísa
Era uma vez 2 koalas que andavam pela floresta a comer muitas folhinhas. Quando numa árvore quiseram comer a mesma folha, logo decidiram partilhá-la. Desse gesto de amor, vieram os abraços e ficaram muito apaixonados. Desse tão grande amor, nasceu um koala fofinho conhecido como chiquinho. Muitas mais folhas comeram e o chiquinho sempre no colinho. Era tão grande o amor que assim veio um outro koalinha, desta feita era a Luísinha. Com os koalinhas no seus colos, iam dando uns passinhos, procurando na floresta os rebentos mais tenrinhos. E assim, com os 2 koalinhas estavam ambos de coração cheio. Continuaram a passear na floresta, muito abraçadinhos, dando sempre uma folhinha aos seus koalinhas mais lindos.
O conto da Eva
Era uma vez uma família feliz de 3 que um dia teve uma surpresa inesperada! Dentro da barriguinha da mãe crescia uma bebé! Cada vez mais ativa, essa bebé decidiu nascer um bocadinho mais cedo, tal era a pressa de conhecer os papás e, principalmente a mana! Desde aí, as duas meninas têm-se tornado cada vez mais doces uma com a outra e seus papás. Tem também uma amiga felina inseparável, da mesma idade :) A outra felina gosta muito de se deitar ao pé da menina, mas apenas quando esta dorme :) A vida dos papás ficou preenchida com tanta doçura que a menina trouxe e vivem agora ainda mais felizes. Eva é o seu nome <3
O conto da Ana Ramos
Era uma vez, esta história começa assim, como tantas que alguém fez, mas é de um reino especial onde agora há uma felicidade sem igual! Nesse reino distante, sempre que nascia um bebé, todos paravam e brindavam, construía-se uma caixa com o nome da criança e enviava-se para todos os cinco reinos vizinhos. Cada reino devia atribuir um desejo ou um bem necessário para a sua vida. Era um percurso longo, que durava 18 anos! Quando a criança fazia 18 anos a caixa regressava, com um carimbo de cada reino e só a criança conseguia abrir a caixa mágica… Ana Maria nasceu no segundo dia de Abril e todos brindaram! Lá foi a caixa com o seu nome viajar pelos reinos… As caixas traziam sempre surpresas, como que por magia, sabiam a essência de cada criança! Passados 18 anos, Ana Maria estava feliz por ir abrir a caixa mágica! Juntou a família e amigos e chegou o momento! Primeiro a medo, começou a desatar e depois, num gesto rápido, abriu-a! Ana ficou um pouco triste e assustada… a caixa não trazia nada! Seria engano? Nunca tal tinha acontecido! Então a sua mãe acalmou-a, olhou melhor e viu que havia uma pequena folha enrolada e disse: - Ana, tens de ver melhor, se calhar não precisas de muito para ser feliz, vê melhor o que a caixa te diz! Ana Maria abriu os seus olhos cristalinos e reparou no papel. Desembrulhou-o e dentro dele uma semente! No papel estava escrito: “Ana Maria, chegou o dia! Não te queremos assustar, mas esta semente é tudo o que te queremos dar. Reunimos toda a melhor essência vegetal de cada reino, tratámos em estufa cuidadosamente e surgiu esta semente… És a pessoa mais feliz que conhecemos, doce, amiga e verdadeira! Trouxeste para o teu reino, que andava tristonho, a magia do sonho! Contigo as flores voltaram a florir, as pessoas a sorrir! Para ti temos uma semente para plantares. Irá crescer e fazer muitas pessoas felizes, como tu! Tu que gostas de passear, olhar o mundo e a paisagem, aceita o nosso convite para uma viagem! Vem conhecer os outros reinos e ensinar essa magia do sorrir! Quando te sentires pronta estaremos de braços abertos, podes vir! Daqui em diante podem vir outras coisas nas caixas, mas virá sempre uma semente. Todos irão plantar uma árvore no seu 18º aniversário e o reino voltará ser verde e saudável naturalmente! Obrigado Ana Maria! Contagia todos com essa tua alegria. O mundo será mais feliz com essa magia!” Ana Maria acabou de ler e sorriu: - Temos uma árvore para plantar! Todos a foram abraçar e desde então o mundo anda mais sorridente (e mais verde naturalmente!).
O conto da Emilly
Uma menina com 12 anos que engravidou, aos 3 meses de gestação ela havia perdido seu bebê mas Deus foi tão bom com ela que aos 17 engravidou novamente. Aos 6 meses de gestação a menina descobriu que estava a espera de uma linda princesa e não via a hora de conhecê-la. Ao 18 anos a bebê nasceu recebeu o nome de Emilly, Emilly foi um presente lindo que Deus enviou pra a vida da menina. Dês de então a menina não fica triste mais. Mamãe de ama Emilly, quero está sempre ao seu lado.
O conto da Naomi
Era uma vez uma menina muito linda e irrequieta, o nome dela era Naomi, ela vivia no reino dos sonhos. Ela sonhava em puder ter um pai e uma mãe que a amassem muito e que brincassem com ela. Um dia a Naomi encontrou uma estrela perdida no reino dos sonhos, e perguntou a estrela porque é que ela estava triste e a estrela respondeu que se tinha perdido dos papás. A Naomi então como não sabia o que era ter país perguntou lhe como é ter papás? Eles brincam contigo? A estrela respondeu lhe que ter pais é fantástico eles preocupam se connosco dão nos carinho amor e cuidam de nós quando estamos doentes. A Naomi ficou triste porque não tinha ninguém que se preocupa se com ela. Então teve uma brilhante ideia. Estrela eu posso ajudar te a encontrar os teus pais. A sério? Disse a estrela. Sim vamos. Então andaram pelas casas do reino dos sonhos em busca dos pais da estrela até que anoiteceu e a Naomi ficou cansada. Adormeceram as duas encostadas a uma árvore. De repente ouve se um choro... Era a mamã estrela em busca da sua filha. A Naomi deu um pulo de alegria e correu para a mamã estrela para avisar que a sua filha estava ali. Então os papás estrela abraçaram a filha, e como recompensa deram 1 desejo a Naomi. E a Naomi já sabia o que tanto desejava que se concentrou bastante e pediu as estrelas um papa e uma mamã que a amassem tanto como os papás estrelas amam a estrelinha. E o seu desejo concretizou se. Eram 09:15h do dia 09/05/2018 quando a Naomi conheceu os seus papás e hoje passados 9 meses ela sabe o que é ser amada de verdade ??
O conto do Gustavo, Francisca
Num lindo bosque, um jovem casal de ratinhos queriam muito ser pais. Todos os animais do bosque já tinham filhos e eles não estavam a conseguir. Os ratinhos começaram a ficar tristes, mas não iam desistir. Decidiram ir ao hospital do bosque pedir ajuda aos médicos-ratos, pois eles tinham remédios mágicos. O casal de ratinhos quis experimentar aqueles remédios para ver se conseguiam ter os seus filhos. Por isso, foram para a sua toca e tomaram os remédios… Será que eram mesmo mágicos e a ratinha estava com bebés? Voltaram ao hospital do bosque para ver a barriga da ratinha e….não havia 1 ratinho, nem 2 ratinhos, mas sim 3 ratinhos! A magia aconteceu! O casal de ratinhos estava tão feliz, iam ser pais como tanto sonhavam e de 3 ratinhos bebés. A barriga da ratinha cresceu e descobriram que teriam os ratinhos: Gustavo, Francisca e Vasco. A mãe ratinha foi viver umas semanas para o hospital do bosque para que nada de mal acontecesse aos seus filhinhos e o pai ratinho ia todos os dias visitar a mãe ratinha e os 3 ratinhos e todos ficavam muito contentes. A barriga continuava a crescer, a crescer…e, de repente, ficou enorme e mexeriqueira. A ratinha Francisca adorava mexer-se e a barriga ficava às ondas, em forma de amendoim. O ratinho Vasco era tão sossegado, que a mãe ratinha só conseguia dormir para o lado dele. Já o ratinho Gustavo adorava mexer os braços e fazia muitas cócegas no fundo da barriga da mãe. A mãe ratinha gostava muito de falar com os seus filhos e o pai fazia-lhes muitas festinhas. Num lindo sábado, no dia 22 de Setembro, às 11h20, os 3 ratinhos decidiram nascer. Primeiro nasceu o Gustavo, depois o Vasco e, por fim, a Francisca. Mas os ratinhos ainda eram muito pequenos. Então, ficaram a viver no hospital do bosque com outros ratinhos pequeninos, numas casinhas pequeninas transparentes, com umas portinhas do tamanho das mãos dos pais ratinhos e muito, mas mesmo muito quentinhas. As titis-ratinhas do hospital do bosque cuidavam das casinhas e dos ratinhos. Por cima das casinhas moravam uns passarinhos que piavam para os acordar. Os pais iam visitá-los todos os dias para lhes dar muito colinho, miminhos e fazer canguru-ratinho. No início de Novembro, o ratinho Gustavo veio para casa. Teve uma semana a ser filho único… que sorte!!! Depois veio a Francisca conhecer a toca e fazer companhia ao irmão! No dia dos anos do pai ratinho, a 30 de Novembro, o ratinho Vasco juntou-se à família! Foi um dia tão feliz… estava a família toda reunida! Os pais ratinhos nunca se vão esquecer como foi importante tomar aqueles remédios mágicos e ter a ajuda das titis-ratinhas para terem os seus 3 ratinhos saudáveis e muito bonitos. Depois desta grande aventura, os 5 ratinhos partiram para uma nova aventura em família nos Açores!
O conto da Alice Marinheiro
Era uma vez um princesa chama de Alice, a Alice vivia num castelo cor de rosa cheio de chupas e bombons. A princesa gostava muito de passear pela cidade mas como havia muita confusão tinha sempre de levar os dois mosqueteiros Tiago e Tomás para a proteger, era incrível o trabalho que eles tinham que fazer para o passeio da princesa pela cidade fosse prefeito. Eles principalmente combatiam contra os heróis malvados que eram apaixonados por a linda Alice, e ela ficava rendida com a força dos dois mosqueteiros, olhava os toda derretida de Amor. Assim que acabava o dia na cidade a bela princesa e os fortes mosqueteiros voltavam ao castelo cor de rosa rodeado de dragões e cada um ia descansar para os seus quartos. Ah! Mas primeiro davam um beijinho de Boa Noite a rainha mãe.
O conto da Benedita
uma bebe linda
O conto do Francisco Lopes
Uma família que vivia muito feliz. Um dia Alice percebeu que apesar de ser muito feliz com o Francisco, faltava alguma coisa no dia a dia... Um dia falou com o seu marido e perguntou se ele achava boa ideia aumentar a família. Ele concordou com a ideia e, quando menos esperavam estava um bebê a caminho. Alice queria muito uma menina e Francisco sonhava com um menino. Passado algum tempo, descobriram que a Catarina estava a chegar. O grande amor das suas vidas. Foram muito felizes os três, durante muitos anos. Um dia a Catarina pediu um mano para brincar, porque se sentia sozinha... Escreveu uma carta á cegonha e dali há algum tempo, surgiu a boa nova... Um bebê a caminho e sim, era um menino ????. Quando todos achavam que sabiam o que era o verdadeiro Amor, nasce o Rodrigo muito mais cedo que o previsto. Veio ensinar á sua família que era um guerreiro e que tudo vale a pena, se formos pacientes e tivermos fé. E viveram felizes para sempre...
O conto do Tomas David
Era uma vez um bosque muito povoado de árvores e plantas de todos os tipos onde um dia chegarm os lenhadores e cortaram, arrasaram os pinheiros, nogueiras, carvalhos e todos os arbustos para levá-los para uma fábrica de madeira. O pânico estava instalado entre todas as árvores ao verem os seus irmãos a morrer pelas mãos do homem e pensaran chamar os seus amigos animais do bosque para ver se estes podiam ajudar. Então entre todos pensaram que se cada animal se coloca-se à frente de uma árvore quando fossem cortá-la, ambos se salvariam. E assim foi, os animais e as árvores uniram-se e os lenhadores acabaram por sair dali. Moral da história: A união faz a força e a partir de então tanto os animais como as árvores ajudaram-se em tudo o que podiam.
O conto da Maria Robalo
Era uma vez uma rapariga e um rapaz que foram a várias festas, e encontros com amigos, e resolveram começar uma linda história. Estudavam, e apoiavam um ao outro em todos os seus sonhos, alguns anos se passaram e uma nuvem negra instalou-se sobre a casa da rapariga, que ficava muito preocupada com os seus pais e o seu irmão mais novo, o rapaz decidiu ir bora, pois teve medo. Passado pouco tempo, já com tudo resolvido, ela decidiu ir procurar-lo e eles voltaram a ficar juntos novamente. Foram viver juntos e construir um Lar; tinham uma bela casa, foram de férias para os Açores, namoravam imenso, iam ao cinema, se divertiam com os amigos... Até num belo dia descobriram que na barriga da rapariga estava uma Sementinha!! Eles tiveram muito medo, medo de não dar certo, medo de falhar, mas confiaram um no outro e lutaram juntos para que essa Sementinha crescesse bonita e forte. E ela cresceu, ainda mais bonita e forte do que os Papás estavam a espera, uma guerreira, que deu forças à Mamã e ao Papá quando ela estava quase para nascer. Hoje vivem muito felizes, com muita saúde e, ainda mais, amor com a Sementinha Maria Leonor.
O conto do Ian
Era uma vez uma pequena ilha feita de doces no ano 6023, onde viviam várias famílias de super humanos com super puderes fabulásticos os Chumbalunbas. Um belo dia de sol, enquanto todos desfrutavam do bom tempo, longe da vista dos Chumbalunbas aterrou uma nave vinda do planeta dos Chanfrados. Na ilha dos Chubalunbas existia um campo protegido de árvores de bolachas que concediam aos super humanos os seus super puderes, quando nasciam recebiam uma bolacha e neste ritual o seu dom predominante evoluia ( super visão, super força, super velocidade), e os Chanfrado desejavam essas bolachas, tentando vezes roubar as sementes. Nesse dia um dos Chubalunbas traquina o Ian andava a saltitar de arbusto em arbusto á caça de chocogomas e viu a invasão. O traquina sem medo saltou do arbusto e soltou o super grito supersónico de pastilha elastica, e todos os que estavam na nave deram um pulo e toda a ilha ouviu. Os guerreiros Chubalunbas foram todos ver o que se passava e viram a nave invasora. E deu- se a época batalha docelania, onde se viam raios de chocolate e explosões de rebuçados. E assim o Ian o Chumbalunba traquina ficou conhecido como herói da ilha e congratulado como super espião, e caçador profissional de chocogomas.
O conto da Mélanie Reis
Um velho mestre que ao encontrar um jovem triste, lhe pediu que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água, e a bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o meste -"Horrível".disse o aprendiz. O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal, para lança-la num lago ali perto. Os dois caminharam em silêncio até ao lago e quando o jovem lançou o sal, o velho disse: - "Agora bebe do lago!" Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou: - "Qual o gosto?" - "Bom" disse o aprendiz - "Sentes o gosto do sal?" perguntou o mestre. - " Não"disse o jovem. O mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse: - " A dor da vida é puro sal, nem mais, nem menos. A quantidade de dor na vida permanece a mesma, exatamente a mesma. Mas o "tamanho" da dor que se sente, depende do recipiente em que for colocada. Então quando estiveres a sofrer por alguma razão, a unica coisa que podes fazer é aumentar o sentido das coisas. Pára de ser um copo. Torna-te num lago!"
O conto do Santiago Pinto
Era uma vez.. Uma família grande, unida e feliz... Tudo começou a alguns anos atrás no planeta Terra. Neste planeta, existe pessoas boas que fazem coisas boas, e pessoas más que fazem coisas más. As boas têm uma estrelinha que brilha dentro de si, mas só quem ta no céu é que consegue ver as estrelinhas que brilham cá em baixo enquanto que todas as pessoas cá em baixo conseguem ver todas as estrelinhas no céu. Um senhor que era muito boa pessoa, chamava-se Joaquim, fez uma viagem de barco de um lado ao outro do planeta Terra, lá do outro lado, conheceu uma senhora também muito boa pessoa chamada Inês, juntos tiveram 10 filhos.. A tal família grande unida e feliz. O filho mais velho deles, o Hilário, a sua estrelinha brilhava tanto, que quando decidiu viajar para o céu, passou a ser uma estrela muito especial. E porque não há duas sem três e porque três foi a conta que Deus fez, com o poder do guardião das estrelas do céu e com a estrela especial do hilário, aconteceu o nascimento de Luca, benedita e Santiago.
O conto da Leonor
Era uma vez uma menina, de sorriso rasgado e de olhos cor de mar. Chamava-se Leonor. A Leonor adorava brincar na floresta, de correr com os esquilos, saltar com os coelhinhos e de rodopiar com as borboletas. Era uma menina muito inteligente que dizia que o maior desejo dela era poder voar livremente para conseguir contemplar o natureza. Um dia, enquanto a Leonor brincava com os seus amiguinhos esquilos, a menina suspirou e disse: -Quem me dera ser uma ave... Poder voar e brincar no ar... O esquilo, de seu nome Kiko, ficou a pensar naquelas palavras e teve uma ideia. -Leonor, eu não te posso transformar num pássaro, mas posso fazer-te voar... Vamos construir um balão de ar quente? A Leonor adorou a ideia! Todos os animais da floresta se reuniram e juntos construíram um lindo balão de ar quente. Os esquilos reuniram a madeira, os coelhos montavam as peças, as borboletas reuniam tecidos... -Uaaaaaau!!!!, gritou a Leonor, quando terminaram o balão. Num instante, a Leonor saltou para a cesta do balão e levou com ela todos os seu amigos. O balão subiu, subiu, subiu e a Leonor voou, tal como sempre desejou. Ela e os seus amiguinhos tiveram uma grande aventura e todos os dias passeavam no balão e juntos riam muito, brincavam e eram muito felizes!
O conto do Santiago Sousa
Um casal apaixonado que decidiu unir seu amor e criar uma nova paixão, durante 2 anos eles esperaram a benção de Deus até que um dia a Andreia descobriu que esperava um filho de João eles ficaram muito felizes a vida agora fazia sentido descobriram que era um menino lindo e deram o nome de Santiago mesmo na barriga da mamã ele já era o bebê mais amado da família, Santiago será a benção de toda a família e todos o esperam muito ansiosos com muito amor para lhe dar. Um filho é sempre uma dádiva de Deus e está é a nossa história meu filho eu e o pai te amamos esperamos tanto por ti e hoje és a nossa vida.
O conto da Maria Leal
Dia 1 / 5 /2016 Feliz dia !!! Um dia muito Feliz Um bom dia da Mãe !!! Obrigado mama por seres a melhor mãe que nós poderíamos ter Fomos nós que escolhemos e tivemos uma sorte enorme , ?? escolhemos lindamente ?? A maior benção que Deus nos deu Melhor não podia ser ?? Obrigada mamãe por todo o amor , dedicação, carinho, preocupação, protecção, amizade , alegria mesmo nos momentos mais difíceis .... e são muitos Tu és forte e nós admiramos -te muito Eu e o Zé amamos-te muito e ao papa , mas hoje é o teu dia e nós queremos que tu te sintas uma das mães mais felizes do mundo . Obrigada por toda a paciência , e todas as brincadeiras , e felizes momentos que nos proporcionas ???? sem ti a nossa vida era muito mais difícil .... Com o papa longe ... Tu consegues sempre minimizar essa ausência com a tua disponibilidade para nós .... E o papa sabe que isso é fundamental para nós , e é por isso que ele te ama tanto !! Amo -te muito mama,e o Zé também ???? Feliz dia !!!... Maria e Zé Maria ???? Enviado do meu iPhone
O conto do Afonso Dinis
um menino muito desejado pelos pais e por toda a família que nasceu para trazer alegria e muitos sorrisos. É com muito entusiasmo e alegria que os seus pais fazem de tudo para educá-lo da melhor forma possível e para que seja a criança e no futuro um adulto muito feliz! Afonso Dinis é um bebé com quase dois meses tão lindo e tão querido e quando sorri o coração do seu papá e da sua mamã derretem de tanto amor e carinho. Afonso Dinis é muito amado !!
O conto do José Leal
Olá meu príncipe !! Seis meses de ti ... Um sorriso lindo ... Uma super boa disposição ....um amor de bebe . És um verdadeiro príncipe ! Hoje estas doentinho pela primeira vez .. mas mesmo assim sempre bem disposto Obrigado por fazeres a nossa vida mais feliz , mais cheia e muito mais alegre !! És um bem disposto ... Para ti a vida tem corrido sempre bem És um super bebe .... O amor que tu tens à tua irmã é uma coisa inexplicavel para a tua idade Tu és um fã incondicional dela e ela de ti , o seu Zé .... A relação entre irmãos é das ligações mais fortes que existem no mundo . Podem odiar-se num dia e amar-se no outro( e quem tem irmãos sabe do que falo) mas no fundo são sempre o apoio incondicional uns dos outros . É por isso que estas imagens não nos são indiferentes !!! O estímulo é importante .... Quanto mais conversadores são os bebes , mais se sentem escutados com o coração . Por isso , sentem-se mais amados , mais seguros de si e serão mais dados , mais comunicativos , mais versáteis e mais inteligentes . E tu és um bebe estimulado .... Que a tua vida te sorria sempre na companhia dos teus maravilhosos pais e da tua maravilhosa irmã . Um grande beijo da avó Anjos para o ZM
O conto da Jussara
Um casal e um bebê, esse bebê era muito amado. Desde seu nascimento ele havia sofrido muito, nasceu de 08 meses. Quando nasceu suas unhas ainda não estava formada, seu pulmãozinho estava se completando e ele deu membralina no pulmão o pediatra disse a mãe desesperada que as proximas horas seriam decisivas. A mãe chorou muito, e tantos oraram mas Deus é maravilhoso, e ele saiu da incubadora em 03 dias. Quando saiu suas roupinhas não lhe servia, tinha de dobrar as pagãszinhas e colocar dentro do sapatinho. As pessoas negativas olhavam e diziam esse bebê não irá escapar. Mas ele escapou e hoje ele estuda engenharia civil e esta muito feliz!
O conto da Olivia Mota
Era uma vez uma menina chamada Diana que adorava olhar para o céu, e ver as estrelas. De tantas vezes olhar para as estrelas encontrou a sua favorita, ela brilhava tanto. Desde criança até ser grande a Diana nunca deixou de olhar as estrelas, um dia apaixonou se por um rapaz o Pedro e logo partilhou com ele a sua paixão pelas estrelas. Debaixo das estrelas, todos os dias o amor de ambos crescia. Até que um dia reparam que a estrela brilhante já não estava no céu e a Diana descobriu que tinha a Olivia na sua barriga. Desde esse dia a estrelinha Olivia não brilha mais no ceu mas sim com o seu papa e mama.
O conto do Rodrigo
um menino chamado Rodrigo que foi esperado com muito amor e carinho. Desde que nasceu foi uma correria para toda a família o ver, quer no hospital, quer já em casa. Todas estas visitas fizeram com que esse menino ficasse muito reguila, quisesse muita companhia, muito colinho, e muita festa. Esse menino adorava música. Para vê-lo contente bastava cantar-lhe e já lhe despertavam a atenção. Não precisavam de estar afinados, nem de saber uma letra em específico, ele ficava contente com qualquer canção. Quando lhe nasceram os primeiros dentinhos só queria experimentar a força dos mesmos nas mãos e narizes de quem se chegava perto, deixando a sua marca de recordação. Era um menino muito querido, muito lindo, cheio de vida e muito feliz.
O conto da Leonor
Leonor é linda como uma princesa. Leonor é uma safadita uma safadona. Só gosta de apanhar porradita no cuzito para adormecer. Leonor é linda como uma princesa.
O conto do Cláudio
Num lindo dia de sol, os passarinhos cantavam e as flores cheirosas coloriam os jardins da cidade. As cegonhas preparam-se para as suas viagens de esperança, pois faziam chegar um nosso membro a cada familiar. Na nossa família que apenas éramos dois apaixonados um pelo outro, esperamos á muito uma nova forma de demostrar o nosso amor. Foi então, nesse lindo dia, que tu, meu lindo bebé chegaste no bico da cegonha e tão espontaneamente te recebemos na nossa família de braços abertos. Uma família que agora é a nossa família!
O conto do Diego Arrojado
um gatinho amarelo que se chamava Pezinhos de Lã e vivia numa casa com os Papás humanos e o menino Diego. Nessa casa havia uma varanda cheia de plantas. Quando se espreguiçavam, faziam estremecer as suas folhas, e o Pezinhos de Lã divertia-se imenso a tentar agarrá-las. Certa manhã, encontrou um vaso novo na varanda, apenas com terra. Curioso, cheirou-o de cima a baixo, da esquerda para a direita, e saltou para cima dele para remexer a terra com as patinhas. Como nada descobriu, foi beber o seu chá de calêndula, para hidratar o pêlo e afastar as alergias. Intrigado com a presença do vaso, distraiu-se com os seus pensamentos e bebeu o chá todo. Voltou para a varanda, para apanhar banhos de sol, e logo se sentiu apertadinho! Estava tão aflito que não conseguiu ir à procura dos Papás. Foi aí que olhou para o vaso e encontrou a solução! No dia seguinte, quando o Pezinhos de Lã acordou, foi à cozinha, onde havia uma porta pequenina que dava para o jardim. Usando a cabeça, empurrou a porta, mas esta não cedeu. Tentou outra vez, com mais força, mas não conseguiu abri-la. Percorreu a casa em busca de ajuda e percebeu que estava sozinho – os Papás tinham saído com o Diego e esqueceram-se de destrancar a porta! E agora, como ia lá para fora? Estava novamente apertadinho! Vendo-o nervoso, as amigas plantas perceberam o que passava e apontaram para o vaso vazio! Dois dias depois, estava o gatinho enroscado no sofá quando as suas orelhinhas começaram a ficar irrequietas, ao ouvir vozes de admiração, vindas da varanda. Correu para lá e viu que as plantas estavam viradas para o vaso novo - com surpresa, percebeu que dele despontara um caule com três folhinhas! Sob o olhar atento de todos, as três folhinhas esticaram-se e com uma voz fininha mas firme, disseram: “Olá a todos! Chamo-me Valentina e sou um pé de moringa!” O gatinho não se conteve e perguntou: “Mas como conseguiste brotar, depois do que eu te fiz?”. E a Valentina explicou o que todos estavam ansiosos por perceber: “Sou de uma família bastante resistente, da raiz à semente! Cresço depressa, sou nutritiva e faço bem a muiiita coisa. Quando vim para aqui, fiz o que os meus Papás me ensinaram: fui valente e resistente! E sempre aqui estarei para vos proteger, com o meu caule, as minhas folhas, flores, vagens e sementes.” Todos na varanda deram as boas vindas à moringa Valentina e o Pezinhos de Lã, atrevido, deu-lhe uma valente lambidela!
O conto da Petra
Era uma vez duas lagoas... uma verde e outra azul, unidas entre si, misturavam as suas águas mas sem nunca perder as suas identidades. Pareciam apaixonadas... não se importavam que o sol incidisse mais sobre a outra, apenas para poder contemplar o seu brilho! E assim se passavam os dias, felizes, mas sempre iguais... Percebia-se que adoravam viver na companhia uma da outra, em paz e calmaria, mas de vez em quando o vento soprava mais forte, e sonhavam com a vida e alegria de um passarinho! Um belo dia decidiram que iriam brilhar muito, muito mais forte, para que um passarinho se aproximasse e quisesse ali construir o seu lar. E assim foi! O passarinho apareceu, e de jeito atrapalhado, ali foi crescendo protegido... bebendo do amor das lagoas e alimentando-se do que elas lhe podiam proporcionar. Alegre, chilreava e saltitava, roubando o sossego àquele local, mas trazia consigo vida, uma vida tão bela e diferente da que as lagoas conheciam! E elas sorriam, embevecidas... Mas num belo dia, as lagoas repararam na forma como o passarinho olhava o céu, curioso, vendo os outros passarinhos e sonhando um dia também ele poder voar. As lagoas perceberam que o passarinho tinha crescido, estava mais forte do que nunca, e que tinha chegado a altura de o incentivar a usar as suas asas, e também ele voar! E assim foi, o passarinho voou, acompanhado pelo olhar atento das lagoas, que estariam sempre ali prontas para o acolher quando ele precisasse de repousar! O passarinho lá do céu, olhou e sorriu, pensou que poderia correr o mundo, mas àquele local haveria sempre de voltar!
O conto do Simão
um dia gelado de Inverno. Mais uma vez o Natal se aproximava e, como sempre, o Pai Natal acordou atrasado. Saiu rapidamente da cama, sempre a reclamar do quanto trabalhava e de que nem toda a gente acreditava na sua existência. Vestiu o seu fato macio, debruçou-se, e pegou no grande saco que estava junto à chaminé. Abriu a porta da sua pequena e acolhedora casinha. Mais uma vez queixou-se. Subiu para o trenó com alguma dificuldade, dizendo as palavras mágicas às suas renas que depressa subiram, subiram até desaparecem na imensidão. Todas as crianças sonham desta forma com o Pai Natal...mas havia uma única coisa que ninguém sabia...as grandes barbas brancas deste velhote eram de início pretas, até que aconteceu algo que mudou este facto! Quando o Pai Natal se dirigia para o alto, buscar um pouco de nuvem para preparar a sua mistura mágica de tinta de neve, de modo a pintar o Natal das crianças, tornando o seu dia mais feliz, este encontrou um anjo que passeava por ali perto. O curioso anjo ofereceu-se para ajudar o bom velhote, e este, pediu-lhe que mexesse o preparado que ardia no caldeirão da sua chaminé. Acidentalmente, o anjo queimou-se acabando por derrubar a mistura em cima do Pai Natal! Consequentemente, as suas longas barbas do escuro da noite, passaram a doce algodão! Nesse Natal não caiu tinta de neve, mas sim pequenos flocos de nuvem, pois o Pai Natal, como castigo, obrigou o anjo a despedaçar nuvens brancas e fofinhas pelo mundo todo.
O conto do Francisco
... um menino chamado Francisco que vivia numa terra distante, a Terra dos Sonhos. Era um sítio alegre, onde viviam muitos meninos e meninas cheios de sonhos; podiam ser o que quisessem ou simplesmente crianças. Um dia, depois de chuva prolongada, Francisco brincava com o seu melhor amigo, Rodrigo. Entre risos e gargalhadas olharam para o céu e por entre raios doirados de sol vislumbraram um arco-íris. - Tantas cores! Olha: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta! - disse Francisco. De repente surgiu à sua frente um simpático duende, de fato verde, sapatos verdes e cartola verde. - Quem és tu? - perguntou Francisco. - Sou o Greeny, o duende do arco-íris. - Vives no arco-íris? - perguntou Rodrigo. - Não, vivo nos bosques do norte mas protejo o tesouro que está no fim do arco-íris. - Tesouro? Uau!!! - exclamaram os dois em uníssono. - Sim, o tesouro mágico que está no fim do arco-íris - disse Greeny. - E como podemos descobri-lo? - perguntou, curioso, Francisco. - É preciso percorrer o arco-íris em cada uma das suas cores: o vermelho com energia, o laranja com otimismo, o amarelo com alegria, o verde com equilíbrio, o azul com calma, o índigo com sinceridade e o violeta com mistério... - esclareceu Greeny - e no fim lá estará o tesouro à vossa espera. - Vamos amigo Francisco? - perguntou ansiosamente Rodrigo. - Sim, sim, sim!!! - respondeu prontamente Francisco, muito entusiasmado. Enquanto conversavam os dois, definindo estratégias para o percurso da mágica viagem rumo ao tesouro, Greeny e o arco-íris tinham desaparecido misteriosamente. Os dois meninos, perplexos e confusos, ficaram um pouco tristes mas nunca mais se esqueceram daquele dia. Continuaram a viver na Terra dos Sonhos, cresceram juntos e continuaram a cultivar a sua amizade. Sem saberem percorreram o seu "arco-íris" pela vida e cada um à sua maneira acabou por encontrar o seu tesouro. Moral da história: a vida é como um arco-íris, um tesouro estará sempre à nossa espera, basta sonhar e ser feliz desde criança! Fim
O conto do Lourenço
Era uma vez um menino Que nunca sorria, era um menino pequenino que andava sempre sozinho, O seu nome era Joãozinho. A mãe e o pai queriam que ele fosse sempre feliz, mas o menino Joãozinho empinava sempre o nariz. O João era tímido e por isso não tinha amigos, mas Eva e Adão queriam ser os seus mais queridos, para brincarem aos cowboys e lutas de heróis, precisavam do Joãozinho porque tinha uns lindos caracóis. O João pensou assim: Tenho de sorrir e amigos conseguir para poder brincar aos cowboys com os meus lindos caracóis. O João foi sorrindo e amigos fazendo, e com o passar do tempo a amizade foi crescendo. A Eva e o Adão ficaram amigos do João, pelo mundo viajaram E muito brincaram, brincaram aos heróis, princesas e cowboys, o João andava feliz pois tinha muitos caracóis. Queria ser o Super Homem porque era forte, mas pensou melhor e o seu sorriso era a sua sorte. Ele aprendeu a lição e com o seu sorriso andava todo pimpão, a viajar pelo Mundo na sua Imaginação. Passou os dias a sorrir, a brincar e a aprender, e a fazer daquilo que um dia desejava ser. Todos precisamos de amigos com bom coração, espero que todos tenham entendido esta grande lição. Agora o João cresceu e foi descobrir o Mundo mas a Corine de Farme ainda tem de ler até ao Fundo... Gostava de viajar pelo Mundo como o João pimpão, mas aos Açores também não digo que não. Uma ilha tão bonita que nunca tive oportunidade de ver, gostava que fosse agora antes de Crescer. Um dia crescerei e menos tempo terei, mas com lindas memórias para sempre ficarei. Beijinhos e Abraços, Despeço-me aqui Com esta história Que nunca terá Fim!
O conto da Petra
Era um vez duas lagoas...uma verde e outra azul, unidas entre si, misturavam as suas águas mas sem nunca perder as suas identidades. Pareciam apaixonadas... não se importavam que o sol incidisse mais sobre a outra, apenas para poder contemplar o seu brilho! E assim se passavam os dias, felizes, mas sempre iguais... Percebia-se que adoravam viver na companhia uma da outra, em paz e calmaria, mas de vez em quando o vento soprava mais forte, e sonhavam com a vida e alegria de um passarinho! Um belo dia decidiram que iriam brilhar muito, muito mais forte, para que um passarinho se aproximasse e quisesse ali construir o seu lar. E assim foi! O passarinho apareceu, e de jeito atrapalhado, ali foi crescendo protegido... bebendo do amor das lagoas e alimentando-se do que elas lhe podiam proporcionar. Alegre, chilreava e saltitava, roubando o sossego àquele local, mas trazia consigo vida, uma vida tão bela e diferente da que as lagoas conheciam! E elas sorriam, embevecidas... Mas num belo dia, as lagoas repararam na forma como o passarinho olhava o céu, curioso, vendo os outros passarinhos e sonhando um dia também ele poder voar. As lagoas perceberam que o passarinho tinha crescido, estava mais forte do que nunca, e que tinha chegado a altura de o incentivar a usar as suas asas, e também ele voar! E assim foi, o passarinho voou, acompanhado pelo olhar atento das lagoas, que estariam sempre ali prontas para o acolher quando ele precisasse de repousar! O passarinho lá do céu, olhou e sorriu, pensou que poderia correr o mundo, mas àquele local haveria sempre de voltar!
O conto da Beatriz Jasmim
Era uma vez uma bebe muito bonita de cabelo loiro brilhante olhos azuis céu e uma pele branca como porcelana chamada Beatriz Jasmim. Esta adorável criança era muito curiosa e queria conhecer o mundo para provar todas as papinhas de fruta que nele existiam,iria descobrir qual seria a melhor do mundo! Assim partiu com a sua irmã mais velha para Itália onde provou papas de tomate ,a bebe descontente fez uma careta. -Eu quero algo docinho! Próxima paragem seria Marrocos ,e chegando la , sentiu um cheiro intenso a especiarias ...tão intenso que perdera o apetite para comer. Tentaram o Japão , onde provaram papinhas de frutas com chá verde.-Ainda não chega! -Dizia a bebe não satisfeita . Experimentaram diversos países , foram ao Peru , à Rússia ate ao Alasca! Mas nada de papinhas doces , já tristes e sem ideias, a mais velha finalmente se lembrou de um sitio ! Um sitio onde tudo é verde vivo e com cor! Puseram se num avião e a primeira coisa que fizeram foi experimentar as papas...e... finalmente! A mana tinha razão, as papinhas mais doces do mundo!Comeram juntas e felizes no cimo da natureza a olhar para o mar calmo, nos Açores,é claro.
O conto do Lourenço Marante
Era uma vez... Um menino chamado Lourenço, com 6 meses e 25 dias, gerado com muito amor. 6 meses de alegria, mudanças e adaptações a uma nova realidade. Alguns momentos difíceis, mas igualmente tão lindos e inesquecíveis. Começou uma nova etapa, aliás, a vida começou apenas agora para os três. Os pais que esperaram a vida toda para receber um anjinho tão especial, e um bebé que aguardava ansiosamente o momento certo para poder vir ao mundo. Cada criança nasce na família certa para cumprir sua missão de vida. Mas mais do que isso, o Lourencinho nasceu para salvar os pais e fazê-los sorrir. Através da aprendizagem do amor, da gratidão, da compaixão, do perdão, do assumir a responsabilidade sem culpa. Um caminho que iniciou no dia em que soubemos da sua existência e que jamais terá fim, permanecerá para sempre na história da vida. Quem disse que apenas os contos podem ter um final feliz?
O conto da Joana
Uma menina sonhadora que nunca consegui realizar seus sonhos. Um dia começou a namorar, ao fim de um tempo pensou em juntar os trapinhos, mas nunca teve o sonho se ser mãe!!! Essa menina era filha única nunca deixou os pais, mas um dia levou uma abanão pois ficou a saber a doença malvada que o pai tinha então pensou numa coisa que nunca lhe tinha passado pela cabeça, ser mãe!! Fique logo grávida de uma menina como o meu pai queria, como gostava ele de crianças! Passaram sete meses e levei o maior choque da minha vida perdi o meu pai não chegou a conhecer a neta linda que tem!!! Dei-lhe o nome Joana e sempre lhe disse que tinha um avô a olhar por ela que e uma estrela que vemos todas as noites. Hoje orgulho-me da escolha que fiz ser mãe! Cada dia que passa vou aprendendo com ela os sorrisos as carícias e até às respostas que ela me vai dando. E a luz dos meus olhos. Minha filha Joana.
O conto da Petra
Era uma vez, o milagre da vida… Quando soube que irias chegar, não percebi logo o que estaria por vir. Na primeira ecografia, as primeiras emoções, mas não, eu ainda não percebia. Preparei o teu quartinho, roupinhas, tudo a preceito, mas continuava longe de imaginar… E eis que o dia chegou! Mas ainda não, nem nos momentos finais eu percebi… até àquele instante em que te puseram em cima de mim. Nesse instante sim, algo despontou em mim e eu finalmente entendi! Foi nesse preciso instante que eu fui arrebatada por esse sentimento ao qual chamam “amor incondicional”. Hoje os meus olhos enchem-se de lágrimas quando te contemplo, e penso que és muito mais do que sonhei, és a personificação da perfeição, o verdadeiro milagre da vida. Só contigo percebi o verdadeiro significado da palavra “mãe babada”, que ouvia nos outros, acerca dos outros, mas nunca percebi, era impossível perceber… até te conhecer, meu amor! E hoje vivo para te ver sorrir, o teu sorriso é o meu sorriso, a minha força dia após dia. E hoje vivo! Vivo na verdadeira essência da palavra, porque até aqui a minha vida era bonita sim, mas deveras incompleta. Agora eu conheço a plenitude! Esta história que te conto, não é apenas uma história de amor. É uma história encantada sim, onde tu e eu somos as protagonistas, desse encantador milagre da vida!
O conto da Bárbara Costa
Uma menina que cresceu sem os seus papás mas numa casa muitooooo grande com muitas outras meninas. O sonho dela quando crescesse era ter uma família linda,todos à mesa,à volta da árvore de natal e brincar aos carnavais. Essa menina era pouco risonha,ficava muito triste de ver as outras amiguinhas a irem com as suas novas famílias,a chamarem de mamã a receberem prendas e muitos beijinhos. Mas essa menina cresceu,saiu da casa grande com uma mochila às costas para procurar o seu lar,esteve em tantos tantos sítios,mas não se sentia em casa. Um dia no seu trabalho entrou um soldadinho,daqueles que defendem o país,e quando esse soldadinho lhe ia pedir um bolo....ohhh,ela apaixonou-se. A menina largou tudo,toda a sua vida ali ficou para trás. Em pouco dias pegou nas suas roupas e de mochila às costas foi viver mil e uma aventuras com o soldadinho. Ela encontrou nele o seu lar,e ele concedeu-lhe um desejo e realizou...tu filha ???? E estamos neste momento felizes para sempre????
O conto da Nádia Carvalho
Um piu-piu que um dia ia lanchar, mas por engano comeu um iogurte mágico que o tornou muito pequenino. Então o piu-piu tinha de ser muito corajoso porque assim pequeno como ele estava, a mamã ou papá podiam pisá-lo, e por isso ele tinha que ter muito cuidado. Mancha, o melhor cão do mundo, também podia pisá-lo ou, pior ainda, podia comê-lo se o confundisse com comida de cão! Mas como é que ele voltaria ao seu tamanho normal? Depois de pensar um bocadinho, o piu-piu lembrou-se que a mamã dizia sempre que a sopa ajudava a crescer. Era isso! O piu-piu precisava de comer um bocadinho da sopa mágica que fazia crescer da mamã! O piu-piu começou a correr para a cozinha, mas como ele estava muito pequenino demorou muito tempo a lá chegar e ficou muito cansado. Depois de se sentar num cantinho a descansar, o piu-piu começou a escalar a bancada, onde estava a panela de sopa, já morna. Depois de retirar a tampa com muito esforço, o piu-piu ergueu a concha da sopa com muita força e levou com um banho de sopa! Aproveitou um resto de sopa que ficou na concha e comeu com muito gosto, pois a sopa era muito muito boa, mesmo tendo legumes. E aquela sopa morna, feita com muito carinho pela mamã, chegou à barriguinha do piu-piu e ele começou a crescer e a crescer, até que ficou um bocadinho mais crescido do que já era antes. E assim, o piu-piu crescido podia brincar a muitas coisas e já não tinha que ter receio de que o pisassem. Feliz, foi brincar com a mamã, o papá e a mana e ao jantar comeu mais sopa, para crescer e ter muita força.
O conto da Ema Carvalho
um piu-piu que acordou e começou a calçar os seus sapatos. Só que eles tinham encolhido como que por magia! A mamã o papá não sabiam fazer magia, por isso não tinham sido eles. O Mancha também não tinha sido, porque ele é um cão e os cães também não sabem fazer magia. Então o piu-piu ouviu umas risadinhas, abriu a porta da despensa e viu uma fada! -Foste tu que encolheste os meus sapatos?-Perguntou o piu-piu. -Sim, ah ah ah, desculpa, estava só a pregar-te uma partida! Mas vou já pô-los no tamanho deles. A fada começou a brandir a sua varinha, que espalhava pós mágicos. Só que em vez de dizer “sapatinhos do piu-piu vão crescer, para nos pés do piu-piu poderem caber”, ela enganou-se porque era uma fada muito traquina, e disse: “Sapatinhos do piu-piu vão crescer, para nos pés do piu-piu poderem morder”. Os sapatinhos ficaram com uns grandes dentes e a fada riu-se às gargalhadas! - Ó fada, assim não vale! Disseste que desfazias a magia!– Disse o piu-piu. - Agora fizeste outra ainda pior, porque agora os sapatinhos querem morder-me os pés! – Protestou o piu-piu. - Tens razão, desculpa. É que eu gosto muito de pregar partidas, mas vou já fazer outra magia.–Disse a fada com um sorriso maroto. E em vez de dizer: “os dentes destes sapatinhos não fazem falta, só queremos que eles sejam confortáveis nos pés deste pernalta”, a fada disse: “Os dentes destes sapatinhos não fazem falta, só queremos que eles sejam confortáveis nos pés desta malta.” Os dentes desapareceram e os sapatinhos começaram a tremelicar. Depois deram uns saltos e foram para os pés do piu-piu. De repente, e sem conseguir prever, os sapatinhos saltaram novamente para os pés da fada. E depois voltaram para os pés do piu-piu e continuaram a saltar de pés em pés. A fada marota ria-se às gargalhadas! Mas o piu-piu tinha pressa... Queria ir ao parque antes do almoço, mas estava-se a atrasar e não teria tempo de brincar. Por isso ele pediu à fada para parar de ser malandra. E a fada, que também gostava muito de brincar no parque, desfez toda a sua magia: “Sapatinhos saltitantes vocês vão parar de ser, e toda a minha magia vai diminuir até finalmente desaparecer.” Os sapatinhos voltaram ao normal, e o piu-piu foi para o parque com a pequena fada. Juntos andaram em todas as diversões, como bons amigos. Mais tarde, o piu-piu despediu-se da fada e ela seguiu um outro piu-piu, já a planear umas quantas partidas divertidas...
O conto da Mia
A Mia não miava mas corria como um gato. Estar na água? Adorava! Bem podia ser um pato. A Mia não ladrava, não era de certeza um cão, mas era tão vaidosa podia ser um pavão! A Mia era muito carinhosa, não era feroz como o leão, era doce e sensível, não era nenhum bicho papão! A Mia era destemida, um verdadeiro furacão, que grande mistério este, quem era a Mia então? Seria uma pomba ou uma gaivota, um canário ou um faisão? Seria um papagaio, um corvo ou um terrível falcão? Seria um porco, um camelo, um veado ou um tubarão? Tantos animais já dissemos! Que enorme confusão! A Mia não era gigante não podia ser um elefante! Era assim mais pequeninha mas não era uma doninha Era linda como uma borboleta mas não sabia voar, coitadinha. Se a Mia não miava e não ladrava, será que falava? E se a Mia não voava, será que andava? E se a Mia, ao invés de um animal, fosse uma linda menina, digna de um postal? Todo este poema tinha um sentido um grande objetivo final, mostrar ao mundo que havia existido, uma menina muito especial.
O conto da Ariella
Um Casal Lindo, Que está na espera da linda princesa Ariella??????
O conto da Florentina
Um casal que gustava de ter filhos. Com muito desejo aconteceu o MILHAGRE. Naceo uma menina que gustava de conhecer a mãe o pai e o mundo inteiro. Ela cada fez mai linda,e corajosa. Com muita vontade de aprender a brincar. Ela era uma miúda muito inteligente e bem comportada. Toda jente queria brincar com ela. Os brinquedos preferidos dela era a boneca minnie o urso e o leão. Adorava brincar com eles, e sempre bem disposta, pasava o tempo o rirse as gargalhadas. Os pais dela estava muito contentes ter uma princesa tão fofinha,e tão tranquila. Os avós vaidosos falava todos os dias com pais, para saber novidades da primeira neta. Ela vai ser uma pessoa importante na sociedade,e também uma pessoa honesta. Os pais dela vão pensar a fazer uma surpresa, para ela ter um irmão o uma irmã,esperamos que ela fica muito feliz.
O conto do Filipe Brás
Era uma vez um bebê chamado Filipe, ele era muito regila e muito brincalhão. Gostava muito de brincar com os papás e com a mana. Um dia a mamã do Filipe resolver escrever um conto para tentar realizar um sonho da família com a ajuda da Corine de farme, assim poderiam ir todos brincar num lugar diferente e tranquilo. Será que conseguiu.... Teram que esperar pelo próximo conto para saber ????.Vitória, vitória acabou a história.
O conto do Santiago
No reino muito bonito nasceu um lindo príncipe chamado santiago. Um bebé lindo e muito desejado pelos papás. Tem um lindo cabelo loiro e uma pele branquinha. Tem uma pintada de pirata mas também e um menino muito doce. Sonha ser bombeiro como o seu papá. Gosta de ser um bebe aventureiro. E um menino muito amado e feliz . O seu conto e a sua imaginação . Sonha sempre alto meu pequeno. Ele adora explorar com as suas irmãs aventuras novas . Um sonho de menino . Santiago o meu bebe desejado. Fim
O conto da Leonor
No reino muito bonito cheio de amor e muita alegria nasceu uma princesa chamada Leonor. Tinha uns lindos cabelos pretos e uns olhos cheios de vida. O seu sorriso iluminava tudo a sua volta . Era uma menina muito doce e cheia de vida . Os papás estavam radiantes com a sua bebe. O tempo fui passado e hoje continua uma linda princesa! Doce e feliz ao lado de quem a ama. Fim
O conto da Maria
No reino muito bonito cheio de amor e muita alegria nasceu uma linda princesa chamada Maria Inês. Com um sorriso doce e uma pele muito clara tem um lindo cabelo claros e cheios de caracóis . E a princesinha dos papás . E uma menina muito amada por tudos . E um sonho de qualquer mamã. Uma flor que nasceu para ser amada . O seu pequeno coração transborda amor e muita felicidade. Minha pequena princesa Maria Inês. Fim
O conto do Santiago
Um lindo príncipe chamado santiago. Um bebé lindo e muito desejado pelos papás. Tem um lindo cabelo loiro e uma pele branquinha. Tem uma pintada de pirata mas também e um menino muito doce. Sonha ser bombeiro como o seu papá. Gosta de ser um bebe aventureiro. E um menino muito amado e feliz . O seu conto e a sua imaginação . Sonha sempre alto meu pequeno. Ele adora explorar com as suas irmãs aventuras novas . Um sonho de menino ???? Santiago o meu bebe desejado
O conto da Maria
Uma linda princesa chamada Maria Inês. Com um sorriso doce e uma pele muito clara tem um lindo cabelo claros e cheios de caracóis . E a princesinha dos papás ?. E uma menina muito amada por tudos . E um sonho de qualquer mamã. Uma flor que nasceu para ser amada . O seu pequeno coração transborda amor e muita felicidade.
O conto da Leonor
No reino muito bonito cheio de amor e muita alegria nasceu uma princesa chamada Leonor tinha uns lindos cabelos pretos e uns olhos cheios de vida. O seu sorriso iluminava tudo a sua volta . Era uma menina muito doce e cheia de vida . Os papás estavam radiantes com a sua bebe. O tempo fui passado e hoje continua uma linda princesa! Doce e feliz ao lado de quem a ama.
O conto do Hugo Daniel
uma linda menina chamada Mariana, que tinha os olhos mais lindos do mundo, de sua cor: verde. Esta menina todos os dias saia de casa para brincar, e gostava muito de correr em direcção ao campo que ficava perto de sua casa, rodeado por grandes árvores com lindas folhas. Pelo caminho a Mariana colhia flores, e contemplando o céu azul, chegava ao campo onde existia um lindo lago, com muitos peixinhos. Um certo dia a Mariana estava a brincar perto do lago, e sem querer, escorregou. Por sua vez, e vendo que a Mariana ia cair ao lago, um lindo peixe de seu nome Nostradamus, segurou-a e não a deixou cair para a água, tendo com a sua linda cauda atirado a Mariana para fora do lago. A Mariana suspirou de alívio e agradeceu muito ao peixinho por a ter ajudado a não cair à agua. A partir desse dia, todos os dias como habitualmente a Mariana ia ao lago e falava com o peixinho, tendo os dois ficado muito amigos. Um certo dia o peixinho contou-lhe que estava muito triste porque o tinham trazido do oceano para aquele pequeno lago, onde o peixinho não era feliz. A Mariana como agradecendo o facto do peixinho a ter ajudado a não cair ao lago, num dos próximos dias que foi visitar o peixinho levou um balde e transportou o peixinho para o oceano, que ficava pertinho também de sua casa, numa linda praia de areia fina. Quando a Mariana pôs o peixinho no oceano, o peixinho ficou muito feliz e agradeceu à Mariana dizendo-lhe: "como tu és livre para correr e para saltar, eu também preciso de me sentir livre para nadar neste oceano imenso, onde só aqui sou feliz junto dos meus amigos peixinhos e da minha família". Obrigado por me teres libertado Mariana! E assim o peixinho partiu navegando pelo oceano, e a Mariana ficou muito feliz porque tinha ajudado o peixinho.
O conto da Maria Flôr
Era uma vez numa bela tarde de Primavera ao passar por um jardim, o papá encontrou uma linda flôr de cores garridas e de rico cheiro. Era tão formosa essa flôr, que o papá resolveu colhê-la e oferecê-la a uma jovem que por ali passava. Essa jovem era a mamã. Pelo amor à flôr encontrada, amaram-se muito e, resolveram plantá-la num lindo vaso colorido. Passados nove mêses, dessas sementinhas no vaso nasceu um pequenino rebento, muito amoroso e côr de pele. Esse rebentinho meu amor, és tu minha bébé. Tu és o fruto desse encontro da flôr com a semente naquele jardim inesquecível.
O conto do Isaac Costa
Um menino que recebeu sabedoria de Deus ao nascer. Logo ao nascer seus pais já perssebiam que ele era diferente, muito esperto e inteligente, diferente das outras crianças. Então foram se passando os anos e está criança onde passava todos admiravam com a sua sabedoria. Mas está criança não estava feliz porque se achava diferente e já não queria mais sair de casa. Foi aí que veio um anjo do céu e disse: _ Ei porque há tanta tristeza se és escolhido pra trazer alegria? Então respondeu. _ Como trazer alegria? O anjo respondeu. _ Você pode ajudar dividindo a sua sabedoria com todos e assim trazendo alegria para cada um... então vai e se alegre!!! Então o menino transbordou de alegria e passou a dividir sua sabedoria por onde passava. E todos se alegraram com a sabedoria que recebia do menino.
O conto do Afonso Graf
Uma historia de encantar para ti eu quero ler, sei que vai poder sonhar para um dia poder vencer, de ti vou querer cuidar e serás para sempre o meu pequenino, mesmo a crescer eu sei que tu o ês, vou-te dar o devido valor, vou-te sempre ajudar, es o meu bebe que um dia esta historia vais ler, para ti um beijinho te vou dar e sei que vais gostar, pois muitos miminhos tu vais ter e vais ficar para sempre no meu coração
O conto da Esperança
Era uma vez uma menina chamada Esperança. Esperança era muito feliz: tinha uma família bonita, amigos maravilhosos e professores fantásticos. Apesar de ter apenas 8 aninhos, tinha uma sensibilidade muito grande e toda a gente adorava estar na sua presença. Tinha uma peculiaridade: só falava a rimar. Se no início não gostava nada de se ouvir, a verdade é que fascinava toda a gente com a sua habilidade e até ela começou a apreciá-lo. Certo dia, no recreio da escola, brincava com a sua amiga Flora, fingindo serem donas de um salão de beleza. A mãe tinha-lhe oferecido um estojo de maquilhagem pelo Natal e sabia que a amiga ia adorar maquilhá-la. Assim que Flora meteu mãos ao trabalho exclamou: - Esperança, que pele tão macia tens! Esperança respondeu à amiga: - Obrigada Flora por seres tão meiguinha. A mamã é que a põe assim tão fofinha. Da Corine de Farme são os produtos que ela usa em mim, para eu ficar com a pele assim. - A sério? Vou pedir à mamã para comprar também para mim. Quais são os produtos que usas? - perguntou Flora. Esperança disse-lhe: uso o champô para o cabelo ficar brilhante e o creme no corpo que tem efeito hidratante. Flora adorou a ideia de ter os seus próprios produtos e, nessa mesma noite, pediu à mãe para no dia seguinte irem às compras. Lá, descobriu um variado número de produtos: colónias, champô, gel de banho de princesas... Queria tudo! Escolheu alguns produtos e experimentou-os assim que chegou. Mal podia esperar para contar a Esperança: também ela agora tinha uma pele macia!
O conto da Beatriz
três amigos que adoravam histórias. Tinham apenas um livro um bocadinho velho e amarrotado. -De onde vêm os livros?- perguntou o urso. -Das árvores. - disse o rato. -Cá para mim eles caem do céu, como as estrelas-cadentes. - disse o esquilo. Vamos descobrir. - disseram em coro. E assim partiram á descoberta. Andaram muito, sem encontrar um único livro. Já muito cansados e com frio decidiram procurar um local quentinho e abrigado para pernoitarem. Foi uma longa caminhada até encontrarem uma caverna na qual decidiram entrar. Uau, tantos livros!- disseram em coro. -Vamos lê-los já!- disse o Urso. Várias horas mais tarde e várias histórias depois os três amigos ouviram um barulho ensurdecedor e começaram a procurar um sítio para se esconderem. Era um coelho branco que trazia pela mão uma corda com a qual puxava um belo carrinho cheio de livros. -Mais livros.- gritou o rato com entusiasmo -Quem falou? Quem está aqui?- perguntou o coelho -Somos nós. Não nos faças mal por favor.- disseram as três vozinhas muito assustadas debaixo da mesa- E quem são vocês? Que fazem na minha casa? - perguntou o coelho Desculpe. Nós não viemos estragar nada, viemos à procura de novos livros- respondeu o esquilo Quer dizer que gostam de livros, amiguinhos?- perguntou o coelho Adoramos- respondeu o Urso. - e já percebemos que é mesmo neste lugar que eles caem do céu. Caem do céu? - soltou uma gargalhada o coelho.- Os livros não caem do céu, os livros são feitos aqui na floresta na fábrica dos livros, na qual eu trabalho. O senhor faz livros?- perguntaram os três amigos em simultâneo Faço sim, todos os dias milhares de livros que são distribuídos por todo o Mundo. Vocês gostavam de ver?- perguntou o coelho? Sim, gostávamos muito- responderam os amiguinhos Então podem ir comigo visitar a fábrica e ficam a conhecer como eles são feitos.- respondeu o coelho Viva, viva! Obrigada. É que nós só temos um livro.- disse o rato Um livro? Mas isso é uma pena.- respondeu o coelho.-Se prometerem cuidar bem deles e manter as patas limpinhas podem vir aqui sempre que quiserem. Os três amigos ficaram muito felizes.
O conto da Maria Luísa
Havia, há muito tempo, um lugar amaldiçoado, onde tudo era triste, com ar de abandonado. Só lá havia pessoas velhas, pobres a pedir esmola, não havia animais nenhuns nem crianças a jogar à bola. Terra de Gente Fria, era assim que se chamava, pois a Bruxa Maldita a este ponto a odiava. Um dia, lançou um feitiço, pelo menos é o que se diz, chamar-se-ia Gente Fria, pois não lá haveria ninguém feliz. Mas, em segredo, havia um casal que se amava perdidamente, e este amor deu frutos, na barriga da Mãe havia uma semente. Ninguém estava à espera de uma criança em Gente Fria, mas a verdade é que Maria Luísa trouxe àquela gente muita alegria. A Bruxa Maldita quando soube disto, furiosa, tentou uma nova poção, cabelos de unicórnio, dentes de lobo, tudo juntou dentro do caldeirão. Mas não havia nada a fazer por muito que a Bruxa tentasse, nada havia que o amor derrubasse. Graças ao seu coração valente, Maria Luísa era agora a alegria da terra de Gente Contente.
O conto do Benjamim
Senhoras e senhores, meninos e meninas, pessoas maiores e outras mais pequeninas... Esta não é uma história qualquer, fala sobre o amor entre um homem e uma mulher. Olhos abertos e ouvidos de pinguim, vem aí a história do Benjamim! A Mãe e o Pai para o amor celebrar pediram um bebé que pudessem criar. Era fim de semana, queriam sair, à Feira Popular acabaram por ir. Carrocéis, pipocas, muitas diversões, carrinhos de choque, palhaços e balões. E tal como ali, durante muito tempo, viveram uma verdadeira montanha russa de emoções. Mas porque não vem o nosso anjo querubim? Porque demora tanto o nosso Benjamim? - Mãe, Pai, é só mais um pouquinho, o comboio vem de longe e anda devagarinho. E assim com calma e muita esperança, amor aos molhos e sorrisos de criança, chegou a hora, chegou o dia, ficamos inundados de alegria! O reino das fadas trabalhou com afinco, espalharam pela nossa casa muito pó de perlimpimpim, e agora somos três a ir aos carrocéis, a Mãe, o Pai e o Benjamim.
O conto da Carolina
Era uma vez um sonho que andava perdido a voar com o vento, um dia o sonho foi ter com o sol e disse: queria tanto brilhar como tu, sinto-me triste !!!. O Sol ficou tão adorado que disse: Oh meu querido sonho tu vais agora mesmo brilhar como eu, o teu brilho vai iluminar a vida de muitas pessoas, e a tua beleza vai adorar muitos corações.!!! E acrescentou: Sabes adorado sonho, vais ganhar uma vida feliz e cheia de amor, cheia de sorrisos.!!! Entao o sonho ficou tão alegre, tão alegre, que já a chorar dise ao Sol: Este é o dia mais feliz para mim, começa hoje dia 11 de Agosto de 2018, uma nova vida, vou dar tantas alegrias e tanto amor, que feliz me sinto, obrigada Sol por me fazeres brilhar, por me tornares especial.!!! O Sol deu um sorriso enorme e disse: vai vai meu querido e adorado sonho, vai espalhar o teu brilho e voar com o vento, seguro de uma vida feliz, parabéns meu amigo, um dia olharas para o céu e me verás mais brilhante do que nunca, é a minha felicidade por ti.!!! E assim foi o sonho passou a ter vida muito feliz.
O conto da Rita Feliciano
Era uma vez um passarinho que andava a passear, no caminho encontrou um macaco a comer bananas. Então o passarinho convidou o macaco para ir com ele a uma festa na selva. Ao chegarem à festa encontram muitos amigos, todos diferentes e muitos bonitos, o leão, a girafa, o elefante, a zebra, a cobra. Juntaram-se todos numa grande roda e dançaram, cantaram e brincaram todo o dia. Ao chegar à noite cada um foi para suas casas descansar e dormir uma noite boa juntos dos seus pais. Fim
O conto do Santiago
Era uma vez um menino que se chamava santiago, andava nas montanhaa dos açores a apreciar aquelas lindas paissagens, cheias de vida e de traquilidade, cada dia que passava algo havia para descobrir! 1 ja foi descoberta agora 8 faltam descobrir
O conto do Cristiano
...um casal que sonhava puder viajar com a sua princesa Victória, até uma ilha onde a natureza e os animais viviam de mãos dadas. Já tinham tudo planeado, até que a notícia que a mãe grávida corria riscos de perder o seu bebé, se andasse ou simplesmente se sentasse. abalou a vida desta família. A mãe ficou 90 dias deitada numa cama, onde a única coisa que podia fazer era pintar desenhos bonitos com a menina de 2 anos na cama. Chegou o dia tão esperado e os pais trouxeram ao mundo um corajoso menino chamado Cristiano, que para alegria de todos sorri para a vida como se não houvesse amanhã. Um dia eles sonham viajar todos juntos e disfrutar de uma merecida viagem, mas até lá continuam a contar histórias e a pintar desenhos bonitos com paisagens e animais a viverem felizes para sempre. Victória Victória acabou a história ????????
O conto da Bruna Costa
Era uma vez, uma menina que o seu sonho era um dia ter a felicidade em si. A menina era chamada de Paz, pois era uma menina tão calma, tão amiga e serena que todos ao seu redor encontravam paz perto dela. Paz passeava muito por um lindo jardim, onde adorava brincar com os animais e passear com os mais pequenos da sua família e ali naquele jardim mal saberia que encontraria o que faltava na sua vida. No jardim encontrava-se o Amor, um menino alto, loiro , com uns olhos rasgados verdes que olhava para Paz. Este menino ficava dias e dias observando cada gesto de Paz e um dia ganhou coragem, pegou numa rosa e levou até ela. Com um olhar tão meigo ela pegou na rosa e convidou a dar um passeio e assim foi durante anos e anos. Juntos, e sempre juntos sonhavam dar a volta ao mundo e ser muito mas muito felizes. Até que um dia, Paz descobriu que em si já vivia a Felicidade. Amor e Paz agora estariam mais completos que nunca, teriam a Felicidade, pois ela estaria grávida. O tempo passou, e a menina nasceu. Foi tudo tão mágico nos últimos anos, que naquele momento Paz e Amor só sabiam que Felicidade veio para completar as suas vidas e assim foi,completou e agora viverão felizes os três para sempre. Fim!
O conto do David
Era uma vez uma menina que sonhava ser mãe. Esse dia chegou e não tardou para contar a alguém. Um sonho quase impossível tornado realidade, trouxe momentos inesquecíveis e de grande felicidade. A magia da história começa ainda agora, pois teremos uma viagem que ficará na memória. Assim na vida como nas oportunidades que virão, duma coisa nunca te esqueças, meu pequeno, ouve sempre o teu coração. Histórias de príncipes e de embalar, gostas de ouvir a mãe a contar, mas lembra-te do fundo da questão, sê bom homem, meu príncipe, e serás feliz então. Dificuldades virão e serão ultrapassadas como desafios que são, sê honesto e sincero e sentirás a gratidão. Ir aos Açores seria de agradar, a tua primeira viagem de avião, inesquecível que com Corine de Farme vamos para sempre recordar.
O conto do Lucas
Era uma vez um sonho, um desejo, algo que a 7 de junho de 2015 se torna uma realidade, o teste deu positivo. Uma nova etapa começa, uma alegria que se mistura com o medo e ansiedade. A 4 de fevereiro de 2016 o meu mundo vira do avesso. Sou mãe. Neste dia senti um amor e uma alegria que não consigo descrever, mas também um medo tão grande de falhar. A minha vida mudou porque tu nasceste. Um menino com 50 cm e 3060g, a quem demos o nome de Lucas. Tu foste um bebé cheio de energia que não gostavas nada de dormir nem ficar sozinho. Adoravas comer e, por isso não admira que a tua primeira palavra tivesse sido "papa". E quando começaste a falar nunca mais paraste e o que mais nos pedias era bolas, ferramentas e bicicletas. Hoje, com 3 anos és um menino alegre, carinhoso, mas também um traquinas com uma imaginação muito fértil. A tua imaginação é tanta que inventaste uma mana a quem deste o nome de "Vitória", se te perguntamos: "Onde está a mana?", tu respondes sem hesitar: "Está na escola". A tua paixão pelas ferramentas e pela bola continua, sabes que ainda mal andavas e já querias chutar à bola? Quando vais dormir gostas que te conte histórias, mas também já queres contá-las tu, como cresceste! O teu problema em dormir continua e não gostas de dormir sozinho e pedes vezes sem conta durante a noite: "Faz-me festinhas". A mãe vai estar sempre aqui para te fazer festinhas, para te apoiar e para te amar incondicionalmente. O resto da tua história não vai ficar aqui escrita mas sempre que lermos este livro acrescentaremos juntos as páginas em falta. Não te esqueças que juntos continuaremos a escrever a tua história.
O conto do Tomás
Era uma vez uma pomba que vivia na floresta e tinha três ovos que estavam prestes a nascer. Enquanto a mãe pomba esperava pelo nascimento das suas pombinhas, ela gostava de visitar a cidade, onde os humanos viviam. Ela apreciava, e sonhava com o modo de vida destas criaturas. Ela ás vezes assustava-se com os movimentos dos humanos ou de qualquer objecto que presenciava na cidade. No entanto, gostava de lá estar, tomar um banho numa fonte, ou petiscar os bocados de pão que as simpáticas idosas lhes atiravam. Um dia mais tarde, os ovos chocaram, e nasceram três pombinhas com as penas mais bonitas de todas. A mãe pomba levou-as para a cidade para elas mergulharem as suas maravilhosas penas na fonte da sede da "corine de farme". Quando elas se molharam com a água reluzente da fonte da sede, as três pombinhas transformaram-se em três majestosas águias. FIM.
O conto do Nuno
o mochinho e o sr coelho o mochinho era tão pequenino quando nasceu que a mamã mocha protegia-o do mundo lá fora. o papá mocho, ao contrario queria que o mochinho sentisse a liberdade nas suas penas. Entao, certo dia, o mochinho saiu para caçar com o pai e estava tão entusiasmado que se perdeu. o papá preocupado procurou por ele e como não o achou voltou para casa. a mamã quando soube que aflita que ficou a chorar pelo seu filhote. Entretanto, na floresta, o mochinho sozinho entre choro e soluços, encontrou um cantinho para descansar. o sr coelho que estava a voltar para casa, viu o mochinho quase adormecido ali sozinho e com pena ofereceu lhe ajuda. o mochinho muito desconfiado, pois a mamã assim lhe ensinara a desconfiar de todos, não aceitou o convite do coelho. Mas algum tempo depois o frio, os barulhos da floresta e a fome fizeram com que ele batesse à sua porta. o sr coelho muito amável ofereceu- lhe uma sopa quentinha e que bem que lhe soube, era quase tão boa como a da mamã. Depois, deu-lhe uma mantinha e deixou-o dormir na sala onde a fogueira aquecia o ar. o papá e a mamã procuraram e procuraram muito assustados, afinal para eles só os mochos eram de confiança e quem sabe se ja teria sido apanhado por uma raposa...e de resto quem mais o havia de ajudar, afinal cada um sabia de si. Quando o mochinho acordou, o sr coelho deu-lhe papas de aveia e que boas que eram, nunca tinha provado nada assim. De seguida, sairam à procura da sua casa. Não era tarefa facil pois ele não se lembrava onde ficava ...mas o sr coelho era esperto e lá seguiram caminho à procura da familia de mochinho. Depois de muito procurarem, um clarão na floresta chamou a atenção ao mochinho...conhecia aquele lugar, era ali que brincava todos os dias com o papá. correu para lá...a sua casinha ficava perto!o papá e a mamã ouviram as folhas mexer, olharam para baixo e viram um coelho atras do mochinho. Pensando que este lhe queria mal, correram a salvar o filho. o papá ia para atacar o coelho, mas o mochinho que era corajoso correu a salva-lo, afinal era seu amigo. o papá não entendeu nada, mas mochinho contou como o sr coelho lhe dera abrigo e comida. O papá teve de reconhecer que estava errado e que nem todos os animais eram maus e que se calhar até podiam ser amigos de outros animais da floresta. Para comemorar, a mamã, o papá e o mochinho fizeram uma festa na floresta e convidaram todos os vizinhos...e o sr coelho, pois é, foi o convidado de honra...que especial que ele se sentiu...De esse dia em diante ficaram todos amigos e o sr coelho vinha muitas vezes brincar com o mochinho. Que grande lição aprenderam todos: não importa quem somos mas sim o que fazemos!fim
O conto do Pedro
Era uma vez, um menino e uma menina, que se conheceram numa ilha, que ficava dentro de outra ilha. Era um lugar muito bonito e muito especial. No dia em que se conheceram, os dois sentiram que iam ficar juntos para sempre. Então o menino escrevia mensagens à menina todos os dias. Numa noite muito estrelada, com o céu mais bonito que ambos nunca tinham visto, o menino deu a mão à menina e a partir desse dia nunca mais se separaram. O menino convidou a menina a visitar outra ilha, também muito bonita. Quando regressaram continuaram a conversar muito e o menino preparou uma linda festa de aniversário para a menina. Eram muito felizes. Um certo dia, algumas pessoas más que invejavam a felicidade dos dois, tentaram separa-los. Então mandaram a menina para um sítio muito longe e os dois ficaram muito tristes. Mesmo assim, continuaram sempre juntos no pensamento e tentaram todas as formas para ficarem juntos de novo. Passados dois anos conseguiram ficar de novo juntos. Foi uma enorme felicidade. Nesse ano decidiram casar e nasceu o fruto do amor dos dois, um lindo bebé chamado Pedro. Mas, antes do nascimento do bebé, uma bruxa muito má, que também morava na ilha e que fazia de conta que era boazinha, quis separar o lindo casal, pois eles tinham tudo o que ela desejava. Então mandou a menina para um sítio muito mais longe, que ficava do outro lado do mundo! Mas desta vez, eles não se separaram, porque o menino foi ter com ela. A população nunca perdoou a bruxa malvada, que foi expulsa da ilha, para um sítio muito isolado e onde nunca havia sol. Lá viveu sozinha e amargurada. Na ilha, nunca mais esqueceram esta linda história e a menina ficou para sempre conhecida como a princesa da ilha. E assim, viveram felizes para sempre...
O conto da Madalena Ferreira
Era uma vez um pai que ansiava conhecer o seu maior amor. Após tantos meses de espera, já a ansiedade era tanta mas sempre disfarçada da calma e tranquilidade que tentava transparecer! Por dentro parecia um miúdo que iria abrir o presente que sempre desejou no Natal! Após longas horas de dor que fizeste a tua mãe passar com "alguma ajuda" lá saíste. Desde o momento que puseste a cabeça de fora já estavas a chorar (presságio) e chamaram-me para poder ver-te! A primeira vez que te vi! Acho que na vida há momentos que não se esquecem! Ganhei um desses momentos! A tua mãe sempre ficou com medo que com fórceps deformassem a tua cabeça, foi o que aconteceu, quase nem testa tinhas mas pus-te o gorro para ocultar isso da tua mãe. Foi esse o nosso primeiro segredo! Durante esse dia foi esgotante para mim, apesar da tua mãe passar por aquelas dores todas, eu dormi 2 horas (se tanto) numa cadeira de hospital e estava estafado, mas cheguei a casa, depois de deixar-te com a tua mãe, no primeiro segundo e olhei em redor fiquei com saudades tuas. Costumo dizer que na vida devemos dizer tudo sem deixar para amanhã, neste dia olhei para ti e pela primeira vez disse: Amo-te!!
O conto do Diego Davi
Um elefante negro de olho azul da cor do mar e o seu nome era Diego. A mãe elefante amava muito o seu filhote e gostava de o ver bem e limpinho e cheiroso! Como aquele menino era afetuoso.... Ele estava com a mãe na praia ao brilho do luar e ela decidiu que o ia chamar, porque ele ainda muito brincava e estava a ficar tarde. No aguarde, a mãe preparava as coisinhas para o banho do seu pequeno príncipe e para as guardar usava uma bolsa e um grande clipe. Para cuidar da sua pele, recolheu flores de calêndula e amendoeira. Perto dali, havia uma cachoeira com um grande coqueiro. Cuidadosamente, subiu e retirou um coco. Então, pegou no seu obediente menino, misturou todos os ingredientes e o Diego relaxou num banho ultra hidratante sob os cuidados delicados e protetores da mãe. Ali, estava também a lua que o olhava e lhe sorria. Ele um sorriso também lhe abriu. - Como te chamas? - perguntou. - Soy Luna. - respondeu. E tu? - Diego Davi. - Que nome lindo! E tu também és muito lindo. A mãe cuida bem de ti, que gostosura que não tem nem uma única assadura! Ele, feliz e envergonhado já só pensava em levar a sua mãe com ele para abraçar a lua. Foi então, que a simpática lua desceu um pouco do alto do céu e, com a ajuda da mãe e de uma pequena escada, ele conseguiu chegar e, embalado dormiu no doce colinho da mãe e no abraço da Senhora Lua.
O conto do guilherme
Era uma vez um casal que planeou e imaginou em aumentar a sua família. Ao saber da boa nova que a mamã estava grávida, foi um conjunto de emoções... Super FELIZES, mas ao mesmo tempo assustados com aventura que avizinhava-se. Os pais estavam estão felizes com a boa nova. Ao longo de meses a vivenciar esta nova experiência, e a imaginar como vai ser ao ter o Guilherme nos nosssos braços. Esperamos pela sua chegada. Para alegrar ainda mais os nossos dias.
O conto do Lucas Viana
um menino que tinha uma irmã.Essa irmã era especial, pois tudo que ela fazia encantava toda a gente, pois ela era especial.O menino assim que via a sua irmã ele chamava de minha princesa.Aquela ação do irmão encantava toda a gente.Pois cada aprendizado, reação,atitude da sua irmãnzinha o encantava, principalmente quando ela parava e olhava para ele e mandava um beijinho, ou quando ela muito baixinho falava o seu nome. As brincadeiras dos dois eram muito raros, pois ela gostava de se isolar, suas brincadeiras era somente com ela e ela. Minha princesinha, minha maninha assim o amor era demonstrado, em cada sorriso, ou até mesmo ao pegar àgua ou uma bolachinha. E assim o amor entre os dois vão se moldando, construindo cada dia mais, com a sua simplicidade da vida. E assim o tempo vai se passando e sempre uma mudança. Até que o dia tão esperado chegou, o coração da sua irmãnzinha saltitava de felicidade. Recebeu de presente do seu irmão um tambor, símbolo da sua vocação.. A irmanzinha acreditava que a única pessoa capaz de ajudá-la a tocar aquele tambor era a sua amiga imaginaria,pois ela não conseguia enxergar o seu lindo irmão que o amava muito e não importava com o seu problema. Mas mesmo assim o seu irmão ficou feliz por ela receber com tanta felicidade a sua prenda, pois só o sorriso dela o fazia muito feliz. Minha maninha, minha maninha, minha linda e minha princesa.
O conto do Mateus
Era uma vez um dedo chamado Mindinho. Este dedo era muito pequenino e pertencia a um menino chamado Mateus. Mindinho nascera um dedo feliz, no seio de uma familia muito carinhosa. Juntos falavam a lingua gestual, através de símbolos ajudavam Mateus a comunicar com o mundo! O pai de Mindinho, chamado Polegar era um bem disposto! Acordava sempre muito muito cedo, quando todos ainda estavam deitados e ajudava o Mateus a dizer "fixe" com as mãos! Tinha a excelente capacidade de chegar pertinho de cada membro da familia..sendo um excelente confidente e ouvinte! Matava ainda os piolhos de todos quando apareciam nas cabecinhas..Era exímio nesta função!! O Indicador, seu irmão, sempre fez uma equipa com o pai de ambos, trabalhavam muito bem juntos, uniam-se e faziam movimentos finos e com precisão, ajudando o Mateus a apanhar os grãos de arroz que sempre deixava cair da mesa. Tinha a alcunha de "fura-bolos", pois adorava provar os doces das festas antes de todos! Que traquinas! Indicador era mais velho que Mindinho e passara ao irmão o gosto pela música, juntos ficavam a pé horas a fio a ouvir "heavy metal" e passavam bons bocados juntos!Indicador sabia sempre o caminho! Idicava aos outros por onde ir quando se perdiam nas caminhadas de domingo! A sua mãe, de nome Anelar, trazia sempre consigo um colar brilhante! Tão linda! Era a grande companhia do Mindinho..estava Sempre juntinha a ele, dando-lhe todo o amor e carinho que ele precisava. O seu avô, "pai de todos", era um senhor sábio. Estava sempre no meio de todos e mediava sempre os conflitos com toda a calma e ponderação que lhe eram características .Sendo o mais velho e mais alto estava sempre a olhar por todos! Que querido este avôzinho..já não tinha a avozinha para estar..e canalizava todo o seu amor para o resto da família!! Muitas lições mindinho aprendeu com o vô! Ora no meio de um família tão bonita mindinho sentia-se um pouco em baixo..já era crescido e só tinha praticamente metade da altura do avô.. Certo dia confidenciou a Mateus, que se sentia um pouco triste por não ter um papel de destaque na mãozinha do menino.. A mãe do Mateus, ouvindo tal confissão tratou de exllicar ao Mindinho a importância que tinha na mãozinha de Mateus: "Mindinho, sabes que dedo o Mateus usa para mandar um beijinho para mim quando sabemos que não estaremos juntos por umas horas? És tu..por seres o mais pequenino chegas aonde os outros não chegam..e por isso tens uma importância ainda maior em nossas vidas!" Mindinho compreendeu então que o amor é a tudo o que mais importa na vida! E nunca mais ficou triste por ser o mais pequenino!
O conto da Eduarda
Era uma vez uma princesa que nasceu lutando pela sua vida. A incubadora para a duda não era nada, porque se sentia confortável, sabendo que ali estava a batalhar e vencer os obstáculos que a parecia Mais, vontade dava de vencer. Passado 3 dias em que não via a sua mãe, quando a viu foi uma emoção e deu mais ainda motivação. Esta história é para ti meu amor que nasceste sem fôlego de vida, passado 8 minutos tiveste. Mas foi lutadora, só com pequeno tamanho de 44cm e 1kilo,585g venceu com muita força de vontade porque os papás estavam ali ajudando te a vencer. Meu pacotinho e esse nome deve a isso por seres tão pequena que demos esse nome. A mamã manteve te dentro de mim sem ter uma gravidez saudável no 7 mês com diagnóstico de pré eclanpisia depois de ter síndrome de hellp ao aqual a mãe está com diagnóstico que não ia sair viva minha duda, mas eu tive fôlego de vida para te ensinar o melhor, ver sorrir e fazer das tuas com um sorriso. Tens sido a cada dia a bênção dos papás.
O conto da Xaninha
A sala de aula em que conheci o meu príncipe encantado! Ele era giro e chato! Sempre a questionar-me. Mas um dia disse: professora, tem umas mãos tão bonitas! Passado uns tempos quando ia a sair da escola ele perguntou: - Professora posso dar-lhe boleia até casa? E eu aceitei. Foi aí o início da história que permitiu a tua acontecer. Namorámos 8 anos até que juntámos os nossos trapinhos! Fomos felizes! Primeiro nasceu o teu irmão, de olhão azul, o primeiro filho, neto, e sobrinho. Depois, 4 anos mais tarde, nasceste tu, a menina de olhos verdes, que tanto trabalho destes, mas que és a menina do papá e da mamã!
O conto da Mariana Santana
Uma menina que nasceu no dia de lua cheia, que não aguentou mais ficar dentro do ventre da mamãe, ansiedade de conhecer o rosto da mama e do papá era tanta que nasceu um mês antes de completar os 9 meses.A alegria dos papas foi tanta quando te vimos pela primeira vez tao pequenina, frágil nos nossos braços.Apesar de tanta ansiedade como serias e com quem eras parecida,sempre uma linda princesa de rosto redondo, rosado com olhos e pestanas grandes a sorrir para nós. Hoje já com 10 meses continua linda de rosto redondo como a lua cheia, parecida com ela própria ,cheia de vida ,fazendo as suas gracinhas todos os dias.
O conto da Jazzmine
...um som de um rio, de tão puro que estava conseguiamos ver o seu fundo, e todos os peixinhos que lá nadavam. No mesmo espaço, conseguiamos ver a felicidade das borboletas, e estas, vestiam mais cores do que as que vemos no arco-íris. A frescura e suavidade da relva, para os nossos pés descalços fazia-nos sentir que a Natureza é sem dúvida a nossa casa, e já que tudo ela nos dá, há que dar mais vida à Natureza também. Por isso filha, és a música do amor de teus pais, minha Jazz, e farás parte da bondade de cada animal e planta. A lua olhará por ti, eu te darei mama, e hidratarei tua pele de bebé com Corine de Farme, o mais natural possível.
O conto da gabriela
Éra uma vez rapariga que se chamava Gabriela ela não tinha amigos e ninguem gistava dela. As pessoas da quela aldeia despresavam a Gabriela e ela sentia se triste. Num dia quando caminhava pela floresta ela conheceu um rapaz, logo se amigos. O carinho e amizade entre eles foi crescendo até que um dia ele disse:" Gabriela es a rapariga mais linda que já conheci, queres casar comigo? " Ela disse que sim com os olhos radiante de felicidade e de alegria. Ficaram juntos para sempre.
O conto do gonçalo
... um menino muito rico, rico de riqueza, e não de fé, tão rico que nem precisava da mamã e do papá para ir para a escola. Certo dia, numa ida para a escola, com o seu motorista, o carro avaria, e ... o motorista sai do carro assim como o menino rico. As portas fecham-se automaticamente, o menino e o senhor ficam fechados fora do carro, a chover torrencialmente, o menino chora, chora muito porque se sente só, uma vez que o seu motorista tinha ido a um café pedir ajuda. Até que lhe aparece, um menino rico, rico de fé, de amor e carinho, acompanhado dos seus pais, também a ir para a escola. Decide pedir ao pai que parasse a marcha,e perguntar se o menino assustado precisava de ajuda, á qual este respondeu que não, numa forma muito arrogante e mal disposta, concluindo que conseguiria sozinho ir para a escola, nunca precisou de nimguem não seria agora. O menino com os seus pais, decide ajudar o outro , mesmo este não querendo a sua ajuda, e tapa o menino com o seu casaco quentinho e roto ao mesmo tempo, esfrega a sua mão na dele e diz: não tenhas vergonha, aquilo que somos não é aquilo que vestimos, eu ajudo-te, anda ! . O menino rico( de ouro), incrédulo, pergunta: Porque me estás ajudar? Mesmo sendo tão mau para ti?!- responde o outro menino , rico ( de amor ): Porque cada um dá o que tem e eu tenho muito amor para dar.
O conto do Salvador
Era uma vez uma menina chamada Rute que estava gravida e disse aos filhos que tinha uma semente na barriga que tava para nascer e eles perguntaram o que se era menino ou menina e ela, disse: que ainda não sabia dias mais tarde ela deu a noticia que ia ter outro menino que se chamava salvador, entretanto o salvador nasceu bem e saudável e ai os manos ficaram muito contentes porque o salvador já tinha nascido e então ai tudo começou e quase com dois meses o salvador já se ri e os manos todos contentes e ansiosos que ele comece a andar para brincarem com o mano mais novo e assim acaba a historia fim.
O conto da Yasmin
Duas princesas que pediam muito há mãe para terem uma mana,a mãe dizia que quando elas fossem para a primária que lhes dava a mana, pouco tempo depois a princesa mais nova quis vir fazer companhia às manas e foi então que num dia lindo cheio de sol que a pequena yasmin veio dizer olá às manas. Elas ficaram radiantes com ela e desde então nunca mais se largaram não podem tar umas sem as outras e são as 3princesas traquinas do reino, são o sol da casa e a mãe e o pai não podiam pedir outra coisa para os fazer felizes... E agora querem que venha um príncipe para lhes fazer companhia mas vão ter que esperar um pouco mais... Pois 3princesas dão muito trabalho mas vale a pena... Amo muito as minhas princesas traquinas e tudo parace um conto de fadas com elas na minha vida
O conto do gabriel
Um menino chamado Gabriel que todos os dias depois das aulas toma um belo duche acompanho pela sua irmã mais nova a Júlia. É nessa hora que começa uma grande aventura no submarino deles. O Gabriel começa a fazer grandes ondas com a sua baleia azul que procura o seu melhor amigo o peixe palhaço mas a Júlia pega nos seus produtos de CORINE farme e espalha na água para que a água tenha cada vez mais espuma e nessa altura a baleia azul começa a ter dificuldades para encontrar o seu amigo. Nesse momento o Gabriel lembra se que a melhor forma de combater a espuma e uma bela tempestade e por isso pega no chuveiro e deita a água por cima da sua irmã para lhe tirar a espuma e essa começa a sair do submarino e a água fica mais limpa e a baleia azul vê lá no fundo do submarino o seu amigo. Nesse momento os amigos ficaram juntos e os irmãos já estavam prontos para se vestirem e irem lanchar e começarem uma nova aventura em terra com os seus cremes hidratantes.
O conto do Martim Mendes
Era uma vez dois jovens que foram estudar para Aveiro, e que nunca pensaram que aquela cidade os ia fazer tão felizes. Apaixonaram-se, namoraram e viveram a época da universidade como só existisse um amor para viver. Já mais crescidos, selaram o amor com a sua boda maravilhosa em 2016 e em 2019 esperam o maior presente que poderiam receber, tu! Martim foi o nome escolhido para o menino que virá fazer o amor crescer mais uma vez nas vidas dos papás.
O conto da Eva
Era uma vez uma família, que recebeu a visita de uma cegonha... e com ela chegou a linda bebé sorridente, veio mostrar que pode quebrar até os corações mais duros. A sua mana adolescente que permanecia zangada com todos, rendeu se aos encantos da pequena. Aos poucos ia ensinar muita a pequena Eva, que observa tudo e todos. O mano Vasco é o seu melhor amigo, na troca de carinho, existe sempre tempo para a zanga e as pazes. Juntos riscam paredes e sujam tudo, e ao fim do dia, nos mostram, o sentido da vida; é saber amar e assim seram felizes para sempre.
O conto do Mauro Cotrim
Era uma vez uma rã muito bonitinha à qual puseram o nome de benedita. benedita gostava muito de sair do lago onde vivia para ir visitar o seu amigo gato que se chamava mauro e tinham mais um amigo o joquim ,Cada vez que se juntavam inventavam uma nova aventura ... umas vezes iam conhecer novos lugares, outras vezes iam aprender coisas novas a casa do mocho Manel ... outras vezes iam lanchar, mas o que mais gostam de fazer é assustar os pintos bébes que correm e saltam muito assustados. No final os amigos terminam todos a rir e depois voltam para as suas casas para desfrutarem de um rico jantar (que as suas mamãs prepararam) para de seguida irem dormir e sonhar com mais uma nova aventura.
O conto da Margarida
Era uma vez um coelhinho que tinha o pelo branquinho como a neve e um rabinho muito felpudo que mais parecia um pedaço de algodão. Chamava-se Pit. Era muito lindo mas ele não gostava das suas orelhas, eram muito compridas e às vezes até tropeçava nelas. Eram de facto mais compridas das que as dos seus irmãos e a mamã dizia sempre que eram lindas mas ele não acreditava, sentia-se diferente! Certo dia lembrou-se que o seu aniversário estava quase a chegar e já sabia o que iria pedir como desejo, ao apagar as velas do bolo, queria ter as orelhas normais, do tamanho das dos irmãos. E assim o fez... Chegado ao momento de apagar as velas do seu bolo, desejou com todas as forças que as suas orelhas fossem mais pequenas. Nada aconteceu... No dia seguinte acordou tristonho e foi para a escola. Ninguém o reconhecia e ninguém queria brincar com ele... O que se passava? Parecia que ninguém o via... Apercebeu-se que algo estava diferente e correu para a casa de banho, muito triste e a chorar.. Sentia-se sozinho e não gostava nada desse sentimento.. Sentia o seu coração apertado e doía! Com a visão turva de tantas lágrimas olhou para o espelho e viu que as suas orelhas estavam mais pequenas.. Afinal o desejo realizou-se... mas porque é que se sentia triste? Ter as orelhas do tamanho normal era o que ele mais queria. Ser igual aos seus irmãos e aos outros coelhos era o seu desejo, porque não estava feliz?! A professora Gina entrou na casa de banho preocupada com a demora do Pit. - Então Pit, está tudo bem? Porque choras? - perguntou a professora dando uma festinha na cabeça do Pit. - Não sei... Olhe as minhas orelhas... Estão pequenas como eu sempre quis mas sinto-me triste! - respondeu o coelhinho - Eu desejei ter as orelhas iguais às dos meus irmãos. - Mas porquê? As tuas orelhas eram diferentes mas não eram feias, antes pelo contrário, faziam de ti alguém especial, alguém que todos reconheciam como sendo o Pit, o coelhinho branquinho lindo das orelhas compridas! - Disse a professora com uma voz doce e dando-lhe um abraço. - Eu acho que é isso, eu gostava das minhas orelhas mesmo sem saber e agora que não as tenho sinto o coração apertado e triste e ninguém me conhece... Quero as minhas orelhas de volta!! Eu gosto das minhas orelhas grandes! Quero ser o Pit, o coelhinho branquinho das orelhas compridas outra vez!! E no meio daquele abraço, como por magia, as orelhas do Pit voltaram e ficaram grandes novamente, tal como eram antes e ele estava agora mais feliz que nunca. Afinal ser diferente não é mau, temos de aprender a gostar de nós e só assim seremos felizes!!
O conto da Carolina
A Ana tinha muita ânsia de viver, queria fazer tudo, estar em todo ao lado, mas não se conseguia dividir. Andava na escola, fazia ballet, tinha o grupo de dança, aulas de natação, os escuteiros, e a horta caseira. Sim, porque a Ana pediu à avó para a ajudar a plantar uns legumes caseiros para ela ver como cresciam e comer produtos biológicos. Depois lembrou-se que também gostava de ter galinhas para ver os pintainhos nascer. E a avó, com todo o seu amor, plantou a horta e fez uma capoeira para as galinhas. No dia de semear os legumes disse à Ana, mas ela tinha uma festa e não pode estar presente. Durante a semana com a escola e tantas actividades, já não visitou a avó. No fim-de-semana seguinte, a avó disse para ela ir ver que tudo estava plantado e que as galinhas estavam instaladas…mas a Ana tinha uma saída dos escuteiros. Mais uma semana passou sem a Ana ver a horta e a capoeira, e de novo havia espectáculo de dança e competição de natação. As semanas foram passando, e quando a Ana finalmente visitou a horta já havia morangos vermelhos, alfaces frondosas, tomates maduros e pimentos verdinhos. E as galinhas estavam a chocar os ovinhos! A Ana prometeu regressar na semana seguinte para ver se os pintainhos já tinham nascido! Mas tinha tanto que estudar, e ballet para ensaiar….e as semanas passaram….e quando a Ana visitou os pintainhos, já não havia ovos, mas também não havia pintainhos. Então a Ana perguntou «Avó, os pintainhos já nasceram?» Sim, respondeu a avó. E a Ana perguntou «Mas onde estão, não os vejo!?» ao que a avó respondeu «São essas galinhas e galos adultos…sabes Ana, o tempo passou e eles cresceram. Assim, como a horta cresceu e deu frutos.» A Ana ficou muito triste…e percebeu que tinha falhado… que não tinha visto a horta crescer, os pintainhos nascer, e que tinha desapontado a avó…então constatou que na vida, o tempo não pára nem volta atrás…que temos de estar presentes e dar atenção e amor aos que nos rodeiam, que temos de os ver nascer, crescer, e mesmo morrer, e partilhar a vida…pois são estas memórias de amor e partilhas que sobrevivem a quem parte!
O conto da Maria Moreira
Era uma vez uma mulher e um homem que se amavam muito... E numa noite estrelada olharam para o céu e começaram a contar as estrelas até que uma estrela cadente lhes passou a frente. Pediram um desejo e inacreditável mente o desejo era o mesmo. Passado 9 meses uma princesa abençoou as suas vidas. Escolhas tiveram de fazer para do melhor lhe dar e a Corine de farme foi a sua escolha...
O conto da Inês
Era uma vez uma menina que desde pequenininha usou creme na muda da fraldinha, no banho, no corpo e na carinha. Essa menina cresceu e estes cuidados nunca esqueceu e agora tem uma pele que inveja ao céu, a mais suave e hidratada que aqui apareceu. Hoje que já é uma mulher, já é mãe e diz não esquecer como Corine de Farme ajudou a crescer e a conseguir a pele que sempre quis ter. Por isso, Inês quero-te dizer que não esqueças os ensinamentos que eu te der para que tenhas uma pele linda de morrer como a menina que eu fui e quero continuar a ser.
O conto da Leonor Sousa
uma menina que tinha um Chapéuzinho Dourado, andava sempre com ele. Foi a avó que lhe ofereceu numa festa de anos. Tinha uma fita cor de rosa de dançava com o vento. A avó havia dito para o usar sempre para proteger os seus caracóis do sol e a menina sempre o usava. Um dia, ela estava a brincar com a sua Luna (a cadela preta e amiga desde sempre) e o Sr. Vento levou-lhe o chapéu. A menina ficou muito triste, choramingou... quando chegou a casa a mãe, que viu que ela estava tão triste que nem queria comer, disse-lhe: "Amanhã vamos falar com o Sr. vento! de certeza que vai devolver o chapéuzinho!!" A menina não dormiu essa noite, pedia baixinho: "Sr. Vento por favor trás o meu chapéu... eu prometo cumprimentar-te todos os dias e brincar quando agitas as flores e as árvores!" No dia seguinte, no jardim a mamã ajudou a menina a cantar ao sr. Vento: "Senhor Vento, dono da ventania, trás o chapéu à menina, faz lá essa magia!" e o Vento soprou, as árvores agitou e ouviu-se lá de cima: "Queria ver os teus caracóis debaixo desse chapéu! Parecem Ouro!" A mamã disse: "Oh senhor vento devolva-lhe lá pois a menina não quer apanhar sol e esse chapéu tem histórias para contar!" O vento soprou de leve e deixou o chapéu na cabecinha da menina e disse: "Mas princesa promete que vens cá e tiras o teu chapéu para uma história contares e pores os teus caracóis a esvoaçar!?" A partir desse dia, e sempre que o tempo deixava, a menina vinha ao jardim tirava o chapéu deixava o vento soprar nos seus cabelos e contava uma história de encantar!" O Vento só queria uma amiga... a menina só queria o Chapéu e dentro desse chapéu mil histórias para contar! Vitória, Vitória... acabou-se a linda história!.
O conto do Martim
Um menino chamado Martim que era diferente dos outros, pois não gostava de tomar banho. Não adiantava explicar nem falar com ele. Martim achava horrível tomar banho. Certo dia, a sua mãe teve uma bela ideia e foi ao supermercado, chegou a casa e chamou o pequeno Martim para tomar banho, e lá foi ele forçado e a chorar, a mãe mostrou para ele o novo gel de banho da corine de farme e ele adorou o frasco e o cheirinho e a partir desse momento nunca mais houve lágrimas para tomar banho, e viveram para sempre felizes????
O conto da Paula
A menina Mariana que era alegre e não tinha nada. Vivia numa árvore bem grande e dormia numa cama debaixo das estrelas. Um dia foi visitada por um gato triste que queria colinho e mais nada. A Mariana ficou ainda mais contente porque isso ela podia dar e nem lhe custava nada. Partilhou a sua cama com o gatinho e ganhou um grande amigo quentinho. A Mariana nem sabe o quanto é feliz, corre, brinca, vive livre e bem acompanhada. Tornou se o gatinho mais feliz. Dorme bem minha filha Mariana....Vitória Vitória , acabou se a história!
O conto da Vitória (gémeas)
uma jovem que desejava ser mãe, adora criança, mas sentia se triste pois esse desejo poderia nunca vir a acontecer. Um certo dia procurou um especialista que a ajudou a concretizar esse desejo. Dia 8 de Março de 2017 a primeira esperança floresce, a 31 Julho a confirmação. A 8 de Março de 2018 nasceram os meus tesouros a minha vida tudo que mais poderia desejar na vida estava aqui nos meus braços… Hoje prestes a fazerem 1 ano de vida, posso dizer que… ser Mãe era tudo que mais queria nesta vida sem isso nada faria sentido. Continua sempre com imensa alegria e a transbordar de felicidade.
O conto da Helena
Uma pequena princesa... Ela teimava em não aparecer na vida dos seus papás. Eles lutaram durante muito tempo para a conseguir ter em seus braços. Até que num certo dia, a felicidade lhes bateu à porta e trouxe o melhor presente das suas vidas. A pequena princesa Helena. Após aquele dia os três nunca mais estiveram sozinhos e foram felizes para sempre!!
O conto do Ricardo Domingos
Era uma vez um casal apaixonado que foi passar a lua de mel a uma ilha linda muito verde e encantada que tinha o nome de ilha de São Miguel , foi tão importante esse passeio que desse grande amor nasceu duas meninas e como esse casal gostava muito de ter um menino tentou o seu 3 rebento e não é que tu vieste 11 anos mais tarde de visitarmos a ilha encantada, e ficamos com vontade de levar os 3 rebentos a ver a ilha encantada. Onde tudo começou.
O conto da Mélanie
Era uma vez, uma doce menina chamada Mélanie. Alegre, divertida e sempre bem-disposta. O que mais gostava de fazer era dançar, por isso adorava saias e vestidos para poder rodar e rodar sem parar. Um dia quando estava a brincar no seu jardim apareceu-lhe a sua fada madrinha chamada Ziva. -Oh! És tão bonita! - exclamou a Mélanie. -Obrigada minha doce Mélanie. És muito simpática. Como gostas de dançar vou-te levar a um lugar especial! -A sério?! E a mamã e o papá??? -Não te preocupes, estamos de regressou antes do jantar! A fada madrinha levou a menina a um baile de fadas. A sala estava decorada em tons de rosa e prata, iluminada com grandes candeeiros que pareciam gigantes diamantes. A Mélanie ficou encantada! Nunca tinha visto nada assim! Centenas e centenas de fadas dançavam alegres e divertidas ao som da música. -Vamos dançar? - perguntou a fada Ziva. -SIM!!!! A Mélanie dançou e dançou sem parar mas chegou a hora de ir para casa... Quando se estava a despedir da sua fada, esta disse-lhe: - Quando quiseres dançar connosco só tens de fechar os olhos! -Mas... Ao longe, a menina ouviu a voz da sua mãe: - Mel... Mel... Está na hora de acordar! Vamos tomar um baninho e lavar a cabeça com aquele champô com cheirinho a damasco que tanto adoras? Afinal não tinha tudo passado de um sonho... Mas a menina lembrou-se das palavras da sua fada madrinha e lá foi tomar um banho para ficar fresquinha.
O conto do Miguel Azevedo
Era uma vez um ursinho chamado Oscar. O Oscar era muito vaidoso e todos os dias levantava-se de manhã e punha-se em frente ao espelho: "Que bonito que sou. Tenho um pelo bonito e sedoso e uns olhos castanhos cor de avelã, não há urso tão belo como eu". O Oscar todos os dias ia para a escola com a sua camisola mais bonita e os sapatos a brilhar. O cabelo penteado brilhava com tanta brilhantina. Todos os colegas o admiravam por ser tão belo e andar sempre tão limpo. No intervalo o Oscar ficava sentado na sala. Não ia brincar com os colegas ursinhos para o recreio para não sujar os seus sapatos e estragar o pelo escovado. Os colegas chegavam à sala todos sujos e cansados e o Oscar tinha pena deles "Que sujos que eles estão. Todos despenteados e com o pelo cheio de lama". Não percebia porque pareciam tão felizes, porque riam e davam gargalhadas tão alto. Um dia chegou à escola um novo aluno. Era uma ursinha linda chamada Mia. O Oscar assim que a viu achou-a adorável com os olhos cor de mel. Pensou "Tenho de falar com ela no intervalo" mas a Mia todos os dias no intervalo ia brincar para o recreio sem reparar que o Ursinho Oscar a admirava ao longe. Um dia Mia sujou a sua linda saia a brincar e ficou muito triste a pensar que a sua mamã iria ralhar com ela por ser tão descuidada. Oscar apressou-se a dar-lhe um lenço para a ajudar a limpar. Foi nesse dia que Mia reparou no ursinho Oscar e lhe perguntou quem ele era e ficou muito espantada por nunca ter visto aquele amigo no recreio a brincar. No dia seguinte na Hora do recreio Mia puxou o Oscar pelo braço e disse "Anda! Vamos brincar". O Oscar ficou muito confuso pois não se queria sujar. No entanto como estava encantado com Mia acedeu e foram os dois para o recreio. Brincaram às escondidas, pularam, correram e quando acabou o recreio estavam os dois sujos, a cheirar mal, cheios de lama mas muito muito felizes. Foi o dia mais feliz que alguma vez Oscar tivera na escola. A partir daí este ursinho vaidoso percebeu que não havia coisa melhor do que brincar e ter amigos... mesmo que isso implicasse ficar despenteado e pouco aprumado!
O conto do Miguel Azevedo
Era uma vez o Miguelito, o Tiaguinho e a Clarinha que moravam todos na mesma rua, numa pequena cidade junto ao mar. Cada um deles vivia numa linda casinha, muito confortável com muitos brinquedos. Os três tinham uma boa vida pois nada lhes faltava: tinham boa comida e uma caminha muito fofinha onde todas as noites sonhavam lindos sonhos. Mesmo não tendo nada de mau nas suas vidas o Miguelito, o Tiaguinho e a Clarinha sentiam que algo faltava nas suas vidas. Numa linda manhã de sol, cada um deles saiu para dar um passeio, e coincidiu de se encontrarem, os três, à beira mar. Por um instante, ficaram a olhar uns para os outros espantados, pois nunca se tinham visto antes. Então os três, curiosos em saber quem era cada um deles, começaram a falar todos ao mesmo tempo, perguntando uns aos outros, quem eram, onde viviam e quais eram as suas brincadeiras favoritas. Depois de muita conversa, gargalhadas e brincadeiras, o Miguelito, o Tiaguinho e a Clarinha descobriram finalmente aquilo que lhes faltava… Eles precisavam de amigos! Precisavam de outros com quem pudessem partilhar os seus brinquedos, as suas conversas e as brincadeiras. Perceberam que ter amigos era das coisas mais preciosas do mundo!
O conto da Juliana
Aconteceu num certo dia sem contar uma linda notícia, que estava grávida. Já tinha dois lindos meninos com 10 e outro com 6 e de repente veio a princesa que falta em casa, foi a maior alegria de todos em casa, ela foi uma bênção que Deus nos deu, e mandou esta linda encomenda, a Juliana é que uma fofura, os irmãos são tão doidos por ela posso dizer que só uma sortuda com os filhos que tenho amoroso lindos agradeço imenso a Deus por me ter dados esses filhos e a mim e ao meu marido que também trabalhamos para isso termino com muito amor para a família que tenho.
O conto da Juliana
Aconteceu num certo dia sem contar uma linda notícia, que estava grávida. Já tinha dois lindos meninos com 10 e outro com 6 e de repente veio a princesa que falta em casa, foi a maior alegria de todos em casa, ela foi uma bênção que Deus nos deu, e mandou esta linda encomenda, a Juliana é que uma fofura, os irmãos são tão doidos por ela posso dizer que só uma sortuda com os filhos que tenho amoroso lindos agradeço imenso a Deus por me ter dados esses filhos e a mim e ao meu marido que também trabalhamos para isso termino com muito amor para a família que tenho.
O conto do Diogo
Era uma vez uma menina que adorava estar em palco a cantar e a representar. Fazia muitos espectáculos em casa para a família e todos gostavam de ver. Um dia, resolveu fazer um espectáculo para o grande público, num grande teatro. Ela estava muito nervosa antes de entrar em palco mas ganhou coragem e lá foi ela. Quando entra não vê ninguém... estava vazio! A menina ficou muito triste mas começou a cantar na mesma. Quando de repente entra um menino. O menino mais lindo que ela já tinha visto! O menino ficou ali a olhar para ela, encantando com o que estava a ver. Era a menina mais linda e talentosa que o menino tinha visto. A menina cantou com todas as suas forças, deu o seu melhor para surpreender o menino. No final, bateu muitas palmas à menina, elogiou o seu espetáculo e perguntou: –Queres namorar comigo? A menina ficou tão contente que respondeu com um grande sorriso: –Sim!!! E este sim, foi amor à primeira vista. Esta é a história da mãe e do pai. O menino e a menina que ainda hoje olham um para o outro com as mesma borboletas na barriga que sentiram no primeiro dia.
O conto do João
Era uma vez um menino Muito alegre e muito especial Um pequeno rapazinho Como ele não há igual O seu nome é João Alegra me todos os dias Este menino enche me o coração Por ele tenho uma grande paixão Um dia nasceu uma maninha Muito pequenina e fofinha Nasceu com muito cabelinho e adora tomar um bom banhinho Estás crianças nasceram Para alegrar a minha vida E esta é a nossa história Que vai sempre ficar na memória!
O conto do Rodrigo Teodoro
A nossa história, A mais especial, Conta como nascente filho, De um amor natural! Os pais gostam de dançar, E kizomba foram aprender, Foi a abanar o corpo Que o amor acabou por acontecer! Do namorar ao casar, Foi apenas um passo, Pois o amor crescia Como a dança no seu compasso! Fomos de lua de mel E não quiseste esperar, Estavas com pressa, Para chegar ao nosso lar! Chegas-te à nossa vida, Foste tão bem recebido! Fruto do nosso amor, O nosso pequeno Rodrigo! Desde cedo a tua pele, Começamos a mimar, Com Corine de Farme, É tão fácil de ti cuidar!
O conto do Jonathan
Era uma vez um menino bem bagunceiro porem muito esperto e criativo.Amava muito seus familiares.embora seu papai ja morava no ceu..todos se empenhavam em suprir essa ausencia. Jonathan cresceu feliz estudioso e trabalhador.com o passar do tempo se tornou um homem prospero integro e feliz apesar da ausencia do seu pai..ele percebera que so precisava dos seus esforcos para ser feliz juntamente com todos que o cercara.mas sempre manteve as caras nos livros e desempenho para realizar todos seus sonhos.
O conto do gonçalo
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. - Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa!- propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó. O amor constrói, a violência arruína
O conto do Lourenço
Era uma vez um lindo menino Que prezava muito a sua saúde, Dormia bem, comia melhor Saber viver bem era a sua virtude. Comia nozes e frutos vemelhos, Bastante a azeite e muito feijão, Porque sabia que com tudo isto, Alimentava o seu coração. Comia ovos de galinhas felizes, E cenouras com muito peixinho, Para ter olhos que vissem longe, E que lhe mostrassem o bom caminho. Também comia brócolos e espinafres, E o abacate era a sua sobremesa, Para que o cérebro não lhe falhasse, E lhe desse sempre uma certeza. Um dia no banho, a mamã perguntou E com a tua pele, o que vais fazer? O menino estranhou a pergunta, E não sabia o que responder. Ouviu então uma explicação, Que finalmente o fez perceber, Que a pele é o maior órgão, Que um ser humano pode ter. A partir desse dia nunca mais prescindiu De mimar a pele como ela merece E com os produtos Corine de Farme A magia dos cuidados nunca se esquece!
O conto da Beatriz
num País muito distante uma menina muito sonhadora e aventureira que adorava ler. Certo dia ao caminhar pela floresta a menina encontra uma fonte de água mágica que concretiza desejos em troca de uma moeda de ouro. A menina não hesitou, pensou bem no seu pedido e sem mais demora pediu á fonte que lhe trouxesse um livro recheado de aventuras novas, um livro que falasse sobre Rainhas e Princesas e lugares maravilhosos. Assim que atira a moeda para a água, aparece como por magia um saquinho de cetim com uma fita de cor amarela que guardava no seu interior o que de mais valioso havia para aquela menina, o seu tão precioso livro novo. A menina sem perder tempo, foi-se sentar á sombra de um Sabugueiro e começou a explorar o seu tão precioso tesouro. Tal e qual como tinha pedido, o livro era recheado de histórias de Princesas de outras épocas. A primeira princesa de que o livro falava era de Sarla Thakral, uma princesa sonhadora que tinha como o seu maior sonho voar e com força e persistência conseguiu realizar. A princesa seguinte era Valentina Tereshkova que desde pequenina sonhava conseguir viajar pelo céu numa nave espacial e tocar as estrelas cintilantes. Margaret Heafield, Rosa Parks, Sofia Ionescu-Ogrezeanu, Anne Frank, Mary Windsor, Malala Yousafzai e Marie Cúria eram as Princesas seguintes que o livro referia. Todas elas tão belas e especiais. A menina ficou encantada com aquelas histórias maravilhosas que nunca nenhum livro anteriormente lhe deu a conhecer. A menina já tinha lido muitos contos de fadas e livros sobre Princesas, mas nunca nenhum foi tão especial como aquele. Um dia também eu vou ser uma princesa como elas, pensou a menina. Vou realizar todos os meus sonhos e ajudar o Mundo a ser um lugar melhor. Porque quando queremos muito alguma coisa nunca devemos desistir, e com persistência e coragem havemos de conseguir.
O conto da Beatriz
num País muito distante uma menina muito sonhadora e aventureira que adorava ler. Certo dia ao caminhar pela floresta a menina encontra uma fonte de água mágica que concretiza desejos em troca de uma moeda de ouro. A menina não hesitou, pensou bem no seu pedido e sem mais demora pediu á fonte que lhe trouxesse um livro recheado de aventuras novas, um livro que falasse sobre Rainhas e Princesas e lugares maravilhosos. Assim que atira a moeda para a água, aparece como por magia um saquinho de cetim com uma fita de cor amarela que guardava no seu interior o que de mais valioso havia para aquela menina, o seu tão precioso livro novo. A menina sem perder tempo, foi-se sentar á sombra de um Sabugueiro e começou a explorar o seu tão precioso tesouro. Tal e qual como tinha pedido, o livro era recheado de histórias de Princesas de outras épocas. A primeira princesa de que o livro falava era de Sarla Thakral, uma princesa sonhadora que tinha como o seu maior sonho voar e com força e persistência conseguiu realizar. A princesa seguinte era Valentina Tereshkova que desde pequenina sonhava conseguir viajar pelo céu numa nave espacial e tocar as estrelas cintilantes. Margaret Heafield, Rosa Parks, Sofia Ionescu-Ogrezeanu, Anne Frank, Mary Windsor, Malala Yousafzai e Marie Cúria eram as Princesas seguintes que o livro referia. Todas elas tão belas e especiais. A menina ficou encantada com aquelas histórias maravilhosas que nunca nenhum livro anteriormente lhe deu a conhecer. A menina já tinha lido muitos contos de fadas e livros sobre Princesas, mas nunca nenhum foi tão especial como aquele. Um dia também eu vou ser uma princesa como elas, pensou a menina. Vou realizar todos os meus sonhos e ajudar o Mundo a ser um lugar melhor. Porque quando queremos muito uma coisa temos de lutar e nunca desistir e dessa forma teremos tudo aquilo que sempre sonhamos.
O conto da Beatriz
num País muito distante uma menina muito sonhadora e aventureira que adorava ler. Certo dia ao caminhar pela floresta a menina encontra uma fonte de água mágica que concretiza desejos em troca de uma moeda de ouro. A menina não hesitou, pensou bem no seu pedido e sem mais demora pediu á fonte que lhe trouxesse um livro recheado de aventuras novas, um livro que falasse sobre Rainhas e Princesas e lugares maravilhosos. Assim que atira a moeda para a água, aparece como por magia um saquinho de cetim com uma fita de cor amarela que guardava no seu interior o que de mais valioso havia para aquela menina, o seu tão precioso livro novo. A menina sem perder tempo, foi-se sentar á sombra de um Sabugueiro e começou a explorar o seu tão precioso tesouro. Tal e qual como tinha pedido, o livro era recheado de histórias de Princesas de outras épocas. A primeira princesa de que o livro falava era de Sarla Thakral, uma princesa sonhadora que tinha como o seu maior sonho voar e com força e persistência conseguiu realizar. A princesa seguinte era Valentina Tereshkova que desde pequenina sonhava conseguir viajar pelo céu numa nave espacial e tocar as estrelas cintilantes. Margaret Heafield, Rosa Parks, Sofia Ionescu-Ogrezeanu, Anne Frank, Mary Windsor, Malala Yousafzai e Marie Cúria eram as Princesas seguintes que o livro referia. Todas elas tão belas e especiais. A menina ficou encantada com aquelas histórias maravilhosas que nunca nenhum livro anteriormente lhe deu a conhecer. A menina já tinha lido muitos contos de fadas e livros sobre Princesas, mas nunca nenhum foi tão especial como aquele. Um dia também eu vou ser uma princesa como elas, pensou a menina. Vou realizar todos os meus sonhos e ajudar o Mundo a ser um lugar melhor. Porque quando queremos muito uma coisa temos de lutar e nunca desistir e dessa forma teremos tudo aquilo que sempre sonhamos.
O conto da Alícia
Era uma vez, um casal que queria muito muito ter um bebé. Fecharam os olhos e pediram com muita força ..... Tal como fazemos quando queremos muito alguma coisa... Pedimos muito! Muito! E assim foi... A cegonha trouxe-nos uma menina que estava muito difícil para nascer, mas nasceu, pequenina e linda! E hoje agradecemos foi a melhor prenda que Deus nos deu! A Princesa Alícia!
O conto do António
Era uma vez uma menina de 15 anos diagnosticada com anorexia nervosa. Uma doença muito complicada, muito incompreendida. Essa menina foi internada para ter um acompanhamento adequado e puder sair daquele beco sem saída que parecia a sua vida. Depois de 6 meses internada, de muitas lágrimas, de muita solidão a menina já com 16 anos saiu do hospital. Com uma nova visão da vida, mas com uma notícia que a deixou muito triste: a doença tirou lhe a possibilidade de ter filhos. A menina demorou a aceitar, mas um dia pensou "não posso ter filhos, era o meu grande sonho... Mas estou viva! Vamos lá viver" e não pensou mais nisso. Lutou, estudou, formou-se naquilo que tanto gostava e aos 21 anos, no dia de Natal conheceu o homem pelo qual se viria a apaixonar perdidamente. Aquele que achava que seria o homem da sua vida. Começaram a namorar, um amor lindo, pensaram em viver juntos e nessa altura a menina, que se tornou mulher, contou ao seu amor que não poderia ter filhos. O seu amor ficou um pouco triste, mas amava-a tanto que a notícia não impediu que continuassem a construir os seus sonhos. Quando a casa estava quase pronta, a menina começou a sentir se estranha, não se sentia a mesma, as pessoas diziam-lhe que andava diferente. E andava mesmo... Estava grávida! O que a ciência dizia não ser possível, o amor tornou-o. Quarenta semanas depois nasceu o António. Lindo, saudável, amado. Muito amado. Sabes filho, quando o amor é verdadeiro conseguimos tudo. Até o impossível. O amor é o caminho. O amor é a receita.
O conto do Afonso
Um dia éramos dois Esse amor foi dedicado Veio então depois Um ser delicado Tudo parecia perfeito Uma surpresa apareceu Outro ser foi feito Que a vida ofereceu Uma aventura vivemos E dois bebés amamos A eles tudo daremos Porque os estimamos Viagens queremos fazer Com grande felicidade Para os ver crescer Em eterna liberdade
O conto do Vicente
Um bebé chamado Vicente Que tinha olhos cor de mel Com forma de lua crescente E uma alegria contagiante Como a música de um carrossel. É agora um amor de menino Um amor sem igual A conquistar desde pequenino De uma forma genial. É o amor dos pais E de todos que o conhecem Adora os seus animais Junto dele os problemas desvanecem. Tem a inocência de uma criança Tal e qual como deve ser Que nunca perca a esperança Um dia quando adulto tiver que ser. Este ser maravilhoso És tu meu querido filho Sou um pai orgulhoso Olho para ti, e os meus olhos até brilham.
O conto do Vicente
numa pequena Aldeia pertencente a Braga dois camponeses muito apaixonados que tinham como maior sonho terem um bebé. E como todos os sonhos se tornam realidade quando desejamos muito e não desistimos, um dia a camponesa Diana descobre que está grávida. A felicidade era imensa e quando nasceu o pequeno tesouro deram-lhe o nome de Beatriz Passaram alguns anos na alegria de uma vida simples e cheia de amor. Achavam eles que a vida não podia ser mais bela do que era. Até que descobriram que a felicidade ainda era capaz de aumentar, com a chegada de um novo bebé. Desta vez um menino. A alegria não podia ser maior, a Beatriz escolheu o nome do irmão e quando ele nasceu percebeu que tinha chegado o seu melhor amigo, para a vida toda.
O conto do Lucas
Uma menina que queria muito ser mãe , até que um dia descobriu que estava grávida e ficou muitoooo contente . Passado 9 meses nasceu a coisa mais fofaaaa deste muito o meu filho ????
O conto do Presente
Era uma vez um casal, a Mãe e o Pai, que viviam felizes na sua casinha com a sua cadelinha. Eram o amor da vida um do outro, havia 11 anos que não se largavam e, todos os dias, acordavam a transbordar de amor. Quase todos os dias se perguntavam: "- O que poderemos fazer com tanto amor que nos sobra?". Já davam imenso um ao outro, já davam imenso à cadelinha, até aos amigos e familiares distribuíam amor e não havia maneira de ele parar de transbordar. Até que um dia, resolveram criar um bebé, feito do melhor de cada um deles, e a quem poderiam dar todo este amor que tinham de sobra. Depois de muito tempo, um milagre aconteceu: o Pai e a Mãe iam receber O Presente. Nunca tinham experienciado tamanha felicidade. A partir desse dia, todo o amor que transbordavam foi oferecido ao Presente. E esta foi a melhor dádiva que lhe deram, pois sabiam que este amor era tudo o que necessitaria para ser tão feliz como o Pai e a Mãe. E é este amor que, um dia, também a ti te sobrará e também tu terás que o partilhar com alguém. O amor é a melhor coisa que existe no mundo, querido Presente, por isso espalha-o por onde quer que vás e oferece-o a quem quer que encontres.
O conto do João
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O conto do Luís Miguel
Um bebé chamado Luís, Que não gostava que lhe mexessem no nariz. O Luís foi sempre, Um bebé muito contente. Era um bebé diferente, Pois sorria a toda a gente. As suas bochechinhas, Eram uma doçura, E as suas gracinhas, A maior fofura. O meu querido Luís Vai ser muito feliz!
O conto do Martim
Era uma vez, Um bebé de encantar, A sorrir ou a brincar, A correr ou a cantar, Fazia o sol brilhar, Este loirinho faz meu coração raiar. As primeiras palavras foram de emocionar, A primeira papa de sujar, As primeiras risadas foi de maravilhar. Chorei ao ver-te a engantinhar, Batalhei até começares a andar. A cada conquista tua, Fico logo numa mãe a babar.
O conto do Martim Lindo
3 bebés que estavam a escolher as suas famílias, a dona cegonha mostrou uma família com muito amor para dar e muito ansiosos para a chegada de um bebé. A dona cegonha questionou ao bebé A: - Era esta a família que queres ser entregue? O bebé A respondeu que preferia pais mais radicais e aventureiros. O bebé B de seguida diz que não se encaixava naquela família pois queria ter um irmão mais velho. O bebé C gritou de alegria pois aquela era a sua mamã de sonho, e que aquele era o papá forte e herói que sempre sonhou. A dona cegonha não perdeu tempo e fez o Martim cair nos braços daquela mamã no Domingo, dia 16 de julho de 2017, foi e será amor para a vida toda.
O conto do Daniel
A vida é feita de coisas felizes, do teu tio Leandro que te ama muito!!! :)
O conto do Lourenço
Era uma vez uma menina chamada Carolina , Gostava muito de brincar, E saltar pela colina. Ela vivia numa serrinha Com muitas árvores e flores, Mas maldita da Carolina Que era alérgica e ficava com dores. Foi ao Sr Doutor Dinis Triste e aborrecida Para ver se lhe tratava do nariz. Pensou que não tinha cura Que jamais saltaria na colina Mas de repente O doutor passou o Avamis. É assim viveu a Carolina Feliz.
O conto da Sofia
Uma bebé muito engraçada com grandes olhos e cabelo castanho. A pequenina não gostava muito de tomar banho , fazia sempre uma birra até que um dia a sua mãe lhe mostrou os produtos da Corin de Farme com um cheiro maravilhoso do qual a pequenina ficou apaixonada. Mas mesmo assim a menina , teimosa, não queria de jeito nenhum tomar banho . A mãe não sabia mais o que fazer pois a pequenina não queria tomar banho, quando chegava a tal hora do dia ela corria sem parar até encontrar algum lugar onde se esconder. Com o tempo a mãe foi lhe apresentando a gama completa da Corin de Farme a toda a família, a casa já tinha um cheiro maravilhoso, e a pequenina ao ver que era a única que não cheirava bem decidiu experimentar. A bebé mesmo não querendo entrar na água com a ajuda da mãe lá conseguiu .Bem devagarinho, entrou. Sentiu logo uma fragrância ,magnífica da natureza, onde ficou encantada, parecia um passarinho a cantar. A mãe ficou espantada a olhar para a sua pequenina , mas a verdade é que a bebé nunca mais teve medo de tomar banho, para as coisas serem mais divertidas dizia que ia brincar com o cheiro da natureza. Vitória Vitória acabou-se a história
O conto do Edgar Bessa
Era uma vez uma nuvem , fofa, branca , mas infeliz. A nuvem sentia-se longe do Sol e longe da terra. Queria saltar como os meninos na terra mas não sabia, queria brilhar como o sol mas não conseguia. Até que, pela primavera, um bando de andorinhas apareceu onde a nuvem se encontrava e faziam festa em volta da nuvem, parecia que a nuvem dançava com elas. A partir daí a nuvem descobriu que era feliz lá no alto, conseguia divertir-se com o malabarismo das doces aves, era feliz e já se sentia incluída na terra e no céu e assim ela viveu....
O conto da Matilde
Era uma vez um rei chamado Tozé e uma rainha chamada Cristina que viviam felizes num castelo encantado, no reino enchantia. Eram muito amigos dos animais, e adoravam ouvir os passarinhos cantar as lindas melodias, logo pela a manhã. Nos arredores do castelo tinham um grande jardim, cheio de lindas flores e borboletas. Era incrível a quantidade de borboletas, e a quantidade de cores que existiam. Gostavam de passear com a carruagem, que era conduzida com ajuda dos cavalos brancos. Os dias passavam e amavam-se cada vez mais, até que um dia pensaram que faltava um herdeiro ao trono. Então uma bela manhã, o rei e a rainha fizeram um pedido especial, a uma amiga. Era primavera, e todos os anos a Pérola a cegonha, vinham ao castelo encantado para visitar este lindo casal, o rei Tozé e a rainha Cristina. Pérola gostava muito deles, pois à muitos anos atrás, aleijo-se numa pata, e a rainha cuidou dela com todo o carinho e amor, e assim pode voltar junto das outras cegonhas; desde então ela estava desejosa por fazer algo por eles. Foi então, que o rei pediu a Pérola, um herdeiro, um bebé que pudessem amar e dar carinho, para que os dias fossem mais alegres no reino de enchantia. A cegonha sorriu e garantiu ao rei que iria tratar do assunto. Pouco tempos depois, um belo dia com um sol encantador, uma linda campainha destoou no castelo encantado. Ao abrir a porta, o rei não viu ninguém, mas de repente... Um lindo barulhinho vinha do chão, e com grande surpresa o rei encontrou um cestinho com o presente mais lindo que podiam lhe dar, um bebé. Logo de seguida o rei pegou o cesto e dirigiu se junto da sua amada, que por sua vez ficou radiante com aquele presente caído dos céus. Aperceberam-se de um bilhete na asa do cesto, que dizia: "Com gratidão pela vossa dedicação e amizade, trago vos este presente especial. Será a herdeira perfeita para o vosso reino" Assinado Pérola. O rei e a rainha choraram de alegria, ao ver uma menina linda e cheia de alegria. No ano a seguir Pérola veio visitar a pricesinha, cujo o rei e a rainha tinham nomeado princesa Matilde. O reino transbordava de alegria e de amor. Pérola seguiu coração cheio e orgulhosa por ter trazido esta bênção ao reino. FIM
O conto da Sofia
Uma bebé???????? muito engraçada com grandes olhos e cabelo castanho. A pequenina não gostava muito de tomar banho???? , fazia sempre uma birra até que um dia a sua mãe lhe mostrou os produtos da Corin de Farme com um cheiro maravilhoso do qual a pequenina ficou apaixonada????. Mas mesmo assim a menina , teimosa, não queria de jeito nenhum tomar banho . A mãe???????? não sabia mais o que fazer pois a pequenina não queria tomar banho, quando chegava a tal hora do dia ela corria sem parar até encontrar algum lugar onde se esconder. Com o tempo a mãe foi lhe apresentando a gama completa da Corin de Farme a toda a família???????????????????, a casa já tinha um cheiro maravilhoso, e a pequenina ao ver que era a única que não cheirava bem decidiu experimentar. A bebé???????? mesmo não querendo muito entrar na banheira com a ajuda da mãe lá conseguiu ,a bebé quando entrou na água E sentiu o cheiro do gel de banho ficou encantada parecia um passarinho???? a cantar. Nunca mais teve medo de tomar banho , mas para as coisas serem mais divertidas dizia que ia brincar com o cheiro da natureza .???????????????? Vítoria, Vitória acabou-se a história.????
O conto do Vasco
Era uma vez um menino e uma menina, que decidiram ser pais e é aqui que entra o bebé, o tão desejado bebé. Quando o bebé Vasco nasceu, não sabíamos estávamos preparados para a aventura, mas a aventura começou sem ensaios e tivemos que nos desenrascar. Um ano depois ainda aqui estamos a tentar ser bons pais, achamos que estamos a fazer um bom trabalho, mas com o tempo o Vasco o dirá. É esta a história da nossa família, que todos os dias nos ajuda a crescer.
O conto da Matilde
Querida filha, que melhor conto te posso eu contar, do que a tua própria história?! Não tem a parte do "era uma vez", mas conta a história de uma pequena, grande guerreira, que és tu. Por vezes, nem todos os bebés nascem no tempo certo e isso aconteceu contigo. Em vez do outono, chegaste no verão às nossas vidas muito, mas mesmo muito, pequenina. Para teres uma ideia do teu peso ao nascer, digo-te que um pacotinho de arroz pesava mais. Alguns pensaram que não conseguisses sobreviver, mas nós acreditámos sempre. Foste e continuas a ser, uma grande lição de vida. Foi ao longo de vários dias e noites que viveste numa "caixinha mágica", semelhante à barriga da mãe. Lá pudeste crescer, desenvolveres-te e tornares-te no amor maior das nossas vidas. Através dela vimos cada parte do teu corpo ganhar mais formas. Vimos os teus olhos pela primeira vez. Sentimos a tua pele, o teu cheiro. Foi lá dentro que tomaste o primeiro banho e que te alimentaste ao longo de todo o tempo. Perguntava-me se lá dentro ouvias os meus pedidos, mas a tua luta diária dáva-me a resposta. Corria bem cedo para o hospital, na ansiedade de saber como tinhas passado a noite. Olhar para ti mantinha viva a esperança de um dia te poder ter nos meus braços. Esse dia, finalmente, chegou, e com ele chorei de plena felicidade. Naquele instante olhámos uma para a outra e soubemos que aquele amor, seria para todo o sempre. Agradeço à Corine de Farme a possibilidade de te poder ler este conto, à equipa de neonatologia do HBA por todo o carinho, apoio e profissionalismo, e finalmente, o meu muito obrigada a ti, filha, por teres sido a protagonista desta história. Amo-te, Matilde.
O conto da Julieta Santos
Era uma vez uma menina, que se chamava Julieta, era uma bebé muito calminha, a mais sossegada do planeta. A Julieta pouco chorava, não precisava de chupeta, mas quando começava parecia uma lambreta. Era muito sorridente sobretudo para a avozinha, não tinha uma gargalhada estridente mas era alegre, a pequeninha. A Julieta era um bebé diferente, um verdadeiro caso de estranhar, se todos os bebés choram, porque não havia a Julieta de chorar? Os pais não se incomodavam, até era um motivo para festejar, o que os deixava preocupados era a falta de vontade para trincar. O leitinho bebia com vontade. Mas o resto? Era uma calamidade. Não comia nada, de nada, torcia o nariz, não tinha vontade. Os pais não desistiam de tentar mas a Julieta só queria provar. E quando insistiam com ela, começava logo a refilar. A Julieta era um bebé diferente, um verdadeiro caso de estranhar, se todos os bebés comem porque havia a Julieta a boca fechar? Era uma bebé que não chorava e que não queria comer, pequenina e espevitada, decidia o que fazer! Era uma bebé determinada e com um grande querer, ninguém a convencia a nada, não havia nada a fazer!
O conto da Emma
Era uma vez um cãozinho muito fofinho e brincalhão, chamado Yuki e conhecido como Yuki Lambão. O Yuki teve a sorte grande ao ser adotado por um casal muito amigo dos animais, que o acolheu na sua casa e o tratou como um verdadeiro bebé, como se fosse um pequeno humano até, e lhe dava mimo como se fossem os verdadeiros pais. Este cãozinho era muito feliz com esta família, gostava de passear na rua, e de andar a trepar todas as peças de mobília. De todos os cantos da casa, o sofá era o seu lugar preferido, dormia lá a sesta tão profundamente, que deixava até escapar um pequeno ruído. Mas este patudo era também muito esperto, e não gostava de parar muito tempo quieto. Assim, rapidamente aprendeu vários truques para impressionar os humanos, para exibir as suas habilidades e tentar a sua sorte com mais uma dose de mimos. Esticava a patinha e fazia o “bonito” para pedir comida, e até se deitava de barriga para o ar quando ouvia “Pum! Estás morto!”, tudo isto para receber uma recompensa bem merecida. Este peludinho de quatro patas gostava muito de dormir no meio das perninhas dos seus donos, mas durante o dia sentia-se triste por não ter com quem partilhar os seus sonos. Toda a gente sabia que o Yuki era verdadeiramente feliz no seio daquela família que lhe deu um lar, amor e carinho até transbordar, mas para completar tamanha alegria, faltava-lhe alguém para lhe fazer companhia, Assim, este cãozinho maroto e meiguinho, falou com os seus papás e, sem qualquer vergonha, disse-lhes que queria um novo amiguinho e pediu-lhes para falarem com a sua amiga cegonha. Os papás concordaram que tinham ainda muito amor para partilhar, mas a cegonha estava muito ocupada e com muitos pedidos pendentes, por isso deixou a promessa de que, quando pudesse, os ia tentar ajudar, trazendo-lhes o melhor de todos os presentes. O tempo passou e a barriga começou a aumentar, não só a do Yuki Lambão, mas também a da sua dona lambona! Lá dentro estava um bebé pronto para o Mundo vir alegrar, era a nossa linda Emma comilona. Assim, a família aumentou e o cãozinho nunca mais se sentiu sozinho, mas por vezes reclamava que queria mais um bocado de colinho. O Yuki aprendeu que entre irmãos há que saber partilhar, e descobriu que o amor dos papás tem capacidade para se multiplicar. Assim começou o início de um “Felizes a quatro para sempre”, enquanto a cegonha não se lembrar de vir trazer um segundo presente.
O conto da Joana
Desde que tu nasceste eu nunca mais pedi nada para mim... Cada vez que o meu coração deseja alguma coisa, deseja algo para ti... Desejo que estejas bem, que sejas forte, que sejas uma pessoa nobre e generosa. Que tenhas uma vida maravilhosa e tranquila. Espero que possas ser.... FELIZ é aquilo que peço para mim. ??????
O conto do Duarte
Era uma vez um menino que tinha o sonho de voar. Um dia, pela janela viu um passarinho bem pequenino em cima de uma árvore. Coitadinho, nao sabia voar. Ambos tinham algo em comum, o sonho de voarem. Então a criança pensou numa maneira de ajudar aquele pobre ser. Foi ate à garagem do seu pai , procurou em todas aquelas tralhas perdidas e encontrou um papagaio antigo com que o seu pai brincava quando era criança. Com a ajuda do pai, a criança retirou o passarinho da árvore e levou-o consigo pra casa. Foi então que com a ajuda do papagaio e com muita insistência o passarinho deu o seu primeiro bater de asas, e puff, conseguiu voar. Tal era a felicidade no rosto da criança. Conseguiu realizar um sonho ao seu pequeno e novo amigo. Voar! Lembrou-se então que era esse tambem o seu sonho, e que foi tao facil realizar para o seu amigo, mas que para ele era uma grande dificuldade. No entanto, olhando para o seu amigo, e com o rosto cheio de lágrimas pensou.. "haverá sonho melhor que realizar o sonho de alguém ". E assim, os dois ficaram amigos o resto da vida, e quando o passarinho nao estava a voar, estava a brincar com a criança. E sabem a fazer o que? Um papagaio gigante, quem sabe um dia, tal como funcionou com o passarinho, funcione com o menino. Ha sonhos possiveis de realizar, basta acreditar em cada um de nós.
O conto do Tiago
Zé Pilé Existe um menino muito alegre e bem-disposto Seu nome é Zé Pilé e dele vos quero falar Querem que vos diga porquê? O Zé Pilé era preguiçoso, não gostava de um banho tomar Não lavava a cabeça, o corpo e os pés nem pensar A mãe sempre a avisar que o banho era preciso tomar Mas o Zé Pilé não prestava atenção Achava que tomar banho Era coisa de muita confusão - “Vai lavar os pés Zé Pilé Toma um bom banho para não cheirar a chulé" Depois de tanto avisar e de tão mal cheirar A mãe, muito zangada, tomou uma decisão Pegou no Zé Pilé e um bom banho lhe foi dar Ficou bem melhor nem cheirinho, nem “cheirão” Já não havia chulé que lhe afectasse o pé Só que todos nós sabemos Como é importante o banho tomar E todos os dias o fazemos Não é uma só vez exemplar É fácil de saber o que acabou por acontecer Como o Zé Pilé não tomava banho O cheiro voltou a aparecer A mãe voltou a avisar Mas o Zé Pilé… já sabem como é Não queria tomar banho e já cheirava a chulé Os amiguinhos bem tentaram Com ele queriam brincar Mas tiveram de desistir Por tão mal cheirar Foi para casa depressa Só tinha uma ideia na cabeça Ir para casa e um banho tomar Desde esse dia mágico, uma coisa mudou Apesar de gostar de brincar sem parar Nunca mais se negou A um bom banho tomar Pois o Zé Pilé aprendeu que é bom E que o corpo é importante tratar!
O conto da Maria Klara
Havia uma bola que queria ser quadrada. O seu padrinho de quem ela gostava muito é tinha muita admiração era quadrado. Ela tentou tudo para ficar quadrada. Desde fazer ginástica a fazer dieta. Tinha esperança de conseguir alguma coisa. Um dia encontrou o padrinho e perguntou-lhe: _ olha lá, oh padrinho! O que é que tu fizeste para ficar quadrado? - olha, nasci assim! - respondeu o padrinho espantado com a pergunta. _ porquê? _ E o que é que eu tenho que fazer para ficar quadrada? _ Ora, minha pateta! - Respondeu _lhe o padrinho, sorrindo- tu não podes fazer nada! E olha que tiveste muita sorte! A bola ficou triste. O padrinho continuou: - Quando queres ir a algum lado é só rebolares que chegas lá. Agora eu vou aos saltos, demoro o dobro do tempo que tu a chegar ao lugar que desejo e chego mais cansado. - É gostas de ser quadrado, se te cansas assim tanto? -Gosto. Por isso é que arranjei maneira de andar sem me cansar tanto. De que me valia a pena chorar, só me aborrecia e nada resolvia. Deste modo tiro o melhor proveito de ser quadrado. Percebeste minha tonta redonda? Assim a bola tratou de arranjar maneira de gostar de ser redonda.
O conto do Lourenço Filipe
Era uma vez uma sementinha que vivia num grupo de muitas outras sementes, certo dia o vento soprou tão forte que todas elas se separaram, e essa que era a mais pequenina de todas para um lugar mágico voou, distante e desconhecido, sentia-se ali tão perdida, estava triste e sozinha. Foi então que a chuva chegou e ela toda coberta ficou, aquela terra macia e húmida era tudo o que podia desejar e acabou por adormecer naquele que seria o seu novo lar. O tempo foi passando e a semente mesmo pequenina brotou e cresceu, cresceu muito, dando origem à mais bela planta daquela terra, quando o sol aparecia ela brilhava de alegria e seguia-o até que ele se deitasse e de novo retorna-se, tornou-se assim a sua maior admiradora, suas pétalas de dourado se pintaram e eles jamais se separaram. Seu nome ficou girassol, pois para onde ele estava ela se virava. Tu és o nosso girassol e como tal desejamos que sigas sempre o que te faz feliz, a vida é como está planta maravilhosa, mesmo que venha a noite no outro dia o sol brilha. E mesmo que venha a chuva, se o sol um pouco brilhar no céu um arco-íris se irá formar e o teu dia alegrar. Sê Feliz! ^,^
O conto do Jorge Gonçalves
Era uma vez uma aldeia muito pequenina. Essa aldeia estava repleta de crianças que adoravam brincar no meio da natureza. Todos os dias iam explorar os bosques mais próximos, cuidavam dos animais que ali viviam, corriam muito e inventavam novas brincadeiras. Até que um dia, o senhor Zé que era muito rico, comprou um trator. As crianças ficaram admiradas com o seu tamanho e logo perguntaram ao senhor Zé se podiam ir dar uma voltinha. Prontamente concordou em levar os meninos a passear pelo seu terreno. Subiram para o trator e começaram a viagem pela quinta. Viram muitos animais - vaquinhas, cabrinhas, ovelhas, porcos e até algumas galinhas que não paravam de comer milho. Estavam todos a adorar a viagem e a pedir para o senhor Zé andar mais depressa, que loucura! Qual não é o espanto das crianças quando vêem que o cão Lucky estava a correr atrás do trator e a ladrar bem alto! O Jorge, que era um menino muito corajoso pediu ao senhor Zé para parar. Mal o trator parou, saltou para o chão e foi a correr buscar o Lucky que ficou muito feliz por embarcar nesta aventura também. Não parava de lamber o Jorge e de dar à cauda. Mas que alegria!! E assim terminou mais um dia naquela feliz aldeia. Já na cama, à luz das estrelas, Jorge adormeceu a sonhar com a viagem de trator, com os animais da quinta, com os seus amigos e com o cão Lucky que foi o resto da viagem a abanar a cauda e a lamber a cara de todos eles! Concerteza mais viagens virão e com elas mais aventuras também! Com o Jorge tudo é uma animação mas primeiro é preciso ir dormir e descansar para o soninho repôr e mais logo talvez, no trator, poderás também passear! Boa noite e até amanhã!
O conto do Rodrigo
Estava sol. Era finalmente o dia do nosso piquenique em família! A mãe arrumou tudo e o pai vestiu-me aquela roupa confortável e que eu posso sujar! - Já podemos ir, mamã? - perguntei aos saltinhos! - Estás mesmo entusiasmado! Vamos lá, vamos lá! Não conheci aquela palavra e tentei dizê-la baixinho "entusiasmado"! O pai pegou-me pela mão e fomos para o carro! "Cinto de segurança, pronto!" dissemos todos em conjunto! - Boa viagem, filhote! Estás feliz? - perguntou ela! - Sim, estou entu.. Entu.. Entusismado! O pai deu uma gargalhada, e a mãe sorriu e disse: "entusiasmado"! Repeti, sem me enganar! Quando chegamos ao parque brinquei muito. Primeiro no escorrega, depois nos baloiços! O pai empurra-me muito alto e a mãe até tapa os olhos com medo que eu caia! Depois de muito correr ouvi a mãe chamar "Rodrigo, anda lanchar"!! Sorri e como um menino grande sentei-me ao lado dela, limpei as mãos e comi fruta fresquinha. Que bem que soube depois de tanto correr! Quando chegamos a casa estava muito cansado e o pai levou-me ao colo. Tomei o meu banhinho e comi toda a sopa. Lavei os meus dentes e... Adormeci!
O conto do Alexandre
A tua lágrima na árvore de Natal Numa noite fria de Inverno o menino pediu um colo quentinho à sua mãe. A mãe, como sempre, abriu os braços para receber o seu pequeno no colo. Ao beijar suavemente a cabeça do filho vê uma lágrima brilhante a percorrer-lhe a cara. Com o coração apertado, pergunta: -Por que choras, meu pequeno? O menino, não sabia porque chorava. Chorava "porque sim". À mãe parecia que aquela lágrima continha toda a tristeza do mundo. Era uma lágrima gordinha a escorrer pela cara redondinha do seu adorável filho. Era uma lágrima a sério. Demorou-se alguns segundos a tentar perceber os motivos de tal tristeza. Por fim, disse: - Sabes, quando não sabemos porque choramos, é porque choramos o choro de outros. Essa lágrima não é tua. É a lágrima de um menino que não conheces nem conhecerás, que chorou por um motivo que irás sempre desconhecer. É uma lágrima solidária. Dizem que quando enxugamos uma lágrima solidária mandamos embora a tristeza do outro menino. É isso que vou fazer. Vou pegar na tua lágrima e vou pô-la na árvore de Natal. Vais ver que vais ficar mais contente e ou outro menino também ficará. E assim fez. Com os dois dedos ágeis pegou na lágrima e pousou-a delicadamente num ramo do pinheiro de Natal enfeitado. O que aconteceu então foi maravilhoso. Ao tocar na árvore, a lágrima de imediato solidificou. Transformou-se numa belíssima lágrima de vidro, translúcida e reluzente. Desse Natal em diante a lágrima de vidro nunca faltava na árvore dessa família, lembrando ao menino que o espírito solidário é a verdadeira magia do Natal. FIM
O conto da Constança
Era uma vez uma menina, que despertava muitos amores, chamava-se Constancinha e sonhava conhecer os Açores. Tinha os olhos cor de mel e cachos perfeitos no cabelo, a mãe tratava a sua pele, com muito cuidado e zelo. A pequena concha era feliz, mas sempre muito protegida, sempre que espirrava pelo nariz, a mãe ficava muito aflita. Já não ia lá fora brincar, ou então levava mil casacos, tudo para não se constipar, nem desmanchar os lindos cachos. Até que um dia aborrecida, a pequena Concha pôs-se a pensar: - Se me esgueirar pela cozinha, posso ir lá fora brincar, E não deixo a mãe aflita, pois volto antes do jantar, anda sempre tão entretida, pela minha falta não vai dar. Mas o plano da Concha falhou, quando se pôs a ver o mar, e quando o sol nele se deitou, com os Açores ficou a sonhar. Entretanto já noitinha, veio o frio e a escuridão, e o caminho para a casinha, tornou-se uma confusão. A mãe tão preocupada, pediu ajuda à vizinhança, e todos em volta da casa, procuravam a pequena Constança. O seu cão chamado Abel, foi farejando corajoso, à procura dos olhos de mel e daquele sorriso bondoso, E assim que os dois se viram, foi tamanha a alegria, um ladrava o outro ria, era enorme a euforia. Todos então a abraçaram, e a mãe ralhou um bocadinho, mas viu que os pássaros voam, se ficarem presos no ninho. Depois do susto veio um segredo, que foi também uma solução, a mãe perdeu o medo e largou a preocupação. A gama bio Corine de Farme, deixava sempre os cachos perfeitos, mesmo quando a Constança corria, pelos campos de amores perfeitos, E ao fim de um dia a brincar, um banho pela vida sabia, não havia modo de se constipar, ganhou defesas, estava protegida. E como a vida é dos sonhadores, que tornam os contos de fadas reais, saiu uma viagem aos Açores, à Constança e aos seus pais!
O conto do Rafael
Ainda dentro da barriga da mamã, não sabia o que era o mundo, mas todos os dias minha mamã falava comigo para eu ver que já era importante e bem vindo ao mundo, entao um dia disse-me a mamã que ia ser o princepe mais novo que ca fora os quatro irmãos esperavam a sua vinda anciosos. Não deixei de pensar que seria outra criança lá em casa, que emoção que me deu,até comecei a xutar a barriga da mamã para ver que feliz fiquei que ao saber que ja era amado mesmo antes de nascer. E agora que já ca estou feliz eu sou tenho uma mamã maravilhosa e uns excelentes irmãos e uma familia que me adora. todos brincam comigo, me mimam de todas as maneiras. Não há maior felecidade no mundo do que saber que sou amado pela minha mamã e familia. Fim.
O conto do Rafael
A mamãe esta aqui, e vai cantar para ti uma canção de embalar que vai te fazer sorrir. A mamãe esta aqui, e sempre vai estar se o bebe chorando esta a mamãe o vai a calmar, porque so eu sei como cuidar de você. Sempre que precisar por mim é so chamar que ao colinho te vou pegar e miminhos te vou dar. Meu coração brilha com o teu carinho que me das. A mamãe te ama e para te sentires bem por ti tudo é capaz, a tua felicidade e teu bem estar é a minha prioridade. muitas canções vou cantando para tu te encantares
O conto do Leandro Moreira
Era uma vez uns papás que queriam muito ter um bebé mas a Cegonha não lhes bateu à porta durante 12anos. Então eles decidiram pedir ajuda, foram falar com o chefe das Cegonhas, ai ficou tudo decidido o dia em que lhes seria entregue o seu bebé, se a morada estivesse correta e assim foi. Quando os papás avistam o bebé pela primeira vez dia 18 de Out. a partir dai tudo deu certo, foram informados que iriam ter uma menina, eles felizes escolheram logo o nome seria Nicole... Até que um dia a Cegonha não se sentiu muito bem e teve de entregar o bebé o mais cedo possível do que seria previsto, entregou o bebé aos papás às 28semanas com 710gr e 32cm... mas afinal a Cegonha teria enganado os papás trouxe-lhes um menino, ai tiveram de voltar a escolher um nome de menino e assim ficou LEANDRO. O Leandro e os papás tiveram de viver 83dias nos Hospitais de Almada e depois em Évora. O dia mais feliz dos papás foi o dia em que levaram o seu menino finalmente para casa dia 4julh 2017 ... E assim foi a linda história do bebé Leandro chamado por muitos como "Filho da Ciência" e um "Prematuro Guerreiro" que foi um grande lutador junto com os seus papás !...
O conto do Tomás
Era uma vez um gato português, que tocava piano e falava Inglês. O gato Tomás, assim era o seu nome, passava o dia sempre com fome! De manhã, ao acordar, bebia leitinho com mel, sem parar. Ao almoço, sem qualquer pudor, devorava tudo ao seu redor E à noite, mesmo depois do jantar, pedia mais leitinho ao deitar! É verdade, o Tomás era muito comilão, mas essa não era a sua maior qualidade Gostava de rir, cantar e dançar... Sempre pronto para os outros animar. Dizia, muito divertido: “Papá, anda brincar comigo!” E acrescentava, com pujança: “Mamã, dança!” Também adorava histórias de encantar, sempre atento a escutar Inventava novas personagens, nomes e lugares E sonhava com eles… O Tomás era uma gato muito curioso e audaz Sempre à procura de novas aventuras (e travessuras!) Ora se sentia um pirata vilão, a bordo de uma majestosa embarcação Ora um super-herói valente, a voar sobre a cidade emergente Ora até um cavaleiro andante, montado num cavalo possante E ainda um piloto de corridas, a deslizar nas curvas apertadas Mas ao fim do dia, já cansado de tanta euforia Com todos os carrinhos coloridos, puzzles e livros arrumados O Tomás era então um gatinho… a pedir colinho E mesmo antes de adormecer, com todo o carinho Nunca se esquecia de dizer: “Gosto muito de ti, mamã!” Vitória, vitória… Acabou-se a história!
O conto do Miguel
Era uma vez um pequeno ursinho, o Miguelito; que vivia numa pequena floresta. O ursinho vivia numa toca com os seus papás e sentia-se muito sozinho quando eles saiam, para ir buscar comida e água. Mas ele ainda era muito pequenino e não podia sair para grandes caminhadas, pois não conseguiria escapar aos predadores. Então ficava na sua toca, pois seus pais sabiam que aquela orla da floresta era bem segura e protegida. O que o ursinho ainda não sabia era que existiam também muitas aventuras para viver naquele pequeno campo verde e muitos e verdadeiros amigos na vizinhança. Um dia o ursinho espreitou pela toca e lá estava um doce e fofo coelhinho de orelhas compridas e branquinhas, era Gui. E ele trazia consigo os irmãos, Rodri e Iara dois pequenos esquilos traquinas! Eles conquistaram a confiança do pequeno ursinho e despertaram nele a curiosidade de explorar o mundo lá fora. Desde esse dia, todos os dias, se juntavam os quatro amiguinhos para brincar e tornaram-se grande e eternos amigos. Eles tinham uma pequena canção que cantavam todos os dias: Olá Miguelito Pequeno ursito. És brincalhão, divertido E nosso amiguito. És muito animado Tens um riso engraçado, Quando começas a dançar Ninguém te consegue parar. Olá coelhinho Tu és o nosso Gui; Sempre a correr e a saltar Daqui para ali. Gostas de conversar Mas sabes ouvir. Com tuas piadas Pões todos a sorrir! Olá esquilo Rodri Em ti confiamos, Pois és quem nos protege Quando medo temos. Tu és o mais velho Inventas as brincadeiras, Mas também nos ensinas A ter boas maneiras. Olá menina Doce esquilinha, És a mana Iara A mais pequenina. Com teu jeito meigo Gostas de ajudar; Danças, corres e saltas, Connosco adoras brincar.
O conto da Victória
Era uma vez uma menina muito linda que gostava muito de brincar com os seus balões de todas as cores. Todos os dias pedia um diferente aos seus pais. Como os pais nao podiam comprar juntaram algumas moedas e conseguiram comprar os baloes das cores que ela pediu. So nao havia cinzento. Quando chegamos a casa demos oa baloes a pequena Victória e ficou tao contente que corria pela casa toda alegre e a brincar com eles. Nesse momento lembrou se de que faltava o cinzento e a mamã disse que nao havia e que tinha de comprar noutro lado. Pois entao esqueceu e continuou a brincar mas ainda todos os dias ainda fala no balao cinzento. Victória Victória acabou-se a história....
O conto do Rafael
Eu sou o Rafael, sou um pedacinho doce como o mel, sou meiginho, brincalhão, meu sorriso e lindo e tenho muita imaginação. adoro as canções da mamã, o embalar do colo dela mara me animar e acalmar, gosto de brincar com meus irmãos, não sei ainda falar, mas a minha maneira de comunicar minha mamã já conhece. Sou o princepezinho da casa sou o pequeno adorada e ico muito feliz e emocionado. até breve mais histórias irei por aqui partilhando.
O conto do Rafael
Um pequeno príncepezinho chamado Rafael, que vivia num lindo castelo, com sua adorada mãe e seus irmãos. O príncepezinho Rafael era tão lindo e muito belo, tinha uns grandes e bonitos olhos com umas longas pestanas, seu sorriso era um encanto. A mãe do príncepe Rafael todos os dias lia uma história para ele e seus irmãos, eram histórias fantasticas que apetecia ouvi-las todas as noites e repetidamente sem fim. O príncepe Rafael vivia de contente rodeado por todos. Era uma magia sem fim, um conto sem explicação uma história contada vinda do coração, é a história que conta a mamã para o príncepezinho e seus irmãos na hora de dormir. Mamãe vai contar um pouco sua canção para que todos possem disfrutar dessa fantastica emoção. " a mamãe está aqui,e uma canção de embalar vai cantar para que o bebe possa dormir. eu aqui estou e estarei sempre que precisar, se o bebe chorar a mamãe vai o acalmar, porque eu sou tua mamãe e para ti sempre aqui vou estar basta por mim chamar seja pequeno ou grande a mamãe sempre vai estar. um beijinho de boa noite vou te dar , e ficarei a te olhar ate o soninho chegar.". "dorme, dorme meu pequenino, dorme,dorme oh meu sol, dorme meu pedacinho do meu coração, dorme seu lindo soninho no meu colo." e o princepezinho e seus irmãos prontinhos nas suas caminhas, esperando anciosamente pelos contos da mamãe para mais uma bela e encantada história de boa noite. Contos e canções de sua mamãe para todos os dias, vive com alegria e sempre com muita magia. beijinhos meus pequenos adorados.
O conto do João
Eu chamo me clara e sou muito grande porque quando estava dentro do ovo a gema começou a irritar me e eu comecei a discutir com ela. Então a casca ralhou comigo. Eu fiquei zangada, dei um soco na casca e saí cá para fora. A casca tentou apanhar me mas eu corri mais depressa. Por isso é que eu sou muito grande, saí fora da casca...
O conto do Rodrigo Vicente
uma mulher que não sabia que tinha tudo para ser uma boa mãe!! Um dia decidiu que iria investir em ter um filho, menino ou menina, isso não importava. Passados uns meses, o momento esperado acontece. Nasce o Rodrigo, que veio inundar de alegria uma casa e uma família. Foi das coisas mais marcantes, ver aquele rosto redondinho, transbordando tranquilidade, (igualzinho ao que se viu na ecografia, uns dias antes de nascer), pegar no colo, dar banho, amamentar... foi uma satisfação imensa o nascimento desta criança. Que continues a ser sempre feliz como tens demonstrado até agora...
O conto do Francisco
Era uma vez, um reino onde não existia estações.o rei com quatro filhas. Cada uma mais linda que a outra. Quando chegou a altura de elas casarem, o rei mandou espalhar a notícia pelos 4cantos do mundo. Um dia, chegou um príncipe lindo, de pele negra e cabelo encaracolado. Quis casar com a princesa mais velha. O rei fez o príncipe prometer que uma vez por ano deixaria a filha voltar para o visitar. E assim a filha casou e foi viver com o príncipe. Uns meses mais tarde, chegou outro príncipe, ruivo, cheio de sardas e com roupas muito coloridas. Pediu a mão de uma das princesas e o rei concedeu, também com a condição de a deixar voltar uma vez por ano. O mesmo aconteceu com as outras duas princesas, que casaram com um príncipe louro e muito branco, e outro moreno e bronzeado. O rei sem as suas filhas estava muito triste. Um dia, uma das filhas chegou ao reino para visitar o pai. Todo o reino se encheu de flores, os pássaros cantavam de alegria. Mas chegou a altura de a princesa regressar para junto do esposo. Para felicidade do pai, tinha chegado a altura da visita de outra das filhas. O reino inteiro festejou, o sal brilhava com toda a força, o céu estava azul e sem nuvens. Mas também tinha chegado ao fim a visita da filha. Cada vez que uma filha ia embora, chegava outra para o alegrar. Com a chegada de outra filha, o reino tinha-se transformado mais uma vez em homenagem à princesa, às árvores tinham pintado as suas folhas de laranja. E no fim do ano, tinha chegado a altura da quarta filha chegar. Desta vez, todo o reino se encheu de branco. A princesa que tinha casado com o príncipe loiro, viu com alegria que o seu reino se tinha enchido de neve. Para alegria dos habitantes que nunca tinham visto esse cenário. E todos os anos se repetiram essas visitas das princesas ao pai. É assim nasceram as 4 estações do ano.
O conto da Isabel
Uma menina que queria muito ter uma grande familia,pois a dela era pequenina,para que no Natal e em dias festivos tivesse mesa cheia e houvesse aquela algazarra que soa a alegria. Essa menina cresceu e tornou-se mãe,ela teve um menino chamado Martim e uma menina chamada Sofia mas,o pai deles foi embora e a mãe ficou sozinha. Até que um dia, apareceu o Príncipe João,ele fez a mãe e os seus filhos muito muito felizes e desse amor nasceu uma princesinha, a Isabel,e aí a mãe sentiu -se tão completa e feliz que o seu coração pulava de alegria porque conseguiu finalmente ter a famila com que sempre sonhou.Tinha três filhotes lindos.Em casa já havia algazarra que soava a amor e alegria.A mãe outrora menina ja tinha contruido uma grande familia. Por isso nunca,mas mesmo nunca podemos desistir dos nossos sonhos mesmo quando parecem impossíveis.
O conto da Maria Inês
Uma linda princesa De seu nome Maria Inês era a jóia da realeza Seus pais D. Joana e D. João Com ela passavam o dia a brincar Viviam no Reino de Azeitão Rodeados por Serra e Mar Era uma criança muito feliz e amada Até que um dia tudo mudou Apareceu uma bruxa malvada Que sobre a princesa um feitiço lançou A sua pele outrora macia Estava agora seca e estragada Nenhum produto resolvia A magia pela bruxa lançada No Reino soou o alarme E uma fada-madrinha apareceu Trouxe consigo CORINE DE FARME Que o problema resolveu Ao castelo voltou a harmonia Para comemorar foi dado um festim Com muita música e alegria Esta história chega ao FIM.
O conto do Francisco
o menino Francisco, ou Fanquico como a madrinha o chamava. Esta história começa quando o Fanquico era ainda uma lagartinha. Certo dia começou a ouvir outras duas vozes, que tinham nele um efeito inexplicável: faziam-no sentir calmo, confortável e seguro, chamavam-no de filho e ainda diziam que o amavam. "Mas o que é o amor?" - perguntava. Às 12 semanas, o Fanquico ouviu o pai Tiago contar à tia Bárbara que ia ser pai. Ele estava tão emocionado que a voz lhe tremia. Entretanto, o Fanquico sentiu que algo não estava bem. O pai Tiago e a mãe Cláudia não falavam tanto com ele. Ouvia falar de uma Bisavó Ana que estava doente no hospital. Quando percebeu que não a ia conseguir ouvir mais, sentiu-se triste, mas mais uma vez as vozes dos pais acalmaram-no. Percebeu que, pelo menos, a bisavó partiu sabendo que ele estava a crescer bem. Já tinham passado 7 meses desta aventura e o Fanquico já conseguia distinguir a maior parte das vozes que ouvia: os avós sempre a agarrá-lo e a beijá-lo, os tios a falarem como se ele fosse uma lagarta bebé e os pais a contarem as aventuras de uma barriga crescida e os cremes da Corine de Farme que tinham comprado. Foi num jantar que os pais Tiago e Cláudia convidaram a tia Bárbara e o tio Esteves para serem os padrinhos do Fanquico. Foi neste momento, com todos de volta dele, felizes, que começou a perceber o que significava verdadeiramente a palavra "amor" e a união que ela cria. Aos 9 meses, o Fanquico nem sabia o que pensar: queria estar naquela casa que lhe deu abrigo durante tanto tempo, mas também queria sair daquela bolha e conhecer pessoalmente as pessoas maravilhosas que o cercavam. Teimoso, como só ele era, decidiu nascer no dia 26 de Outubro, dia de anos da madrinha Bárbara. No inicio, ele não conseguia abrir os olhos...era tanta luz e estava tanto frio! Mas depois vieram aquelas vozes novamente e, finalmente, o Fanquico conheceu os seus pais. Ainda não os conseguia ver perfeitamente, mas sentia que os amava e que eram ainda mais bonitos do que ele imaginava. Hoje, com quase 3 meses, o Fanquico é um bebé feliz e mimado. Acha piada que o pai Tiago se emocione com todas as coisas novas que faz (sorrisos ou até um espirro), mas, de vez em quando, fica irritado com as dores de barriga e não gosta que lhe apertem as bochechas. Acabou por descobrir que o que o alimentava era o amor, que tanto vinha daquele cordão na barriga da mãe que marcava o início das suas relações, como de toda a ligação que se criou cá fora. Ao longo do tempo, o Fanquico-lagartinha, rodeado e alimentado por este sentimento, tornava-se uma linda borboleta, com asas cada vez mais fortes, quase prontas para iniciar o voo naturalmente.
O conto do António
António e o pé de feijão Era uma vez o António. O António morava com o seu pai e a sua mãe. A vida corria normal mas, os pais do António, porque ele era um menino muito esperto e curioso, resolveram explicar-lhe, um dia, o porquê de termos tanta coisa que não nos faz falta para sermos felizes. Por isso, sentaram-se os 3, para escolher muitas coisas que não usavam e resolveram vender e dar O António ansioso e muito dedicado à ação, nessa noite sonhou que tinha ele vendido tudo para ajudar outros meninos que nada tinham. Havia trocado tudo por 3feijões mágicos. Entregou-os à mãe e pediu que os plantasse. A mãe plantou-os no quintal da casa dos avós e no dia seguinte havia um enorme pé de feijão que ia dar a céu! O António subiu, subiu, subiu e depois de passar as nuvens foi dar a um castelo enorme. Nesse castelo estava um gigante adormecido que tinha um sono muito leve. O António viu inúmeras coisas bonitas no castelo mas uma,naturalmente, chamou-o à atenção: um pote de moedas de ouro que podia trazer para dar aos outros meninos e bebés que nada tinham. Desceu o pé de feijão com muita rapidez e mostrou aos pais o que tinha trazido para ajudar a ajudar. Repetiu esta subida três vezes e na última, acordou, sem querer o gigante, que desceu apressado atrás dele. Mas o António chegou primeiro e pediu aos pais para cortarem o pé de feijão porque vinha um gigante atrás dele. O pai prontamente cortou o pé de feijão e nisto... o António acorda. Correu a contar a seus pais o que havia sonhado e pediu que os pais quando vendessem todas as coisas que dessem todo esse dinheiro para outros meninos poderem ser tão feliz como ele era. Reuniu mais brinquedos e pediu aos pais para dar a outros meninos. Os pais muito felizes e emocionados com o facto do António ter percebido a intenção da ação, disseram-lhe que no mundo todos devemos cuidar dos nossos bebes naturalmente, com ou sem bens materiais. Explicaram-lhe que o Amor é o maior bem que nos acolhe, aconchega e protege mesmo quando nada há. O António é um menino feliz e quer que outros também sejam.
O conto do Pedro Serôdio
O menino e o lobo bom Num lindo dia de sol, o Bernardo e os seus pais foram fazer um pic-nic àquela a que chamavam de floresta encantada, por ser muito frondosa, com árvores altas e elegantes, algumas eram tão especiais que só ali existiam. Enquanto os pais preparavam o lume para fazer um belo grelhado, o Bernardo foi apanhando pauzinhos pequeninos para entregar aos pais e os ajudar na tarefa de fazer um bom lume para a grelhada, mas entusiasmou-se tanto que acabou por se afastar dos pais e quando se apercebeu, não sabia bem onde estava. Bernardo, com 5 anos, olhou à sua volta e não viu os pais, não viu ninguém e ficou com tanto medo que começou a chorar, desesperado. Quando voltou a abrir os seus olhinhos cheios de lágrimas, viu perto de si um lobo…. Uiii! Parecia um cão, era alto e magro, peludo e tinha um ar fofinho. Bernardo tremeu quando o lobo se aproximou ainda mais de si, mas rapidamente percebeu que não iria ser atacado. O simpático lobo castanho, roçou com o seu lombo na mão de Bernardo como que a dizer-lhe “Anda, vem comigo! Eu levo-te até aos teus pais!”. E assim foi, Bernardo seguiu o lobo simpático que o levou de volta ao local onde os seus pais se encontravam a preparar o pic-nic. Não se aproximou muito, ficou de longe a ver Bernardo chegar junto dos seus pais, que já estavam aflitos à sua procura. Os três deram um longo e apertado abraço e quando Bernardo quis indicar aos pais que tinha sido o lobo simpático a trazê-lo de volta, ele já lá não estava, tinha desaparecido no meio da floresta encantada. Moral da história: Não te afastes dos teus pais e os animais são nossos amigos!
O conto do Afonso
Uma bela formiga, que foi para o campo passear, não deu pelo passar do tempo, e quando se apercebeu, já não conseguiu encontrar o caminho para voltar, vagueou pela floresta até que se encontrou, com um estranho animal, de que nunca ouvira falar, ficou a saber que era cigarra, inimiga desde sempre nas histórias infantis, que cantava todo o verão, mas que estava desempregada, pois já ninguém queria ouvir as canções que ela entoava, nem sabia onde encontrar quem lhe escrevesse uma nova, e a formiga, ali, jurou, que ia arranjar solução, sorriram de contente, as duas, e a cigarra lá ajudou a formiga a ir para casa, e foi já pela noite dentro, que conseguiu a formiga, escrever uma cantiga, que falava de coragem, tolerância e alegria, amizade e esperança e mal nasceu o dia, ela foi, logo, a correr, mostrá-la à triste cigarra, que estava ainda deitada, mas assim que viu a amiga, pegou na sua guitarra, fizeram um belo par, com dois tons muito afinados e até a foram cantar, ao festival da canção, dos insetos animados, mas causaram tal confusão, com a maldita da fábula, que esta teve de mudar, a moral, e com razão, pois provaram que a amizade, mesmo sendo tão diferentes, pode ser, mesmo, de verdade!
O conto da Makayla Alves
Era uma vez uma princesa que gostava de comer osso, e tinha apenas dois dentinhos
O conto do Alexandre
O Galo “Faz Ó Ó” Era uma vez um galo muito especial A história deste amigo é uma sem igual Ali mesmo onde vivia, andava tudo atrapalhado É que o galo desta quinta estava muito baralhado De manhã cedo logo cantava E com voz afinada assim entoava: “Faz ó ó! Faz ó ó!” Que forte a voz do galo Por todo o lado se ouvia Assim que raiava o dia Algo estranho acontecia Os animais, ao ouvirem tal pregão Voltavam, obedientes, A dormir, todos contentes. É que em vez de “cocorocó!” O galo ordenava “Faz ó ó!” A única que não obedecia Era a menina Maria Ao ver tal rebaldaria Pensava: “porque seria?” Lá se chamou o veterinário Depois de bem examinar Conclui sem pestanejar: “Este galo ouve mal E fala tal e qual” Logo, logo, lhe prescreveu Um aparelho bem discreto Ao usar a modernice, Enchia-se o galo de gabarolice Desse dia em diante O dia assim recebia: “Cocorocó! Cocorocó!” Diz o galo: “Cocorocó!”
O conto da Lara Carvalho
duas princesas chamadas Lara e kyara... A Lara brilha, tem um sorriso maroto e encantador, além de ser uma menina forte e com gostos particulares. Sabe o que fala, o que faz e sabe tudo o que quer. Tem 3 aninhos mas é mais independente que eu. Kyara e uma menina doce, meiga e tranquila, apaixonante pela paz que transmite. Tem 1 aninho e me ensina todos os dias como viver na humildade os grandes momentos de amor. Dir-vos-ei eternamente que venero esse amor que me ronda e que não há nada mais poderoso do que sentir na alma esse amor todos os dias...
O conto da Diana Rafael
Uma princesinha que estava prestes a chegar junto da mamã do papá e das suas manas, mas o tempo acabou dia 30 de Novembro e ela não nascia.. isto porque para a mamã poder ir "descansada" para o Hospital tinha que deixar as sopas das manas feitas, e as roupas delas também em ordem então a princesa Diana ia esperando.. até que a Sra. Doutora disse que a mamã dia 5 de Dezembro tinha que estar no Hospital para a princesinha poder nascer. E assim foi.. mas antes de ir a mama teve que orientar tudo lá por casa, 2panelas de sopa ficaram feitas, a roupa das manas arrumadas e até os presentes de Natal a mamã embrulhou todos... A mamã estava muito cansada e num misto de emoções.. queria muito ter a princesinha Diana nos braços mas ao mesmo tempo estava triste por ter que deixar a princesa Alicia que ainda era muito pequenina, só tinha 2 aninhos e a princesa Eliana que nessa semana estava a ter testes e a mama não ia conseguir estudar com ela como sempre fez!.. A cabeça da mamã estava num turbilhão... e lá foi ela com o papá para o Hospital. A princesa Diana nasceu às 18:57m igual às manas muito linda, grande e gordinha. Como nasceu antes das 19h a princesa e a mamã só ficaram no Hospital 2 dias, assim a mamã pôde vir para perto das manas mais rápido..a princesa Eliana já tinha 8aninhos agora a princesa Alicia só tinha 2.. e ainda precisava de muito miminho da mamã! Mural da história.. a princesinha Diana foi muito amiga das manas na hora de nascer assim como será para sempre! A mamã Vania e o papá Marco amam muito as suas três princesas ?
O conto da Diana Rafael
Uma princesinha que estava prestes a chegar junto da mamã do papá e das suas manas, mas o tempo acabou dia 30 de Novembro e ela não nascia.. isto porque para a mama poder ir "descansada" para o Hospital tinha que deixar as sopas das manas feitas, e as roupas delas também em ordem então a princesa Diana ia esperando.. até que a Sra. Doutora disse que a mamã dia 5 de Dezembro tinha que estar no Hospital para a princesinha poder nascer. E assim foi.. mas antes de ir a mama teve que orientar tudo lá por casa, 2panelas de sopa ficaram feitas, a roupa das manas arrumadas e até os presentes de Natal a mama embrulhou todos... A mama estava muito cansada e num misto de emoções.. queria muito ter a princesinha Diana nos braços mas ao mesmo tempo estava triste por ter que deixar a princesa Alicia que ainda era muito pequenina, só tinha 2 aninhos e a princesa Eliana que nessa semana estava a ter testes e a mama não ia conseguir estudar com ela como sempre fez!.. A cabeça da mamã estava num turbilhão... e lá foi ela com o papá para o Hospital. A princesa Diana nasceu às 18:57m igual às manas muito linda, grande e gordinha. Como nasceu antes das 19h a princesa e a mama só ficaram no Hospital 2 dias, assim a mama pôde vir para perto das manas mais rápido..a princesa Eliana já tinha 8aninhos agora a princesa Alicia só tinha 2.. e ainda precisava de muito miminho da mama! Mural da história.. a princesinha Diana foi muito amiga das manas na hora de nascer assim como será para sempre! A mamã Vania e o papá Marco amam muito as suas três princesas ?
O conto da gabriela
Uma menina muito bonita que adorava pintar. Dizia que pintar fora das linhas, era sinal de alegria. Utilizava as cores todas para mostrar o quanto estava feliz e muito orgulhosa da sua bela obra de arte! Um dia, pelos anos da sua avó, decidiu pintar com guaches, nessa tela misturou as cores todas, fez uma piscina e ainda um arco íris para alegrar os dias de chuva e trovoada! Será ela a próxima artista da família?! Uma coisa, nós sabemos... As cores são alegria desta miúda!
O conto do Rodrigo Wanzeler
Era uma vez . . . Um menino chamado Rodrigo, esse menino era tão amado pela sua mamã e pelo seu papá, era um amor sem medidas, sempre com base na parentalidade positiva. . . Dormia na cama com os pais, foi amamentado até tarde, as coisas sempre lhe foram muito bem explicadas desde muito pequenino, teve sempre muito colinho e muito miminho. . .o que fez com que ele á medida que ia crescendo se torna se uma pessoa alegre, independente, muito carinhosa, persistente e muito seguro de si. ??
O conto do Guilherme Santiago
Era uma vez duas formiguinhas que gostavam muito de passear. Certo dia viram que precisavam de mais companhia e aproveitaram uma noite muito fria para ficarem juntinhos:) passando algum tempo não eram duas a passear mas sim quatro. Tudo mudou e os passeios eram sempre muito mais divertidos sempre com muita alegria:)
O conto da Sofia Fonseca
Era uma vez, um reinado distante, onde um rei e uma rainha viviam felizes com os seus dois filhos. Uma noite, um feiticeiro pediu abrigo no castelo pois estava muito frio e uma tempestade aproximava-se. O rei, ao ver o homem, muito feio, velho e mal vestido, recusou oferecer-lhe abrigo. De imediato, o feiticeiro transformou-se num terrível dragão e ameaçou com voz tenebrosa: - Quem pensas tu que és para me recusar seja o que for? Julgas que és melhor do que eu ao julgares-me pela minha aparência? Fica sabendo que, de hoje a um ano, tu, a rainha e os teus dois filhos serão meus escravos! Dito isto, desapareceu. O rei ficou assustado no momento, mas nunca mais pensou no assunto. Um ano depois, durante uma tempestade o rei, a rainha e os dois filhos desapareceram misteriosamente. Ficou apenas, no berço, a jovem princesa que nascera dias antes. Todos ficaram muito consternados e sem saber o que fazer. Os criados do castelo cuidaram da bebé e deram-lhe todo o carinho e amor que tinham. A princesa cresceu e tornou-se na mais bela jovem de todo o Reino. Era também muito atenta, inteligente, meiga e carinhosa com todos. Numa noite um velhinho pediu abrigo no castelo e a jovem princesa, tendo pena do pobre esfarrapado, mandou que lhe dessem abrigo e alimento. Nesse momento, num clarão inesperado, o velho desapareceu e surgiram, o rei, a rainha e os dois príncipes, há muito desaparecidos. E viveram felizes para sempre...
O conto do Lourenço Valverde
Há muitos anos, num país chamado Felicit?te, vivia um menino, muito inteligente, chamado Felíce. Felíce era um menino muito bem comportado, bem-disposto, muito educado, muito amado pelo seu papá e pela sua mamã, muito venturoso, valente e, acima de tudo, Felíce era muito FELIZ! Felíce sentia particular felicidade quando a sua mamã fazia o seu delicioso bolo de chocolate preferido, que comia com uma caneca de leite quentinho. Felíce tinha o cuidado de ir logo chamar os seus amiguinhos para partilhar o lanche tão saboroso que a mamã preparava com tanto amor. A mamã de Felíce chamava-se Am?re e sentia-se abençoada por ter um filho tão feliz, amável, alegre e tão amigo dos seus amiguinhos. Am?re sentia tanto orgulho no seu menino, o seu sonho real que podia abraçar, beijar e dar muito colinho e muitos miminhos, que a fazia sentir a mãe mais feliz do mundo! Mais a mais, quando se deliciava a ver o pequeno Felíce a pedalar na sua tão veloz bicicleta, a sua Bicy Leõne, a qual o fazia sentir um verdadeiro leão voador a pedalar. Os seus cabelos voavam, com o vento, como se de uma juba se tratasse e, ao pedalar velozmente, soltava gritos, como um verdadeiro rugido de leão! Felíce adorava a sua Bicy verde. Como era bom pedalar pelos vales de Felicit?te com os seus amiguinhos Luz, Amora, Al?cre e Pace. Oh sim, como era bom voar com a Bicy! Um dia, ao fim de tarde, Felíce preparava-se para ir pedalar. O papá, chamado Cariño, disse: "Felíce, querido, veste o teu casaquinho azul, que está muito frio, para não ficares doente". Felíce, ía tão entusiasmado para ir brincar, que não deu ouvidos ao papá. Felíce saiu pedalando com os seus amiguinhos, todos juntos cantando de alegria. Cariño voltou a chamar Felíce, mas este, tão feliz, preferiu continuar a pedalar sem ir buscar o casaco azul. No dia seguinte, Felíce acordou com febre e cheio de dores e começou a chorar. Ouvindo os choros de Felíce, Amõre e Cariño foram correndo ver o que se passava com o filho. Felíce estava doente, por ter ido brincar sem vestir o casaco azul, como o papá pediu. Inteligente, Felíce rapidamente percebeu como é importante fazer o que os papás pedem e, chorando, pediu desculpa a Cariño e Amõre. Após tomar um xarope mágico, com um doce sabor a morango, Felíce ficou bom e, no dia seguinte, já pode ir brincar, novamente, com os seus amiguinhos e com a Bicy Leõne. Felíce aprendeu a lição: devemos sempre fazer o que os nossos pais pedem, por serem eles quem melhor sabe o que é bom para os seus filhos. A partir daí, Felíce procedeu, em tudo, conforme os conselhos de Cariño e Amõre, vivendo, os três, muito felizes para sempre, em Felicit?te. Bons sonhos...
O conto do Afonso
Era uma vez um menino valente que queria muito vir ao mundo. Embora preguiçoso foi persistente porque a teimosia de viver levou a melhor. Nasceu antes do esperado, mas mesmo assim, timidamente abriu seus olhos azuis cor do céu para o mundo. Cresceu. Seus olhos são agora da cor da Terra, cor do mel. É um doce de menino, é este o Afonso.
O conto da Francisca
Era uma vez uma menina que queria muito ter uma Francisca. A Francisca foi gerada, está na barriguinha a ganhar peso pra depois sair forte e linda. Em abril eis que a Francisca vem conhecer o mundo cá fora! Até lá aguardamos a sua chegada... Perlim pimpim e a história chegou ao fim
O conto do Rodrigo
Era uma vez um bebé muito desejado. Era ainda um embrião quando, às 33 semanas de gestação, uma ecografia morfológica de rotina ditou um prognóstico que nenhum pai quer ouvir: ‘Este bebé tem uma malformação numa zona assustadora do cérebro!’ O coração dos pais gelou naquele consultório. Sabiam, apenas, que teriam de ser feitos muitos exames, muitas consultas. Que não haveriam respostas precisas. Que a lesão estava numa zona delicada, inacessível. Que o espectro do que poderia acontecer oscilava entre o ‘tudo’ e o ‘nada’. Que só ao longo dos anos teriam perceção das implicações neurológicas ou motoras. Naquele dia, a cabeça dos pais deste bebé ficou a preto e branco, repleta de dúvidas. Mas com a certeza de que, nesta batalha da vida, o Rodrigo teria de sair vencedor. Já tinha uma família apaixonada por ele! Seguiram-se semanas dolorosamente intermináveis. Consultas, ecografias e ressonâncias magnéticas fetais que ditaram uma malformação venosa trombosada no centro do cérebro. Os pais viveram em sufoco até ao Rodrigo nascer. O Rodriguinho nasceu no dia 12/12/2018 e é ainda muito pequenino. Lindo, forte e lutador. Perfeito. Continua a ser um kinder surpresa e uma bomba-relógio. As dúvidas permanecem. Brevemente terão de fazer a viagem mais dura das suas vidas, para irem ao estrangeiro fazer um angiograma e respetivo tratamento. Na bagagem levarão lágrimas nos olhos, mas sonham com uma viagem de regresso repleta de sorrisos. O Rodrigo é ainda muito pequenino. É ainda muito cedo para perceber, mas os pais querem dizer-lhe que o que mais desejam é que a vida lhe dê muito mais tempo para que seja avassaladoramente feliz! Que, juntamente com a mana Carolina, façam muitos disparates! Que tenham a vida toda para se porem à prova. Ousar e arriscar. Amar de coração cheio. Confiarem, entregarem-se, desiludirem-se. Cantar, dançar, sorrir e sonhar. Divertirem-se. Chorar, mudar, ouvir o coração e sentir o poder de abraços e beijos de amigos de verdade. Viajar, arriscar, recuar e avançar. O Rodrigo não teve tempo para aprender devagarinho as vicissitudes da vida. Ainda não tinha nascido e já tinha de lutar. Mas é um guerreiro e a vida irá reservar-lhe muito tempo para escrever um final feliz a esta história que só agora começa. Escreve lá, Rodriguinho: ‘Era uma vez…’
O conto da Ema Chaves
Uma princesa que nunca imaginaria ser possível amar tanto alguém, dar a sua vida por um ser que ainda nem conhecia, gerar uma bebé dentro de si! Nunca imaginaria que ia adorar todos os segundos em que tiveste dentro da minha barriguinha, adorar cariciar, cantar para ti poder proteger-te. Mas quando nasceste foi uma sensação mista mas maravilhosa pois podia olhar para ti, cheirar-te, dar colinho, poder amamentar-te, pequenas coisas mas tão importantes e lindas para nós as duas. Somos e seremos inseparáveis e espero poder proteger-te sempre! Também sei que adoraste e pedes muitas vezes para voltares para a minha barriga, pois sentias-te segura, mas estou aqui para juntas mudarmos o mundo. Adoro todo o tempo que estamos juntas, e sei que também adoras e queremos estar sempre mais tempo juntas, a passear, a brincar, a aprender e a nos divertirmos! Adoramos fazer as nossas festas e as nossas maluqueiras, adoramos o tempo só nosso! Fazemos tudo juntas e é mágico!
O conto da Maria Joana
Há um jardim encantado que fica escondido perto do mar. Um jardim com flores de todas as cores e casinhas disfarçadas de cogumelos onde moram as fadas. Há uma menina querida que adora passear nesse jardim. Chama-se Maria Joana, é uma menina simpática, inteligente, criativa, sensível e linda que adora cantar. Um dia, num passeio no jardim, a Maria Joana descobriu um baloiço entre as flores. "Ora esta! Ontem não havia cá baloiço nenhum!" Quem teria levado para ali aquele baloiço tão bonito? "Vou andar um bocadinho, nunca andei num baloiço tão bonito!" E lá foi a Maria Joana andar no baloiço, para a frente e para trás, balançava as pernas e fazia tanta força que parecia voar! E, lá em cima, viu todo o jardim e percebeu como era belo. Nunca tinha visto tantas flores de cores tão bonitas, borboletas e passarinhos, árvores de fruto e arbustos tão vistosos! Naquele momento, a Maria Joana soube que estava num lugar muito especial. Lá ao fundo dava até para ver o mar, uma imensidão de azul que se confundia com o céu e que rodeava todo o jardim. Era como se todo o jardim fosse uma ilha encantada a flutuar no oceano. De repente, ela teve uma ideia. Um lugar tão bonito e especial tinha de ser partilhado... pediu ajuda à Mamã e organizou um piquenique com os seus amigos e família. Chamou os amigos da escola e eram tantos! Os amigos trouxeram os pais, avós, irmãos e primos e, de repente, era o maior piquenique do mundo. Mantas pela relva entre as flores, com cuidado porque ninguém queria estragar um jardim tão belo. Foi uma tarde mágica! Brincaram no baloiço que parecia feito de magia, correram entre as flores, jogaram às escondidas pelo meio das árvores e dos arbustos, tantos risinhos e gargalhadas! A Maria Joana resolveu esconder-se debaixo de um arbusto, muito quietinha. Estava tão feliz! E viu ali, escondido também, um cogumelo que parecia mesmo uma casinha pequenina. "Oh, tão giro! Nunca vi um cogumelo assim tão engraçado." E depois, que susto! Por trás do cogumelo estava uma pequenina fada com um vestido azul e asas brilhantes como purpurinas. A Maria Joana nem podia acreditar, esfregava os olhos para ver melhor... "Uma Fada? Tu és uma Fada de verdade?" "Xiuuuu! Ninguém pode saber que me viste, Maria Joana. Estou tão feliz com esta festa que tu organizaste! Sabes, hoje este jardim está ainda mais cheio de amor porque tu trouxeste toda esta alegria, amizade e amor para cá. Obrigada!" E foi assim, a conversar com a Flor que a Maria Joana soube que aquele baloiço era mesmo mágico e foi um presente que as fadas lhe deram por tantas vezes vir para ali dançar e cantar com tanta alegria e carinho. E foi assim que a Maria Joana soube que existe Magia sempre que há Amor!
O conto da Rita
Uma mãe a escrever uma carta à filha: "Querida Ritinha, parece que foi ontem que eras uma bebé pequenina e frágil que só dormia ao colo e agora já és uma menina linda, curiosa, sorridente, que quer ver tudo, quer perceber tudo e quer fazer tudo! O meu coração de mãe quase rebenta de orgulho ao ver-te a vestir sozinha, a lavares os dentes, a comer sozinha... que sejas sempre assim corajosa, amiga, carinhosa! Só espero conseguir dar-te bases sólidas para o teu futuro! Tenho tanto orgulho em ti! Mesmo quando ralho contigo, mesmo quando estou com tanto sono e tu não queres dormir, mesmo quando me pões a cabeça em água... tenho tanto orgulho em ti meu amor! Desculpa se, por vezes, não me apetece brincar, quando só quero cinco minutos de paz, quando não percebo aquilo que sentes e aquilo que me queres dizer... às vezes a mamã está cansada, aborrecida com esta vida de adulta... nunca contigo! Por isso, meu amor cresce mais devagarinho, não tenhas pressa, deixa-te estar assim pequenina mais algum tempo, deixa a mamã dar mais colinho, curar os teus dói-dóis com beijinhos, proteger-te de todos os males do mundo com um abraço... Cresce devagarinho minha querida, a mamã vai estar sempre aqui quando precisares de mim. Com Amor, Mamã."
O conto do Lourenço Rocha
DEIXA-ME TER-TE! Era sexta-feira Dia 28 de Setembro Exatamente às 19.26 h quando te conheci. O teu olhar foi-me tirando as palavras. A tua presença enchia a sala inteira. Eras tão pequenino e frágil. Quando te encostaram a mim Senti o mundo nas minhas mãos. Antes de ver o teu rosto Eu já sabia Eu já sonhava Eu já esperava No fundo, no fundo Eu já te amava. E hoje eu tenho tudo. Só quero poder agradecer. Não posso reclamar de nada Tenho tudo o que sempre sonhei. Por isso… Deixa-me guardar-te um pouco mais, Enquanto não és grande demais. Deixa-me abraçar-te um pouco mais Enquanto não é grande demais. Deixa-me dar-te banho, trocar-te a fralda e dar-te de comer Enquanto não és grande demais. Deixa-me ter-te no colo um pouco mais, Enquanto não és grande demais. Porque um dia vais crescer e já não vais caber mais no meu colo, Embora saibas que ele nunca te irá faltar. Por isso deixa-me ter-te um pouco mais Enquanto não és grande demais.
O conto do Lourenço Rocha
O MEU CORAÇÃO… (ESSE VAI SEMPRE AMAR-TE) Eu vou ter para ti sempre o melhor abraço! Sejas tu um bebé, uma criança, um adolescente ou um adulto. Serei sempre o teu porto seguro, o teu porto de abrigo, aquele para quem podes correr sempre que precisares. Serei sempre o teu exemplo. Vou respeitar-te para aprenderes a respeitar os outros. Vou apoiar-te para que apoies os outros também. Vou ouvir-te para ouvires sempre também os outros. Vou ser honesta contigo, para que possas ser honesto e tu próprio. Vou proteger-te sempre e quando alguém se meter contigo irei estar atrás de ti com umas luvas de boxe calçadas para te proteger. Vou ser sempre tua amiga, aquela a quem podes contar tudo, quer seja bom ou mau. Mas irei ser sempre acima de tua a tua mãe! Não um ser perfeito, por isso sempre que fizer algo de mal, peço-te um pouco de compreensão e paciência, pois tento sempre fazer o melhor. Quero que saibas que enquanto for viva terás sempre os meus braços abertos para te receber, o meu colo sempre pronto para te aconchegar, os meus ouvidos para quando precisares desabafar, o meu ombro quando precisares chorar. Terás sempre o meu sorriso, a minha alegria e sobretudo o meu coração, que esse vai sempre amar-te.
O conto do Lourenço Rocha
ANTES DE SER MÃE Antes de ser mãe eu fazia e comia a comida quente. Antes de ser mãe eu ficava horas a ver televisão, no telemóvel e no computador. Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria. Antes de ser mãe eu não me esquecia de escovar os dentes nem o cabelo. Antes de ser mãe eu arrumava a casa o dia todo. Antes de ser mãe eu não pensava em canções de embalar. Antes de ser mãe nunca ninguém vomitou em mim nem fez xixi. Antes de ser mãe nunca me tinham beliscado, sem nenhum cuidado, com dedinhos compridos, de unhas frágeis. Antes de ser mãe eu tinha completo controle da minha vida. Antes de ser mãe eu nunca tinha chorado ao ver uns olhinhos pequeninos que choravam também. Antes de ser mãe eu nunca tinha ficado gloriosamente feliz com um simples riso. Antes de ser mãe eu não ficava horas a fio ver um bebé dormindo. Antes de ser mãe eu não imaginava que um ser tão pequenino pudesse mudar a minha vida para sempre. Antes de ser mãe eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebé faminto, e de trocar uma simples fralda suja. Antes de ser mãe eu não sabia o extremo cuidado a ter ao dar banho e a vestir um bebé. Antes de ser mãe eu não sabia o significado de mãe galinha e mãe leoa. Antes de ser mãe eu não imaginava que podia amar alguém tanto assim e sentir-me tão importante. Antes de ser mãe eu não dava o devido valor e mérito aos meus pais. Antes de ser mãe eu não sabia que ia adorar ser mãe.
O conto do Lourenço Rocha
NÃO TE POSSO PROMETER, DESCULPA! Não te posso prometer que a vida será sempre ”cor de rosa” Que as nuvens nunca irão aparecer Não te posso prometer que a chuva não virá mesmo que esteja sol. Não te posso prometer que nunca cairás e que a vida será sempre perfeita. Não te posso prometer que nunca deixarás cair uma lágrima e que a vida te sorrirá sempre. Não te posso prometer. Desculpa! Mas posso prometer-te que irei estar sempre aqui, para dar cor aos teus dias mais cinzentos. Posso prometer-te que depois da chuva virá o arco-íris e novamente o sol. Posso prometer-te que estarei sempre a teu lado para limpar as tuas lágrimas e te fazer sorrir novamente. Posso prometer-te que quando caíres vou estar a teu lado para te ajudar a levantar. Posso prometer-te que estarei sempre ao teu lado para te abraçar, para te apoiar, te dar colo, te dar mimo, abraços e muitos beijinhos. Posso prometer-te ser sempre melhor que ontem. Posso prometer-te dar sempre o meu amor, porque esse nunca te faltará! Agora fazes parte de mim, de nós. Passei por mudanças, passamos todos por mudanças. Mas é sempre por ti, sempre para ti, sempre para o melhor do mundo. E sabes porquê? Porque quando nasce um filho, nasce também uma mãe, um pai, Nasce uma família inteira. Para sempre teu, para sempre nosso!
O conto do Lourenço Rocha
NÃO TE POSSO PROMETER, DESCULPA! Não te posso prometer que a vida será sempre ”cor de rosa” Que as nuvens nunca irão aparecer Não te posso prometer que a chuva não virá mesmo que esteja sol. Não te posso prometer que nunca cairás e que a vida será sempre perfeita. Não te posso prometer que nunca deixarás cair uma lágrima e que a vida te sorrirá sempre. Não te posso prometer. Desculpa! Mas posso prometer-te que irei estar sempre aqui, para dar cor aos teus dias mais cinzentos. Posso prometer-te que depois da chuva virá o arco-íris e novamente o sol. Posso prometer-te que estarei sempre a teu lado para limpar as tuas lágrimas e te fazer sorrir novamente. Posso prometer-te que quando caíres vou estar a teu lado para te ajudar a levantar. Posso prometer-te que estarei sempre ao teu lado para te abraçar, para te apoiar, te dar colo, te dar mimo, abraços e muitos beijinhos. Posso prometer-te ser sempre melhor que ontem. Posso prometer-te dar sempre o meu amor, porque esse nunca te faltará! Agora fazes parte de mim, de nós. Passei por mudanças, passamos todos por mudanças. Mas é sempre por ti, sempre para ti, sempre para o melhor do mundo. E sabes porquê? Porque quando nasce um filho, nasce também uma mãe, um pai, Nasce uma família inteira. Para sempre teu, para sempre nosso!
O conto do Francisco
Era uma vez um menino muito pequenino que se chamava Francisco. Era um bebé tão grande, tão grande que já parecia um menino de escola. Era grande na altura mas no raciocínio também. Era um fenómeno. Ainda não tinha 3 anos e já vestia roupa de 4. Aprendia tudo muito rápido, ouvia com muita atenção, entendia tudo o que era dito. Mal começou a falar, nunca mais parou. Gostava de saber muita coisa e decorava tudo com facilidade. Adorava fazer brilharetes do que sabia fazer ou dizer. Desde os 2 anos que tagalerava os números, as letras, as cores e os animais. Sabia dizer que letra iniciava o nome da mãe, do pai, do maninho, do tio, da tia, dos colegas da escolinha. Sabia ver os números dos autocarros, falar sobre a vida, numa esperteza singular. Era um bebé que parecia um menino. Às vezes, as pessoas esqueciam que era mesmo um bebé. Histórias? Eram com ele. 1, 2, 3 ou 10 vezes a mesma. Ouvia com atenção e ajudava a contar. E músicas? Adorava cantar. Mas o passatempo preferido, foi desde sempre comer. De tudo. Peixinho, carninha, massinha, arrozinho, frutinha ou legumes. Tudo fazia feliz o menino Francisco na hora de comer. Era um bebé muito pequenino e ao mesmo tempo tão grande que aos tios surpreendia e deixava a pensar. Tinha uma personalidade muito forte. Desde bebé que amuava quando não gostava de algo. O Francisco era tão inteligente quanto teimoso, tão amoroso quanto mau feitio. Mas o amor sempre foi a solução. Com amor o Francisco ficava doce, amoroso e sensível. Com amor, o mau feitio ia embora como se fosse feitiço. O menino que era tão grande e tão astuto, afinal era também só um bebé pequenino. E, como todos os outros, só precisava de muito amor.
O conto da Lara Lopes
Era uma vez o Eu e o Ele, eles viviam numa casinha muito bonita com um jardim e muitas flores. Um dia o Eu disse ao Ele : - Nós temos uma casa tão bonita, temos comida e um carro grande. Mas parece que falta alguma coisa. Gostava de ter um bebe. Depois de algum tempo, o Ele foi a porta de casa buscar o jornal e viu uma cesta com um bebe lá dentro e lá estava o Tu. O Tu tinha os olhos lindos, umas mãos pequeninas e um cabelo encaracolado. Desde esse dia eles sentiram-se completos. Iam ao parque brincar. Comiam gelados e até pintavam desenhos. Com o tempo o Tu foi crescendo e um dia ele perguntou ao Ele e ao Eu: - o que é voces me são? Que nome temos? E foi aí, que do Eu, Tu e Ele nasceu o Nós! Eles explicaram ao Tu, que eram uma familia linda, que o Eu e Ele amavam muito o Tu! E depois de muito tempo eles ainda viveram felizes para sempre e juntos.
O conto da Leonor
Era uma vez uma menina chamada Leonor, tinha lindos cabelos encaracolados e olhos sonhadores. Vivia numa bonita casa amarela com um grande quintal onde brincava com a cadela Tenshi e o gato Ruca. Um dia, Leonor descobriu uma porta secreta no seu quarto, uma porta que continha todas as cores reflectidas em pequenos cristais, curiosa abriu-a e escorregou num arco-iris mágico. Caindo numa nuvem fofa, olhou à sua volta e viu todo o tipo de criaturas maravilhosas desde dragões, unicórnios, fadas e princesas. Era um mundo mágico, cheio de cor, amor e magia em que tudo podia acontecer pois é onde a nossa imaginação nos pode levar. Leonor brincou o dia todo, voou nas costas do dragão Tobias, pôs pequenos laços na bela crina do unicórnio Bubbles e teve uma bela festa de chá com a princesa Bean e a fada Sininho. Leonor irradiava felicidade. Quando a mãe de Leonor lhe foi dar um beijo de boa noite, viu a filha com um belo sorriso a dormir no seu berço. E é esse sorriso que Leonor mantém até hoje, ao contar histórias sobre dragões e princesas aos seus filhos e depois aos seus netos pois a imaginação não tem idade nem lugar tem apenas amor.
O conto da Vânia correia
Era uma vez uma bruxinha que adorava dormir no telhado das casas onde tinham bebés a dormir. o Único problema era que a bruxinha tinha o olfato muito apurado, e então a bruxinha, não conseguia dormir quando os bebes não tomavam banho, porque cheirava muito maaaaal!! Um dia a bruxinha escolheu o telhado do quarto da Helena, e logo nesse dia, ela tinha feito uma birra para não tomar banho. Fez uma birra taõ grande e chorou tanto, que os pais desistiram de lhe dar banho nessa noite. A Helena foi para a cama sem tomar banho, e a bruxinha foi dormir nessa noite para o telhado dela… alguma coisa ia acontecer, e certamente não seria uma coisa boa. foi então que a meio da noite, a helena ouviu um barulho na casa de banho dela, foi lá muito devagarinho,espreitou e viu a bruxinha na banheira dela, com a esponja dela, e os patinhos dela a brincar. Olhou para a Helena e disse: não sei porque não tomas banho na tua banheira, cheira tudo tão bem, e tens brinquedos muito bonitos e divertidos. A partir de agora esta banheira é minha, venho cá todos os dias tomar banho, e tu nunca mais entras aqui. A Helena foi para o quarto dela a correr e chorou até adormecer. Quando acordou foi espreitar novamente na casa de banho, e não viu nada de estranho. Será que tinha sido tudo um sonho? Preferiu não arriscar, e agora toma banho todos os dias, sem birra, pois tem medo de perder o lugar dela na banheira.
O conto do Lourenço
Um príncipe encantado. O seu nome era Lourenço. Tinha alma de guerreiro e coração de mel. Este príncipe era tão doce como curioso. Curioso pela vida, pelo mundo além das suas quatro paredes. Mas os seus papás, o Rei e a Rainha, eram tão protectores que mal este príncipe colocava os pés fora do seu castelo, soavam as trompetes de alarme. Certo dia: - Filho, voltaste a saír? - perguntou a Rainha. - Sim, mamã. - respondeu o príncipe. Estava tão triste que não conseguia sequer olhar para a mãe. - Mas, pequeno príncipe, porque tencionas saír para outro Reino, se aqui, tens tudo que precisas para seres feliz? - Questionou o Rei. - Não tenho amigos, não tenho aventuras, não tenho vento a bater-me na cara, não tenho mar, areia nos pés molhados nem a pele salgada depois de um mergulho. Não tenho ... - Chega! Basta! - Disse o Rei. - Um príncipe não foi feito para isso. Um príncipe guarda o seu reino com afinco e para isso não dele sairá. Ouviste bem? Não saírá! Não! E saíram, num bater de portas, Rei e Rainha, deixando o pequeno príncipe em lágrimas. - Mas, meu amor, porque foste tão áspero com o nosso príncipe? - Perguntou a Rainha ao Rei enquanto ao longe se ouvem de novo as trompetes. - Senhor, nós bem tentamos mas...o príncipe Lourenço acabou de fugir. O príncipe Cavalgou tanto e tão rápido que a certa altura caiu. Rapidamente chegou o Rei, a Rainha. - Meu filho, mas o que é que te aconteceu? Não podemos perder-te assim. És a luz do nosso reino. É tão grande o amor que sentimos por ti. Tão grande que não sabemos quanto mede. -Disse a Rainha em lágrimas. - Mas ... O meu amor por ti turvou a minha mente a a minha alma. - Afirmou o Rei. - Hoje, aprendi que não são as coisas que temos que representam riqueza e felicidade. São os momentos especiais que não têm preço, a nossa paz e leveza de espírito. Aprendi sobretudo que a felicidade vibra na presença das coisas mais simples. Meu filho, desculpa se algum dia não fomos perfeitos. Só queremos que saibas que amor nunca te há-de faltar. Tentaremos ser para ti, o que de melhor o mundo tem. E assim, abraçaram-se os três num abraço sem fim...
O conto da Laura
Corre Laura com o vento, no sorriso traz alegria, pára só por um momento, abraçando a magia. Leva a chuva nos cabelos e o sol no coração, as nuvens são uns novelos guardados na sua mão. No riso traz o luar, é de sonhos e de festa, soa a campo, soa a mar, soa a rios e a floresta. Traz o futuro no olhar, cheio de promessas de amizade, vai correndo sem parar, leve, feliz: liberdade. No peito leva uma canção de esperança e amor, dentro do seu coração o desabrochar de uma flor. Vai num barco de papel que a leva aos Açores, na imaginação leva um pincel para pintar a vida às cores.
O conto do Vicente
Fim de semana na Neve Hoje é domingo e o Vinny está muito feliz porque passou o fim de semana a divertir-se com os pais. É Inverno e tem estado muito frio, tanto que tem nevado. A neve é branca e cai do céu como se fossem farrapos. É fria, mas é muito divertido brincar com ela na rua! No sábado, o papá ficou em casa e não foi trabalhar e para aproveitarem bem o dia, foram brincar na neve com os trenós. Acordaram cedo e o papá e mamã fizeram muitas cocegas ao vinny de manhã ao acordá-lo. Deram-lhe muitos beijinhos e disseram BOM DIA cheios de entusiasmo! Assim não custa nada levantar da cama! Depois do pequeno almoço, vestiram fatos mais quentes e impermeáveis, calçaram botas de neve, puseram as luvas, os gorros e os cachecóis. Estavam mesmo quase a sair de casa quando o Vinny exclamou: - Falta uma coisa! Falta uma coisa! E correu em direcção à cozinha. Abriu a porta do frigorífico e disse: - Vou levar uma cenoura para fazermos um boneco de neve! Os pais concordaram. Entraram no carro e a viagem parecia não ter fim, o Vinny estava a ficar impaciente porque queria brincar na neve. Finalmente chegaram! Do carro, o Vinny conseguia ver os outros meninos todos a descerem pela montanha com os trenós bem como os cães a correrem atrás deles também. Ouviam-se risadas, e estava tudo coberto de neve em redor. Muito bonito, sem dúvida! Saíram do carro e lá foram subir o pequeno monte e descer no trenó. E que rápido que desciam! Mas o Vinny não tem medo e quis andar muitas vezes. Entretanto, o Vinny lembrou-se que ainda não tinham feito o seu boneco de neve. Primeiro fizeram uma bola grande que seria o corpo do boneco e depois outra mais pequena que era a cabeça. De uns ramos pequenos fizeram os braços e com umas pedrinhas fizeram os botões boneco de neve, como se tivesse também ele um casaco vestido. No final, e depois de também terem posto dois olhos, o Vinny pôs orgulhoso a cenoura que tinha trazido de casa! Que giro que estava! Começou a ficar mais frio e a escurecer, e os pais do Vinny disseram que estava na hora de irem embora. Ao chegar ao carro, a mãe distribuiu por todos chocolate quente que tinha trazido de casa. E que bem que soube! No carro, a caminho de casa, o Vinny adormeceu a olhar para as árvores cheias de neve, estava cansado, mas muito feliz!
O conto do Lourenço
Um príncipe encantado. O seu nome era Lourenço. Tinha alma de guerreiro e coração de mel. Este príncipe era tão doce como curioso. Curioso pela vida, pelo mundo além das suas quatro paredes. Mas os seus papás, o Rei e a Rainha, eram tão protectores que mal este príncipe colocava os pés fora do seu castelo, soavam as trompetes de alarme. - Filho, voltaste a saír? - perguntou a Rainha. - Sim, mamã. - respondeu o príncipe. Estava tão triste... - Mas, pequeno príncipe, porque tencionas saír para outro Reino, se aqui, tens tudo que precisas para seres feliz? - Questionou o Rei. - Não tenho amigos, não tenho aventuras, não tenho vento a bater-me na cara, não tenho mar, areia nos pés molhados nem a pele salgada depois de um mergulho. Não tenho ... - Chega! Basta! - Disse o Rei. - Um príncipe não foi feito para isso. Um príncipe guarda o seu reino com afinco e para isso não dele sairá. Ouviste bem? Não saírá! Não! E saíram, num bater de portas, Rei e Rainha, deixando o pequeno príncipe em lágrimas. - Mas, meu amor, porque foste tão áspero com o nosso príncipe? - Perguntou a Rainha ao Rei enquanto ao longe se ouvem de novo as trompetes. - Senhor, nós bem tentamos mas...o príncipe Lourenço acabou de fugir. O príncipe Cavalgou tanto e tão rápido que a certa altura caiu. Rapidamente chegou o Rei, a Rainha. - Meu filho, mas o que é que te aconteceu? Não podemos perder-te assim. És a luz do nosso reino. É tão grande o amor que sentimos por ti. Tão grande que não sabemos quanto mede. -Disse a Rainha em lágrimas. - Mas ... O meu amor por ti turvou a minha mente a a minha alma. - Afirmou o Rei. - Hoje, aprendi que não são as coisas que temos que representam riqueza e felicidade. São os momentos especiais que não têm preço, a nossa paz e leveza de espírito. Aprendi que a felicidade vibra na presença das coisas mais simples. Filho, desculpa se algum dia não fomos perfeitos. Só queremos que saibas que amor nunca te há-de faltar. Tentaremos ser para ti, o que de melhor o mundo tem. E abraçaram-se os três num abraço sem fim.
O conto do Duarte Almeida
No parque corria o cão atrás do esquilo, que era pequeno, engraçado e adorava pregar partidas aos outros animais. No lago estavam os peixes mais coloridos e bonitos, que nadavam para a frente e para trás para que todos admirassem a sua beleza. A velha coruja contava as suas histórias aos mais novos e, eles ouviam atentos e admirados. Os gatos não se dão com os outros animais, metem-se à sombra do Sobreiro e, dormem o dia todo. Quando não estão a dormir estão a lavar-se. Comem e voltam a dormir. O Sobreiro diz para serem mais ativos, mas eles dizem que estão bem assim. As margaridas são as bailarinas do parque, treinam sempre que o vento as ajuda, ele é o seu professor. O Sol é o preferido do parque, ele alegra os dias com os seus raios brilhantes e quentes. Num dia tão solarengo apareceu a nuvem, tinha novidades para contar a todos e estava muito animada. Mas ninguém gostava dela nem queriam falar ou brincar. Ela aparecia e todos ficavam aborrecidos. -Tenho tantas coisas para vos contar. Fui de viagem e diverti-me tanto. Quero contar-vos tudo. - Aqui ninguém quer saber das tuas histórias. Vai embora! Tu não sabes brincar. Não nos ajudas em nada. Fazes sombra, trazes o frio. Ou choras e ficamos todos molhados. Nós não precisamos de ti. Se estavas tão bem porque voltaste. A nuvem ficou tão triste. Decidiu partir para sempre... Passaram dias e dias e começaram a notar que o lago estava a ficar sem água e aqueles peixes bonitos já não desfilavam por ela. As flores já não tinham força para se manterem erguidas. Os animais já não conseguiam correr. - Que fazemos nós agora? -Temos de arranjar água senão não vamos aguentar. Precisamos da nuvem. Ela é a única que nos pode ajudar e nós dissemos para ela ir embora. Como a encontramos agora? O vento, que era sábio, já estava à espera que todos percebessem a falta que fazia a nuvem. Por isso sabia onde ela estava e,contou-lhes. Os animais decidiram ir atrás dela.Quando a encontraram pediram desculpas por tudo o que lhe tinham dito e que os acompanhasse até ao parque onde estavam todos reunidos para a receber.Ela juntou-se a eles. Estavam todos tão felizes por vê-la. Fizeram-lhe uma grande surpresa. Eles estavam errados e queriam muito que todos fossem amigos a partir daquele momento.A nuvem emocionada começou a chorar. O parque floresceu. As bailarinas voltavam a dançar. Os gatos corriam de um lado para o outro tal era a felicidade. Os coelhos cantavam, os pássaros voavam contentes. A partir daquele momento todos se tratavam bem. Ficaram todos amigos porque entenderam que para serem felizes precisam uns dos outros.
O conto da Leonor Pandim
Um leãozinho com uma juba linda e radiosa, mas que andava sempre sozinho, por ser diferente dos outros animais da selva. Ele tinha uma das suas patas mais pequena e por isso andava muito devagar. Houve uma tarde que andava ele a vaguear e a tentar brincar com os outros animais, mas ninguém queria estar com ele. Foi então que ao se deitar de baixo de uma árvore a chorar, que apareceu junto a si quatro animais: o mocho, o elefante, a girafa e o macaco. Foi então que o macaco perguntou: - Porque estás a chorar ? Respondeu o leão: - Porque ninguém quer ser meu amigo, por eu ser diferente. E o mocho disse: - Mas isso não está certo, todos somos iguais mesmo sendo diferentes. - Pois não está certo (disse o macaco). - Por isso vais-te juntar ao nosso grupo (disse a girafa). O leão não podia estar mais feliz e após uma tarde cheia de animação e brincadeiras, os seus amigos descobriram que ele fazia anos daqui a dois dias. Então tiveram uma ideia, organizar uma festa surpresa. A girafa como tinha jeito para a cozinha, ficou de preparar toda a comida. O elefante como adorava dançar, juntou-se ao malabarista macaco e organizaram um mini espectáculo. Já o mocho que tocava flauta, andou a treinar para tocar durante o cantar dos parabéns. Assim chegou o dia da festa e quando o leão chegou à sua festa, não queria acreditar no que os amigos tinham feito. Ficou super feliz, que o seu sorriso não desaparecia. Para agradecer, cantou uma música aos seus amigos. Eles não imaginam que ele cantava tão bem e que tinha uma voz tão linda. Gostaram tanto que lhe deram um super abraço e disseram-lhe: - Acredita leão, nunca mais te vais ficar sem esse sorriso na cara (disse o macaco). - Vamos ser teus amigos para sempre (disse o mocho). - VÊs, somos todos iguais mesmo sendo diferentes (disse a girafa). - Sim e todos podemos mostrar os nossos talentos sem medos (disse o elefante). O leão comovido respondeu-lhe: - Agora acredito nisso tudo e devemos lutar sempre pelos nossos sonhos, o meu era ter amigos e ser feliz. E consegui!
O conto da Rita
Uma princesa chamada Rita. Era uma menina linda, alegre, que adorava cantar e dançar, embalar os seus "bebés" e dar-lhes papa, brincar com os papás, dar abraços e beijinhos. Era muito curiosa e gostava de observar atentamente o mundo com os seus grandes olhos castanhos. Um dia quando a mamã estava a deitá-la a princesa perguntou porque é que se chamava Rita. A mãe sorriu e respondeu: o teu nome é Rita porque a mamã quer muito que tu tenhas sempre o Riso na alma, a Inteligência de saber o que é certo e o que é errado, a Tenacidade para lutares pela tua felicidade e Amor no coração... A princesa aconchegou-se no colo da mãe e a sorrir respondeu " Gosto de ti mamã". "A mamã ama-te muito, princesa" sussurrou a mãe enquanto a Rita adormecia e sonhava com as estrelas, com bolinhas de sabão e beijinhos de chocolate...
O conto da Mafalda
Era uma vez uma mãe que tinha tanto medo que a filha nascesse. Tinha medo de não saber o que fazer, como cuidar. Quando a filha nasceu descobriu que o amor, esse incondicional de que toda a gente falava, a guiava. E foi andando, dia após dia, foi fazendo, cuidando. Sempre mas sempre com muito medo, mas ainda mais amor. Um dia de cada vez. Os dias foram passando, os meses, os anos e agora, quase 14 anos depois, ainda tem medo de não saber o que fazer no dia seguinte, mas continua a cuidar. E já sabe o que é amor incondicional, esse de que toda a gente falava ??
O conto do Rodrigo
uma menina que tinha tudo para ser uma boa mãe, mas não sabia. Não pensava em tal coisa. O tempo foi passando e ... um dia reparou que a idade para ter filhos estava a ficar ultrapassada. Mas, queria mesmo ter um bébé. Pensou bem e decidiu investir no desempenho do papel de mãe. Passados uns meses, nasce esse maravilhoso rebento, tão desejado quando amado, por ambos os papás. Um belo rapaz, que após o nascimento, (pesava mais de 4Kg), encheu o colo e inundou com uma imensa alegria e satisfação, toda a família. Com o nascimento desta criança, nasceu também uma mãe. E, assim se renova e revitaliza uma família, remodelam-se os projetos de vida e dá mais sentido a tudo. Viver em função de alguém, é das coisas mais gratificantes. Á medida que os dias passam, aparecem as expressões mais compensadoras naquele rosto, os olhinhos sorriem docemente ... enfim, tudo é ternura! Ser mãe é uma descoberta constante. "Que continues a ser sempre feliz, como até aqui." - é o desejo permanente dos pais.
O conto da Carolina
Uma linda menina chamada Carolina. A Carolina era uma sonhadora, sonhava com princesas e unicórnios é um mundo de encantar. Contava os seus sonhos e desejos aos seus amigos mas eles não eram como ela, não acreditavam num mundo de encantar, em fadas e diziam-lhe que os unicórnios não existiam. Começou a ficar muito triste, dia para dia, até que a mãe chamou-a e perguntou-me o que se passava. Juntas, numa tenda inventada no quarto da Carolina conversaram e a Carolina explicou tudo à sua mamã. A mãe depois de ouvir com muita atenção disse-lhe: - Sabes Carolina, nem todos os meninos são iguais. São todos diferentes e acreditam em coisas diferentes e isso não tem mal nenhum. Se tu acreditas nisso tudo, é o que importa e chega. O importante é acreditares em ti e nos teus sonhos, não deixes que ninguém te faça desistir daquilo que acreditas. Eu acredito em ti e vou ajudar-te a encontrar um unicórnio de verdade, nem que demore muito tempo.
O conto da Laura
Princesa Laura vive numa nuvem de algodão, é branca e fofinha e cheira a bolas de sabão. Princesa Laura come com uma colher feita de açafrão, come a sopa, come a fruta e mil delícias, pois então. Princesa Laura brinca num arco íris de rua, salta poças, salta à corda e corre atrás da Lua. Princesa Laura toma banho num lago de sol a brilhar, saltam sapos, voam bolhas, soam risos pelo ar. Princesa Laura dorme nos braços da sua mãe, são quentinhos, trazem sonhos, são o melhor que o mundo tem.
O conto do Vasco
Era uma vez o Vasquinho, um menino muito especial. O Vasquinho tudo queria aprender e certo dia quando olhava pela janela perguntou-se: - Como hei-de eu fazer para às estrelas eu ir ter? E assim na cabeça do Vasquinho esta ideia ficou... a matutar... a matutar... Pensou assim o Vasquinho: - Se eu não dormir, mais tempo tenho para pensar e mais rápido vou descobrir! Assim o Vasquinho decidiu que não iria dormir e assim teria mais tempo para descobrir o caminho para as estrelas. Lá andava o menino de cabeça no ar, como que a esperar que uma ideia lhe nascesse, mas o dia passava, o Vasquinho não dormia não fosse o tempo rápido demais passar... o Vasquinho pensava, pensava: - o meu braço é pequeno não dá para lá chegar , podia subir uma escada mas posso dar um trambolhão, mesmo se tivesse um trampolim não teria tanta força assim. Nada lhe surgia como as estrelas alcançaria. Chega ao fim do dia e o Vasquinho já triste e cansado... mas dormir não podia porque até agora como subir não sabia... Até que cansado não aguentou e os olhos fechou... o Vasquinho adormeceu. De olhos fechados consigo uma fada encantada veio ter, pergunta o Vasquinho curioso: - Tu que a voar estás aparecer, não consegues que às estrelas eu vá ter? A fada com um sorriso rasgado, com suas vestes cintilantes e cabelo muito aprumado a mão ao Vasquinho estendeu: - Vem meu pequeno sonhador, que quem te leva às estrelas sou eu! Relutante mas curioso a mão esticou e foi assim que até às estrelas a fada o levou. Quando na estrela tocou, nem queria acreditar, foi no sono que todo o dia lutou, que a resposta ao seu problema foi encontrar! Como era possível tanta alegria num só dia! O Vasquinho que não queria dormir agora adora fazer a sesta e sonhar. No sonho a imaginação leva-nos a qualquer lugar. Bons sonhos!
O conto da Laura
... Um gato Cinzento, magrinho e rufia que queria um amigo que durasse mais do que um só dia. Ele tinha amigos, mas nenhum queria ficar, pois no fim do dia acabavam por se chatear. O gato Cinzento gostava de correr, de saltar e de miar, os amigos iam embora cansados de tanta energia. Não sabiam que o Cinzento só queria era brincar, iam embora e diziam "adeus, até um dia!" Pobre Cinzento, começou a chorar "não encontro um amigo que goste de mim assim, eu só quero brincar e ter aventuras sem fim". Apareceu o gato Branco, devagarinho a espreitar "o que fazes tu Cinzento, aí sozinho a chorar?" "Queria um amigo por mais do que um só dia, mas nenhum aguenta esta minha energia" miou o Cinzento a esconder o focinho e o Branco achou que ele precisava de carinho. Aproximou-se devagar e encostou-se ao Cinzento, que levantou a cabecinha com algum alento. "Eu fico contigo, quero ser teu amigo." - disse o Branco com amizade - "Não será só por um dia, é para sempre, de verdade". O Cinzento sorriu e começou a miar "anda, vamos saltar, vem daí, anda brincar" E lá foram os dois pela rua a correr, amigos para sempre, com mil aventuras para viver.
O conto do Vasco Ferraria
Quem disse que já não há histórias de amor como havia antigamente? Quase todas as histórias começam com "era uma vez..." e esta também! Era uma vez, uma miúda que cantava e dançava, fazia teatro e palhaçadas e vivia num reino onde a fantasia era uma constante... Bem perto dela, logo ali ao lado, vivia um miúdo giro que contava histórias, fazia teatro e estava sempre bem disposto... No meio de tanta alegria e diversão, amigos, crianças e confusão, os seus caminhos cruzaram-se e sem espanto ou alarido, zás-trás-pás, o amor aconteceu! Foi no palco que o jovem ator, em plena peça e em "direto" pediu a jovem amada em casamento... desse enlace nasces tu, a estrela mais brilhante, a personagem principal nesta história de amor! Foste esperado com toda a ansiedade… Mas não houve trombetas a tocar para anunciar o teu nascimento, nem vieram reis de longe para te visitar. Também não tivemos a visita de bruxas más ou fadas boas, mas tivemos os avós, tios, primos, padrinhos, flores, prendas, balões e muito, muito amor! Tu sorrias a dormir, correspondias a todo o tipo de carinho ou brincadeira e ainda com poucos dias aprendeste a rir e a palrar do teu jeito, claro! E quando choras… acodem todos!!! Que tem o menino? Será fome, será frio… terá a fralda molhada? Mimo, tu tens é mimo, todo o mimo do mundo! Terás certamente amigas princesas, amigos cavaleiros, lutarás com dragões de brincar e as espadas serão de goma e chocolate… E mesmo que um dia a selva cresça ao nosso redor, os que te amam terão sempre à mão uma varinha de condão que fará a magia acontecer e com todas as suas forças do “mal” te proteger! Sabes bebé, és um menino cheio de sorte! Foste um pequeno Jesus no teu primeiro Natal, mas a tua casa esteve sempre quentinha, nunca te faltou uma caminha e lágrimas só as da fome que faziam por segundos doer a barriguinha… Quem dera que todas as crianças pudessem ter este conforto, carinho e amor, o mundo seria com toda a certeza mais colorido e cheio de calor!
O conto da Carolina
Quando eu era criança,lembro que desde cedo eu já ficava esperando, o almoço parecia não chegar nunca! Depois vinha a sexta, e lá pela três da tarde meu pai se levantava e dizia: - Bom, bom, será que alguém quer dar um passeio? Era o sinal. Eu corria para tomar banho, e a minha mãe me vestia com as melhores roupas e lá íamos nós, contentes da vida! O meu número local preferido era ir ao circo. Ver os trapezistas voar de um lado para o outro, parecendo pássaros, e o público todo ficava olhando aqui de baixo, de boca aberta. Quando o espetáculo terminava, ainda tinha a pipoca a caminho de casa.Chegávamos cansados, mas felizes. E, de noite, eu sonhava em voar naquele céu:)
O conto da Laura
... Uma menina que nasceu na Lua. Tinha cabelos de prata e olhos de luar, na voz tinha canções de embalar. A menina veio à Terra porque queria um amigo, sentia-se sozinha, não tinha ninguém consigo. Encontrou o João, que estava a construir um balão. Queria visitar as estrelas, tão bonitas e amarelas. - O que fazes tu, João!? - perguntou a Menina da Lua. - Estou a construir um balão que me leve às estrelas. Quero vê-las brilhar de perto, são tão belas. - Posso ir contigo? Eu moro na Lua e queria ter um amigo. - disse a Menina da Lua. - Vem comigo no meu balão, vamos depressa, dá-me a tua mão . Os dois meninos foram no balão. Viram estrelas e cometas, visitaram a Lua brilhante, o sol e descobriram planetas. Voltaram à Terra com o coração cheio de amizade. Despediram-se e prometeram ser amigos para sempre, são assim os amigos de verdade. A Menina da Lua nunca mais se sentiu sozinha, agora tinha o amigo João à distância de um bater do coração.
O conto da Rita
Era uma vez uma princesa que vivia num castelo no cimo de uma montanha. O castelo era muito grande, e a princesa Rita sentia-se muito sozinha.olhava pela janela, nunca tinha sentido o cheiro das flores e o toque do vento. Um dia chegou um menino á cidade.Subiu á montanha, no seu cavalo branco e quando chegou ao castelo, atirou uma pedrinha com uma mensagem por cima do muro do castelo. “Queres conhecer o mundo comigo?”- perguntou o menino Dinis. De repente, e como por magia, a porta do castelo abriu, e o menino entrou com o seu cavalo branco. Ela era uma menina, ela tinha sonhos e os sonhos a tinham. Ela vivia a sonhar e agora o menino Dinis podia lhe mostrar o mundo. Montaram no seu cavalo branco, cavalgaram pela montanha, o cheiro das flores, o vento, o mundo estava mesmo ali, era o momento de transformar os sonhos em realidade. Ali, mesmo ao lado, na cidade, a festa se comemorava, cheia de luzes e cores. Subiram no o carrossel, era mágico, cheio de música e alegria. Parecia o sonho. Tantos sorrisos e gargalhadas. O sabor do algodão doce era delicioso! Apartir daquele dia, tiveram a certeza que seriam amigos para sempre. O caminho é sempre esse, ter um amigo é nunca estar sozinho. Não ter medo da realidade, afinal ela pode-te fazer muito feliz. Acreditar nos sonhos, afinal os sonhos podem sempre se tornar realidade. Acredita, nunca deixes de sonhar!
O conto da Carolina
Era uma vez uma linda princesa de cabelo dourado chamada Carolina. Era uma menina muito querida e tinha tantos sonhos, tantos que nem queria dormir para poder vivê-los a todos. Queria explorar o mundo, dar asas à imaginação e resposta a todas as curiosidades que tinha. A Carolina pensava que o tempo de dia não chegava para isso tudo, então achava que dormir era uma perda de tempo. Um dia, experimentou não dormir mas foi ficando cada vez mais cansada e cansada, até que percebeu que já não tinha forças para brincar e explorar o seu mundo. A partir daquele dia, a princesa Carolina de cabelos dourados, percebeu que tinha de dormir e descansar para poder conquistar o seu mundo.
O conto da Luz Faria
Num belo dia de Outono um príncipe guerreiro acorda ao lado da sua amada para aquele que seria um dos dias mais importantes da sua vida. Tomam um generoso pequeno-almoço, terminam as malas e tinha chegado a hora. A carruagem estava pronta e levou-os numa deliciosa e animada viagem até ao Bosque dos Sonhos. Quando lá chegaram o príncipe estava a cuidar da princesa e da sua grande e bela barriguinha e foi o duende verde que ajudou a subirem com as malas para o seu quarto. Neste quarto, repleto de magia, sentaram-se e aguardaram um pouco ansiosos, até que chegou uma bela fada e lhes contou que tinha chegado a hora de tornar o sonho realidade e lançou os seus pós de perlimpimpim. Estavam todos muito felizes quando, de repente, apareceu um monstro para assustar os príncipes. Eles ficaram com muito medo, não sabiam o que fazer, e queriam muito, muito, que tudo corresse bem. Pensaram, pensaram, mas a solução era serem fortes e destemidos. E assim foi, ganharam coragem e com a ajuda de todos os animais do bosque conseguiram. Ao fim da tarde, a realidade superou o sonho, e nasceu o maior amor das nossas vidas: TU!
O conto do Diogo
uma pequena princesa feliz, que vivia alegremente no seu mundo, rodeada de amor, mas um dia, quando pensava que não podia ser mais feliz do que já era, recebeu uma boa nova, ia "ganhar" um irmão. Logo não percebeu bem o que iria acontecer, mas quando o viu e o tocou pela primeira vez sentiu uma ligação, uma ligação que irá durar toda a vida. Assim foi Diogo recebido por Beatriz, com um sorriso e uma promessa de amor eterno.
O conto do Tomás Mendes
Um coelhinho branco de orelhinhas azuis. Um coelhinho que sonhava encontrar um amigo. Um menino com quem pudesse brincar. Com quem pudesse partilhar todos os seus segredos, todas as suas aventuras. Um dia, sem que o coelhinho estivesse à espera, esse dia chegou. Estava em casa, deitado na sua caminha fofa, quando de repente um menino bem pequenino se deitou ao seu lado. O coelhinho nunca tinha visto um menino. Era tão pequenino. Tinha um cheiro tão diferente do que ele conhecia... A sua pele era clara e de um toque tão macio. Os seus olhos, na maioria das vezes fechados, eram meigos e doces. Naquele momento, o coelhinho ficou perdidamente apaixonado por aquele menino. Jurou cuidar dele para sempre. Iria ser o seu melhor amigo. Iria protegê-lo contra todos os monstros que pudessem colocar-se no seu caminho. Iria estar sempre do seu lado. Nos bons e nos maus momentos. Iria secar as suas lágrimas quando estivesse triste e aconchegá-lo nas noites frias. E assim, o menino e o coelhinho viveram juntos fantásticas aventuras. Lado a lado, pois eles eram os melhores amigos do Mundo.
O conto do Duarte
Um príncipe que vivia num reino muito distante. Mas era pequeno para ele crescer, ele desejava viver num castelo só para ele.Para isso tinha de vencer uma grande corrida entre donzelas e cavaleiros. Numa noite,ele conseguiu.Mudou-se para um castelo com uma muralha grande e forte, tão forte que ninguém conseguia lá entrar.Tinha tantos amos que formavam um cordão para ele comer.Mas era muito escuro e o príncipe tinha medo.ele queria conhecer a voz que cantava para ele e ver as coisas que ela lhe falava. Num belo dia, ele ganhou coragem para atravessar as muralhas e quando a lua apareceu, ele também! Da mãe que terá sempre o rei na barriga.
O conto da Matilde
Era uma vez a história de uma menina chamada Matilde. A Matilde tem fomeca... chora Matilde! Os pais dão papinha para a Matilde crescer forte e cheia de estaleca. A Matilde quer brincar... sorri Matilde! Vamos ver os bonequinhos e por a música a tocar. A Matilde quer colinho... chora Matilde! Vêm os pais a correr, pegam na Matilde e balançam-na até ela querer. A Matilde quer conversar... sorri Matilde! Os pais adoram ouvir-te falar. A Matilde quer atenção... chora Matilde! Ninguém sabe o que se passa, todos vão espreitar a Matilde e cantam-lhe uma canção. Está na hora do banhinho... sorri Matilde! Vamos brincar com o peixinho e remexer a aguinha enquanto rimos baixinho. A Matilde tem soninho... chora Matilde! Está na hora na soneca, fecha os olhinhos e abraça a boneca. Está na hora de acordar... sorri Matilde! É um novo dia, vai tudo recomeçar.
O conto da Matilde
Era uma vez uma bebé e uma mãe! A bebé morava na barriga da mãe, dando voltas e brincando no escuro. A mãe, por sua vez, vivia ansiosa por conhecer a sua bebé, Matilde. Todos os dias imaginava como seria ela: teria muito cabelo? Seria mais precida com o pai ou a mãe? Seria calminha? Até que chegou o dia mágico, o dia em que finalmente mãe e bebé se iam conhecer, e a mãe mal podia esperar. Até que, após algum tempo de espera a mãe ouviu a sua bebé chorar, um choro de quem sente o mundo pela primeira vez, a mãe viu-lhe as costas e o rabinho e quando puseram a bebé junto da mãe foi como se o mundo parasse. A mãe nunca se irá esquecer daquele primeiro momento em que viu a Matilde, aquele olhar vai ficar gravado para sempre como uma fotografia que mais ninguém consegue ver. Aquele momento em que puseram a bebé em cima do peito da mãe, vinha a chorar e parou, e mãe e bebé trocaram olhares profundos. Não se conheciam, mas a bebé conseguiu conquistar a mãe com os seus olhos grandes e cinzentos, ali naquele momento só delas, em que o tempo parou para as duas. Se dois minutos antes tivessem perguntado à mãe: “acreditas em amor à primeira vista?” a resposta tinha sido que não, mas a Matilde... a Matilde conquistou a mãe apenas com um olhar e fê-la descobrir que o amor à primeira vista afinal existe e tem o nome Matilde escrito...
O conto da Margarida
uma frase chamada "Era uma vez" que governava o reino dos contos de encantar, conhecida pela sua enorme avidez, na arte de uma boa historia começar. Como todos no reino gostavam dela, decidiram que melhor forma de a homenagear, seria usar o nome da simpática donzela, antes de cada história começar. Embora "Era uma vez" sentisse uma enorme felicidade por ter uma vida tão sensacional, também sabia que alguém com a sua idade, precisava de encontrar alguém "especial". Podia ser um adjectivo, um advérbio com boa apresentação, ou alguém positivo e com poucos pontos de interrogação. Um dia enquanto passeava pelo reino, no seu passo sempre apressado, chocou contra "Para Sempre", um rapaz muito bem apresentado. Enquanto ajudava "Era uma vez" a se recompor, "Para Sempre" já ia no milionésimo perdão, mal poderia ele imaginar o amor, que iria resultar daquela colisão. Foi na atrapalhação daquele momento, e ao esticar a mão para a donzela se levantar, que ele disse num tom ternurento, "aceita vir comigo jantar?". Mesmo envergonhada com o convite inesperado, a donzela não o conseguiu rejeitar, como se o seu coração lhe tivesse segredado, que ambos se iriam apaixonar. E assim foi. A partir daquele dia, no reinado das histórias de encantar, ao "Era uma vez" que já existia, juntaram o "Viveram Felizes Para Sempre" para os homenagear.
O conto da Maria Rita
Era uma vez uma princesa que vivia num castelo e que nunca saiu de lá, por isso não tinha amigos. Um dia chegou à cidade um menino, que foi ao castelo a convidar para brincar. E com ele conheceu o mundo. Brincaram muito, andaram num carrocel e fizeram um pic-nic num jardim. Ficaram amigos para sempre ??
O conto do Sebastião
um pequeno caranguejo que vivia no coração da mãe... um dia ela segredou ao ouvido do pai, que o seu maior desejo era transformar esse caranguejo pequenino num menino de verdade, e fazê-lo viajar do coração até à sua barriga. E o caranguejo fez um longo caminho até à barriga da mãe, onde por ali ficou algum tempo, enroladinho e quentinho, numa dança sem fim que o iria embalar até ao infinito... Um dia, o caranguejo virou menino, de seu nome: Sebastião! A mãe e o pai perderam-se de amores...o coração deles deixou de caber no peito, de tão grande que estava, de tão cheio de coisas boas que o Sebastião lhes oferecia gentilmente todos os dias... Começou com um cheirinho a paraíso, a mãe não conseguia descolar o nariz daquela cabeça pequenina . A seguir veio a hipnotizante gargalhada, e o pai não conseguia parar de tilintar os seus dedos naquela barriga gorducha. Mas quando chegaram os abraços...a mãe e o pai faziam truques mirabolantes para que aqueles braços pequeninos não fugissem dos pescoços deles... E o Sebastião cresceu muito. Sempre de mão dada com a mãe e o pai. Tornou-se num menino meigo, capaz de derreter qualquer um com os seus mimos. Num menino alegre, capaz de desarmar o homem mais carrancudo. Num menino bom, que sem saber, seria capaz de salvar o mundo com o seu poderoso sorriso. E foi então que a mãe e o pai perceberam que este não era um menino qualquer... era o Sebastião, o menino do bom coração!
O conto do Tomás
Era uma vez um pirilampo. Sim um daqueles bichinhos muito engraçados que quando está escuro mais parece um pontinho de luz... Esse bichinho sou eu!!! Sou o Luzinha e vivi sempre num muro do jardim de uma casa, mas um dia veio tanto vento e sem saber como voei e cai dentro de um canal... Fiquei assustado mas como pirilampo corajoso que sou lá me aventurei a explorar o novo "mundo". Andei, andei mas não encontrava ninguém que me ajuda-se e me dissesse onde estava. Até que derepente... fui parar num sitio que mais parecia uma piscina... O que me valeu foi a palhinha do leite que me ajudava a respirar, e lá estava menino. Era tão pequenino mas desde logo ficamos os melhores amigos. Não sai mais de lá e todos os dias fazia grandes sonecas com o meu novo amigo. Por vezes sentíamos uns miminhos e coçigas e outras vezes uma voz tão doce que chamava "Tomás". A cada dia o Tomás estava mais forte e maior e houve um dia em que ele se virou de cabeça para baixo e decidiu que queria ir abraçar aquela voz doce que todos os dias falava com ele e pediu-me se eu ia com ele e lhe iluminava o caminho. Aqui para nós confesso que fiquei com medo mas não podia desapontar o meu amigo Tomás que cheio de força lá começou a tentar escorregar por uns "corredores estreitos". De vez em quando ouvíamos a voz a chamar por ele e a dizer que estava à sua espera. Nesses momentos o Tomás ainda ficava com mais coragem e mais depressa ia. Até que derepente demos por nós a ver umas quantas pessoas de batas verdes, a voz doce estava cansada e chorava de felicidade e também lá estava outra voz que muitas vezes também ouvíamos falar. Era um homem crescido mas chorava de alegria... pelo que disseram depois era de felicidade com a nossa chegada. O meu amigo Tomás foi logo para junto da mulher de voz doce que lhe dizia repetidamente "é a mãe filho". E aí eu percebi onde estive a viver durante 36 semanas e 1 dia, dentro do corpo de uma mamã e vi o meu amigo Tomás crescer. Não queria deixar de ser amigo dele e tratei logo de saltar para um bonequinho que lá estava e hoje aqui estou eu no quarto do meu amigo Tomás. Todas as noites a mamã de voz doce aperta o boneco e aí é a minha vez de brilhar para fazer companhia ao Tomás durante o sono... Sim porque ele já está muito crescido (com 5 meses) mas quer sempre que eu lhe faça companhia e que lhe ilumine o quarto. Luzinha, o pirilampo
O conto da Sandra
Era uma vez um pirilampo. Sim um daqueles bichinhos muito engraçados que quando está escuro mais parece um pontinho de luz... Esse bichinho sou eu!!! Sou o Luzinha e vivi sempre num muro do jardim de uma casa, mas um dia veio tanto vento e sem saber como voei e cai dentro de um canal... Fiquei assustado mas como pirilampo corajoso que sou lá me aventurei a explorar o novo "mundo". Andei, andei mas não encontrava ninguém que me ajuda-se e me dissesse onde estava. Até que derepente... fui parar num sitio que mais parecia uma piscina... O que me valeu foi a palhinha do leite que me ajudava a respirar, e lá estava menino. Era tão pequenino mas desde logo ficamos os melhores amigos. Não sai mais de lá e todos os dias fazia grandes sonecas com o meu novo amigo. Por vezes sentíamos uns miminhos e coçigas e outras vezes uma voz tão doce que chamava "Tomás". A cada dia o Tomás estava mais forte e maior e houve um dia em que ele se virou de cabeça para baixo e decidiu que queria ir abraçar aquela voz doce que todos os dias falava com ele e pediu-me se eu ia com ele e lhe iluminava o caminho. Aqui para nós confesso que fiquei com medo mas não podia desapontar o meu amigo Tomás que cheio de força lá começou a tentar escorregar por uns "corredores estreitos". De vez em quando ouvíamos a voz a chamar por ele e a dizer que estava à sua espera. Nesses momentos o Tomás ainda ficava com mais coragem e mais depressa ia. Até que derepente demos por nós a ver umas quantas pessoas de batas verdes, a voz doce estava cansada e chorava de felicidade e também lá estava outra voz que muitas vezes também ouvíamos falar. Era um homem crescido mas chorava de alegria... pelo que disseram depois era de felicidade com a nossa chegada. O meu amigo Tomás foi logo para junto da mulher de voz doce que lhe dizia repetidamente "é a mãe filho". E aí eu percebi onde estive a viver durante 36 semanas e 1 dia, dentro do corpo de uma mamã e vi o meu amigo Tomás crescer. Não queria deixar de ser amigo dele e tratei logo de saltar para um bonequinho que lá estava e hoje aqui estou eu no quarto do meu amigo Tomás. Todas as noites a mamã de voz doce aperta o boneco e aí é a minha vez de brilhar para fazer companhia ao Tomás durante o sono... Sim porque ele já está muito crescido (com 5 meses) mas quer sempre que eu lhe faça companhia e que lhe ilumine o quarto. Luzinha, o pirilampo
O conto do Bernardo Miguel
O Pongo está na sua posição habitual, em cima da cama, o Bernardo salta para o pé dele e prepara-se para dormir uma sesta e viajar ao mundo dos sonhos. Pongo, o dálmata de peluche ganha vida naqueles sonhos maravilhosos de criança, torna-se um amigo inseparável, alguém a quem recorrer quando uma criança quer sonhar, aquele amigo que todas as crianças imaginam ter, e o Bernardo tem a sorte de ter um dálmata, cheio de pinta. O mundo dos sonhos do Bernardo é de todas as cores, o Pongo salta e brinca com o Bernardo. - Pongo, porque é que o mundo não é assim lá fora? - Assim como? – Pergunta Pongo, numa pausa na brincadeira - Colorido, festivo, doce, divertido, onde eu posso brincar contigo. - O Mundo é aquilo que tu fazes dele, basta acreditares que o podes fazer dessa maneira. Por exemplo, gostas da tua família? - Claro que sim – respondeu o Bernardo – são as pessoas que mais amo no mundo. - A tua mamã e o teu papá, tornam o mundo colorido, pelo menos o teu. Todos os papás o tornam colorido, são eles que o pintam de todas as cores, que fazem desaparecer o cinzento de um dia nublado apenas com um sorriso e um abraço, e um “és o maior amor da minha vida”. A madrinha torna o teu mundo mais divertido, ela faz-te rir, faz-te cócegas e brinca muito contigo, porque embora não esteja todos os dias contigo quer que saibas que te ama. E os dias doces são dados pelos seres mais espantosos do Mundo, as avós, são elas que te dão os maiores mimos, as guloseimas quando a mãe não está a ver, dão os beijos repinicados melhores do mundo e têm sempre a casa a cheirar a bolos. - Então queres dizer que todos contribuem para que o meu Mundo seja divertido, doce, festivo? – Perguntou o Bernardo, com um brilho nos olhos - Claro, sem eles o teu Mundo não teria graça. És uma criança sortuda, com uma família que te ama. Aproveita-a bem. Agora está na hora de regressar à realidade. – Referiu o Pongo O Bernardo acordou e tem a família babada a olhar para ele, olha para o lado e repara que o Pongo continua no seu sítio em cima da cama, chega até ele, morde-lhe a orelha e sorri com o ar mais querido, afinal não passa de um bebé, mas parece que cresceu tanto nesta pequena hora da sesta. Sonha muito meu Bernardo, há um Mundo lá fora onde a esperança e os sonhos podem durar uma eternidade.
O conto do Eça
Era uma vez um elefante cinzento de olhos azuis, que vivia no quarto de um menino. O elefante era suave ao toque e cheirava bem. O menino gostava de dormitar nas suas costas, mas o elefante queria conhecer o mundo lá fora. Todas as noites, o elefante levantava-se do chão, ia à janela do quarto, olhava para a Lua e pedia: - Lua no céu, torna-me num elefante de verdade para poder viver na floresta. E todos os dias de manhã, o elefante acordava no chão do quarto do menino. Certa noite, a Lua não apareceu e o elefante viu uma estrela deixar um rasto de luz no céu. O elefante voltou a pedir: - Estrela no céu, torna-me num elefante de verdade para poder viver na floresta. Mas no dia seguinte, o elefante acordou no chão do quarto do menino. Já sem esperanças, o elefante foi uma última vez à janela para se despedir da Lua e das estrelas, mas heis que sente um puxão. Era outro peluche: o génio da lâmpada. - Hei! Tenho-te ouvido todas as noites, mas misteriosamente ganhei vida na noite passada. Não sei como, mas agora estou livre! Por isso, posso realizar o teu desejo! O elefante saltou de alegria e pediu ao génio que o tornasse num elefante de verdade e o mandasse para a floresta. Na manhã seguinte, o elefante acordou na floresta, a ser perseguido por caçadores furtivos que queriam os seus dentes! Ele não tinha onde esconder-se e deitou-se no chão: - Quero voltar a ser um peluche! E quando abriu os olhos estava debaixo da cabeça do menino que dormia tranquilamente. - Nem tudo o que se deseja é melhor do que se tem agora. E se desejamos alguma coisa, não podemos esperar que alguém o faça por nós. Adeus elefante – disse o génio, antes de ganhar a sua forma de peluche.
O conto do Gonçalo
Era uma vez uma mamã e um papá, já com um lindo menino, decidiram ter outro filhote, dando assim um maninho ao Gabriel, e assim 6 anos depois, nasceu o Gonçalo às 11h21 do dia 12 de Janeiro de 2019. O Gonçalo veio mostrar aos seus papás o quanto o amor pode ser infinito, não interessa se temos um ou mais filhos, temos sempre um amor incondicional para dar. Com o nascimento do Gonçalo, a sua tia Dani também percebeu isso e assim o Gonçalo se tornou o amorzinho mais pequenino da sua tia, a sua tia Dani diz que é muito feliz com tantos bebés na sua vida, afilhadas, sobrinhos, primos.... ...e o Gonçalo chegou para deixar ainda mais babados os seus papás, maninho, avós, tios e primos. Amo-te meu amorzinho pequenino da tia. ????????
O conto da Joana
Um cãozinho que decidiu aventurar-se e saiu pelo portão da casa onde morava com a sua mãe e irmãos. Queria saber o que havia para lá do portão. Andou, andou até que se perdeu e já não sabia como voltar para casa. Cansado, com fome e com medo, escondeu-se atrás de um contentor de lixo e adormeceu. Acordou com alguém a pegar nele ao colo. Era uma menina muito carinhosa, que se apaixonou por ele. Levou-o para casa, deu-lhe um banho, deu-lhe comida e deitou-o por cima de umas mantas fofinhas. Pediu aos pais para ficar com ele. Os pais não se importavam, mas havia um problema; a irmã dela tinha fobia a cães. Mas como a sua vontade de ficar com o cãozinho era tão grande, lembrou-se de sugerir à mãe para comprarem um peluche parecido com o cão para a irmã se ir habituando, e perder o medo. E não é que resulto mesmo? Aos poucos e poucos a irmã foi-se aproximando do cãozinho e acabou por se habituar à sua presença. O cãozinho ficou muito feliz e brincava muito com as duas irmãs.
O conto da Constança
uma menina. Uma menina muito bonita, aventureira e curiosa. Foi essa curiosidade que a levou a casa do Mágico. O Mágico era um sábio velhinho, que vivia sozinho na floresta, conhecido pelos seus Super Poderes. A menina, ao ouvir falar dele, decidiu procura-lo. O que a ela queria era ter o poder de voar. Voar bem alto como os passarinhos. Ao ver a menina o Mágico convidou-a a entrar e lanchar. E foi aí que o sábio lhe disse: "Sabes Constança, os Homens não podem ter asas. Mas vou-te ensinar outra forma de voar. Para voares tens de apreciar as coisas simples. Sonha. Canta. Ri. Brinca. Ama. Não desejes o impossível. Faz muitos amigos e ajuda os outros. Trata bem dos animais e da natureza. Constança, todas estas coisas ajudarão a encher o teu coração. E com o coração cheio voarás de Felicidade!" A menina, depois de ouvir atentamente o Mágico e encantada com o segredo, voltou para casa. Sabes o que aconteceu? A Constança ganhou as Asas da Felicidade e começou a voar!
O conto do Gonçalo Lopes
Era uma vez uma rapariga chamada Dani que ganhou um presente, um presente muito especial, aliás o melhor presente do mundo e ainda por cima em vez de um presente, ganhou dois, sim, dois sobrinhos, dois tessouros magníficos, o mais velho tem 6 anos e o mais novo faz ainda duas semaninhas dentro de 2 dias, esses presentinhos deixam a tia muito babada, pois não existe amor mais bonito que o amor que que esta tia sente por estes dois pestinhas. Um dia quando forem bem crescidos esta tia quer que entendam o que sente por vocês, é um sentimento inexplicável, uma vontade enorme de vos proteger toda a vida mas ao mesmo tempo dar espaço para que um dia façam as suas próprias escolhas, apoiando-vos tanto nos maus, como nos bons momentos, a tia está aqui para vocês e com vocês. Amo-vos muito meus sobrinhos lindos da tia.
O conto do Francisco Eça
O Eça não quer ser escritor e muito menos escrever contos. O Eça quer ser ninja, mas os avós insistem que está destinado a escrever romances. O Eça quer ser astronauta, mas a mãe oferece-lhe um conjunto de lápis de cor. O Eça quer ser como os heróis de banda desenhada, mas o pai leva-o a caminhar pelas montanhas. O Eça quer ser um monge shaolin, mas o tio leva-o a assistir a um jogo de futebol. O Eça quer ser médico, mas o pai aconselha-o a escolher uma profissão diferente, ser médico é muito duro. O Eça quer ser cientista num laboratório, mas a mãe mostra-lhe que há profissões melhores e de maior sucesso. O Eça quer ser gestor, mas os avós dizem-lhe que assim não terá tempo para a família. O Eça não sabe o quer ser, só sabe que vai escolher um dia e que vai contar com os conselhos de quem o ama. Por enquanto, o Eça só quer que lhe leiam contos.
O conto da Constança
Era uma vez uma princesa que enquanto se formava no ventre de sua mãe, atravessou uma tempestade.. Daquelas com dias cinzentos e nuvens carregadas de chuva... Mas ela dava sempre sinais de esperança, crescia forte e lançava raios de sol! Quando nasceu já havia um arco iris tímido a espreitar e com o seu sorriso a crescer trouxe o sol, as flores a desabroxarem e o milagre da vida! A princesa é simpática, extrovertida e muita curiosa. A princesa é traquina sim... mas um doce de menina com um ?? gigante!
O conto da Maria
Duas manas, a Mafalda e a Benedita, que, como qualquer criança de dois anos, adoravam brincar. Brincavam às princesas, brincavam às mamãs, brincavam à apanhada, às escondidas, brincavam a tudo a que a sua imaginação permitia. Mas, fosse qual fosse a brincadeira, paravam quando na TV passava a musica da Mina Bailarina. Aquela menina, com maiôs de muitas cores e tutus a condizer fascinava-as. Foram crescendo e tentavam imitar os movimentos graciosos da Mina Bailarina a dançar ballet. Sentiam-se tristes por não conseguirem e pensaram desistir do ballet. Uma noite de Verão, muito quente e estrelada, apareceu-lhes uma bonita fada, de cabelos longos e dourados, que lhes disse "nunca desistam dos vossos sonhos, não há sonhos impossíveis". A Mafalda e a Benedita quando acordaram, olharam uma para a outra e não foi preciso dizer nada, decidiram seguir o conselho da fada. Passaram vários anos e as duas gémeas foram crescendo, sem nunca parar de dançar. Aos 18 anos, as manas, estreavam-se a dançar ballet, em Paris, como a Mina Bailarina. Naquela noite quente de Verão aprenderam uma grande lição que levaram para a vida: Nunca desistir, porque "Não há sonhos impossíveis"!
O conto da Vitória
Uns pais que ja tinham três filhos um menino de 21 anos,uma menina com 20 anos e outra menina com 18 anos, a mãe ja tinha 41 anos e o pai 45,e um dia a mãe engravidou novamente passados 18 anos e teve uma linda menina chamada Vitória,que é a princesa da família.
O conto da Vitória
Uns pais que ja tinham três filhos um menino de 21 anos,uma menina com 20 anos e outra menina com 18 anos, a mãe ja tinha 41 anos e o pai 45,e um dia a mãe engravidou novamente passados 18 anos e teve uma linda menina chamada Vitória,que é a princesa da família.
O conto da Vitória
Uns pais que ja tinham três filhos um menino de 21 anos,uma menina com 20 anos e outra menina com 18 anos, a mãe ja tinha 41 anos e o pai 45,e um dia a mãe engravidou novamente passados 18 anos e teve uma linda menina chamada Vitória,que é a princesa da família.
O conto da Teresa
Era uma vez um Pirilampo, que não tinha luz, chamado Tomé. À noite, os seus amigos eram pontos brilhantes, mas ele não e, por isso, ficava sozinho. Certo dia, quando Tomé observava o céu, viu algo a passar à sua frente observou, então, a criatura mais bela que alguma vez vira: uma linda “pirilampa”. Tomé quis conhecê-la. Saiu do seu quarto, foi ter com ela e perguntou: -Como te chamas? A pequena criatura olhou à volta, como se não conseguisse identificar a origem do som e voou dali, desaparecendo. Tomé, triste, voltou para o seu casulo. O Pirilampo queria que Luz, a “pirilampa”, fosse a sua companhia, mas tinha de brilhar. De repente, lembrou-se do lago mágico. Num dos extremos da floresta, existia um lago que fervilhava como se fosse um caldeirão de sopa mágica. Quem se aproximasse dele, ficava todo o seu corpo brilhante, mas um brilho colorido. Tomé não sentiu medo. Saiu do casulo e voou devagar. Passadas horas, viu algo brilhante. Aproximou-se. Ali estava ele! Reparou nas criaturas mágicas que pareciam não dar pela sua presença: formigas que dançavam, aranhas que tocavam piano... Mergulhou a pata no lago mágico e, de repente, o seu corpo começou a brilhar. Por fim, a ponta do seu corpo acendeu-se, como se fosse uma estrela. O Pirilampo regressou a casa radiante. No dia seguinte, quando o sol se pôs, Tomé foi até ao velho carvalho. O seu corpo começava a tornar-se cintilante. Os dois pirilampos estiveram a noite toda a conversar, como grandes amigos. Passaram-se dias, até que a véspera da migração chegou. Tomé ganhou coragem e pediu a Luz que o acompanhasse. Pedir a companhia de um pirilampo era pedir a sua proximidade eterna. Luz sorriu e aceitou. Partiram em busca de novos sítios do planeta e o Pirilampo Mágico viveu alegre, procurando sempre outros pirilampos infelizes, como ele fora, por não terem brilho. Prometeu levá-los ao seu lago. Certo dia, organizou uma viagem à sua aldeia, e cumpriu o que tinha dito antes. Como ficaram felizes todos os seus amigos que antes pareciam invisíveis! Fica provado que, com um grande espírito aventureiro, uma luz apagada pode acender muitas outras!
O conto do Matias
Os quatro amigos grilos. Um dia num sítio muito bonito havia um grupo de quatro amigos grilos que eram o Nilo, Silas, Visconde e o Ticas. Estes quatro amigos eram muito unidos, eles brincavam, faziam aventuras e acima de tudo cantavam muito. Um certo dia estavam os quatro a cantar até que aparece uma aranha gigante e leva Ticas, os outros três amigos tentam salvar Ticas, mas sem que nada pudessem fazer. Os três amigos grilos ficam ali sem saber o que fazer e muito preocupados com Ticas, mas Nilo diz a Silas e a Visconde que eles têm que salvar o amigo. Sem saber onde o seu amigo estava, Nilo procura Ticas e saber onde a tal arranha o tinha escondido, Nilo procura, procura e descobre que afinal Ticas não esta muito longe, é que a arranha tinha prendido Ticas na sua teia gigante. Nilo volta para ao pé dos outros dois e conta que tinha visto Ticas, e que não se encontrava muito longe deles. Nilo, Silas e Visconde pensão num plano para salvar o amigo Ticas, e os três vão ao sitio onde Ticas esta preso, mas ao chegar perto a tal arranha tenta prender os outros três grilos, mas estes ainda conseguem fugir de volta para os seus buracos. No dia seguinte os três amigos grilos acordam cedo e vão para o lugar onde Ticas esta preso e combinam uma maneira de salvar o amigo. Então os três amigos grilos põem o plano em acção, em que Silas e Visconde distraem a arranha e Nilo tira Ticas da teia, mas a arranha tinha prendido Ticas tão bem que o pequeno Nilo não conseguiu desprender o seu amigo. Ele chama Visconde para o ajudar mas este não consegue passar pela arranha e então, estes dois, Visconde e Silas atraem a arranha para um buraco e assim voltar para ajudar Nilo a salvar Ticas. Então assim foi, atraíram a arranha para um buraco e conseguem que ela fique presa lá dentro, e de imediato correm para ajudar Nilo e assim os três conseguem salvar Ticas, e logo os quatro amigos fugiram para longe da aranha, para assim continuarem a viver cantando todas as noites.
O conto da Julieta
Aos olhos de Deus, tu és uma obra prima que Ele planeou, com suas próprias mãos pintou ... a cor da tua pele, os teus cabelos desenhou... cada detalhe , com um toque de amor! Ao ver que eras especial , que eras uma obra prima , Ele sabia que tinha de te deixar em boas mãos. Em mãos que te podessem acarinhar e proteger... Escolheu-nos, a Uma florista e a um militar! Deus viu que com a mãe , sérias tratada como á mais delicada flor, com todo o mimo e amor. Já com o pai , não poderias estar mais protegida e amparada . Assim nasceram dois pais, um amor maior , uma família! Não há um “fim”, mas sim um para sempre!
O conto do Salvador
Uns pais que tinham um sonho. Esse sonho era terem um filho, um menino..sem requisitos..bastava ter saúde que o resto os papás ajudariam. Amor não ia faltar, carinho também não, alegria igual e as dores de cabeça apareceriam conforme o bebé ia crescendo. A boa nova chegou e no bico da cegonha veio um rapagão..o Salvador. Aquele que viria formar uma feliz família de 3, o número da perfeição, a conta que Deus fez. Fomos felizes ao saber que vinha e torná-mo-nos inexplicavelmente babados quando nasceu. Foi nesse momento que percebemos o que é amar além do nosso próprio ser! E foi assim que um filho teve o poder de trazer cor, magia, brilho e ainda mais amor a uma família, que agora está completa! Amamos-te além do universo <3
O conto da Luana
9 meses á tua espera Luana. Os enjoos começaram a aparecer no dia 23 Maio levando-me às urgências no dia 25 Maio para fazer medicação pensando que seria uma crise de vesícula como já era habitual. No dia 27 Maio não estando melhor fizemos o teste de gravidez onde deu positivo, já estava grávida de 6 semanas e 1 dia. Fomos então á médica família no dia 4 Junho para começar a ser seguida e fazer todos os exames necessários. No dia 15 Junho fomos á obstetra fazer a primeira ecografia onde ouvimos o coração da bebe pela primeira vez e a confirmação que estava de 8 semanas e 7 dias. No dia 18 Julho com 13 semanas e 5 dias a obstetra conseguiu ver o sexo da bebe. Mesmo não sendo 100% pedimos à Dr.ª Mª José para não revelar e escrever num envelope fechado. No dia seguinte comecei a preparar o chá revelação que foi feito no dia 22 Julho. Fizemos toda a decoração em tons de rosa e azul e ao cortar o bolo ficamos a saber que era uma menina através do recheio do mesmo que era cor-de-rosa. Não foi por acaso que os balões azuis foram rebentando durante a tarde até a abertura do mesmo. A confirmação 100% que era menina foi no dia 30 Agosto com 19 semanas e 6 dias. No dia 2 Setembro com 20 semanas e 2 dias sentimos pela primeira vez a Luana a mexer-se. Depois de termos a certeza que era menina fomos fazer as primeiras compras no dia 5 Setembro. Na consulta das 28 semanas e 7 dias já estava na posição correta (cabeça para baixo) para poder nascer de parto normal. Começamos a tratar do Baby Shower e no dia 21 Novembro criamos o símbolo dela que a irá acompanhar para sempre. Depois de toda uma preparação fizemos o Baby Shower no dia 9 Dezembro com 34 semanas e 2 dias com a família e amigos mais chegados. O tempo começou a chegar ao fim, foi então dia de fazer a mala da maternidade com 36 semanas e 3 dias no dia 24 Dezembro. Já na recta final com 37 semanas e 5 dias, no dia 2 Janeiro 2019 sentimos pela primeira vez os soluços dela. Guardamos a última recordação de gravida mesmo para o fim, no dia 6 Janeiro com 38 semanas e 2 dias fizemos a barriga gesso. E foi no dia 18 Janeiro que comecei a entrar em trabalho de parto, já só faltavam umas horas para conhecermos a nossa menina. Depois de ir á consulta com a obstetra para confirmar se realmente estava com dilatação fomos para a maternidade. Demos entrada na maternidade Júlio Dinis por volta das 18horas e 15 minutos. Comecei por fazer os traçados e em seguida fui examinada onde estava quase com 4 cm de dilatação. Fui então para a sala de partos fazer a epidural e esperar que fizesse a dilatação completa. Foi então no dia 19 Janeiro pelas 2horas e 28 minutos com a ajuda da ventosa que a Luana nasceu com 3140 kg e 51 cm.
O conto da Mariana
...uma menina de cabelos loiros, sorriso fácil e uma vontade enorme de crescer. A princesa Mariana tinha nos lápis, canetas e cadernos os seus aliados de brincadeira, mas era entre Barbies que vivia a fantasia dos contos de fadas, tal como nos seus sonhos à noite. Dizia que queria ser ‘médica dos animais’, ‘médica do futebol’, professora ou bailarina...o seu desejo crescia, tal como ela. A princesa Mariana gostava de pedir desejos às estrelas cadentes, e à fada dos dentes, ambos pequenos no olhar mas gigantes na concretização dos seus pedidos. A Joana e o seu pai Filipe só queriam vê-la feliz, e por isso decidiram criar uma história para ela...a história de uma menina de cabelos loiros, de sorriso fácil e uma enorme vontade de ser crescida.
O conto do Mateus
Era uma vez um sonho, um sonho chamado filho Mateus. Bem antes de te ter já eu te tinha sonhado. Foi o sonho de ser mãe, o sonho de amar mais, o sonho de ser mais, o sonho de dar mais, o sonho de me alegrar com coisinhas tão minúsculas como um simples mexer de dedo, que te trouxeram até mim. Deus permitiu que eu fosse mais feliz, permitiu que com o nascer do Mateus Filho, nascesse também a Mãe Lili. E a Mãe Lili é tao feliz com o Filho Mateus. Tenho agora o coração hiper e mega cheio de Amor puro, verdadeiro e bem simplezinho. Esta Mãe Lili ama acima de tudo e todos o Filho Mateus; tu filho és o meu mais que tudo. Nada é ou fou mau, tudo é tão bom que chega a dar medo. Mas não é um medo mau, filho, é só um medinho de que algo corra menos bem. Escuta bem filho: Amor nunca te há de faltar
O conto do Tomás
Uma menina que tinha muito medo. Medo de não saber amar, de não saber cuidar. Medo de errar. Essa menina tinha do seu lado, uma família que nunca a desamparou e um menino que acreditava nela. Que sabia que juntos iriam conseguir. Juntos iriam fazer o impossível para fazer da vida do Tomás a melhor do Mundo. Numa manhã de Domingo. Fresca e chuvosa. O tão esperado Dia, tinha chegado. Eram 9 horas e 32 minutos. Pequenino, de pele clara e chorinho forte. A menina tomou o bebê no seu peito e naquele momento, teve a certeza, que todos os seus medos, todos os seus receios, eram em vão. Porque ela, ela e o menino, eram capazes de tudo por aquele ser tão pequenino.
O conto da Leonor
Era uma vez uma linda princesa, chamada Leonor. Ela nasceu no dia 28 de Agosto de 2013 e desde esse dia o mundo ficou mais bonito, mais grato e adorável. Os seus olhos vivos e sorriso fácil derretia a todos que a rodeavam. Ela tinha um dom que ninguém sabia, dava super poderes há mãe. Todas as vezes que a mãe tinha de ir para o hospital, por causa do dói dói da barriga, bastava um beijinho dela, e a mamã ganhava super puderes. E assim a mamã da Leonor consegui-o ultrapassar tudo e viveram felizes para sempre. Vitória Vitória a Leonor é a nossa história ??
O conto da Inês
Era uma vez uma sementinha mágica que foi plantada com amor e carinho e cresceu no quentinho da minha barriga. Essa sementinha tinha um coração que ao bater fazia lembrar cavalos felizes a correrem livremente num campo verdejante. A sementinha demorou a ter nome, o pai e a mãe não chegavam a consenso, nem antes de saber se era uma sementinha menina ou menino. Mas após sabermos que a sementinha ia ser uma menina decidimos que se iria chamar Inês! Havia indícios de que as "Inezes" são reguilas e traquinas, mas não fazia mal! E um dia solarengo, a sementinha saiu do quentinho da barriga da mãe e veio para o calor do mundo e aí conhecemos a Inês! E como se confirmou, as Inezes são mesmo reguilas e traquinas, mas são também muito alegres e cheias de personalidade! E a sementinha deu origem ao nosso amor que és tu, Inês!
O conto da Beatriz Salgueiro
Era uma vez, num dia distante, mas que parece ter sido ontem, um pequeno ser acabado de nascer, ainda mal abria os olhos e já se adivinha o azul do céu que iriam refletir. Não chorou muito, apenas observou o mundo, o novo mundo onde havia chegado. Parecia tão frangil e ainda assim dona de uma força enorme. Essa força chama-se amor e esse pequeno ser chama-se Beatriz, aquela que veio ao mundo e tornou o meu mundo mais feliz.
O conto da Leonor Coutinho
Era uma vez uma menina que sonhava ser mamã. Certo dia, encontrou um menino, que tinha o mesmo sonho que ela e decidiram ter um bebé. Um dia descobriram que ia ser uma menina e ficaram super felizes. Tiveram todos os meses a imaginar como é que ela seria. De que cor seriam os olhos e o cabelo? Vai ser parecida a quem? Combinaram que a bebé se iria chamar Leonor! Chegou o dia que a Leonor iria nascer.. a mamã e o papá estavam muito ansiosos e felizes. Quando ela nasceu nem queriam acreditar. Era a princesa mais linda que algum dia tinham visto! Tinha uns olhos azuis, grandes como duas luas cheias. Os papás não podiam estar mais felizes! A partir daquele dia tiveram a certeza que iriam ter para sempre uma princesa a comandar o seu castelo!
O conto da Camila Carolina
Duas meninas lindas e felizes que nunca se separaram...Com personalidades muito diferentes mas sempre muito amigas!Sempre pensaram uma na outra porque ser irmãs(gémeas) é isso mesmo:Partilhar!!Partilham tudo...todos os momentos e para mim,como Mãe,o maior orgulho que sinto é quando elas dizem que são a pessoa mais importante da vida da outra!!Que sejam sempre assim:amigas,confidentes e felizes para sempre...
O conto do Simão
Como um filho! O amor que temos pelos outros toma medidas que nem temos noção. Ainda não sou mãe, mas sinto-me como tua mãe. Afilhado, és o amor da minha vida! Desde o dia que a tua mãe me disse que seria tua madrinha fiquei feliz! Fiz os maiores planos durante os 9 meses, imaginei como serias... Estou feliz por cada momento que vivo contigo. Daqui a pouco fazes 11 anos e tenho na memória as maiores alegrias contigo. Eu brinquei contigo, eu dei-te banho, eu cuidei de ti, dançamos juntos... Vivemos muita coisa unidos! E sabes uma coisa? Até mesmo quando tiveres 50 anos eu vou chegar-te um creme na cara, vestir um casaco, ligar-te... Vou cuidar para sempre de ti! O M de madrinha é como o M de mãe, sempre contigo!
O conto da Maria
Era uma vez um Amor só que encontrou numa terra distante outro Amor só... Então nas férias esses dois Amores sós passaram a ser um só Amor! As saudades eram tantas que o Amor só da terra distante veio visitar o Amor só desta terra e o um só Amor cresceu mais e mais... Os dois amores sós casaram e quando passaram a ser apenas um Amor quiseram distribuir esse amor por mais pessoas e foi assim que nasceste tu Maria Inês que és o Nosso Amor...
O conto do Afonso
Querido filho... Vou-te contar uma história! Eu e o pai conhecemo-nos à 11 anos. Apenas duas crianças e não sabiam que dali iria nascer amor. Grandes amigos, estudamos juntos e não imaginávamos o que aí vinha. Passaram anos sem nos vermos, mas um dia... Ai esse dia!!! Voltamos a nos encontrar e a amizade ainda estava ali. O melhor de tudo é que se tornou em amor. Já namoramos à 1 ano e 3 meses (eu sei, é pouco tempo) mas, o nosso amor é grande e já estamos a planear a tua vinda. Amamos tanto um ao outro que queremos que do nosso amor venha o melhor fruto,tu! Sonhamos contigo a cada dia, queremos encher-te de amor e carinho. Anda meu amor, estamos à tua espera!
O conto do Jorge Santos
um porquinho chamado pintarolas, adorava chafurdar na lama com a sua mãe e os seus 8 irmãos. Era o mais branquinho de todos e adorava correr e meter se com todos os outros, brincalhão, amigo e muito maluquinho, sempre com as patinhas na primeira poça de água que via. Não se importava de dar a sua vez na tetinha da mamã para um irmão mais aflito com fominha. Um dia o senhor que todos os dias levava as abóboras e as alfaces muito gostosas, levou um porquinho maior que o pintarolas e seus irmãos, e depressa começaram a adora-lo e a aprender imenso com ele. Chamava se relâmpago e tinha esse nome porque era muito rápido na corrida e a movimentar se para todo o lado. Sabia contar imensas histórias a todos antes de irem dormir e pintarolas ficava sempre na primeira fila a assistir áqueles contos maravilhosos que ia ouvindo, levando-o a sonhar e a viver aquelas histórias de viagens e de locais que para ele não existiam, levavam-no a querer viver aquelas aventuras. Um dia e depois de já ter pensado em todos os pormenores decidiu que era altura de fugir daquele lugar mesmo ficando com o coração apertado por deixar a sua família, mas um dia fugiu mesmo! A sua mãe começou a ficar preocupada com o passar dos dias, e passou 1 semana, depois 1 mês e depois 1 ano e nada do seu filho aventureiro. Nunca mais se soube do porquinho mas sua mãe sempre soube da sua vontade de ir ver o mundo e aproveitar a vida, todas as noites olhava para a lua e falava com o pintarolas, sabendo que onde quer que ele estivesse, estaria feliz.
O conto da Laura Marques
... Uma mãe feliz. E feliz porquê? Porque estava a realizar o maior dos seus sonhos... Ser mãe! Enquanto o seu bebé crescia na sua barriga, ela imaginava como iria ser a sua princesa. Certo dia, ainda antes do tempo esperado, a princesa quis fazer uma surpresa à sua mamã e ao seu papá e decidiu que era dia de espreitar o mundo. Esse dia, foi sem dúvida, o dia mais feliz desta mãe. Ao vê-la pela primeira vez, olhou para a princesa com as lágrimas nos olhos e disse: "És mais linda do que eu imaginava!" E ficou agarrada a ela a sentir a sua pele e o seu cheiro, junto do papá também. Agora, cada dia que passa esta mãe se sente mais feliz e sabe o que é finalmente, o amor incondicional. Amo-te Laura! ?
O conto da Luísa
Era uma vez uns Papás que ainda não eram papás, mas que queriam muito ser. Estes Papás eram tão felizes, mas tão felizes, que decidiram trazer ainda mais felicidade à sua casa (e também ao mundo!). Foi quando a Luísa apareceu. Quando a Luísa apareceu, ainda na barriga da mamã, Os Papás não sabiam que era uma Luísa e não um Rafael. Quando descobriram, despacharam-se a encontrar um nome que lhes fosse tão especial, mas tão especial, como aquela menina que morava dentro da barriga da mamã já o era. Decidiram-se por Luísa, que significa "guerreira gloriosa". Assim como a querida Tia que lhe emprestou o nome. Quando a Luísa nasceu, Os Papás perceberam-na logo! Ela tinha um olhos grandes e observadores, olhos sedentos de descobertas! Ela cheirava a vida e a abraços demorados. Os Papás apaixonaram-se de imediato por ela e começou a história de amor mais doce das suas vidas. O primeiro par de anos passou e a Luísa mostra-se cada vez mais curiosa e aventureira, demonstrando cada vez mais o quanto gosta de descobrir e de aprender coisas novas! É uma menina de sorriso fácil e contagiante. É a menina do abraço mais maravilhoso que a mamã alguma vez conheceu. É a menina dos Papás. E dos avós e dos primos e dos tios e dos Padrinhos. É a luz da nossas vidas e a Glória dos nossos dias. E quando os dias parecem cinzentos e difíceis, procurem-na: Não há dor nenhuma que um beijinho dela não cure.
O conto do Simão Araújo
Era uma vez um bebé de olhos grandes, nariz pequenino e barriga redondinha. O seu nome é Simão e o que nós sabemos é que ele tem sempre um ratinho na barriga... Adora comer, comer e comer. Um dia, a mãe Joana e o pai Tiago disseram-lhe: "- Simão, vais a casa da avó Rosa e do avô Saúl levar esta cestinha com bolinhos, mas vai pelo caminho mais curto para que não tenhas tempo e vontade de os comer. Está bem? Vai com cuidado, não te percas e atenção aos carros!” E lá foi o rapazito todo aperaltado com o GPS a ajudá-lo no caminho. Mas, entretanto, ficou sem bateria! E enquanto procurava o carregador no bolso, sentiu o cheirinho dos bolinhos, sentou-se num cantinho e comeu um... depois outro... e depois outro! Até não ficar nenhum... Com esta barrigada de bolinhos, ficou com a barriguinha aconchegada e adormeceu... A mãe e o pai começaram a ficar assustados porque o bebé Simão não regressava a casa. Ligaram à avó Rosa para saber dele e ele não tinha aparecido em casa dos avós. INSTALOU-SE O PÂNICO! Chamaram toda a gente para ajudar: o Panda e os Caricas, o Ruca, a Patrulha Pata, a Lady Bug, os Heróis de Pijama e muitos mais... Todos estes heróis ativaram os seus poderes para ajudarem a família à procura do seu bebé guloso... E foi o Panda que conseguiu encontrar o Simão já quase de noite... À medida que ia cantarolando pela estrada fora, “Sou uma taça, uma chaleira, uma colher, um colherão...”, o Simão foi acordando ao mesmo tempo que dançava a sua música favorita! Os pais, avós e tios ficaram aliviados. O Simão ficou com uma dorzita de barriga. Mas todos ficaram felizes porque o bebé estava são e salvo graças ao seu herói favorito. E o Simão aprendeu uma lição: não devemos comer sem autorização o que não é nosso, porque sabemos sempre que ninguém nos vai negar um docinho, muito menos a avó Rosa :)
O conto do Simão
Um menino muito traquina, mas com um coração cheio de amor para dar!!! Certo dia ele estava no miminho dos pais e disse-lhes o seguinte: -“ sabem uma coisa papás, vou-vos contar um segredo.” E mãe, curiosa como era disse logo: -“ um segredo! que segredo um menino tão pequenino tem guaradado?” E o menino responde alegre como sempre:-“ Sabem que antes de vocês me conhecerem naquele lindo dia de Maio eu já vos conhecia?” E o pai muito admirado diz:-“ Isso não é possível filho!” E o menino responde com muita certeza: -“ Ai é é, eu já vos andava a ver lá no céu há muito tempo e dizia ao Senhor Poderoso que queria muito ir ter convosco, queria dar beijinhos á mãe e fazer muitas traquinices contigo pai! E o Senhor Poderoso dizia:-“só quando a tua mãe estiver menos nervosa é que eu te concedo esse desejo!” E de repente, num certo dia o Senhor Poderoso chamou-me e disse: -“É agora é agora, vou-te transformar num pontinho, vou fazer perlimpimpim e pumba vais para a barriguinha da tua mãe!” E assim foi. A mãe já com as lágrimas a correrem pelo rosto, de felicidade e de espanto, por estar a ouvir a coisa mais maravilhosa que alguma vez alguém lhe tinha contado. O menino continuou e disse: -“andei dentro de ti mãezinha 9 meses foi tão bom, tu fazias coisas tão fixes, cantavas, dançavas, etc. -“ Mas o segredo não acaba aqui, não não! Também fui eu que escolhi o meu nome, Simão, em homenagem ao priminho que estava lá no Céu, eu não percebia porque é que vocês andavam tanto tempo com nomes para trás e para frente, eu já sabia que era Simão !!!” Amo-vos muito com todo o meu coração ???? !!!! E o Pai e Mãe com a emoção a tomar conta deles encheram-no de beijinhos e abracinhos e dizeram: -“sabes também temos um segredo para ti, a mãe tem outro pontinho na barriga!” Vitória vitória e assim acaba a história!!!!!
O conto da Maria Inês
Era uma vez uma menina-de-papel, de um papel muito branco e leve. Sempre que o vento tinha pressa e corria mais rápido a menina-de-papel seguia-o, sem poder evitá-lo, por ser feita de um papel muito leve. Um dia, com o vento apressado, voou, voou, subiu, subiu, até que pousou numa estrela muito pequenina que espreitava naquele fim de tarde. A menina sentiu-se perdida, e muito só, e chorou lágrimas de papel… Naquele céu morava um anjo que era pintor. Todas as manhãs, o anjo-pintor pintava no céu um sol amarelo, pintava-lhe luz e calor, e todas as noites pintava uma lua de prata, e pintalgava o céu com estrelas amarelas, pedacinhos do sol da manhã. Nessa noite, o anjo-pintor reparou na pequena menina-de-papel. Ele nunca tinha visto uma menina de um papel tão triste. Segurou-a com cuidado e levou-a com ele até duas estrelinhas que guardava num cantinho do céu por serem as mais brilhantes que jamais tinha pintado. Pegou numa estrelinha e depois noutra, pintou-as nos olhos da menina-de-papel. Com ela contra o peito, desceu até ao mar. Esperou, e quando as duas mais brilhantes ondas do mar nasceram, espelhando a prata da lua, pegou nelas e pintou-as nos lábios da menina-de-papel. O anjo-pintor pousou numa nuvem de algodão e ficou a olhar a menina. Ele nunca tinha pintado assim. Pintava as manhãs e as noites, o mar e os campos, o céu, a lua, o sol, as estrelas, mas nunca tinha pintado algo tão grandioso. O anjo-pintor fechou os seus olhos, respirou fundo o eterno, que é o oxigénio lá no lugar do céu onde vivem os anjos, e recomeçou a voar. Voou até ao sol e olhou a menina-de-papel que trazia nos braços e depois o imponente sol na sua frente… Da maneira que só o anjo-pintor sabe como fazer, e o céu não deixa contar a ninguém, o sol, todo o calor e luz do sol, ficaram no peito da menina-de-papel. O Universo parou por um momento. A menina-de-papel já não era de papel, o papel tinha-se feito vida! O papel, que agora era vida, tinha tudo o que de mais maravilhoso existia, tinha sido pintado de “amor”. As ondas do mar com prata da lua transformaram-se em sorriso, as duas estrelinhas mais brilhantes do céu que agora eram os olhos da menina fixavam o anjo-pintor, num abraço o calor do sol invadiu-lhes as almas, respiraram ambos o eterno, a primeira de muitas vezes, e a menina, que já não era só uma menina de papel, agradeceu ao anjo-pintor. A palavra saiu-lhe quando o Universo ainda os olhava, parado, para entender o que lhes corria nas almas. Mas isso ele nunca veio a saber. O Universo não o entendeu porque era pequeno demais e não percebia aquela língua que só o anjo pintor e a menina-que-já-não-era-de-papel entendiam. No que sabia o Universo não cabia aquela palavra. E ela era tão pequena! Afinal ela só tinha dito “amo-te”.
O conto da Leonor
Leonor tu foste a nossa maior surpresa ou não fosses tu a nossa terceira filha . O início da minha gravidez não foi fácil por termos muitas dúvidas a nossa vida ia mudar muito. Acabamos por entregar tudo nas mãos superiores e seguir com a gravidez . Hoje tu foste a nossa melhor opção , foste tu que nos permitiste ter uma família numerosa , a família que eu sempre quis . Tu e os manos são tudo para mim e para o papá. Que tu tenhas sempre muita saúde e que seja sempre o mais feliz possível , nós tudo faremos para isso ??
O conto da Mariana
uma menina de sorriso fácil, cabelos loiros e uma enorme vontade de crescer! Os lápis e canetas são os seus amigos de brincadeiras, mas é nas Barbies que vive a realidade das verdadeiras princesas...tal como nos seus sonhos. Diz que quer ‘médica dos animais’ ou ‘médica do futebol’...e nós só queremos que sejas muito feliz.
O conto do guilherme
Era uma vez um menino que deseja muito ter um maninho. Pediu muito até ao menino Jesus, não queria nenhuma prenda apenas um maninho ou maninha. O seu sonho tornou-se realidade. O maninho nasceu e são os melhores amigos. O Martim e o Guilherme. Esse amor de irmãos nunca terminará, farão muitas aventuras juntos, proteger-se-ão um ao outro até ao final.
O conto do Leonardo
Era uma vez uma linda pantufa, vivia numa pequena aldeia com os seus papás e era muito feliz. Divertia-se muito com os seus papás e tinha muitos amigos. Era uma pequena pantufa feliz! Certo dia, os avós pantufa foram buscá-la a casa dos seus pais e levaram-a para viver com eles. Ela não percebia porque é que isso tinha acontecido e chorou durante muitos dias por não estar com os seus pais e por tudo ser diferente: a escola, os professores, os amigos, a casa, a comida. Ela gostava muito dos seus avós e dos seus tios, mas não era a sua casa. O tempo foi passando, e a pequena pantufa foi crescendo e percebeu que os pais pantufa estavam doentes e por isso os avós foram ajudá-los num momento menos bom. A pequena pantufa foi crescendo até se tornar uma pantufa adulta, bonita, independente, senhora do seu nariz. Quando fez 18 anos procurou a mãe pantufa, que já estava boa de saúde, e foi viver com ela, para uma cidade diferente. Voltou a ser tudo novo, a casa, a escola, os amigos. Mas a pantufa tinha a sua mãe ao seu lado e um futuro promissor á sua frente. Com 19 anos a pantufa conheceu outra pantufa. Era uma pantufa azul, linda, querida, simpática, ela ficou logo apaixonada, era a pantufa da sua vida... As duas pantufas viveram muitas aventuras juntas, namoraram durante 7 anos e perceberam que queriam ficar juntos para sempre. Dia 10 de Setembro de 2016 casaram e foram viver juntos. Foi tudo novo para os dois, mas estavam felizes por estarem juntos para sempre. Desta união nasceu a 21 de Setembro de 2017 uma pantufinha linda. A pequena pantufa é muito traquina, tem um feitio complicado e é teimosa mas também é querida, simpática e muito fofa. Foi a melhor coisa que podia acontecer às duas pantufas, porque acabou por se tornar a força daquela família em momentos mais difíceis que aconteceram entretanto. E assim viveram juntas as 3 pantufas, na esperança que a vida lhes continue a sorrir e que estejam sempre unidas, porque juntas são mais fortes. E no que depender dos pais pantufas, a pequena pantufa vai ser muito feliz!
O conto da Carolina
Era uma vez a pequena princesa Carolina, de lindos caracóis castanhos, a soltar alegres risadas a cada nova descoberta. A última aventura da princesa tinha sido aprender a nadar. Desde tenra idade que ela conhecia bem a água. Contudo, nadar exigia treino e coordenação. À medida que o tempo foi passando, ela teve de ultrapassar os medos e receios que surgiam e que a impediam de avançar. O rei Marcelo e a rainha Mara, os seus pais, estiveram sempre presentes, prontos a apoiar cada “braçada”, sem a deixar “ir ao fundo”. Ela estava a crescer e fazia progressos. A certa altura, a princesa valente lançou-se água fora e conseguiu nadar sozinha. E os reis, dedicados e amigos, deram-lhe os parabéns por todo o seu empenho. Um dia, enquanto saltitava pelo jardim, a princesa Carolina encontrou o rei Marcelo cabisbaixo. Ao que parece, os súbditos não estavam satisfeitos com a sua prestação. A princesa Carolina não percebia nada destes assuntos de adultos, mas abraçou o papá e disse, no meio de um carinho: - Papá, dá o teu melhor! E nunca desistas! Às vezes, ficamos com medo e afinal, nem custa nada. E não te esqueças de ninguém! Eu sou a mais pequena de cá de casa e fico aborrecida quando não contam comigo. Parecia que o que havia sido plantado estava agora a florescer. O amor e dedicação depositados na princesinha, ao longo dos anos, tinham despontado sob a forma de palavras sábias, oportunamente ditas. O rei inspirou-se nas palavras da sua princesa e no seu sorriso que motivava qualquer um e procurou saber o que desagradava os súbditos, falou com alguns deles e percebeu que tinha de mudar algumas leis para que fosse feita justiça para todos, principalmente para os mais desfavorecidos. E assim, o rei Marcelo, a rainha Mara e a princesa Carolina continuaram a viver no seu castelo com a certeza de que, apoiando-se mutuamente a felicidade marcaria presença nas sua vidas.
O conto da Maria Manel
Era uma vez, uma menina que sonhava muito muito ser mamã. Adorava crianças, e todos os anos via as suas amigas realizar esse sonho. Ficava feliz e de coração cheio por ter tantos sobrinhos de coração, mas faltava um bocadinho para ela ficar completamente preenchida. Certo dia, descobre que está grávida! Faltaram as palavras, o mundo parou, sentiu um aperto no coração porque o seu momento tinha chegado. Deu a notícia ao papá, que se agarrou a ela com um abraço tão forte que nem a deixava respirar... Os seus olhares cruzaram-se e não foi preciso falar muito porque os sorrisos não escondiam a felicidade que estavam a sentir! Os meses foram passando, e é incrível tudo o que acontecia dentro da mamã. Sentir o primeiro movimento da sua bebé, era tão bom que a mamã só queria que ela continuasse com os pontapés para a sentir mais um bocadinho. Finalmente chegou o dia da bebé ver a sua mamã e mudar a sua vida para sempre! Oh meu Deus, aquele ser tão perfeito é encostado a ela, e é impossível controlar as lágrimas de tanta felicidade... A mamã consegue senti-la, é mesmo real. A bebé olha para a mamã com aquele ar doce e inocente, a mamã segura a mão dela e sussurra "Olá Filha, olá Maria!", fotografa aquele momento na sua memória e sorri. SEM DÚVIDA, aquele foi o melhor dia da sua vida. O dia em que a Maria nasceu e ela renasceu, a olhou pela primeira vez e ela prometeu protegê-la de tudo e de todos. O seu coração encheu-se de amor, um amor diferente de tudo o que já sentiu: O Amor de Mãe. E este é somente o melhor do mundo!
O conto da Clara Rodrigues
Uma sementinha muito pequenina que num dia de tempestade, arrastada pela força do vento, foi parar a um lindo jardim. Havia flores, de todas as cores, animais de todas as espécies, um rio com uma água límpida onde o sol refletia a sua luz todas as manhãs. No ar um cheirinho doce...mas faltava uma coisa muito importante para este lugar ser o paraíso...faltava amor. A sementinha ficou tão feliz por estar neste sítio encantado que se transformou. transformou-se numa linda e pequena laranjeira, era a única árvore de fruto no meio de tantas flores. Era a única que um dia mais tarde viria a dar frutos. E assim nasceu a minha laranjinha, fruto do amor.
O conto do Bernardo
Era uma vez um gatinho que não sabia ronronar. Era um gato pequenino, de seu nome Picolino, que gostava de brincar. Vivia numa floresta com outros amigos felinos. E fazia sempre uma festa, depois da hora da sesta, com o seu amigo Avelino! Contudo o seu amiguinho sabia ronronar a preceito! E o gatinho Picolino, às vezes ficava tristinho, por não conseguir tal feito! Resolveu pedir ao amigo: “Ensina-me a ronronar!” E o gato Avelino disse: “Picolino não fiques triste, a hora há-de chegar!” “O ronron é especial, e vais perceber um dia. Acalma o teu coração, vais ver que tenho razão, não fiques nessa agonia!” O gatinho Picolino achou a conversa sem tino! Continuava tristonho, pensando que seria um sonho, ronronar como o Avelino! Contudo, num belo dia, o Bernardo foi passear. Com seus pais foi à floresta e, atrás de uma giesta, o Picolino foi encontar! Picolino fugiu com medo, ao ver o Bernardo no caminho! Mas ele estendeu a mão, e perguntou com emoção: “Posso fazer-te um carinho?” O gatinho aproximou-se, ainda com algum receio. Mas depressa percebeu que o Bernardo lhe ofereceu o seu amor verdadeiro! Ao sentir a mão do menino, acalmou-se a timidez! E, como que por magia, Picolino com alegria, ronronou pela primeira vez! O gatinho entendeu, então, o seu amigo Avelino! O ronron vem do coração, de quando há tamanha emoção por brincar com um menino!
O conto do Raphael
Era uma vez um cãozinho muito reguila. Ele vivia com a suas mamã e os seus 2 maninhos numa casinha amarela com um telhado cor-de-laranja que ficava abrigada por uma árvore, num jardim muito grande e florido. A mamã dizia sempre aos seus filhotes para não se afastarem de casa porque podiam perder-se. O cãozinho reguila acordava sempre muito cedo, mais cedo que a sua mamã e os seus maninhos. Certo dia o cãozinho reguila, cansado de esperar que a sua mamã e os seus maninhos acordassem decidiu ir brincar com a sua bola vermelha para o jardim. Ele foi brincando, brincando e não se apercebeu que estava cada vez mais afastado. Quando a sua mamã acordou viu que o cãozinho não estava em casa e também não estava no jardim e ficou muito preocupada. O cãozinho ficou cansado e quando quis voltar para casa já não sabia o caminho. Por sorte estava um passarinho azul a passar que sabia onde o cãozinho morava e perguntou-lhe o que ele estava ali a fazer tão longe. Ele explicou que se tinha perdido enquanto estava a brincar com a sua bola. O passarinho ajudou o cãozinho reguila a voltar e quando a sua mamã o viu ficou muito feliz e aliviada. A partir daquele dia o cãozinho nunca mais se afastou de casa e nunca mais se perdeu da sua mamã.
O conto do Raphael
Era uma vez um menino muito curioso chamado João. Ele era tão, mas tão curioso que fazia todos os dias mais de mil perguntas aos seus papás! Por que é que o céu é azul? De onde vem a água da torneira? Por que os animais não falam? Por que o Pai Natal só vem uma vez por ano? E os papás pareciam ter sempre uma resposta, embora às vezes ele desconfiasse que os adultos não tinham resposta para tudo. Pelo menos não da maneira que ele esperava. Certo dia ouviu os seus papás falarem de um menino que "não era como os outros meninos". E ele logo perguntou...mas como assim? Tem 2 olhos, 2 orelhas, uma boca, duas pernas...E a resposta foi sempre sim. Ele intrigado voltou a perguntar...mas então por que é que ele não é como as outras crianças? E os pais explicaram ao João que o menino era diferente porque ele não podia ouvir. Então o João pensou...mas então como é que ele sabe as respostas dos seus papás? Foi então que ficou a saber que ele comunicava por língua gestual. O João quis conhecer o André e logo ficaram amigos. O João aprendeu a comunicar com o André e ainda hoje não percebeu o porquê dos adultos dizerem que o André não era uma criança como as outras. Divertem-se muitos os dois e agora sempre que estão juntos são bem mais de mil perguntas para serem respondidas.
O conto do Gabriel Bastos
Era uma vez numa terra encantada de sol e brincadeira, três aviões muito matreiros que gostavam de pregar partidas aos seus pilotos… Eram partidas muito engraçadas, segundo os próprios. Escondiam os paraquedas, Mudavam as rotas no GPS, Davam piruetas no ar sem motivos, Voavam muito depressa quando eles queriam travar… Foram tantas e tantas as partidas que pregaram que os pilotos já não queriam voar neles. E os aviões matreiros ficavam todos contentes estendidos ao sol… Mas certo dia o piloto Gabriel chegou ao aeródromo onde os aviões matreiros trabalhavam. Os outros pilotos avisaram o piloto Gabriel das maroteiras que aqueles três aviões faziam, mas o piloto Gabriel era muito valente e perseverante e aceitou o desafio. No primeiro dia de voo do piloto Gabriel o avião Vrum-Vrum começou a voar em marcha atrás; avisado pelos outros pilotos, o Gabriel não se assustou apenas se deixou ir e quando chegaram ao destino fez uma fantástica aterragem de rabo com o nariz do avião a apontar para o céu… Foi aplaudido por todos os passageiros e trabalhadores do aeroporto. O Avião Vrum-Vrum ficou aborrecido mas surpreendido pela coragem do piloto Gabriel. No segundo dia foi a vez do avião Trim-Trim. Este maroto tentou ejetar o banco do piloto Gabriel para o fazer voar… Mas o piloto Gabriel estava prevenido e tinha desativado o botão sem que o avião Trim-Trim tivesse dado conta! Assim o avião Trim-Trim teve que fazer toda a viagem sem conseguir livrar-se do muito inteligente piloto Gabriel. No 3º dia de voo, foi a vez do último avião matreiro tentar pregar uma partida ao piloto Gabriel… O avião Kabum planeou tudo com muito cuidado, quando o piloto Gabriel entrasse ele iria fazer com que um dos seus motores fizesse kabummmm e muito fumo para ele desistir do voo… Era o plano perfeito… Como era também mecânico, o piloto Gabriel chegou consertou o motor e fez um voo tranquilo até ao destino. Os três aviões matreiros ficaram muito surpreendidos com a esperteza do piloto Gabriel e a partir daquele dia deixaram de pregar partidas. Os outros pilotos fizeram uma festa e um bolo de agradecimento ao piloto Gabriel que passou a ser o herói daquele aeródromo. Desde então, até hoje, vivem todos muito felizes no aeródromo Gabriel. A história acabou a sorrir e já são horas de ir dormir…
O conto do Tomás Alves
Era uma vez um gigante que tinha uma cara muito triste pois toda a gente tinha medo dele na cidade. Um dia conheceu um menino chamado Tomás enquanto as pessoas fugiam do gigante porque lhe tinham medo Tomás um menino de 4 anos reparou que lhe caia uma lágrima e foi à beira dele sem medo e deu lhe um braço e disse-lhe que a partir de agora ia ser o seu amigo. O gingaste ficou tao feliz, era o seu primeiro amigo. Então Tomás levou para a sua casa pois ele vivia na montanha e tinha muito espaço para ele. A mãe do Tomás como viu que o Tomás era tao feliz aceitou. E assim foi, o gigante acompanhou a vida do Tomás para sempre com muita brincadeira e alegria. Vitória, vitória acabou-se a história..
O conto da Lorena Pinto
Uma menina que sonhava em ser crescida. Todos os dias quando ía para a cama antes de dormir perguntava há mãe. - Oh mãe quando é que eu vou ser crescida? - E a mãe respondia todos os dias cresces um bocadinho meu amor. Mas a menina não se contentava com essa resposta, queria crescer rapidamente. Queria fazer tudo o que faziam os adultos. Noite após noite fazia a mesma pergunta. Até que uma noite antes da menina adormecer a mãe já cansada de sempre dizer o mesmo sentou a menina na cama olho profundamente nos seus olhos azuis como o mar passou lhe a mão no cabelo e disse filha não tenhas pressa de crescer , a vida em todas as suas idades é bonita mas mais bonita é quando somos crianças que tudo é mágico como, numa história de encantar quando pensamos que as nuvens são feitas de algodão doce e o mar não tem fim, quando saltamos nas poças de água da chuva sem nos preocupar , correr como se não houvesse amanhã e não pensar em mais nada. A menina olhou muito séria para a mãe e disse: - Mas mãe porque é que os adultos não fazem as coisas que faziam quando eram crianças? A mãe ficou cala por um momento a pensar na sua infância, a menina ao ver que a mãe não respondia agarrou lhe na mão e perguntou mãe ouviste o que eu disse . Ouvi filha estava a pensar que todos os adultos deviam ser crianças toda a vida. A menina sorriu abraçou a mãe deitou se e antes de adormecer disse ,mãe quero ser criança para sempre mesmo quando for crescida. A mãe de lhe um enorme beijinho e disse dorme bem minha crescida.
O conto da Mafalda
Conto de Primavera O Veado Vitaminas (Vivi para os amigos) estava feliz. Começava a Primavera e o bosque estava outra vez cheio de flores e frutos. O Vivi adorava flores porque o deixavam muito feliz só de olhar para as suas cores. Também era muito amigo de todos os frutos, porque quando estava rodeado por eles se sentia com mais força para correr pelo bosque e para brincar. Enquanto o Vivi passeava nesse primeiro dia de Primavera ouviu algumas flores e frutos a chorar. Ficou preocupado; ninguém gosta de ouvir os amigos a chorar. “Porque estão a chorar?”, perguntou ele. “Amigo Vivi, nós estamos a chorar, porque nunca podemos estar no céu quando chega a Primavera. Estamos aqui, na terra e nas árvores. Não temos asas como os pássaros, como as borboletas e como as abelhas”, responderam as flores e os frutos. “Não chorem, pequenos amigos”, disse o Veado Vitaminas, “Vou dar o meu melhor para encontrar uma solução! E já sei com quem vou falar para me ajudar”. Logo nesse dia, o Vivi preparou um belo piquenique e convidou dois grandes amigos seus para lanchar, a Dona Chuva e o Senhor Sol. Eles quase nunca se encontravam e, por isso, aceitaram de imediato. “Meus amigos, fico muito contente por terem vindo lanchar comigo. Mas este piquenique tem uma missão muito importante”, anunciou o Vivi. E então, contou-lhes a história das flores e dos frutos e de como estavam tão tristes. “O que posso fazer?”, disse a Chuva. “E eu, o que posso fazer?”, disse o Sol. “Bem, eu não sei”, respondeu o Veado Vitaminas, “Mas vocês são os amigos mais sábios que tenho. Pensei que trabalhando em conjunto, conseguissem ter uma boa ideia. A união faz a força!”. A Chuva e o Sol não estavam muito confiantes, mas não iam desistir antes de tentar. E aceitaram a missão! “Vamos trabalhar para ajudar as flores e frutos.” – disseram em conjunto. Pensaram, pensaram, pensaram... A D. Chuva pensou tanto que, distraída, até ia fazendo com que o grande lago verde transbordasse! Por sorte, o Sr. Sol apercebeu-se a tempo e logo apareceu radioso, fazendo com que as margens secassem, ao mesmo tempo que aparecia um arco no céu. “É isso!” – gritou a Chuva, entusiasmada. “Temos que aparecer em conjunto, amigo Sol. Vamos lá”. E assim foi, a Chuva e o Sol apareceram ao mesmo tempo no céu e, logo de imediato, como por magia, apareceu um arco pintado com as cores de todas as flores e de todos os frutos. As flores e os frutos ficaram muito contentes. “Oh! Que bonito que é!”, exclamaram. “Agora sempre que olharmos para o céu vamos ver todas estas cores e podemos fazer de conta que estamos lá! Vamos chamar-lhe arco-íris! Obrigada Amigo Veado Vitaminas. Obrigada Sr. Sol e D. Chuva.” Agora, sempre que um arco-íris aparece no céu sabemos que todas as flores e frutos estão muito felizes!
O conto da Vitória
Querida Vitória! Hoje vou contar-te uma história que aconteceu há alguns anos atrás. A tua mamã era pequenina, muito traquina e brincalhona. A avó trabalhava muito, saía cedo, por isso quem ajudava a mamã a arranjar-se para ir para a escola era o avô. Ele trabalhava de noite, chegava a casa cansado, mas lavava a cara e estava pronto para cuidar da sua pequena. A mamã acordava cheia de energia. Saltava, pulava, queria ouvir histórias... e ele, com toda a calma do mundo, brincava comigo. Quando era dia de escola, ele preparava o pequeno-almoço almoço e levava a minha mochila. Íamos a pé. Eu cantava, dançava, contava os pássaros no céu e pedia para ir às cavalitas. E ele, como se não estivesse cansado, pegava em mim às costas. Se não fosse dia de escola, o avô queria que eu fosse dormir com ele. Mas eu não entendia... Tinha tanta energia e não queria dormir. Pai - dizia eu - não tenho sono! Conta carneirinhos - respondia o avô. Já contei muitos e continuo sem sono! - insistia eu. Conta-me antes uma história. E o avô contava histórias de princesas, fadas e animais mágicos. Hoje compreendo o que é estar cansada no final de uma noite de trabalho. E sabes? Vou lembrar-me sempre do teu avô quando chegar a casa e tu estiveres com a mesma energia. Porque hoje és tu essa pequena traquina que ilumina a minha vida.
O conto do gustavo
Era uma vez um menino muito lindo que nasceu no dia 13/08/2018 no Hospital de Braga. A sua mamã desejou muito que ele nascesse, mas ele, como já desde dentro da barriga da mamã era muito teimoso, decidiu que não queria nascer no dia previsto, e mesmo assim, no dia em que decidiu nascer não queria sair do quentinho da barriga da sua mamã. Então os médicos tiveram de ajudar a mamã para que o lindo bebe, gordinho e teimosinho saísse cá para fora. Quando a mamã e o papá o viram pela primeira vez ficaram logo apaixonados! Era um menino tão fofinho! A partir desse dia, os papás do menino sabiam que a sua vida iria mudar. Quando chegou a casa, vindo do hospital, o menino recebeu tantas visitas da sua família e amigos, que o mimaram de uma forma arrebatadora. Esse menino é muito sortudo, por ter nascido na família que escolheu, e a sua família é muito grata por ter sido escolhida por o menino mais lindo e querido do MUNDO! Mas esse menino não tem nome? - perguntam todos! Tem sim, é o menino Gustavo Antunes de Carvalho! Bem-vindo Gustavo!! Fim...
O conto da Maria Luis
Na floresta verdejante, Onde tudo é lindo e belo. Voa o pássaro cantante Cresce a árvore e o cogumelo. Neste reino gigante, Existe também um castelo, Com um rei arrogante Que certo dia organizou um duelo . Seu propósito , Um príncipe arranjar. Forte, corajoso e bonito Para a sua filha casar. Uma magnífica princesa, De seu nome Maria, Olhos cor de turquesa, Que exibia uma deslumbrante rouparia Chegou o grande dia! Ouvem-se o rufar dos tambores. É uma grande romaria, Sobretudo nos bastidores. Apresentam-se os pretendentes, Todos afilados e confiantes. Parecem conscientes, Que o desafio será mirabolante. Todos esperavam com fervor, Uma cavalaria, exibindo armas e bandeiras , Porém este será um concurso de cartas de amor, Pelo que todos pensaram que era uma brincadeira. E assim a princesa Maria, Teve a oportunidade de se apaixonar Pelo seu príncipe encantado, Que lhe abriu o coração para amar. E assim nasceu um grande amor, Pelas curvas da caligrafia. Todos somos escritores, Sejamos povo ou aristocracia.
O conto da Leonor Ferreira
Era uma vez uma joaninha chamada Leonor. A joaninha vivia numa casinha bem pequenina e acolhedora. O outono já chegou e ela precisa de se preparar para o inverno. A joaninha Leonor vestiu o seu casaco agarrou na sua sesta e partiu em busca de mantimentos para o inverno. Pelo caminho encontrou um gafanhoto triste e gripado. A joaninha pergunta: - Olá! Como te chamas? Posso te ajudar? - Olá joaninha sou o gafanhoto Joaquim e não me sinto nada bem, preciso de preparar o inverno que aí vêm mas falha- me as pernas. - Joaquim vem até minha casa! Faço um caldo que manda essa gripe embora rapidamente. Então lá foram até casa da joaninha. Quando o gafanhoto viu a linda casa da joaninha sorriu e disse: - Que sonho seria viver numa casa assim. É tão linda e transborda amor. - gafanhoto eu nas horas vagas adoro tricotar e fazer mantas e almofadas, pinto os quadros e cultivo árvores de fruto. No inverno com a neve a cair fico a ler um bom livro á lareira e a contemplar a minha casinha. Diz a joaninha enquanto termina o caldo. Dias depois a neve começou a cair, a joaninha estava atrasada na apanha dos mantimentos para o inverno mas também não podia sair com aquela neve toda. Até que lhe batem á porta. É o gafanhoto Joaquim. - Joaquim que fazes aqui com este tempo!? - joaninha não posso esquecer que fizeste por mim! Deixaste de colher alimentos para cuidar de mim, estou muito agradecido. Aquele caldo maravilhoso levou a gripe embora. - não precisas de agradecer, és meu amigo gafanhoto. - mesmo assim Leonor, trouxe aqui uma sesta com mantomenr para o inverno, trouxe também lã para fazeres uma bela manta. A joaninha emocionada abraça o gafanhoto. Nessa noite ficaram á lareira a contar as suas histórias e aventuras na companhia de um belo caldo de cogumelos. Se praticarem o bem como a joaninha Leonor vão ter sempre um amigo por perto para ajudar. A vida é sempre melhor quando temos amigos do nosso lado. Vitória, Vitória, acabou a história.
O conto do Afonso Monteiro
Era uma vez uma menina de seu nome Viviana. Sempre sorridente, tinha o poder da bondade no seu coração... Um dia enquanto passeava, reparou num rapaz sentado no banco do seu jardim preferido a chorar... Aproximou-se e perguntou porquê de este estar assim... O menino, choramingando, respondeu que tinha deixado cair o chupa-chupa e que aquele lhe tinha sido dado pela sua mamã... Viviana sentiu que tinha de ajudar o menino a sentir-se melhor, por isso, levantou-se do banco e foi comprar um chupa-chupa novo para lhe oferecer e aquecer o seu coração. Quando chegou ao jardim, o rapaz apresentou-se, chamava-se José e esboçou um enorme sorriso quando entendeu que a menina bondosa lhe oferecera um doce igual ao que outrora tinha deixado cair... Viviana e José combinaram encontrar-se ali no dia seguinte... E assim foi... Repetidamente... Até aos dias de hoje. Agora, Viviana carrega dentro de si um doce, de seu nome Afonso Miguel, fruto de uma paixão nascida num banco de jardim. Para sempre, um doce. De sabor a chupa-chupa.
O conto do Bernardo Simões
Um menino que tinha muitos medos. Tinha medo de brincar porque achava que ia cair, tinha medo de apanhar sol porque podia queimar-se, tinha medo de apanhar chuva porque podia constipar-se. Via os outros meninos na rua a brincarem uns com os outros e ficava muito curioso de como seria estar ali com eles. Como seria ter um amigo? Mas o medo era mais forte e o menino tremia só de pensar em todos os riscos que corria. Até que um dia alguém bateu à porta. Era uma menina que ele nunca tinha visto antes. Acabara de se mudar para a casa ao lado e estava a convidá-lo para ir brincar com ela porque ainda não conhecia ali ninguém. Mas o menino recusou com medo do que podia acontecer. E se ficassem amigos e a menina o magoasse? Não podia ser! Então todos os dias ele recusou este convite. Até que um dia a menina farta de tanta recusa pegou no menino e levou-o para a rua! Ele com medo de abrir os olhos, pouco a pouco foi sentindo o calor do sol que lhe beijava a pele. Abriu os olhos, muito devagarinho, e viu o que tinha à sua volta. Muitas árvores e flores tão bonitas que lhe apetecia cheirar e olhar cada uma. Mais crianças que brincavam, faziam jogos e riam. Sentiu a brisa do ar e sentiu-se leve. Nesse dia ele brincou até não poder mais. E percebeu que ele era mais forte que o medo. Que ele era capaz de tudo. E que arriscar lhe trazia coisas tão boas. Tinha uma amiga. E tão bom que era rir e brincar com alguém.
O conto do Noah Santos
Era uma vez um feijão que conquistou o nosso coração, que de pontapé a pontapé nos mostra talvez o quanto irá bater o pé; mas não importa, faz parte e só queremos conseguir fazer-te sempre feliz! Que possamos sempre conquistar o teu sorriso meu amor, transmitir bons valores e ensinar-te que a vida deve ser vivida a cores.
O conto do Pedro Lisboa
Era uma vez um comboio mágico que voava.. chamava-se Blu. O Blu todos os dias voava a casa dos meninos e das meninas e espalhava um pozinho mágico que ninguém sabia ao certo o que fazia. Até que um dia, o blu chegou a casa do Pedro, e este, ainda acordado, viu o Blu e com medo de perder o encanto o Blu decidiu esconder-se. -Olá comboio mágico, como te chamas? E o Blu muito envergonhado disse: -Olá, eu sou o Blu -Sabes Blu, todos os meninos falam de ti na escola. E o Blu, sem esperar tal resposta disse: - Fico feliz por não terem medo de mim.. mas queres saber o que venho fazer todas as noites em cada casa de cada menino? - Quero Blu.. vais contar-me? disse o Pedro? -Sim, mas tens de me prometer que não contas a ninguém. Vai ser o nosso segredo. -Sim.. prometo. Disse o Pedro. -Todas as noites vou a casa de todos os meninos ver se eles estão a dormir. E depois , quando não estão, canto uma canção e espalho um pó mágico para ajudar a adormecer. Mas não te esqueças, fica só entre nós, sim Pedro? Pedro?? E assim, calmamente o Pedro já tinha adormecido.. e hoje sem a ajuda dos pozinhos mágicos.. -Dorme bem Pedro, até manha meu anjo...
O conto do Martim
Era uma vez um menino chamado Martim. O Martim tinha 6 anos, andava no primeiro ano e era uma menino feliz. Ele era muito envergonhado, não era de falar com qualquer pessoa, mas acima de tudo muito bem educado e um bom menino. Como não tinha irmãos ele brincava sozinho, apesar de os pais brincarem com ele, mas normalmente era mais a noite. Ele andava de bicicleta, brincava com os carrinhos, montava menos e jogava à bola, é que bem que ele jogava. Ele gostava muito da tia, tinha uma tia que vivia longe e que ele gostava bastante. Estava sempre a pedir a tia para ir à casa dele de ferias só para poder brincar com ela, na presença dela ele sentia-se muito feliz. Ele ia todos os dias para a escola, feliz, e no dia anterior, juntamente com a mãe preparava o lanche para levar no dia seguinte. Certo dia, ele começou a pedir a mãe para levar mais lanche, em vez de levar um pãozinho com fiambre, ou manteiga, pedia sempre para levar mais. Se a mãe mandasse um iogurte, ele pedia outro. A mãe pensava que ele tinha mais fome e primeiramente não desconfiou, porém, sempre que a mãe o ia buscar a escola, via que ele saia sempre da sala de aulas com um menino que antes de se despedirem ele dizia sempre - “OBRIGADO MARTIM” - A mãe perguntava ao filho o porque de o coleguinha dizer sempre Obrigado e ele meio encavacado dizia a mãe que foi por o ajudar nos trabalhos da escola. Mas, depois de vários dias a pedir tanta comida a mãe que ela, na hora do intervalo, foi a escola somente para falar com a professora e vê o Martim e o tal coleguinha no intervalo, encostados a um muro e é aí que vê que o Martim, gentilmente todos os dias partilha o lanche com o amigo, que na verdade, por falta de possibilidades dos pais, nunca levava lanche para a escola e andava sempre com fome. A mãe ao ver ficou muito feliz pela atitude do filho, nada lhe disse e todos os dias continuavam a preparar o lanche do dia seguinte, felizes, e sempre a contar com o amigo para que não lhe faltasse nada. Martim, de 6 anos já tinha dentro de si o espírito de partilha e bondade em dividir o seu lanche com alguém que precisava.
O conto da Daniela
um casal apaixonado que por muito tempo sonhava ter um bebé lindo e saudável. Num dia lindo de inverno a cegonha bateu a porta deste casal e deixou um presentinho na barriga da senhora. Um dia a senhora apaixonada foi ao doutor e descobriu que a cegonha tinha deixado uma linda, grande e saudável menina. Uma menina tão desejada, tão linda e cheia de saúde veio dar alegria á sua família. Esta menina hoje tem 5 anos, chama-se Daniela e é o orgulho da sua mamãe. Assim, veio ao mundo mostrar o quão grande é o amor de uma mãe para o seu filho. Amo-te nhonhi ??
O conto do Vicente
uma sementinha que cresceu. Passou a peixinho porque andava a nadar discretamente pela barriguita da mãe. Virou recentemente mexilhão porque não pára quieto, estica-se e encolhe-se. Anda de um lado para o outro e lá vai um encontrão de vez em quando. Será um braço, será um pé, será a cabeça ou o rabiosque? Quentinho está e gosta muito de se mexer no descanso da sua mãe e após as refeições. Cresceu num instante, e adora andar ao balanço da mãe. Revelou-se de pernoca aberta logo na segunda ecografia, um rapazolas desavergonhado. Agora é o mais novo na família, o único menino rodeado de primas meninas. É o orgulho já dos papás, avós, bisavós, tios e primas. Todos estão ansiosos para o conhecer, vão juntando as primeiras roupinhas, as fraldas, os artigos de higiene, a caminha, a banheira. Ainda é pequenino mas já tem cá fora à sua espera o conforto e todo o amor que têm para lhe dar. As primeiras viagens são sempre as mais bonitas, as mais ansiosas, as mais curiosas, um despertar misto de emoção, medo e vontade... Vontade de conhecer este menino lindo que vai chegar em breve. Está noite cerrada, junto à janela existe um candeeiro que ilumina a rua, ouve-se o uivar do vento. Está muito frio lá fora, dentro de casa o aquecedor é acolhedor. Existem sonhos a pairar no ar, ai esse menino, esse menino que em breve vai chegar. Menino feliz desejado e amado, vai ser o mais bonito, para os seus pais, para a sua família. O menino mais feliz que vai saber abraçar, acarinhar, confortar, ajudar. Vai sair desta viagem, e vai entrar na viagem da vida, com todo o apoio irá mover o mundo, assim como uma bola colorida. Está para breve, vamos-nos preparar meu amor... Até já.
O conto da Maria Clara
Há muito muito tempo atrás o mundo dos humanos estava separado por um cristal mágico do mundo das fadas. Esse cristal tinha um poder tão forte que apenas era visível pelo mundo das fadas. O mundo dos humanos era escuro e sombrio onde não havia cor, enquanto que no mundo das fadas era tudo cheio de cor um autêntico arco-íris. Num certo dia uma fadinha mais curiosa do que as outras foi até junto do cristal mágico e espreitou para o mundo dos humanos tal não foi o seu espanto quando viu que não havia cor e as pessoas eram tristes. Maria Clara, assim se chamava essa fada, chorou de tristeza ao ver que naquele mundo não haveria cor tal como havia no seu, voltou para trás e foi a pensar em uma maneira para conseguir atravessar aquele cristal e levar um pouco de cor para aquele mundo. Após vários dias e noites a tentar encontrar uma solução, a fada Maria Clara teve uma grande ideia, juntar um pouco de pó mágico para criar um portal para o mundo dos humanos. É assim o fez, depois de ter juntado vários saquinhos do pó mágico Maria Clara foi até ao cristal mágico mandou todo o pó que conseguiu juntar e como por magia passou para o mundo dos humanos, tal não foi o seu espanto que quando atravessou o portal caiu perto de dois humanos. Diogo e Filipa assim se chamavam os humanos pegaram em Maria Clara, olharam para ela viram como ela era pequenina e cheia de cor. Maria Clara assustada com aquela situação toda tentou voltar para o seu mundo mas aqueles dois humanos não a deixaram ir disseram-lhe que tomariam conta dela e que a fariam sentir em casa. Maria Clara tinha uma ideia errada dos humanos mas depois do que Diogo e filipa lhe disseram ela perdeu o medo e deitou uma lágrima de alegria e a partir daí não só o mundo de Diogo e Filipa ganhou cor como todo o mundo dos humanos virou um verdadeiro arco-íris.
O conto da Maria
Era uma vez, uma menina linda chamada Maria que num dia de verão quis ir até á praia com os seus pais e as suas irmãzinhas, pois Maria adorava ver as ondas do mar e amava apanhar conchinhas na areia. Houve uma noite em que Maria se deitou ao lado da sua mãe e lhe perguntou: - Mãe achas que seria possível um dia ir contigo até á praia e eu , tu e a mana irmos andar a cavalo? Era um dos meus grandes sonhos, disse Maria. A mãe olhou com um ar pensativo para a sua filha e disse: - Claro que sim Maria! Os sonhos são para serem tornados realidade e juntas vamos puder fazer imensas coisas , mas o mais importante é estarmos sempre juntas nunca te esqueças , pois a família deve estar sempre unida. Maria voltou a olhar para a mãe e disse-lhe: - obrigada mãe , espero que um dia este sonho se realize , mas que estejamos sempre juntas! Maria abraçou a mãe com muita força deu-lhe um enorme beijinho e adormeceu.
O conto do Santiago
Era uma vez um casal que se amava muito e sonhavam em um dia poderem ter um filho, era o grande sonho da vida deles. Aquele ano foi o ano deles , tiveram um casamento de sonho com tudo aquilo que sempre sonharam e foram de lua de mel para a Madeira e aí a mãe tomou a grande decisão, apartir dessa viagem iam começar a tentar ter um filho. Quando menos esperavam e pouco tempo depois da viagem a mãe engravidou mas só soube dois meses depois, sempre teve medo desse momento, de como seria , se seria capaz mas quando soube ficou espantada com medo mas muito feliz, o pai ficou radiante e começou logo a festejar. Fizeram tudo para ter a certeza que era mesmo verdade e contaram a toda a família que ficou muito feliz. Quando fizeram a primeira ecografia viram que era mesmo verdade, um bébé a crescer dentro dela, o resultado de um grande amor. E quando souberam o sexo meses depois foi uma grande alegria, toda a familia achava que era menina mas era um lindo menino sem sombra de duvidas e é o menino mais desejado do mundo, muito querido por toda a família. O pai adora senti-lo dentro da barriga da mãe, principalmente quando falam os dois enquanto o pai mete o creme á mãe, um bate e o outro responde . É fantástico, maravilhoso, surpreendente ver como um ser tão frágil, tão pequenino, ainda dentro da barriga reage aos estímulos dos pais, as vozes, o toque. Tudo o que os pais querem é ter o bebé nos braços para dar lhe muito mimo, muitos beijinhos e fazê-lo muito mas muito feliz porque ele para além de ser o resultado do amor deles é o grande amor de ambos. O melhor do mundo e agora pintado de azul, o nosso mundo azul.
O conto da Camila Rosa
Estava a bela infanta no seu jardim sentada com um pente de oiro fino, seus belos cabelos penteava... olhou ao mar e viu chegar uma grande armada. Capitão que nela vinha muito bem a governava. "Dizeis vós capitão dessa tão formosa armada? Se vistes o meu marido na terra em que Deus pisava?". "Mas dizeis vós senhora os sinais que ele levava?". "Levava cavalo branco e selim de prata dourada e na ponta da sua lança a cruz de Cristo levava." "Com os sinais que dizeis tal cavaleiro não vi, mas quanto daria a senhora a quem lho trouxera aqui?. Daria tanto dinheiro que não tem conta nem fim e as telhas do meu telhado são de oiro e marfim. Guardai o vosso dinheiro e as telhas de oiro e marfim, que o vosso marido aqui está reparai bem para mim.este anel de 7pedras que eu convosco reparti que e dela a outra metade pois a minha vela aqui.
O conto do Jonathan
Era uma vez, num dia muito, muito frio, nasceu um lindo e pequeno Príncipe,com o nome " Jonathan " era um bebé muito especial e tinha dois poderes mágicos! O poder de sorrir sempre que olhamos para ele. E o principal poder, o poder de amar! Passado pouco tempo do Jonathan ter nascido,uma feiticeira com o nome de Ticê, soube que o principezinho tinha nascido, então ela fez-lhe um feitiço mau, porque não queria que houvesse amor. Jonathan como era ainda muito pequenino, acabou por ficar doente. E o Reino todo ficou sem luz e o povo muito triste, e sem amor. Ticê, tinha conseguido o que queria, que não houvesse amor e que as pessoas não sorrissem. Os papás de Jonathan, ficaram muito tristes. O cão protetor e amigo do Jonathan, com o nome de Dj, procurou uma solução para ajudar o pequeno Príncipe. Então, o cão guardião do Jonathan, descobriu um lugar especial, onde muitas Pessoas não conheciam. O rei e a rainha foram atrás de Dj onde os levou para um sítio mágico! E finalmente chegaram, à casa na árvore das fadas curandeiras. Aí,ficou alguns dias e as fadas cuidaram dele. Jonathan ficou curado e forte! Finalmente, os papás felizes,puderam levar o pequeno Príncipe de volta ao castelo. Ticê, percebeu que não tinha conseguido o que queria, e o rei e a rainha expulsaram-na do Reino. O reino finalmente festejou, voltou a ganhar luz e o povo voltou a sorrir quando viram Jonathan. E todos entenderam, que nada é mais forte que o Amor!
O conto da gabriela
Num Mundo distante do outro lado do arco-íris existe um reino feito de trapos e de sonho: O Mundo da Fantasia. Nele vivem princesas, fadas , duendes e outros seres todos feitos de trapos encantados, cheios de cor e magia. Neste mundo todos os meninos e meninas têm o direito de ter familia e de serem amados.
O conto da Yara Silva
... uma menina que vivia com os papás numa cabana perdida na floresta. Seu nome era Flor. Um dia, Florzinha chorava debaixo de uma árvore e um passarinho pendurado num ramo perguntou-lhe: - Porque choras tu menina dos olhos tristes? Ela respondeu: - Porque não tenho ninguém com quem brincar. Sabes, queria ter amiguinhos. Os meus papás trabalham muito e eu estou sempre sozinha. O passarinho depressa se ofereceu: - Se me prometeres que não choras eu ajudo-te. - Gostava muito. Mas como vais fazer passarinho? Também estás sozinho. Respondeu. Nesse momento o passarinho assobiou e o céu da floresta encheu-se de amiguinhos para a Flor. Rodearam a menina e colocaram uma coroa de flores sobre a sua cabeça. Depois todos cantaram e dançaram pelos caminhos da floresta, chamando outros animais para a festa. Flor ganhou amigos para sempre e nunca mais chorou. Às vezes, na vida podemos pensar que não temos ninguém, mas aparece sempre uma amizade para nos confortar. Fim
O conto do João Gabriel
Um peixinho chamado Cléu, que passeava no mar. Ás vezes portava-se mal, e os pais tinham que ralhar: é que ele nadava para longe, sem medo de se afastar! "Até logo!", dizia ao vizinho, e lá ia ele apressado, para ir espreitar o que restava de um barco já naufragado. "Atenção peixinho Cléu, tens que tomar cuidado! Os tubarões andam com fome, não queiras ser apanhado!" Já era tarde naquele dia, mas o Cléo não aparecia. Os pais já preocupados, foram procurá-lo numa correria! Estava o Cléo deslumbrado, a ver o barco com euforia, e ao fundo um tubarão malvado, que quase o comia!! O Cléo voltou para casa, conseguiu fugir com os pais, mas estava muito triste por não ter conseguido ver mais. Agora já entendia os perigos bem reais, mas gostava de poder um dia conhecer outros locais. Então teve uma ideia, que a todos agradou! Juntou todos os peixes que conhecia, e bem alto afirmou: "Vamos formar um cardume, e nadar na mesma direcção! Se nos protegermos uns aos outros, não seremos comida de tubarão!" A ideia agradou a todos, pois não conheciam outros oceanos. Nadaram assim felizes e conheceram o mundo, por muitos e muitos anos!
O conto do Tiago
Querido filho, Hoje tens seis anos e já estás a aprender a ler. Há uma mensagem que o teu pai deixou escrita em 2001, quando começamos a trabalhar juntos mas por redução de pessoal, a mamã foi despedida. Na bata que usei, o teu pai deixou-me a seguinte mensagem:” Ritinha, sê feliz, aproveita a vida e lembra-te: podes não ser ninguém na vida mas podes ser a vida de alguém”. Passados 9 anos tu, teu mano e o teu pai são a minha vida e eu não podia estar mais de acordo que o que está para nós, não está para mais ninguém. Estava escrito!!!
O conto da Ema Carvalho
Um piu-piu, ele estava a dormir e acordou. O papá foi lá, aconchegou-o e contou-lhe uma história... Era uma vez um piu-piu, ele estava a dormir e acordou. O papá foi lá, aconchegou-o e contou-lhe uma história... Era uma vez um piu-piu....
O conto do Leandro
Era uma vez uma mamã que andava bastante triste porque ultimamente não tinha muito tempo para estar com o seu filho e o que ela mais gostava era poder passar tempo com ele, mas durante a semana entre o trabalho, a escola e todas as tarefas quase que não tinham tempo para estarem juntos. Quando chegava o fim de semana ou algum dia de festa aproveitavam para passarem esse tempo em família. Aproximava-se o fim de semana e decidiram ir a uma vila próxima onde havia uma festa. Era uma festa muito bonita onde haviam actuações para meninos e meninas, música para todos, uma barraquinha de gelados, etc. Na festa também existia uma barraquinha onde estava um senhora vestida de negro com um gato preto muito brilhante nas suas pernas. Então a mãe e o filho decidiram ir ver o que a senhora estava a vender ... - Chamo-me esperança e sou uma bruxa boa, ajudo algumas pessoas para que sejam mais felizes. Tenho estes pós mágicos embora nem sempre tenham os mesmos poderes, depende muito da pessoa que os utilize. Esse pó as únicas pessoas que podem usar são as mamãs. Pareceu-lhes muito interessante ... será que poderiam conseguir que surgissem muitas doces ou brinquedos, quem sabe! Então a bruxa Esperança disse-lhes que para experimentarm esses poderes a criança apenas teria de dar um beijo à bruxa. - Mas mamã é que a bruxa é muito feia, é uma bruxa mãe ... tenho medo! - Pois filho, a mim parece-se uma velhota muito simpática. Só tens de lhe dar um beijo se quiseres, ninguém te obriga. - Está bem mãe, na verdade parece uma avózinha ... muahhh! Depois do beijo a bruxa deu-lhes uns pós mágicos e disse-lhes que na mesma noite a mamã poderia experimentar os seus poderes. Escureceu e a mãe decidiu esfregar um pouco dos pós nas suas mãos mas não aconteceu nada. Como não se passava nada a mamã deu um beijo de boas noites à criança e dormiram os dois. Foi aí que a magia começou a funcionar: a mãe começou a sonhar com o seu filho, estavam num país fantástico com toda a família. E não só, ela e a criança sonhavam que estavam numa fantástica aventura de piratas com a sua família, era muito divertido. Na manhã seguinte explicaram tudo e não paravam de dizer que estes pós mágicos eram fantásticos pois todas as noites podiam viver diferentes aventuras juntos ao mesmo tempo que se divertiam. Foi assim que a Bruxa Esperança ajudou esta família a ser mais feliz, pois cada vez que estavam tristes esfregavam os pós e durante a noite passavam todo o tempo juntos numa grande aventura
O conto do Santiago
Era uma vez um príncipe de olhos verdes chamado Santiago. A família desejou-o muito. Na beleza do mar de Sesimbra despertou toda a sua essência que depois veio nascer no nosso Porto e despertou a brisa do rio Douro. A mamã todas as noites conta-lhe um episódio diferente da sua história até o sono chegar e encantar a beleza do mar. Vamos papá agora somos os dois a sonhar com a nossa mamã para depois continuar-mos a viajar pelas ilhas dos Açores. A mamã e o papá já me desejavam na ilha do Pico para eu mais tarde aqui regressar.
O conto da Maria Inês
...Era uma vez uma mãe que admirava amavelmente o seu bebê enquanto ele se preparava para dormir. Esta mãe exausta, não saía dali sem o seu bebê adormecer, e contava lhe nesse instante o decorrer doa dia de ambos. Contava lhe o quanto a amava, o quanto estava cansada, pedia desculpa pelas x que pensava algo menos bom e pelas x que "reclamava da vida" e tentava explicar ao bebê esse misto de sentimentos entre o amar sem explicação e o se sentir cansada e sem tempo para ela, mas, depois de tocar aquele anjinho e de finalmente o ver dormir, ela arranjava forças para enfrentar o novo dia enquanto agradecia a Deus por tudo de bom e ao mesmo tempo pedia perdão pelas x que reclamou, pois na verdade tinha tudo o que queria. O tempo passou e as duas se tornaram as melhores amigas,amam-se daqui até à lua e Não vivem uma sem a outra. Todas as noites adormeço a minha bebe falando do que nos aconteceu durante.o dia explico lhe tudo e peço lhe desculpas pelas x que a chateei :) vou contar sempre a minha filha como foram os.nossos primeiros meses, e com isto explico lhe que as x temos o qie mais queremos e mesmo assim reclamamos, mas que temos de.ser mais.fortes e agradecer a deus por tudo.o que temos e aproveitar ao máximo cada momento com quem mais amamos
O conto do Diego Canizes
Era uma vez um pequeno príncipe que lutou muito para hoje estar com nós...lutou e hoje e o nosso herói que Deus te abençoe sempre meu amor...bons sonhos
O conto da Camila Rosa
No outro tempo as pessoas eram muito pobres, e aconteceu que a uma rapariga com o nome de Mariana rasgou-se o calcanhar de uma meia que é onde normalmente tem mais desgaste, e como não havia dinheiro para comprar umas novas, a mãe da Mariana com um bocado de fazenda cor de rosa forrou os calcanhares, era o tecido mais parecido que tinha com a cor das meia lilases. A Mariana toda descansada da vida calçou as meias, saiu à rua lá numa travessa solta-se um rapaz com uma cantiga ao desafio: A menina Marianita, é uma menina abelidosa, leva umas meias lisases, com os calcanhares cor de rosa. Ela que pensava de ninguém reparar ficou toda envergonhada, dai a tempos já toda a gente usava as meia de cor com os calcanhares de outra cor.
O conto da Camila
um ladrão que foi roubar favas de um faval e á medida que ia apanhando nelas dizia cantando: Fava minha, Faval teu, plantas tu, recolho eu.... e o dono do faval estava ali escondido e pegou num pau e disse-lhe: oh pau arebimba o pau nas costas te dou eu.... e assim o ladrão das favas nunca mais roubou nada.
O conto da Francisca
Era uma vez uma vaca que vivia por entre os pastos frescos e verdejantes dos Açores. Um dia numa manhã fresca de inverno, num silêncio quase íntegro ouvia se o entoar dos pássaros, o pingar do gelo que derretia sob as folhas das árvores e uma luz que espreitava lá ao fundo das montanhas e trazia os primeiros raios de sol do dia para todos os animais daquela pequena ilha. Numa manhã, quando ainda todos dormiam, espreitava por detrás de um galho de uma árvore um gato amedrontado, tudo porque tinha curiosidade de conhecer aquele pequeno paraíso de que outrora todos falavam mas que nunca ninguém lá tinha ido. Quando o dia finalmente nasceu este decidiu descer da árvore que pernoitara e dando passos leves e pequenos e mesmo se sentindo um pouco apreensivo com a sua escolha continuou, até que ouviu um pequeno barulho e decidiu ver o que ali estava, quando olhou para cima deparou-se com um animal de grandes dimensões, assustado, desatou a correr até que ouviu uma voz que lhe pedia para voltar para trás e que não tivesse medo. Assim fez, voltou para trás e encontrou uma vaca sem pensar decidiu apresentar-se, disse então que se chamava Pipo, um gato viajante que deixou o local onde nasceu e sempre viveu para para conhecer aquele maravilhoso lugar longínquo tão falado para começar a viver numa floresta ali perto nas redondezas. Vários dias passaram e depois de se tornarem melhores amigos o inesperado aconteceu, a chegada do Jaime, um pássaro que decidiu voar ao encontro do seu amigo para lhe trazer uma notícia triste, a sua avó encontrava-se muito doente e precisava de voltar rapidamente. Após um misto de sentimentos decidiu despedir-se da sua amiga, deu-lhe um abraço apertado e prometeu voltar. Moral da história: Por vezes o que parece inesperado acontece e quando achamos que existem diferenças isso torna-se na melhor das diferenças pois mostra que o tamanho não é nada muito menos a raça. Autoria: Carla Costa
O conto do Jaime
AH, AH,AH Minha machadinha AH,AH,AH Minha machadinha Quem te pôs as mãos sabendo que minha Quem te pôs as mãos sabendo que és minha Sabendo que és minha também eu sou tua Sabendo que és minha também eu sou tua Arre machadinha pr'ó meio da rua... Canto-te todos os dias Vejo logo o teu sorriso nesta canção E erradias Com a tua gargalhada e atenção Da tua mãe, Com amor!
O conto da Beatriz
Uma princesa de olhos claros e brilhantes que encantava toda a gente que olhava para ela. As primeiras pessoas a quem ela lançou o seu encantamento foi aos seus pais que ficaram apaixonados de imediato assim que a viram. Tão pequena e tão branquinho que era a princesa Beatriz. A partir daí, foi só espalhar magia por onde passava. Os avós, os tios, os primos.. Ninguém ficava indiferente. E esta história nunca vai ter fim.. Nesta história todos vivem felizes para sempre rodeados de amor!
O conto do Daniel Gomes
Era uma vez um sapinho verde chamado Artur, que estava a cantar e a saltar entre os nenúfares quando tropeçou e caiu ao lago. Tentou nadar, mas ficou com uma perna presa numa raiz e não conseguiu sair. Ficou muito aflito e gritou, mas ninguém o ouvia. Já estava a chorar, cansado, com a noite a chegar, quando uma mosca o encontrou. O que aconteceu, senhor sapo? -Perguntou o insecto. Estou aqui preso e dói-me muito a perna, preciso de ajuda – gritou o sapinho, a chorar. Mas se eu te ajudar, tu vais tentar comer-me... - Disse a mosca, desconfiada. Eu prometo que não te faço mal. Se me salvares, ficarei teu amigo para sempre! Sou o Príncipe dos sapos, eu cumpro as minhas promessas. Então espera um pouco... - Disse a mosquinha, aliviada. Sozinha, a mosca nada podia fazer para levantar um sapo muito maior do que ela e foi pedir ajuda. Não foi fácil trazer as moscas ao lago, já tão tarde, mas lá se convenceram com a esperança que os sapos, depois do salvamento, deixariam de as comer. Olha, trouxe as minhas amigas, mas tens que prometer que nunca mais vais tentar comer moscas, por mais fome que tenhas.! Artur disse que sim e as moscas arrastaram um nenúfar grande e pesado para junto do sapo, que o usou para saltar e fugir da armadilha. Quando regressou a casa, a família estava muito aflita e ficou admirada com a bondade e a coragem das moscas. Assim que se tornou rei, Artur ordenou aos sapos que deixassem de comer insetos. Agora, as moscas e os sapos zumbiam e coachavam juntos à beira do lago, comiam flores e brincavam, sempre amigos e felizes.
O conto da Margarida
Uma princesa que nasceu a 23 de Outubro de 2018 Na primeira vez que te vi Senti o que nunca senti Medo,amor e alegria Mas sobretudo o que mais queria. Quando estás nos meus braços E apesar do cansaço Só me apetece dar-te abraços És o melhor do meu mundo Que desperta o meu sentimento mais profundo. Minha princesa cresce devagar Para puder desfrutar Para sempre vou te amar
O conto da Beatriz
Uma rapariga chamada Ana que nasceu surda e usava os aparelhos auditivos para ouvir bem. Era uma boa rapariga, gostava muito de ir à escola mas não gostava dos meninos da turma. Eram maus para ela porque gozavam de ela ser surda. Ela ficava triste... Um dos meninos maus ficou bonzinho para a Ana. Apercebeu-se com o tempo que a menina era igual a todas as outras meninas normais. Ele ficou amigo da menina e afastou-se dos meninos que gozavam com ela. Uns tempos depois, todos pediram desculpas à Ana e ficaram todos amigos. Uma lição de vida: somos todos iguais! História real da mãe e do pai. Beijinhos para a nossa pequerrucha Beatriz.
O conto da Valentina
Era uma vez um bébé lindo que me tem feito uma das pessoas babadas do planeta. Se perfeição existe, é ela!!!
O conto do Afonso Abreu
O Reino Mágico Era uma vez um menino, Alfonso, que por magia foi parar ao Reino Mágico. Ao caminhar encontrou Pégasus, um cavalo que voava. Neste Reino todos os animais falavam. Alfonso decide perguntar-lhe: - Onde estou? Ao que Pégasus responde: - Estás no Reino Mágico, aqui tudo tem a sua magia. Então, o menino e o cavalo foram explorar o Reino. Alphonso viu fadas, unicórnios e gnomos. Alfonso ficou encantado com tudo o que vira, pois era algo de tão fantástico que parecia um sonho. Porém, Pégasus contou-lhe sobre um malévolo feiticeiro que pretendia possuir o cristal mais precioso do reino que tornava o Reino tão mágico. Se o feiticeiro o encontrasse, todo o Reino se desmoronaria. Então, Pégasus e Alfonso decidiram partir numa aventura: encontrar o cristal e colocá-lo em segurança junto dos habitantes mágicos do Reino! Ao explorarem uma floresta encontram um coelho e um gnomo. O coelho pergunta: - O que procuram por aqui? Esta é uma floresta perigosa. Ao que Alfonso responde, sem medo: - Procuramos o cristal do Reino! Poderiam ajudar-nos? O gnomo decide ajudar e aponta: - O cristal que procuram encontra-se naquela caverna que tem como guardião um dragão que cospe fogo. Para derrotarem o dragão, primeiro têm que atravessar um lago cheio de piranhas. Aqui têm uma lança fundida com pó de fada, a única capaz de matar dragões! Alfonso era um menino muito corajoso e convenceu Pégasus a acompanhá-lo. O primeiro desafio foi fácil, pois Alfonso e Pégasus e atravessaram o lago a voar. Chegou a altura de enfrentar o dragão, que se levantou com toda a sua ira! Alfonso montou Pégasus, pegou na sua lança, sem medo, e cravou-a no peito do dragão, acabando por derrotá-lo! Então, Alfonso pegou no cristal, abandonou a caverna e levou-o para o Reino. Entregou-o aos seres mágicos que lá habitavam para que eles o guardassem num local seguro e o protegessem do feiticeiro malvado. Toda a população do Reino mágico agradeceu a Alfonso e a Pégasus, desejavam que ele se tornasse Rei. Porém, Alfonso não pode aceitar, pois tinha saudades da sua família. O coelho fez surgir um portal mágico que levou Alfonso para a sua casa.
O conto da Sofia
Era um vez uma linda menina de cabelos ruivos, olhos castanhos com um sorriso contagiante que adorava correr livre e despreocurada pela natureza, envolvida pelas árvores, pelo som da água do rio que abraçavam as pedras. Num certo dia, numa dessas aventuras ela encontrou um belo rapaz...huuummm e vocês nem sabem como ela ficou encantada assim que esses olhos se cruzaram! Ele era alto, moreno, sorriso tímido mas com um olhar profundo e misterioso que logo logo atraiu a atenção da linda menina. Ela aproximou se dele pediu sua companhia naquela bela tarde de primavera e nunca mais se separaram. Apaixonaram se e foram felizes para sempre.
O conto da Carolina Silva
UMA MENINA QUE SE CHAMAVA INÊS. TINHA UM SONHO DE TER UM MANO. É QUE ELA SO TINHA PRIMOS MENINOS! E AMAVA BRINCAR COM ELES COM OS CARRINHOS . UM DIA A MAMA E O PAPA DECIDIRAM TER MAIS UM BEBE. E ASSIM FOI. QUANDO FORAM FAZER A ECOGRAFIA O DOUTOR VIU QUE IA SER UMA MENINA E NÃO UM MENINO. A MAMA FICOU A PENSAR COMO HAVIA DE EXPLICAR PARA A INES QUE IA TER UMA MANA E NAO UM MANO! MAS TUDO CORREU BEM, A MAMA FOI TER COM ELA A ESCOLA NUM DIA DE FESTA, E CHAMOU A E DISSE LHE: INES, AOS PAPAS FORAM VER O BEBE QUE ESTA DENTRA DA BARRIGA DA MAE. E ESTA TUDO BEM COM O BEBE. MAS O BEBE É UMA MENINA… E VAI SER SUPER FIXE PORQUE VAIS PODER PARTILHAR TUDO COM A MANA. O QUE CHAS? A INES PAROU PARA PENSAR UM POUQUINHO….. ESTA BEM MAMA, PODE SER! ASSIM EU QUERO QUE ELA SE CHAME CAROLINA. E VOU PARTILHAR O MEU QUARTO COM ELA E TODOS OS MEUS BRINQUEDOS. fICAS TE FELIZ FILHA? - PERGUNTOU A MAE! A QUAL RESPONDEU: SIM MAE ESTOU ERA MESMO O QUE QUERIA! A MAMA FARTOU SE DE RIR!! PORQUE AFINAL O QUE ELA DIZIA ERA QUE QUERIA UM MENINO E NAO UMA MENINA! E COM UNS PÓS DE PIRLIMPIMPIM ESTA HISTORIA CHEGOU AO FIM!
O conto da Carolina Silva
UMA MENINA QUE SE CHAMAVA INÊS. TINHA UM SONHO DE TER UM MANO. É QUE ELA SO TINHA PRIMOS MENINOS! E AMAVA BRINCAR COM ELES COM OS CARRINHOS . UM DIA A MAMA E O PAPA DECIDIRAM TER MAIS UM BEBE. E ASSIM FOI. QUANDO FORAM FAZER A ECOGRAFIA O DOUTOR VIU QUE IA SER UMA MENINA E NÃO UM MENINO. A MAMA FICOU A PENSAR COMO HAVIA DE EXPLICAR PARA A INES QUE IA TER UMA MANA E NAO UM MANO! MAS TUDO CORREU BEM, A MAMA FOI TER COM ELA A ESCOLA NUM DIA DE FESTA, E CHAMOU A E DISSE LHE: INES, AOS PAPAS FORAM VER O BEBE QUE ESTA DENTRA DA BARRIGA DA MAE. E ESTA TUDO BEM COM O BEBE. MAS O BEBE É UMA MENINA… E VAI SER SUPER FIXE PORQUE VAIS PODER PARTILHAR TUDO COM A MANA. O QUE CHAS? A INES PAROU PARA PENSAR UM POUQUINHO….. ESTA BEM MAMA, PODE SER! ASSIM EU QUERO QUE ELA SE CHAME CAROLINA. E VOU PARTILHAR O MEU QUARTO COM ELA E TODOS OS MEUS BRINQUEDOS. fICAS TE FELIZ FILHA? - PERGUNTOU A MAE! A QUAL RESPONDEU: SIM MAE ESTOU ERA MESMO O QUE QUERIA! A MAMA FARTOU SE DE RIR!! PORQUE AFINAL O QUE ELA DIZIA ERA QUE QUERIA UM MENINO E NAO UMA MENINA! E COM UNS PÓS DE PIRLIMPIMPIM ESTA HISTORIA CHEGOU AO FIM!
O conto do Gonçalo
Um bebé que gostava muito que o papá e a mamã falassem para ele, pois ele estava sempre a sorrir. Certo dia a mamã estava a brincar com ele e com o seu cãozinho quando ele com toda a sua força também começou a brincar. O bebé gostava muito de ver televisão pois as suas cores chamavam -lhe a atenção. E assim eram os dias que iam passando muito depressa e o bebé cada vez estava maior e mais bonito.
O conto da Julieta
Era uma vez uma menina que sorria para toda a gente. O seu nome era Julieta! De sorriso fácil, iluminava qualquer escuridão e acabava com qualquer tristeza! A sua alegria era tão contagiante que animava toda a gente! Os seus pais eram loucos por ela, como poderiam não ser? A Julieta sabia que o mundo não era só alegrias e sabia que tinha tido sorte em tudo o que a vida lhe tinha dado até agora! Ela encantava só com o olhar e não era só as pessoas... os animais também a adoravam! Certo dia, encontrou um cãozinho muito só e esfomeado e foi amor à primeira vista! Chamou-lhe Camões e levou-o para casa! A Julieta tinha noção de que ter um cão traria muita responsabilidade e que ele precisava de muito amor, mas isso ela tinha que sobra! Pediu aos seus pais para ficar com ele! Como poderiam recusar este pedido da sua menina? Ela sorriu, como só ela sabia fazer! Pudera o seu sorriso "curar" tudo e teríamos um lugar perfeito para viver! A ti filha, que todos os dias iluminas a nossa vida!!
O conto do Duarte
um bebé muito traquinas. Chamava-se Duarte. O Duarte era tão traquinas que decidiu vir para a barriga da mãe ainda antes de a mamã pensar! Foi uma surpresa muito boa e o tempo passou a voar! O Duarte nasceu num dia de muito calor em Agosto e os papás dele ficaram encantados! Era um bebé lindo! Tinha saído a sorte grande aos papás! Comia muito bem, dormia a noite toda e era o menino mais simpático que podiam ter desejado! O Duarte sorri para toda a gente!Um dia o Duarte resolveu fazer uma viagem! Voou numa nuvem fofinha para muito longe onde encontrou uma estrelinha muito triste e sozinha. Simpático como sempre o Duarte disse Olá e perguntou porque estava triste. A Estrelinha respondeu que não tinha amigos e que por isso estava sozinha! O Duarte ofereceu-se para ser amigo dela e prometeu ir visitá-la muitas vezes! A Estrelinha ficou muito contente por já ter um amigo e todas as noites, depois do Duarte adormecer a estrelinha, lá do alto aguardava que ele chegasse para juntos viverem muitas aventuras!
O conto da Vitória
Num reino distante, vivia uma princesa chamada Vitória. Era uma linda menina, de olhos castanhos cintilantes e cabelo castanho com madeixas de ouro. Vitória era muito curiosa e atenta, estava sempre a fazer perguntas, por isso, o seu melhor amigo era o conselheiro real, o velho e sábio Gregório. O rei, preocupado com o trono, queria casar a sua filha com um príncipe forte e corajoso mas Vitória não queria casar. Ela acreditava no verdadeiro amor! E o seu já conhecera: era Sebastião, um lindo jovem aldeão. Todas as semanas Vitória ia à feira da aldeia, e era na fonte que via Sebastião. As suas pernas tremiam, o coração acelerava e trocavam promessas de amor! O dia do aniversário dos 18 anos chegou, e o rei convidou todo o reino para assistir à escolha do seu sucessor, mas Vitória não foi capaz de escolher. O seu coração pertencia a Sebastião! O rei ficou furioso e mandou prendê-la na torre da floresta até que alguém conseguisse derrotar o guardião da torre: Juba, o leão mais forte que alguma vez existira. Na torre Vitória escrevia histórias de amor, e depois pedia a opinião ao leão. Ele tinha muito tempo livre, pois todos os que tentavam resgatar a princesa perdiam num instante. Juba e Vitória ficaram grandes amigos. Um dia ele diz à princesa: sai daqui e vai ter com o teu amor, foge com ele para longe e sejam felizes! Vitória respondeu: muito obrigado, és um verdadeiro amigo, mas não posso aceitar! O meu pai mandava-te matar por me teres libertado. O leão respondeu: eu aprendi contigo que o amor é o mais importante da vida, darei a minha vida por ti, pela tua felicidade! Foi então que Vitória teve uma ideia: Sebastião é ferreiro, não sabe lutar mas pode construir uma jaula e tu deixas que ele te prenda! - exclama a princesa de alegria. Juba concordou de imediato. Então Vitória escreveu uma carta a Sebastião a contar o plano, e enviou-a pelo pombo real. Todas as noites, em segredo para que ninguém desconfiasse, Sebastião trabalhava na construção da jaula. E eis que ela estrava pronta! Ele apressou-se a ir à floresta, o leão entrou na jaula e juntos dirigiram-se ao castelo. O rei não queria acreditar, mas o jovem conseguiu, por isso ele tinha que cumprir a sua palavra! Vitória e Sebastião casaram e viveram muito felizes!
O conto do Martim Martins
Era uma vez, uma família de camponeses que viviam junto a um lago rodeado de muitos patinhos. A família era composta pela mãe Ana, o filho Martim, os avós Joaquim e Arminda e os padrinhos Sara e Joaquim Fernando. Num certo dia, o Martim disse: - Mãe porquê que vossas roupas tão velhas e as minhas não? - Meu amor, as nossas roupas não são velhas. - disse a mãe. - estão um pouco gastas do trabalho que fazemos nos campos. - Mas... Mãe as minhas não estão! - Afirmou o menino. Chegou a avó a casa e o Martim fez a mesma pergunta ao qual a avó respondeu: - Querido neto, não te preocupes com essas coisas. Vai brincar com o Faísca. Martim ao sair para brincar com o gato, olhou para trás e viu a mãe a preparar uma sopa e algo mais. Na hora do jantar, Ana colocou sobre a mesa uma panela de sopa e no prato do filho, um puré com uma perna de frango refogado. - Mãe? - Exclamou Martim - Sim meu doce. - Porquê que eu tenho esta comida e vocês só comem sopa? - Ficamos bem assim, tu estás a crescer e nós já somos adultos. - disse Ana. - Mas... - de cabisbaixo Martim começou a comer. Os dias iam passando e aquele menino cada vez mais estava preocupado. Num certo dia perguntou ao avô: - Avô Joaquim porquê que eu tenho tudo de bom e vocês não têm quase nada? - Nós temos estes terrenos, temos esta casa, temos te a ti que és o nosso tesouro, temos muita coisa. - Disse Joaquim. Sentado no colo do avô o menino pensou: « Todos me dão tudo, dão me amor, brincam comigo, comida boa e roupas novas e eles têm pouco» No mesmo dia à noite Ana fez uma tarte e estavam todos sentados ao pé da lareira. Ao colo dos padrinhos estava Martim. A avó olhou para ele e disse: - Martim aqui pode faltar muita coisa, podemos não ter tudo do bom e do melhor mas temos o mais importante, temos Amor. De olhos fixos o pequeno apercebeu se que afinal naquela casa podia não haver muito mas havia o Amor, aquele sentimento que levava felicidade todos os dias até àquela casa. Martim sorriu. Todos se abraçaram e ficaram encantados com o sorriso do seu pequeno tesouro.
O conto do Matheus
Um príncipe muito, muito lindo que vivia numa região paradisíaca com os seus pais e a sua irmã. Sua pele era morena como o chocolate, seus olhos pareciam grãos de uvas, seus cabelos eram finos e macios como a lã. Toda a gente elogiava o principezinho pela sua beleza e inteligência. Passados uns anos o princepizinho se fez homem mas, a sua beleza continuava igual. Tornou se num homem humilde, inteligente e gostava de ajudar os pais. Dizia que iria estudar muito para ajudar os pais quando forem já velhinhos e que iria viajar com eles por este mundo!! Pois bem com a ajuda dos pais e da mana estudou e formou se. Casou com uma antiga colega do curso. Uma moça muito inteligente e bonita. Ele passava todas as férias a viajar com os pais, a mana e a esposa. Viajaram muito por este mundão de Deus. Conheceram lugares, culturas e pessoas incríveis!
O conto do Francisco
Era uma vez .... uma mamã Andreia e um papá Alexandre que eram muito felizes, mas sentiam que lhes faltava algo MUITO importante para serem mais felizes ainda! Foi entao que decidiram "pedir" o menino mais lindo do Mundo!!!! E uns tempos depois nasceu o principezinho Francisco! O Francisco é um menino lindo que gosta muito de brincar com os amiguinhos, fazer postes com legos, jogar à bola, ver o Ruca, ver filmes de super-heróis e também fazer algumas marotices :) Mas a mamã e o papá amam-no mesmo quando faz umas birras ou asneiritas! Quando a mamã lhe ler este conto vai acrescentar-lhe sempre uma nova historia. "Ah! Francisco ainda não te contei...." e lá vamos nós outra vez a uma nova aventura pensada no momento ????
O conto da Madalena
Era uma vez uma princesa muito bonita, sorri com o seu olhar doce e meigo, veio ao mundo um pouco mais cedo do que o esperado, sempre lutadora, venceu todos os obstáculos com a ajuda das suas fadas madrinhas. É a alegria dos seus papás! Sempre de sorriso aberto pronta para brincar e encantar Cresce feliz gosta muito de beijinhos e abraçinhos. Um dia será rainha do seu castelo mas até lá muitas aventuras histórias virão para contar.. ??
O conto do guilherme
A amizade. Eu sou o tobias o patudo cá de casa e mal eu imaginava o que estava para vir. Num dia igual aos outros dias de cao, tudo mudou. Apareceu ca em casa vindo de longe uma coisa estranha. TU! fazes barulho e es pequenino, so queres colo, o meu colo. Nao sei se gosto de ti hoje. O tempo vai passando e ainda nao percebi o que fazes aqui. Ja me puxas as orelhas e queres me dar miminhos mas eu nao dou o braço a torcer. Roubo os teus brinquedos e quero tudo o que é teu. Por vezes vou te dar lambidelas as escondidas porque ate gosto de ti, so nao quero que ninguem saiba. Sou muito traquinas e muito meigo tenho muito para te dar mas tens de me conquistar. Desde que nos conhecemos que entramos na aventura que é descobrir a amizade e vamos ser parceiros para sempre. Um dia destes quando eu deixar vais ver que seremos os melhores amigos, mas ate la tens muito ainda para descobrir de mim. Brincadeiras e traquinices, aventuras e desaventuras, vamos por o cabelo desles em pe. Escavar e esconder brinquedos. Correr na praia e nadarmos juntos. O mundo que se prepare para nós. Mas hoje ainda é cedo para isso. Boa sorte amigo e nao desistas de mim. Vamos ser felizes, vamos nos divertir juntos a toda a hora. Toby e Gui
O conto do Alexandre
Um menino chamado Alexandre que era um grande rei no seu reino de brinquedos. E assim todos dias ele brincava com os seus brinquedos até se cansar e continuar noutro dia até ficar farto de brincar. Mas sem brincar ficava aborrecidos e para o rei não desanimar comprava-se o novo brinquedo. E aí o menino anima-se e voltava a brincar até se fartar do brinquedo outra vez. Todos no reino ficavam preocupados, mas o que é que iam a fazer para o rei não desanimar e feliz todo reino ficar. Até o certo dia que viram o que o rei pedia compania para no jogo lhe acompanhar. Assim, então o rei precisa do amigo. Assim, então o rei precisa do irmão!!! Com companhia o rei brincava muito mais. Com companhia o rei nem se cansava de brincar!!! Que brincadeira continua!!! Que todos sejam bem felizes!!! No nosso reino já somos dois por isso nada nos já para!!!
O conto do Bernardo Pedro
...um menino que não sorria. Os pais e irmão tentavam de tudo para o fazer sorrir, mas nada o fazia rir. Pulavam, cantavam, faziam caretas, contavam anedotas...Nada! Nem um pequeno, médio e muito menos enorme Sorriso. Um certo dia, são visitados por um amigo que lhes diz para tentarem uma coisa diferente. "-E que tal, um animal de estimação?!" A família desesperada logo o tentou. E mal o Bernardo, viu o Fritz o gato sorriu,sorriu,sorriu até mais não. Afinal ele precisava de um amigo do coração. Hoje são os melhores amigos e o Bernardo sorri muito, mesmo quando está longe do Fritz. Sorri porque está feliz.
O conto da Sofia
uma bebé muito querida. A Sofia foi mais que planeada e desejada pelos papás. Um dia, chegou a notícia de que ela já estava na barriga da mãe. Lá dentro, brincava muito, dava cambalhotas, tinha muitos soluços e andava sempre aos pontapés à mãe. Quando nasceu, foi muito giro ver que as brincadeiras que tinha dentro da barriga continuava a tê-las cá fora. Hoje a Sofia é uma bebé muito brincalhona e sorridente, feliz, simpática e que sorri com muita facilidade. Na hora de mudar a fralda, abana muito os pezinhos, divertida, mesmo que isso implique magoar a sua mamã! Gosta de ouvir música, ver os desenhos animados e brincar com o primo e com os seus brinquedos. E também gosta muito de andar a explorar a casa. Certo dia, enquanto estava na cozinha, a mãe tinha um balde com laranjas, onde a Sofia gostava muito de se estar apoiada. Desequilibrou-se e pumba! Espalhou as laranjas todas pela cozinha, e sorriu, divertida. Depois, limpámos tudo e chegou a hora da papa. Como tinha muita fome, comeu a sopa toda. Para sobremesa, uma bela pêra, a sua fruta preferida. A Sofia está a crescer forte e saudável e o papá quer que, um dia, ela seja música, como ele.
O conto da Íris Santos
Era uma vez um Rei e uma Rainha, imensamente apaixonados. Construíram o seu castelo, e o seu maior sonho era ter um filho. Mas este sonho, era difícil de alcançar, haviam muitas batalhas e desafios para enfrentar. Assim, na procura incessante do seu bebé, atravessaram vários reinos, enfrentaram inúmeras batalhas, mas sem conseguir alcançar o seu desejo. Estavam cansados e estavam prestes a desistir. Certo dia, numa manhã de sol, uma linda fada apareceu. Radiante de luz, disse-lhes: - Sei que anseiam por um lindo sonho, o milagre da vida, um filho. - Só os Reis de bom coração podem alcançar tal feito. Tenho o dom da fertilidade e posso ajudá-los. Mas, para isso têm que enfrentar o maior desafio de todos os tempos. Ao que o Rei respondeu: - Sim, Fadinha, qual é? Enfrentaremos tudo... A Fada, interrompeu-o e disse-lhe: - Rei, não terão que enfrentar nada. -O desafio é manterem-se unidos, tanto na bonança como na tempestade. Apoiarem-se mutuamente nos momentos menos bons, e nunca desistirem dos vossos sonhos. Se o fizerem, sairão vitoriosos. Acabando de falar desapareceu. Deixado um frasquinho. O Rei correu para o frasco. Neste, tinha um recado: "-Tomem ambos esta poção". Assim o fizeram. E voltaram para o seu castelo, a pensar nas palavras da Fada. Todos os dias a união entre os dois aumentava. Algum tempo mais tarde, a barriga da Rainha começou a crescer, o milagre da vida finalmente estava acontecer. Num belo dia de Dezembro, nasceu uma linda princesa,. A princesa Íris. Os Reis compreenderam que na vida, por vezes só precisamos de um empurrãozinho, e que a união, a persistência e o amor, é a chave da Felicidade. E Viveram felizes para sempre…
O conto da Carminho
Uma pequena raposa que sonhava com o dia em que poderia ir à lua. Achava que a lua era um enorme queijinho, e ela queria provar o seu sabor, porque era bastante gulosa. Mas um dia conheceu um ratinho, que lhe disse que a lua era uma enorme bola de desejos, e que não precisava de ir até lá para os pedir. A raposa, embora desiludida por não ter o seu gigante queijinho, começou a imaginar o que poderia pedir àquela pérola gigante que surgia no céu quando já todos estavam a dormir e a sonhar. Foi aí que a raposinha percebeu: a lua trazia consigo os sonhos! Fechou os olhos e dormiu, e sonhou, sonhou com o maior e mais delicioso queijinho...
O conto do Rodrigo Santiago
Um menino chamado Rodrigo que vivia com a sua família numa aldeia sem crianças para além dele. Todos os dias quando chegava a casa pedia aos pais para brincar com ele, mas os pais estavam sempre ocupados com as tarefas de casa. O Rodrigo estava muito triste pois nunca tinha ninguém com quem brincar. No dia seguinte na escola enquanto brincava com os amigos, Rodrigo perguntou-lhes com quem eles brincavam quando iam para casa e todos lhe responderam que brincavam com os irmãos mais novos. Durante o jantar o Rodrigo pediu à mãe e ao pai a sua prenda de aniversário. O pai e a mãe ficaram contentes com o seu pedido e sorriram. Qual seria o pedido do Rodrigo? Isso mesmo um irmão com quem brincar. Os pais prometeram que iam pensar no seu pedido. No dia seguinte todos acompanharam a mãe ao médico. O Rodrigo achava que o doutor ia passar uma dieta à mãe pois ela estava a ficar muito gorda, mas o médico explicou-lhe que a mãe tinha de se alimentar bem porque ele ia ter um irmão. Ele ficou todo contente, finalmente ia ter um irmão para brincar. Todos juntos pensaram logo que nome lhe iriam dar e escolheram Santiago. Assim que nasceu Rodrigo e o seu pai foram os primeiros a ver o pequeno Santiago, era uma alegria sem fim. Rodrigo e Santiago vão crescendo partinhando brincadeiras, birras, traquinices e acima de tuso muito amor. FIM
O conto do Marcelo
Numa aldeia distante e pobre nasceu um anjinho de um casal de uma aldeia rica e proxima desta.A populacao ficou radiante com a chegada do novo elemento para a familia da aldeia que já nao via um bebê simpático, suave e cheiroso. As pessoas perguntavam ao casal como era possivel o bebê ser de pele tão suave e cheiroso? O casal responde: Graças ao produtos de Corine de Farme. No dia seguinte o casal ofereceu uma amostra a cada membro da aldeia que ficaram todos contentes por experimentar. No final o casal ficou a morar nesta aldeia e deu a conhecer a gama produtos de corine de farme.
O conto do Santiago
uma formiguinha que se chamava Zita e vivia com a sua familia numa casa de papel...todos os dias ela ajudava os pais nas tarefas domésticas, punha a mesa,ajudava a mamã a preparar o jantar, ía com o pai buscar lenha para a lareira...até que um dia veio uma ventania muito forte...e o telhado da sua casa de papel voou.. voou para muito longe... a formiguinha mãe e a formiguinha pai tentaram agarra-lo com força mas não conseguiram... entretanto tiveram que se aproximar mais uma vez dos humanos para tentar resgatar uma folhinha de papel para o seu telhado...a formiguinha Zita nunca tinha visto os humanos tão de perto..ficou com medo... e ao observá-los viu que eles punham muito papel para o lixo... " oh papa porque é que eles não gostam do papel?" perguntou a formiguinha Zita... o pai explicou que os humanos estragam papel desnecessáriamente e que pôem para o lixo folhas que ainda podiam ser usadas... a formiguinha Zita ficou a pensar no que o pai lhe disse...e num certo dia perdeu o medo e foi falar com um menino que estava a riscar e rasgar folhas de papel... pediu-lhe uma folha para o seu telhado...ele disse que não..porque era divertido riscar e rasgar as folhas de papel... A formiguinha Zita explicou a importancia que o papel tinha para ela... era o teto da sua casa...para proteger do frio e do vento... o menino compreendeu, deu a folha á formiguinha Zita e prometeu que não voltaria a rasgar papel para se divertir e sempre que usa-se o papel ía reciclar para outros poderem voltar a usar... a formiguinha Zita ficou feliz e a sua familia também com o novo telhado...Para agradecer ao menino o pai da formiguinha Zita teve uma ideia... como não precisou da folha toda que o menino tinha dado para o telhado..fez um avião de papel para a formiguinha Zita ir visitar o menino sempre que quisesse... ficaram amigos para sempre... e o menino ensinou a sua familia a reciclar... "Obrigada formiguinha Zita!!"
O conto do Francisco
uma pequena semente que estava prestes a ser enterrada na terra, a semente tinha uma cor castanha muito brilhante. Era uma Castanha, uma pequena castanhinha. Foi posta na terra para germinar por um menino que a guardou com muito carinho e que queria que ela se desenvolvesse numa árvore. A sementinha estava muito assustada, pois foi posta num terreno desconhecido, mas tinha uma força enorme e agarrou-se com firmeza à terra. Todos os dias o menino ia fazer uma visita à sua sementinha, contava-lhe histórias, dava-lhe água e conversava com ela sobre o seu dia. Passado alguns meses já tinha começado a resolver raízes e começava a ver outra vez a luz do sol, começava a despertar uma pequena árvore. A pequena castanha estava a transformar-se num belo castanheiro. Todos os que passavam e avistavam a pequena árvore ficavam encantados com a sua beleza, o seu brilho, era diferente das outras árvores que cresciam ao seu redor. um dia uma menina perguntou ao pai qual seria a razão daquele pequeno castanheiro ser diferente. O pai respondeu, meu filho não sei ao certo a razão, mas desconfio que a semente que originou aquela árvore tinha um amor imenso a suportar o seu nascimento e desenvolvimento e foi certamente o amor de uma criança. Fim.
O conto do Afonso
Um pequeno Príncipe de nome Afonso. Vivia no Castelo encantado com os reis seus papás e a com a sua irmã, a princesa Francisca. O Príncipe Afonso era muito aventureiro. Gostava de sair para passear na floresta com o seu amigo cavalo. Faziam lindos passeios e brincavam bastante. Um dia, o principezinho ficou muito cansado e decidiu dormir um pouquinho debaixo de uma árvore. Quando acordou já não viu o seu amigo cavalo. Procurou, procurou, procurou... e não o encontrou! Já estava a cair a noite, e o Príncipe tinha de voltar para o Castelo. Muito triste começou a caminhar e teve uma ideia. Pegou nas cenouras que tinha guardado na mochila e espalhou bocadinhos pelo chão, até chegar ao castelo. Já no seu quarto, o principezinho não tirava os olhos da janela. Foi então que começou a ver um cavalo, a comer as cenouras que tinha espalhado pelo chão em direção ao castelo. Era o seu amigo! Tinha encontrado o caminho de regresso, graças ao Príncipe. Feliz, o Príncipe Afonso foi ao seu encontro. Abraçou o seu amigo cavalo com muita força e o cavalo prometeu ter mais cuidado, para não se perder novamente.
O conto da Isabel Ribeiro
uma criança chamada Hélder que fazia muitas traquinices, um certo dia resolveu esconder- se dentro do guarda fatos para que ninguém desse com ele... O que é certo é que adormeceu e já andava quase toda a aldeia à procura dele. Ao sair do guarda fatos e ao se deparar com tal azáfama e correria, começou também a correr sem saber o porque de tar a correr, nisto dá de caras com a mãe que lhe pergunta porque de ele estar a correr e onde ele andava, que colocou toda a gente à procura dele.? Ele ainda com mais excitação saiu a correr dizendo que tinha encontrado o melhor esconderijo de sempre.
O conto da Francisca
Uma menina chamada Francisca, que vivia no Mundo encantado do Pinta Aparece. Tinha um lápis mágico que tornava real tudo o que desenhava. Começou por desenhar o sol, nuvens e um lindo arco íris onde brincou de escorrega. Flores altas onde dormia a sesta embrulhada nas pétalas suaves. Mas, faltava algo mais para a aventura ser maravilhosa. Decidiu então desenhar um avião. Voou por terras magnificas, paisagens deslumbrantes, até que o avião começou a ficar sem combustível! Foi então que a Francisca acordou do seu sonho.
O conto da Beatriz
Num dia bem solarengo O Luís foi passear, Tal como ele gostava À beira mar. Conheceu naquele dia Uma linda princesa, Ficou logo encantado Com tamanha beleza. Decidiram conhecer se E surgiu um romance, Algo que nem sempre Está ao nosso alcance. Depois de alguns anos Fizeram a Beatriz, Foi algo importante E que me deixou feliz. Hoje em dia estamos bem Uma família unida, É o nosso grande amor O amor de uma vida.
O conto do gabriel
Era uma vez uma estrela pequenina que se sentia mesmo muito pequena.Olhava à sua volta e só via grandes astros brilhantes cheios de vaidade. Como podia ela ser especial? Alguém ia reparar nela? A estrelinha pensava muito nisso. Ela queria ser como o Sol, grande e muito amarelo, que quase ninguém tinha coragem de enfrentar. "Sou tão pequenina..."- pensava a estrelinha e encolhia-se no meio das outras. Mas o que ela não sabia é que um menino esperava todos os dias que chegasse a noite para ver a sua estrela especial. Quando se deitava, ficava muito quieto à espera que ela aparecesse. Assim, não se sentia sozinho e ficava feliz. "Olá, amiga estrelinha!"- dizia o menino, na sua cama fofa. "Já não me sinto sozinho, porque tu estás aí a brilhar. Como és especial e corajosa por brilhares no meio de tantas estrelas! Fazes-me ser corajoso também e não ter medo do escuro! Obrigada, estrelinha". Numa noite, a estrelinha descobriu este seu amigo menino, porque um cometa, que é uma estrela muito viajada, lhe contou. "Ohhh, sou assim tão especial?"- perguntou a estrelinha, cheia de felicidade! "Afinal não sou assim tão pequenina e tenho um amigo que espera por mim todas as noites! Vou brilhar ainda mais para que o menino saiba que também gosto muito dele e que vou estar aqui todos os dias para que adormeça feliz!". Para o menino, a estrela era a mais linda e ele adormecia sempre com um sorriso.
O conto da Matilde
Era uma vez uma princesa que se chamava Matilde e era muito muito vaidosa. Essa princesa adorava tomar o seu banho com os seu produto bem cheirosos, nao saia de casa sem se embelezar .e nao podia faltar também o seu belo perfume.
O conto do Henrique
Era uma vez, uma princesa chamada Margarida, que vivia num reino muito bonito.Era um reino pequeno e muito tranquilo. A Princesa não era como as outras meninas do reino, não tinha presa em encontrar um príncipe, ela estava a espera do amor verdadeiro, podia esperar o tempo que fosse preciso, pois, ela acreditava que o príncipe encantado estava algures por aí. Certo dia a princesa ia a passear na rua quando viu uma pomba com uma mensagem e decidiu lê-la. Era a mensagem de um principe chamado André. Ao ler aquela linda mensagem, a princesa ficou com lágrimas nos olhos, sentiu imediatamente o seu coração a encher se de amor, ficou apaixonada com tanto carinho e tanta honestidade.A princesa sentiu no seu coração que aquele era o seu príncipe encantado e sem pensar duas vezes a princesa escreveu de volta ao príncipe. O tempo foi passando,não havia um único dia em que eles não se escrevem, faziam planos para o futuro, falavam do quanto se amavam mesmo sem nunca se terem visto, e do quanto queriam estar perto um do outro. Contudo, o príncipe vivia num reino muito longe. Eles ficavam tão tristes quando anoitecia e não podiam mais mandar mensagens um ao outro, ficavam tristes por não poderem ver o sorriso um do outro, não poderem passear juntos. Até que um dia os dois decidiram ir numa aventura juntos, decidiram encontrar-se num reino lindo que ficava a mesma distância de cada um dos reinos deles.Foi uma viagem longa e demorada ambos estavam ansiosos por se conhecerem e passado 2 dias finalmente chegaram. O príncipe chegou primeiro e foi a correr ao encontro da princesa e assim que ambos se viram abracaram-se como nunca tinham abraçado ninguém. Finalmente estavam juntos e apaixonados. O príncipe acabou por pedir a princesa em casamento e ela aceitou. A partir desse dia nunca mais se separaram. O príncipe e a princesa tiveram um lindo menino chamado Gabriel e os 3 viveram felizes para sempre, sempre juntos cheios de amor e carinho. Seriam sempre eles os 3 contra o mundo inteiro.
O conto da Madalena
Uma Jovem 25 anos mae de uma menina Matilde Um dia a vida presenteou nos com um teste positivo que alegria Uma vida em mi gerava com mt amor e planos Uma gravidez com enjoos ,mts vomitos ,dores E chegou u dia de saber sexo Vinha uma princesa pra completar meu coração Para completar minha familia Contamos os dias e tu chegaste deste me trabalho mas chegaste e arrazaste todos os corações que te rodeavam Chegou o dia e levei te pra casa Fomos vivendo e sendo felizes Teu primeiro natal chegou mas a vida deu nos um susto e foste diagnosticada com bronquiolite aguda Um mes complicado Natal no hospital E td Hoje ja andas e corres ja das as tuas palavras e ja fazes das tuas U teu feitio é especial cmo tu Hoje 23/01/19 tens 1/4ano e mes e fazes de mi a mae mais babada do mundo Vive sempre com a tua dignidade
O conto da Alexandra
Minha pequenina, Minha principesa, De dia e noite, Deus te proteja. Para sempre a principesa Perfeita da mamã, Serás sempre cuidada Desde manhã. Não importa onde estejas, Não importa com quem, A mãe estará sempre presente, Para olhar por ti nem que seja do mais além. Sonha sonhos cor-de-rosa, Com rios azul turquesa, E que o teu príncipe encantado, Seja sempre uma surpresa. Corre atrás dos teus sonhos, Não interessa com que idade, Lembra-te que és filha da tua mãe, Não vives com vaidade. Ajuda quem precisa, Estende a mão ao teu amigo sicero, Lembra-te que não tudo é sobre "aquilo que eu quero". Dança, Ri, Pula, Corre, Sonha, Canta, Vive cada dia como se fosse o único, Cada momento com intensidade, E quando caíres, Levanta-te e lembra-te, A mãe está aqui para ti.
O conto da Alana Filipa
Era uma vez uma princesa que vivia com os seus papás e o seu mano,ela era uma traquinas , sempre bem disposta e com um sorriso no rosto. Certo dia acordou de manhã levantou a sua pequena cabecinha cheia de longos caracóis e começou a balbuciar algumas palavras soltas,olhou para a sua mamã e sorriu,uau um ratinho saia na sua boquinha,que orgulho que felicidade,a mamã chamou o papá e o mano e todos celebraram com grande animação essa descoberta. A princesa sem entender o porquê de tanta agitação só sorria e dava altas gargalhadas,que será que celebram pensou ela,mas nem quis saber, família é família seja para rir ou chorar estamos sempre juntos. Desde muito cedo a pequena princesa sabia que o mundo ao redor podia desabar mas os papás e o mano estavam ali sempre para ela. E viveram felizes e com a certeza que o amor é o mais importante.
O conto da Alícia
Uma menina chamada Alícia que sonhava viajar pelo mundo para tudo conhecer e não é que me disse que os Açores ela queria conhecer!!!??? Ah pois e assim foi, uma viagem ela ganhou e assim aos Açores here i go ...
O conto do Rodrigo
Era uma vez... Um sonho que não tinha nome, não tinha forma, nem tinha cor. Era um sonho que só tinha tempo, o tempo de chegar. Enquanto não chegavas, todos nós te imaginávamos. Desenhamos o teu rosto várias vezes no pensamento. Rapidamente te pintamos de azul, azul cor do céu e demos forma ao teu coração, metade meu, metade do pai. Demos-te um nome, Rodrigo. Rodrigo é um nome forte e também sonhador, é sinal de preserverança e de muito amor. E assim fica a mensagem de que todos os sonhos se podem tornar reais, basta acreditar!
O conto da Ana
Era uma vez... Um menino chamado Lourenço, com 6 meses e 25 dias, gerado com muito amor. 6 meses de alegria, mudanças e adaptações a uma nova realidade. Alguns momentos difíceis, mas igualmente tão lindos e inesquecíveis. Começou uma nova etapa, aliás, a vida começou apenas agora para os três. Os pais que esperaram a vida toda para receber um anjinho tão especial, e um bebé que aguardava ansiosamente o momento certo para poder vir ao mundo. Cada criança nasce na família certa para cumprir sua missão de vida. Mas mais do que isso, o Lourencinho nasceu para salvar os pais e fazê-los sorrir. Através da aprendizagem do amor, da gratidão, da compaixão, do perdão, do assumir a responsabilidade sem culpa. Um caminho que iniciou no dia em que soubemos da sua existência e que jamais terá fim, permanecerá para sempre na história da vida. Quem disse que apenas os contos podem ter um final feliz?
O conto do Duarte Silva
Era uma vez uma pequena abelha chamada Zuzu. Ela era amarela com riscas pretas e tinha uma asas muito pequeninas. A Zuzu não gostava nada de comer a sopa. - hrrrrrr, nao gosto disto mamã! Dizia a Zuzu com um ar todo enojado. - Tens de comer tudo, pois só assim ficas crescida e as tuas asas ficarão maiores! - Argumentou a mãe da pequenina abelha. A Zuzu fazia sempre uma birra para comer a sopa. Certo dia, a Zuzu acordou e percebeu que as suas asas continuavam muito pequeninas. Ela queria ter asas grandes para poder voar, e voar, e voar tao alto até chegar as nuvens... Mas olhou-secao espelho e as suas asas continuavam bem pequenas. Na manhã seguinte, Zuzu tomou uma decisão. Apartir daquele dia ia comer a sopa toda e não ia voltar a fazer birras. E assim aconteceu. A Zuzu comeu sopa de nabos, sopa de grelos, sopa cheia de couves e belas cenouras... E de repente, acordou numa bela manhã de sol e caindo abaixo da cama. É que nessa noite as asas da pequena Zuzu cresceram e eram lindas... A abelhinha estava radiante com as suas gigantes asas. Correu para a mãe e disse: Mamã, mamã olha, tinhas razão. Eu comi a sopa toda e vê as minhas asas ficaram muito grandes e são lindas! Estou tão feliz mamã! Eu adoro comer sopa só assim consigo crescer! FIM
O conto do João
Um príncipe chamado João ele era amoroso lindo um amor de bebe , embora ele ainda tivesse 6 meses podia sentir se que todos o amavam principalmente os seus pais pois tinham desejado muito ter um filho , ele cresceu tornou se um jovem sincero e humilde , segui-o os seus estudos e tornou se um homem exemplar . Pois é isso que os pais desejaram para o seu pequeno Joãozinho
O conto do João
Um bebe que tinha sido muito desejado pelos pais , esse bebe chamava se João , os pais estavam ansiosos por conhecer o seu príncipezinho, a mama e o papa esperaram muito tempo pois o Joãozinho estava quentinho na barriguita da mãe , mas passado 20 horas o pequenino veio conhecer o mundo e o amor que os pais têm para lhe oferecer.
O conto da Anaísa Silva
Anaísa era uma menina dificil de lidar.Para tomar banho,o pai tinha que a chamar muitas vezes.Curtar as unhas nem pensar,escovar os dentes era uma batalha.Todos os dias o pai da Anaísa falava pelo menos 7 vezes para a menina tomar banho.Um dia o pai teve que ir viajar em trabalho por uma semana e teve que deixar a Anaisa com a avó velhinha.A avó devido a idade ja nao ouvia muito bem e adormecia sempre em frente a TV.A avó no 1º dia insistio para a menina ir tomar banho. A Anaísa dizia "calma ja vou" de tanto insistir acabou por adormecer.Passado os dias a rotina se instalou.A menina sujinha foi ficando com o cheiro desagradavel.A avó a chamava todos os dia mas ela repetia "calma ja vou".Um dia adormeceu no patio da Avó a brincar.Com a roupa suja dentes sujos e a cheirar muito mal.Passaram 2 Senhores do Jardim Zoo e a confundiram com um Macaquinho.Recolheram a menina para o Zoo nessa noite.Puzeram a menina nessa noite numa cela e sairam do trabalho.A menina entretanto acordou cheia de frio e muita fome e comecou a chorar. Os guardas do Zoo comecaram a ouvir o choro de uma menina e foram a cela onde ela se encontrava,a menina muito triste disse que o que se passou.Os Guardas ligaram para a mãe da menina e a mãe foi ter com a menina.A menina muito chorosa disse. Mãe nunca mais te desobedeço e vou sempre tomar banho e lavar os dentes.A menina aprendeu que todos os dias tem que tomar banho e lavar os dentes. :)
O conto da Hanna
Uma menina chamada Essi com um belo colar que continha um feijão arco-íris e que vivia rodeada por uma bolha mágica em que só chovia, nunca fazia sol. Só via nuvens e um céu cinzento e ninguém se aproximava, com medo de se molhar. Um dia, enquanto caminhava até ao lago Ness, encontrou um príncipe, amaldiçoado a só viver com sol, que quase morria de sede à beira do lago. É que tudo à volta do príncipe secava como um deserto, pela luz que irradiava. A menina tentando ajudar, abraçou-o e a chuva parou como que por magia e o lago voltou ao seu esplendor azul! Subitamente perceberam que juntos se equilibravam: as nuvens na bolha desapareceram, só chovendo de vez em quando e o príncipe nunca mais teve sede nem secou as flores e as árvores à sua volta. O príncipe finalmente, sem nuvens para a poder tapar, viu o sorriso da menina e sorriu de volta. Percebendo que não se queriam separar, apaixonaram-se. E todo esse amor fez com que um dia o feijão começasse a crescer, crescer e crescer. Com a água com que a menina regava e a luz do sol que o príncipe irradiava. Até que em finais de Agosto, o feijoeiro floriu uma bela flor branca, chamada Hanna, como a estrela mais brilhante do céu - Ana. Dessa flor nasceste tu. Do amor dos teus pais e da vontade de se completarem um ao outro. Tu és a vida que nasceu do calor dos nossos corações e do carinho de te regar e fazer crescer. E com o teu amor seremos felizes para sempre. Fim.
O conto do Guilherme Félix
Era uma vez, um lindo menino de olhos clarinhos. Quando nasceu era tão perfeito que toda a gente ficava maravilhada com semelhante beleza! Comprido e bem gordinho, fazia as delícias dos pais sempre que sorria! Acordava sempre com grande disposição e simpatia, pronto para alegrar cada dia que passava com os papás ! Um menino encantador e sonhador! Era sem dúvida a maior prenda que os pais tinham recebido! Esse menino está tu, meu filho !
O conto do Santiago Silva
Era uma vez uma mãe apaixonada... Desde a primeira batida eu fiquei toda derretida, eu vi-te nascer e a minha força veio do fundo. Eu não me confundo, por ti eu luto, eu brigo, eu enfrento o mundo. Entraste neste mundo sem saber o quanto eu, o pai e o mano te desejavamos. Fazemos de tudo para te proteger, para ganhares confiança e nunca perderes a esperança. E nesta batida segue o ritmo da música e dança. Vais ter a tua liberdade, eu também já tive a tua idade. Por mais que tape os olhos irei saber sempre a verdade. Até mesmo quando for velhinha vou-te amar tanto e saber que não estarei sozinha. Na tua companhia o teu riso é a nossa alegria, estamos no jardim a ver-te brincar e junto celebramos o quanto foi bom vires para o nosso lar.
O conto da Antonella Poltronieri
A mamã vai falar, vieste a este mundo pra brilhar. Ainda Estava pra chegar, e seu brilho estava a irradiar pelos olhos dos papás. Que pediram tanto a Deus e a Nossa Senhora de Fátima, que a enviasse pra nós você, nosso amor multiplicado, na forma mais pura e verdadeira. Ah Antonella, se soubesse como transformou nossas vidas, quanta vida nos deu, nós, que achávamos que já éramos felizes, mas quando você chegou nos mostrou como é bom se doar, amar um ser tão frágil, aprender e ensinar. Amar, amar e amar.
O conto do Xavier
Era uma vez uma mamã e um papá que queriam muito um bebé. Já tinham uma família grande com quatro filhos de outras mães, um peixe o Gordi e três gatinhos a kitza a Pituxa e o Tigre, para a família ficar completa só falta mesmo um bebé. Estava quase a chegar o natal uma altura do ano que os papás tanto adoram, então o seu desejo de natal foi ter um bebé. Chegou o dia de Natal e a melhor notícia veio a mamã estava grávida! ???? Os meses que se passaram um amor infinito crescia na barriga e os papás já andavam a prepara a chega com os melhores produtos os da Corine de farme. Chegou o dia e o bebé Xavier nasceu lindo, doce, meigo, e calmo e o melhor de tudo veio trazer um orgulho e um amor infinito aos papás. Desde esse dia as suas vidas ficaram muito mais completas e felizes, porque o que é verdadeiro dura para sempre. E o Amor supera tudo! ????????????????????????????????????
O conto da Mariana
Uma menina, um segredo tinha para contar mas não sabia em quem confiar! Perguntou à mãe Muito preocupada E a mãe respondeu Toda despachada: Se tens um segredo, Não o contes a ninguém, Um amigo tem outro amigo, Outro amigo, amigos tem!
O conto do Bernardo Pinheiro
Era uma vez um menino muito inteligente, que aprendeu a brincar na rua, tal e qual como a sua mãe lhe contava da sua infância. - Sabes Santiago? Quando a mãe era do teu tamanho, brincava na rua com os primos e outros amigos. - Mãe cada um com o seu telefone? -Não meu filho, nós faziamos pão, bolos, de lama. E as pequenas pedras era o nosso dinheiro. Brincavamos ao faz de conta. -Parece muito chato isso mãe. - Era muito divertido, brincavamos toda a manhã e toda a tarde, molhavamo-nos com água, chegavamos a casa todos sujos. -Devias exprimentar brincar com a terra filho. Santiago ficou a pensar nas histórias que a mãe lhe contara. No dia seguinte, Santiago foi com o pai até à garagem e tirou de uma caixa umas botinhas que nunca tinha utilizado, pegou em umas luvas e foi atrás de seu pai. Juntos fizeram uns caminhos e santiago foi buscar seus carros e ali brincou todo o dia. No dia seguinte foi chamar os seus amigos e todos juntos brincaram às corridas. Assim Santiago descobriu que brincar na rua é muito mais engraçado. Agora todos os dias, inventa novas maneiras de brincar na rua com os seus amigos. E os seus pais adoram ver os seus filhos todos sujos da cabeça aos pés a rir como se não houve-se amanhã.
O conto da Poliana
...Uma menina muito sonhadora. Ela chamava-se Helena, e, tinha 6 anos. Os pais dela não lhe podiam comprar muita roupa nem prendas. O sonho dela era poder viajar,conhecer culturas novas, tornar-se uma escritora famosa, e, principalmente, ajudar os seus pais. Na escola dela, ela era a melhor aluna da turma. Ela inventava histórias maravilhosas... A Helena tinha uma imaginação incrível! Um dia anunciaram um concurso no regulamento dizia que a idade era de 6 anos até aos 8, o prémio era mil euros!!! A Helena foi a correr para casa inventar uma história. Escreveu no papel, embrulhou no envelope e pediu para os pais preencherem os dados. No dia seguinte, Helena foi com a mãe enviar a carta. Passado uma semana, a Helena recebeu uma carta... Ela foi dar ao pai e o pai leu. De repente, começa a gritar "Que orgulho! Que orgulho de te ter filha!". A mãe pega na carta e lê tudo. Depois aparece um sorriso enorme na cara dela e ela diz "Filha parabéns! Ganhaste! Tu ganhaste mil euros! ". A Helena mal acredita na noticia depois corrige a mãe:"Eu não! Nós!Este dinheiro é todo nosso sem vocês eu não teria conseguido!". A mãe começa a chorar de felicidade "Eu e o teu pai temos tanto orgulho de ti! Obrigada filha por tudo o que fazes por nós! Finalmente vamos ter mais dinheiro! Filha,tu vais ser uma escritora de grande sucesso!". E foi assim que a pequena Helena conseguiu fazer a sua família ficar mais rica!Vitória, vitória acabou-se a história!
O conto do Vasco
Uma princesa enfadada da vida que levava. Certo dia, decidiu o rumo da sua história mudar e um novo caminho palmilhar... Passaram-se dias e dias e ela sentia-se a naufragar, até que veio o seu príncipe para a salvar! Conheceram-se e logo se decidiram a casar. E dali a um ano já tinham o Vasco junto deles para celebrar! E dois anos depois o Tomé o amor deles veio dobrar! Vocês são a prova que o amor não é uma conta de somar mas sempre de multiplicar!
O conto do Vicente
Era uma vez um Pardal, que vivia numa gaiola, e tinha um amigo, o Tomás. O Tomás era um menino, e adorava ouvir o Pardal a cantar, e abria-lhe a gaiola todos os dias. O Tomás tinha medo da escola, a escola tinha meninos que às vezes não eram simpáticos com ele, e o pardal era seu amigo todos os dias. Um dia, o Tomás perguntou ao Pardal "porque é que tu não voas, não sais da gaiola?" Nisto a sua mãe, que ia a passar pelo corredor respondeu "Tomás, ele é um pardal, os pardais não falam..." e o Tomás respondeu "mas voam?" "Claro que sim filho, talvez ele tenha medo" disse a mãe. O pardal adorava o amigo e ficou a pensar. No dia seguinte, o Tomás abriu a gaiola e o Pardal voou. Não tinha medo, porque o medo não existe, só existe a coragem e a amizade. O Tomás soltou um grito de alegria e o Pardal cantava enquanto voava e parou em cima da sua mochila. O Tomás sabia, os Pardais não falam, mas cantam, uma canção especial, que só ouve quem é corajoso.
O conto da Luísa
Um dia a borboleta Lila Voava pela floresta Onde o sol sempre cintila E os animais fazem a festa. Voava feliz da vida E nem reparou num ninho. Uma asa ficou ferida E outra no bico de um passarinho. Não sabendo o que fazer Logo se pôs a chorar: - "O que me foi acontecer? Quem me pode ajudar?" Apareceu a girafa Mufasa Com o seu grande pescoço. Mas não agarrou a asa Que voou para um poço. Tentou a abelha Alice Ir buscá-la bem no fundo. Mas a asa sorriu e disse: - " Eu vou dar a volta ao Mundo!" O rei da floresta Matias, Disse com voz poderosa: - "Isso era o que tu querias. Volta pra Lila, sua teimosa!" Com a ajuda dos amigos Voltou a Lila a ser feliz. Livrou-se a asa de castigos E fez o que sempre quis. Foi dar a volta ao Mundo A voar sem parar. Mas sabia lá no fundo Que a floresta era o seu lar.
O conto do Afonso Tomás
Um lindo rapaz que em Paris pediu o seu amor em casamento! Logo casaram e foi um belo momento! Depois viajaram, conheceram sítios novos e muito sonharam! Os filhos já estavam no coração, mas logo passaram para um grande barrigão. Primeiro veio o Afonso, um doce de menino, muito mimoso e afetuoso. Passados 3 anos, chegou o Tomás, sempre a sorrir e a fazer-nos rir. O amor dos manos sempre nos comoveu, a sua cumplicidade, todo o carinho o amizade. A história ainda não acabou, temos muito que construir! Mas até aqui já foi tão maravilhosa, só pode melhorar com esta família fabulosa!
O conto da Maria Elisa
Uma linda princesa tão pequenina ao braços de sua mãe protetora que muito a embalava na sua cadeira mágica e que muito sonha em voar até longe com a sua princesa. Certo dia sua princesa voou tao alto até o mundo das fadas um mundo muito lindo e encantador. Lá encontrou seu príncipe onde levou a conhecer lá o mundo dele ficarem muito amiguinhos. E foram muito felizes para sempre??.
O conto da Ayume
Em uma terra distante, uma princesa que vivia muito sozinha por que o rei (seu pai) havia virado uma estrela. Um dia ela estava andando e encontrou um lindo príncipe que na hora se apaixonou por ela. Eles resolveram se casar por que se amavam muito e deste casamento nasceu uma outra princesa chamada Ayume. A princesa então viveu feliz para sempre com a sua nova família ! Fim.
O conto da Sofia
uma menina chamada Sofia, tinha 2 anos,e vivia em Estremoz.Todos os dias a mãe e o pai entravam no quarto para a acordar.Naquela manhã aconteceu uma coisa muito diferente.Sofia acordou com uma patinha felpuda a puxar-lhe o braço.Tapou a cabeça com os cobertores e tentou adormecer de novo.Mas a patinha felpuda continuava a puxar. Então a Sofia ouviu uma vozinha a dizer "Acorda Sofia,sou eu!" Sofia espreitou por entre os lençóis e não podia acreditar no que via!O seu ursinho de peluche estava em pé junto à cama. "Despacha-te Sofia. Hoje é o dia dos Ursinhos. "Mas .. mas",gaguejou."Aonde é que vamos?" "Já te disse"respondeu o Ursinho. "Hoje é o dia dos Ursinhos.Despacha-te e vem comigo!" Sofia seguiu o Ursinho escadas abaixo."Não costumamos levar meninos.Normalmente queremos descansar.Passar um dia inteiro sem eles. Sempre a arrastarem-nos escadas abaixo e a atirarem-nos para a banheira.É um horror! Mas tu és sempre tão boazinha para mim,que eu decidi levar-te comigo!" "Anda.Vamos à feira". "Onde?" perguntou a Sofia "À feira!Então, onde há montanhas russas, rodas gigantes" Outros ursinhos vieram ter com eles. Reconheceu-os logo.Pertenciam à sua irmã Madalena e à sua amiga Leonor. "Podemos andar na roda gigante." perguntou a Sofia. "Claro que podemos." A seguir Sofia e o Ursinho foram andar nos carrinhos de choque. O Ursinho guiava depressa. "Ei! mais devagar." Depois o Ursinho levou a Sofia para a montanha russa.Ele largou o varão e levantou as mãos. Sofia fechou os olhos. "Não gosto nada disso!" O Ursinho queria andar mais uma vez mas a Sofia não quis. Em seguida foram comer muitas guloseimas: cachorros, farturas e algodão doce. Sofia estava cheia mas o Ursinho não parava de comer. "Isto tem que durar para o ano inteiro!" "Espero que não rebentes" disse a Sofia. Eram horas de ir para casa. Sofia olhou para os ursinhos da sua irmã Madalena e da sua amiga Leonor e ficou a pensar se eles também já tinham ido ao Dia dos Ursinhos. Sofia estava feliz. Apertou a patinha do seu ursinho. "Obrigado por me teres trazido à Feira." Sofia aconchegou-se nos cobertores. Ouviu a mãe chamar "Sofia, levanta-te que o pequeno almoço está pronto". Mas Sofia não queria, sorriu, abraçou o seu Ursinho e adormeceu outra vez!
O conto da Lia
Era uma vez uma menina chamada Lia. A Lia era muito pequenina e gostava muito dos seus avós, das suas tias e dos seus primos. Ela tinha muitos brinquedos... a girafinha que a acompanhava para todo o lado, o burrinho saltitão e a minhoca maluca! Mas... ela também tinha a sorte de ter um panda!! Mas não era um panda qualquer!!! Era um panda de verdade! Todos os meninos tinham inveja dela! O seu primo Tano de vez em quando vestia o fato que a sua tia Cuca tinha feito e parecia mesmo o panda de verdade (mas um bocadinho assustador)!
O conto do Xanti
O Xanti é um gatinho de olhos azuis muito lindo e muito querido. Ele tem um grande amigo com quem passa muito tempo a conversar: o passarinho Winnie. Conheceram-se no verão passado e desde aí não mais se separaram. Quando o gatinho vai de manhã beber o seu leitinho, o Winnie dá logo um salto de alegria, sai do ninho, come a papa e começa a cantar. Após o pequeno-almoço o gatinho vai esgravatar para o jardim e o passarinho fica muito feliz por ter companhia. Os seus olhos ficam brilhantes de alegria por ter o seu amigo por perto e por estar a apanhar sol. Conforme o Xanti vai esgravatando a terra do jardim surge outro amigo, o Refilão, que é um melro grande e agitado. Formam um grupo de amigos muito feliz: o Winnie canta, o Xanti esgravata ao som da melodia e o Refilão agarra minhocas da terra para levar para o ninho. No jardim existem morangos muito bonitos e o Xanti aguardava que estes amadurecessem. Certo dia o Refilão não encontrou minhocas, mas quando viu os morangos ficou deliciado e levou dois consigo. O Xanti ficou triste, pois queria os morangos todos para ele, mas logo pensou que tinha de ir esgravatar ainda mais nos dias seguintes. Assim surgiriam mais minhocas e o seu amigo já não precisaria de levar morangos. O Winnie também gosta de esvoaçar para longe, mas volta sempre ao ninho, onde tem por perto a sua “piscina” para tomar banhos. Um dia o gatinho ajudou-o a colocar água nova e o Winnie fugiu, mais veloz do que um foguetão. O Xanti ficou muito triste e achou que ele já não queria ser seu amigo. Pensou “o que vai ser de mim?”. Mas para sua alegria o Winnie voltou para a sua casinha e para os banhos refrescantes. Durante as férias o Xanti costuma ir à praia, o Winnie vai para casa da avó, e o Refilão aproveita para aprimorar o seu canto. Tal como o Winnie, o Xanti também gosta muito de tomar banho, por isso quando chega à praia vê se a bandeira está verde e vai logo para a água. Desde que se atira ao mar pratica tipos especiais de natação: jacaré, cágado e extraterrestre. Na natação à jacaré entra na água muito sério como se fosse um gatinho persa, junta as patinhas, submerge e não faz qualquer ruído. Quanto à natação à cágado, esta é feita em maré baixa. É tal e qual como as tartarugas bébés quando saem dos ovinhos e vão para a água, com movimentos descoordenados e repetidos, quase sem sair do lugar. Por fim, na natação à extraterrestre, é como se duplicasse o volume das suas patinhas, deslocando-se pela água com ar confiante imaginando que tem umas barbatanas de chumbo calçadas. Agora é inverno e por isso faz muito frio. O Xanti calça as suas botinhas de lã verde, coloca uma gorrinha castanha e apaga a luz para “nanar”. Assim dorme quentinho. Amanhã é outro dia para estar com os seus amigos.
O conto do Francisco Biga
Era uma vez uma menina que sonhava ser mãe passado 26 anos de sonhos, lá conseguiu engravidar e ter um menino lindo chamado Francisco. Era gordinho e cheirava muito bem. E ela ama muito o seu menino nos bons e maus momentos.
O conto da Sofia
Era uma vez a bebé Sofia, uma bebé muito desejada... Viajou do mundo dos bebés para o mundo dos papás. Foi espalhar a sua magia por este mundo. Trouxe felicidade, amor, carinho, afeto... Tudo de bom que podia haver neste mundo. O mundo ficou pintado de todas as cores da alegria, nunca mais nada foi igual
O conto do Diogo Oliveira
A fábula do Pato e a Pata Pata aqui, pata acolá passeia o pato e a pata estão os dois a passear. Pata aqui, pata acolá encontram a porta aberta o que é que foram pensar? – Quer viajar Dona Pata pelo mundo do quintal? – Não posso. Estou muito mal. Não tenho um só sapato para poder viajar. – Pode ser que o galo tenha e lhe possa emprestar. E foram ter com o galo: – Não me empresta um sapato p’rá Dona Pata calçar? É que a porta está aberta e queremos ir viajar…/ E disse o galo p’ró pato marido da Dona Pata: – Sapatos não tenho porque não preciso. Do que eu gostaria era de um relógio e sem me atrasar logo de manhã bem cantaria para levantar. Chegou à galinha e falou o pato: – Não empresta um sapato p’rá pata calçar ? Está a porta aberta vamos viajar. E disse a galinha a mulher do galo respondendo ao Pato marido da Pata: – Sapatos não tenho. Do que eu precisava era uma geleira e desta maneira /e desta maneira os ovos guardava. Mas eis senão quando que vem o peru que não fala ao galo passou p’la galinha não diz nada ao pato marido da pata /que não tem sapato… – Ó seu malcriado! /não se cumprimenta já não se diz nada? E disse o Peru à gente zangada: – Tenho muita pressa /não posso parar. – Ora essa! /mas pode emprestar um sapato à pata que quer viajar? – Já não vale a pena sapatos p’rá pata porque a porta aberta /já está fechada já alguém fechou… E foi a chorar que a pata coitada foi logo dormir foi logo deitar: perdeu a viagem só por uma sapato que ninguém ali lhe quis emprestar.
O conto do Diogo Oliveira
Dois gatinhos assanhados se atracaram, enfezados. A dona se irritou e a vassoura agarrou! E apesar do frio, na hora, os varreu porta afora, bem no meio do inverno, com um frio "do inferno" Os gatinhos, assustados, se encolheram, já gelados, junto à porta, no jardim, aguardando o triste fim! O conto é um tipo de narrativa que costuma ser curtinho, mas apresenta começo, meio e fim O conto é um tipo de narrativa que costuma ser curtinho, mas apresenta começo, meio e fim De terror acovardados, os dois gatinhos, coitados, não puderam nem miar, lamentando tanto azar! Sem ouvir nenhum miado, a dona, por seu lado, dos gatinhos teve dó, e a porta abriu de uma vez só! Mesmo estando tão gelados, os dois gatinhos arrepiados Zás! Bem junto do fogão surgem, sem reclamação! E a dona comentou: tanto faz quem começou! Uma encrenca boba assim bom é que tenha logo um fim! E ela acrescentou, então, não querem brigar mais, não? E os gatinhos, enroscados, esqueceram da briga, aliviados. Confortados, no quentinho, com sossego e com carinho, dormem bem, bichos queridos, já da briga esquecidos.
O conto do Filipe Moreira
Contos » Um Visitante Diferente (M. M.) Dispersado de sua terra, passaram-se muitos anos até que o povo de Israel estivesse morando novamente em Jerusalém. Mesmo assim, ele não tinha soberania. O império romano e sua força militar dominava muitos povos, entre eles, os israelistas que também tinham de pagar impostos aos romanos. Dessa forma, o rei que governava as terras de Israel, era escolhido pelo imperador romano e chamava-se Herodes. Também havia naquela mesma época, um sacerdote chamado Zacarias, casado com Isabel. Os dois eram pessoas justas e viviam conforme os mandamentos de deus. Eles queriam muito ter filhos, mas já estavam ficando velhos para ter um bebê. Além de Zacarias, os israelistas tinham outros sacerdotes que, como ele, cuidavam do templo e faziam tudo o que fosse necessário para prestar culto a Deus. Estes sacerdotes sempre escolhiam um deles, para entrar no santuário e adorar a Deus. Certo dia, Zacarias foi escolhido para essa tarefa. E, enquanto cuidadosamente preparava o altar, surgiu de repente um anjo. Zacarias ficou perturbado e também com medo.
O conto do Filipe Oliveira
09 de Junho de 1963. Nesse dia John jurou se vingar de sua esposa, Sophie Wilkinson. O motivo da vingança? Traição. Ele havia descoberto, mas ela não sabia. Então, ele levou sua esposa para passar um final de semana na casa de seu avô, já falecido, George Wilkinson. John Wilkinson era um homem calmo, mas jurou matar sua mulher, pois não aceitava a traição. Ao chegarem a casa, que ficava no Mississipi e se localizava em um lugar mais afastado de frente para um lago, ele mostrou a casa para sua mulher. A casa era linda por fora, mas assustadora por dentro, pois foi ali mesmo na sala, que George Wilkinson foi morto pelo próprio neto, Orlando irmão de John. Orlando após matar o avô com dois tiros, um no peito e outro no abdômen, se matou com um tiro na cabeça. A casa era fria, escura, assustadora e silenciosa, as vezes dava medo e outrora era perturbador. Sophie e John deixaram as malas em um canto do quarto e caíram em um sono profundo. Logo pela manhã, eles acordaram cedo, tomaram café e foram ao jardim, que ficava atrás da casa. Sophie admirava o jardim, um belo jardim cheio de rosas. Enquanto ela olhava para o jardim, John decidiu colocar seu plano de vingança em ação. Ele pegou uma pá e aproximou-se de Sophie, chamando-a. Ela estava de costas para ele, virou-se e ele lhe deu um tapa na cara com as costas da mão, fazendo-a cair. Ao ver o marido com a pá na mão ela ficou desesperada, já imaginando o motivo da reação dele. Ele deu um passo em sua direção e o coração dela começou a bater mais forte. A cada passo dele o coração dela batia mais rápido e mais forte. Quando ele finalmente chegou ao lado de Sophie, ele colocou a pá no pescoço dela e falou : - Adeus Sophie! O olhar dela era de desespero. Com um golpe rápido e certeiro com a pá, ele arrancou-lhe a cabeça que saiu rolando e foi parar no meio do jardim. Depois de matar a própria esposa, John jogou o corpo dela no lago, pegou uma pedra e jogou em cima do corpo de Sophie. Após o acontecimento, John Wilkinson voltou a sua vida normal, mas com uma diferença: vivendo na casa de seu avô.
O conto do Diogo Moreira
Eu morava numa ótima casa com minha família. Tínhamos tudo, mas meus filhos queriam morar em um lugar maior. Um dia cheguei em casa com uma novidade: havia comprado uma casa nova para morarmos. Meus filhos pulavam de alegria com a notícia e eu, meu marido e meus filhos nos mudamos para a nova casa. O antigo dono disse que a casa era assombrada pelo espírito de sua esposa e falou para não entrarmos no quarto de hóspedes. Meus filhos ficaram com medo, mas eu e meu marido falamos que era brincadeira daquele homem. Passaram vários dias até que meu marido comentou sobre algo que acontecia durante a noite na casa: - Meu amor, estão acontecendo coisas estranhas na casa... - Que tipo de coisas? – perguntei. - As janelas se abrem sozinhas e o Braian está com umas manchas no corpo. A cada noite ficava pior, pois Braian estava ficando doente e só piorava. Até que um dia ele morreu. Eu achei que estava ficando louca, sabia que havia algo muito errado, porque os médicos não sabiam a causa da morte do meu filho. O tempo passou e fomos vivendo a vida. Mas então, minha filha Elena ficou doente. Aí me lembrei do que o antigo dono tinha falado do quarto. Fiquei intrigada com isso e decidi entrar no quarto: - Nossa! Que cheiro ruim! Parece que morreu alguém aqui. Vi uma mancha de sangue no chão e resolvi ficar no quarto. Passei a noite vigiando aquele quarto cheio de sangue. Enquanto eu tocava em tudo, vi que havia uma parede oca, então quebrei a parede e encontrei duas crianças mortas e um saco preto. Mexi no saco e vi vários pedaços de um corpo. Apavorada e aterrorizada, corri e contei tudo para meu marido. Ligamos para a polícia e quando ela apareceu, não foi só um corpo que encontramos, mas um bilhete escrito: “Eu o matei porque os amava demais. Eu amava minha esposa, mas ela mereceu isso. Espero que quando lerem este bilhete eu já esteja longe, contudo estou triste pelo que fiz.” Então resolvemos ir embora, fomos morar em outro lugar. Até hoje me pergunto qual era a doença do meu filho e a causa de sua morte.
O conto do Filipe Oliveira
Era época de primavera. Thais, Thainara e Larissa haviam combinado um fim de semana junto. Elas iam para um hotel, mas no caminho avistaram uma pousada. Thais já estava cansada de tanto dirigir, foi então que decidiram passar a noite nessa pousada. Quando entraram lá ficaram arrepiadas, pois a vista era assustadora. Mesmo assim, continuaram com a idéia de ficar lá. Quando tudo já estava arrumado e elas já estavam deitadas, uma senhora com roupas escuras e com o rosto pálido bateu na porta desesperada. Ela disse que era para as meninas saírem dalí o mais rápido possível, pois todos que haviam visitado aquela pousada morreram. As meninas ficaram desesperadas e não sabiam mais o que fazer, mas os minutos foram se passando e elas foram ficando mais calmas. De madrugada, Thais e Larissa acordaram-se com berros. Elas foram chamar Thainara, mas ela não estava em sua cama. Quando elas desceram as escadas, Thainara estava sendo torturada. Muito assustadas Thais e Larissa agiram sem pensar nas consequências e agrediram com violência quem estava maltratando Thainara. Quando a pessoa desmaiou, elas aproximaram-se para ver o rosto e qual não foi a surpresa ao descobrirem que era a senhora que havia avisado a elas para que não dormissem ali. Sem entender a situação, elas ligaram para a polícia. Quando a senhora acordou, ela não lembrava de absolutamente nada. Os policiais conversaram com ela e explicaram a situação, ela negou tudo, mas logo em seguida caiu aos prantos em um choro constante. Ela falou que tinha problemas, que já havia ido ao médico para se tratar, mas que com o tempo acabou desistindo. Naquela noite, a senhora que se chamava Beth, passou a noite na cadeia. Thais e Larissa levaram Thainara para um hospital. No dia seguinte, quando elas já estavam em casa a polícia ligou e disse que eles encaminharam dona Beth para ser internada em uma clínica para pessoas que sofrem de problemas de memória como ela. Dias se passaram, mas será que essa senhora vai voltar a aterrorizar aquela pousada? Bom, isso só o tempo vai dizer!
O conto do Frederico
Era uma vez um gatinho que passava os seus dias sozinho e muito triste. Gostava de estar à janela, a ouvir os passarinhos a chilrear, gostava de ver a chuva a cair, mas, o que lhe faltava mesmo, era um amigo para brincar. Foi então que, certo dia, um gatinho pequeno entrou pela janela de casa. Era lindo, com um pêlo cinzento muito macio e uns olhos muito grandes. A partir daí, tornaram-se os melhores amigos. Os dias eram passados a correr escada acima, escada abaixo. De vez em quando, passeavam até ao lago para poderem caçar um peixe para o seu lanche. Que giro que é, apanhar peixinhos com a pata. Depois disso, claro, ficavam com o seu pêlo felpudo todo molhado! Para voltarem a casa, eles próprios tomavam o seu banho. Para isso, eram precisas muitas lambidelas no pêlo. Sim, os gatos dão banho a si próprios, com as suas línguas rugosas que os deixam muito limpinhos. Depois do banho tomado, era hora de ir para casa receber os seus donos: adoravam roçar-se nas suas pernas e petiscar durante a hora de jantar. Recebiam festinhas a toda a hora e, depois disso, dormiam enroscados com a barriga cheia. Um dia, ouviram um choro desconsolado. Para eles, era uma novidade: tinham agora um bebé em casa, os seus donos tinham sido pais do Frederico! Que alegria foi vê-lo chegar. A partir desse dia, havia em casa dois gatinhos guardiões: juntinho ao berço, lá estavam eles, a aquecer e a proteger o bebé. O único problema é que os gatinhos gostavam de dormir muito e o Frederico acordava algumas vezes a choramingar! Ainda assim, sabiam que tinham ali um melhor amigo para o resto da vida. Só conseguiam imaginar todas as brincadeiras que poderiam fazer com ele, quando crescesse. Seria maravilhoso! Imaginavam-se a brincar no parque e a dar pão aos pombinhos, a passear na bicicleta do Frederico, a fazerem piqueniques nos dias quentes de Verão… enfim, sonhavam com as mil e uma aventuras por que iriam passar os três. Foi então que o gatinho chegou à conclusão que agora, com tanta companhia, já nem se lembrava dos seus dias solitários por casa. Confirmou como é bom estar sempre rodeado da nossa família e dos nossos amigos. Percebeu ainda que não há nada mais importante que a união e a amizade. Só assim podemos ser muito felizes, partilhando a nossa vida com quem adoramos!
O conto da Sara Pinto
um senhor e uma senhora que eram muito amigos e gostavam muito um do outro e daí nasceu uma bebé! A bebé era linda, rosadinha e esbelta e todos a adoravam e enchiam de mimos. Era uma bebé muito amada, desejada, feliz e os seus sorrisos e gargalhadas iluminavam até os dias mais tristes, escuros e chuvosos. A bebé era o mundo da mãe e do pai, e enchia cada dia de alegria e felicidade. O mundo ficou mais bonito alegre com a sua chegada e tudo ao seu redor irradiava alegria! Sempre bem disposta, muito dorminhoca e calminha, era um orgulho! Todos se encantavam com tamanha doçura! Obrigada Sara porque a cada dia nos enches mais de Amor e fazes os nossos corações transbordar de Amor e Alegria! Obrigada meu mundo!
O conto do André Pinto
um senhor e uma senhora que eram muito amigos e gostavam muito um do outro e daí nasceu um bebé! O bebé era lindo, rosadinho e rechonchudo e todos o adoravam e enchiam de mimos. Era um bebé muito amado e feliz e os seus sorrisos e gargalhadas iluminavam até os dias mais tristes, escuros e chuvosos. O bebé era o mundo da mãe, do pai e da mana, e enchia cada dia de alegria e felicidade. O mundo ficou mais bonito alegre com a sua chegada e tudo ao seu redor irradiava alegria! Sempre bem disposto sorria para todos, acenava e palrava com cada um! Todos se encantavam com tamanha simpatia! Obrigada André porque a cada dia nos enches mais de Amor e fazes os nossos corações transbordar de Amor e Alegria! Obrigada meu mundo!
O conto do Gonçalo Rosete
Era uma vez uma senhora chamada Sofia, ela vivia numa casinha pequenina, muito simples mas acolhedora. A Sofia tinha um sonho muito grande, queria muito, um dia, ter um bebé. Porém era um sonho difícil de se concretizar, ela tinha algumas dificuldades. Um dia a Sofia conheceu o João e esse sonho tornou se possível e a Sofia engravidou. Ela ficou tão feliz que não cabia em si... Alguns meses depois descobriu que era o menino com quem ela sempre sonhou, chorou de felicidade, vinha a caminho o seu menino lindo, o seu Gonçalo. Era uma felicidade enorme. Os futuros papás estavam tão felizes que nem dava para explicar. No dia 23 nasceu o príncipe, um menino tão lindo que encheu os seus corações e viveram felizes para sempre. Vitória Vitória acabou se a história
O conto do Klaus Joaquim
Era uma vez um pobre comerciante que viva com as suas três belas filhas. Um dia o comerciante precisou fazer uma viagem de negócios deixando-as em casa. Ele prometeu a elas que traria presentes exóticos. As duas filhas mais velhas pediram novos casacos, enquanto a filha mais nova fez um desenho de uma flor e entregou ao pai. Em suas viagens, o homem comprou os casacos, mas não conseguia achar de forma alguma uma flor parecida com a que a filha havia desenhado. Até que, quando já estava perto de casa, ele avistou um castelo com muitas dessas flores em volta. Empolgado, o homem foi colher uma flor, mas foi surpreendido por uma cobra monstruosa que apareceu diante dele. O comerciante implorou por piedade e só foi libertado depois de prometer que faria da filha mais nova a esposa da cobra. Quando voltou para casa, a filha mais jovem foi a primeira a ver o pai e voluntariamente foi ao castelo com ele. Assim que a cobra viu a jovem, apaixonou-se profundamente. Uns meses mais tarde a cobra apercebeu-se que a sua amada sentia falta de sua família. Então permitiu que ela fosse visitar seu pai e suas irmãs com a condição de que voltasse para casa ao final do dia. Quando a garota chegou em casa, suas irmãs sentiram inveja da felicidade da mais nova e imploraram para que ela lá fica-se, fingindo choro com a ajuda de cebolas, que elas esfregavam em seus olhos. Mas a jovem recusou tristemente, pois tinha feito a promessa a cobra que voltaria no fim do dia. Quando retornou ao castelo, a cobra transformou-se num belo príncipe. E a jovem e o príncipe viveram felizes para sempre. Fim.
O conto do Klaus
Era uma vez um pobre comerciante que tinha três belas filhas. Um dia o comerciante precisou fazer uma viagem de negócios, deixando as suas filhas em cada. Ele prometeu a elas que traria presentes exóticos. As duas filhas mais velhas pediram novos casacos, enquanto a filha mais nova fez um desenho de uma flor e entregou ao pai. Em suas viagens, o homem comprou os casacos, mas não conseguia achar de forma alguma uma flor parecida com a que a filha havia desenhado. Até que, quando já estava perto de casa, ele avistou um castelo com muitas dessas flores em volta. Empolgado, o homem foi colher uma flor, mas foi surpreendido por uma cobra monstruosa que apareceu diante dele. O comerciante implorou por piedade e só foi libertado depois de prometer que faria da filha mais nova a esposa da cobra. Quando voltou para casa, a filha mais jovem foi a primeira a ver o pai e voluntariamente foi ao castelo com ele. Assim que a cobra viu a jovem apaixonou-se profundamente. Uns meses mais tarde a cobra apercebeu-se que a sua bela amada sentia falta de sua família, então permitiu que ela fosse visitar seu pai e suas irmãs com a condição de que voltasse para casa ao final do dia. Quando a garota chegou em casa, suas irmãs sentiram inveja da felicidade da mais nova, imploraram para ela lá ficar, fingindo o choro com a ajuda de cebolas, que elas esfregavam em seus olhos. A jovem com muita pena recusou, pois prometera a cobra que voltaria no final do dia. Quando retornou ao castelo, a cobra transformou-se num belo príncipe. E viveram felizes para sempre.
O conto da Maria Rita
Era uma vez uma menina muito doce. Essa menina muito doce tinha um coração enorme. E, além da sua doçura e bondade, tinha uma curiosidade gigantesca acerca do mundo em geral e das pequenas coisas em particular. De tal forma que, não raras vezes, deixava os mais crescidos completamente pasmados com as suas observações. Esta menina, de cabelos castanhos claros - que nos dias de sol revelavam uns fios dourados - passava os dias a olhar com toda a atenção para tudo e mais alguma coisa. Na verdade, ela não olhava, ela observava tudo em seu redor: pessoas, animais, coisas, sítios, texturas e cores. Adorava trepar às árvores, pela aventura de desafiar a lei da gravidade e porque, de lá de cima, via tudo de outra perspectiva. Olhava os colegas cá em baixo a brincar, os pássaros que pousavam nos ramos de outras árvores, as folhas que bailavam com o vento, as pinhas que caíam no chão de folhas secas. Gostava, também, daquela sensação de estar meio escondida, sem que dessem por ela - nem que fosse por breves instantes. De se sentir transparente num mundo feito de cores. Quando chegava a casa gostava de estar de volta dos seus desenhos e, muitas vezes, registava aquilo que a tinha marcado ao longo do dia. Mais do que a flor que tinha apanhado, era o pormenor da pétala que a fascinava; mais do que a árvore em si, era o pequeno ramo que chamava a sua atenção. Desenhava tudo para não perder nada. Um dia disse à mãe: "quando eu for grande, quero ser pintora e fotógrafa". E foi como se a mãe sempre soubesse disso e tivesse a certeza de que iria mesmo acontecer. - "Achas que posso ser as duas coisas?", perguntou, acrescentando que não conseguia decidir-se "apenas por uma". - "Podes ser o que tu quiseres, filhota", disse-lhe a mãe, "desde que continues a fazê-lo primeiro com o coração e só depois com a cabeça". A menina foi buscar a sua máquina fotográfica e tirou uma fotografia à mãe. A mãe sorriu, para a foto e para si mesma, pensando que para aquela sua filha - a primeira - a vida é uma enorme colecção de imagens. Reais como uma polaroid ou imaginadas como os desenhos que vai juntando na sua mesinha. Um mundo bem mais perfeito que o real e de onde não vale a pena sair... para já.
O conto da Isabel
Era uma vez uma mãe que sonhava em ter dois filhos. Em setembro de 2012 nasceu uma menina linda com o nome da Maria. A Maria foi crescendo e sempre pediu uma mana para brincar com ela às escolas e com as bonecas dela. O tempo foi passando e novamente no mesmo, setembro de 2018 realizou se o sonho da Maria, a mana Isabel nasceu. E agora a Maria diz, somos a melhor família do mundo, eu (Maria), o pai João, a mãe Margarida e a mana Isabel ???????????????????????????
O conto da Margarida
Era uma vez um gato, que sonhava ser um coelho, pois não gostava do seu aparato sempre que se via ao espelho. Para além da dona o chamar de Branco, nome extremamente original, achava que as suas orelhas não tinham o mesmo encanto, que as orelhas do outro animal. Nem passando o dia a pular, nem fazendo das cenouras o seu prato favorito, alguém foi capaz de notar, que o pobre gato andava esquisito. Triste e sempre incompreendido, Branco refugiava-se no colo de Carolina, que apesar de lhe por todo o tipo de vestidos, era um doce de menina. Carolina sabia sempre como o animar, e Branco alinhava nas brincadeiras, já foi o cowboy da estrela a cintilar, e até já encarnou a mais estranha das sereias. Com a aproximação do Natal, Carolina recebia mais uma peça que ele iria claramente usar, e Branco, para o bem e para o mal, jamais lhe conseguiria recusar. Quando Carolina acabou de desembrulhar, Branco até estremeceu de emoção, quando viu o gorro com orelhas de coelho no ar, que Carolina segurava na mão! Sem perder mais um momento, Carolina colocou-as no seu amigo do coração, e despertou-lhe tal sentimento, que Branco miou como nunca de emoção. Segue sempre este exemplo Margarida e não tenhas medo de ser diferente, comanda sempre a tua vida e vive-a alegremente!
O conto do gustavo
Era uma vez… Um menino muito especial chamado Gustavo! O Gustavo gosta muito do Natal, já vai ser o 2º ano que vai celebrar esta festa! É no dia 1 de Dezembro que começam os preparativos na casa do Gustavo. Juntamente com os pais é montada a árvore de Natal e outras decorações afins. A música dá o ambiente, e todos estão vestidos a rigor: de barrete de pai Natal com direito a muitas fotos. Mesmo sendo o Gustavo um menino pequenino conseguiu escrever uma carta ao Pai Natal com os seus desejos de Natal! A mamã mandou a carta por correio e agora é esperar pelo dia de Natal logo à meia noite! Os desejos foram: saúde e emprego para quem o Gustavo mais ama, um mano ou mana e alguns brinquedos (os favoritos são: livros, pintura, música, animais e tudo o que tenha rodinhas como motas e bicicletas). Chegado o dia de Natal à noite o Pai Natal tem a tarefa mais árdua, percorrer todo o mundo e em casa de cada menino deixar o seu presente. O Pai Natal tem um objeto que o ajuda neste dia, é um relógio que para o tempo para o mundo menos para ele e as suas renas! Como é que o Pai Natal conseguia deixar tanto presente em tão pouco tempo? Chiu! Este é um segredo muito bem guardado e assim tem de continuar! E a casa do Gustavo? Não podem haver esquecimentos, o Pai Natal tem uma lista com todas as casas e a do Gustavo é a 3ª chaminé à qual o Pai Natal chega. Mas que surpresa tem o Pai Natal: um copinho de leite e 2 bolachas Marias! É mesmo o que ele precisa para lhe dar energia para o resto da noite. Junto da árvore de Natal fica uma caixa muito bem embrulhada e com muitos presentes lá dentro, todos com o nome do Gustavo! O Pai Natal pensa para consigo: “Este menino vai ter uma grande alegria quando acordar e vier à procura dos presentes, deve-se ter portado muito bem neste ano!”.
O conto do João
Era uma vez um bebé que nasceu sem saber que era magico..... Foi então que a sua mamã um dia lhe explicou como tudo aconteceu : " sabes meu filho antes de nascer és eu pensei que sabia o que era a felicidade, o verdadeiro amor, mas entretanto tu nasceste e fizeste-me crescer, sim todos os dias crescemos os dois, tu em tamanho e eu em amor e em felicidade, pois não há felicidade maior do que ver-te sorrir,crescer e saber que és o meu menino. Sabes filho, só houve um mágico capaz de me mostrar a verdadeira felicidade e foi tão simples, bastou chorar quando nasceu. Agora esse mágico continua a fazer magia... Quando estou mais em baixo, sem forças, o mágico chega e com ele trás a energia que me faz sorrir. Obrigada mágico por seres meu filho.
O conto da Clara Piairo
Num mundo de fantasia nasceu uma princesa fada. Era assim chamada porque ela adorava tudo o que era cintilante e mágico. O seu nome é Clara. Tinha cabelos ondulados, de que ela muito se orgulhava, por ser igual aos de sua mãe, e tinha olhos castanhos e o mesmo olhar que o seu pai. Ela é uma menina muito amada por todos e é muito feliz, pois espalha alegria por onde quer que passe. No seu mundo, não existe maldade nem pessoas más. Ela adora os animais e a natureza e fica muito triste quando alguém deixa lixo no chão. Diz que o lixo tem que ir para o seu lugar certo. Adora passear, colher flores e falar com os animais. Adora os seus amigos, como quem se sente muito feliz, mas sabe que no final do dia, não há nada melhor do que um colo e um aconchego dos seus pais. Adora dançar e redopiar como uma bailarina e coloca todos a dançar com ela. Mas apesar de muito feliz, por vezes também faz birras, birras essas que passam com os melhores soninho, ou um beijinho. Por agora ela vai continuar a crescer, diz que vai ser um menina crescida...e como o tempo tem passado a correr, parece que ainda ontem era uma bebé...se pudesse, pedia só tempo para ir um pouco mais devagar, para que não cresça tão rápido, mas também é tão bom e gratificante vê-la crescer. Mas enquanto não é muito crescida há que aproveitar cada minuto e conquistas. Tenho a certeza de que a Clara continuará a crescer feliz, cheia de amor e que terá uma vida maravilhosa.
O conto do gabriel
Avô gostava de te ter conhecido. Gabriel é um menino igual a tantos outros do seu colégio. Contudo sentia-se triste, por não ter conhecido o avô materno, António. Todos os dias via os avós dos seus colegas que os iam buscar ao colégio e como se abraçavam e contavam as suas aventuras nas aulas e no recreio. Certo dia, quando a mãe o foi buscar ao colégio desabafou: ~Sabes mãe, gostava de ter conhecido o teu pai. Será que, se ele ainda estivesse entre nós, me vinha buscar à escola, me levava ao parque e brincava comigo? Ouço a avó contar tantas histórias bonitas acerca dele, acho que se fosse vivo, seria muito meu amigo. - Também estou de acordo contigo filho mas não fiques triste pois acredita, onde quer que ele esteja, sentirá muito orgulho em ti. O Gabriel ficou pensativo, mas com um grande sorriso no rosto. Uns anos mais tarde, num jantar de família, aproximou-se dele uma tia que não via há algum tempo e disse-lhe: -Olá Gabriel, estás muito crescido e bonito! Estás cada vez mais parecido como teu avó António! Gabriel sentindo-se muito lisonjeado e feliz respondeu: Obrigada tia, fico muito feliz por me parecer com o meu avô, pois ele foi um grande Homem.
O conto do Lourenço
Um rapaz, que adorava passear. Um dia, ao passar por uma rua, onde passava por lá muitas vezes para ir fazer compras, voo numa montra afixado, precisa-se de empregado. O rapaz, como precisava de emprego, entrou e perguntou se ainda precisavam de empregado, era uma loja de produtos de higiene e também produtos naturais. Quando o rapaz se chega perto do balcão e faz a pergunta, se ainda precisavam de empregado. O Sr. que lá estava de que sim. O rapaz ficou super contente, perguntou. Posso me candidatar? O Sr. Respondeu que sim. Mas só á uma coisa, tem que fazer a promoção de vários produtos. O rapaz respondeu que havia problema. Assim foi. No dia seguinte, o rapaz apareceu para trabalhar, ele foi se saindo muito bem. O produto de eleição e o que foi mais vendido foi produtos para bebés da "Corin de dar-me". Foi condecorado como o melhor vendedor daquela loja.
O conto do João
Era uma vez um menino muito pobre chamado João. João era de raça cigana. Era um menino muito bonito, alegre e simpático. Costumava bater às portas pedindo alguma coisa para comer. Era pobre, mas muito educado. Os seus pais eram vendedores e chegavam muito tarde a casa. Tinham pouco dinheiro e pouco tempo para cuidar do João. Era a avó que tratava dele, mas estava muitas vezes doente. Um dia, quando foi bater à minha porta para que lhe desse alguma coisa para comer, reparei que ele vinha todo sujo de terra e perguntei-lhe: - Então, João? Donde vens assim tão sujo? - Ontem andei a brincar na terra! -respondeu com os seus olhos grandes a brilhar. - E não tomaste banho? - Não! Cortaram a água! O meu pai não pagou! - Vem cá! Queres tomar banho aqui? – atrevi-me a perguntar porque conhecia bem a avó e sabia que não haveria problemas. - Siiim! – respondeu com o seu melhor sorriso. Entramos e preparei a banheira, a toalha e roupas limpas, as do meu sobrinho deviam servir-lhe. Dei-lhe o gel de banho Corine de Farme e deixei-o sozinho a tomar banho, pois já tinha seis anos. Como se demorava muito perguntei se estava tudo bem. - Siiim! – respondeu o João. Quando abriu a porta, o João trazia um agradável cheirinho e, sem falar nada, deu-me um grande abraço.
O conto da Laura Sofia
Uma menina que vinha no bico de numa cegonha, embrulhada numa fralda e muito encarnada. Essa menina chamava-se Laura. Era irrequieta, espontânea e divertida. Tinha o sorriso mais genuíno do mundo. LAURA não gostava de dormir sozinha na sua cama porque ouvia os cães e pensava que eram lobos. Nisto chamava a mãe aos guinchos, capazes de perfurar tímpanos e a mãe ia a correr até lá e fazia lhe carinhos até adormecer. E foi assim até ao dia que a Laura descobriu que dormir sozinha era ser crescida e independente. Que acordar pela manhã após dormir uma noite completa era ser uma menina mais bonita ainda. E realmente Laura a partir desse dia tornou-se a mais bonita de todas as crianças. E foi feliz para todo o sempre. ??
O conto do Diogo
Um príncipe que nasceu no dia chuvoso de 27 de outubro com 3,940 kg e 52 cm. Os papás e a equipa médica ficaram muito surpreendidos pelo tamanho!! A linda roupinha que a mamã tinha escolhido não servia e o papá teve de ir a casa buscar roupinhas maiores! O príncipe porta-se muito bem e os papás a cada sorriso dele ficam ainda mais apaixonados! A família do príncipe deseja que ele seja muito feliz e saudável em toda a sua vida!
O conto da Andreia
Era uma vez... Num lugar encantado cheio de fadas e duendes vivam lá dois irmãos o Diogo e a Vitória. Um dia eles saíram em busca de uma planta rara chamada Corine. Entraram num bosque mágico onde os animais falavam e por cada trilho que passavam eles cumprimentavam os animais, por serem tão simpáticos uma linda borboleta os ajudou a chegar ao monte Farme e por sua vez só faltava subir para encontrar a planta que ia ajudar a sua mãe a fazer o melhor creme para concorrer ao concurso de cosmética na cidade mais próxima. Passo a passo eles lá chegaram a planta colheram e fizeram o regresso a casa. Na chegada a sua mãe ficou muito feliz por os seus filhos conseguirem tal proeza. Passou a noite toda a fazer o creme e lhe chamou Corine de Farme feito com ingredientes puros e naturais. Foram os três para a cidade e o concurso começou o seu creme foi o vencedor ao qual as pessoas ficaram espantadas com a sua criação. O Diogo e a Vitória todas as semanas iam ao bosque encontrar plantas flores e com a ajuda dos amigos animais tudo se tornou uma linda brincadeira. Vitória Vitória acabou-se a história com pozinhos de prilimpim esta história chegou ao fim...
O conto da Maria Leonor
UMA PRINCESA QUE GOSTAVA MUITO DE DANÇAR, BRINCAR, CANTAR E DE SER UMA CRIANÇA FELIZ. UM DIA, NUM PASSEIO PELA PRAIA, A PRINCESA ENCONTROU UMA ESTRELA DO MAR, LEVOU A PARA CASA, CONTAVA LHE HISTORIAS, DEU LHE O NOME SE VAIANA E PASSAVA O DIA COM ELA. UM DIA A VAIANA CONTOU LHE QUE NUNCA TINHA TIDO UMA AMIGA COMO ELA. NESSE DIA A PRINCESA JUROU QUE NAO SE IRIAM MAIS SEPARAR E A PARTIR DESSE DIA FAZIAM TUDO JUNTAS. FICARAM AS MELHORES AMIGAS. ASSIM A MARIA LEONOR E A VAIANA FICARAM SEMPRE JUNTAS E DIVERTIRAM SE MUITO.
O conto da Maria Clara
No mundo da fantasia, uma linda princesa vivia, só tinha um problema, morava longe da família e ir visita-los era um dilema! Mas a fada madrinha resolveu, e pelo menos uma vez por ano um presente lhe vai dar, um de sonho para a princesa, em que ao familia e amor não vão faltar! O seu aniversário, com unicórnios e arco iris para festejar, não há nada mais esperado que este dia, em que a princesa com a família vai estar! Inês, mariana e tiago, são os primos que moram no seu coração, os padrinhos, a avó e as tias, trazem sempre uma boa recordação! O lucas e a mia para brincar, com as tias a dar miminhos, o avó jorge para terminar, princesa tem bons sonhinhos!
O conto do Bruno Nunes
Uma jovem que queria muito ser mãe de um lindo menino e Deus fez-lhe a vontade mas por motivos da sua vida profissional teve que ficar separada do seu amado filho e ele foi criado com os avós que o amaram como se um filho fosse mas Deus levou-os para junto D'ele e o menino teve que ir viver com a sua mãe mas não era a mesma coisa eram amores diferentes e o menino amava mais os avós que a mãe e ela morria de tristeza por sentir que a separação forçada fez com que o menino ganhasse mais amor a quem o criou do que a quem o gerou !Um dia meu filho saberás porque ás vezes na vida temos que tomar decisões que põem em risco o amor que sentimos pelos nossos filhos !Um dia que sejas pai vais entender que a vida não foi fácil para a mãe que te ama muito e dá a vida por ti se preciso for meu menino lindo meu tesouro valioso e muito amado !Não me guardes rancor filho ama-me mais ou menos mas ama -me á tua maneira e com o que o teu coração disser para fazeres e agir com coração é meio caminho andado para me dares o teu perdão !Amo-te filho !Sempre te amarei e nunca mais me vou afastar de ti meu filho lindo e tão amado !Da mãe que muito te ama !Rosa Araújo !
O conto da Beatriz
Uma menina que sonhava muito ser mãe, os anos foram passando e esse sonho foi crescendo e crescendo até ao dia que decidiu que tinha de pôr o sonho em prática e ai começou uma nova aventura da vida... Assim que pôs a sementinha na barriga, o amor foi crescendo dentro dela, e os receios e medos também de não conseguir ser mãe, de o sonho ser tão grande e perfeito e de no final não conseguir dar tudo de bom que o seu bebé merecia... Os meses foram passando, a barriga crescendo e a ansiedade aumentando, e chegou o dia mais esperado em que finalmente a menina que se tornou mãe sonhadora ia receber nos braços o sonho mais esperado. A sua bebé Beatriz, o dia mais feliz desta mulher que renasceu mãe e teve o dia mais feliz da sua vida... Quando o sonho foi realizado... Nos braços agora tem o seu maior sonho realizado e o mais perfeito que podia ser... Um amor pra vida toda... ????
O conto da Margarida Santos
Um pote mágico que estava tão, mas tão cheio, que um dia... Pow...Rebentou e à volta dele surgiram 9 maravilhas. Numa dessas maravilhas vivia uma linda princesa, era tão linda, tão linda que encantava todos só com o olhar. Essa princesa tinha um grande poder, ela conseguia colocar todos os que estavam à sua volta a sorrir, mesmo quando o dia não tinha sido bom. Então a princesa passava os seus dias todos a andar de uma maravilha para a outra, para que todos a pudessem ver e assim alegra-va o dia de todos. Só que ao fim do dia a princesa estava muito cansada e então a populaçao toda das 9 maravilhas decidiu juntar se e como forma de agradecimento pelo trabalho da princesa ofereceram um kit de produtos de Corine de Farme para que ela pudesse usar ao fim de um dia de trabalho e assim podia relaxar e dormir descansada a noite toda. A princesa ficou tão contente e dormiu muiti bem nessa noite. Também aprendeu que ao fazer o bem, recebe também sempre bem. Vitoria, vitória? Acabou se a história.
O conto do Salvador
Gostava de contar uma história de encantar, assim como aquele coelhinho que tu agarras para dormir que é bem fofinho. Mas nada se compara ao amor que eu, o pai e a mana temos por ti meu amorzinho. Assim que acordas das um belo sorriso, aquele que me enche o coração, e ao deitar um belo abração, isto tudo para te contar uma história de encontar a tua vida ajudamos a construir para um dia te poderes encontrar. Beijinhos meu amor
O conto do Francisco
Um bebé muito querido de olhos lindos como o sol se chama Francisco nasceu quase no mês do Natal, quando chegou a casa da maternidade vieram ver a prima Susana e primo Nelson e o primo Simão de 3 anos que ficou encantado com o primo pensado ser seu presente de Natal porque queria um mano. Uns dias depois vieram cá ver outros familiares como tia Fernanda o primo Fernando, tio Daniel e prima Daniela que já trouxe os presentes dele de Natal. Também cá veio uma prima da parte do pai a Fátima. Depois veio cá o meu padrinho ele e mulher dele tia Esperança que trouxe Esperança cá para casa e uns mimos como todos os outros para o Francisco o que fez com que o Natal dele fosse um sonho azul
O conto da Mariana
uma menina liiiiinda, que nasceu num lindo dia de Primavera, 25 de Abril. Ficámos todos rendidos à nossa doce princesa ???? Mariana, foi o nome que os papás escolheram para ela ???? Sempre tem sido uma menina muito terna, meiga e agora já tem uma companhia para as suas aventuras, o maninho Santiag???? que faz as suas delícias, tão lindos estes nossos amores. Que tenham para toda a sua vida, esta encantadora cumplicidade. Viva a Mariana e o Santiago, os meus queridos netinhos. Sejam muito felizes. Beijinhos da avó Cristina.
O conto da Francisca Oliveira
Era uma vez duas lindas princesas que quizeram ser apressadas e vieram ao mundo antes do tempo com apenas 34 semanas, no dia 30 de dezembro de 2018 por serem tão pequeninas tiveram que ir para a incubadora, 34 semanas juntas na mesma placenta quando nasceram foram separadas, a Alice foi para a neonatologia de Guimarães e a Francisca para a neonatologia de Braga, foram umas guerreiras, a lutar diariamente, claro que os papás tiveram que passear ente um hospital e outro. A mamã quando tinha que sair de um hospital e ir para outro ía sempre com o coração apertadinho. Até que passados cinco dias juntaram as irmãs no hospital de Famalicão para os papás foi um alívio, terem as duas princesas juntas, estiveram no mesmo berço uma vez para os papás tirarem uma foto. Foi sol de pouca dura a princesa Francisca apanhou uma bronquiolite, teve de ser afastada da irmã para não a contaminar, mais uns dias e a princesa Alice foi para casa com os papás. A Francisca continua a lutar com todas as suas forças no hospital e os papás alternadamente estão com as duas princesas separadas á nascença. Espero um dia ser só uma linda história para contar ????????
O conto do Dinis
Um menino pequenino, chamado Dinis, que tinha muitos sonhos! Ele queria crescer mais rápido do que os outros meninos para ajudar os papás com as tarefas domésticas, mas ele sabia que isso teria que comer a sopinha toda e brincar muito. Um dia ao brincar achou que ser polícia era mau e a mamã perguntou-lhe porquê, diz ele "porque os polícias têm armas e batem nos outros meninos, eu não gosto quando ralham comigo". Então os papás resolveram brincar aos polícias e ladrões e mostrar-lhe que os polícias não magoam ninguém, mas sim alertam os meninos quando se portam mesmo muito mal e criam regras para se voltarem a portar bem. O Dinis entendeu dizendo "ah, os meninos maus voltam a ser bons!", "sim, esse é o objectivo, voltarem a portar-se bem para que o Pai Natal lhes traga presentes no ano seguinte" disseram os pais. O Dinis nessa noite voltou a sonhar e afinal queria ser bombeiro "afinal são eles que salvam os gatinhos das árvores e os cãezinhos quando estão sozinhos", os papás explicaram que sim e que também salvam pessoas juntamente com a polícia! O dia passou e o Dinis brincou com os amiguinhos, mas ao chegar a casa disse aos papás que não queria brincar mais com as bonecas da prima porque os amigos disseram que são para meninas. Os papás então explicaram que não tem mal nenhum brincar com bonecas, as meninas também jogam à bola e todos podem brincar juntos. O Dinis responde, "então também existem meninas polícias e bombeiras?" "Sim, as meninas também salvam e criam regram, todos podemos ser o que quisermos desde que não magoemos os outros" disseram os papás. Nessa mesma noite o Dinis sonhou que brincava numa cozinha de menina e quando acordou queria ser cozinheiro. Percebeu que a profissão nada tinha a ver com gêneros e que assim podia ajudar os papás com a sua comida e a limpar o seu quarto. À noite, o Dinis deitou-se, os papás deram-lhe um beijinho demorado, e adormeceu a sonhar com estrelas, foguetões e unicórnios. Conclusão, o Dinis vai crescer a respeitar as decisões de cada um e a motivar o próximo a ser sempre melhor!
O conto do Simão
Era uma vez uma mamã que entre tarefas de casa e trabalho, andava muito triste por não ter tempo para estar com o seu filho. O que ela mais gostava era poder uns pós mágicos que a ajudassem a ter tempo livre.
O conto da Constança
Era uma vez num belo dia de sol radiante nasceu uma princesa linda ,que viria a encher o meu coração de alegria que já tinha perdido por me sentir debilitada,veio dar vida á minha vida que já não fazia sentido,naceu para me dar um sentido á minh vida ,ai percebi que a vida por vezes nos compensa ,amo a minha princesa
O conto do Lourenço
Um gato chamado Mica que estava sempre em casa da dona fechado. Da janela da cozinha espreitava o mundo lá fora, e pensava: - Como será viver ali? Tem tanto espaço para brincar, tantas árvores para subir e saltar. Se ao menos eu conseguisse sair porum bocadinho e experimentar. Um dia, a dona esqueceu-se da janela um bocadinho aberta e o Mica todo contente, empurrou, empurrou até que consegiu abrir e lá foi ele até à rua. Brincou, correu, saltou e, quando já estava cansado subiu para o parapeito da janela e veio dormir para a sua cama. Quando acordou foi ver s a janela ainda estava aberta para ir brincar mais um bocadinho, mas ela estava fechada. O Mica sentou-se e ficou a pensar: será que foi um sonho?
O conto da Beni
Era uma vez, uma fada chamada Benedita que veio ao mundo para preencher a vida daqueles que já a amavam mesmo antes de a conhecer. Essa fada nasceu de um amor entre um casal que se apaixonou numa ilha no meio do Oceano Atlântico. A fada era muito pequenina ainda, por isso precisava de muitos cuidados e para isso a mãe contava sempre com a ajuda da Corine de Farme para lhe proporcionar um cuidado natural. Um dia a mãe prometeu à fada que a iria levar ao lugar onde os pais tinham-se conhecido e que lhe ia ler a história mais bonita que algum dia ela tinha ouvido. Hoje escrevo esta história para quando fores mais crescida fazermos a tão esperada viagem e nessa mesma viagem irei contar-te esta história, pois a melhor história é aquela que é escrita com amor e que tem nela as personagens mais importantes da minha vida... Tu e o pai! Com amor, Mãe Marina
O conto da Benedita
Era uma vez... um casal que conheceu-se jovem e que decidiu abraçar uma vida em conjunto e formar uma família. Um dia esse casal decidiu fazer uma viagem para umas ilhas de cortar a respiração, em que as paisagens e as lagoas faziam-nos perder o olhar de tão belas e envoltas numa natureza tão pura e deslumbrante. Foram dias mágicos vividos de forma apaixonante e que acabaram com a descoberta de que a família que era de dois, passaria a ser de três daí a 9 meses. Foi no encanto de uma ilha que a mais bela notícia foi desvendada. Nessas férias que foram as mais bonitas de sempre, descobri a melhor parte de mim... tu! Um dia quando fores mais crescida iremos os três. Tenho a certeza que irás ficar rendida, tanto como um dia eu fiquei, pois a natureza e as memórias felizes são a melhor herança que podemos dar aos nossos filhos. Um beijinho, Mãe Marina
O conto do Miguel
Era uma vez uma menina que sonhava casar, ter um filho e ser advogada!Ja mulher concretizou o seu maior sonho, ser mae,teve um filho tal e qual como sonhara um dia, com uns lindos olhos azuis e muito bem disposto, mas traquinas. Essa mulher tornou se psicologa para ajudar os outros e aprendeu muito com o crescimento do seu maior tesouro, seu filho. Ser mae e a melhor bencao do mundo!
O conto da Margarida
um rapaz que gostava de viajar sem levantar os pés do chão, na escola chamavam-lhe o Astronauta que não gosta de voar, mas na verdade o seu nome era João. Mesmo sem nunca ter saído da sua freguesia, João sabia do mundo como ninguém, decorar lugares era a sua maior alegria, e sua cabeça estava sempre mais além. Num dia conhecia a Alemanha, no outro sabia se houve vida em Marte, aprendeu inglês na Grã-Bretanha, porque o conhecimento era a sua arte. Mas na escola todos achavam que João era diferente, só porque as suas pernas nasceram sem força para caminhar, mas ele afirmava que o seu corpo era tão inteligente, que canalizava toda a energia para o seu cérebro viajar. Mesmo tendo consciência da sua condição, nada faria João se lamentar, a tristeza não lhe servia de combustão, para os sítios que ainda queria visitar. Se um dia não tiveres forças para lutar, lembra-te desta história do Astronauta João, e usa todas as tuas forças para lutar, porque os sonhos nunca voam rente ao chão.
O conto da Conceição
numa terra encantada, onde havia muitas flores, lagos, muitas árvores, campos e onde as vaquinhas eram felizes viviam dois irmãos: A São e o Miguel. Eram muito amigos um do outro e adoravam brincar e correr pelo campos e brincar às escondidas com as vaquinhas, descobrindo novos lugares mágicos. Mas um dia ficaram muito preocupados quando a vaquinha- Açoriana desapareceu. Ela ainda era pequenina mas portava-se muito mal. Pois já não era a primeira vez que ela fugia, mas depressa a encontravam.Mas desta vez não apareceu e como o sol já tinha ido dormir, eles tiveram que ir embora pois vinha ai a Lua e as estrelas. Foram muito tristes para casa, nem quiseram tomar banho (que tanto adoravam) e choraram muito. Os seus super heróis (os seus papás) ficaram muito tristes e no dia seguinte a Mamã mascarou-se de vaquinha com o seu pijama e com o papá decidiram procurá-la até porque a mãe da vaquinha já estava muito triste e não queria comer. Assim a família foram à aventura de encontrar a Açoriana. -Muuuuuuuuu Açoriana, onde estás?- Gritava a São. - Açoriana, volta para nós- dizia o Miguel a chorar. Passado algum tempo encontraram a Açoriana a brincar numa poça cheia de lama. - Não é a Açoriana, ela não é preta papá.- Reclamou a São. A Açoriana a ver a mamã mascarada parou de rebolar na lama e ficou a olhar com a cauda a abanar. Os pais riram-se e aproximaram-se da Açoriana e deram-lhe uma festa e os dois manos também quiseram dar e disseram ao mesmo tempo: - É a Açoriana. Só ela nós dá beijos na testa! A Açoriana entusiasmou-se e saltou para cima dos manos, sujando-os de lama. - São, Miguel, cuidado, agora estão todos sujos!!!- disse chateada a mãe. O pai levou os até à beira do lago, onde a família tomou banho e brincaram muito alegres. - Isto da lama é divertido Mamã.- disse a São.Mas os pais explicaram à São e ao Miguel que eles nunca podem fugir como a Açoriana fez porque os papás iam ficar muito preocupados e os dois manos prometeram nunca fazer isso. Depois do banho, foram para casa, onde enquanto a mãe fazia um bolo favorito dos manos- ananás, o pai dava-lhes banho com os produtos de higiene e conforto que usavam desde o nascimento Corine de Farme. Depois do banho, foram comer o bolo e depois foram dormir. São sonhou com novas aventuras com a Açoriana, enquanto o mano Miguel ficou a sonhar com o próximo banho com produtos Corine e ambos os sonhos eles sabiam que iam sempre ter um final muito feliz, pois os papás querem sempre o melhor para os seus filhos e que cresçam com regras mas possam também serem crianças e que a sua pele esteja protegida para todas as aventuras com a Açoriana e cheire para sempre a bem-estar e a felicidade! E a família e a Açoriana foram felizes para sempre.
O conto do Pastorzinho Rodrigo
um pequeno pastorzinho chamado Rodrigo que adorava a natureza e animais. Infelizmente vivia na cidade, onde não podia brincar à vontade e tinha que ir aos parques infantis para poder pular, brincar sozinho ou com os seus amigos. Mas nas férias o pequeno pastor adorava ir de avião (que tinha um igual de brincar) até aos Açores, onde com a ajuda do seu avô cuidava das vaquinhas da quinta, sendo a sua favorita a Miquelina e ajudava a tirar leite. Era muito divertido. E com a sua avó ajudava a plantar hortênsias que depois oferecia à sua mamã. Todos os dias chegava a casa muito cansado e feliz, adorando a hora do banho onde os seus papás cuidavam da sua pele com Corine de Farme, deixando-a suave, cheirosa e assim dormia muito bem e sonhava muito feliz pelo dia seguinte.
O conto do g
O texto expositivo apresenta informações sobre um objeto ou fato específico, sua descrição e a enumeração de suas características. Esse deve permitir que o leitor identifique, claramente, o tema central do texto. Um fato importante é a apresentação de bastante informação; caso se trate de algo novo esse se faz imprescindível. Quando se trata de temas polêmicos, a apresentação de argumentos se faz necessária para que o autor informe aos leitores sobre as possibilidades de análise do assunto. O texto expositivo deve ser abrangente e deve ser compreendido por diferentes tipos de pessoas. O texto expositivo pode apresentar recursos como a: - instrução, quando apresenta instruções a serem seguidas; - informação, quando apresenta informações sobre o que é apresentado e/ou discutido; - descrição, quando apresenta informações sobre as características do que está sendo apresentado; - definição, quando queremos deixar claro para o nosso leitor do que, exatamente, estamos falando; - enumeração, quando envolve a identificação e apresentação sequencial de informações referentes àquilo que estamos escrevendo; - comparação, quando o autor quer garantir que seu leitor irá compreender bem o que ele quer dizer
O conto da Margarida
Era uma vez uma linda princesa chamada Margarida, tinha uns lindos olhos e o cabelo da cor do trigo. Era muito feliz no seu castelo, pois tinha a sua família por perto. A família para a princesa Margarida, era o mais importante.
O conto da Beatriz
Era uma vez sete irmãos muito coloridos que eram muito unidos. Cada um tinha o nome de uma cor: vermelho, amarelo, laranja, verde, rosa, roxo e azul. Um dia os irmãos zangaram se e cada um resolveu ir para um lado do céu. Nesse mesmo dia a chuva veio e foi embora e os irmãos não apareceram juntos. As pessoas que paravam sempre para apreciar a beleza dos irmãos coloridos, notaram que não tinham aparecido nesse dia e foram embora tristes e preocupadas. Com o passar do tempo as pessoas pararam de olhar para o céu. Os irmãos coloridos perceberam que as pessoas já não olhavam mais para eles e estavam cada dia mais tristes e sem esperança e não percebiam o porquê. O irmão amarelo, que era muito curioso, resolveu perguntar: - O que se passou? Porquê que pararam de olhar para nós? Nesse momento uma criança ia a passar na rua e respondeu: - Quando olhávamos para o céu conseguimos ver todas as cores, sabíamos que tudo ia ficar bem. E ao vermos todas as cores unidas com tamanha beleza parecia que algo magico que aquecia os nossos corações. Separados, não sabemos para onde olhar, nem onde vos encontrar no céu. Os irmãos coloridos perceberam que juntos eles brilhavam mais e que só assim poderiam ser vistos. Entenderam precisam estar juntos e o arco iris voltou a brilhar.
O conto da Eva
Uma menina que nasceu na noite de halloween e foi considerada a "bruxinha" mais fofinha que alguma vez já existiu. Como era bebé e muito pequenina, só sabia sorrir. Tinha um olhar hipnotizante. Então sempre que via alguém sorria e Dava gargalhadas. Os pais estavam super felizes por terem uma filha assim. E toda gente queria ver a menina que só com o seu sorriso fazia pessoas felizes. Vitória vitória, acabou se a história.
O conto do Rúben
um menino que queria guardar uma estrela. Ele sabia tudo sobre elas, os seus nomes e onde moravam. O menino queria ser piloto de aviões, não por causa dos aviões, mas para estar mais perto das estrelas. Ele imaginava que cada uma dessas estrelas guardava um sonho e, que quanto mais perto estivesse delas, o seu sonho se realizava. Sabendo disso, o Pai desse menino levou-o um dia a andar de avião. Reservou-lhe um lugar mesmo junto à janela para que pudesse estar muito atento. Ao levantar voo, o avião teve de romper pelas nuvens até encontrar o céu limpo e cheio de pequenos pontos brilhantes. Sim eram as estrelas...Cada uma brilhava mais que a outra, O menino apontou e disse: “Pai, o meu sonho está naquela estrela.” O Pai, admirado perguntou: “Está? Então guarda essa estrela no teu pensamento e não a deixes fugir.” O menino assim fez. Fechou os olhos e guardou a imagem daquela estrela no seu pensamento. Anos mais tarde, o menino cresceu e fez-se um homem e, aquela imagem que ele guardou durante tantos anos tomou forma e estava entre os seus braços... o seu bebé!  
O conto do Pedro Coelho
um menino maravilhoso. O seu nome é Pedro Coelho. O Pedro é um bébé muito intuitivo, participativo e perspicaz. O Pedro adora companhia, do pai, da mãe, do mano, do gato "Tobias", que lhe faz cócegas nos pezinhos e que ele reposta com puxões no rabo. O seu passatempo preferido é rabiscar folhas brancas de papel com os lápis de cera do irmão e as suas cores preferidas são o laranja, o amarelo e o vermelho pois são as que maioritariamente utiliza, enquanto o azul e o preto nunca lhe pega. Porque será? O Pedro adora comer e ao contrário dos outros meninos e do próprio irmão, "tudo o que vem à boca é peixe", "marcha tudo", não se faz rogado a carnes, peixe, legumes, fruta ou pão. À noite antes de deitar, o banho é sagrado e os produtos "Corine de Farme" deixam-no mimado para uma noite de sono santa e em paz. Ele é muito querido!
O conto da Matilde
Era uma vez uma menina que surgiu nas nossas vidas sem darmos conta. Certo dia, estávamos em casa e a nossa filha Catarina dá nos a notícia que ía ser mãe. O nosso mundo desabou!!! A nossa menina ía ser mãe e nós, meu Deus íamos ser avós. Foi difícil de aceitar até ao dia em que as nossas vidas mudaram. Nasceu uma menina linda, linda... a nossa "filha", a filha da nossa menina... se ganharmos este prémio vais conhecer os Açores e vamos contar te a tua história, sempre serás o fim e o inicio da nossa história
O conto da Maria Leonor
uma semente que caiu à Terra... a terra era fofinha como um mar de lençóis e cheirava bem, a ervinha fresca e sumarenta que se perdia entre gotas de água. Veio uma grande chuvada, as gotas eram grossas e faziam muito barulho, mas se apurassemos o ouvido, afinal eram uma bela melodia! Veio o vento, a sementinha estava com medo debaixo da terra, ele soprava e assobiava mas ... ah, era um segredo que contava, semente, sementinha cresce e floresce! Veio o Sol cheio de calor, laranja, redondo e bem disposto e então aconteceu a magia! A semente pequenina rebentou a casquinha deu folhas e um caule verdinho. A seguir veio uma flor, depois uma fruta docinha, e cresceu linda e mimosa tal como tu minha filha cresces a cada dia, mais bonita e graciosa!
O conto do Tiago Patrício
Era uma Vez um menino chamado Tiago com uns olhos azuis da cor do céu e do mar e com cabelos da cor da areia da praia. Esse menino adorava por os pezinhos dentro de água e construir lindos castelos de areia. Como era bom estar na praia com a mamã, o papá e a maninha. Ali conseguia estar a tarde toda sem se aperceber das horas a passar. Como é bom brincar na praia.
O conto do Vicente Pinto
Era uma vez um esquilo muito guloso. Ele adorava subir ás árvores e ficar horas a comer bolotas que havia guardado. Um dia passou um ouriço cacheiro e disse: -Esquilo não te cansas de comer tantas bolotas? E ele respondeu: _Não amigo, nunca me vou cansar porque para além de serem deliciosas aqui de cima consigo ver tudo o que está à minha volta. O ouriço compreendeu e aplaudiu o esquilo dizendo: _ Tens razão o que importa é seres feliz!
O conto da Sonia Anemona
A menina de laços vermelhos Era uma vez uma menina, que não gostava de se lavar e pentear, por isso as crianças alcunharam-na de "Sujeirinha". Vendo ela tão suja, todos estavam a fugir dela. Um dia ela foi à floresta encontrar um companheiro de brincadeiras. Em seu caminho, ela conheceu um esquilo, a quem ela lhe disse: — "Esquilo, esquilo, queres brincar comigo?" — "Brincar contigo? Nem pensar! Eu tenho que varrer a minha casa e pentear o pelo. Até agora eu recolhi amendoins. Mas tu o que fizeste se ainda não te lavaste e penteaste?" A menina não disse nada e continuou indo. Em um bosque ela viu dois coelhinhos. — "Coelhinhos, coelhinhos, vocês não querem brincar comigo?" — "Não temos tempo para brincar, nós vamos ao rio para nos lavar; há pouco acabamos de comer. Porquê tu não te penteias e não te lavas?" Mas a menina outra vez não respondeu. ... Ela pediu também á um ursinho para brincar com ela, mas ele tinha trabalho pra fazer: passar a ferro o seu avental e nem prestou atenção ao que ela estava a falar. Enquanto se preparava para sair da floresta, a menina viu um ouriço a girar entre as folhas secas. — "Ouriço, ouriço queres brincar comigo?" — "Sim brinco, porque ja acabei os meus trabalhos de casa. Mas espera um pouco para eu chamar também os meus amigos. Depois de estarem cansados de tanta brincadeira, a "Sujeirinha" perguntou: — "Na floresta ninguém queria brincar comigo, só vocês! Porquê?" — "Porquê?" — responderam os ouriços, olhando para ela... — "Porque pensamos que tu és uma mãe ouriço: tens os cabelos como os picos, o rosto e as mãos são negras como o carvão! Agora vemos que você é apenas uma garotinha suja e despenteada. Vai-te embora e não te atrevas a brincar mais conosco!" E os ouriços fizeram-se novelo da tanta raiva. A menina triste, não disse nenhuma palavra; Ela foi para casa, lavou-se, penteou-se e prendeu o seu cabelo com dois laços grandes vermelhos, ela trocou seu vestido e em seguida, saiu para o quintal. Quando as crianças a viram, todos gritaram: — "Brinca conosco, menina com laços vermelhos!" Desde então ninguém a chamou mais de "Sujeirinha" porque começou a arranjar-se e a cuidar-se mais... Fim
O conto do Pedro
Era uma vez…um menino que um dia iria ter o seu primeiro dia no infantário, como normalmente acontece aos meninos. A mamã já lhe falara daquele lugar que ela dizia ser especial mas ele estava um bocadinho nervoso, porque não queria deixar a mamã. E , quando ela o foi levar, ele disse-lhe que não queria ir e até choramingou um bocadinho. Mas o som de crianças a rirem espevitou a sua curiosidade e espreitou para uma sala de onde parecia vir o som. A Ana que era a educadora aproximou-se e perguntou-lhe se ele não queria experimentar um brinquedo. Ele não respondeu e escondeu-se nas pernas da sua mamã. Finalmente, acompanhado pela mamã lá acabou por ir brincar. Mas não deixava de dizer “ mamã, não quero que vás trabalhar”. “Pedro, fica aqui com a Ana e os teus novos amigos e eu volto num instante” respondeu ela. Ele ficou triste ao ver a sua mamã afastar-se mas quando um menino o convidou para fazer com ele uma construção gigante, esqueceu-se por uns instantes de que estava num mundo novo e desconhecido. Até que o Papá e a Mamã o foram buscar. O Pedro, contente por os voltar a ver contou excitado que fizera um castelo muito alto e que a Ana cuidara muito bem deles e até usara o creme verde e branco preferido da Mamã para cuidar do bébé Pedro. E agora, quando vai ao infantário, já não chora e sabe que um mundo mágico cheio de amigos o espera e que a mamá e o papá o irão depois buscar para brincar e cuidar dele com o maior dos carinhos e amor, como merecem todos os meninos pequeninos!
O conto do Rodrigo
Era uma vez uma menina que tinha perdido ídolo. Um dia conheceu um menino que era muito diferente dela, a sua vida era diferente da dela e vivia muito longe. Os dois resolveram - se viver juntos e daí surgiu o seu príncipe e voltou sorrir.
O conto do Gabriel Santos
* * Felicitas * Leite Vigor Corine de Farme Mimosa Um coelhinho travesso e muito convencido. Um certo dia, já farto de estar em casa, decidiu os seus amigos procurar para brincar. Eram o ratinho comilão, a tartaruga perspicaz e o castor construtor. Sempre que se juntam, em grandes brincadeiras resulta. O coelhinho, já farto de brincar ao mesmo, lembrou-se de uma nova brincadeira: jogar à apanhada! A ideia agradou ao castor, mas ao ratinho e à tartaruga, nem por isso, pois o primeiro era gordinho por ser um grande comilão e a tartaruga era lenta demais e já sabia que iria perder. Mas lá aceitaram para o coelhinho e o castor não ficarem entristecidos. A corrida começou após terem traçado o trajeto. O coelhinho deu logo um grande avanço aos seus amigos e já próximo da meta, lembrou-se de parar um pouco para descansar, já que iria ganhar. O descanso foi tão grande, que acabou por adormecer. O castor vinha logo atrás, mas estava tão cansado e transpirado, que no caminho, decidiu dar um mergulho para refrescar. O ratinho, tão comilão e guloso que era, a meio da corrida, parou para comer o seu queijinho com nozes favorito. Por fim, vinha a tartaruga, que devagarinho tentava caminhar. Pela lógica, seria ela a última a chegar à meta, no entanto, foi a única que não desistiu e caminhou, caminhou, passou pelo ratinho a encher a barriga (e já não se arrastava por ter comido tanto), pelo castor a deliciar-se com o seu banho refrescante e pelo coelhinho a dormitar. A tartaruga conseguiu vencer a corrida, pois foi esperta e não se distraiu com nada pelo caminho, ao contrário dos seus amigos. FIM!
O conto da Leonor
Era uma vez uma bondosa princesa muito bonita, de cabelos longos e louros que vivia num reino muito distante. Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola estivesse perdida, começou a chorar. — Princesa, não chore. Vou devolver-lhe a bola. — disse um sapo. — Podes fazer-me esse favor? – perguntou a princesa. — Claro, mas, só farei em troca de um beijo. A princesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou na bola e fugiu para o castelo. O sapo gritou: — Princesa, deve cumprir com a sua palavra! O sapo começou a perseguir a princesa para onde quer que ela fosse. Quando ia comer, lá estava o sapo pedindo-lhe a sua comida. O rei, vendo a sua filha emagrecer, ordenou que pegassem no sapo e o levassem de volta ao lago. Antes que o conseguissem apanhar, o sapo disse ao rei: — Ó, Rei, só estou a cobrar uma promessa. — Do que é que está a falar, sapo? Disse o rei, furioso. — A princesa prometeu dar-me um beijo depois de eu apanhar a bola perdida no lago. O rei, então, mandou chamar a filha. O rei explicou à filha que uma promessa real deveria ser cumprida. Arrependida, a princesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo. A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou para o chão. Diante dos olhos de todos, o sapo transformou-se num belo rapaz com roupas de príncipe e tudo. Ele contou então que uma bruxa o havia transformado em sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço. Assim, ele apaixonou-se pela princesa e pediu-a em casamento. A princesa aceitou. Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. A princesa e o príncipe juntaram os seus dois reinos e foram felizes para sempre.
O conto da Mariana
Era uma vez um macaco que gostava muito de fazer . . . macacadas. Numa tarde de primavera esse macaco subiu a uma bananeira e apanhou algumas bananas, enquanto estava no cimo da bananeira aproveitou para mandar com uma banana no panda que estava a dormir a sombra da bananeira. O panda ficou muito irritado e disse ao macaco para parar com essas macacadas. Como já estavam os dois muito cansados de todas essas brincadeiras e a noite tinha chegado, decidiram ir dormir e dormiram a noite toda muito quentinhos. Vitoria vitoria e acabou-se a historia.
O conto do pedro
...um príncipe lindo chamado Pedrito.O Pedrito era um menino muito bonito,com grandes olhos castanhos e pele muito branquinha,cor de leite.Era muito inteligente, e despachado e toda a gente gostava muito dele.Um dia,o Pedrito resolveu conhecer o mar,pois nunca tinha visto o mar e toda a gente que já o tinha visto,lhe dizia como era lindo e imenso,com águas tão azuis como o céu.E o Pedrito só ficava mais e mais curioso e cheio de vontade de conhecer o mar e se este era tão belo,como as pessoas lhe diziam.Então, um dia,o tio Tó foi visitá-lo,e aproveitando que o tio morava perto do mar,o Pedrito pediu-lhe se poderia ir passar uns dias com ele,e se ele lhe poderia mostrar o mar.O tio Tó concordou,mas o mais difícil foi convencer a mãe a deixá-lo ir.Mas tudo acabou por se resolveu,pois a mãe não só concordou como também foi.E assim,o Pedrito,a mãe,e a mana Nanda foram com o tio Tó,passar uns dias e conhecer o mar. Quando finalmente chegaram,e pode ver o mar, o Pedrito ficou maravilhado com toda a beleza e imensidão do mar.Era tão belo como sempre lhe haviam dito.Até a mãe, ficou impressionada com a beleza do mar.Tanto que resolveu que logo que a vida lhe permitisse,se mudaria para aquela zona perto do mar,e assim poderiam ver o mar todos os dias.
O conto da Alessandra
O RELÓGIO Já me disseste tantas vezes que o mundo dos adultos é muito esquisito. Realmente, não posso deixar de concordar contigo. Os adultos, dizes tu, andam sempre a fazer a mesma coisa: levantam-se de manhã rabugentos porque estão sempre atrasados para isto ou para aquilo. Atrasados para tomar banho, atrasados para fazer o pequeno-almoço, às vezes até o tomam de pé e nem mastigam, atrasados para deixarem os meninos na escola, depois de dar banho, vestir, e alimentar os filhos, atrasados para deixarem os filhos na escola, atrasados para ir trabalhar. E quando voltam? Chegam atrasados à escola dos meninos e apressam-se a pegar-lhes na mão porque estão atrasados, dizem eles, para dar o lanche aos filhos, atrasados para fazer os trabalhos de casa que os professores mandaram, atrasados para fazer o jantar e limpar a casa, atrasados para deitar os meninos e depois? É hora de ir dormir. Mas que chatice! E tu dizes que o mundo dos adultos é muito esquisito e que tens a solução para toda essa pressa. Ai sim? Pergunto eu. E tu dizes-me: vamos acabar com os relógios! E, sabes que mais? Acho um ótima ideia. E assim faremos tudo aquilo que gostamos ao ritmo que queremos e teremos tempo para estar e brincar, porque os adultos, como tu tão dizes, não brincam o suficiente. Vamos brincar?
O conto do Bowie
QUANDO TE ENCONTREI Nesse dia, seguia pela estrada fora. Estava a chuviscar e tive de ligar as escovinhas do carro que tanto adoras ver mexer de um lado para o outro. Enquanto elas se moviam, vislumbrei uma manchinha escura em movimento junto à estrada. Fiquei intrigada. O que seria aquilo? Ainda para mais, não havia sequer passeio junto àquela estrada escondida dentro da floresta. Achei que algo de perigoso poderia acontecer caso a manchinha escura decidisse atravessar a estrada ou, imagina só: e se um carro viesse muito depressa e não a visse? Poderia passar-lhe por cima! Ao aproximar-me cada vez mais da manchinha escura que se avançava mais lentamente do que eu, percebi que não era uma mancha qualquer. Era muito magrinha, era preta, tinha um rabinho longo e muito pêlo. Sabes o que era? É isso mesmo! Era um gatinho. Não resisti e parei o carro num largo que apareceu entretanto e esperei que o gatinho se aproximasse. Eu não sabia se ele teria medo de mim., mas desejava muito que não tivesse. Esperei mais um pouco e vi-o a aproximar-se. Sorri para ele e ele veio ter comigo! Fiquei tão feliz! Mas assim que percebi que estava feliz por tê-lo comigo, também fiquei com um bocadinho de medo. Sabes porquê? Aquele gatinho de rua, não tinha casa e, se eu o deixasse ali sozinho ele ficaria com frio, fome e poderia acontecer-lhe algo de grave. Foi com este pensamento que fiquei ao olhar para ele, mas quando o peguei ao colo, senti que o gatinho era meu: que lhe daria um teto, comidinha e muito amor. Era a minha primeira vez, mas entre o medo e o amor: escolhi o amor. Isto foi o que senti quando te tive nos meus braços pela primeira vez: muito amor!
O conto da Tita
A MISSÃO A caminhada durava já há demasiado tempo. É certo que a tarefa que lhe fora atribuída não era fácil. O cansaço era visível e agravado pela agitação de Senhor Gato. Os primeiros quilómetros conseguiu percorrê-los sem grande dificuldade. Senhor Gato colaborara mantendo-se junto Dela. A certa altura, deixou de a acompanhar. Estava cansado e irrequieto. Não entendia qual o sentido daquela missão. Ela bem se esforçava para que ele entendesse, mas em vão, a comunicação tornara-se impossível com o ruído. Felizmente, Senhor Cesto não criara qualquer tipo de dificuldade. Tinha facilidade em acompanhar os passos Dela. Sentia que a sua presença era fundamental e que teria um papel importante naquela missão. Sem ele, Ela não poderia cumprir a tarefa. Só não entendia porque Senhor Gato estava ali: qual seria o seu papel? Até agora só atrapalhara. Senhor Cesto não queria que Senhor Gato tivesse vindo, mas Ela insistiu, disse que era importante. E caminharam juntos dia após dia. Dias e dias sem parar... quando terminaria aquela dura caminhada? O ruído tornara-se cada vez mais insuportável. Era ensurdecedor! Se ao menos.... Estava decidido, não poderia continuar assim e arrastar consigo os seus companheiros. Decidiu parar, não para descansar, mas para pensar, planificar. Tinha-se posto a caminho sem elaborar um plano. Era isso que faltava: um plano! Parou e o ruído cessou. A missão era: recolher água cristalina-invisível para salvar a Espécie. Cada um tinha um papel importante na missão: Ela deveria coordenar as operações e tinha falhado nesse aspeto; Senhor Cesto deveria recolher a água cristalina-invisível e Senhor Gato serviria para detetar essa mesma água, assim que a tocasse, o seu pêlo ficaria eriçado dando sinal da sua existência. Os papéis estavam atribuídos, mas faltava resolver um mistério: porque levaria consigo aquele guarda-chuva? E o ruído? De onde vinha? De repente, ouviu-se novamente. Olhou para cima e percebeu. O guarda-chuva era tão importante como qualquer outro elemento: o ruído que ouvia era o da água cristalina-invisível a bater contra o guarda-chuva. A água esteve sempre presente, mas Eles não prestaram atenção. Foi necessário caminharem dias a fio para perceberem. A Missão estava, finalmente, cumprida! Sabes Tita, é muito importante reparar nas pequenas coisas da vida.
O conto do Rafael
Era uma vez um menino pequenino, bonito, inteligente e fofinho que gostava de brincar, correr, cantar e saltar. Mas não gostava de tomar banho. A sua mamã, preocupada, inventou-lhe uma canção. Pegando na esponja e no sabão, cantava na banheira: “P’rà água, bebezinho, vamo-nos lavar e com o sabãozinho vamo-nos esfregar.” O menino ouviu a canção e escondeu-se, mas a mamã continuava a cantá-la. O menino, curioso, quis ver o que fazia a mamã no banho e… - Ena ena!- gritou o menino. A mamã brincava e cantava, entretida com a espuma. Estava mesmo a divertir-se! O menino correu a entrar na banheira, para cantar a canção e brincar junto com a sua mamã. O Rafael agora ja gosta do seu e canta sempre uma canção!
O conto da Rita Fragateiro
uma Formiguinha que andava sempre em carreiro e que trabalhava o dia inteiro. Ás vezes encontrava uma bolachinha para encher a sua barriguinha, outras vezes um doce ou uma semente e lá carregava o tesouro toda contente! Vive no formigueiro rodeada de outras formiguinhas, não quer nada com a gente humana, gostam de coisas pequeninas. De verão caminha pelas flores e no Inverno procura o subterrâneo do seu lar, onde está mais quente. Mas gosto de as ver a passear em fila tipo sempre atarefadas como se fossem pequenos pontinhos pretos desenhados pelas fadas. O nome da formiguinha para mim era Ritinha porque sempre a via a trabalhar sentia-me outra vez como tu pequenina!
O conto do João Maria
Tudo começou quando há algum tempo, quase vinte anos, um príncipe e uma princesa se cruzaram, foi amor quase à primeira vista. Naquele tempo não havia lobos maus, nem nada que abalasse a nossa casa de pedra. Afinal o príncipe era o irmão mais velho e a princesa tinha tido sorte em ficar com o príncipe sucessor. Durante estes vinte anos, nasceram dois frutos deste amor, nascia assim a família mais nobre do reino e arredores. Acontece que depois de algum tempo, fizeram uma mudança de casa e passámos para a casa de madeira, porque a de pedra precisa de muita manutenção e os príncipes já não estavam para isso, acomodaram-se um bocadinho, mesmo assim, esta casa até não era má, afinal, o que importa é que continuavam juntos Passado mais algum tempo, mudaram novamente de casa e foram para a casa de palha, é que os príncipes, mais uma vez acharam que a de madeira também dava muito trabalho e já não estavam para isso, afinal o que interessava era continuarem juntos e ai formarem o lar. Depois de algum tempo na casa de palha, muito frágil e desgastada, dado que os príncipes não faziam nada para a manter em boas condições, pois dava muito trabalho, a casa de palha caiu ao chão e os príncipes já não tinham onde viver. Decidiram então que o melhor seria irem cada um para o seu castelo, o castelo dos seus pais, e que os seus filhos iriam ficar em castelos diferentes em semanas diferentes, pois o amor por eles nunca acaba, apenas se torna mais forte.
O conto da Lara
Uma Princesa...Bailarina,Guerreira de seu nome...Lara.... Nesta pequena História apenas quero expressar o meu amor por ti, acho muito difícil, pois eu tenho a certeza que nenhuma palavra irá chegar para demonstrar o todo o meu orgulho por ti. Estou muito feliz por todas as tuas vitórias, pois presenciei todos os momentos das tuas lutas, os teus sonhos os teus desejos e as tuas conquistas. Mas, eu a tinha certeza que irias conseguir. Fico feliz por todos os segredos, todos os carinhos, e momentos partilhados contigo... Eu sei que a maioria das mães elogiam em exagero os seus próprios filhos,mas isso, faz parte do amor incondicional que eles nos despertam. Mas no meu caso, minha amada filha, até o exagero fica curto, e dizer o quanto és especial e maravilhosa, a melhor das filhas... é apenas constatar um facto! Desde o dia em que nasceste, tornaste-te no meu maior tesouro, aquilo que é mais precioso na minha vida! Obrigada, minha querida! Agradeço-te por seres esta filha maravilhosa, e também um ser humano muito maravilhoso. É um orgulho ter-te como Filha!! Amo-te filha!
O conto do Rafael
Um pequeno Príncipe ,lindo e angelical,o seu nome era Rafael,um menino simplesmente especial... Vivia no Reino Bello com os seus papás Rui e Cátia e era muito amado e desejado... Mas existiam 3 pessoas que também o amavam muito...A Tia Joana,a Prima Lara e a Avó Ausenda...Sempre que se encontravam a Alegria era contagiante,pois uma química destas, é fascinante... Assim como com os teus Pais poderás sempre contar,estas três fadinhas,farão sempre tudo para te ajudar...
O conto da Lara
uma princesa que,adorava dançar,o seu maior sonho era um grande palco pisar...O seu nome era Lara,nascida no meio de muito Amor,muito corajosa e esperta,mas bela e delicada como uma flor... Vivia no Reino Belo,com as suas Rainhas,Joana e Ausenda,que tudo faziam para os sonhos da Lara concretizar,pois sem eles,porquê lutar?! A Princesa Lara,muito aplicada se tornou,e claro uma excelente bailarina se formou... No Reino Belo,todos a adoravam ver dançar,pois uma Estrela destas é difícil de encontrar...Vamos sempre lutar e acreditar,que os nossos sonhos poderemos sempre realizar...
O conto do Lucas Andrade
um menino que queria ser jogador de futebol mas tinha um problema...era pequenino e franquino e todos os amiguinhos na escola lhe diziam que nunca iria ser bom jogador porque os bons jogadores são todos grandes e fortes, assim com o Ronaldo. O menino chegava muito triste a casa e deixava a mamã e o papá muito tristes também. Até que um dia a mamã quando o deitou na caminha lhe disse, meu amor existem muitos jogadores pequeninos que são tão grandes quanto o Ronaldo. O Lucas disse...é mamã?E a mamã disse sim meu amor. O menino adormeceu e sonhou que marcava muitos golos num grande estádio. Foi para a escola e jogou como nunca antes, e fez os amiguinhos todos acreditarem que afinal os sonhos são possíveis!E um dia...acabou por crescer mas aí...aí já acreditava nos sonhos e já não precisava disso, porque ele já estava grande, grande por dentro. Dorme bem meu amor!
O conto do Gaspar
"O Pai Natal existe" Gaspar tinha 8 anos e sempre acreditou no Pai Natal, para ele deixar de acreditar era deixar de ser criança e isso Gaspar recusava com todas as suas forças, para ele o Natal só fazia sentido se acreditasse num mundo mágico onde um personagem de barbas brancas, vestido de vermelho rodeado de elfos e gnomos, monitorizava o seu comportamento anual decidindo se seria premiado por eles na noite de Natal. O seu momento mais alto era sempre o ritual de escrever a carta ao seu amigo Pai Natal na esperança de ser ouvido. Mas naquele dia na escola todo esse mundo de fantasia foi abalado e posto em causa. " O Pai Natal não existe" disseram os seus colegas. Enraivecido e incrédulo pensou para ele "Vou até ao fim do mundo se for preciso mas irei encontrar o Pai Natal". Assim decidiu partir de comboio em busca do seu amigo. Muito tempo depois,triste e exausto sentou-se num degrau e não conteve as lágrimas. Começava ele próprio a duvidar da sua crença e isso doía-lhe ainda mais. De repente, sentiu algo quente nas suas pequeninas mãos, algo muito delicado lhe acariciava de forma ternurenta. Levantou a cabeça e viu um cão que lhe lambia. Ao inicio teve algum receio, mas depois rendeu-se e o abraçou. O cão continuou a lamber o seu rosto e as suas lágrimas como quem diz " não chores". De repente uma porta abriu-se e apareceu um senhor de idade que lhe perguntou" Que fazes por estas bandas sozinho a estas horas da noite?" "Eu não estou sozinho, estou com o meu amigo" referindo-se ao cão" . "Muito bem, talvez seja melhor entrarem, faz muito frio na rua e eu tenho aqui uma sopinha quentinha e uma cama para ti e para o teu amigo. Durante o jantar o senhor contou-lhe que aquele cão era especial, chamava-se Nicolau e todos os anos ajudava meninos como ele que procuravam o Pai Natal. "Como?" perguntou Gaspar. "Muitos são os que aqui chegam já sem esperanças, mas quando conhecem o Nicolau percebem o que é o AMOR incondicional de um cão e ganham novas forças e voltam a acreditar em si mesmos. Pois o espírito do Natal é isso mesmo, é o de nunca duvidarmos de quem somos e do que queremos. De sempre acreditarmos no AMOR e no seu poder universal, saber que quando tudo parece difícil e duro, que a chuva nuncaa é para sempre e haverá sempre esperança num amanhã melhor, se tivermos sempre presente no pensamento de se fizermos o nosso melhor iremos triunfar." Nisto já Gaspar dormia agarrado ao seu novo amigo Nicolau e entre suspiros e sonhos descansou. Regressou para casa confiante e sorridente, como só as crianças sabem sorrir, e quando lhe perguntaram se tinha encontrado o Pai Natal , respondeu com um sorriso humilde e honesto -" Encontrei algo maior e melhor, encontrei-me a mim mesmo"
O conto do Leandro Moniz
Eu o meu Cão e a Cabritinha Eu e o meu cão tivemos de ficar dia todo em casa porque estava a chover muito. Quando a chuva parou, ouvimos: "méee, méee". Curiosa, corri para a janela. Ali completamente ensopada, estava uma linda cabritinha a chorar. Perguntei-lhe porque estava a chorar e respondeu-me: - Fui apanhada no meio da tempestade, perdi-me, escorreguei e magoei a minha pata. O cão muito observador disse: - E eu que sempre achei que as cabras tinha gps para se orientarem. - Oh mas cães falantes encontram-se em todas as esquinas, disse a cabritinha. - Bem tenham calma! Disse eu. Temos de te ajudar, vou chamar o médico para te tratar, linda cabritinha. Assim que o médico chegou, colocou uma tala e enfaixou a pata da cabritinha, o cão apressou-se e cedeu a sua casota para ela ficar mais aconchegada. À noite, para a cabritinha descontrair e dormir mais tranquila, li muitas historias e contos de encantar e quando dava por mim já estava a ressonar. As semanas a passar e a cabritinha a melhorar, eu e o meu cão, amigos dela estamos a ficar, com todo o amor juntos para sempre com a cabritinha vamos estar. A cabritinha os nossos dias para sempre veio alegrar, é tão bom com ela brincar. FIM
O conto do António
Uma borboleta bebé e seus amigos,a Hipo,a Girafa e a Elefanta...Todos passeavam quando vento forte funmmm...levou chapéu da Hipo ohhhh mas Tartaruga encontrou e penso uma nova casa Vivaaa, mas vento voltou a sobrar ainda mas forte funmmm e chapéu foi bater na árvore do sr.Esquilo;ele penso que belo cesto para minha bolotas e assim foi enchendo o chapéu da Hipo de bolotas...chegou a Borboleta bebé com amigos e explicou, tartaruga não era uma casa e ao esquilo que não era cesto mas o chapéu novo da Hipo...Todos os amigos riram hiirrri e ficaram felizes pela Hipo.
O conto da Madalena
Uma menina muito bonita, chamada Madalena. A Madalena nasceu num solarengo dia de Inverno, no início do mês de Janeiro. Toda a família ficou maravilhada com a pequena princesa de nariz empinado e bochechas rechonchudas. A Madalena gosta muito de papar. Nos primeiros meses, em tom de brincadeira, o papá chamava o leite de formula de “compal” e o leitinho da mamã de “sumo de laranja natural”. Embora gostasse muito de comer, que trabalhão era para ela arrotar! Quando finalmente os papás começaram a atinar, chegou a hora de começar a comer a papa. E nova jornada teve de recomeçar.. Desde cedo a Madalena começou a mostrar sinais de independência: aos 5 meses já dormia no quarto dela e um mês depois dormiu a sua primeira noite sem acordar! Em Julho foi à praia pela primeira vez. O tempo não quis ajudar, mas mesmo assim a Madalena gostou muito de brincar na areia ( tantas cócegas que tinha nos pés!). As gargalhadas da Madalena são contagiantes e felizes. No mar não chegou a mergulhar, mas no ano seguinte não vai falhar. Quando a mamã e o papá tiveram de começar a trabalhar, a Madalena começou a ficar com os avós. Brincadeira e mimo é que nunca ficou a faltar. O primeiro dentinho nasceu aos 9 meses, e rapidamente começaram mais a nascer. Quando fez um aninho já tinha 5 ratolas a se ver! A Madalena é uma menina muito simpática e bem disposta. Entre as suas coisas preferidas estão os balões, o pão, a banana, cães e crianças. Ah, mas mais interessante é tudo aquilo que não pode brincar. A bebé também gosta muito de passear na rua, e fica muito atenta a tudo o que a rodeia. Num instante fez 10 meses e começou a gatinhar. O “descanso” da mamã e do papá estava prestes a terminar! Quando a Madalena fez um aninho os papás fizeram uma grande festa! Como era uma ocasião especial, a Madalena provou o seu bolo de anos e adorou! Nesta altura já só queria andar, e a família passou o dia de mãos dadas com ela pela casa a passear. Quando dia está a chegar ao fim é hora de ir tomar banho. Como ela gosta deste momento e de brincar na água! Bate as pernas e os braços, e muitas vezes deixa o papá todo molhado. A seguir é a hora de jantar e de finalmente ir dormir. Há sempre tempo para um beijo da mamã e do papá e de uma história ouvir. Para terminar, deitada na caminha e agarrada ao seu coelhinho, a Madalena adormece a sorrir.
O conto do David
uma mãe , uma pessoa digna de toda admiração, respeito e amor, pois ela lutou muito para ser quem é e ter sucesso naquilo que faz. Lutou muito para a família dela.Na infância dos filhos dela houveram muitos momentos embaraçosos, muitas zangas, choros e birras. Mas,os filhos tem que agradecer a mãe, agradecer por cada castigo, agradecer pelas pessoas que se tornaram hoje. Os filhos retribuíram este grande amor. Além de amor, carinho e respeito, a mãe deixou para eles este livro, para viverem felizes para sempre com muito amor.
O conto da Sofia Barbaros
Posso afirmar que ser mãe é foi o melhor que me aconteceu :).Minha filha Sofia nasceu dia 28 de Outubro de 2011, foi um belíssimo momento, uma grande emoção para toda a vida. Depois de quase 12 horas sem epidural, finalmente ela nasceu, impossível ter palavras para descrever esta sensação única, sou uma privilegiada, pois minha filha seguirá comigo por toda vida... A vida vale mesmo a pena nestes momentos.... Sou a mãe mais feliz do mundo... FIM
O conto do Junior
Conversavam a Girafa e o Elefante, muito animados, e sabes do que falavam? Do aniversário do Leão. Elas queriam fazer lhe uma grande surpresa porque o leão era muito amigo de todos os animais. Entao a girafa mandou um convite a todos os animais para organizar em uma festa enorme Todos os animais se juntaram e fizeram um grande bolo O leão ao chegar da escola ficou muito contente por todos se terem lembrado do aniversário e terem preparado aquela grande e bonita surpresa .
O conto da Maria
Uma menina que se chama Maria Inês, ela é muito querida pela família e todos lhe chamam Mi. A Mi é muito brincalhona e muito risonha. A Mi não sai de casa sem a sua Mimi e não dorme sem ela. A Mimi é a sua boneca adorada, conversa com ela sobre o seu dia a dia no colégio, as aventuras, as travessuras, as alegrias e as tristezas. A Mimi é a sua confidente. A Mi gosta muito dela, e trata dela muito bem, se estiver frio a Mi cobre a Mimi com a manta para ela ficar quentinha. São amiguinhas inseparáveis. A Mi quando crescer vai ter para sempre no seu coração as conversas e aventuras que viveram juntas quando eram pequeninas. Ficarão para sempre amiguinhas ??
O conto do Tomé
Uma menina e um menino muito amigos, que andavam juntos na mesma escolinha! Uma vez descobriram gostavam um do outro mais do que amiguinhos, e começaram a ser namorados ( namorados filho? isso tu ainda não podes saber o que é, quando fores mais crescidinho falamos) Depois de namorarem muitos anos (10 anos, 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 isso dez anos ) decidiram que o que fazia sentido era viverem juntos na mesma casinha. (assim como vivemos hoje filho) Assim no dia 26 de Junho a menina e o menino casaram-se (casar filho é dizer à frente do padre e dos nossos amigos que gostamos muito um do outro e que queremos viver sempre juntos) E foi assim que no meio de muiiiiiiitos amigos disseram que gostavam muito um do outro e que queriam ficar para sempre juntos! E foram viver felizes para sempre! (Não filhote a histórinha ainda não acabou)! Os meninos ficaram grandes e achavam que a vida deles estava completa (completa filho, é quando já não cabe mais nada, quando já está cheio) eles achavam que a felicidade deles era só a dois, mas estavam tão enganados! Dois meses depois os meninos que já eram grandes estavam em lua de mel (lua de mel é uma viagem que se faz depois de se dizer à frente do padre e dos amigos que gostam muito um do outro e que querem ficar juntos para sempre). Estavam entao de lua de mel no vietnam quando a menina descobriu que estava grávida, (grávida filho é ficar com um bebé na barriga!) e a menina ficou com um bebé na barriguinha, durante 9 meses! Ela gostou tanto, tanto, tanto de ter aquele bebé na barriguinha, porque durante esse tempo ela cantava e falava muito com o seu bebé! E depois de tantas cantigas e conversas, no dia 16 do mês de junho do ano seguinte nasceu o bebé da menina, um menino tão querido é tão fofinho chamado Tomé! E foi aí que os papás perceberam que só com aquele bebé é que eram mesmo felizes! (E agora sim filho...) Vitoria vitoria acuabou-se a história! História de amor da nossa família!
O conto do Tomé
Uma menina e um menino muito amigos, que andavam juntos na mesma escolinha! Uma vez descobriram gostavam um do outro mais do que amiguinhos, e começaram a ser super amigos ( namorados mas isso tu ainda não podes saber o que é quando fores mais crescidinho falamos) Depois de namorarem muitos anos (10 anos, 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 isso dez anos ) decidiram que o que fazia sentido era viverem juntos na mesma casinha (assim como vivemos hoje) Assim no dia 26 de Junho a menina e o menino casaram-se ( casar é dizer à frente do padre e dos nossos amigos que gostamos muito um do outro e que queremos viver sempre juntos) e no meio de muiiiiiiitos amigos disseram que gostavam muito um do outro e que queriam ficar para sempre juntos! E foram viver felizes para sempre! (Não filho a histórinha ainda não acabou)! Os meninos ficaram grandes e achavam que a vida deles estava completa ( completa filho, é quando já não cabe mais nada, quando já está cheio) eles achavam que a felicidade deles era só a dois, mas estavam tão enganados! Dois meses depois os meninos que já eram grandes estavam em lua de mel ( lua de mel é uma viagem que se faz depois de se dizer à frente do padre e dos amigos que gostam muito um do outro e que querem ficar juntos para sempre). Então estavam de lua de mel no vietnam e a menina descobriu que estava grávida, ( grávida filho é ficar com um bebé na barriga!) e a menina ficou com um bebé na barriguinha, durante 9 meses! Ela gostou tanto de conhecer aquele bebé! E foi assim que no dia 16 do mês de junho do ano seguinte nasceu o bebé da menina, chamado Tomé! Um bebé tão querido é tão fofinho! E foi aí que os eles perceberam que só assim é que eram mesmo felizes! (E agora sim filho...) Vitoria vitoria acabou-se a história! Está foi História do amor dos papás e de como tu nasceste! Gosto tanto de ti pequenino! ??
O conto da Lara
... um lindo dia de outono. Nesse dia, nascia uma estrela, que para sempre mudaria a minha vida. A essa estrelinha foi dado o nome Lara e era tão cintilante que o seu brilho encantava todos os que a iam visitar! Menina doce e simpática. Bebé sereno e encantador. Um dia disseram que ias ser uma romântica apaixonada, eras sempre tão calma nas ecografias... Concordo. Na verdade não sei se serás assim, mas quero acreditar que sim. Foste tão desejada, minha Princesa! E és tão amada e mimada! As tuas vontades são quase sempre satisfeitas, simplesmente porque mereces. És meiga, risonha e sensível. Nunca fizeste uma birra daquelas que mais se temem. És, em tudo, muito melhor do que alguma vez pude imaginar. És o meu grande Amor! E, por enquanto, ainda és minha! Um dia, as tuas asas levar-te-ão pelo caminho que escolheres seguir que, espero, seja o mais bonito do mundo. AMO-TE MEU AMOR!
O conto da Diana Lopes
Era uma vez… uma chupeta chamada “Chiquitita”. Era a chucha do Nuno, o bebé da família Sousa. A Chiquitita era muito amiga do Nuno, andava sempre na sua boca, toda babada umas vezes, outras vezes suja porque caía para o chão mas era sempre muito, muito amada. A música preferida desta criança era a “Chucha” do Ursinho Gummy. Andava sempre a cantar: “Chucha, chucha, chucha, adoro a minha chucha, é só minha até ao fim!”. Até que um dia, começou a ficar velhinha, cansada, gasta e a precisar de mais ar para respirar. O Nuno já tinha três anos e não a largava, de dia ou de noite. A Chiquitita nem podia dormir. Ela bem ouvia os pais e avós do Nuno a dizerem-lhe para a largar, outras vezes escondiam-na e diziam que um cão a tinha roubado mas acabavam sempre por lha voltar a dar pois ele fazia umas birras enormes e não dormia. E lá ia a Chiquitita, destino: boca do Nuno! Até que um dia, sem se saber como nem porquê, o Nuno a tirou da boca, deu-lhe um beijinho, limpou-a à camisola e foi pô-la na boca do bebé Nenuco da mana mais nova. Era a despedida da Chiquitita e era a nova etapa da vida desta chucha, com liberdade, mais descanso e novas brincadeiras.
O conto da Camila
Um casal normal como tantos outros,jantavam fora iam ao cinema,deitavam se tarde,levantavam se tarde....até que um dia tudo isso mudou,essas regalias todas acabaram...em vez disso começaram a jantar sempre em casa,a deitar se tarde e levar se cedo!!Mas ao contrário do que possam pensar eles ficaram mais felizes do que nunca!A vida agora estava completa,com a sua princesa Camila,sim uma princesa de contos de fadas!Linda com seus caracóis!E viveram felizes para sempre!
O conto da Matilde
Era uma vez uma quinta que tinha muitos animais, e uma princesa que todos os dias os oa visitar. Todos os dias os imitava, de forma a conseguir comunicar com eles... Eles ficavam muito felizes... Salvam, corrriam... E no dia seguinte voltavam só para ver a princesa... Eram muito felizes por partilharem estes momentos. Os dias passavam a correr quando estavam na companhia da princesa.
O conto da Carolina Nunes
Uma princesa chamada Carolina que vivia na floresta encantada, rodeada pelos seus amigos, os animais. A Carolina era bondosa, alegre e passava os dias a cantar para os seus amigos. A Carolina todas as semanas recebia a visita do Pedro, um menino simpático e divertido que havia conhecido há um tempo atrás, quando ele se perdeu na floresta, e desde então, ficaram sempre amigos. A Carolina foi ao lago esperar o Pedro, pois já estava com saudades. Enquanto esperava viu um pequeno peixe sair do lago muito triste. - Estás triste Peixinho? Que se passa? Perguntou a Carolina - Estou muito triste, pois sou um peixe e não sei nadar. Todos os peixes se riem de mim por não saber nadar. Não volto mais para o lago. Disse o Peixinho - Peixinho, vou ensinar-te a nadar para voltares para perto da tua família e temos sorte, pois o Pedro acabou de chegar para nos ajudar. Disse a Carolina. Entraram no lago e incentivaram o Peixinho a bater as barbatanas para se mover, mas, por mais que se esforçassem o Peixinho não conseguia. A Carolina como é uma menina que não desiste, começou a espreitar para as barbatanas do peixinho e percebeu que havia ali algum problema. -Peixinho, tens pastilha elástica nas barbatanas e por isso é que não consegues nadar. Pedro, temos de tentar descolar as barbatanas do Peixinho. Disse a Carolina - Segura a barbatana devagarinho para não magoar o Peixinho que vou tentar tirar a pastilha elástica. Disse o Pedro - Conseguimos, conseguimos. Peixinho, vais conseguir nadar. Gritava a Carolina muito entusiasmada. Entraram novamente no lago e o Peixinho nadava muito bem. Estavam muito felizes no lago, cantavam, nadaram e faziam acrobacias na água. Depois de um dia muito alegre, o Peixinho estava ansioso por voltar para junto dos outros peixes e mostrar-lhes, que já sabia nadar muito bem e até fazia acrobacias na água. O Peixinho agradeceu a ajuda da Carolina e do Pedro e mergulhou na água do lago. Os outros peixes ficaram maravilhados com as acrobacias do Peixinho e pediram-lhe desculpa por não o terem ajudado. O Peixinho, todos os dias fazia um espetáculo na água. Os peixes aplaudiam e divertiam-se muito com o espetáculo. A Carolina e o Pedro ficaram orgulhosos por terem conseguido ajudar o Peixinho, tornando-o assim, um peixe mais feliz.
O conto da Mariana
Era uma vez um menino de olhos verdes e com uma vontade enorme de brincar. Adorava fazer puzzles, jogar monopólio, mas principalmente gostava de futebol. Pedia muito aos papás que lhe dessem um irmão ou irmã porque, como todos sabem, não há melhor companheiro de brincadeiras. Já tinha 8 anos e o menino de olhos verdes pensava que nunca iria ter o melhor companheiro de brincadeiras. Eis senão que, um dia, mesmo antes da noite de Natal, os papás lhe deram a grande novidade: vinha um irmão ou irmã a caminho! Não cabia em si de contente, até os olhos se encheram de lágrimas, mas de tanta felicidade! Preparamos tudo para a chegada do bebé, para o banho e higiene escolhemos produtos Corine de Farme, que já sabíamos eram muito bons para a pele do menino de olhos verdes, que já fora um bebé, e agora crescido continua a usá-los. E quando o menino de olhos verdes soube que seria uma menina a bebé que aí vinha, disse logo que não se importava, desde que ela gostasse de jogar à bola. E não é que é mesmo jogar à bola o que a Mariana prefere fazer. E então com o seu irmão, não há melhor felicidade!
O conto da Santos
Era uma vez uma linda princesa k chegou ao reinado k teve como o nome de Camila onde foi abençoada e desejada pela família Santos Aragão e descalco!
O conto do Gonçalo
Era uma vez um sonho de uma menina ter um filho, algo correu mal e acabou por perder mas a mamã pediu muito e lá na tempestade fez-se sol!! Apareceu a estrela mais linda do universo, tu.
O conto da Índia Mendonça
A fada tricotadeira Tem um jeito adocicado Uma saia romanceira com meias pelo joelho E um ar desconcertado. Os dedinhos pequeninos bailaricam entre linhas, agulhas e lãs.Toda a vida a tricotar, faz sonhos de encantar Que aprendeu com as artesãs. Certo dia na floresta, havia um grande burburinho e a fada tricotadeira, que até era bisbilhoteira, Ficou muito curiosa, Pegou numa fita vaidosa e pôs-se logo a caminho. Mas logo voltou muito zangada E até desnorteada com aquilo que alí viu, Todos os seres da floresta faziam uma grande festa com seus dons e feitio. As fadas tinham magia, criavam poções de encantar e uma fada tricotadeira com toda a mestria e maneira, Só sabia tricotar. A emoção subiu-lhe à cabeça e escalou de tal maneira, Que a fada tricotadeira agarrou no que sentia E com toda a sua energia, tricotava tudo o que via. Tricotou todos os móveis da casa, E até as louças da cozinha tinham casacos de algodão, Era um tal de “TIC, TIC” que as agulhas entoavam Que depressa se transformavam numa espécie de tricô furacão. E com um tal alvoroço a fada tricotadeira saiu para a rua. Com as lãs caídas p’lo pescoço, lá foi ela decidida, para ver se tricotava a lua! Pelo caminho entrelaçava tudo aquilo que encontrava toda ela enrolada numa grande salganhada. Foi então que distraída, amargurada com a sua vida, e sem prestar muita atenção num piscar de três segundos, tricotou o coração. Nesse instante tudo mudou, Por mais que tricotasse já nada ficava igual, as agulhas não dançavam e as linhas e lãs ficavam na diagonal. Mas que grande tristeza,Tinha a fada tricotadeira. Já não havia brilho e beleza no seu querido tricotar. Foi então que surgiram do céu, sem mesmo ela contar Três pássaros muito brilhantes e alegres a voar. Os pequenos passarinhos eram grandes artesãos E num toque delicado, com o bico entrelaçado Desfiaram o amontoado de linhas e algodão Que envolvia o coração. No final do seu desfiar, O pássaro mais pequeno, à fadinha foi entregar Uma mensagem que dizia: “Mas que linda magia Tem o teu dom de tricotar, É repleto de encanto, de amor e perfeição. Só não te podes esquecer, que a bela arte de tecer Liga as mãos ao coração”
O conto do Mauro
Um mundo distante, do outro lado do arco-iris... o Mundo da Lua, repleto de magia e de pozinhos de feitiço da lua. Nele vibiam muitos meninos que andabam com a cabeça no ar, mas o Mauro destacava-se dos outros. Mauro era um menino cheio de graça, mas muito reguila e distraido. Borboleta que passasse e, ei-lo a segui-la, de nariz ao vento e de sorriso nos labios. Mas havia uma coisa que nao o deixava distrair... no Munda da Lua o que ele mais queria era fazer parte da planequipa, vestir a camisola 7 dessa superequipa do espaço e virar craque nos jogos de astrobol. Era uma festa no espaço e o Mauro não desistia do seu objetivo. Até que um dia o treinador da planequipa, convidou-o para jogar e desde esse dia o menino deicou de andar com a cabeça na lua e começou a dar atenção a tudo o que se passava à sua volta.
O conto do Pedro
Era uma vez…um menino que vivia na aldeia de Corine de Farme, mais conhecida por Corine. O Pedro era o Rei da bonita aldeia. Ora, os meninos de Corine andavam sempre bem cuidados e bonitos, com a gama de limpeza e cuidados de rosto e corpo, que eram produzidos na aldeia o que motivava a inveja dos reinos vizinhos, que cobiçavam a beleza daqueles meninos. Acontece que certa noite, o Pedro ficou a jogar jogos até mais tarde com o Monói, a Peónia e a Verbena, que eram alguns dos seus bons amigos de Corine. Foi quando ouviram então, um pequeno barulho que vinha do laboratório. Pé ante pé, foram espreitar e viram os “ranhosos” a tentarem roubar a fórmula secreta da riqueza de Corine. Alertaram também o Lírio e juntos prenderam-nos e determinaram-lhes um castigo: conhecerem a Fábrica de Corine. E, desde esse dia, os “ ranhosos” perceberam que a fórmula não podia ser roubada pois a receita era única e fácil: grandes doses de amor, muito carinho, cuidados sem fim e beijinhos e umas pitadas aqui e ali dos melhores ingredientes. A fórmula mantém-se até aos dias de hoje, passando de Rei em Rei e de Rainha em Rainha, os “ranhosos” deixaram de o ser e agora também eles são meninos bem cuidados e bonitos e todos os meninos e meninas vivem agora contentes e felizes para sempre!
O conto do Lucas
O aniversário do principe Lucas Conversavam a princesa Beatriz irmã do principe Lucas e a princesa Carolina, muito animadas, e sabes do que falavam? Queriam festejar o aniversário do principe Lucas e queriam convidar todos os amiguinhos do principe. A princesa Irís e o principe Santiago foram encarregados de avisar todos os amiguinhos. No dia seguinte, com um sol radioso, puseram-se a trabalhar. Fizeram um grande bolo de chocolate, muito chocolate, com gomitas e muitos outros docinhos para que chegasse para todos. Formaram uma grande banda e deixaram tudo preparado para a surpresa. O principe Davi ficou encarregado de ir chamar o principe Lucas e toda a sua família, que não sabiam de nada. Quando chegaram, o principe Lucas ficou muito emocionado e feliz. Cantaram-lhe os parabéns e depois nem quis esperar mais para abrir os presentinhos. Começou a festa, muita diversão, goluseimas e tudo mais que nem ele imaginou ser possivel.. E de tão feliz estar pediu para que a festa durasse uma semana inteira!
O conto do Pequeno
Era uma vez uma menina chamada Daniela muito simpática, acarinhada por toda a gente, cheia de energia e boa disposição, tinha 20 anos, cabelos e olhos castanhos. Muito independente como ela era esteve a trabalhar no verão num café /bar em Lamego, e numa agradável noite de trabalho a menina foi atender uns amigos que estavam acompanhados por outros amigos, e um deles chamou-lhe bastante a atenção desde o primeiro olhar. Desde o momento que foram apresentados, todos perceberam o brilho do olhar entre a Daniela e o seu novo "amigo". O nome desse amigo era João, de 26 anos, cabelos castanhos e olhos verdes(olhos castanhos afinal), rapaz simpático, engraçado, atencioso, meigo e bem disposto. Nessa noite ficaram apenas pelas apresentações, mas as visitas do João e dos primos continuaram, até os primos se metiam com eles para se conhecerem melhor. Então o João decidiu um dia propor à Daniela de a levar a casa depois do trabalho e ela aceitou, ansiosa, pois ela já sentia algo por ele que não conseguia explicar, adiantou todo o trabalho para que o acabasse o mais cedo possível e assim foi, quando saiu, lá estava o João à sua espera. Pelo caminho conversaram muito, conheceram um pouco um do outro e ficaram bastante tempo a falar à porta da casa dela. Umas noites depois foram a um bar lá perto do trabalho, dançaram até de manhã e foi nessa noite que aconteceu o 1°beijo. Desde então o rapaz ia com mais frequência ver a Daniela ao trabalho com amigos, família e às vezes até sozinho. Num dia o João ganhou coragem e convidou-a para jantar fora (dia 16 de Setembro de 2017) e pediu-lhe em namoro e ela aceitou pois estava desejosa pelo pedido. Passado uns dias ela começou a trabalhar e ele continuou a estudar, só estavam um com o outro aos fins de semana mas nada os abalou. Quando chegou o verão, os namorados passaram o máximo de tempo juntos tanto durante o dia como à noite, partilhando muitos momentos, até que a rotina voltou a levar o João para os seus estudos no Porto e a Daniela ficou em Lamego a trabalhar. Em Novembro de 2018 a mulher da relação começou a ter muitos enjoos e má disposição constante, até um dia ir a uma consulta na companhia do seu amor e descobrirem que ela está grávida já quase 13 semanas. João e Daniela uniram-se mais pois vinha o frutinho do seu amor, se acompanharam muito ao longo desta bonita caminhada que era o lindo crescimento e nascimento do pequeno João
O conto da Maria
Era uma vez uma menina chamada Daniela muito simpática, acarinhada por toda a gente, cheia de energia e boa disposição, tinha 20 anos, cabelos e olhos castanhos. Muito independente como ela era esteve a trabalhar no verão num café /bar em Lamego, e numa agradável noite de trabalho a menina foi atender uns amigos que estavam acompanhados por outros amigos, e um deles chamou-lhe bastante a atenção desde o primeiro olhar. Desde o momento que foram apresentados, todos perceberam o brilho do olhar entre a Daniela e o seu novo "amigo". O nome desse amigo era João, de 26 anos, cabelos castanhos e olhos verdes(olhos castanhos afinal), rapaz simpático, engraçado, atencioso, meigo e bem disposto. Nessa noite ficaram apenas pelas apresentações, mas as visitas do João e dos primos continuaram, até os primos se metiam com eles para se conhecerem melhor. Então o João decidiu um dia propor à Daniela de a levar a casa depois do trabalho e ela aceitou, ansiosa, pois ela já sentia algo por ele que não conseguia explicar, adiantou todo o trabalho para que o acabasse o mais cedo possível e assim foi, quando saiu, lá estava o João à sua espera. Pelo caminho conversaram muito, conheceram um pouco um do outro e ficaram bastante tempo a falar à porta da casa dela. Umas noites depois foram a um bar lá perto do trabalho, dançaram até de manhã e foi nessa noite que aconteceu o 1°beijo. Desde então o rapaz ia com mais frequência ver a Daniela ao trabalho com amigos, família e às vezes até sozinho. Num dia o João ganhou coragem e convidou-a para jantar fora (dia 16 de Setembro de 2017) e pediu-lhe em namoro e ela aceitou pois estava desejosa pelo pedido. Passado uns dias ela começou a trabalhar e ele continuou a estudar, só estavam um com o outro aos fins de semana mas nada os abalou. Quando chegou o verão, os namorados passaram o máximo de tempo juntos tanto durante o dia como à noite, partilhando muitos momentos, até que a rotina voltou a levar o João para os seus estudos no Porto e a Daniela ficou em Lamego a trabalhar. Em Novembro de 2018 a mulher da relação começou a ter muitos enjoos e má disposição constante, até um dia ir a uma consulta na companhia do seu amor e descobrirem que ela está grávida já quase 13 semanas. João e Daniela uniram-se mais pois vinha o frutinho do seu amor, se acompanharam muito ao longo desta bonita caminhada que era o lindo crescimento e nascimento da pequenina Maria Inês.
O conto do Rodrigo
Era uma vez a "história do bebé que não dorme". Toda a noite, todo o dia, havia um bebé que não dormia. A mamã dizia: "este bebé tem genica, pois quieto é que não fica!" Parecia dançar, tão novo e quase em pé, com altos golpes de karaté! O pai brincava com o bebé, o bebé sempre sorria, até que o pai adormecia. Depois de chorar era hora de papar. "agu gue iãe" dizia o bebé à mãe. Era de noite, hora de nanar e os pais vieram do sotão com um livro de encantar. O bebé ouviu a história, fechou os olhos e dormiu. No livro, essa história tinha um nome, mas estava alterada: "a história do bebé que já dorme" era agora chamada.
O conto do Rodrigo
Era uma vez uma gata chamada Jill. Ela nasceu na noite de S. João. Como era preta, ninguém queria ficar com ela, até que um casal teve pena e adotou-a. A vida deles mudou completamente, pois esta gata era muito traquina e peculiar. Se os donos não estavam atentos aos seus pratos, ela comia fiambre, lambia a faca da manteiga, comia atum e até tirava batatas fritas do pacote. Ela gostava muito dos donos mas só deixava que pegassem nela quando lhe apetecia, senão começava logo a espernear. Quando estavam na sala a ver televisão ela gostava de ir para o colo deles, em cima da manta quentinha, mas chegava a hora de dormir e ela não queria sair. Os donos chamavam-na e ela começava a bater a cauda. Como não saía, tinham que pegar nela e a tirar de lá. Ela bufava e ficava amuada, mas quando os donos adormeciam aparecia no quarto deles e deitava-se junto às suas pernas. A Jill era muito esperta e quando chegava a hora de cortar as unhas, não se deixava enganar pelos donos que vinham com os snacks para a fazer acalmar. Amuava, cerrava os dentes e não abria a boca. Quando acabavam de lhe cortar as unhas comia os snacks como se nada se tivesse passado. Quando a dona chamava pela Jill e lhe atirava um beijinho a gatinha piscava os olhos, e a dona retribuía piscando os olhos também. E esta é a história da nossa gatinha!
O conto do Afonso
- E porque é que não tem carneirinho no presépio? O sacristão, embrenhado no seu trabalho, não se apercebera da entrada de gente na igreja, pousou o pincel que estava a utilizar para pintar de verde a imitação de relva no papel de cenário, virou-se, deu de caras com o Afonso, e não encontrando melhor resposta, retorquiu: - Sabes, estas peças foram-nos oferecidas há muito tempo, e por certo, a pessoa ou se esqueceu ou não gostava particularmente de carneiros… Afonso olhou-o, fixamente, meteu a mão no bolso do casaco, retirou o carneirinho que comprara nessa manhã, com o dinheiro do seu mealheiro, e estendeu a mão em direção ao sacristão: - Podes ficar com este, se quiseres! O sacristão, apanhado de surpresa, entreabriu um sorriso, virou-se de lado e gritou: Senhor Teixeira será que temos por aí algum sítio onde acolher este carneirinho? O senhor Teixeira, um homenzinho de meia-idade, que na igreja se transformara numa espécie de homem dos sete ofícios, eletricista, carpinteiro, trolha, e que durante os últimos trinta anos se habituara a construir, toda a véspera de Natal, o majestoso presépio da igreja paroquial, franziu as sobrancelhas, estranhou bastante a sugestão mas, ou porque tivesse achado piada ou porque tivesse visto o aceno de consentimento do sacristão, deu dois passos em frente, cofiou o longo bigode, e exclamou: - Tenho aqui este lugarzito debaixo da manjedoura do Menino, se servir… - Excelente ideia, senhor Teixeira. Assim o Menino fica com o carneirinho mesmo por debaixo, para lhe aquecer os pés, que estão descalços… E foi, com muita atenção, que o Afonso viu o sacristão e o senhor Teixeira colocarem, cuidadosamente, o seu carneirinho encostado à perna da manjedoura. Nessa noite, perdido no meio da multidão que assistia à missa do galo, de sobretudo, luvas, gorro e cachecol, Afonso, sorriu embevecido ao ver as pessoas que se acotovelavam para beijar o pé do Menino, que o bafo do seu carneirinho ajudara a manter quentinho… Já a madrugada ia alta quando o sacristão se aprestava para desligar as luzes, e embora o padre lho tivesse solicitado, não teve coragem e adiou para antes da missa das dez, o livrar o presépio do minúsculo carneirinho. Foi, no entanto, quando se extinguiam já as últimas luzes da chama das velas no altar-mor que, observando o presépio do escuro da sacristia, teve a estranha sensação, que o carneirinho estava a sorrir para ele.
O conto do Pedro Alves
Pedro ... Um menino especial!!! Era uma vez... Um menino chamado Pedro!! Ele era um menino como os outros mas tinha tinha algo diferente, era especial! Por ser diferente,desde de cedo gostava de visitar lugares na sua imaginação, lugares diferentes onde ele podia sentir que era igual! Então passava as horas à janela a ver o comboio a passar e a imaginar todos os lugares bonitos que ele poderia visitar! Conhecer amigos e ver a natureza, conhecer novos animais e fazer amigos de certeza! Como não podia ir no comboio, adorava imaginar que quando ligava a televisão era a janela do comboio e ele ia dentro dele! Ficava muito nervoso quando a ligava porque não sabia o que o esperava! Pedia todos os dias que lhe dessem a possibilidade de poder viajar! Num dia então diferente, na sua brincadeira e imaginação, o comboio parou em frente à sua casa por causa de uma avaria, e o maquinista que o via todos os dias perguntou-lhe se queria subir para poder experimentar! Sim foi a melhor prenda que lhe podiam ter dado! Ele entrou e percebeu que era muito mais que a sua imaginação e que podia viver muitas aventuras e lugares diferentes!! Quando entrou imaginou que era um cavaleiro a salvar a princesa, a todo o vapor!! Viu pessoas coloridas, viu seres de um outro mundo e aprendeu a acreditar que tudo era possível! Naquele dia ao deitar disse à mamã que um dia quando crescesse seria escritor para poder descrever a todas as crianças que em todo o lado à algo que nos torna iguais!!
O conto da Índia Mendonça
Uma menina e uma bola.Cristal, criança de floresta e arvoredo segurava gentilmente uma bola azul maresia com quem conversava de noite e de dia prozas e cantos sem fim.Um dia, olhou a bola de outro modo, e logo se perguntou: "onde guardará o que lhe conto?" Obsservou de um lado e do outro, em cima e em baixo e viu que havia um pequeno buraquinho no topo. Curiosa por descobrir o que havia dentro, espreitou com olho de lince e o nariz esborrachado na cor azul maresia. Depressa se assustou! Só via escuridão dentro da bola, nada mais havia lá, estava tudo em negro mudo. E logo pensou: “tudo o que canto e conto a esta bola ela transforma numa imensa escuridão” Cristal decidiu naquele momento que teria de a guardar com muito cuidado… “ se ela rebenta o que vai ser? Apenas escuridão e mais nada vem ao mundo aparecer…” Agora saía pelos caminhos de terra com a bola aninhada nos bracinhos pequenos que a seguravam com firmeza. Continuava conversando, cantando e dançando mas com muito cuidado. De vez em quando, lá lhe dava outra espreitadela pelo buraco pequenino mas ficava descontente com tanta coisa escura que ali tinha. Houve um dia de tempestade que apanhou Cristal numa encruzilhada, o vento era tão forte que parecia cortar, o barulho ressoava tão longe e tão alto e a chuva caia entrelaçante como as raízes de uma árvore. Levada pela tempestade e embrulhada na dança do vento, Cristal largou a bola que apertava contra o peito. A bola azul maresia bateu numa pedra brilhante e ponteaguda cravada no chão. O que Cristal mais temia, acontecia agora diante dos seus olhos assustados. A bola rebentou e… De lá saiu um lindo arco íris, borboletas marfim e uma melodia harmoniosa. Tudo estava em flor e tudo tinha cor. Cristal hoje sabia que a escuridão que os seus olhos viam, não era a bola que a guardava… era um manto protetor igual ao do amor que as suas palavras transformavam.
O conto da Ariany Reis
Um velho mestre que ao encontrar um jovem triste,lhe pediu que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse. “Qual é o gosto?” perguntou o mestre. “Horrível”, disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal para lança-la num lago ali perto. Os dois caminharam em silêncio até perto do lago e quando o jovem jogou sal no lago, o velho disse: “Agora bebe do lago.”Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou: “Qual é o gosto?” “Bom!”disse o aprendiz. "Sentes o gosto do sal?” perguntou o Mestre. “Não”, disse o jovem. O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse: “A dor da vida é puro sal, nem mais, nem menos. A quantidade de dor na vida permanece a mesma, exactamente a mesma. Mas o “tamanho” da dor que se sente depende do recipiente em que for colocada. Então, quando estiveres a sofrer por alguma razão, a única coisa que podes fazer é aumentar o sentido das coisas ….. Pára de ser um copo. Torna-te num lago!
O conto da Naíma
Uma Menina nasceu de parto natural, se fosse menino era para se chamar Josué... Durante a gravidez a mãe lia "Onde crescem laranjas não nascem limões", dava muitas caminhadas, comia muito peixe, falava e cantava-te... tu davas pontapés. Durante o parto o pai foi para o Casal fazer um estendal maior, surpresa, para a mãe secar as muitas roupinhas do bébé ao sol e ao vento... Fê-lo porque não conseguia dormir, à espera que nascesses. Quando chegamos a casa foi uma noite de tempestade, com frio, vento, chuva e trovoada, acho que não deste por nada... A casa estava aquecida e tu bem agasalhada. Quando tinhas quatro dias, um coelhinho anda aos saltinhos no terreno e a mãe pensava que era um presente do dia dos namorados mas, quando o pai chegou a casa disse que era um coelho selvagem que andava perdido na erva... Sabes, a erva estava mais alta que o habitual porque a mãe grávida não conseguia manter o jardim. Na maternidade a mãe queria muito que o pai tivesse assistido à hora do banho mas, ele nunca conseguiu ter horário, então em casa, à "hora da bruxa", os dois demos-te umas boas e sempre divertidas banhocas... Os primeiros banhos foram com amostras da Corine de Farme, que trouxe das ecografias, das aulas de preparação para o parto e da maternidade. Desde que nasceste tentamos por diversas vezes reservar uma viagem aos Açores. Os meus pais fizeram lá a lua-de mel, nós fizemos mealheiro e gostamos de caminhadas e de natureza. Com bagagem de mão, por causa do teu carrinho, era muito caro, com o "marsúpio" era muito pesado para andarmos e, sem ti estava fora de questão... Entretanto, abrimos o mealheiro, fomos contigo a uma Quinta muito gira e ficamos numa tenda yurt da Mongólia. Apesar da tua pele ser naturalmente sensível damos-te banho todos os dias, sempre àquela hora e como nós os três gostamos muito desse momento, ficamos a brincar, a relaxar e a apreciar demoradamente até ficarmos todos molhados com os teus "chapinhanços"... A tua pele nunca ficou muito seca, antes pelo contrário, Naíma tens uma pele suave e cheirosa "de bébé". ... Nasceste na Maternidade mas, podias ter nascido debaixo de uma árvore.
O conto do Rodrigo
A raposa côr de rosa! Era uma vez uma raposa côr de rosa, que vivia num belo palácio. A raposa chamava-se Raquel! Um dia, a raposa estava a passear pelos seus belos jardins e viu umas grades, atrás dessas grades estavam muitos animais, era uma jaula! A raposa, vaidosa, começa a fazer pouco dos animais que estavam lá fechados dizendo "eu posso correr e brincar porque estou cá fora e vocês não!" e os animais ficaram muito tristes! Ela continuou a passear e, de repente, vêm muitas nuvens e começa a chover! Qual o espanto quando ela começa a ver a sua bela côr, côr de rosa, a escorrer pelo chão, ela assustada volta para o palácio! Ao chegarem a casa os donos repararam que a raposa já não era côr de rosa e disseram: " ah esta não é a nossa raposa especial!" então mandaram-na para a jaula para junto dos outros animais. A raposa Raquel estava desolada... Ao chegar à jaula depara-se com todos os animais que tinha feito pouco! Que grande vergonha! Ainda assim o Castor Carlos disse a todos os animais: "esta raposa está assustada e precisa de amigos, vamos acolhe-la como se um de nós se tratásse!" e então todos os animais ficaram amigos da raposa Raquel e ela ficou muito arrependida de outrora ter feito pouco deles! Nunca sabemos o dia de amanhã e ninguém é melhor que nós, nem nós somos melhores que ninguém! Vitória vitória, acabou-se a história!
O conto do Rodrigo
A raposa côr de rosa! Era uma vez uma raposa côr de rosa, que vivia num belo palácio. A raposa chamava-se Raquel! Um dia, a raposa estava a passear pelos seus belos jardins e viu umas grades, atrás dessas grades estavam muitos animais, era uma jaula! A raposa, vaidosa, começa a fazer pouco dos animais que estavam lá fechados dizendo "eu posso correr e brincar porque estou cá fora e vocês não!" e os animais ficaram muito tristes! Ela continuou a passear e, de repente, vêm muitas nuvens e começa a chover! Qual o espanto quando ela começa a ver a sua bela côr, côr de rosa, a escorrer pelo chão, ela assustada volta para o palácio! Ao chegarem a casa os donos repararam que a raposa já não era côr de rosa e disseram: " ah esta não é a nossa raposa especial!" então mandaram-na para a jaula para junto dos outros animais. A raposa Raquel estava desolada... Ao chegar à jaula depara-se com todos os animais que tinha feito pouco! Que grande vergonha! Ainda assim o Castor Carlos disse a todos os animais: "esta raposa está assustada e precisa de amigos, vamos acolhe-la como se um de nós se tratásse!" e então todos os animais ficaram amigos da raposa Raquel e ela ficou muito arrependida de outrora ter feito pouco deles! Nunca sabemos o dia de amanhã e ninguém é melhor que nós, nem nós somos melhores que ninguém! Vitória vitória, acabou-se a história!
O conto do Josué
Era uma vez uma mamã muito apaixonada pelo seu pequeno príncipe, quanto mais o pequeno príncipe crescia mais alegrias e orgulho trazia a toda a família. Aquele principezinho não era de toda vulgar, pois junto com ele sempre vinham mimos, caricias, sorrisos e beijinhos que enchiam o coração de todos os que o conheciam. O nome dele é Josué e é muito amado por todos nós.
O conto da Rita
um rapaz chamado Sonho, que tinha a particularidade de acreditar que tudo o que imaginava eram possível de se concretizar. Foi a ajudar outros amigos a pensar de igual forma que Sonho conquistou a amizade da turma inteira, incluindo a de Destino, um rapaz que julgava que as suas constantes más notas estava escrita nos Astros, até Sonho lhe provar o contrário. Certo dia, já com o ano escolar a meio, entrou uma nova aluna na turma, chamada Realidade. Ao contrário de Sonho, Realidade gostava de jogar pelo seguro, talvez pelo medo de arriscar, ela nunca tentava jogar um jogo que não conhecesse e jamais arriscaria adivinhar uma resposta feita pela professora. Sonho queria mudar Realidade tal como mudou Destino, e um dia decidiu falar com ela: - Olá Realidade, o meu nome é Sonho. Queres vir jogar às escondidas? - Olá Sonho. Não obrigado, nunca joguei e não quero fazer má figura senão o meu irmão vai chatear-se comigo. Realidade era irmã do Presente, o único que sonho nunca conseguira mudar por teimosia dele. Mas Sonho não ia desistir: - Aposto que se me deres uma hipótese de te ensinar vais ser a melhor neste e em qualquer jogo. Realidade decidiu ceder e acreditar no que Sonho lhe disse e passado uns dias já era a melhor da turma em tudo. Desde esse dia Sonho e Realidade nunca mais se separaram, prova de que todos os Sonhos se podem tornar Realidade, e a que a Realidade pode ser moldada pelos sonhos. Basta quereres.
O conto da Inês
Era uma vez uma princesa que vivia numa cidade encantada, cheia de ruas estreitas e toda muralhada. Em tempos nessa cidade, viveram bravos romanos que lá deixaram um belo templo, as suas termas e os seus banhos. Depois chegaram os mouros que ali viveram regalados, até que o valente Giraldo os expulsou daqueles lados. Seguiram-se tempos de paz e desde reis a escritores, viveram nesta cidade grandes médicos e historiadores. Até há pouco tempo era uma cidade pacata, agora abundam os turistas como nunca se viu até à data. Esta cidade cresceu, tal como a princesinha, que de pequena bebé está-se a transformar em menina. Agora tenho algo que gostava de te dizer, é que a princesa que te falei, és tu que me ouves a ler. Escrevi esta história sobre Évora, onde nasceste, para que te orgulhes dela e daquilo que aqui viveste. Esperemos que seja o ponto de partida, e que daqui ganhes asas para viveres a tua vida.
O conto do Tiago
Um bébé Loirinho de olhos azuis , pequenino muito pequenino . Este bébé nasceu a dia 23 de abril de 2018 , em França na vila de bourges , toda a família estava ansiosa pela sua chegada , principalmente a sua madrinha que ficou acordada á espera de uma chamada para pode ver o príncepe. A madrinha ainda não tem bebés, e o Tiago era o seu filho de primeira viagem , e será sempre o bebe da madrinha . Com muito cuidado e amor a madrinha comprou muita coisa para o Tiago andar sempre hidratado , então apostou na corine de farme, pois não há melhor do que isto para sentir aquele cheirinho bom de bebe . E de agora em diante será sempre assim , um amor sem fim .
O conto da Leonor
Uma menina que nasceu com um dói dói no coração. E com 5 dias de vida foi operada para curar esse dói dói. A 9 de outubro de 1992 está menina com todas as duas forças disse "sim" à vida. Cresceu saudável como qualquer outra criança e quando já era mais crescida conheceu o seu príncipe. Cerca de quatro anos mais tarde esta menina viria a conhecer o melhor da sua vida, a sua filha. Sim, esta menina sou eu, a tua mãe. Lutei quando nasci para viver e (ao contrário do que todos acreditam) lutei para te dar vida. E tu, amada e desejada desde do primeiro momento escolheste nascer no dia 9 de outubro de 2018, 26 anos depois do dia em que curei o dói dói, renasci. Um bem haja a ti, minha filha, que me mostras-te o quão fortes podemos ser, que a vida também nos gratifica por todo o esforço feito e mim deu- me o melhor do mundo, tu!
O conto do José Luís
Uma família de raposas, o papá Raposão, a mamã Raposina e o bebé Raposita. Tinham um longo pelo branco e áspero, que não percebiam como ficou assim, pois não viviam no Ártico e nunca fora daquele jeito. Só o pelo do Raposita era suave e brilhante. Ele andava sempre feliz e a correr por todo o lado, menos de manhã, quando acordava e não via a sua mamã e ficava muito triste. É que a mamã Raposina acordava muito cedo para ir procurar comida para a sua família, pois o papá Raposão estava doente e não podia sair da toca. Os 3 viviam rodeados de vizinhos maldosos que gozava, por o Raposão não poder ir buscar comida e tentavam roubá-los. Tudo era escuro e só existiam as cores preto, branco e cinzento. Ainda assim, Raposita nunca perdia a sua alegria, mas, questionava os pais do porquê de viverem ali, se aquele lugar não os deixava felizes. -São coisas de adultos - dizia a mamã. -Só tu nos deixas felizes - acrescentava o papá. Com os dias, o pelo do Raposita começava a esbranquiçar e já não era tão suave como dantes... Estava a deixar que a tristeza e a maldade se apoderassem dele. Certa manhã, decidiu partir e descobrir sítios novos. Os papás, apavorados com a sua ausência, procuraram-no durante horas! Quando, finalmente, o encontraram, descobriram um mundo colorido, cheio de vida e animais bondosos que tomaram conta do seu pequeno Raposita até chegarem. Maravilhados com tudo, repararam que o seu pelo caía e nascia um bonito e sedoso pelo avermelhado. E o papá deixara de estar doente. Afinal, o pelo branco era o gelo que habitava nos seus corações. Ali, para além de amigos e amor, descobriram uma nova casa, alegre, colorida e feliz.
O conto da Mariana
Uma jovem com um futuro melhor pela frente...depois de tantos baixos, chegou a vez de levantar na vida, e para a ajudar nada melhor que um homem espetacular para a ajudar... Com o passar do tempo, sem ninguém esperar, chega a notícia que uma menininha vira a caminho de seu nome Mariana alusive a sua avó Materna, com a sua vinda apenas alegrias trara a nossa família que tanto precisa...??????
O conto da Inês
Desde bem pequenina que sonhava ser mãe. Desde a altura em que brincava nos parques com as bonecas. Desde a altura em que me divertia no mundo do faz-de-conta. Desde a altura em que conheci o meu príncipe encantado, que por sinal, irá ser o teu papá! Minha querida bonequinha, irás parecer de porcelana, intocável a nossos olhos pela tua fragilidade, todavia, repleta de amor para nos oferecer. Segundo todos os outros papás, irás dar-nos muito trabalho árduo. Iremos passar noites em claras, que nos deitaremos no instante em que o despertador tocar. Iremos trocar tantas fraldas, que só cogitaremos na possibilidade de o mundo ser só feito delas. Iremos ouvir gritos e choros, que não conseguiremos decifrar, mas que desde já, te garanto que darei o melhor de mim. Pelos vistos, segundo o que se ouve e se passa aí algures, irás ser um bicho de sete cabeças, mal as pessoas sabem que adoro aventuras. Também, já me contaram que vais crescer e dar o dobro, ou mais, do trabalho, no entanto, tampouco isso me preocupa. Por fim, quero ainda acrescentar, e agora só te vou contar a ti, bem baixinho, sem interrupções ou incómodos, quer cresças e dês ainda dez vezes mais do trabalho, irás sempre, pura e verdadeiramente, ser a minha bonequinha de porcelana intocável, mas cheia de amor para nos oferecer.
O conto do Tiago André
Era uma vez, uma jovem que sonhava muito em ser mamã, mas os doutores, quando ela era adolescente avisaram-na que ela nunca poderia ter bebés, por razões de saúde. Ela, olhava para os outros papás e seus bebés e sonhava, que um dia ainda iria ter assim um bijuzinho daqueles em seus braços. Era o seu maior desejo... Quatro anos se passaram, o relógio biológico não parava de apitar e a jovem, a desanimar...até que alguns sintomas apareceram, enjoos, tonturas, sono a mais, ela decidiu ir à farmácia fazer o teste de gravidez e esperou, esperou, esperou, até a farmacêutica lhe dizer que se houvesse novidades telefonava. O tempo passava e a ansiedade aumentava, até que o telefone tocou! Atendi e disse: - "Estou sim?" - "Estou D. Olga, olhe daqui é a D. Mila da Farmácia...Parabéns vai ser mamã"! Não respondi, parei a olhar para um vazio, incrédula do que se estava a passar. De de repente, as lágrimas corriam-me face abaixo, de tamanha felicidade...desliguei o telefone e gritei ao mundo inteiro que os médicos estavam errados....EU IA SER MAMÃ...sim, MAMÃ! Ia ser a melhor Mãe do Mundo inteiro, a Melhor Amiga, a melhor cozinheira, a melhor companheira e conselheira, eu ia ser a melhor, em tudo...Só estava grata a Deus, por me ter ouvido as minhas preces!!! Os meses passaram rapidamente e o Tiago, nasceu antes da data prevista, um parto difícil, de 23h, uma recuperação complicada, mas no fim de contas, superou tudo e mais alguma coisa, viessem mais mil dores como aquela, que só para ver cada sorriso, cada olhar, cada abraço e beijos como os dele, tudo vale a pena! Ele é sem dúvida o meu maior Tesouro desta vida!!! Amo-te daqui até ao infinito...meu Amor.
O conto do Benjamim
Uma estrela Cor de Rosa, a mais cintilante no céu. Essa Estrela já era Avó e lá do alto guardava um menino meio traquina, de caracóis esvoaçantes que tinha berlindes nos pés e soprava o vento com o nariz. O seu nome era BenjaMim e quando espirrava, Atchim! Já ninguém o apanhava, os berlindes rolavam e rolavam, os caracóis esvoaçavam e lá ia ele de um lado para o outro, para cima e para baixo e em todas as direcções! Só a Estrela Rosa o conseguia seguir e segurava-o por um triz! Um dia o BenjaMim perguntou ao seu papá: "- Papá Gil, eu sou muito rápido a correr e tenho super energia, olha os berlindes nos meus pés, vriiim, pim, salto e pinxo, tu também eras assim?" -"Claro que sim!" o papá respondeu. -"E eras pequeno e traquina como eu?" -" Sim, sim! E sabes quem cuidava de mim? A Estrela Rosa que brilha no céu! E quando tu nasceste pedi-lhe que ficasse sempre contigo para que nunca corresses nenhum perigo. Ela disse que te ia dar super poderes, por isso é que sopras com o nariz o vento, eu ouço quando espirras e fico sempre atento! E por isso tens os olhos cor do céu, são como lanternas no escuro, mas xiiiiu é um segredo só meu e teu!" -" Uau! Que divertido, e... agora vens espirrar comigo? Ah ah...ATCHIM! VRIM!! " E lá foram o papá Gil e o Benjamim, entre corridas, espirros, pulinhos e risos sem fim, olhar para o céu e atirar beijos à Rosa, a Avó Estrela.????
O conto do Vítor Duarte
Era uma vez , um lindo bebe dentro da barriga da sua mamã . foi a melhor noticia e o melhor presente que já recebi em toda a minha vida. Amor a 1º vista , sem te ver apenas sentir o teu batimento , os teus pontapés a cada palavra dedicada a ti , cada canção cantada com todo o amor , toda a gestação de 32 semanas foi momentos Magníficos e Mágicos , irei te contar um Dia tudo o que a mamã e o Maravilhoso Vítor passamos momentos a 2 <3 LOVE YOU MY LOVE <3
O conto da Kimberly
Minha querida filha, ainda és muito pequenina, mas sempre serás a minha estrelinha. Sempre sonhei em um dia te levar a voar, será que é desta que vamos ganhar ? Uma viagem para ao pé do mar, numa ilha onde vais amar. Quero que saibas que tudo que faço é para te ver sorrir e sempre te vou querer ver feliz. Então vamos apelar para os Açores voar. Da tua mamã que te ama muito.
O conto da Inês
Era uma vez um casal chamado Carla e Nelo, que queriam ter um filho. Um dia a Carla descobriu que estava grávida, contou logo ao Nelo e ficaram muito felizes. Assim começa a história da tua vida. Depois de 9 meses com alguns sustos e muitos cuidados, chegou o grande dia. Foi na madrugada de 21/04/2017, que o papás foram muito depressa para a maternidade, pois a Inês tinha muita pressa para nascer. Assim sendo, nesse dia, às 5h14, com 46cm e 2380g, chegou a Inês. Tão linda e pequenina, nos braços dos pais babados. Contamos logo a novidade à família e amigos e ficaram todos muito contentes. Todos queriam fotos da bebé Inês. A primeira visita foi da amiga Sónia. Logo de seguida chegou a avó Esmeralda, a madrinha, o padrinho, a avó Quitéria e o tio Filipe. O avô Álvaro e o avô António só a viram depois. Assim começou a maior e melhor aventura das nossas vidas. Trazer para casa esta linda menina, com quem aprendemos todos os dias. E viveremos felizes para sempre.
O conto da Maria
Era uma vez um coelhinho chamado Zeca. Zeca tinha os olhos azul cor de mar, e o cabelo loiro como o sol. Adorava correr e saltar pelos campos. Certo dia num dos seus passeios encontrou um gafanhoto de seu nome Paulo. Paulo tinha o tamanho de um grão de café, era muito gordo e feio, escuro como a noite. Paulo andava triste por que não tinha amigos. Mas, certo dia Disse lhe Zeca" Anda correr comigo pelos campos, vamos cheirar flores" Paulo nunca tinha recebido tal convite, e perguntou a Zeca se ele não tinha medo dele, ao que o Coelhinho Responde: "Eu não tenho medo de ti, tens um ar um pouco assustador mas eu gostei de ti e queria que fossemos saltitar pelos campos e ver borboletas voarem...Gostava de brincar contigo. " Então o gafanhoto Paulo surpreendido por tamanha demonstração de carinho todos os dias depois da escola se encontrava com o seu novo amigo para irem cheirar flores pelos campos e olharem as lindas cores das borboletas.
O conto da Carolina Nunes
Uma princesa chamada Carolina que vivia na floresta encantada, rodeada pelos seus amigos, os animais. A Carolina era bondosa, alegre e passava os dias a cantar para os seus amigos. Num lindo dia de sol, a Carolina foi apanhar amoras, quando ouviu uma voz a pedir ajuda. Avistou um menino sentado no chão, com um joelho ferido. O menino era o Pedro, que foi fazer um piquenique com os seus pais e depois de se afastar deles, tropeçou numa pedra e caiu. A Carolina ofereceu-se para ajudar com o auxílio dos animais. Limparam-lhe a ferida e fizeram-lhe um bom curativo. O Pedro ficou muito admirado, pois nunca tinha ouvido os animais a falar e perguntou à Carolina se ia muitas vezes à floresta, pois ela conhecia os animais todos. A Carolina respondeu-lhe que vivia na floresta e os animais e as flores eram a sua família e que andava na escola da árvore, onde aprendia a escrever, contar, cantar e pintar. O Pedro estava entusiasmado e pediu-lhe para conhecer a escola da árvore. No caminho para a escola da árvore, o Pedro e Carolina avistaram a raposa, que já tinha encontrado os pais do Pedro, que estavam muito preocupados. O Pedro pediu desculpa e pediu autorização à mãe para conhecer a escola da árvore. Foram todos juntos para a escola da árvore, onde se divertiram muito. Foi um dia magnífico, cheio de alegria, mas, estava na hora de o Pedro ir embora. O Pedro disse à Carolina que tinha gostado de a conhecer e que voltaria outro dia para brincarem mais. A Carolina também adorou a visita do Pedro e queria que ele voltasse. A mãe do Pedro disse-lhe que ela era uma menina muito bondosa e que podia ir viver com eles. A Carolina agradeceu a generosidade e disse-lhe que adorava viver na floresta com os animais, que eram a sua família e a família não se abandona. Carolina continuou a viver na floresta e todas as semanas recebia a visita do Pedro, com quem brincava até ao anoitecer e assim foram felizes para sempre.
O conto da Joana Penacho
uma um príncipe que andava à procura da sua princesa....Certo dia viu-a a passear num jardim, e a partir desse dia não desistiu de a conquistar. Passou algum tempo e ambos seguiram caminhos diferentes, mas quis o destino que se voltassem a encontrar, e desde esse dia começaram a conhecer-se melhor e nasceu um grande AMOR,foi uma caminhada muito longa até ao dia mais lindo de suas vidas,que foi o casamento de sonho.Mas ambos tinham outro grande sonho que era ter um príncipe ou uma princesa, a espera foi muita... Certo dia, depois de uma grande tempestade, descobriram que estavam à espera de uma linda princesa, ao qual deram o nome de JOANA´´Deus é cheio de Graça´´agraciada por Deus´´
O conto do Rui Pereira
dois irmãos gémeos, que eram muito diferentes...um tinha olho azul, era muito traquinas, gostava muito de mexer em tudo e ficava irritado quando não lhe davam atenção, o outro tinha olhos verde azeitona, gostava muito de comer, era muito observador e gostava muito de brincar sozinho e ouvir música. Apesar da diferença, eles tinham uma grande ligação entre eles, quando um chorava o outro também chorava, quando um ia mudar a fralda e saía de ao pé do outro, o outro ficava a resmungar.Ainda eram muito pequeninos, mas já sabiam que não podiam viver um sem o outro.
O conto do Mário Pereira
Uma leoa que vivia numa linda floresta..um dia recebeu um pedido de amizade de um bonito leão. A leoa hesitou um pouco em aceitar a amizade, mas como sonhava em encontrar o leão dos seus sonhos, acabou por aceitar, algo lhe dizia que iriam ter uma grande história juntos. Começaram a falar e pouco tempo depois a namorar, a leoa estava super apaixonada e o leão também, e o que eles mais queriam era terem uns leõezinhos para criar. A batalha não foi fácil, demorou algum tempo para os seus desejos se tornarem realidade, mas com muita coragem, força, esperança e dedicação, conseguiram o que mais queriam, dois leõezinhos muito lindos e gordinhos.E assim foram felizes para sempre ??
O conto do Santiago
Uma borboleta linda que passava os dias a voar no jardim. Seus pais tratavam de deixar as flores lindas enquanto a borboleta brincava. Um dia a borboleta chega a casa e pergunta aos pais o que é o amor. Os pais sorriem um para o outro e respondem : -o amor é a coisa mais linda do mundo,minha borboleta é o sentimento com o qual vivemos e mudamos o mundo! A borboleta admirada pergunta: -vocês sentem isso por mim? Os pais respondem com um sorriso de orelha a orelha: -nós sentíamos amor ainda antes de te conhecer,brincavas tu na barriga da tua mae,pulavas,brincavas rebolavas,ate que nasceste é o amor que sentíamos passou a ser sentido ainda com mais amor! A filha soltou um sorriso,e abraçou os país, e bem baixinho disso,um dia vou querer sentir esse amor!
O conto do Santiago
Uma borboleta linda que passava os dias a voar no jardim. Seus pais tratavam de deixar as flores lindas enquanto a borboleta brincava. Um dia a borboleta chega a casa e pergunta aos pais o que é o amor. Os pais sorriem um para o outro e respondem : -o amor é a coisa mais linda do mundo,minha borboleta é o sentimento com o qual vivemos e mudamos o mundo! A borboleta admirada pergunta: -vocês sentem isso por mim? Os pais respondem com um sorriso de orelha a orelha: -nós sentíamos amor ainda antes de te conhecer,brincavas tu na barriga da tua mae,pulavas,brincavas rebolavas,ate que nasceste é o amor que sentíamos passou a ser sentido ainda com mais amor! A filha soltou um sorriso,e abraçou os país, e bem baixinho disso,um dia vou querer sentir esse amor!
O conto do Gustavo
Era uma vez um menino chamado Gustavo, tão pequenino, tão desejado. Nasceu numa tarde fria de Dezembro, mas os corações dos seu pais estavão radiantes com o novo membro. Era loirinho com um olho azul profundo, O príncipe mais belo do mundo. Seu sorriso desdentado era tão amoroso, que derretia qualquer coração furioso. E tudo o que lhe posso desejar, é muita sorte e amor para dar.
O conto do Vincente
Era uma vez um menino chamado Vincente. Olhos profundos, E um sorriso valente. Um dia, o mundo ele iria conquistar, Na sua inocência, nunca iria adivinhar. Os pais sonharam-no ao pormenor, Ele viria para um objectivo maior! As estrelas brilharam um pouco mais, Quando os Reis souberam que iriam ser pais. O Vincente, ainda por nascer, Carregava a energia mais bonita de se ver. O menino seria destemido e adorado, No seu coração só se canta fado. Continuou e agarrou todos os seus sonhos, Manteve a paz e não ligou aos demònios. Qualquer que seja o seu caminho, Que ele saiba que não caminha sozinho.
O conto do Santiago
Era uma vez uma linda princesa, tinha acabado de acordar novamente fascinada com o seu sonho . Sonhava que se casava com um principe, jamais lhe vira a cara , apenas o simbolo do seu brasão era visível. A princesa levantou-se e foi passear pelo jardim do castelo para poder sonhar novamente acordada Quando se aproximava da zona de floresta avistou ao longe o rapaz mais bonito que alguma vez viu , foi-se aproximando lentamente para que ele não se apercebe-se ... Estava no rio a banhar-se e como era bonito aquele cabelo brilhante ! O rapaz levantou-se e começou a vestir-se , nesse momento a princesa levantou-se e começou a ir embora para que ele não a visse , mas pisou um galho que fez um barulho muito alto. O rapaz olhou imediatamente na sua direção e ficou igualmente apaixonado a primeira vista. Foi ter com ela , e qual não foi o seu espanto quando viu o brasão nas suas roupas , não podia acreditar era o principe dos seus sonhos ! Passaram toda a tarde a falar , e a rir . Cada vez mais apaixonados encontravam-se diariamente , até que o principe pediu a princesa em casamento e o sonho passou a ser realidade ! E viveram felizes para sempre .
O conto da Luana
uma princesa, fechada numa torre encantada, cheia de brilhantes e cristais. Todos os dias a princesa tinha uma surpresa nova que aparecia por uma portinha mágica... Um dia apareceu um amiguinho pequenino, tinha 4 patinhas com sapatinhos de algodão, um pelo amarelo dourado muito fofinho e uns olhos amarelo caramelo gigantes: era um gato! O amiguinho entrou... Sentou-se e ficou a olhar a princesa, muito curioso. -Olá - disse a princesa Luana. Ficaram assim um bocadinho: até que a princesa mexeu nos cabelos e o amiguinho saltitou e mexeu no cabelo brilhantes da princesa. Ele não resistia aos brilhantes a mexer. - Como te chamas? - perguntou a princesa - Eu sou a Luana. O amiguinho mexeu os bigodes e sorriu: - Eu sou o Sol, há muito tempo que te procurava... a ti e ao brilho mágico das estrelas! - A mim? Porquê? - Porque tu és a princesa que guarda o brilho das estrelas e da Lua. Não sabes como és bela e fascinante! Queres conhecer o brilho das estrelas no céu? - perguntou o Sol. - Sim. Mas onde está esse céu? - Eu mostro-te, vem comigo - disse o sol, enquanto saltitava até à parede e tocou num brilhante maior para abrir a porta. - Tenho medo! Porque é escuro? - perguntou a princesa Luana. - Não tenhas medo, o teu cabelo de brilhantes vai iluminar o escuro. Curiosa, a princesa Luana seguiu o gato Sol. Os dois amigos desceram os degraus, até encontrarem outra porta maior. - Estás preparada? - perguntou o Sol. - Sim, quero ver! E o Sol abriu a porta... Quando olhou para cima, a princesa viu todos os brilhantes da sua torre a fazer um desenho sem fim no céu azul. Como era lindo! O gato Sol tinha razão! E deixaram-se ficar muito, muito tempo, até que o azul do céu ficou mais claro e as estrelas começaram a brilhar menos... - Sol, o que se passa? As minhas estrelas estão a desaparecer? Estão doentes? - Não, princesa Luana: à noite brilham muitas estrelas de muitos tamanhos mas de dia o céu fica de um azul mais claro e só brilha uma estrela, aquela estrela que faz da tua torre um sítio mais quente... Essa estrela sou eu, o Sol. Desde esse dia o gato Sol e a princesa Luana tornaram-se amigos inseparáveis.
O conto da Leonor
...uma linda menina,de olhos azuis e uma pele branca e macia como a seda.Seu nome era Nonô. Nonô vivia numa linda terra com muitos jardins verdejantes e flores de muitas cores,ali era feliz, gostava de correr, brincar, saltar,ela tinha uma amiga que a acompanhava sempre nas suas brincadeiras,a sua cadelinha Ariel, que era muito marota e brincalhona. Um dia apareceu no seu jardim um menino sozinho,que parecia muito zangado,começou arrancar as flores e deitar lixo ao chão e a pequena Nonô, parou olhou para ele e disse: - que estas a fazer? Nao vês que assim estás a estragar as minhas flores? Eu sei do que precisas... E aproximou se daquele menino tao revoltado deu lhe um abraço puxou o pela mão e gritou: -Vem vamos correr juntos,vamos brincar, a partir de agora serei tua amiga nunca te vais sentir só e poderemos brincar todos os dias. A partir daquele dia tornaram se grandes amigos e o menino começou a gostar tanto da natureza coko a pequena Nonô.
O conto do Afonso, Clara
uma menina chamada Rute...uma menina que sabia sonhar tanto quanto ela sabia amar! Essa menina cresceu, tornou-se mulher e continuava a plantar sonhos que um dia ansiava colher. Um príncipe sonhado, que um dia apareceu e logo o coração da Rute aqueceu. O amor aconteceu! Ela continuava a amar, tanto quanto continuava a sonhar... Sonhava de noite até de manhã...um dia tornar-se mamã! Houve um dia, numa bela manhã, que acordou envolta no seu edredão, tão quentinho como o seu coração. Uns pezinhos no regaço, no seu cabelo uma mão gordinha, e um respirar quente no seu pescoço...alguém adivinha? Isso... o sonho virou magia! Inundada de alegria, ali ficou a olhar o seu sonho da maternidade tornado realidade! Afonso, Gabriel e Maria Clara, um dia sonhados, outro desejados e para sempre amados! Os três sonhos realizados! Agora sonhamos a cinco, na família que imaginámos um dia e que de repente virou magia! Agora tenho um segredo para contar: se a Corine ajudar...temos mais um sonho a realizar! Uma viagem até aos Açores, rodeada dos meus amores...vou continuar a sonhar e quem sabe se venha a concretizar!
O conto do André
  Era uma vez um gato que não vivia feliz. Tinha sempre os bigodes sujos de chocolate e todos os animais e crianças gozavam com ele. Susurravam entre si fazendo troça: Já viram os bigodes do gato todos sujos? - Que falta de elegância! Um dia chegou aos ouvidos da dona do gato, uma menina chamada Adriana, o quanto gozavam com ele. Então a menina, cheia de pena, foi consolar o seu querido gato. - Meu pobre gatinho, tão bom que é o tempo que passamos juntos a partilhar uma tablete de chocolate ... Talvez fosse essa a razão que estava por detrás do gozo dos outros animais. Assim, e perante a clara suspeita, a menina pegou numa tablete de chocolate e partilhou-a novamente com o seu gatinho. Já o gato, novamente com os seus bigodes sujos, ofereceu chocolate à borboleta. A borboleta com as suas antenas também cheias de chocolate ofereceu o resto da tablete ao papagaio. O papagaio com o seu bico cheio de chocolate exclamou: - Este chocolate é maravilhoso! E foi assim, partilhando o doce chocolate, que o gato e a menina conseguiram acabar com o gozo dos animais e até conseguiram fazer novos amigos. Fim
O conto da Margarida
Era uma vez num dia de sol radiante, o pequeno elefante Beto passeava pela savana cantarolando e admirando o seu lar. De repente o pequeno elefante dá de caras com uma colina onde pousava uma grande árvore, com uma grande teia de aranha. Curioso, foi ver a grande árvore com a grande teia. Deu duas voltas à árvore, olhou—a de cima a baixo. Decidiu sentar se na teia e começou a baloiçar. Como o não caía da teia de aranha, foi chamar outro elefante. Sentaram—se e balançaram os dois. Felizes com a nova descoberta foram chamar outro elefante. Os três começaram a balançar, mas a teia infelizmente cedeu e foram a rebolar colina a baixo. Ficaram tristes, pois, estavam a divertir—se imenso, mas no final aperceberam—se que apesar da brincadeira ter acabado ganharam uma nova amizade.
O conto da Yara Fernandes
... a menina ruiva que fazia até o senhor mais aborrecido a sorrir. Yara era uma menina com uma energia tão pura que cativava qualquer pessoa desde o seu nascimento, o dia em que a Dra. disse: "Faça força mãe, vem aí uma ruivinha", a partir daí tudo mudou. No quarto da maternidade entravam médicos, enfermeiros, técnicos, só queriam ver a menina ruiva que falavam no hospital. Foi crescendo e a beleza aumentava. Tornou-se orgulhosa e muito vaidosa em ser ruiva. Por muito que houvesse alguma crueldade no mundo, como chamarem-na cenourinha, ela tinha orgulho e passeava na rua sempre a brilhar e de nariz arrebitado. Sim era ruiva, mas é ela. É pura, genuína e linda. Até que agora quando lhe dizem "és tão bonita, tens um cabelo lindo", ela agradece e segue, sem dar importância por se sentir bem com ela mesma e já o saber: que ela é uma linda menina ruiva.
O conto da Beatriz
A mais bela princesa, vivia feliz com os pais num belo castelo, assim o achava. Na verdade não era uma princesa, nem morava num castelo. Era uma menina normal numa casa normal. Mas na sua imaginação era uma princesa num reino encantado. Era uma fada e vivia numa árvore e usava um botão de rosa como vestido. Era uma sereia e falava com os peixes. Ela era tudo o que quisesse ser, era livre e a sua imaginação não tinha limites. Os seus pais, imaginavam e brincavam com ela. Num dia eram reis, noutro eram elfos, ou até gigantes e anões. Mas o que eles eram mesmo era piratas, navegando pelos oceanos da criatividade e guardando o mais precioso dos tesouros, a sua pequena princesa.
O conto do Gabriel
Era uma vez um pequeno feijãozinho que crescia lentamente dentro da barriguinha de uma rainha. A rainha era jovem e o rei tambem, não sabiam como contar a sua familia. Quando a rainha contou a sua familia foi exatamente nesse momento que ela se apercebeu o que se estava a passar... Daqui a 9 meses o seu feijãozinho iria nascer. Ela contava os dias, as semanas de tão feliz que estava, mostrava ao mundo inteiro como a sua barriga crescia a cada semana que passava, ela comia, comia e comia, para que o seu bebe crescesse. Ela preparava tudo, preparava a roupinha do seu pequenino feijaosinho que já estava ou deveria estar do tamanho de uma melancia. Preparava o berço para que podesse dormir no quentinho, comprava brinquedos para que pudesse brincar com o seu pequenino.. Quando ela descubriu o sexo já tinha muitas coisas prontas, pois ela sentia que ia ser menino e assim foi. O seu feijãozinho iria chamar-se Gabriel. A rainha e o rei estavam a viver um sonho, que em pouco pouco tempo se iria tornar realidade.. Os 9 meses passaram a correr, a rainha teve que ir ao hospital, ia ter uma consultada na maternidade, ela estava toda entusiasmada, mas depressa perdeu o entusiasmo, quando o doutor lhe diz que o seu feijãozinho devia estar do tamanho de uma melancia e não estava, o seu bebe teria que nascer segunda feira… A rainha ficou muito triste, o seu bebe não estava bem, os dias passaram e o Gabriel teve que nascer, a rainha ainda não estava pronta o bebe Gabriel tambem não, mas assim que ele nasceu ela apaixonou-se de uma maneira que nunca mais o largou. A rainha tinha o seu príncipe nos braços, ele era tão pequenino, tão fragil quanto a percelana. Ficou duas semanas ligado a máquinas dentro de uma caixinha que lhe salvou a vida, a rainha nunca o deixará só, ela e o rei amavam o seu feijãozinho , o Gabriel era é e um pequeno guerreiro, e hoje ele é o príncipe mais lindo e mais feliz do reinado, seu pais estão orgulhos do pequeno grande guerreiro, e do que ele se tornará.
O conto da Leonor Batista
À muito muito tempo aconteceu a história de amor mais linda que levou ao melhor tesouro do mundo... Era uma vez uma menina que mudou de cidade e foi para uma escola nova, com novos amigos e novas aventuras e havia um menino que vivia os seus dias no seu mundo de computadores.... Um dia os meninos todos foram numa viagem até Roma e a menina ficou muito feliz que ia poder conhecer novos sítios e fazer novos amigos e o menino foi também mas zangado que não podia levar o computador, mas pronto lá foi ele! Conheceram muitos sítios bonitos, passearam e naquela cidade mágica assim do nada os dois cruzam o seu olhar e ficam os melhores amigos para a vida toda. Conversaram, brincaram muito, descobriram que gostavam de muitas coisas em comum e o amor surgiu! Muito felizes cresceram lado a lado e construíram o futuro juntos. Depois partiram numa grande aventura de encontrar o maior tesouro do mundo... E Descobriram! Sabes qual é? A princesa Leonor! Pois é a menina e menino são a mamã e o papá e o maior tesouro do mundo és tu a nossa Leonor... Foi a história de amor mais linda que te trouxe até nós e assim descobrimos que viver novas aventuras e fazer coisas novas é muito bom e pode trazer as melhores coisas para a vida... O que mais te desejamos é que vivas muitas aventuras e que sejas sempre feliz e vamos estar aqui sempre à espera de ti, o nosso tesouro!????
O conto da Maria
Uma mulher que se julgava ainda menina. Gostava de brincar fosse onde fosse, mas o seu lugar preferido era a praia. Saltava de rocha em rocha, corria atrás das gaivotas e chapinhava nas pocinhas de água alegremente sem se importar com quem a olhava. Vivia feliz e despreocupada até ao dia em que a vida lhe pregou uma partida. Descobriu que não estava mais sozinha, dentro dela crescia uma sementinha, uma menina como ela, agita por sinal e que a toda a hora a fazia lembrar que estava ali, mexendo-se e crescendo sem parar. A menina /mulher ficou muito assustada, afinal sentia-se ainda muito pequenina e infantil para ter a responsabilidade de tomar conta de outro alguém. É foi então que resolveu ir para o seu lugar preferido, a praia, mas desta vez não para brincar, mas sim para chorar. Chorou tanto, mas tanto que podia jurar que o oceano tinha ficado maior só com as suas lágrimas. Foi para casa com um sentimento de alívio e confiança de que tudo ia correr bem, era algo que não conseguia explicar, algo que vinha de dentro... Quem sabe tivesse sido neptuno, o rei do mar, a conseguir acalmar as águas dos seus olhos. O tempo foi passando, a barriga foi crescendo e o dia do nascimento da bebé aproximava se, a menina /mulher sempre que podia ia até à praia, fosse para brincar, fosse para desabafar, até ao tão esperado momento.... A bebé finalmente chegara a este mundo, linda, de olhos cor de céu e de água, cabelo já com trejeitos de ondas e pele de quem veio do sol. Naquele momento a menina /mulher sentiu uma alegria e um amor nunca antes sentido e todos os seus receios e dúvidas desvaneceram perante tamanha felicidade. Só por breves momentos se questionou se seria capaz e se estaria a altura de tão nobre tarefa, mas nesse momento imaginou se em frente ao mar e a inspirar profundamente, como se todas as suas células pudessem sentir o cheiro daquela maresia, e instantaneamente ficou calma. Por tudo isto resolveu dar-lhe o nome de Maria do Mar. A bebé depressa cresceu e em pouco tempo já corria com a mãe pelo areal. Juntas brincavam até o sol perdendo a noção do tempo a passar. A menina /mulher sentia-se mais preenchida que nunca no papel de mãe e tinha ganho não só uma filha como alguém com quem brincar e ser pequenina outra vez.
O conto da Elisa Gonçalves
Um bebé que nasceu com uma força incrível. Era uma bebé com super alergias e onde a mãe se transformou numa super mulher para poder cuidar do super alergias, pois a vida dela estaria sempre em risco, onde juntas passaram por muito mas consiguiram vencer e a comida nunca mais voltou a fazer maldades.
O conto da Beatriz
Era uma vez uma linda aprendiz, Esperta e desenrascada, seu nome era Beatriz. Aprender era com ela, tão cheia de sabedoria, achava que os livros eram a sua melhor companhia. Quando nasceu, os seus olhinhos brilhavam com esplendor, nos braços da sua mamã, encontrou o mais puro e verdadeiro amor. Enquanto na barriguinha, ouvia canções todos os dias, os pais liam livros e entoavam as mais lindas melodias. Por isso é que ela é assim, passa a vida a cantarolar, nunca se cansa de sorrir e tem sempre livros para desfolhar. A lua é sua amiga e o sol fá-la dançar, adora os animais, e está sempre pronta para brincar. É uma menina doce, e a simpatia é o seu nome do meio. Nunca quer um copo vazio, só aceita se estiver cheio! Acha, na sua inocência que se tiver muito, pode sempre partilhar… E divide sempre o que é seu, para que todos possam disfrutar. É teimosinha, gosta de tudo à sua maneira, mas sabe perfeitamente que deve ser sempre sincera e verdadeira. Adora imaginar e sabe que há um final feliz no fim de cada livrinho, ouve as palavras da Mamã com atenção, todas as noites, antes do seu soninho. Nas mais altas nuvens vê-se a passear, não esconde quando está triste, e busca o colinho dos papás para a confortar. Não tem medo de cair, porque também é aventureira, e se for para explorar, é sempre a primeira. Gosta dos seus animais e nas turrinhas do miau vê diversão, diz que é o seu gatinho Tobias Gatatão! E vai imaginando, esta menina destemida, sonhando e criando, uma vida bem vivida. Sem medo e com confiança, sempre de olho na esperança. Quando te contarem este conto quando fores maior, não te esqueças da amizade e do amor. Protege a tua família com o escudo e a espada da lealdade, sê sempre honesta, caminha na felicidade. Este conto é como os teus livrinhos que acabam sempre bem, e o final desta história fica entregue à imaginação que o teu maravilhoso coração tem!
O conto da Beatriz Barros
Era uma vez um simples rapaz apaixonado, Por aquela loirinha que passava sempre ao seu lado, Tempos de escola em que namorar era normal, Mas o seu olhar, era tão doce e especial, E foi assim que conheci a tua Mamã, Lá pertinho de escola, naquela maravilhosa manhã, Um amor de adolescentes que cresceu a cada dia, Tão verdadeiro, cheio de amizade e alegria, Os anos passaram, os obstáculos foram ultrapassados, Namorámos muito e acabámos casados, Felizes e com tanto carinho para dar, Queríamos um bebé para poder amar, Tentámos e voltámos a tentar novamente, Tentámos até termos o nosso maior presente, Ao fim de 7 meses, finalmente uma menina na barriguinha, Que cresceu e se fortificou, para nascer tão aprumadinha, Foste uma obra de Deus, a mais linda do nosso viver, Trouxeste-nos alegria em dobro, é uma bênção ver-te crescer, E assim nasceu a mais linda Beatriz, Tão cheia de vida, tão doce e tão feliz, Não te escolhemos, foste tu que nos escolheste para cuidarmos de ti, E os meus olhos encheram-se de lágrimas assim que te vi, Porque soube desde o primeiro instante, Que dali em diante, A nossa história só estava a começar, Quanto ao fim deste conto, deixo na tua imaginação, para que nunca deixes de sonhar e acreditar!
O conto da Nádia
Um menino que tinha 11 dias e que ninguém sabia o que ele tinha, estávamos no hospital e fizeram todos os exames possíveis e imaginários mas nada acusou nada. Certo dia ao final do dia lá fomos fazer um exame mais específico e lá descobriram que tinha um bichinho malandro no osso do cotovelo, passamos uns dias na cama do hospital mas quando chegamos a casa estava a nossa família a nossa espera com muitos mimos e beijinhos.
O conto do Salvador Costa
Era uma vez uma mamã que andava bastante triste porque ultimamente não tinha muito tempo para estar com o seu filho e o que ela mais gostava era poder passar tempo com ele, mas durante a semana entre o trabalho, a escola e todas as tarefas quase que não tinham tempo para estarem juntos. Quando chegava o fim de semana ou algum dia de festa aproveitavam para passarem esse tempo em família. Aproximava-se o fim de semana e decidiram ir a uma vila próxima onde havia uma festa. Era uma festa muito bonita onde haviam atuações para meninos e meninas, música para todos, uma barraquinha de gelados, etc. Na festa também existia uma barraquinha onde estava um senhora vestida de negro com um gato preto muito brilhante nas suas pernas. Então a mãe e o filho decidiram ir ver o que a senhora estava a vender ... - Chamo-me esperança e sou uma bruxa boa, ajudo algumas pessoas para que sejam mais felizes. Tenho estes pós mágicos embora nem sempre tenham os mesmos poderes, depende muito da pessoa que os utilize. Esse pó as únicas pessoas que podem usar são as mamãs. Pareceu-lhes muito interessante ... será que poderiam conseguir que surgissem muitas doces ou brinquedos, quem sabe! Então a bruxa Esperança disse-lhes que para experimentarem esses poderes, a criança apenas teria de dar um beijo à bruxa. - Mas mamã é que a bruxa é muito feia, é uma bruxa mãe ... tenho medo! - Pois filho, a mim parece-se uma velhota muito simpática. Só tens de lhe dar um beijo se quiseres, ninguém te obriga. - Está bem mãe, na verdade parece uma avózinha ... muahhh! Depois do beijo a bruxa deu-lhes uns pós mágicos e disse-lhes que na mesma noite a mamã poderia experimentar os seus poderes. Escureceu e a mãe decidiu esfregar um pouco dos pós nas suas mãos mas não aconteceu nada. Como não se passava nada a mamã deu um beijo de boas noites à criança e dormiram os dois. Foi aí que a magia começou a funcionar: a mãe começou a sonhar com o seu filho, estavam num país fantástico com toda a família. E não só, ela e a criança sonhavam que estavam numa fantástica aventura de piratas com a sua família, era muito divertido. Na manhã seguinte explicaram tudo e não paravam de dizer que estes pós mágicos eram fantásticos pois todas as noites podiam viver diferentes aventuras juntos ao mesmo tempo que se divertiam. Foi assim que a Bruxa Esperança ajudou esta família a ser mais feliz, pois cada vez que estavam tristes esfregavam os pós e durante a noite passavam todo o tempo juntos numa grande aventura!
O conto da Margarida
Era uma vez uma princesa que adorava cheirar todas as flores. Um dia cheirou uma Margarida e disse mãe está flor é mesmo especial, cheirosa e bonita como chama? A mãe respondeu meu amor têm o teu nome Margarida. A menina muito admirada disse mãe, não sabia que tinha nome de flor mas que feliz que fico.É verdade meu amor para mim és a flor mais bonita que nós plantamos no nosso jardim..
O conto da Maria
Uma menina com um nome de santa, a Maria era uma menina que adorava ir brincar na floresta, adorava os pássaros e todos os animais que lá viviam, ela sempre dizia que o seu amuleto secreto fazia que ela falasse com eles,toda a gente dizia que era mentira e a única pessoa que acreditava era a sua mamã, a Maria além de especial curava os animais a mãe acreditava que ela era santa e especial como mãe de Deus, Maria cresceu a mãe envelheceu mas o encanto é amiga permanece até hoje, passando de filho em filho de neto em neto, prova que a magia nunca morre mas sim renasce no amor que temos pelas coisas. Fim
O conto do Afonso
Era uma vez um unicórnio que se chamava Alex e vivia numa linda ilha onde os contos se tornavam realidade... Parece um sonho, mas para o nosso Alex era um pesadelo!... Em todas as histórias de encantar o unicórnio era o herói que salvava a princesa e castigava os maus! Pobre Alex que era o único unicórnio da ilha!!! Então todas as noites, antes de dormir, e graças a um papa ou uma mamã com pouca imaginação lá ia o Alex para uma nova aventura... Mais uma vez herói, mais uma vez adorado... "Chega" - decidiu. Todos nesta ilha podem realizar os seus sonhos menos eu! O meu sonho é ser o vilão da história!!! E foi nesse momento que pensou: "Se eu não tiver um ar tão adorável, vou começar a ser o vilão das histórias". Então Alex tentou fazer de tudo para perder o encanto... Fazia cara de mau, caretas, rasteiras... Nada. Não resultou. Mais uma noite, mais um conto, mais uma vez o herói... Desanimado foi pedir ajuda ao rei da ilha e pediu-lhe para que o ajudasse a ir viver para outro lugar... O rei respondeu: "Se fores viver para outro sítio deixarás de ser um unicórnio e passaras a ser apenas um cavalo". Alex, espantado, perguntou: "Como é isso possível?" O Rei respondeu: "A nossa ilha é o único lugar no mundo onde a magia ainda existe, onde as histórias de encantar são reais e os unicórnios também. Tu és magia. Nós somos magia. Foi nesse momento que o Alex percebeu que o que pensava ser um fardo era afinal a maior sorte de todas! A sorte de viver num sítio mágico que lhe permitia ser ele próprio: um unicórnio e um herói.
O conto da Micaela
Era uma vez uma menina muito bonita que nasceu em Novembro de 2018 era menina mais perfeita e linda dos papás. A menina chama se micas era a princesa mais linda do país até que um dia começou a crescer e a fazer a suas traquinices de criança, andar, brincar, rebolar entre outras traquinices. Com a idade começou a estudar, namorar, a casar, até que os papás começaram a ficar contas e sua menina linda e perfeita construiu sua carreira profissional de veterinária e uma família linda e maravilhosa.
O conto do Afonso
Afonso ainda não tinha dois anos e meio mas era uma criança curiosa e muito ativa e, pese embora não entendesse muito bem o significado do Natal, fez menção de ir com o avô ao terreno de um amigo escolher um pinheirinho.Tarefa difícil porque não podia ser um qualquer, tinha que ser um que lhe agradasse e que fosse possível colocar no vaso que a avó tinha disponibilizado para o efeito. Duas horas depois já a tarefa estava terminada e, agora, com ajuda do pai lá estava ele na sala de estar, ao canto da lareira. A avó tinha-lhe prometido que no dia seguinte iam os dois à papelaria, perto de casa dela, comprar luzinhas, fitas, bolas e enfeites, para o decorar, mas Afonso estava triste. O seu pinheirinho era um pinheirinho lindo, de grandes folhas verdes, e de braços abertas à claridade das manhãs mas, assim, despido, parecia triste e abandonado. Afonso olhou para o céu. Estava muito estrelado e lá bem ao fundo reparou que uma das estrelas cintilava mais que todas as outras. Foi, então, que resolveu chamá-la: estrelinha, estrelinha, estrelinha...uma, duas, três vezes… Afonso não queria aprender a brilhar como aquela estrela, nem queria ser desejado ou ser visto na noite escura, queria apenas que aquela estrelinha, tão brilhante, que acabara de descobrir no céu descesse para o topo do seu pinheirinho. Pareceu-lhe que a estrela lhe sorriu divertida e deve ter adivinhado o que passava na sua cabeça, pois, nesse mesmo instante, ela desceu do céu e foi colocar-se no ramo mais alto do seu pinheirinho que ficou, de imediato, cheio de luz. Existe sempre uma estrela a brilhar, mais que as outras, no coração de todas as crianças.
O conto da Joana Conceição
Era uma vez um reino muito distante chamado Corine de Farmer. Um reino com flores de algodão coloridas, vales verdejantes, casinhas pequeninas fofinhas onde viviam os ursinhos coloridos com uma magia especial. Todos os dias, eles com a sua magia produziam o creme mais maravilhoso para os bebés. O chefe do reino era o Corfarmer, o criador deste creme divinal que fazia todos os bebés sorrir de alegria. Até que um dia, algo correu mal, a magia desapareceu. Não havia creme para os bebés sorrirem, uma tristeza se espalhou pelo reino. As cores do reino modificaram-se e os ursinhos não sabiam o que fazer. Os bebés só choravam. Até que o Corfarmer, pediu ajuda aos seus amigos para irem buscar ao coração, o amor que os bebés sentiam pelos cremes Corine de Farmer para a magia funcionar. Assim aconteceu, a magia se espalhou novamente pelo reino Corine de Farmer e alegria poisou nos bebés. Corfarmer ficou tão contente que começou a produzir perfumes de encantar.
O conto do Ricardo
Era uma vez, uma bisavó muito querida e que o seu maior sonho era conhecer o pequenino Ricardo. Numa bela tarde, chegou uma cegonha e levou a bisavó até ao céu. Ela agora todos os dias olha para nós lá de cima e dá-nos força como os super heróis. “ Um segredo cá para nós, ela é a mais forte que conheço de todos os super heróis mas não contes a ninguém.” . Vitória vitória acabou-se a história. Com pózinhos de prelim pim pim a história chegou ao fim!
O conto da Beatriz
Uma menina chamada Beatriz. Ela era muito bonita, com o cabelo castanho e olhos brilhantes. Os fins de semana eram os seus dias favoritos, passava-os em casa da sua avó. A casa da avó, estava sempre cheia de gente, tinha muitos brinquedos e muito espaço para brincar. Mas o mais importante era o Santi e o Haribo, o seu primo e o cão.Apesar de todos membros da familia serem importantes, o seu foco era esse. As aventuras eram muitas, até porque estaca na altura de deacobrir o mundo. Adorava o triciclo. Brincar é tão bom e estamos sempre a tempo de descobrir o brilho do mundo. Tenhamos sempre o espírito de criança, a sua inocência e a sua curiosidade.
O conto do Manuel
Era vez uma velhota que morava sozinha numa vivenda com um grande quintal, quem lá passava cheirava o aroma a flores que pairava no ar. No quintal havia todo o tipo de flores e plantas todas saudáveis e viçosas. Era tudo muito lindo, mas quando a velhota saía para regar as plantas, as pessoas ficavam muito admiradas e a pensar que a velhota já não estaria boa da cabeça, porque ela falava com as plantas enquanto as regava. Um dia, um menino apaixonado estava a subir a rua quando se deparou com a casa cheia de flores e tocou à campainha para pedir a licença de cortar uma rosa para oferecer à sua amada. Quando lhe abriram a porta era a velhota quem estava frente a frente com ele era a velhota com um sorriso na cara. O rapaz perguntou-lhe se podia tirar uma flor para oferecer à sua namorada ao que a velhota respondeu com um ''Entra''. O rapaz entrou e sentou-se num banco de madeira que ali estava e a senhora foi buscar um regador e começou a contar as suas histórias. O rapaz envolveu-se tanto no enredo da história que se esqueceu o que o tinha levado até ali. Desde esse dia o rapaz passou a ir todos os dias depois da escola para casa da velhota para ouvir as suas histórias. Nunca ninguém tinha parado e ouvido o que a senhora dizia ali sozinha, o rapaz fora o primeiro e não se arrependera de conhecer a melhor contadora de histórias alguma vez vista.
O conto do Valentim
Era uma vez uma família feliz mas incompleta. Faltava o número 3... Os manos pediam aos pais um novo irmão. Era uma família de Valentes de nome e assim surgiu o nome Valentim. Nao sabendo ainda se seria menino ou menina ou até quando viria ao mundo. Na verdade o Amor já crescia de dia para dia. Este conto é para o nosso número 3. No dia que chegares estaremos completos!
O conto da Margarida
Era uma vez um menino chamado João que nasceu muito pobre. Tão pobre que a mãe não tinha comer para lhe dar e o deixou num convento de freiras com outros meninos. Mas, este menino era diferente. Todos os meninos cheiram a alguma coisa. Este não cheirava a nada. Além disso, não mostrava carinho por ninguém. Andava sempre longe dos outros meninos e isso fazia com que eles não se aproximassem, nem gostassem dele.As freiras perguntavam “-Porque não brincam com o João?” Eles respondiam:“-Não gostamos dele. Ele é estranho,não cheira a nada, temos medo dele”. Os anos passaram e o João cresceu, e descobriu que apesar de não cheirar como os outros meninos, cheirava todas as coisas muito melhor do que eles. Descobriu isso a brincar no jardim. Pensava no cheiro das rosas e de olhos fechados chegava até elas. Pensava nos malmequeres e conseguia chegar junto deles.Nenhum dos outros meninos conseguia fazer isso.Ele conseguia e passava horas no jardim a descobrir o cheiro de todas as flores. Quando já as conhecia uma a uma, começou a misturá-las e a fazer perfumes com elas.Esses perfumes ficavam bem arrumadinhos numa caixinha para ninguém saber que ele guardava este segredo. Mas, um dia, um menino curioso abriu a caixa e descobriu os perfumes. Foi a correr mostrar aos outros. Todos gostaram tanto do cheiro do perfume que ganharam coragem e perguntaram: “–João, cheira tão bem, podemos tirar só um bocadinho?” ele, ainda espantado por se terem aproximado disse “–Sim, podem. Fui eu que fiz, por isso podem tirar quanto quiserem. Eu posso fazer mais, até consigo fazer diferentes”. “-Eu gosto tanto de rosas, queria tanto ter o cheiro delas dentro de um frasquinho para não ter que vir sempre ao jardim quando as quiser cheirar…fazes um perfume para mim?” pediu uma menina. “-E para mim também podes fazer?” Um a um, meninos e meninas, todos pediram ao João para lhes fazer um perfume. Foram buscar as flores e ficaram durante horas a ver como o João as juntava até chegar ao perfume. Descobriram que afinal o João podia não cheirar, podia ser diferente deles, mas isso não era motivo para não gostarem dele e muito menos para terem medo. E o João, que estava sempre sozinho gostou da companhia dos outros meninos. No final ele deu um perfume diferente a cada um. “Obrigada João!” disseram. E para lhe agradecer deram-lhe um grande abraço. O menino que não cheirava a nada, começou a reparar que cheirava agora a qualquer coisa… cheirava a um bocadinho de cada um dos outros meninos depois do abraço. Esse perfume nunca mais saiu! É por isso que se abraçam os amigos e as outras pessoas de quem gostamos. Assim, damos um pouco de nós e ficamos com um bocadinho dos outros. Não é perfume, mas tal como ele fica no corpo,o amor e carinho ficam no coração e nunca mais de lá saem...
O conto do Manuel Dezoito
Era uma vez o meu tetravô, ele chamava-se Manuel e... um dia teve a missão de encontrar a saída de uma gruta da Nazaré para o mar. Era uma façanha muito difícil, mas ele aceitou, porque era um homem destemido e corajoso. Quando o dia chegou apresentavam-se vários homens com o mesmo intuito do meu tetravô. Cada vez mais homens entravam naquela gruta, dezessete desses desapareceram naquela imensidão de água, estalactites e estalagmites. A sua vez tinha chegado era o décimo oitavo a lá entrar. Passado algum tempo ele saiu naquele mar agitado da Nazaré que agaro sabia a vitória e triunfo. Ficou tão contente que mudou o seu nome para Manuel Dezoito e deu esse mesmo nome para o seu filho que também chamou o mesmo ao filho que deu o nome de Manuel dezoito ao meu avô. Esta história foi passada de geração em geração foi-me contada pelo meu avô, é por isso que eu e tu nos chamamos Manuel e também é daí que vem esse teu apelido tão incomum.
O conto do Benedito
Era uma vez uma familia que vivia em uma folha de caderno. Ultimamente estavam tristes e andavam a reclamar. Virgulino, o mais velho, estava chateado pois acreditava que freiava a vida das pessoas. Exclamaria, bonita e elegante, se sentia envergonhada pois falava alto mas não gostava de chamar a atenção. Interrogatorita, a rapariga mais jovem, se sentia burra porque estava sempre com uma dúvida na cabeça e o Pontito, o bebé da familia, se sentia frustrado pois sempre que chegava encerrava as conversas. Cansados de viver entre linhas decidiram viajar para uma folha em branco. Lá experimentaram uma sensação de liberdade nunca antes sentida. Pularam, rolaram, cantaram, gritaram, calaram, freiaram, andaram, correram, dançaram. Puderam viver do jeito que queriam, longe das regras e sem restrições. Conseguiram então enxergar a vida desde outro ponto de vista, tornando-a mais leve e positiva. Virgulino se deu conta de que suas pausas eram importantes para dar sentido e ritmo à vida das pessoas. Exclamaria percebeu que não deveria se preocupar com a opinião dos outros, pois sua energia trazia alegria e empolgação. Interrogatorita compreendeu que suas dúvidas a tornavam uma pessoa mais sábia. E, por fim, Pontito já não se sentia mais frustrado. Ele entendeu que seu papel era fundamental, pois seria dele a honra de encerrar este conto.
O conto da Mafalda
Era uma vez uma menina pequenina chamada Sofia. Todo o seu mundo era cor de rosa, cheio de magia e encantos. Todas as noites ela sonhava com a fada dos dentes, o seu maior desejo era conhece-la. Sofia contou o seu desejo à irmã Maria, então, ela nessa noite pediu ajuda aos amigos para realizar-lhe o sonho. Sofia dormia tranquila, enquanto Maria ajudava o Martim a vestir-se de fada dos dentes, para subir ao telhado. A Margarida treinava na flauta para tocar junto da janela da Sofia enquanto a Beatriz espalhava pétalas pelo corredor enquanto esperava pelo sinal para acordar Sofia para lhe mostrar toda a surpresa. Maria deu o sinal e ela foi então ao quarto e chamou pela Sofia, e a menina sonolenta acordou e ouviu o som leve e tranquilo da flauta que a fada dos dentes tocava do lado de fora. Então ela levantou-se e foram juntas ao jardim. Sofia olhou para o telhado e viu a magia no ar, a fada dos dentes estava lá. Ela fixou encantada pelo seu brilho que era maravilhoso. Tudo o que Sofia mais sonhava estava perante si, a alegria não cabia dentro dela, ela estava feliz e realizada. A fada desapareceu e Sofia foi para quarto na esperança de sonhar com a fada dos dentes novamente. Sofia só dizia para si mesmo que aquela, era a melhor noite da sua sua vida ?
O conto da Catarina
uma gotinha de água, muito atrapalhada, que vivia numa linda e suave nuvem. Ela era a única, da sua família, que nunca se atrevera a saltar para na Terra aterrar, tinha medo de se perder e à nuvem não conseguir voltar. Todos lhe diziam: - Não tenhas receio, vais gostar... Mas, a gotinha preferia na segurança da nuvem ficar, achava que ali é que era o seu lugar. Um dia a sua nuvem subrevoou um arco-íris que encantou a nossa gotinha e a fez desejar por ele escorregar. Então, cheia de coragem, lá foi ela numa colorida viagem. Aterrou na Lagoa das Setes Cidades e ficou tão deslumbrada que decidiu nela viver, o local era tão belo que todas as gotas da sua nuvem, quando a foram visitar, decidiram lá ficar. Querida Catarina, sabes que brevemente, também tu à Lagoa das Sete Cidades irás e as mais deslumbrantes gotas de água vais contemplar. Será que dos Açores também tu não vais querer regressar?
O conto do Gaspar Vicente
Era uma vez um príncipe que se chamava Gaspar. O Príncipe Gaspar vivia sozinho num castelo, até que um dia ia a passear pela floresta e encontrou uma menina. A menina não tinha família, vivia sozinha com o seu Bô. O Príncipe Gaspar convidou a menina e o Bô para irem viver para o castelo pois assim já não iam estar sozinhos. A menina assim fez, assobiou e o Bô veio a correr e a ladrar de felicidade, pois afinal de contas iam ter uma casa! Já no castelo, na cama a menina disse ao Bô, consegues ver as estrelas? O Bô olhou pela janela e abanou a cabeça. A menina disse: Cada estrela é um beijinho da minha mamã e do meu papá,o que significa que eles me amavam muito!! Um dia também vou gostar tanto de alguém que os meus beijinhos se vão transformar em estrelinhas!!!
O conto da Melina Souza
Era uma vez uma garotinha que tinha a imaginação nas alturas. Um dia acordava a se sentir bailarina, noutro era um grande dinossauro. Um dia era piloto de avião, noutro era um macaco muito travesso que vivia empoleirado no colo da mamã. Para aquela pequenina não existiam limites à imaginação. A leveza de ser criança tem dessas coisas. Nós podemos ser o que quisermos. Quando cresceres, pequena flor, não te esqueças que A imaginação pode te levar a qualquer lugar. Basta sonhares!
O conto do João Dinis
Era uma vez uma rainha que estava grávida do seu príncipe. O príncipe era um bebé muito desejado tanto pela rainha como pelo rei. Durante a gravidez, às 24 semanas, a rainha começou a ter dores e foi ao médico para saber o que era. Era o príncipe, que queria tanto conhecer os papás que já queria sair. O príncipe, mesmo dentro da barriguinha da mamã, ouvia tudo o que a mama dizia, então ela disse lhe "meu amor, espera mais um bocadinho na barriguinha para nasceres forte, e ficares sempre com a mamã, já te amo tanto", e assim foi. Passadas 10 semanas, 10 longas semanas em que a rainha teve de ficar quietinha na cama, o príncipe, de seu nome, João Dinis finalmente nasceu e conheceu os papás. Era tão pequenino, tão fofinho. É realmente um amor para a vida toda.
O conto do Rui
Era uma vez um ratinho lindo muito pequenino que fez a sua mamã chorar muito quando nasceu. A mãe chorou com medo, com alegria, com amor e muito orgulho. Esse lindo ratinho era um bebé muito pequenino que estava a perder muito peso e nasceu com um problema nas pernas. Com muito carinho e amor, o nosso ratinho cresceu e com um ano superou todos os seus problemas e deixou a mãe e o pai super felizes. Hoje com dois lindos é um bebé super saudável e rebelde... Só faz disparates mas dos saudáveis. :)
O conto da Paloma
uma rapariga chamada erica que sonhava ser mae e um certo dia essa rapariga encontrou o seu princepe encantado e afim de muito tempo eles tentarem fazer um filho e ai nesse momento a erica so pensava em ter um filho e ai o seu desejo realizou e foi o dia mais feliz da vida do casal e entao esse tal casal quis dar o nome a filha de paloma margariga moniz oliveira e a data tava prevista para dia 11-02-2019 ela tava muito ansiosa so pedia a deus para que ela nascesse o mais rapido possivel para ter a paloma nos braços e chegou janeiro ja tava de 35 semanas de gravidez e chegou o fim do mes e a paloma nasçeu e foi ai ficarem feliz para sempre.
O conto do Gonçalo
Era uma vez um anjinho , lindo e meigo super paciente , este anjinho espero cerca de dois aninhos até descer ao pé dos papás, esperou os papás organizarem a vida , esperou os papás casarem e enfim desceu para poder vir dar todo o amor possível.. e que Amor meu Deus. Este anjo chama se Gonçalo foi pensado detalhadamente , leva mos muito tempo até ele estar entre nós, mas agora eu e o meu Marido sabemos o que realmente é o amor ? tantos planos , tantos passeios , ser mãe deste anjinho foi o melhor que Deus me deu, foi o melhor que aconteu ?
O conto do Artur
Um sapateiro que trabalha muito, mas o dinheiro era pouco e mal chegava para o essencial. Junto à sua oficina morava um homem rico, que o resolveu ajudar. Mandou fazer um grande bolo, cheio de moedas de ouro e enviou-lho de presente. Algum tempo antes a mulher do sapateiro tivera mal e o médico da aldeia atendendo à sua pobreza, tratara-a de graça. O sapateiro achou que seria uma maneira de agradecer ao médico e ofereceu-lhe o bolo. Algum tempo depois o homem rico perguntou: - Então o bolo soube-lhe bem? - Nem o provei, como devia um favor ao Sr. Doutor, dei-lho, mas estou-lhe grato como se o tivesse comido. - Pois, fez mal visto que o mesmo estava cheio de dinheiro. Nisto entra um pescador e diz: - Amigo sapateiro, o mar está bom, mas as minhas redes estão rotas, consegue ajudar-me a remendá-las? Como tinha um bom coração o sapateiro largou o seu trabalho e ajudou o pescador. Na manhã seguinte e como a pesca fora muito abundante, o pescador trouxe-lhe um grande peixe, como sinal de gratidão. A mulher do sapateiro destinou-o para a ceia e ao abrir-lhe a barriga encontrou uma grande pedra brilhante. No dia seguinte o sapateiro levou-a ao joalheiro e este em troca deu-lhe vários sacos de dinheiro, pois era um diamante raro. O pobre homem, passou a ser um homem rico e nunca se arrependeu de ter dado o bolo ao Médico, pois quando damos algo de coração a vida incumbe-se de nos compensar.
O conto do Dinis
Uma menina que se apaixonou perdidamente pelo seu sapinho, namoraram muito e decidiram casar. Pouco tempo depois a menina já não era menina mas sim uma mulher com o desejo de com o seu sapinho terem um filho eles queriam tanto esse menino. Mas a vida prega muitas partidas e de cada vez que não conseguia a mulher chorava e o seu sapinho confortava até que passados muitos anos muitos tratamentos muitas picas uma estrelinha que citinlava como nenhuma outra decidiu alegrar este casal é então no tratamento houve uma confirmação a estrelinha morava dentro da barriga da futura mamã. Quando nasceu toda a família rejubilou de alegria pois o milagre nasceu e iria iluminar as suas vidas, mas era uma estrelinha traquina cheio de aventuras por desvendar continuem atentos e pode ser que vos continue a contar.
O conto da Madalena Pilar
Uma sementinha que foi gerada na barriguinha da Mãmã com muito amor e carinho pelos Papás.No ventre da Mãmã desenbrulhou durante 9 meses para se transformar numa Bébé saudável e feliz.Aguardavamos anciosamente o teu nascimento para te beijar e amar até nunca mais acabar este sentimento profundo de amor profundo que vai durar uma vida inteira.Termina a história com um final feliz com uma família unida e amada.
O conto do Pedro
um Rei e uma Rainha que viviam num lindo castelo, com um lindo jardim. No entanto, ambos estavam muito tristes. Os tios, preocupados, tentaram de tudo para que a alegria voltasse àquele reino. Levaram-nos a ver uma cantora muito famosa. Mas eles continuavam tristes. Levaram-nos então ao circo a ver palhaços, trapezistas e outras coisas muito engraçadas. Mas eles continuavam tristes. Organizaram também um grande churrasco com muita animação e amigos. Mas a verdade é que eles continuavam muito tristes. Certo dia, uma cegonha que ia a passar naquele reino reparou naquela tristeza toda. E parou à janela do Rei e perguntou-lhe. "Porque é que tu e a Rainha andam sempre tristes?". O Rei contou-lhe então que já há algum tempo que ele e a Rainha procuravam ter filhos, mas que o tempo passava e nunca mais chegava o príncipe sonhado e ansiado. A cegonha escutou e depois disse ao Rei, que os ia ajudar, pois sabia que eles eram bons e amados e estimados por toda a família do reino. Ela própria iria a Paris à fábrica dos bébés buscar o seu príncipe para que daí em diante a alegria reinasse no seu reino. A rainha e o seu amado esperaram ansiosamente pelo retorno da amiga cegonha e quando o príncipe Pedro chegou, o Rei e a Rainha ficaram felicíssimos. Riram, cantaram e dançaram e em breve, poderem cuidar daquele bébé encantador fez com que sorrissem e desfrutassem para sempre do seu reino verdadeiramente maravilhoso.
O conto da Leonor
um cavalinho que galopava sem rumo e sem destino, nunca tinha encontrado um local onde realmente quisesse ficar. Mas, um dia, sem contar, encontrou uma linda e simpática gatinha que convidou para o acompanhar. A gatinha ficou atrapalhada, mas aceitou fazer a viagem. Eram tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais que nunca mais se quiseram separar. Resolveram casar e deste amor nasceu uma linda flor, a quem chamaram Leonor. E, como em todas as mais belas histórias, viveram felizes e cheios de amor.
O conto da Margarida
Uma rãzinha que vivia numa casa , era feliz, engraçada, tinha outros pequenos animais como amigos, até que num passeio pela floresta descobriu uma casa muito bonita, rodeada de flores, plantas. Mas quem morava lá? Pensou a rãzinha. Bateu à porta, ninguém respondeu, ela , a medo entrou. Ficou encantada com o seu interior. Na sala uma lareira , tudo muito arrumadinho, uma cozinha a brilhar. Quando chegou ao quarto, na cama quentinha, dormia um urso. Não teve medo, e acordou-o. O urso , olhou estremunhado para a rãzinha, e ficou admirado. Uma pequena rã em sua casa ? O que faria lá? Não tinha medo dele? O urso , tentou que a rãzinha, sai-se de casa para que continuasse a dormir, mas ela não saiu. E após algumas tentativas , sem sucesso, o urso deixo que a rãzinha ali ficasse. Algo de mágico aconteceu , o urso foi-se habituando a que a rãzinha fizesse parte da sua vida, explorassem juntos, faziam actividades, brincavam, riam, choravam, passeavam, conviviam com outros animais, comiam juntos, partilhavam um com o outro os feitos e os defeitos, as aventuras , as viagens, as festas, os aniversários, partilhavam a vida. Uma relação especial, magnífica, mágica, em que um não era feliz sem o outro. Amigos de coração para a vida toda!
O conto da Beatriz
uma estrelinha que não queria estar sozinha, apanhou boleia num cometa e aterrou nas asas de uma borboleta. Curiosa, voou de flor em flor, até que saltou para as costas de um pastor, conheceu as ovelhas, bebeu leite e tricotou um cobertor. Curiosa viu uma linda janela iluminada, espreitou e uma bebé viu no berço deitada, nesse dia decidiu que o seu lar tinha encontrado, porque o amor ali não faltava. Onde achas Beatriz que a estrelinha está agora? Ao céu decidiu regressar, para te proteger e guiar, mas fica feliz quando antes de te deitares para ela olhares e lhe acenares.
O conto do Duarte
A família Pereira, que gostava muito de viajar. Eram felizes conhecendo o Mundo, as suas crenças e tradições e só não passeavam mais por motivos económicos! Um dia ganharam uma viagem aos Açores, a este belo arquipélago do outro lado do Atlântico, onde jaz formosas paisagens, uma beleza natural sem igual, criada pela Mãe natureza! Pai, mãe e filho partiram à descoberta de mais uma região tão maravilhosa do nosso país. Carregados com malas e bagagens e ao mesmo tempo, ansiosos pelo desconhecido, partiram de avião, rumo ao arquipélago. O pai tirava as fotos, a mãe cuidava do pequeno Duarte e o benjamim comtemplava as paisagens e fazia travessuras. A sua mãe alertou o seu pequeno para NUNCA se afastar dos pais, pois poderia perder-se no desconhecido. Ele parecia ter aceitado bem o conselho, apesar de ser um menino bem teimoso, ele era perspicaz. Num belo dia de passeio, estavam os três a observar atentamente as paisagens desta ilha tão formosa quando os pais se distraíram por uns curtos minutos e perderam de vista o seu pequeno herdeiro. Numa aflição desmedida, correram em busca do seu “mais que tudo” gritaram pelo seu nome mas foi tudo em vão. Foi uma tarde de desespero, prometendo a si próprios que nunca se perdoariam caso acontecesse algo de mal ao seu pequeno. Choraram desalmadamente, gritaram de dor e desespero, procuraram a ajuda das autoridades, apesar de elas não cooperarem de imediato, pois no final do dia, tinha vindo uma tempestade que não facilitaria os trabalhos de busca. Já sem forças para se aguentar emocionalmente, a mãe partiu novamente à procura do seu filho, sujeita a perder-se também por aqueles caminhos escuros por onde ele tinha desaparecido. Esta acabou por tropeçar numa rocha, cair e fracturar a perna e só conseguiu ajuda no dia seguinte. Por esta altura, não havia ainda sinais do pequeno Duarte. Andava meia cidade à sua procura, até que ao posto da Guarda Nacional Republicana tinha chegado um adulto com uma criança; criança esta que andava desaparecida. Era o pequeno, que após se ter afastado dos pais, perdeu-se e procurou ajuda num turista que por ali andava também a visitar a ilha. Em lágrimas, o Duarte pediu desculpa aos pais por todo aquele grande susto e alarido e jurou não voltar a cometer o mesmo erro, pois a sua sorte foi ter encontrado alguém honesto e amigo que o ajudou. O pai cuidou do benjamim, enquanto a mãe recuperava da lesão na perna e o Duarte aprendeu uma grande lição. Foi um final feliz!
O conto do Duarte Pereira
Um rapaz, de nome Emanuel, que vivia enamorado por uma menina, chamada Liliana! Andavam ambos no liceu, porém a menina vivia focada nos estudos e nada via para além disso. O jovem declarou-se inúmeras vezes à sua amada, mas sem sucesso. A menina após várias declarações deu uma oportunidade ao rapaz, pois começou a ver nele algo que nunca antes tinha visto: a sua beleza exterior e, principalmente, interior. Era um jovem honesto, trabalhador, simpático e lutador. Lutou sempre por aquilo que quis, desde o amor da sua amada, até trabalhar onde sempre sonhou. Foram anos de altos e baixos, com bastantes perturbações emocionais, limitações familiares, entre outros. O seu amor um pelo o outro era tão profundo, que apesar de tantos percalços, conseguiam superar e suportar muitos obstáculos. Ele trabalhava e ela estava a passar uma fase laboral e financeira complicada, mas o amor falou mais alto. Passados 9 anos de namoro, e após alguns pedidos de casamento, Emanuel conseguiu que Liliana casasse com ele. Estiveram casados 4 anos, longe um do outro, devido à atividade profissional de ambos, que não permitiu que estivessem juntos. Até que a jovem Liliana engravidou. Foi um sonho tornado realidade para os dois. Era o bebé mais desejado do Mundo, protegido, amado e acarinhado mesmo sem ainda ter nascido. De nome Duarte, cresceu no ventre da mãe até ao momento de ter que nascer. Era tão preguiçoso que não quis sair! Sofreu e fez sofrer a mãe até ao último segundo do nascimento, pois foram feitos todos os procedimentos possíveis para ele nascer. Foram momentos difíceis, com algumas complicações, até que o pequeno principe veio ao Mundo, lindo e saudável. Fez furor no Hospital, pois era sensacional. Após dia e meio de trabalho de parto e de tanto ter sofrido, a sua mãe ficou extremamente feliz por ter junto a si o seu pequenino! Podia dizer que viveram felizes para sempre... até ao momento, pode-se dizer que sim, mas daqui em diante só o tempo o dirá!
O conto da Clara Abreu
Era uma vez uma bonita bebé de nome Clara a fazer jus ao seu suave tom de pele e ao aos seus olhinhos muito azúis, nascida nas cores da Primavera e com o sol a raiar e a reavivar a natureza e a vida dos seus papás que descobriram toda uma nova luz (clara) nas suas vidas. A Clara sorria e os seus papás viam corações voadores, a Clara abria os olhinhos e os seus papás sentiam-se a flutuar em nuvens de algodão doce, a Clara emitia sons e os seus papás deliciavam-se com a melodia mais bonita que alguma vez ouviram...A Clara cresceu e tornou-se uma linda princesa predestinada a praticar o bem a espalhar o amor pelo mundo com pozinhos de perlimpimpim. O mundo tornou-se um sítio muito mais bonito, onde não faltaria nunca amor e paz entre todas as pessoas e onde todas as crianças eram felizes tal como mereciam. A Clara sorria e o mundo transformava-se num lindo conto de fadas onde o pó de amor inundava todas as fragâncias e atordoava os sentidos de pura felicidade...Quando lhe perguntavam como conseguia espalhar o amor como uma epidemia avassaladora, ela respondia que o amor é a única coisa que ao ser dada se multiplica e que não haveria no mundo melhor presente para dar a quem amamos. Brilha Clara, brilha!!!!!